22 de Junho de Susana Ramos
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- João Gabriel Amorim Nunes
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1 22 de Junho de 2017 Susana Ramos
2 Santa Marta 1999 Dona Estefânia 2001 São José 2010 Segurança do Doente Gestão do Risco CHLC 6 Hospitais 1400 camas 7800 Profissionais Santo António dos Capuchos 2010 Curry Cabral 2012 Maternidade Alfredo da Costa 2012
3 ENQUADRAMENTO - Enquadramento da Metrologia na Gestão do Risco, Qualidade e Segurança do Doente - Ferramentas: Avaliação do Risco e Sistemas de Notificação
4 Algumas breves reflexões Os doentes habitualmente encontram-se: VULNERÁVEIS e assumem que os profissionais de saúde têm o COMPROMISSO de melhorar o seu estado de saúde, CONFIANDO plenamente nos cuidados. Os profissionais de saúde assumem o COMPROMISSO da proteção da pessoa, a RESPONSABILIDADE da prestação de cuidados seguros e a GARANTIA da excelência dos cuidados.
5 Conceitos RISCO
6 RISCO
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8 RISCO Conceitos de Gestão do Risco na Saúde Probabilidade da ocorrência de um evento X as suas consequências. Saúde: Risco Geral e Risco Clínico Gestão do Risco Segurança do Doente Segurança do Profissional
9 Gestão do Risco? Conceitos de Gestão do Risco Riscos Minimizar as perdas e otimizar as oportunidades Incidentes Gestão do Risco Clínico Maximizar a segurança dos cuidados clínicos para o doente
10 Classificação Internacional para a Segurança do Doente - OMS 48 Termos Preferidos Quase-evento (near miss) Incidente que não alcançou o doente Ex: Instrumento de Medição da TA com manga de pressão deteriorada e é enviada para reparação/substituição Incidente com Dano (Evento Adverso) Incidente que resulta em dano para o doente Ex: Incompatibilidade de consumível (seringa) para a bomba de perfusão. Farmaco (Dopamina) perfundiu em 30 em vez de 6h.
11 Gestão do Risco e Segurança do Doente Metrologia na Gestão do Risco Programas de Acreditação e Certificação nos Hospitais e Centros de Saúde
12 FORMAÇÃO dos PROFISSIONAIS Auditoria Indicadores de Segurança Identificação e Avaliação do Risco Sistema de Relato de Incidentes
13 Articulação/Estruturas Conselho de Administração Gabinete de Entidades Externas GL-PPCIRA Gabinete Jurídico/queixas/litígio Comissão da Qualidade e Segurança Gabinete Cidadão - reclamações Segurança do Doente Interlocutores da Segurança do Doente dos Serviços Saúde Ocupacional Segurança/Vigilância Instalações e Equipamentos Área Hoteleira Reuniões periódicas Segurança Contra Incêndios
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15 Principais Causas de Incidentes na utilização de Equipamentos Médicos Fatores relacionados com falha do equipamento Fatores relacionados com falha humana
16 Enquadramento dos Riscos e Incidentes Exemplos Práticos
17 Avaliação de Risco Antecipar o que poderá não correr bem 3600 fatores de risco documentados
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19 Avaliação de Fatores de Risco DEP s- Dispositivos Eletrónicos de Perfusão
20 FORMATO DO TECLADO DIFERENTE RISCOS ERRO NA MARCAÇÃO DO RITMO DA PERFUSÃO
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27 » Manual Internacional da Qualidade CHKS/HAQU, 2010:
28 Grupo de Trabalho Implementação de um sistema de gestão dos dispositivos de perfusão que promova a segurança do doente CA - nomeação do Grupo de Trabalho a
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30 Prática sistemática de notificação, análise e prevenção de incidentes Um Olhar Diferente para a Segurança do Doente Qual a percentagem de incidentes de segurança do doente relacionados com equipamentos médicos?
31 Plataforma: Gestão ddo Risco Confidencial e Voluntário acessível a todos os profissionais do CHLC
32 Incidentes na Utilização de DEP s Entre 1987 e 2003 a Health Canada recebeu 425 incidentes envolvendo DEP s, de que resultaram 23 mortes, 20 das quais se suspeitou serem resultantes do equipamento ou erro do utilizador.
33 Incidentes com DEP s no CHLC Sub-notificação 4 a 5 incidentes/ano EXEMPLO 1 Administrada a totalidade de uma Solução prescrita para as 24h em aproximadamente 3h. Ritmo programado na bomba de perfusão: 17ml/h em vez de 1,7ml/h EXEMPLO 2 No fecho do balanço hídrico verificou-se que foi apagado o ritmo de perfusão do medicamento. Ao ser novamente digitado o ritmo que seria de 1ml/h este ficou em curso a um ritmo de 10ml/h durante 1h.
34 Boas Práticas na Utilização de DEP s DEP S Dispositivos Electrónicos de Perfusão
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37 Praticas seguras na utilização de DEP S: - Descontaminar adequadamente o DEP após a sua utilização.
38 - Formação e disponibilização de manuais dos equipamentos - Elaboração de guias com instruções de leitura rápida - Incluir no programa de integração dos profissionais a apropriação das instruções de utilização e o treino
39 - Anualmente e sempre que se justifique promover ações de formação/treino sobre os procedimentos de segurança na utilização dos equipamentos. - Realizar exercícios de simulação, que incluam os exemplos de erros detetados e respectivas medidas preventivas
40 Auditoria Boas práticas na utilização de Dispositivos Electrónicos de Perfusão
41 MUITO OBRIGADA!
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