Laboratório B Sistemas Supervisórios
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- Carlos Castel-Branco Sintra
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1 Laboratório B Sistemas Supervisórios
2 HIERARQUIA DOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
3 HIERARQUIA DOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
4 Sistemas Supervisórios ou SCADA
5 Sistemas Supervisórios ou SCADA
6 Sistemas Supervisórios ou SCADA Os sistemas SCADA são os sistemas de supervisão de processos industriais que coletam dados do processo através de remotas industriais, principalmente Controladores Lógico Programáveis, formatam estes dados, e os apresentam ao operador em uma multiplicidade de formas.
7 Sistemas Supervisórios ou SCADA O objetivo principal dos sistemas SCADA é propiciar uma interface de alto nível do operador com o processo informando-o "em tempo real" de todos os eventos de importância da planta. Com o uso de ferramentas especializadas estas informações dos controladores industriais são atualizadas continuamente e podem ser guardadas em bancos de dados locais ou remotos para fins de registros histórico.
8 Sistemas Supervisórios ou SCADA Na indústria tem-se a necessidade de centralizar as informações de forma a termos o máximo possível de informações com o menor tempo possível. O Sistema Supervisório veio para reduzir a dimensão dos painéis sinóticos e melhorar a interface homem/máquina. Fig.5 Painel Sinótico Fig.6 Sistema Supervisório
9 Sistemas Supervisórios ou SCADA Os sistemas supervisórios são conhecidos como SCADA. Interface Homem Máquina. Sistema de Controle e Aquisição de Dados. Fig.7 IHM São baseados em computadores executando softwares específicos de supervisão de processo industrial.
10 Sistemas Supervisórios ou SCADA Figura 8 Sistema supervisório na Sala de Controle de uma usina
11 Sistemas Supervisórios ou SCADA Figura 9 Sistema supervisório na Sala de Controle de uma usina
12 Sistemas Supervisórios ou SCADA Sistema de Visualização para qualquer cenário da industrial.
13 Sistemas Supervisórios ou SCADA É um software destinado a promover a interface homem/máquina, afim de proporcionar uma supervisão plena do processo, através de telas devidamente configuradas. As telas que representam o processo podem ser animadas em função das informações recebidas pelo CLP.
14 Sistemas Supervisórios ou SCADA Fig.10 IHM Interface Homem Maquina
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18 Comunicação Entre Supervisório e CLP Hardware: É utilizada uma via de comunicação, que pode ser uma porta USB, porta Ethernet, uma placa de rede CAN, Profibus, Modbus, Devicenet, etc. Software: Para comunicação é necessário que o driver do equipamento esteja sendo executado simultaneamente com o supervisório.
19 Driver de Comunicação O driver é um software responsável pela comunicação, ele possui o protocolo de comunicação do equipamento. Um dos grandes problemas de se interfacear equipamentos e sistemas no chão de fábrica reside em se compatibilizar os protocolos da camada de aplicação. Dois protocolos se destacam na utilização de drivers de comunicação com equipamentos de campo: OPC e DDE.
20 Protocolo OPC O padrão OPC foi inicialmente liderado pela Microsoft e especificado pela OPC Foundation. Este protocolo é hoje o padrão da indústria. Um fabricante de equipamento de controle poderá fornecer com o seu produto um servidor OPC. O fabricante de Software SCADA também fornece o cliente OPC O mesmo acontece com um fornecedor de inversores, de relés inteligentes ou de qualquer outro dispositivo industrial inteligente
21 Protocolo OPC O protocolo OPC é baseado no modelo de componentização criado pela Microsoft e denominado COM (Componet Object Model), uma maneira eficiente de se estabelecer interfaces para aplicações que substitui as chamadas de procedimento e as DLL usadas inicialmente para encapsular uma aplicação. O nome OPC: OLE for Process Control foi criado na época em que o COM era um modelo embrionário de comunicação entre aplicativos como o nome de OLE (Object Linking and Embedding).
22 Protocolo DDE É nativo no sistema operacional Windows e permite o intercâmbio dinâmico de dados a partir da configuração de três parâmetros básicos. Aplicação nome do programa servidor; Tópico nome do tópico de acesso; Item endereço da variável. É um protocolo relativamente simples comparado com o OPC, porém possui as vantagens de ser rápido e necessitar de pouco recurso do processador.
23 SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition) SCADA (Supervisory Control And Data Acquisition) na automação refere-se aos sistemas de supervisão, controle e aquisição de dados composto por um ou mais computadores monitorando e controlando um processo. O objetivo principal dos sistemas SCADA é propiciar uma interface de alto nível do operador com o processo informando-o "em tempo real" de todos os eventos de importância da planta.
24 Sistemas SCADA São aplicativos que permitem que sejam monitoradas e rastreadas informações do processo produtivo, as informações podem ser visualizadas por intermédio de quadros sinóticos animados com indicações instantâneas das variáveis de processo (vazão, temperatura, pressão, volume, etc). Um sistema SCADA permite a um operador, em uma localização central, controlar um processo distribuído em lugares distantes, como, óleo ou gás natural, sistemas de saneamento, ou complexos hidroelétricos, fazer set-point ou controlar processos distantes, abrir ou fechar válvulas ou chaves, monitorar alarmes, e armazenar informações de processo.
25 Arquitetura de Sistemas SCADA
26 Tela do Supervisorio
27 Tela do Supervisorio
28 Exemplo de Tela do Supervisorio
29 Principais Sistemas Supervisórios do Mercado Segue abaixo, alguns sistemas supervisórios em destaque no mercado: 1. Elipse da Elipse Software. 2. FactoryTalk View SE da Rockwell Automation. 3. ifix da General Electric. 4. InduSoft Web Studio da InduSoft. 5. ProcessView da SMAR. 6. ScadaBR (open source) da MCA Sistemas. 7. SIMATIC Wincc da Siemens. 8. Vijeo Citect da Schneider Electric. 9. Wondeware intouch da Invensys. 10. LabVIEW da National
30 Licenciamento dos Supervisorios A grande maioria dos softwares utilizados em IHM é proprietária, logo deve-se pagar pela licença de uso. Forma de proteção do fabricante do software IHM: Chave de Hardware ( hardkey) - cada chave está associada a um único número de série. A chave é instalada na porta USB do micro (não interfere com as suas operações). Chave de Software (softkey) normalmente estas chaves são associadas a uma característica da PC como MAC da interface de rede, serial do HD ou serial do processador.
31 CARACTERISTICAS BÁSICAS Os sistemas supervisórios permitem que sejam monitoradas e rastreadas informações de um processo produtivo ou instalação física. Tais informações são coletadas através de controladores lógicos programáveis e, em seguida, manipulados, analisados, armazenados e, posteriormente, apresentados ao usuário. Software aplicativo em um PC convencional. Aplicações para monitoração, supervisão, obtenção de dados e rastreamento de informações do processo produtivo.
32 CONCEITOS BÁSICOS Apresenta: Boa configuração Bom desenho Boa biblioteca Linguagem orientada ao objeto Indicação instantânea das variáveis de processo (vazão, temperatura, pressão, volume, etc). Facilitam movimentação de informações para gerenciamento e diretrizes.
33 Visao Geral de uma Planta
34 Arquitetura do Sistema
35 Exemplo de Telas do Supervisorio
36 HIERARQUIA DOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
37 Principais Funções de um Sistema Supervisório a) Funções de supervisão: inclui todos as funções de monitoramento do processo tais como: sinóticos animados, gráficos de tendência de variáveis analógicas e digitais, relatórios em vídeo e impressos, etc. b) Funções de operação: atualmente os sistemas SCADA substituíram com vantagens as funções da mesa de controle. As funções de operação incluem: ligar e desligar equipamentos e sequência de equipamentos, operação de malhas PID, mudança de modo de operação de equipamentos, etc.
38 Principais Funções de um Sistema Supervisório c) Funções de controle: Controle DDC ("Digital Direct Control"): alguns sistemas de supervisão possuem uma linguagem que permite definir diretamente ações de controle, sem depender de um nível intermediário de controle representado por remotas inteligentes (CLPs). Todas as operações de entrada e saída são executadas diretamente através de cartões de I/O ligados diretamente ao barramento do micro, ou por remotas mais simples.
39 Principais Funções de um Sistema Supervisório Os dados são amostrados, um algoritmo de controle como um controlador PID, por exemplo, é executado, e a saída é aplicada ao processo (ação direta sobre uma variável manipulada). Isto, entretanto só é possível quando a velocidade do processo assim o permite. Em alguns casos, requisitos de confiabilidade tornam desaconselhável este tipo de solução.
40 ESTAÇÕES DE UM SISTEMA SCADA Estação (Nó): Estação (nó) é qualquer computador que esteja rodando um software supervisório. Estação (nó) local é aquela em que se está operando ou configurando e estação (nó) remota é aquela que é acessada através de um link de comunicação. Estação independente ( Stand Alone ): É uma estação que desempenha todas funções de um sistema de supervisão não conectada a uma rede de comunicação.
41 ESTAÇÕES DE UM SISTEMA SCADA Estação servidora de Base de Dados (Servidor SCADA ): é uma estação que executa a função de aquisição de dados. Estação de Monitoração e Operação: é uma estação que permite que o operador monitore o processo, altere parâmetros do processo, reconheça alarmes e mais algumas tarefas de operação de processo mas não permite alterar a configuração de telas nem da base de dados. Estação de Gerência: É uma estação que permite a gerentes, supervisores ou quaisquer outras pessoas terem acesso aos dados de processo em forma de relatórios, gráficos e telas, sendo que reconhecimentos de alarme ou alteração de parâmetros do processo, entre outras tarefas de operação, não poderão ser realizadas nesta estação.
42 COMPONENTES LÓGICOS DE UM SISTEMA SCADA Internamente, os sistemas SCADA geralmente dividem suas principais tarefas em blocos ou módulos, que vão permitir maior ou menor flexibilidade e robustez, de acordo com a solução desejada. Em linhas gerais, podemos dividir essas tarefas em: Núcleo de processamento; Comunicação com CLPs/RTUs (DRIVER RUNTIME); Gerenciamento de Alarmes (ALARM); Banco de Dados (TAG S DATABASE); Históricos (TREND); Lógicas de programação interna (Scripts) ou controle (MATH); Interface gráfica (VIEWER); Relatórios (REPORTS); Comunicação com outras estações SCADA (TCP/IP, DDE, ODBC); Comunicação com Sistemas Externos / Corporativos; Outros.
43 COMPONENTES LÓGICOS DE UM SISTEMA SCADA
44 COMPONENTES LÓGICOS DE UM SISTEMA SCADA A regra geral para o funcionamento de um sistema SCADA parte dos processos de comunicação com os equipamentos de campo, cujas informações são enviadas para o núcleo principal do software. O núcleo é responsável por distribuir e coordenar o fluxo dessas informações para os demais módulos, até chegarem à forma esperada para o operador do sistema, na interface gráfica ou console de operação com o processo, geralmente acompanhadas de gráficos, animações, relatórios, etc, de modo a exibir a evolução do estado dos dispositivos e do processo controlado, permitindo informar anomalias, sugerir medidas a serem tomadas ou reagir automaticamente.
45 COMPONENTES LÓGICOS DE UM SISTEMA SCADA As tecnologias computacionais utilizadas para o desenvolvimento dos sistemas SCADA têm evoluído bastante nos últimos anos, de forma a permitir que, cada vez mais, aumente sua confiabilidade, flexibilidade e conectividade, além de incluir novas ferramentas que permitem diminuir cada vez mais o tempo gasto na configuração e adaptação do sistema às necessidades de cada instalação.
46 APRESENTAÇÃO GRÁFICA Fornecem uma representação gráfica geral da planta em substituição aos painéis sinóticos tradicionais. Cada sinótico representa uma área do processo em um certo nível de detalhe. Para se obter uma visão mais detalhada de uma determinada área pode se recorrer a um novo sinótico, a um sinótico de hierarquia inferior (sub-sinótico), ou a uma visão de uma outra camada do mesmo sinótico (sistema "multi layer").
47 APRESENTAÇÃO GRÁFICA No sistema gráfico ao contrário, o desenho é formado livremente pela combinação de entidades geométricas fundamentais como retas, retângulos, elipses e círculos, texto bitmapeado e vetorados ("stroke-fonts"), arcos, splines, curvas de bézier, etc. Após definidos, os símbolos são armazenados numa biblioteca. Se a representação armazenada corresponde à descrição das entidades geométricas temos um sinóptico orientado para geometria. Se o símbolo armazenado corresponde a uma configuração fixa de bits (mapa de bits), temos um editor bitmapeado.
48 APRESENTAÇÃO GRÁFICA O construtor de sinópticos é a ferramenta que permite ao usuário criar novos sinópticos. De preferência deve ser possível se usar o construtor com o sistema on-line. Alguns construtores são editores gráficos que definem duas estruturas de dados básicas: uma para a máscara e outra para os campos dinâmicos. Alguns construtores, entretanto necessitam compilar a descrição de campos para obter um código executável para as animações.
49 APRESENTAÇÃO GRÁFICA
50 GERENCIADOR DE ALARMES Este módulo está presente em todos os sistemas SCADA. Ele recebe os eventos excepcionais do processo e os registra identificando: Data e hora do evento; Variável alarmada; Valor no momento do alarme; Descrição do evento; Data e hora de normalização do evento; Status do evento: alarmado, normalizado, reconhecido pelo operador.
51 GERENCIADOR DE ALARMES Os eventos são armazenados em um buffer circular em disco ou memória que armazena os últimos eventos correspondendo geralmente a um turno de operação. Após este prazo, o arquivo pode ser salvo em disco para análise histórica, transferido para outro computador de maior capacidade de armazenamento ou simplesmente descartado. A interface com operador se dá geralmente de duas formas: Uma janela de alarmes exibe os alarmes mais recentes. O operador pode solicitar a exibição de uma página de alarmes contendo uma certa quantidade de alarmes recentes e depois paginar para frente e para trás até encontrar o evento de interesse.
52 GERENCIADOR DE ALARMES
53 GERENCIADOR DE ALARMES
54 GERENCIADOR DE ALARMES Quando um alarme ocorre o operador é avisado através de uma buzina, música ou por um speech maker. O operador deve declarar que está ciente do problema, reconhecendo o alarme mais recente ou todos os alarmes simultaneamente. O alarme mais recente é então substituído na tela por outro alarme que ainda não tenha tido a oportunidade de se manifestar.
55 REGISTRADOR DE TENDÊNCIA Desenha um gráfico de tendência de uma dada variável, geralmente analógica, em função do tempo. Um gráfico de tendência pode ter, normalmente, de 1 a 8 penas. O usuário deverá definir duas coisas: Quais variáveis devem ser amostradas pelo sistema sincronamente com um relógio e com qual frequência; Para cada gráfico, quais das variáveis registradas devem ser exibidas simultaneamente em uma mesma tela.
56 REGISTRADOR DE TENDÊNCIA
57 REGISTRADOR DE TENDÊNCIA Os períodos de amostragem que variam tipicamente de 100 ms a 1 hora devem ser escolhidos de acordo com a velocidade real do processo. É normal escolher um período para cada tipo de variável (temperatura, nível, pressão, etc). Os dados são geralmente armazenados em um buffer circular. O período total de armazenagem de dados irá depender do período de amostragem e do tamanho do buffer.
58 REGISTRADOR DE TENDÊNCIA As operações possíveis neste tipo de gráfico são: a) Movimentação de cursor: Um cursor gráfico vertical (dial) é passeado pela figura fornecendo a leitura dos pontos onde o cursor intercepta as curvas. Serve para examinar os valores críticos da variável e o momento em que um evento ocorre. b) Paginação: Realiza paginação horizontal do gráfico para visualização dos pontos passados. c) Zoom horizontal e vertical: Realiza ampliação da parte do gráfico selecionada por uma janela de edição. A redução de escala pode ser feita para se retornar a escala original, ou para uma atingir uma escala reduzida, gerada pela compressão dos dados armazenados.
59 TENDÊNCIA HISTÓRICA Quando se deseja armazenar valores de variáveis em disco por longos períodos de tempo (até 1 ano) se recorre ao registro histórico. O registro histórico possui um período de amostragem tipicamente maior que o da tendência instantânea (alguns minutos). Os valores amostrados podem ser: Os valores instantâneos da variável no instante da amostragem histórica; Valores resultantes da compactação de amostras de tendência instantânea coletados a períodos inferiores.
60 TENDÊNCIA HISTÓRICA Nos sistemas mais recentes, podem-se visualizar os gráficos de tendência instantânea e histórica de forma concatenada em um único sistema de coordenadas. Hoje se prefere realizar todas as funções históricas de um sistema SCADA em um software externo denominado PIMS (Process/Plant Information Management System). Os PIMS possuem melhores algoritmos de compressão de dados e armazenam tipicamente 5 anos de operação em um winchester de dimensões normais (20 Gbytes).
61 TENDÊNCIA HISTÓRICA Os sistemas PIMS possuem uma riquíssima variedade de funções para manipulação dos registros históricos:. a) Rápida importação de variáveis de processo através do tag browser. Você escolhe uma variável do dicionário de dados e arrasta o tag para o sinóptico. O número de penas simultâneas é ilimitado; b) Um gráfico de tendência configurado desta maneira pode ser salvo e constituir uma vista personalizada do processo de um operador em particular;
62 TENDÊNCIA HISTÓRICA c). Além das funções de panning e zoom, podemos inserir múltiplos cursores no gráfico para visualização dos valores das variáveis; d) Pode-se incluir o sinóptico em uma mensagem e enviá-la por a algum especialista que esteja em casa e queira analisar os dados; e) Podemos suspender a impressão de qualquer das penas por tempo indeterminado;
63 GERADOR DE RELATÓRIOS. Até agora os únicos dados armazenados em disco foram os relativos aos registros de tendência instantânea e histórica. Evidentemente uma das principais funções dos sistemas SCADA reside na sua capacidade de armazenar dados e produzir relatórios de produção ao final de um turno, dia ou mês. Os relatórios de produção incluindo os relatórios de balanço de massa ou energia demonstram quanto uma determinada planta produziu, quanto consumiu de insumos, de energia, etc e constituem o principal relatório de interesse gerencial.
64 GERADOR DE RELATÓRIOS. Outro alvo de interesse, desta vez, por parte do pessoal da manutenção são os relatórios de monitoramento de equipamentos que dizem quando cada equipamento parou, por que parou e por quanto tempo ficou parado. O usuário deve definir as variáveis que farão parte do relatório e o seu período (ou instante) de amostragem. A armazenagem de um dado pode estar vinculada a um evento e não apenas a um horário. Isto é muito comum em sistemas de batelada. Depois deverá ser definido o formato do relatório e o instante de sua impressão (final do turno, dia, etc).
65 GERADOR DE RELATÓRIOS.
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