Programa Escolas Municipais
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- Estela Neiva Garrau
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1 Fonte de recursos para as obras Financiamento pelo Programa Paraná Urbano Recursos não reembolsáveis do Tesouro do Estado Passos para a obtenção do financiamento e dos recursos não reembolsáveis 1. O Município, orientado pelo PARANACIDADE, providencia o terreno de acordo com as dimensões e condições exigidas para a construção da escola. 2. O PARANACIDADE efetua vistoria no terreno, e emite parecer de uso do solo, e, se o terreno for considerado adequado, o município organiza os documentos que demonstrem a posse do terreno em seu favor, e inicia o preparo da documentação para obter autorização da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para contrair empréstimo, a partir da lei Autorizatória do Legislativo Municipal, conforme orientações e modelos fornecidos pelo PARANACIDADE. 3. Se o parecer de uso do solo for favorável, o PARANACIDADE efetua sondagem no terreno e projeto de implantação. 4. A Secretaria de Estado de Administração efetua Concorrência de Registro de Preços para a construção das escolas. 5. A Agência de Fomento do Estado, após verificação do pleito de operação de crédito, encaminha o processo para obtenção de autorização para firmar operação de crédito à STN. 6. O município então providencia documentação para assinatura de convênio para a transferência voluntária de parcela do valor que será custeada com recursos do Tesouro. 7. Na ocasião da assinatura do convênio, após aprovação da operação de crédito, o Município apresenta as certidões para transferências voluntárias a seguir enumeradas e se compromete a mantê-las com prazo de validade em vigor até o término dos desembolsos: a. Certidão Liberatória do TCE-PR para Transferência Voluntária; b. Certidão Negativa para Transferência Voluntária da Secretaria da Fazenda do Estado do PR; c. Certidão Negativa de Débitos (CND) de Contribuições Previdenciárias emitida pelo Ministério da Fazenda / Secretaria da Receita Federal do Brasil; d. Certificado de Regularidade do FGTS (CRF) emitido pela Caixa Econômica Federal A STN analisa o processo de autorização para operação de crédito, solicita documentação complementar ao Município, quando for o caso, e autoriza o Município a contrair o empréstimo. 9. Após aprovação da STN e assinatura do Convênio, o PARANACIDADE solicita à AFP a emissão do contrato de empréstimo. 10. A AFP verifica as Certidões para Operação de Crédito do Município (Tribunal de Contas, INSS etc), conforme determina a legislação, e se essas estiverem válidas, emite o contrato de empréstimo e envia ao PARANACIDADE. 11. O PARANACIDADE, de posse do contrato de empréstimo, envia esse ao Município para providências, efetua nova verificação quanto às certidões para transferências Voluntárias (enumeradas no item 7), e autoriza o Município a efetuar a contratação da empresa vencedora da Concorrência de registro de preços feita pelo Estado. 12. O Município contrata a empresa executante e fiscaliza as obras com a supervisão do PARANACIDADE durante as medições. 13. O PARANACIDADE solicita o pagamento das medições à AFP, da parcela de financiamento, e efetua o pagamento da parcela de recursos não reembolsáveis (transferência voluntária). Principais documentos para autorização de Operação de Crédito Lei Autorizatória da Câmara Municipal específica para Operação de Crédito Certidão do Tribunal de Contas (TC), Certidão de quitação de tributos e contribuições federais pela Receita Federal e Certidão da Dívida Ativa da União Certidão negativa de débitos do INSS. Certidão de regularidade do FGTS. Demonstrativos mensais (balancetes) consolidados (Receita Corrente Líquida, dívida fundada (Anexo 16) É necessário que o Município esteja em dia com a alimentação do Sistema de Coleta de Dados Contábeis dos Entes da Federação - SISTN, portaria nº109/02, junto à Caixa Econômica Federal. O Município deverá apresentar ao Coordenador do respectivo Escritório Regional do PARANACIDADE 1. Croqui do terreno 2. Levantamento planialtimétrico com coordenadas UTM (Universal Transverse Mercator) 3. Planta de localização do terreno (por meio da base cartográfica urbano-digital se existente) 4. Comprovação de propriedade do imóvel pelo Município (cópia da matrícula atualizada, ou termo de emissão de posse, se for caso de desapropriação)
2 Implantação e Área Mínima (MODELO 1) Terreno: 140 X 90 = m² (testada 140m) Implantação e Área Mínima (MODELO 2) Terreno: 140 X 90 = 12600m² (testada 140m)
3 Implantação e Área Mínima (MODELO 3) Terreno: 100 X 90 = 9000m² (testada 100m) Implantação e Área Mínima (MODELO 4) Terreno: 100 X 90 = 9000m² (testada 140m)
4 Implantação e Área Mínima (MODELO 5) Terreno: 90 X 85 = 7650m² (testada 90m) Perspectiva Quesitos para a escolha do terreno 1. Que o imóvel esteja em área já urbanizada e seja de propriedade do município, comprovado por meio de: - certidão atualizada do registro de imóveis ou em caso de desapropriação a imissão provisória de posse do imóvel 2. Que seja situado dentro da Área Urbana. 3. Compatibilidade da localização do empreendimento com o Plano Diretor. 4. Que possua vias de fácil acesso, infra estrutura, rede de água potável, rede elétrica e telefonia. 5. Superfície plana 6. Deve-se evitar terrenos que requeiram muros de arrimo e/ou cortes de árvores. 7. Que não apresente declividade maior que 2%.
5 Escritórios Regionais do PARANACIDADE CURITIBA - Coordenador: GERALDO LUIZ FARIAS Rua: Dep. Mário de Barros, º andar Centro Cívico Fone: (41) [email protected] CASCAVEL - Coordenador: HÉLIO SABINO DEITOS Rua: Antonina, 2406 Fone: (45) [email protected] LONDRINA - Coordenador: VALTER OGUIDO MORISHIGUE Praça La Salle, 35 Jardim Canadá Fone: (43) [email protected] MARINGÁ - Coordenador: ALBARI ALVES DE MEDEIROS Av. Humaitá, 268 Zona 04 Fone: (44) [email protected] GUARAPUAVA - Coordenador: UBIRAJARA CEBULSKI Rua: Cônego Braga, 25 - Centro Fone: (42) [email protected] PONTA GROSSA - Coordenador: EDGARD VIRMOND ARRUDA FILHO Rua: Paranaguá, 123 Fone: (42) [email protected]
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