NOTAS AUXILIARES DE PREENCHIMENTO
|
|
|
- Airton Gomes Furtado
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Anexo à Instrução nº 23/2004 NOTAS AUXILIARES DE PREENCHIMENTO Tendo em vista facilitar o preenchimento do modelo de reporte da situação analítica, em base consolidada, em conformidade com as Normas Internacionais de Contabilidade, prestam-se os seguintes esclarecimentos: 1. Os itens que compõem a estrutura da situação analítica devem ser entendidos como contas quando representem elementos patrimoniais, podendo, nesse caso, ter saldo devedor ou credor, consoante a sua natureza, e entendidos como rubricas quando representem elementos extrapatrimoniais. 2. As rubricas que representam elementos extrapatrimoniais devem ser reportadas em conformidade com os critérios valorimétricos definidos na Instrução n.º 4/96 para aquele tipo de elementos. 3. Na situação analítica divide-se o custo amortizado nos seus diferentes componentes. Tem-se, assim, que o valor nominal, os juros e as comissões que compõem o custo amortizado de um activo ou passivo, devem ser reportados em separado. Os juros e comissões autonomizados desta forma devem ser periodificados pelo método da taxa efectiva. 4. A imparidade acumulada de um activo que não esteja registado ao justo valor, é autonomizada em conta própria, distinta daquela em que é incluída o valor desses activos. O valor da imparidade acumulada de activos registados ao justo valor também é autonomizada, mas dentro da conta principal em que é registado o valor do activo. 5. Apresenta-se, em seguida, informação auxiliar sobre o conteúdo de algumas contas: Conta 10 Caixa e disponibilidades em bancos centrais Inclui notas e moedas com curso legal no país ou no estrangeiro, bem como depósitos constituídos no Banco de Portugal ou em bancos centrais de outros países, desde que imediatamente mobilizáveis. Contas 1101, 11101, e Cheques a cobrar Inclui cheques sacados por terceiros sobre outras instituiçõesde créditos. Conta 13 Aplicações em instituições de crédito Inclui as operações activas realizadas com instituições de crédito estabelecidas em Portugal ou no estrangeiro. Por muito curto prazo entende-se o prazo até 2 dias úteis. Contas 13000, Mercado monetário interbancário Inclui as operações realizadas no âmbito das normas definidas pelo Banco de Portugal para este mercado. Contas 13015, 13114, 13124, 13134, Aplicações subordinadas Inclui todas as aplicações em instituições de crédito que estejam sujeitas a cláusula de subordinação ou equivalente.
2 Conta 141 Outros créditos e valores a receber Inclui valores mobiliários representativos de dívida, com pagamentos fixos ou determináveis que não estejam cotados num mercado activo e que não tenham sido designados ao justo valor através da conta de resultados, como activos disponíveis para venda ou como activos detidos até à maturidade, de acordo com o disposto na IAS 39. Conta 15 Crédito e juros vencidos Inclui activos representativos de dívida (capital e juros) que se encontrem por regularizar, devendo estes passar a ser apresentados nesta conta depois de decorridos, no máximo, 30 dias após a data do respectivo vencimento. Conta 16 Activos financeiros detidos para negociação Inclui os activos adquiridos com a principal finalidade de venda num prazo muito próximo, os activos que façam parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados que seja geridos em conjunto e para os quais exista evidência de um modelo real recente de tomada de lucros a curto prazo ou um instrumento derivado com custo de substituição positivo (excepto no caso de um derivado que seja um instrumento de cobertura designado e eficaz), de acordo com o disposto na IAS 39. Conta 17 Outros activos financeiros ao justo valor através de resultados (fair value option) Inclui os activos financeirtos que, não sendo detidos para negociação, sejam designados ao justo valor através da conta de resultados no momento do reconhecimento inicial, de acordo com o disposto na alínea b) do parágrafo 9 da IAS 39. Conta 18 Outros activos financeiros disponíveis para venda Inclui os activos financeiros não derivados que sejam designados como disponíveis para venda ou não sejam classificados como (a) empréstimos concedidos ou contas a receber, (b) investimentos detidos até à maturidade ou (c) activos financeiros pelo justo valor através da conta de resultados, de acordo com o disposto na IAS 39. Conta 19 Activos securitizados não desreconhecidos Inclui todos aqueles activos que, tendo sido objecto de cedência no âmbito de uma operação de securitização, não respeitam as condições necessárias para que sejam desreconhecidos, nos termos da IAS 39. Conta 20 Activos com acordo de recompra Inclui os activos a que se refere o parágrafo 37 da IAS 39, designadamente aqueles que tendo sido cedidos a terceiros, se encontram sujeitos a um acordo de recompra nas condições a que a norma se refere. Conta 22 Investimentos detidos até à maturidade Inclui activos financeiros não derivados com pagamentos fixos ou determináveis, com uma maturidade determinada, relativamente aos quais exista intenção e capacidade de deter até ao vencimento, de acordo com o disposto na IAS 39.
3 Conta 25 Activos não correntes detidos para venda e operações descontinuadas Inclui os activos cujo valor de balanço se prevê que venha a ser recuperado através de alienação (num prazo superior a 12 meses) e não através da sua utilização continuada, encontrando-se abrangidos pelo tratamento diposto na IFRS 5. Tem-se nesta categoria, por exemplo, os activos adquiridos em reembolso de crédito próprio, quando não arrendados. Conta 31 Devedores e outras aplicações Inclui as operações com terceiros pendentes de regularização que não assumam a forma de crédito concedido. Conta 320 Ouro Inclui ouro amoedado, em barra, fio ou chapa Conta 321 Outros metais preciosos, numismática e medalhística Inclui, entre outros, prata amoedada, em barra, fio ou chapa Conta 33 Rendimentos a receber Compreende, entre outros elementos, a parcela de juros (a receber) e de comissões postecipadas (a receber) incluídas no valor de Balanço dos elementos patrimonais que se encontram valorizados ao custo amortizado. Essas parcelas são periodificadas nesta conta (pelo método da taxa efectiva), de forma autónoma. Conta 34 Despesas com encargo diferido Compreende, entre outros elementos, a parcela de comissões antecipadas (pagas) incluídas no valor de Balanço dos elementos patrimonais que se encontram valorizados ao custo amortizado. Essa parcela é periodificada nesta conta (pelo método da taxa efectiva), de forma autónoma. Conta 35 Imparidade acumulada Autonomiza o valor da imparidade acumulada dos elementos patrimonais que não estejam valorizados no Balanço ao justo valor. Conta 38 Recursos de bancos centrais Inclui as responsabilidades assumidas junto do Banco de Portugal e de bancos centrais de outros países. Conta 39 Recursos de outras instituições de crédito Inclui as responsabilidades assumidas junto de outras instituições de crédito estabelecidas em Portugal ou no estrangeiro. Por muito curto prazo entende-se o prazo até 2 dias úteis. Conta 421 Dívida readquirida Autonomiza o valor da dívida que foi readquirida pela instituição antes da data de vencimento e que, por esse motivo, constitui um valor a deduzir ao passivo.
4 Conta 43 Passivos financeiros de negociação Inclui os passivos incorridos com a principal finalidade de recompra num prazo muito próximo e os instrumentos derivados com custo de substituição negativo (excepto no caso de um derivado que seja um instrumento de cobertura designado e eficaz), de acordo com o disposto na IAS 39. Conta 45 Passivos não correntes detidos para venda e operações descontinuadas Inclui os passivos a que alude o parágrafo 38 da IFRS 5. Conta 46 Passivos por activos não desreconhecidos em operações de titularização Inclui os passivos que são reconhecidos contabilisticamente, ao abrigo do parágrafo 29 da IAS 39, como contrapartida dos activos que, tendo sido cedidos no âmbito de operações de titularização, não respeitam as condições necessárias para que sejam desreconhecidos. Conta 501 Desvios actuariais Autonomiza o valor das diferenças actuariais, conforme definido na IAS 19, para os planos de benefícios definidos. Conta 52 Encargos a pagar Compreende, entre outros elementos, a parcela de juros (a pagar) e de comissões postecipadas (a pagar) incluídas no valor de Balanço dos elementos patrimonais que se encontram valorizados ao custo amortizado. Essas parcelas são periodificadas nesta conta (pelo método da taxa efectiva), de forma autónoma. Conta 53 Receitas com rendimento diferido Compreende, entre outros elementos, a parcela de comissões antecipadas (recebidas) incluídas no valor de Balanço dos elementos patrimonais que se encontram valorizados ao custo amortizado. Essa parcela é periodificada nesta conta (pelo método da taxa efectiva), de forma autónoma. Conta 5480 Operações activas a regularizar Inclui operações activas que, por qualquer circunstância, não possam ser imediatamente reportadas nas contas a que dizem respeito. Conta 5481 Operações passivas a regularizar Inclui operações passivas que, por qualquer circunstância, não possam ser imediatamente reportadas nas contas a que dizem respeito. Conta 56 Acções próprias Inclui as acções detidas pela instituição consolidante que sejam representativas do seu próprio capital. Constituem um elemento negativo dos capitais próprios. Conta 66 Juros e encargos similares Compreende os encargos financeiros respeitantes à remuneração de recursos alheios, incluindo aqueles rendimentos com carácter de juro que integram o valor de Balanço de passivos registados ao custo amortizado ou ao justo valor.
5 Conta 67 Comissões pagas associadas ao custo amortizado Autonomiza, entre outros elementos, a parcela de comissões incluída no valor de Balanço dos activos e passivos que estão registados ao custo amortizado. Conta 68 Outras comissões pagas Inclui as comissões e outros encargos pagos pela instituição decorrentes do recurso aos serviços financeiros de terceiros e as comissões e prémios de risco que não assumam o carácter de juro nem estejam associadas ao custo amortizado. Conta 73 Apropriação de result. negat. em filiais excl. da consol., associadas e empreend. conj. Inclui a parte atribuível ao grupo consolidante dos resultados negativos que tenham sido apurados por uma filial excluída da consolidação, por uma empresa associada ou por um empreendimento conjunto quando a participação nessas entidades é tratada de acordo com o método da equivalência patrimonial (equity method). Conta 79 Juros e rendimentos similares Compreende os rendimentos financeiros respeitantes à remuneração de elementos patrimoniais, incluindo aqueles rendimentos com carácter de juro que integram o valor de Balanço de activos registados ao custo amortizado ou ao justo valor. Conta 80 Comissões pagas associadas ao custo amortizado Autonomiza, entre outros elementos, a parcela de comissões incluída no valor de Balanço dos activos e passivos que estão registados ao custo amortizado. Conta 81 Rendimentos instrumentos de capital Compreende rendimentos de instrumentos de capital que não decorram da sua reavalição ou alienação, como é o caso, por exemplo, dos dividendos. Conta 82 Outras comissões recebidas Inclui as comissões e outros rendimentos recebidos pela instituição decorrentes do recurso aos serviços financeiros de terceiros e as comissões e prémios de risco que não assumam o carácter de juro nem estejam associadas ao custo amortizado. Conta 84 Apropriação de result. posit. em filiais excl. da consol., associadas e empreend. conj. Inclui a parte atribuível ao grupo consolidante dos resultados positivos que tenham sido apurados por uma filial excluída da consolidação, por uma empresa associada ou por um empreendimento conjunto quando a participação nessas entidades é tratada de acordo com o método da equivalência patrimonial (equity method). Rubrica 90 Garantias prestadas e outros passivos eventuais Compreende todas as garantias prestadas pelo grupo a terceiros, sejam elas garantias pessoais/institucionais ou garantias reais. Entende-se por garantias pessoais as operações em que uma ou mais instituições do grupo se tornam garantes de obrigações de terceiros e respondem pelo risco de crédito que daí resulta.
6 Rubrica 91 Garantias recebidas Âmbito semelhante ao da rubrica 90, mas em que uma ou mais instituições do grupo assumem a posição de beneficiários. Rubrica 92 Compromissos perante terceiros Inclui todos os compromissos assumidos por uma ou mais instituições do grupo sobre operações a realizar numa data futura. Não inclui os compromissos decorrentes da contratação de operações cambiais, de taxa de juro e sobre cotações. Rubrica 93 Compromissos assumidos por terceiros Âmbito semelhante ao da rubrica 92, mas em que a instituição, enquanto parte contratante, assume posição activa. Rubrica 950 De depósito e guarda de valores Compreende os valores de terceiros depositados na instituição e os valores mobiliários desmaterializados cuja responsabilidade pelo registo e controlo está cometida a uma ou mais instituições do grupo. Rubrica 951 De cobrança de valores Compreende os valores entregues por terceiros para cobrança. Rubrica 952 Valores administrados pela instituição Compreende os activos de propriedade de terceiros administrados pela instituição.
CONTAS COM SALDO DEVEDOR (Euros)
Anexo à Instrução nº 15/98 Modelo I INSTITUIÇÃO SITUAÇÃO ANALÍTICA DO MÊS DE CONTAS COM SALDO DEVEDOR (Euros) 10 CAIXA 11 DEPÓSITOS À ORDEM NO BANCO DE PORTUGAL 12 DISPONIBILIDADES SOBRE INSTITUIÇÕES.DE
Anexo à Instrução 17/96
Anexo à Instrução 17/96 SOCIEDADES EMITENTES OU GESTORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO Sociedade... SITUAÇÃO ANALÍTICA EM / / SALDOS DEVEDORES 10 - CAIXA VALORES (em contos) 11 - DEPÓSITOS À ORDEM NO BANCO DE
1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo
1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo 2015-2016 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Gestão e Economia Data: 2015-10-29 Licenciatura em
ORIENTAÇÕES (2014/647/UE)
6.9.2014 L 267/9 ORIENTAÇÕES ORIENTAÇÃO DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 3 de junho de 2014 que altera a Orientação BCE/2013/23 relativa às estatísticas das finanças públicas (BCE/2014/21) (2014/647/UE) A COMISSÃO
Tópicos - Concentrações de actividades empresariais Método de Equivalência Patrimonial (Introdução à) Consolidação de Contas
Tópicos - Concentrações de actividades empresariais Método de Equivalência Patrimonial (Introdução à) Consolidação de Contas NCRF14 Concentrações de actividades empresariais Definições ( 9) Concentração
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA. Mestrado em Finanças Empresariais ESTGV-IPV
ANÁLISE DE FLUXOS A DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA ESTGV-IPV Mestrado em Finanças Empresariais 1. O Fluxo de Caixa para a Análise Financeira A análise baseada nos fluxos visa ultrapassar algumas das limitações
Índice 1 Identificação da Entidade 2 Referencial Contabilístico de Preparação das Demostrações Financeiras 3 Principais Politicas Contabilísticas 4 Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas
José Eduardo Mendonça S. Gonçalves
José Eduardo Mendonça S. Gonçalves Contribuições dos sócios 51 Capital * Nota: para efeitos de apresentação no Balanço, deduzir saldos das contas: 261 Accionistas c/ subscrição * 262 Quotas não liberadas
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Nos termos do disposto no Artigo 242.º do Decreto-Lei n.º 94-B/98, de 17 de Abril, compete ao Instituto de Seguros de Portugal
BPI Gestão de Activos Sociedade Gestora Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. Demonstrações Financeiras em 30 de Junho de 2016
BPI Gestão de Activos Sociedade Gestora Fundos de Investimento Mobiliário, S.A. Demonstrações Financeiras em 30 de Junho de 2016 (Contas não auditadas) BPI GESTÃO DE ACTIVOS - SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS
Instrução n. o 4/2015 BO n. o
Instrução n. o 4/2015 BO n. o 6 15-06-2015 Temas Supervisão Elementos de Informação Índice Texto da Instrução Mapas anexos à Instrução 4/2015 Notas auxiliares de preenchimento anexas à Instrução 4/2015
RENDIMENTOS DE CAPITAIS
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2016 R. P. 1 CATEGORIA E 2 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO DE - IRS MODELO 3 Anexo E DE CAPITAIS 3 IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S)
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 31 Interests in Joint Ventures
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 31 Interests in Joint Ventures Situação: PARCIALMENTE CONVERGENTE 1. Introdução O IAS 31 Interests in Joint Ventures trata da contabilização das
PRAZOS E MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO. Índice: Capítulo II Disposições Gerais... 3
AVISO N.º [XX/2015] PRAZOS E MÉTODOS DE AMORTIZAÇÃO Índice: Capítulo I... 3 Disposições Gerais... 3 Capítulo II... 3 Prazos e Métodos de Amortização... 3 Capítulo III... 7 Disposições Finais... 7 1 Aviso
FUNDO DE POUPANÇA EM AÇÕES PPA VALORIS NOTAS À DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012
FUNDO DE POUPANÇA EM AÇÕES PPA VALORIS NOTAS À DEMONSTRAÇÃO DA POSIÇÃO FINANCEIRA E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 (Valores expressos em euros) INTRODUÇÃO O Fundo de Poupança em
Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T IT.01 -Interpretação Técnica NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE
NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE INTERPRETAÇÃO TÉCNICA NBC T 10.8 IT.01 ENTIDADES COOPERATIVAS Esta Interpretação Técnica (IT) visa esclarecer critérios e procedimentos específicos de avaliação, de
FUNDAÇÃO CASCAIS. Relatório de Contas. de Nº Contribuinte: Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril
FUNDAÇÃO CASCAIS Relatório de Contas de 2015 Nº Contribuinte: 503040843 Av. Clotilde, Lj 18- A 2765-266 Estoril FUNDAÇÃO CASCAIS Nº Contribuinte: 503040843 Av. Clotilde, Lj 18- A Estoril 2765-266 Estoril
Demonstrações Contábeis Decifradas
RESOLUÇÃO A resolução dessa questão demanda a capacidade de classificação dos elementos patrimoniais e do resultado como componentes dos fluxos de caixa das atividades operacionais, de investimento e de
Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli
USP/FEA/EAC Curso de Graduação em Administração Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli 1 DEMONSTRAÇÕES
FUNDOS DE PENSÕES / INVESTIMENTOS. Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Cabeçalho. Actividade em: Activos_FP. Data:
Activos_FP Data: CE: NE: Actividade em: FUNDOS DE PENSÕES / INVESTIMENTOS Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Cabeçalho Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Grupo económico Activos_FP - Grupo Económico Código Grupo Económico
PERDAS ESTIMADAS EM ATIVOS (Impairment de Ativos)
FEA / USP Departamento de PERDAS ESTIMADAS EM ATIVOS (Impairment de Ativos) 1 PERDAS ESTIMADAS EM ATIVOS e PROVISÕES Perdas estimadas em ativos: retificações de ativos decorrentes de perdas de benefícios
08 BALANÇO & CONTAS. em 31 Dezembro 2008
08 BALANÇO & CONTAS em 31 Dezembro 2008 BALANÇO CÓDIGO DAS CONTAS ACTIVO Activo Bruto 2008 Amortizações e Ajustamentos Activo Líquido 2007 Activo Líquido IMOBILIZADO Imobilizações incorpóreas: 431 Despesas
CONTAS INDIVIDUAIS 2015
CONTAS INDIVIDUAIS 2015 Conteúdo BALANÇO INDIVIDUAL (ESNL) EM 31.12.2015 E 31.12.2014... 3 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS (ESNL) PERÍODOS FINDOS EM 31.12.2015 E 31.12.2014... 4 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL
INSTRUÇÃO CVM Nº 576, DE 16 DE JUNHO DE 2016.
. Altera o Informe Mensal de FIDC, Anexo A da Instrução CVM nº 489, de 14 de janeiro de 2011. O PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS torna público que o Colegiado, em reunião realizada
Unidade II. No ativo, a disposição das contas obedece ao grau decrescente de liquidez dos elementos nelas registrados.
Unidade II 8 ATIVO Ativo compreende, como já vimos, os bens e direitos da empresa, classificados de acordo com sua destinação específica, que varia segundo os fins da empresa. No ativo, a disposição das
CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS. I GRUPO (5 valores)
INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO CONTABILIDADE DOS GRUPOS E DAS OPERAÇÕES ESPECIAIS Exame Época Normal 01 de Fevereiro de 2013 Duração: 2H 30M Por favor leia com atenção antes
Instituto CCR. Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício de 31 de dezembro de 2015
Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício de 31 de dezembro de 2015 Balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 (Em Reais) Ativo 2015 2014 Passivo 2015 2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes
Contabilidade e Gestão Financeira
Contabilidade e Gestão Financeira Contabilidade Demonstrações Financeiras MESG - Mestrado Engenharia de Serviços e Gestão FEUP 2010 Rui Padrão Funções Património Passivo Eq. Fund. Factos patr. Inventário
RELATÓRIO SOBRE AS CONTAS
Introdução 1. A contabilidade do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados encontra-se organizada de acordo com o POC, adaptado à especificidade da Ordem dos Advogados, e respeitando as orientações
"Aspectos Contábeis importantes do Mercado Imobiliário" Apresentação APIMEC 28/02/2013
"Aspectos Contábeis importantes do Mercado Imobiliário" Apresentação APIMEC 28/02/2013 AGENDA Práticas contábeis específicas à atividade imobiliária Assuntos polêmicos Pontos de atenção para análise de
DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA Nº 24 EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS 1. OBJECTIVO 1 2. DEFINIÇÕES 2 3. TIPOS DE EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS 2
DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA Nº 24 EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS INDICE 1. OBJECTIVO 1 2. DEFINIÇÕES 2 3. TIPOS DE EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS 2 3.1. Operações conjuntamente controladas 3 3.2. Activos conjuntamente
Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo
Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. MÓDULO DE QUESTÕES DE CONTABILIDADE
TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIO DE GESTÃO CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO DE 2008
RELATÓRIO DE AUDITORÍA, DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIO DE GESTÃO DA TELEFÓNICA, S.A. CORRESPONDENTES AO EXERCÍCIO DE 2008 TELEFÓNICA, S.A. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIO DE GESTÃO CORRESPONDENTES
Conteúdo. CONTAS INDIVIDUAIS 2015 (Montantes expressos em euros)
ASSOCIAÇÃO PARA O ESTUDO E INTEGRAÇÃO PSICOSSOCIAL CONTAS INDIVIDUAIS 2015 Conteúdo BALANÇO INDIVIDUAL (ESNL) EM 31.12.2015 E 31.12.2014... 4 DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS (ESNL) PERÍODOS FINDOS
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 28 Investments in Associates
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 28 Investments in Associates Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE. 1. Introdução O IAS 28 Investments in Associates é aplçicado ao registro de investimentos
Demonstrações Financeiras Consolidadas
Demonstrações Financeiras Consolidadas 31 de dezembro de 2010. 1 Página Índice Relatório dos auditores independentes...3 Balanço Patrimonial Consolidado...5 Ouvidoria Demonstrações Financeiras Consolidadas
Tabela em anexo a que refere o artigo 1.º do Código do Imposto do Selo
Tabela em anexo a que refere o artigo 1.º do Código do Imposto do Selo Tabela do Imposto do Selo (Rectificado por Circular n.º 03/DLT/DNI/2012, de 5 de Julho) 1 Aquisição onerosa ou gratuita do direito
Custos do Mercado. Regulamento n.º 1/2005, de 22 de Janeiro de 2007 B.O n.º 4 - I Série
Custos do Mercado Regulamento n.º 1/2005, de 22 de Janeiro de 2007 B.O n.º 4 - I Série Regulamento n.º 2/2006, de 22 de Janeiro de 2007 B.O n.º 4 - I Série Rectificação do Regulamento n.º 2/2006, de 5
PPR ÚNICO - 3ª Série. Ficha de Produto. Plano Poupança Reforma
Plano Poupança Reforma Tipo de Cliente Particulares, Profissionais Liberais e Empresas. Descrição O PPR Único - 3ª Série é um Plano de Poupança Reforma, que se destina a fomentar poupanças para constituição
Contabilidade Introdutória
Contabilidade Introdutória Profa. Mara Jane Contrera Malacrida 1 Ö : Parte residual do patrimônio Riqueza líquida da empresa PL = Ativo Passivo Evidencia os recursos dos proprietários aplicados no empreendimento
FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL. (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho)
FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho) A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1.
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 3º TRIMESTRE 2009 (NÃO AUDITADOS)
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 3º TRIMESTRE 2009 (NÃO AUDITADOS) Finibanco-Holding, SGPS S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua Júlio Dinis, 157 Porto Capital Social: EUR 175.000.000 Matriculado na Conservatória
APESPE-RH-Assoc.Port.das Emp.do Sector Priv.de Emp.e dos Rec.Humanos ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 ÍNDICE
(Montantes expressos em euros) ÍNDICE Páginas 1. Nota introdutória 2 2. Referencial contabilístico de preparação nas demonstrações financeiras 2 3. Principais políticas contabilísticas 2 4. Políticas contabilísticas,
Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012
Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 3. Inventários e Activos Biológicos Consideram-se inventários todos os bens armazenáveis adquiridos ou produzidos pela empresa equesedestinamàvendaouaseremincorporadosnaprodução.
REPRESENTAÇÃO GRAFICA; TERMINOLOGIA CONTÁBIL; E TIPOS DE CAPITAL. PROFª: Gitano Souto Silva
REPRESENTAÇÃO GRAFICA; TERMINOLOGIA CONTÁBIL; E TIPOS DE CAPITAL PROFª: Gitano Souto Silva BALANÇO PATRIMONIAL O Balanço Patrimonial é uma demonstração contábil que evidencia, por meio das contas PATRIMONIAIS
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS NA CÂMARA MUNICIPAL DE PAULO FRONTIN/PR CADERNO DE PROVA CONTADOR
CADERNO DE PROVA CONTADOR Nº. DE INSCRIÇÃO DO(A) CANDIDATO(A) Domingo, 03 de junho de 2012. N.º DE INSCRIÇÃO DO(A) CANDIDATO(A) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28
Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA. TABELA DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 03 de Janeiro 2017
Preçário BANCO MILLENNIUM ATLÂNTICO, S.A. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA BANCÁRIA TABELA DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário pode ser consultado nos balcões e locais de atendimento ao público do Banco Millennium
TOTAL DO ACTIVO , ,68
FUNDAÇÃO CASA MUSEU MÁRIO BOTAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E ANEXO ÀS CONTAS 31 DE DEZEMBRO DE 2015 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BALLANÇO:: PARA OS PERÍODOS FFI INDOS EM 31 DE DEZZEMBRO DE 2015 ACTIVO NÃO
ATLÂNTICO EUROPA SGPS, S.A. Relatório e Contas
ATLÂNTICO EUROPA SGPS, S.A. Relatório e Contas 1º Semestre 2014 Relatório Intercalar 1º Semestre 2014 ÍNDICE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS... 3 NOTAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS... 8 Relatório Intercalar
FOLHETO DE TAXAS DE JURO
FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à ordem 19.1. Depósitos à ordem 17.2. Depósitos a prazo 19.2. Depósitos a prazo
31/03/ /12/ /03/ /12/2015 Caixa e Bancos Aplicações financeiras
NOTAS EXPLICATIVAS DAS INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS - ITR (Em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma) 1 - CONTEXTO OPERACIONAL Bicicletas Monark S.A. ( Companhia ) tem por objetivo a industrialização
FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2007/08
FACULDADE DE ECONOMIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Exame 2.ª época de Contabilidade Financeira 2.º semestre 2007/08 Data: 28 de Junho de 2008 Início: 11h30m Duração: 2h15m Cotação e tempo esperado de resolução:
Contabilidade Básica - Material 4 - Prof. Marcos César Bottaro
Contas Anteriormente registramos cada uma das operações contábeis diretamente no balanço patrimonial. Contudo, na prática, cada uma dessas operações ocorre inúmeras vezes no decorrer de um único dia, tornando
Profa. Ma. Divane A. Silva. Unidade III CONTABILIDADE
Profa. Ma. Divane A. Silva Unidade III CONTABILIDADE Contabilidade A disciplina está dividida em quatro unidades: Unidade I 1. Contabilidade Unidade II 2. Balanços sucessivos com operações que envolvem
ÁPICE SECURITIZADORA S.A. 1ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários. 65ª Série
ÁPICE SECURITIZADORA S.A. 1ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários 65ª Série Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2015 Data Base 31/12/2015 PARTICIPANTES EMISSORA INSTITUIÇÃO
Diário Oficial. Índice do diário Outros. Prefeitura Municipal de Ribeira do Amparo. Outros - BALANÇO ANUAL Páginas:
Páginas: 48 Índice do diário Outros Outros - BALANÇO ANUAL 2015 Página 1 Outros Outros BALANÇO ANUAL 2015 - BA (Poder Executivo) DCA-Anexo I-AB Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Padrao Balanço Patrimonial
DC25 - Locações (1) Directriz Contabilística nº 25
DC25 - Locações (1) Índice Directriz Contabilística nº 25 1. Objectivo 2. Âmbito 3. Definições 4. Classificação Contabilística de Locações 5. Venda Seguida de Locação Pág. 1 1. Objectivo Esta Directriz
NCRF 24 Acontecimentos após a data do balanço
NCRF 24 Acontecimentos após a data do balanço Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 10 - Acontecimentos após a Data do Balanço, adoptada
Contabilidade. Acontabilidade bancária integra uma. A banca. e a contabilidade bancária
TOC Novembro 2006 #80 27 A banca e a contabilidade bancária A banca moderna constitui o elemento central de uma actividade complexa, cujos vectores fundamentais resultam da função creditícia, da função
CONTABILIDADE AVANÇADA. Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento
CONTABILIDADE AVANÇADA Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento INTRODUÇÃO Ágio e Ganho em Compra Vantajosa: são apurados em investimento pelo método de equivalência patrimonial. representam excesso ou
BALANÇO PATRIMONIAL - ANEXO 14
ATIVO Exercício Atual PASSIVO Exercício Atual ATIVO CIRCULANTE 652.201,35 PASSIVO CIRCULANTE 236.288,68 Caixa e Equivalentes de Caixa 652.201,35 Obrigações Trabalhistas, Previdenciárias e Assistenciais
NCRF 22 Contabilização dos subsídios do governo e divulgação de apoios do Governo
NCRF 22 Contabilização dos subsídios do governo e divulgação de apoios do Governo Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 20 - Contabilização
Programa Incentivo 2014. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento
Programa Incentivo 2014 Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento As verbas atribuídas destinam-se a financiar o funcionamento da instituição de investigação científica e desenvolvimento
Resumo do Regulamento de Utilização do Cartão Business Travel Bradesco
Resumo do Regulamento de Utilização do Cartão Business Travel Bradesco SUMÁRIO EXECUTIVO Resumo do Regulamento de Utilização do Cartão Business Travel Bradesco. IMPORTANTE: LEIA ESTE SUMÁRIO COM ATENÇÃO
PPR FUTURO. Informações Pré-Contratuais. Plano Poupança Reforma BPN
TIPO DE CLIENTE Particulares, Profissionais Liberais e Empresas. SEGMENTO-ALVO Destina-se a fomentar a poupança para constituição de um complemento de reforma. Direccionado para Clientes com idade inferior
02. (FCC MPE-RN/2012). A receita extraorçamentária em 31.12.2011, em reais, era: (A) 50.000,00 (B) 60.000,00 (C) 100.000,00
SEMANA 10 - Despesa Pública: Dispêndios orçamentários (Despesa orçamentária) e Extra- Orçamentários; 01. (ESTILO-ESAF/2012) Os dispêndios públicos podem ser de natureza orçamentária ou extraorçamentária.
Preçário. Haitong Bank, S.A. Instituição de Crédito. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO
Preçário Haitong Bank, S.A. Instituição de Crédito Consulte o FOLHETO E COMISSÕES E ESPESAS Consulte o FOLHETO E TAXAS E JURO ata de Entrada em vigor: 7-ezembro-2012 O Preçário completo do Haitong Bank,
e Legislação Complementar
CÓDIGO DO IRC 2012 e Legislação Complementar CÓDIGO DO IRC APROVADO PELO DECRETO-LEI N.º 442-B/88, DE 30 DE NOVEMBRO (INCLUI ALTERAÇÕES DA PROPOSTA DO ORÇAMENTO RETIFICATIVO) LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR PAGAMENTOS
Relatório da Administração Engetec Participações em Engenharia e Construção S.A.
Relatório da Administração Engetec Participações em Engenharia e Construção S.A. Senhores Acionistas, Em cumprimento as disposições estatuárias, submetemos a apreciação de V.Sas. o relatório anual da administração
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE DE BAYU-UNDAN
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. o 3 /2003 de 1 de Julho SOBRE TRIBUTAÇÃO DOS CONTRATANTES DE BAYU-UNDAN O Tratado do Mar de Timor, assinado entre Timor-Leste e a Austrália
Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO
MAPFRE Investimento Dinâmico Não Normalizado ISIN: ES0138022001 Instrumento de Captação de Aforro Estruturado Contrato de Seguro ligado a Fundo de Investimento Fundo Autónomo (Fundo de Fundos): FondMapfre
ASSOCIAÇÃO DE NATAÇÃO DA MADEIRA
1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE: 1.1 Designação da entidade: Associação de Natação da Madeira; 1.2 Sede: Complexo de Natação Desportiva do Funchal, 9050-021 Funchal; 1.3 NIPC: 511205350; 1.4 Natureza da atividade:
ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/ (R$) ,29
ANEXO II DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO ANEXO 9-1-II DA INSTRUÇÃO CVM Nº. 481/2009 1. Informar o lucro líquido do exercício. (R$) 864.940.364,29 2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos,
PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA A CONFERÊNCIA DO BALANCETE CONTÁBIL
PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA A CONFERÊNCIA DO BALANCETE CONTÁBIL A cada fechamento mensal, para a conferência dos saldos contábeis das contas (principalmente as da execução orçamentária e financeira), podem
Grupo I Múltipla Escolha
Grupo I Múltipla Escolha 1 A empresa XYZ, SA recebeu durante o ano de 2005 juros de depósitos a prazo no valor bruto de 250, sujeitos a retenção na fonte à taxa de 20%. Qual a conta a movimentar referente
FOLHETO DE TAXAS DE JURO
FOLHETO DE TAXAS DE JURO Clientes Particulares Outros clientes 17 CONTAS DE DEPÓSITO 19 CONTAS DE DEPÓSITO 17.1. Depósitos à ordem 19.1. Depósitos à ordem 17.2. Depósitos a prazo 18 OPERAÇÕES DE CRÉDITO
NOTA EXPLICATIVA À INSTRUÇÃO CVM Nº 489, DE 14 DE JANEIRO DE 2011
Ref: Instrução CVM Nº 489, DE 14 DE JANEIRO DE 2011, que dispõe sobre a elaboração e divulgação das Demonstrações Financeiras dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC e dos Fundos de Investimento
CONTABILIDADE AVANÇADA. Avaliação de Investimentos em Participações Societárias
CONTABILIDADE AVANÇADA Avaliação de Investimentos em Participações Societárias INTRODUÇÃO Considera-se Participações Societárias quando uma sociedade (Investidora) vem à aplicar recursos na aquisição de
CIRCULAR Nº Arnim Lore Diretor. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.
1 CIRCULAR Nº 1.547 Documento normativo revogado pela Circular 3.081, de 17/01/2002. Comunicamos que a Diretoria do Banco Central do Brasil, considerando o disposto na Resolução nº 1.662, desta data, decidiu
