PRINCIPAIS PRAGAS DE OLERÍCOLAS
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- Joaquim Padilha Campelo
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1 Se houver, como identificar e monitorar? PRINCIPAIS PRAGAS DE OLERÍCOLAS Profª Maria Aparecida Cassilha Zawadneak [email protected] 2 PULGÃO-DA-ALFACE Nasonovia ribisnigri (Mosely) (=Capitophorus braggii (Gillette)) (Hemiptera:aphididae) PULGÃO DA-SERRALHA Uroleucon sonchi (Hemiptera:aphididae) PULGÃO VERDE Myzus persicae (Hemiptera:aphididae) MOSCA MINADORA - Liriomyza spp. (Diptera: Agromyzidae) TRIPES - Frankiliniella shultzei (Thysanoptera: Thripidae) TRIPES - Thrips tabaci (Thysanoptera: Thripidae) PAQUINHA Neocurtilla hexadactyla (Orthoptera: Gryllotalpidae) GRILO Gryllus assimilis (Orthoptera: Gryllidae) LESMA (Deroceras laeve ) e CARACOL (Bradybaena similaris) (Molusca: Agriolimacidae e Xanthonychidae ) LAGARTA- ROSCA :Agrotis ipsilion, Agrotis subterranea (Lepdioptera: Noctuidae) LAGARTA HELICOVERPA: Helicoverpa armigera (Lepdioptera: Noctuidae) NEMATÓIDES Meloidogyne javanica e Meloidogyne incognita (Nematoda: Heteroderidae) 3 4 PULGÕES (Hemiptera: Aphididae) Ciclo de vida Partenogênese telitoca FEMEA ADULTA 50 a 80 NINFAS 4 DIAS 4 ECDISES FÊMEAS ADULTAS APTERAS ALADAS 5 6 1
2 Sucção de seiva do floema Menor crescimento da planta Viroses Dificuldade de controle com inseticidas (parte interna) Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 7 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 8 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 9 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 10 Paecilomyces niveus Karina 2016 Beauveria bassiana Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 11 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 12 2
3 A mosca que mede em torno de 1 a 2mm de comprimento e possui coloração preta e dependendo da espécie varia o padrão de amarelo As larvas vermiformes brancas, com 2mm de comprimento Morfologia Biologia Postura endofitica As larvas fazem galerias nas folhas, alimentando-se dos tecidos do mesofilo Suas larvas se alimentam do parênquima foliar, constroem minas em forma de serpentina nas folhas; folhas severamente atacadas ficam necrosadas, secam precocemente e caem (desfolha precoce). Danos Armadilhas cromotrópicas adesivas; Frankiliniella shultzei Thrips palmi Thrips tabaci
4 EPIDERME SUCÇÃO DE CONTEÚDO CELULAR MESOFILO 19 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR O adulto tem 0,8 a 1,2 mm de comprimento, cor amarelada e bandas transversais ao longo do abdómen. As antenas têm 7 artículos e as asas são amareloacastanhadas. Os ovos são esbranquiçados e têm forma elíptica, sendo a postura efetuada nos tecidos da folha ou da flor. As larvas são de cor amarela alaranjada ou amarela esverdeada e de olhos vermelhos. Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 21 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 22 Monitoramento Armadilha cromotrópicas azul adesiva; Nível de controle : estádio vegetativa (15 tripes/planta) estádio reprodutivo (30 tripes/folha); Métodos Culturais Controle químico Controle Biológico - larvas de Syrphidae; larvas de crisopídeos ; tripes predadores dos gêneros Scolothrips e Franklinothrips; percevejos do gênero Orius; ácaros predadores fitoseídeos Neoseiulus barkeri em casa-de-vegetação. Orius Adulto - 25 mm; Pernas anteriores ambulatoriais e posteriores saltatórias; Postura em locais protegidos (embaixo de pedras, detritos...) Adulto - 30 mm; Pernas anteriores fósseis e posteriores saltatórias; Postura em galerias no interior do solo, próximo a cursos d água e aderido a raízes;
5 Adulto e ninfas de grilos e paquinhas: danificam raízes de plantas podendo ocasionar seu aniquilamento. Métodos culturais: -Evitar irrigação em excesso -Remover detritos -Iscas caseiras com melaço diluído em água -Armadilhas pitfal Deroceras laeve Bradybaena similaris Hábitos Noturnos; Costumam aparecer quando o tempo está fresco e úmido; Tamanho variável; Reprodução sexuada Hermafrodita; Polífagos. Métodos culturais: -Manter a área limpa, retirando detritos orgânicos, tijolos, madeira, pedra, latas, etc... Controle mecânico: -Mata-los por desidratação com cal, cinza ou serragem. Iscas: - Ferramol (fosfato de ferro (FePO4) como ingrediente ativo, na concentração de 10 g/kg (1% m/m)) Agrotis ipsilion Agrotis subterranea
6 Agrotis sp Danos São noturnas, se escondem no solo ou embaixo de plantas na superfície do solo. Alimentação normalmente resulta em buracos irregulares nas folhas, frequentemente na parte inferior do dossel. Cortam hastes de plântulas perto da superfície do solo ou cavam buracos rasos em tubérculos expostos. (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) DANOS: Várias espécies de lagartas de Noctuidae se alimentam da base do caule próximo ao solo; DANOS de Spodoptera frugiperda!!!! Como diferenciar?? Agrotis de Spodoptera?? Pode destruir 4 plantas em 10 cm por noite FALSA LAGARTA ROSCA Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 31 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 32 Características de Spodoptera frugiperda (1) Oitavo segmento do abdomen com 4 pontos escuros formando um quadrado (2) Cabeça com padrão de cor escura com Y invertido (3) faixa larga e clara ao longo da parte superior do corpo, contrastando com outra escura nas laterais (4) placa escura no torax Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 33 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 34 Os danos dos nematoides estão relacionados à sucção das células e introdução de saliva toxica e Interação fitopatógenos causando: Hipertrofia Hiperplasia Galhas Digitamento Raiz em cabeleira Necrose/lesões
7 FUNGOS Fusarium sp. + Meloidogyne spp. Verticillium sp. + Pratylenchus sp. Sclerotinium, Phytium... BACTÉRIAS Pseudomonas + Heterodera Xanthomonas + Helicotylenchus 38 Realizar análise do solo para identificação nematologica para tomar as medidas preventivas adequadas. Tubérculo semente sadio para evitar a propagação. Fazer rotação de culturas por 4 anos com hospedeiros tolerantes como gramíneas e cereais Aveia / Crotalária / mucuna Desinfecção de máquinas agrícolas e ferramentas para evitar a disseminação do patógeno. Métodos culturais: Incorporação de matéria orgânica; Variedades mais tolerantes Controle quimico! Controle Biológico NEMA PREDADOR 41 Profa Dra Maria A C Zawadneak UFPR 42 7
15/11/2016. Morfologia. Morfologia. Ápteras de cor verde-amarelado, a verde-acinzentado; mede de 1 a 2,5 mm de comprimento.
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