9 Referências bibliográficas
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- Armando Borja Tavares
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10 ANEXOS 238
11 239 ANEXO 1 Fragmento 6: O caso da caneta Aula 1: 10/05/2005 Vivi - Carla Adriana - Joana 1 Vivi (...) a idéia geral (.) atrás deste ti:po (.) 2 de teste (.)é que existem alguns dos 3 comportamentos lingüísticos governados por 4 regras que permitem lidar com situações 5 parecidas de maneiras maneiras parecidas em em 6 diferentes culturas (.) mas a princípio parece 7 plausível mas realmente assim que entrar em 8 detalhes com um ato de fala específico aí 9 começa a ter problemas 10 Carla [até porque 11 aquilo que você responde que você diria (.) 12 necessariamente não é o quê você diz numa 13 interação real (.)= 14 Vivi [é:: 15 Carla = têm outras variáveis que vão tá ali 16 influindo > quem é essa professora. qual a 17 minha relação com ela< uma porção de coisas 18 que vão passar no TESTE não tem isso (.) é 19 uma abstração (.) como é que você falaria para 20 um professor pra emprestar uma caneta? e quem 21 é o professor? como é que eu (começo) 22 Vivi [hum-hum 23 Adriana Todos [((falas diversas)) 26 Carla [é:: aquele caso é um exemplo (.)é exatamente é aquele caso que você deu na primeira aula ou na segunda que você pediu pra gente Joana [hoje-hoje aqui na sala teve um caso uma pessoa pedindo uma caneta emprestada e faz assim você me empresta uma caneta? aí a outra pessoa fala assim vou te dar vou te dar a mais a mais (.) a mais vagabunda assim ((fazendo gestos de indiferença com a mão))se você não me devolver não tem importância ((risos)) aí entregou a caneta aí a outra ah mas PRETA? não tem azul não? ah:: >tudo bem< aqui azul(.)bem diferente= Prefácio Resumo Orientação Ação complicadora 37 Carla [completamente 38 Joana = do que você possa imaginar né? 39 Carla completamente diferente 40 Todos ((risos))
12 Carla bem uma coisa é pressuposto pelo diálogo havia muita intimidade né se não houvesse intimidade você não pode fazer essa brincadeira né? Joana [e o mais engraçado é a cor é a Carla 49 Todos ((risos)) coisa da cor [ da COR quer dizer ainda pede emprestado e ainda vem a escolha da cor (.) ninguém merece uma amiga dessa ((risos)) Vivi o último tópico de Mey é silêncio Silêncio (.) segundo ele Silêncio é um ato muito importante na comunicação (.) não é:: (.) normalmente os autores não consideram um ato de fala porque não é um a-t-o de f-a-l-a (.) mas é um ato de comunicação muito importante (.) é:: que:: a gente vê exatamente no mecanismo de tomada de turnos na análise da conversa (...) Coda
13 241 ANEXO 2 Fragmento 7: O caso da feijoada Aula 2: 17/05/2005 Lia Carla Joana - Fábio 1 Lia bom o anfitrião polonês hospitaleiro não 2 aceita não como resposta (2.0) aí tem um 3 diálogo típico mui:to engraçado 4 Todos ((falas diversas e incompreensíveis)) 5 Lia é por favor um pouco mais (.) mas não posso 6 ou mas não consigo ah mas você deve > quer 7 dizer < (inteiramente) mas necessariamente ela 8 traduz como but you MUST não é isso? é: mas 9 você DEVE mas <necessariamente> bom enfim 10 Todos ((falas sobrepostas e incompreensíveis)) 11 Carla ela tá insistindo né ela tá insitin:do que 12 estas formas de imperativo é podem ser usadas 13 como OFERECIMENTO e marcar cordialidade >é 14 isso que ela tá dizendo< é olha no inglês não 15 é não so:a assim mas no no polonês soaria né 16 e no entanto quando a gente vê essas formas no 17 inglês a gente diria que isso não é um 18 oferecimento= 19 Todos ((falas incompreensíveis)) 20 Lia é mais pro final ela começa a falar dos 21 valores culturais mais de maneira ( )= 22 Carla [ela tá ela tá preparando isso 23 Lia [é tá preparando a discussão né Joana o que eu acho engraçado é que na-nós temos essa coisa de tentar oferecer (.) e e por exemplo os ingleses (.) por outro lado eles não conseguem é: dizer NÃO é meio difícil eles se sentem MAL com esta questão dizer não é difícil por exemplo eu lembro eu lembro claramente quando a família do meu do meu marido veio pra cá e a minha mãe fez uma feijoa:da (2.0) ((risos)) depois da feijoada os dois irmãos dele estavam deitados (.)na ca-cada um em uma rede mas visivelmente passando mal porque minha mãe falava come um pouco disso (.) e iam comendo tudo((faz gestos de comer, levando o talher à boca)) porque não conseguiam dizer não (.) era uma situação assim muito difícil pra eles e depois que terminou a feijoada eles ficaram lá assim ((faz gestos de de papo pro ar )) passando mal ( ) Prefácio Resumo Orientação Ação complicado ra 44 Todos ((falas incompreensíveis)) 45 Joana é mas é é o <não saber> quando a pessoa não
14 conhece não consegue não sabe até que ponto pode dizer NÃO. né até que ponto você dizer NÃO vai soar mal educado = 49 Carla [é é 50 Joana = então você COME ((risos))vai fazer o quê? Carla Joana [é é (.) com certeza uma cultura que não vai oferecer ta:nto pra não chocar os outros em uma situação de recusa >por exemplo< = [é porque aí ele te deixa livre pra comer se você quiser 57 Carla = aí ele não tem exatamente cidade x ele pode fazer isso Fábio eu acho assim eu principalmente acho () ((risos)) é:: ninguém me leva a sério é:: ela ela nesta tentativa de quebrar este etnocentis-etnocentrismo ela é totalmente etnocêntrica porque você num país como a Austrália Brasil Estados Unidos continentais que têm influência de culturas de MILHARES de outros países você num pode NUNCA tentar definir que no polonês é o uso do imperativo é assim não é no polonês no polonês lá da 69 Carla [NÃO você pode estar dizendo que ela continua é usando algumas <generalizações> culturais= 72 Fábio [ela continua generalizando né Carla =que aliás é uma das questões dos estudos culturais é isso né (.) é que a gente acaba fazendo é: generalizações indevidas (...) Coda
15 243 ANEXO 3 Fragmento 8: Teoria do dom Laila que que acontece aqui quando ele vai falar sobre essa deficiência cultural né antes dele-dele antes desta teoria existia a teoria do dom que que seria a teoria do dom? 5 Carla teoria do dom 6 Laila do dom= 7 Carla [que que é a teria do dom? 8 Laila =todos partiam no mesmo PONTO que seria o 9 quê? o aluno. oi? 10 Fábio (( fala incompreensível)) 11 Todos ((risos)) Laila que seria o aluno é que seria responsável pelo sucesso ou pelo fracasso da educação então sem estas teorias privilegiavam o quê? o fracasso do aluno como indivíduo e não seria um problema o problema não seria da escola (.) certo? então nesta teoria do: déficit lingüístico ou teoria do déficit cultural ela vai se sobrepor à teoria do dom (.) porque na realidade a teoria do dom ERA uma teoria focada nas relações econômicas né (das camadas)= Carla [ e é uma teoria que a gente reforça em sala de aula né (.) eu tive uma bolsista aqui na UNI que tinha sido minha aluna >que não era nem bolsista ela tava na minha sala de bolsista mas ela tinha sido minha aluna de graduação< e um dia ela comentando lá comigo lá na sala AH a fulana era uma aluna que também tinha sido (.) minha aluna eu conhecia tava até fazendo o projeto de mestrado aqui (.) e: ela >falou assim< FULANA É CABEÇÃO né Carla? eu não vou conseguir ela é cabeção e eu que que é cabeção? ah ela pô ela sabe tudo ela pega tudo ela é o máximo é isso eu falei minha filha você não pode comparar a história de vida dela com a sua você não é cabecinha (.) e ela é cabeção então muitas vezes na sala de aula quando a gente reforça com uma nota baixa aquele que não a gente não tá avaliando o presente daquele aluno (.) está avaliando o passado é o tal do passado condena né (.) você ensina uma coisa e pede na hora de dar a nota você tá vendo todo o Aula 3: 31/05/2005 Laila Carla - Fábio Prefácio Resumo Orientação Ação complicadora Resolução
16 passado da pessoa quem já não trouxe este passado já entra (.) em situação desfavorável então a gente a gente tem que ter mui:to cuidado porque a gente também tá fazendo isso com o aluno então quando eu tento mostrar pra menina que a outra não É um cabeção que só tem uma história de vida diferente chega a um ponto diferente na hora dela ( )dela na situação no ponto em que ela está eu acho que é uma forma de você QUEBRAR com essa coisa que a gente tá vendo aí como a linguagem serve a essas funções de discriminação social de cada um ter sua autoestima completamente rebaixada pelas habilidades ( )que não desenvolveu enfim Laila ºposso?º ((pedindo permissão para continuar a exposição)) bem então aí ele vai é: dividir é: essa linguagem das crianças aí em código restrito e código elaborado ESSE código restrito vai ter uma ligação deixa eu desligar o ( ) ((risos)) (8.0) vai ter uma ligação direta com o contexto em que estas crianças vivem que elas tão expostas com o ambiente (...) Coda
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