PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO
|
|
|
- Manoel Graça Covalski
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO (disponível em Princípio Básico Eixos Temáticos Objetivos Metas Financiamento Avaliação PRINCÍPIO BÁSICO Tem-se hoje como princípio que, para a formação do Profissional Cidadão é imprescindível sua efetiva interação com a Sociedade, seja para se situar historicamente, para se identificar culturalmente ou para referenciar sua formação com os problemas que um dia terá de enfrentar. A EXTENSÃO entendida como prática acadêmica que interliga a Universidade nas suas atividades de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da população, possibilita a formação do profissional cidadão e se credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de produção do conhecimento significativo para a superação das desigualdades sociais existentes. É importante consolidar a prática da EXTENSÃO, possibilitando a constante busca do equilíbrio entre as demandas socialmente exigidas e as inovações que surgem do trabalho acadêmico.
2 EIXOS TEMÁTICOS Este Plano Nacional apresenta metas balizadas nos seguintes eixos temáticos: Preservação e sustentabilidade do Meio Ambiente; Promoção à saúde e à qualidade de vida; Educação Básica; Desenvolvimento da cultura; Transferência de tecnologias apropriadas; Atenção integral à criança, adolescente e idoso; Capacitação e qualidade de Recursos Humanos e de Gestores de Políticas Públicas; Reforma Agrária e trabalho rural. OBJETIVOS Reafirmar a EXTENSÃO Universitária como processo acadêmico definido e efetivado em função das exigências da realidade; indispensável na formação do aluno, na qualificação do professor e no intercâmbio com a sociedade, o que implica em relações multi, inter ou transdisciplinares e interprofissionais. Dar prioridade às práticas voltadas ao atendimento de necessidades sociais emergentes, como as relacionadas com a área de educação, saúde e habitação, produção de alimentos, geração de emprego e ampliação da renda; Enfatizar a utilização da tecnologia disponível para ampliar a oferta de oportunidades e melhorar a qualidade da educação, aí incluindo a educação continuada a distância;
3 Considerar as atividades voltadas para a produção e preservação cultural e artística como relevantes para o desenvolvimento nacional e regional; Estimular a inclusão da Educação Ambiental e do Desenvolvimento Sustentável como componentes da atividade extensionista; Valorizar programas de EXTENSÃO interinstitucionais sob a forma de consórcios, redes ou parcerias, e as atividades voltadas para o intercâmbio e para a solidariedade nacional e internacional; Tornar permanente a avaliação institucional das atividades de EXTENSÃO universitária como um dos parâmetros de avaliação da própria Universidade; Criar condições para a participação da Universidade na elaboração das políticas públicas voltadas para a maioria da população, bem como para se constituir em organismo legítimo para acompanhar e avaliar a implementação das mesmas; Possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e transferência de conhecimentos, permitindo a ampliação do acesso ao saber e do desenvolvimento tecnológico e social do país; Viabilizar a prestação de serviços como produto de interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do Ensino, Pesquisa e EXTENSÃO. METAS Para a consecução dos objetivos acima, são estabelecidas metas para a organização da atividade de Extensão Universitária.
4 Da Organização da Extensão universitária. Consolidação do Sistema de Informação sobre Extensão Universitária, através da implantação de Banco de Dados Inter-relacional, em até dois anos; Inclusão das Instituições Públicas de Ensino Superior à Rede Nacional de Extensão(RENEX), em até um ano; Elaboração de uma proposta de Programa Nacional de Avaliação da Extensão Universitária das universidades brasileiras a ser apoiado e financiado pela Secretaria de Ensino Superior do MEC, no prazo de um ano, e sua implementação, em até dois anos; Definição de linhas prioritárias de Extensão nos planos de desenvolvimento institucional das Universidades, em até um ano; Proposta e adoção de indicadores quantitativos e qualitativos de Extensão na avaliação do desempenho docente, das unidades acadêmicas e nas matrizes para a distribuição de recursos orçamentários internos, em dois anos; Implantação do Programa de Extensão de Educação Continuada a Distância, em até dois anos; Institucionalização da participação da Extensão no processo de integralização curricular, em até dois anos; Proposição e implementação de formas de apoio ao desenvolvimento, inovação e transferência de tecnologia, em até dois anos;
5 Instituição, com base no Plano Nacional de um programa de fomento à extensão, com previsão de recursos para custeio e bolsas de Extensão, em até dois anos. Da articulação com a Sociedade Desenvolvimento de programas e projetos de Extensão em parceria com as agências financiadoras, em nível nacional e internacional ligados à: Ampliação da oferta e melhoria da qualidade da Educação Básica, em até dois anos; Preservação e sustentabilidade do Meio Ambiente, em até dois anos; Melhoria da saúde e qualidade de vida da população brasileira, em até dois anos; Melhoria do atendimento a atenção integral à criança, adolescentes e idosos, em até dois anos; Participação no Programa Nacional de Educação da Reforma Agrária através da capacitação pedagógica de Monitores e Coordenadores locais, em até dois anos; Promoção do desenvolvimento cultural, estimulando as atividades voltadas para o incentivo à leitura, turismo regional, folclore e cultura popular, em até dois anos; Formação de mão-de-obra, qualificação para o trabalho, reorientação profissional e a capacitação de gestores de políticas públicas, em até três anos.
6 FINANCIAMENTO O financiamento das metas da organização da EXTENSÃO universitária terá como fonte de recursos órgãos públicos ( federais, estaduais e municipais) e as próprias universidades. O financiamento das metas relativas à articulação com a sociedade será definido a partir da realização de parcerias com órgãos e instituições ligadas às áreas de interesse, e articulações políticas com agências de desenvolvimento. AVALIAÇÃO A realização dos objetivos e metas contidas no plano será avaliada sistematicamente pelo Fórum Nacional de Pró - Reitores de EXTENSÃO e pelo MEC.
Plano Nacional de Extensão Universitária
Plano Nacional de Extensão Universitária Princípios Básicos Assumir mais veementemente a posição de uma universidade voltada para os interesses e as necessidades da maioria da população requer a retomada
FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC - INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA.
2. O QUE É EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA? A extensão universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural,
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS ESTUDANTIS-PROEXAE PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO -PIBEX EDITAL Nº 002/2012 PROEXAE/UEMA
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS ESTUDANTIS-PROEXAE PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO -PIBEX EDITAL Nº 002/2012 PROEXAE/UEMA A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis da Universidade
PROGRAMAS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
PROGRAMAS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS ESTRATÉGICOS AGENDA 1. Reflexão participação da comunidade 2. Redefinição dos Programas Estruturantes 3. Reorganização dos 4. Redefinição dos 5. Novo Calendário de Entregas
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS ESTUDANTIS - PROEXAE PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO - PIBEX EDITAL Nº 006/2015 PROEXAE/UEMA
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS ESTUDANTIS - PROEXAE PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO - PIBEX EDITAL Nº 006/2015 PROEXAE/UEMA A Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis da Universidade
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO. x1 1 x x x. x1 x x x
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO 77. Tendo em vista a construção do PNE e do SNE como política de Estado, são apresentadas, a seguir, proposições
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO
OBS.: Alterações propostas por MG e PR e assumidas pelo Grupo de Trabalho do Eixo I foram marcadas em AMARELO, novas propostas formuladas e incluídas na plenária do dia 24/04/2013 foram marcadas em AZUL
EDITAL INTERNO USJ Nº 026/2016/USJ
EDITAL INTERNO USJ Nº 026/2016/USJ ABRE INSCRIÇÕES PARA SELEÇÃO DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE 2016. O Reitor do Centro Universitário Municipal de São José, Prof. Dr. Juarez Perfeito,
PLANO DE TRABALHO 2011
Unidade Temática do Turismo Apresentada pela cidade Porto Alegre 1) Introdução PLANO DE TRABALHO 2011 Fortalecer o turismo internacional é um trabalho prioritário que deve ser cada vez mais consolidado
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO PIBEXT/UEMASUL (2017/2018) ANEXO I - FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PIBEXT ( )
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE EXTENSÃO PIBEXT/UEMASUL (2017/2018) ANEXO I - FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PIBEXT (2017-2018) 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Área Temática: ( ) Comunicação ( ) Cultura e Arte
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Maio de 2015 SUMÁRIO DA APRESENTAÇÃO Introdução Eixos temáticos Metodologia de Elaboração
CANDIDATURA a PRESIDENTE do INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS da UNIVERSIDADE DO MINHO PROGRAMA DE AÇÃO
CANDIDATURA a PRESIDENTE do INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS da UNIVERSIDADE DO MINHO PROGRAMA DE AÇÃO 2019-2022 26 de fevereiro de 2019 ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA O objetivo estratégico desta candidatura é contribuir
MINUTA DE PROJETO ACADÊMICO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (PAPS)
MINUTA DE PROJETO ACADÊMICO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A seguir são apresentados os itens que devem constar obrigatoriamente no Projeto Acadêmico de Prestação de Serviços que será avaliado e acompanhado
Criando Conhecimento e Desenvolvendo Competências ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL
Criando Conhecimento e Desenvolvendo Competências ESCOLA DE GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Plano de Trabalho 2013 PALAVRA DO PRESIDENTE Desde 2007, os municípios de Santa Catarina contam com a Escola de Gestão
Carta de Manaus. 1 Estratégia Brasileira das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial
Carta de Manaus As cidades brasileiras reconhecidas pela Unesco como Patrimônio Mundial Cultural e Natural, assim como as cidades que possuem bens culturais tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico
UNEB Universidade do Estado da Bahia. Rua Silveira Martins, nº 2555, Cabula, Salvador Bahia. CEP: Tel.:
PROGRAMA O Programa de Apoio à Pós Graduação e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Desenvolvimento Socioeconômico no Brasil PGPSE, constitui ação do governo brasileiro destinada a fomentar a cooperação
EIXO V GESTÃO DEMOCRÁTICA, PARTICIPAÇÃO POPULAR E CONTROLE SOCIAL DOCUMENTO REFERÊNCIA
EIXO V GESTÃO DEMOCRÁTICA, PARTICIPAÇÃO POPULAR E CONTROLE SOCIAL DOCUMENTO REFERÊNCIA A articulação e mobilização da sociedade civil e de setores do Estado assumiram grande importância, especialmente
ÁREAS TEMÁTICAS COMUNICAÇÃO CULTURA DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA EDUCAÇÃO MEIO AMBIENTE SAÚDE TECNOLOGIA E PRODUÇÃO TRABALHO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO CAMPUS UNIVERSITÁRIO REITOR JOÃO DAVID FERREIRA LIMA - TRINDADE CEP: 88040-900 - FLORIANÓPOLIS - SC TELEFONE (048)
EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA
EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas
EDITAL DE FLUXO CONTÍNUO DE AÇÕES DE EXTENSÃO (EXT-2012) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
EDITAL DE FLUXO CONTÍNUO DE AÇÕES DE EXTENSÃO (EXT-2012) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO A Universidade Federal de Mato Grosso por meio da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência torna público
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Planejamento Estratégico
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Planejamento Estratégico Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa 2015-2019 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 03 2 PREMISSAS...
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018 Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional
INDICADORES DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EAD. Kátia Cilene da Silva Ana Beatriz G. P. de Carvalho Querte T. C. Mehlecke
INDICADORES DE AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EAD Kátia Cilene da Silva Ana Beatriz G. P. de Carvalho Querte T. C. Mehlecke DIMENSÃO CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA UAB: categorias de análise (1/2) Contribuição
PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013.
DECRETO Nº 44.159 DE 15 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO RIO CRIATIVO - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO-
NORMA DE PROGRAMA DE BOLSA DE EXTENSÃO PARA ALUNOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ -PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO- CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - A presente norma fixa os procedimentos para
PLANO SETORIAL DE TEATRO. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Teatro
PLANO SETORIAL DE TEATRO DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Teatro MARÇO DE 2009 EIXO 1 FORTALECER A AÇÃO DO ESTADO NO PLANEJAMENTO
1. Legislação federal referente à cultura no Brasil
1. Legislação federal referente à cultura no Brasil Emenda Constitucional 48/2005: cria o Plano Nacional de Cultura LEI Nº 12.343/2010- Aprova o Plano Nacional de Cultura e estabelece o Sistema Nacional
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA POLÍTICA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PORTARIA N 07 DE 01 DE MARÇO DE 2017
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA POLÍTICA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PORTARIA N 07 DE 01 DE MARÇO DE 2017 Institui a Política de Extensão no âmbito da Centro Universitário Una e dá outras providências. A Presidente
SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 SESSÃO DE APRESENTAÇÃO Cursos Técnicos Superiores Profissionais TeSP Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo
EDITAL DE CHAMADA INTERNA DE EXTENSÃO Nº 01/2018 CREDENCIAMENTO PARA BANCA DE AVALIADORES DE AÇÕES DE EXTENSÃO
EDITAL DE CHAMADA INTERNA DE EXTENSÃO Nº 01/2018 CREDENCIAMENTO PARA BANCA DE AVALIADORES DE AÇÕES DE EXTENSÃO A Pró-Reitora de Extensão (Proex) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do
2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:
PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto
Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR
Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR Estamos empenhados em viabilizar a implantação da creditação da Extensão na UFPR, conforme estabelecido no Plano Nacional
MANUAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO
MANUAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO Barbacena 2016 O presente manual tem por objetivo apresentar informações sobre normas, obrigações e oportunidades da Extensão. Portanto, sua leitura
ENFERMAGEM PROMOÇÃO DA SAÚDE. Aula 6. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM Aula 6 Profª. Tatiane da Silva Campos PORTARIA Nº 2.446, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2014 Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Art. 11. Compete às esferas federal, estaduais, do
1 - PROGRAMA Conjunto de projetos de caráter orgânico-institucional, com clareza de diretrizes e voltado a um objetivo comum.
DEFINIÇÕES CARACTERIZAÇÃO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO 1 - PROGRAMA Conjunto de projetos de caráter orgânico-institucional, com clareza de diretrizes e voltado a um objetivo comum. 2 - PROJETO DE EXTENSÃO Conjunto
DE PÓS-GRADUAÇÃO
6.2.2. DE PÓS-GRADUAÇÃO As áreas de abrangência da UFOB têm experimentado importante crescimento econômico e populacional nos últimos 30 anos, fato que tem ampliado significativamente a demanda por profissionais
CONSIDERANDO a importância da internacionalização no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFRN;
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE RESOLUÇÃO N o 189/2017-CONSEPE, de 20 de novembro de 2017. Dispõe sobre a Política de Internacionalização da Universidade Federal do Rio
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PRINCÍPIOS NORTEADORES DO DEPARTAMENTO
PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 2012 1. PRINCÍPIOS NORTEADORES DO DEPARTAMENTO - Desenvolver a excelência no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão nos
O TRABALHO POR LINHAS PROGRAMÁTICAS
O TRABALHO POR LINHAS PROGRAMÁTICAS O ano de 1999 foi um piloto para a classificação das ações de extensão segundo as linhas programáticas que já foram divulgadas e estão disponíveis para consulta no Sistema
CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA POLÍTICA AMBIENTAL
CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA POLÍTICA AMBIENTAL Porto Alegre 2014 CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IPA Reitor e Pró-Reitor de Graduação Roberto Pontes da Fonseca Coordenadora de Graduação Luciane Torezan
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB Credenciada pelo Decreto Estadual nº 7.344, de CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU
Dispõe sobre o estabelecimento do Programa de Assistência Estudantil no âmbito da UESB e dá outras providências. O Conselho Universitário - CONSU da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, no
ANEXO 10 - CLASSIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS
ANEXO 10 - CLASSIFICAÇÃO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS As ações de extensão são classificadas em programa, projeto, curso, evento e prestação de serviços, e obedecem às seguintes definições: I PROGRAMA
Acompanhamento do Planejamento
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ENSINO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PROPLAN Acompanhamento do Planejamento A
4.11. Aspectos financeiros e orçamentários
4.11. Aspectos financeiros e orçamentários O planejamento é uma atividade fundamental para alcançar os objetivos de uma organização. O desenvolvimento institucional passa pela reunião de esforços coletivos
IDENTIFICAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO OS -002/ SR-3/ ASSUNTO: REGULAMENTA AS AÇÕES DE EXTENSÃO VIGÊNCIA: 25/01/2013 VERSÃO: 05
OS -002/ SR-3/ 2013 1 5 1 FINALIDADE A presente Ordem de Serviço tem como finalidade conceituar, organizar e disciplinar as ações que constituem a Extensão, na UERJ: Programa, Projetos, Cursos e Eventos.
1º Simpósio de Inovação Tecnológica - UNESP
1º Simpósio de Inovação Tecnológica - UNESP Fernando de Nielander Ribeiro Diretor Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP São Paulo, 25 de setembro de 2007. Estrutura do MCT Conselho Nacional de C&T
FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07
BACABAL-MA 2012 POLÍTICA DE PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA E EXTENSÃO No sentido de pensar global e agir localmente, a FEBAC vem ao longo do tempo trabalhando para a formação de cidadãos que sejam capazes
Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)
Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia
PROPLAD Plano de Desenvolvimento Institucional PDI UFOP
PROPLAD Plano de Desenvolvimento Institucional PDI UFOP 2016-2025 Reunião de trabalho da Comissão e dos Coordenadores dos GTs, 15 Fev 2016 Pauta #1. Acompanhamento das atividades dos GTs; #2. Definição
Plano Nordeste de Pesquisa e Pós-Graduação ( )
Fórum de Pró-Reitores de Pós-Graduação e Pesquisa das Instituições Brasileiras Regional Nordeste FOPROP NE Plano Nordeste de Pesquisa e Pós-Graduação (2008-2011) Aracaju, SE Setembro de 2007 Sumário 1
SISTEMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
SISTEMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO SISTEMATIZAÇÃO DAS ÁREAS TEMÁTICAS 1. Todos as atividades de extensão deverão sempre ser classificados segundo a área temática. Como grande número desses programas
