Maria Luiza Braga (UFRJ)
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- Amanda Aquino Medina
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1 Entrevista Maria Luiza Braga (UFRJ) André Felipe Cunha Vieira Gostaria( de( começar( esta( entrevista( agradecendo( por( você( aceitar( nosso( convite(e(nos(receber(em(sua(casa.(ler(seu(currículo(lattes(é(um(exercício(de( paciência((são(21(páginas(em(letras(miúdas)(e(também(de(humildade.(muito( resumidamente,(são(7(especializações,(3(pósjdoutorados,(24(artigos,(6(livros,( 36( capítulos( de( livros,( 13( trabalhos( completos( publicados( em( anais( de( congressos,( 118( apresentações( em( congressos,( 102( trabalhos( técnicos,( 42( bancas(de(mestrado,(61(bancas(de(doutorado.(onde(tudo(começou?( Bem, eu queria fazer mestrado, pós4graduação. Naquele tempo, havia poucoslugares.tinhabrasília,tinhaaunicamp,usperiodejaneiro.eeu vimprapuc4rj.tambémtinhanaufrj,maseuvimprapuc.elatinhaum curso chamado nivelamento que era um tipo de preparatório. Graças a Deus,fuibemcolocada.Haviapossibilidadedebolsa.EupareinaUSP.Como auspéimensa,eumeperdiládentro(risos),eeujátinhapassadomesmo napuc.eudesistideirprausp,eachoquefizumaótimaescolha.vimpro Rio.Eutinhaumaturmaótimacommuitosamigos,muitagentedeforado Rio, então a gente se ajudava mutuamente. Foi um período muito bom da minhavida,odemestrado. Como( sua( formação( em( LetrasJInglês( pela( Universidade( Federal( de( Uberlândia(lhe(instigou(a(pesquisar(em(Linguística?( Bem,naquelaépoca,agraduaçãonemoferecialinguísticaainda.Quandoeu fuifazerovestibular,eufiqueiemdúvida,porqueeutambémgostomuito de História. Eu fiquei em dúvida entre Letras e História, e eu optei por letras.depoiseucomeceiatrabalharemuberlândiae,comoeutedisse,eu tinhavontadedeestudar,deaprofundar. Sua(família(teve(alguma(coisa(a(ver(com(a(escolha?( Não,maseuvenhodeumafamíliadeprofessores,sempregosteimuitode ler. Então a questão nem se colocava. Já estava, desde o começo, previsto queeuiriaprauniversidade. Revista Linguística Rio, Volume 1, Número 1, Outubro de 2014 ISSN
2 Nesta( época( (1967( ( 1974),( você( foi( professora( assistente( na( Universidade( Federal( de( Uberlândia.( Como( você( descreveria( essa( primeira( experiência( como(professora(de(nível(acadêmico?( Olha,eucomeceiatrabalharmuitonova.Antesdedaraulanauniversidade eudeiaulanoprimeiroesegundograus.eeuconfessoquesouumatotal falhacomcrianças.elasfazemoqueelasbemqueremdemim(risos).ea medida em que eu comecei a dar aulas para pessoas mais velhas, naquela época era secundário, eu via que eu me dava melhor. E trabalhar na universidadesemprefoimuitoprazeroso.ofatodepoderdiscutir,sabe?eu achoqueémuitoestimulante. Entendi.(Em(74,(você(sai(de(Uberlândia(para(fazer(o(mestrado(na(PUC,(como( você( já( disse,( e( então( teve( a( oportunidade( de( ouro( de( ser( orientada( pelo( homem( que( trouxe( ao( Brasil( a( Teoria( da( Variação( e( Mudança.( Você( sentia,( naquela(época,(que(vocês(estavam(fazendo(história?( Olha, eu sei que a primeira aula que o Naro deu, eu decidi que queria estudar com o Labov e que queria fazer Sociolinguística. E na verdade o Naro ia dar outro curso. Ele ia dar um curso que se chamava Línguas& em& Contato. A gente já tinha ouvido falar no Labov, então os alunos pediram que o curso fosse sobre Sociolinguística Variacionista. Ele, como sempre muito modesto, disse: Ah...&então&me&deem&uma&semana&que&eu&preciso&me& preparar (risos). Ai ele se preparou, e eu me encantei. Me encantei pela Sociolinguística,meencanteipelaTeoriadaVariação. Como(foi(o(desenvolvimento(dos(seus(planos(acadêmicos(após(o(mestrado(na( PUC(em(78?( Bem,comoeutedisse,euestavadecididaaestudarcomoLabov.AioNaro falou assim: Poxa,& vai& pra& Califórnia.& É& muito& mais& interessante.& O& clima& é& muito& mais& agradável! E eu respondi: Não...& eu& quero& estudar& com& o& Labov&! (risos).e,naquelaépoca,eramaisfácilconseguirbolsaparafazer todo o doutorado no exterior. Eu consegui a bolsa, fui, e o Greg (Gregory Guy),jáeraumgrandeamigoeestavameesperando.Ocomeçofoidifícil, na Filadélfia. Foi uma mudança, em tudo. É um lugar frio. Eu estava vindo do Rio de Janeiro. E havia, pelo menos quando eu estudei, um clima de muita competição. Exatamente o oposto da minha experiência no Rio de Janeiro, onde eu te disse, a gente tinha esse grupo de amigos. A Marta Scherre, a Nelize, a Helena, a Hilda, o Zé Reis, o Alcir, o Alzir, e muitos outros. E todos eram muito solidários. A gente se ajudava mutuamente. Quando eu cheguei nos Estados Unidos, foi bastante difícil. Eu aprendi muito. Aprendi muito em termos de vida. O Naro diz brincando que eu aprendilinguísticaeacozinhar(risos). Seu( doutorado( na( Universidade( da( Pennsylvania( foi( orientado( pelos( lendários(gillian(sankoff,(william(labov,(ellen(prince(e(anthony(naro.(como( foi(a(convivência(com(esses(nomes?( Revista Linguística Rio, Volume 1, Número 1, Outubro de 2014 ISSN
3 Hoje, que eu sou mais velha, eu olho para o passado e acho que eles colaboraram bastante. Mas, como eu te falei, o estilo americano e o estilo brasileirosãobemdiferentes,e,naépoca,aquiloeraproblemáticopramim. Aconvivênciapessoal... Com(os(orientadores? É.AGilliansemprefoimuitoreceptiva.AHelenPrince,dequemeugostava muito,elasecomportavadiferentementenoescritórioenoscorredores.no escritório,elaeramaravilhosaedisponível.masnãotinhaessaproximidade que a gente tem no Brasil. E no começo eu estranhei muito. O Labov também. Como( você( descreveria( a( situação( linguística( americana( naquele( tempo,( em( termos(de(pesquisa?( Muitoinstigante.EugostodaexperiêncianosEstadosUnidos.Atradiçãode pesquisa era mais desenvolvida lá, também as bibliotecas na época. O uso doscomputadoresestavacomeçandoasedesenvolver.eumacoisaqueeu achei ótima quandoeuestavanacalifórniaéque agentepodia pegar um ônibussempagarnada.pegavanocampus,emsantabárbara,tedeixavana Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Você ficava lá pesquisando, o ônibustepegavaetetrazia.sevocêquisesseumlivroemprestadoerasóir à biblioteca e eles providenciavam, traziam o livro de outra unidade da universidade.existiam as pré4condições materiais para as pesquisas. Foi umaexperiênciaquecontribuiubastante. Como(foi(a(volta(para(o(Brasil?( Bem, depois de quatro anos na Filadélfia, é CLARO que eu estava acostumada (risos) e foi um pouco difícil. Mas voltar da Califórnia foi MUITOpior. Pois( é.( Como( era( o( ambiente( acadêmico,( se( você( conviveu( com( ele,( nesse( momento(do(primeiro(retorno(ao(brasil?( Quandoeucheguei,meusamigoserammeuscolegas[deprofissão]oumeus ex4professores. Assim que eu cheguei, o Naro e o Sebastião Votre me convidaramparaeuparticipardopeul.nãohouvenenhumainterrupção. Naquela época, Giselle, queridíssima, ainda era viva e muito ativa. Foi um período de muito trabalho. As reuniões e discussões semanais. Fazer a coleta daqueles dados [o Censo 80 e 2000] e, principalmente, as transcrições com as três linhas deram um trabalho muito grande, mas eu aprendibastantecomtudo.( Seis( anos( depois( do( término( de( seu( doutorado,( lá( está( você( novamente( fazendo(seu(primeiro(pósjdoc(na(califórnia,(como(você(já(disse.(como(e(por( que(a(decisão(de(retornar(pra(lá?( Revista Linguística Rio, Volume 1, Número 1, Outubro de 2014 ISSN
4 Primeiro porque eu, como te disse, acho que a experiência de estudar no exterior é importante e contribui para a formação acadêmica. E depois, grandes nomes, na abordagem que me interessa, estavam na Califórnia. Alémdeseremprofissionaismuitocompetentesecomlargaexperiência,a Sandra&[Thompson], ochafe, odu&bois&e outros, eles foram tão receptivos. Eu fui tão bem recebida, tão bem acolhida! E também dei sorte, porque havia vários colegas, americanos e estrangeiros no mesmo programa. Semanalmente havia encontros com o Chafe e com a Sandra. E passeios organizados pela Fullbright e amigos. Foi uma experiência ótima. Eu aprendibastante. De(volta(ao(Brasil,(você(lecionou(na(PUCJRio,(na(UFF,(na(UNICAMP(e(na(UFRJ,( onde( está( até( hoje.( Partindo( da( sua( experiência( em( tantas( universidades( brasileiras,( como( você( descreveria( o( amadurecimento( dos( estudos( linguísticos(por(aqui?( Se eu penso na minha graduação eu acho que houve um avanço. Naquela época, havia poucos doutores no Brasil, poucos programas de pós4 graduação. E, ao longo desses anos, particularmente nos últimos anos, um maiornúmerodepessoassecapacitouemlinguística,foramabertosnovos programas. Claro, claro que a gente quer muito mais. Eu fico pensando na graduação. A gente quer muito mais. Mas eu avalio positivamente. Você sabe, eu venho do interior, quando eu estudava em Uberlândia não havia internet e, muito menos, Amazon. E quando eu volto a Uberlândia, por exemplo, vejo que todos os meus colegas são doutores. O país é muito grande.foramdécadas,séculosdedescaso.vocêvejaqueobrasilfoiopaís, na América Latina, que mais tardiamente teve universidade (e o último a abolir a escravatura). Quando Dom João VI chegou aqui, havia pouquíssimas escolas. Então houve sempre este descaso que só muito gradativamenteestásendorevertido. Resta(alguma(frustração(acadêmica?( Particularmente minha, não. Meus ex4orientandos e orientandos me dão muitoorgulho.gosto,particularmente,dotrabalhonapós. Há( alguma( coisa( específica( que( se( você( pudesse( mudar( na( realidade( da( Linguística(como(disciplina,(no(Brasil,(você(mudaria?( Mais a investimento, verba para a graduação e pós. Mais cursos, laboratórios. Incentivaria o diálogo entre as várias linhas de pesquisa. Tentaria facilitar o acesso a boas bibliotecas e a pesquisas mais recentes. Investiria na formação dos alunos e pesquisadores. Acho que a palavra certa seria melhorar a infraestrutura eficiente os cursos e projetos de pesquisa. Mas acho isso tudo está dentro de um contexto maior, que é a própriasituaçãonobrasil. Revista Linguística Rio, Volume 1, Número 1, Outubro de 2014 ISSN
5 E(há(algo(que(você(faria(de(tudo(para(que(não(mudasse?( Oqueeunãoqueroéquehajaumretrocesso. Você( fez( mais( dois( pósjdocs( entre( 2007( e( 2012,( os( dois( na( Europa( (Amsterdam( e( Lisboa).( Você( viu( muita( diferença( no( comportamento( acadêmico(lá,(em(relação(ao(brasil(e(estados(unidos?( Bem. A infraestrutura na Universidade de Amsterdam é boa. Eu trabalhei com o Kees&Hengeveld. Eleébastantesério.Quandoeucheguei, ele disse: Só&por&uma&questão&de&ritmo,&a&gente&vai&se&encontrar&uma&vez&por&semana. Depois, essa uma vez por semana passou para duas vezes e meia (risos). Muito gentil! Só uma questão de ritmo! (risos intensos). Foi interessante. Depois eu fui pra Portugal. A situação lá é menos boa. Portugal está atravessando um período difícil, com a situação econômica ruim, menos recursos.masatrocaacadêmicacomoscolegasfoiprodutiva. Em(sua(opinião,(a(que(se(deve(a(força(dos(estudos(de(orientação(funcionalista( no(brasil?( Euachoqueotrabalhocomouso,dadosempíricos,issoéumapelogrande. E depois, atualmente, a interface com a cognição, com os estudos tipológicos, fortalece o interesse pelos modelos baseados no uso. Foi a minhaopção. Quem(é(o(linguista(que(mais(inspira(ou(inspirou(a(Maria(Luiza(Braga?( Olha, o Naro é uma pessoa importante na minha formação(acho que vou mandarumacópiadestaentrevistaparaele!).asandrathompson,ochafe. Oscontatosquetive ao longo da minha vida acadêmica. Os professores e colegascomquemconvivinesteslugarestodosporondepassei.emordem cronológica, Uberlândia, Rio, Lisboa, Filadélfia, Santa Barbara, Campinas, Amsterdam,Lisboa. Quem(é(o(linguista(que(você(gostaria(de(ter(conhecido,(mas(não(pode?( O Dik, na Holanda, é um nome importante. Pelo que ouço, uma pessoa brilhanteegenerosa.quandofuiparaláelejáhaviafalecido. E algumas pessoas do começo dalinguística Funcionalista que tiveram insights maravilhosos. Bollinger, por exemplo. Eu também gostaria de conhecer, pessoalmente,ohaiman,otomasello... Mas(esses(ainda(tão(vivos.( (Risos) Revista Linguística Rio, Volume 1, Número 1, Outubro de 2014 ISSN
6 Qual(conselho(que(Maria(Luiza(daria(para(aqueles(que(estão(no(início(dessa( carreira?( Bem, eu não tenho nenhum conselho a dar. O que eu tento é estimular os meusalunos.eutenhotidoresultadostãobons!grandeorgulhodeles! Então(isso(me(leva(à(última(pergunta.(Quem(é(seu(orientando(preferido?( Essa,eunãorespondo(risos). Nota(do(Editor(:( ( A Revista Linguística Rio agradece à professora Maria Luiza Braga pela cordialidadeedisponibilidadeparaestaentrevista. MariaLuizadestacouaexperiênciapessoaleacadêmicaforadoBrasilcomo fatores importantes para sua carreira. Embora as bolsas de doutorado pleno no exteriorsejammenosprocuradashojeemdia,oposlingtemenviadoentredoisou trêsdoutorandosporanocomocolaboradoreseminstituiçõesestrangeirasatravés do Programa& de& Doutorado& Sanduíche& no& Exterior (PDSE) da Capes e de outros editaiscomooswedocnpqeoprograma&fullbright.esteesforçovemtrazendo, além de contatos importantes para o Programa, uma grande contribuição na formaçãodosnovosdoutores. Esperamos que o conhecimento da experiência pessoal e acadêmica de professores como Maria Luiza e as oportunidades oferecidas pelo Programa possaminspirarasnovasgeraçõeseserumdiferencialnaformaçãodanovasafra delinguistas. Revista Linguística Rio, Volume 1, Número 1, Outubro de 2014 ISSN
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