Metabolismo de Lipídeos
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- Ester Belmonte Farias
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1 Metabolismo de Lipídeos Profa. Dra. Tie Koide
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4 Lipídeos âncoras hidrofóbicas armazenamento Membranas biológicas Importância pigmentos hormônios mensageiros intracelulares co-fatores enzimáticos característica comum?
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6 Lipídeos âncoras hidrofóbicas armazenamento Membranas biológicas Importância pigmentos hormônios mensageiros intracelulares co-fatores enzimáticos característica comum?
7 Joyce & Palsson Nat Rev Mol Cell Biol 2006
8 Systems Biology e Medicina Personalizada INFORMAÇÃO BIOLÓGICA BIOLOGIA Cultura interdisciplinar Team Science COMPUTAÇÃO TECNOLOGIA
9 Health Care in the 21 st Century: P4 Medicine : Predictive, Preventive, Personalized, and Participatory
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13 Ácidos graxos na dieta 30-60% da ingestão calórica na dieta ocidental Triacilgliceróis (90%), ésteres de colesterol e fosfolipídeos 13
14 Armazenamento Triacilgliceróis (TAG) 84% da energia armazenada Proteína - 15% Carboidrato (glicose ou glicogênio) - <1% 14
15 Rendimento da oxidação de ácidos graxos é ~9kcal/g Rendimento da oxidação de carboidratos e proteínas ~4kcal/g. Nutrientes ricos em energia Carboidratos Proteínas Lipídios Catabolismo Produtos pobres em energia CO 2 H 2 0 NH 3 energia química Macromoléculas Proteínas Polissacarídeos Lipidios Ácidos Nucleicos Anabolismo Moléculas precursoras Aminoácidos Açucares Ácidos graxos Bases nitrogenadas Homem 70kg TAG ~11kg se a mesma energia fosse armazenada como glicogênio + 64kg glicogênio é hidratado 1g glicogenio 2g água
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18 Os triacilgliceróis são reservas altamente concentradas de energia metabólica porque são reduzidos e anidros. Micrografia eletrônica de uma adipócito As células adiposas são especializadas para síntese e armazenamento de triacilgliceróis. Os triacilgliceróis são apolares e por isto são armazenados em forma quase anidra (sem água). As reservas de triacilgliceróis podem sustentar energeticamente as funções biológicas por várias semanas.
19 Os ácidos graxos são armazenados como triacilgliceróis triacilglicerol Glicerol 1-estearoil, 2-linoleil, 3-palmitoil- glicerol
20 Ácidos graxos (AG): Ácidos carboxílicos com cadeia carbônica longa (em geral, 14 a 24 carbonos) sem ramificações, contendo ou não insaturações. Grupo carboxila Cadeia carbônica Estearato forma ionizada do ácido esteárico (18 carbonos) Oleato forma ionizada do ácido oleico (18 carbonos, 1 insaturação em configuração cis)
21 Digestão dos Lipídeos da dieta Estômago: lipase lingual e lipase gástrica TAG com AGs de cadeia curta ou média (<12C) Duodeno: lipases pancreáticas Facilitado por Sais biliares (emulsificação) peristaltismo
22 Ácidos biliares como o glicolato atuam como detergentes. Depois da ingestão, os triacilgliceróis (TAG) são emulsificados pelos sais biliares (incorporados em micelas que facilitam a ação das lipases).
23 Lipídios ingeridos da dieta Vesícula biliar Ácidos graxos são oxidados ou re-esterificados para armazenamento Miócito ou adipócito Intestino delgado Emulsificação com sais biliares formando micelas mistas Lipases pancreáticas degradam TAG Ácidos graxos e monoacilglicerol são absorvidos pela mucosa intestinal e reconvertidos em TAG Capilares Mucosa intestinal Ácidos graxos entram nas células Ativação da lipoproteína lipase Quilomicrons movem-se através do sistema linfático e sanguíneo para os tecidos Formação dos quilomicrons
24 As gorduras da dieta são digeridas no estômago e intestino delgado por lipases gástrica e pancreática Os principais produtos da ação das lipases são 2-monoacilgliceróis e ácidos graxos livres que são absorvidos pelas células epiteliais que revestem o intestino delgado triacilglicerol diacilglicerol monoacilglicerol Lipases gástricas e pancreáticas: Bloqueadas por Orlistat ( Fat Blocker ) - Xenical/Alli
25 Célula da mucosa epitelial Triacilgliceróis Ácidos graxos Monoacilgliceróis Outros lipídios, proteínas Triacilgliceróis Quilomicrons Sistema linfático Sangue Tecido adiposo Músculo Os 2-monoacilgliceróis e ácidos graxos livres são absorvidos pelas células epiteliais que revestem o intestino delgado e são reconvertidos em TAG que são empacotados com proteínas específicas e colesterol da dieta em quilomicrons.
26 Lipídios ingeridos da dieta Vesícula biliar Ácidos graxos são oxidados ou re-esterificados para armazenamento Miócito ou adipócito Emulsificação com sais biliares formando micelas mistas Lipases intestinais degradam TAG Intestino delgado Ácidos graxos e monoacilglicerol são absorvidos pela mucosa intestinal e reconvertidos em TAG Capilares Mucosa intestinal Ácidos graxos entram nas células Quilomicrons movem-se através do sistema linfático e sanguíneo para os tecidos Formação dos quilomicrons
27 Quilomícrons Lipoproteína de
28 Lipídios ingeridos da dieta Vesícula biliar Ácidos graxos são oxidados ou re-esterificados para armazenamento Miócito ou adipócito Emulsificação com sais biliares formando micelas mistas Lipases intestinais degradam TAG Intestino delgado Ácidos graxos e monoacilglicerol são absorvidos pela mucosa intestinal e reconvertidos em TAG Capilares Mucosa intestinal Ácidos graxos entram nas células Quilomicrons movem-se através do sistema linfático e sanguíneo para os tecidos Formação dos quilomicrons
29 Lipídios ingeridos da dieta Vesícula biliar Ácidos graxos são oxidados ou re-esterificados para armazenamento Miócito ou adipócito Emulsificação com sais biliares formando micelas mistas Lipases intestinais degradam TAG Intestino delgado Ácidos graxos e monoacilglicerol são absorvidos pela mucosa intestinal e reconvertidos em TAG Capilares Mucosa intestinal Ácidos graxos entram nas células Quilomicrons movem-se através do sistema linfático e sanguíneo para os tecidos Formação dos quilomicrons
30 Mobilização de TAGs armazenados no tecido adiposo Epinefrina Glucagon
31 triacilglicerol Hepatócito Lipase Outros tecidos glicerol Ácidos graxos livres
32 Destino do glicerol
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34 Degradação dos ácidos graxos 1.Ativação: Acil-coA sintetases 2. Transporte para a mitocôndria: carnitina 3. Oxidação: Beta oxidação
35 Ativação dos ácidos graxos acil-coa sintetase O AG é convertido em acil-coa em reação de 2 passos pela acil- CoA sintetase. Os acil-coa são compostos ricos em energia. A ligação tioéster é formada as custas da quebra de uma ligação anidrido fosfórico ATP AMP +PPi O pirofosfato é hidrolisado a 2 Pi numa reação irreversível, que torna o processo todo irreversível
36 O ácido graxo é convertido em acil-coa em reação de 2 passos pela acil-coa sintetase acil-coa sintetase ácido graxo pirofosfata se pirofosfato acil-coa sintetas e acil-adenilato (ligado a enzima) acil-coa Ligação tioéster entre a carboxila do ácido graxo e o grupo SH da CoA
37 Grupo tiol reativo Coenzima A
38 Tranporte de ácidos graxos ativados: carnitina Carnitina é sintetizada a partir de aminoácidos
39 8 acetil-coa C 16 Reação de - oxidação: na matriz mitocondrial acil- CoA é oxidada a acetil-coa produzindo NADH e FADH 2 Ciclo do ácido cítrico Cadeia de transporte de elétrons
40 -oxidação
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42 Acil-coA desidrogenase Enoil co-a hidratase -oxidação hidroxiacil coa desidrogenase Tiolase
43 Primeiras três rodadas na degradação do palmitato (16C)
44 Palmitoil-CoA (16 C) + 7CoA + 7FAD+ 7NAD H 2 O 8 Acetil CoA + 7 FADH NADH + 7H +
45 Rendimento de ATP durante a oxidação de uma molécula de palmitoil-coa a CO 2 e H 2 O Enzima: etapa de oxidação Número de NADH ou FADH 2 formado ATP formado* * Estes cálculos assumem que a fosforilação oxidativa mitocondrial produz 1,5 ATP por FADH 2 oxidado e 2,5 ATP por NADH oxidado. O GTP produzido nesta etapa rende 1 ATP em uma reação catalisada pela nucleosídeo difosfato quinase. - ATP da ativação do palmitato (2 ligações ricas em energia) = -2 ATP = 106
46 A oxidação de ácidos graxos insaturados requer enzimas adicionais Os AG insaturados são comuns em tecidos animais e vegetais e suas configurações são quase sempre cis 3 ciclos de - oxidação
47 Os AG poliinsaturados requerem outras isomerases e redutases
48 Ácidos graxos com número ímpar de carbonos Lipídeos de plantas e organismos marinhos oxidados do mesmo modo que os de cadeia de número par, exceto no último ciclo da -oxidação: produção de propionil CoA e acetil CoA metilmalonil CoA mutase cobalamina (vitamina B12) propionil CoA carboxilase propionil CoA D-metilmalonil CoA L-metilmalonil CoA Ciclo de Krebs Succinil CoA
49 Deficiência de Acil-coA desidrogenase Acil-coA desidrogenase Acil-coA desidrogenases: Específicas para AG de cadeia curta, média, longa, muito longa Cadeia média (6 a 12C): erro inato mais comum na oxidação de AG Enoil co-a hidratas hidroxiacil coa desidrogenase Tiolase
50 A -oxidação também ocorre nos peroxissomos encurtar ácidos graxos de cadeia longa (>20C) Pára em octanoil Co-A Síndrome de Zellweger: peroxisome biogenesis disorders (PBD)
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53 Formação de corpos cetônicos Jejum Diabetes Lipídeos queimam na chama dos glicídeos
54 Corpos Cetônicos
55 Formação de corpos cetônicos Hidroxi butirato desidrogenase tiolase Hidroximetil glutaril coa sintase Enzima de clivagem Acetoacetato descarboxilase (HMG-coA sintase) (HMG-coA liase) Fontes hidrossolúvel e transportável de unidades de acetila
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57 Os corpos cetônicos produzidos no fígado caem na corrente sanguínea. Nas mitocôndrias do músculo cardíaco, cortéx renal e outros tecidos, os corpos cetônicos são convertidos em acetoacetato que é utilizado como fonte de energia Durante o jejum prolongado e no diabetes, o cérebro se adapta a utilização de corpos cetônicos com fonte de energia. -cetoacil transferase ausente no fígado
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59 Cetose diabética: ausência de insulina Cetose= elevada concentração de corpos cetônicos no plasma (cetonemia) e na urina (cetonúria) Cetonemia resulta em acidose
60 Cetose diabética: ausência de insulina
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62 Síntese de ácidos graxos Se carboidratos, gorduras e proteínas são consumidos em quantidades que excedam as necessidades energéticas, o excesso será armazenado na forma de triacilgliceróis. A síntese de ácidos graxos ocorre no CITOSSOL das células, preferencialmente no: Fígado Tecido adiposo Glândulas mamárias (na lactação) A síntese de ácidos graxos está sujeita a diversos mecanismos de controle, mas ocorre invariavelmente, quando a carga energética celular é alta (ATP/ADP alta)
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64 A síntese de ácidos graxos tem acetil- CoA e malonil-coa como doadores de carbonos e NADPH como agente redutor. As atividades enzimáticas para síntese de ácidos graxos nos eucariotos estão presentes em uma única cadeia polipeptídica da ácido graxo sintase. Os intermediários na síntese de ácidos graxos são ligados a sufidrila terminal da fosfopanteteína ligada a proteína carreadora de acilas (ACP)
65 Acetil-CoA para síntese de ácidos graxos provém da mitocôndria e é formado a partir de: - Piruvato (da glicose) - Ácidos graxos (das gorduras) - Alguns aminoácidos (das proteínas) Acetil-CoA NÃO sai da mitocôndria diretamente. Os átomos de carbonos do Acetil-CoA são transportados para o citossol sob forma de CITRATO.
66 ATP/ADP alta Inibição isocitrato desidrogenase Citrato sintase Acetil-CoA Oxaloacetato Citrato
67 Síntese de ácidos graxos : cooperação de diferentes vias Transporte do grupo acetila sob a forma de citrato
68 Membrana mitocondrial interna Transportador de citrato Membrana mitocondrial externa Citossol Piruvato desidrogenase Citrato sintase Citrato liase Malato desidrogenase Malato desidrogenase Transportador de malato Transportador de piruvato Transporte de carbonos da acetil-coa na forma de citrato, com gasto de ATP e formação de NADPH citossólico
69 Enzima málica
70 Formação de malonil-coa a partir de acetil-coa: etapa limitante da síntese de ácidos graxos Acetil CoA Reação de ativação às custas de gasto de 1 ATP Acetil-CoA carboxilase Malonil CoA Citrato
71 A acetil-coa carboxilase tem como grupo prostético a biotina Acetil-CoA Malonil-CoA Carboxilase da biotina Carboxilase da acetil- CoA
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73 Durante a síntese de ácidos graxos, os intermediários estão acoplados a ACP Acetil CoA + ACP Malonil CoA + ACP transacilase acetil-acp + CoA malonil-acp + CoA
74 Os ácidos graxos são sintetizados pela repetição de reações de condensação, redução, desidratação e redução. Os intermediários estão sempre ligados a ACP. + Malonil-ACP Segunda volta da síntese
75 A liberação de CO 2 impulsiona a condensação.
76 + Malonil-ACP Segunda rodada da síntese
77 Acetil-CoA-ACP-transacilase Malonil-CoA-ACP transacilase CE CE CE ácido graxo sintase carregada com grupos acetil e malonil CE
78 -cetoacil-acp sintase (Enzima de Condensação) ácido graxo sintase carregada com grupos acetil e malonil Condensação Acetoacetil-ACP
79 -cetoacil-acp redutase Acetoacetil-ACP Redução do - ceto grupo -hidroxibutiril-acp
80 Trans- 2 -butenoil- ACP Desitratação -hidroxibutiril-acp -hidroxiacil desidratase
81 butiril-acp Translocação do grupo butiril para cisteína da - cetoacil-acp sintase Redução da dupla ligação Triclosanantibacteriano Segunda rodada Trans- 2 -butenoil-acp enoil-acp redutase
82 Início da segunda rodada Malonil-CoA-ACP transacilase Condensação -cetoacil-acp
83 Malonil-ACP Malonil-ACP Malonil-ACP Malonil-ACP ácido graxo sintase + adições de malonil -ACP Produto hidrolisado por tioesterase Palmitato
84 Estequiometria da síntese de ácidos graxos: 1- formação de 7 malonil-coa 7 acetil-coa + 7CO 2 + 7ATP 7malonil-CoA + 7ADP + 7Pi + 14H + 2- Sete ciclos de condensação e redução acetil-coa + 7malonil-CoA + 14 NADPH + 14H + palmitato (C16) + 7CO CoA+ 14 NADP + + 6H 2 O 8 acetil-coa + 7 ATP + 14 NADPH + 14H + palmitato (C16) + 14 NADP + + 8CoA + 6H 2 O + 7ADP + 7Pi 1 NADPH é gerado para cada acetil CoA transferida da mitocôndria para o citossol, portanto 8 NADPH vem desta etapa. Os demais 6 NADPH para síntese provém da via das pentose-fosfato.
85 Ácido graxo sintase: as atividades enzimáticas para síntese de ácidos graxos nos eucariotos estão presentes em uma única cadeia polipeptídica A unidade flexível de fosfopanteteína da ACP transporta os substratos para os centros ativos da enzima Entrada do substrato Condensação Redução Liberação do palmitato ACP= Proteína carreadora de acila AT= Acetil-CoA-ACP-transacilase MT= Malonil-CoA-ACP transacilase CE = -cetoacil-acp sintase (Condensação) KR= -cetoacil-acp redutase DH= -hidroxiacil desidratase ER = enoil-acp redutase TE = Tioesterase Translocação
86 Regulação da síntese de ácidos graxos Controle alostérico + pelo citrato Citrato liase Inibe a fosfofrutoquinase (glicólise) insulina Insulina causa ativação Controle alostérico - pelo palmitoil- CoA Acetil- CoA carboxilase Glucagon, adrenalina causam inativação da Acetil-CoA carboxilase (AMP ), inativam a fosfatase, mantendo a ACC fosforilada, inativa. Malonil-CoA inibe a carnitina aciltransferase I (inibe transporte de ácidos graxos para mitocôndria prevenindo sua degradação)
87 Ácido graxo sintase: as atividades enzimáticas para síntese de ácidos graxos nos eucariotos estão presentes em uma única cadeia polipeptídica A unidade flexível de fosfopanteteína da ACP transporta os substratos para os centros ativos da enzima Entrada do substrato Condensação Redução Liberação do palmitato ACP= Proteína carreadora de acila AT= Acetil-CoA-ACP-transacilase MT= Malonil-CoA-ACP transacilase CE = -cetoacil-acp sintase (Condensação) KR= -cetoacil-acp redutase DH= -hidroxiacil desidratase ER = enoil-acp redutase TE = Tioesterase Translocação
88 Alongamento e insaturação de ácidos graxos Alongamento: retículo endoplasmático, mitocôndria Adições sucessivas de 2C Mamíferos: Insaturações nas posições 4, 5,6 e 9 Não introduz insaturações após C9 3 6 EPA DHA Sistema nervoso central e retina Precursor de eicosanoides lipideos com função regulatória
89 Alongamento e insaturação de ácidos graxos Alongamento: retículo endoplasmático, mitocôndria Adições sucessivas de 2C Mamíferos: Insaturações nas posições 4, 5,6 e 9 Não introduz insaturações após C9 3 6 EPA DHA Sistema nervoso central e retina Precursor de eicosanoides lipideos com função regulatória
90 Eicosanóides corticosteróid es COX peroxidase Aspirina ibuprofen
91 Síntese de TAG e fosfolipídeos
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94 Suponha que, por alguma razão bizarra, você decidiu viver com uma dieta EXCLUSIVA de gordura de baleia e foca 1. Como a ausência de glicídeos poderia afetar a sua capacidade de utilizar lipídeos? 2. Como deveria ser o odor de sua respiração? 3.Um de seus melhores amigos, após tentar sem sucesso convencê-lo a abandonar esta dieta, fê-lo prometer consumir uma dose saudável de ácidos graxos de cadeia ímpar. Seu amigo tem seus melhores interesses no coração? Explique
95 O colesterol é a pequena molécula mais condecorada na biologia. Treze prêmios Nobel foram conferidos a cientistas que devotaram a maior parte de suas carreiras ao colesterol. Desde que foi isolado de cálculos biliares em 1784, tem exercido uma fascinação quase hipnótica sobre cientistas das mais diversas áreas da ciência e da medicina... O colesterol é uma molécula com face de Janus. A mesma propriedade que o torna útil nas membranas celulares, que é sua absoluta insolubilidade em água, também o torna letal. -Michael Brown & Joseph Goldstein Nobel Lecturers (1985)
96 Colesterol Modera fluidez das membranas Precursor de hormônios esteróides, vitamina D 27C = todos derivados da acetil-coa
97 Fígado e a homeostase do colesterol
98 Síntese do Colesterol Individuo saudável, baixo teor de colesterol: síntese de ~ mg/dia 70% colesterol total Praticamente todos os tecidos Principais: fígado, intestino, córtex renal e tecidos reprodutivos NADPH é o doador de equivalentes redutores Citossol e retículo endoplasmático Mecanismos de regulação: síntese endógena/excreção
99 Síntese do Colesterol HMG coa redutase Ligada ao RE Etapa limitante HMG coa sintase
100 Múltiplos de unidades isoprenóides: vita,e,k, carotenóides, clorofila Síntese de unidade isoprenóide ativada bloco de construção do colesterol
101 Isoprenóides
102 C5 6 unidades Último intermediário linear C30
103 C30 Gasto: 18ATP Dezenas NADPH Ciclização do esqualeno C27
104 Destino do Colesterol
105 Destino do Colesterol Sais biliares Aumento da excreção de colesterol para bile = cálculos biliares Emulsificação e solubilização lipídeos
106 Destino do Colesterol
107 Destino do Colesterol
108 Regulação da Síntese do Colesterol Taxa de formação de colesterol responde bastante ao seu nível celular HMG-coA redutase 1.Velocidade de síntese do mrna 1.Taxa de tradução do mrna 1.Degradação 1.Fosforilação HMG coa redutase HMG coa sintase
109 Regulação da Síntese do Colesterol 1. Velocidade de síntese do mrna SCAP SREBP Cleavage Activating Protein SREBP Sterol Regulatory Element Binding Protein Sensor do colesterol
110 Regulação da Síntese do Colesterol 2. Taxa de tradução do mrna HMG-coA redutase Inibida por metabólitos não esteróides derivados do mevalonato e do colesterol da alimentação
111 Regulação da Síntese do Colesterol 3. Degradação da HMG-coA redutase Enzima Bipartida Domínio citoplasmático : catálise Dominio transmembrana : capta sinais que levam a degradação Alterações estruturais em resposta a [colesterol] : suscetível a proteólise Altos niveis colesterol : redutase se liga a proteínas Insigs ubiquitinação degradação Regulação da quantidade de enzima ~200x
112 Regulação da Síntese do Colesterol 4. Fosforilação da HMG-coA redutase Proteína quinase ativada por AMP Fosfoproteína fosfatase Fosforilada = inativa Desfosforilada = ativa Sintese pára qdo ATP baixo Regulação hormonal Aumenta insulina = aumenta expressão da HMG coa redutase
113 Regulação da Síntese do Colesterol
114 Inibidores HMG-coA redutase HMG coa redutase
115 Estrutura do LDL: Low Density Lipoprotein
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120 Lipoproteínas e transporte de
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123 Tomada de colesterol por endocitose mediada por receptor LDL: Principal transportador de colesterol no sangue ~1500 moléculas de colesterol esterificado Regulação da síntese
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125 Regulação da Síntese do Colesterol
126 Davis Jr & Altmann, Biochimica et Biophysica acta, 1791(7) 2009
127 Ge et al Cell
128 Transporte de SCAP/SREBP mediada por Insig Goldstein et al, Cell 2006
129 Transporte de SCAP/SREBP mediada por Insig Goldstein et al, Cell 2006
130 Degradação regulada de HMG coa redutase Goldstein et al, Cell 2006
131 Trends in Cell Biology Vol.13 No.10 October 2003
BIOSSÍNTESE DE ÁCIDOS GRAXOS E REGULAÇÃO DO METABOLISMO DE GORDURAS
BIOSSÍNTESE DE ÁCIDOS GRAXOS E REGULAÇÃO DO METABOLISMO DE GORDURAS Se carboidratos, gorduras e proteínas são consumidas em quantidades que excedam as necessidades energéticas, o excesso será armazenado
Fontes de Ácidos Graxos. Dieta Estoque de gorduras Síntese de outras fontes
Acetil CoA ATP Fontes de Ácidos Graxos Dieta Estoque de gorduras Síntese de outras fontes Lipídios ingeridos da dieta L i Emulsificação Sais biliares Lipases intestinais degradam TCG Mucosa intestinal
Graxos. Metabolismo dos Lipídios. Oxidação. Degradação dos Triacilgliceróis is (TG) do Tecido Adiposo. Tecido Adiposo. Tecido Adiposo.
Lipóle (β-oxida( oxidação) Cetogênese Síntese de Ácidos Graxos Alexandre Havt Metabolmo dos Lipídios Fonte de obtenção Dieta Triacilgliceró Síntese endógena Transporte Excesso de Carboidratos, Proteínas
Lipídeos e ácidos graxos
Lipídeos e ácidos graxos Tópicos de Estudo Lipídeos Lipoproteínas Passos da -oxidação Regulação em estados absortivos, fome e exercício Lipídeos que contem ácidos graxos Ácidos graxos e triacilgliceróis
Mobilização e Oxidação de Lipídeos
Fontes de ácidos Graxos: Mobilização e xidação de Lipídeos 1. Gorduras da alimentação; 2. Gorduras armazenadas; Fernanda Malagutti Tomé 3. Gorduras recém-sintetizadas. s vertebrados utilizam as três fontes.
Lipídeos de armazenamento. (Gorduras e óleos) Substâncias que originam ácidos graxos e usadas como moléculas que armazenam energia nos seres vivos.
Disciplina Bioquímica II FCAV/UNESP Cristiane Moretto Doutoranda em Microbiologia Agropecuária Lipídeos de armazenamento (Gorduras e óleos) Substâncias que originam ácidos graxos e usadas como moléculas
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