Introdução ao Metabolismo. Deborah Schechtman
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- Júlia Benedita Azambuja Stachinski
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1 Introdução ao Metabolismo Deborah Schechtman
2 O que é metabolism? O conjunto de reações químicas responsáveis pelos processos de síntese e degradação dos nutrientes na célula. O metabolismo inclui anabolismo, que é a síntese, ou seja, formação de compostos e catabolismo, onde há degradação, ou quebra de compostos. O metabolism se adapta às diferentes necessidades do organismo.
3 Organismos vivos necessitam de energia para manter suas funções biológicas Exercício Reparo Crescimento
4 Metabolismo inclui - Atividade celular coordenada. - Múltiplas enzimas colaborando para a obtenção de energia. - Obtenção de energia química. - Conversão de moléculas para precursores necessários para a síntese de macromoléculas característicos de cada célula. - Polimerização de precursores monoméricos em macromoléculas, proteínas, ácidos nucléicos e polissacarídeos. - Síntese e degradação de biomoléculas necessárias para a execução de funções específicas (síntese de membranas, lipídeos, mensageiros intracelulares).
5 METABOLISMO Obtenção e armazenamento de compostos do ambiente para a produção de energia Utilização de energia
6 Para manterem-se vivos e desempenhar suas funções biológicas os ogranismos necessitam de energia. Reações exorgônicas como a oxidação de alimentos são acopladas a reações endorgônicas Reações endorgônicas -Transporte ativo contra gradientes de concentração -Síntese de biomoléculas -Armazenamento de biomoléculas -Trabalho mecânico
7 Como é feita a aquisição de? Fototróficos (obtém energia da luz solar) Quimiotróficos (oxidação de compostos do meio ambiente) Quimiolitotróficos (oxidam material inorgânico). Quimiorganotróficos (oxidam material orgânico).
8 Metabolismo é a soma de todas as transformações químicas. Reações catalisadas por enzimas. Vias metabólicas
9 Catabolismo e Anabolismo
10 As reações são catalisadas por enzimas
11 Reações metabólicas Oxidação e redução
12 Reações metabólicas Ligações
13 Reações metabólicas Rearranjos (isomerização)
14 Reações metabólicas Hidrólise
15 Reações metabólicas Transferência de grupos
16 Metabolismo Uma das funções do metabolismo é a produção de energia. Esta energia deve estar na forma de ATP para ser utilizada pelas células.
17 Os organismos vivos utilizam energia química na forma de ATP para as suas reações metabólicas
18 ATP O ATP é uma forma química de armazenamento de energia Energia química do ATP é utilizada para promover processos biológicos que requerem energia. Ex: A contração muscular depende de ATP. Energia obtida da oxidação dos nutrientes deve estar sob a forma de ATP para a sua utilização nos processos que requerem energia na célula. A utilização da energia do ATP é feita pela transferência de grupo fosforila para moléculas aceptoras. ATP + X XP + ADP P= PO 3 2- ATP é utilizado para a síntese de compostos fosforilados
19 Ligação anidrido fosfórico Ligação éster fosfórica
20 Coenzimas e cofatores Holoenzimas são enzimas conjugadas. A unidade é formada por Apoenzima (porção protéica) + Coenzima (porção não protéica ou radical prostético).
21 Co-fatores Regulam a atividade enzimatica. Transferem prótons e elétrons (reações de oxidação e redução). Todas as vitaminas hidrossolúveis com exceção da vitamina C são convertidas/ ativadas a co-fatores. Das vitaminas lipossolúveis (ADEK) apenas a vitamina K é convertida a um co-fator. Nem todos os co-fatores são vitaminas o ácido lipóico não é uma vitamina. Co-fatores podem carregar grupos funcionais como metil e acil
22
23 Coenzimas regulam reações enzimáticas, transferem prótons e elétrons
24 Processos metabólicos envolvem a síntese e a oxidação de macromoléculas Catabolismo - Degradação de moléculas orgânicas (carboidratos, lipídeos e proteínas), convertidas a produtos menores Ácido lático, CO 2 Liberação de energia conservada na forma de ATP, e carreadores de e - NADH, NADPH Perda de energia na forma de calor. reduzidos Anabolismo Biossíntese pequenos precursores simples formam moléculas maiores e mais complexas. Lipídeos, polisacarídeos, proteínas, ácidos nucléicos. Requer energia na forma de ATP transferência de grupo fosforila, e da oxidação de cofatores NADH, NADPH, FADH 2.
25 Como a modulação das enzimas regula as vias metabólicas e os níveis de catabolismo e anabolismo? Concentração do substrato. Regulação alostérica pelos cofatores. Outras formas de regulação: Fosforilação Expressão proteica Sinais extracelulares
26 Vias anabólicas são divergente e catabólicas convergentes Vias metabólicas são coordenadas, reguladas e interelacionadas MAPA II POLISSACARÍDIOS PROTEÍNAS LIPÍDIOS GLICOSE AMINOÁCIDOS ÁCIDOS GRAXOS Fosfoenolpiruvato (3) Asp Gly Ala Ser Cys Leu Ile Lys Phe Glu Lactato Piruvato (3) CO 2 Acetil-CoA (2) CO 2 Oxaloacetato (4) Citrato (6) CO 2 As vias anabólicas e catabólicas devem ser diferentes Malato (4) Fumarato (4) Succinato (4) Isocitrato (6) CO 2 Cetoglutarato (5) CO 2
27 Reações reversíveis e irreversíveis MAPA II POLISSACARÍDIOS PROTEÍNAS LIPÍDIOS GLICOSE AMINOÁCIDOS ÁCIDOS GRAXOS Fosfoenolpiruvato (3) Asp Gly Ala Ser Cys Leu Ile Lys Phe Glu Lactato Piruvato (3) CO 2 Acetil-CoA (2) CO 2 Oxaloacetato (4) Citrato (6) CO 2 Malato (4) Isocitrato (6) Reações irreversíveis reações altamente exorgônicas Fumarato (4) Reações iniciais geralmente são irreversíveis. Reações que compromentem a via metabólica. Geralmente são reações reguladas. Succinato (4) CO 2 Cetoglutarato (5) CO 2
28 Produção de ATP Reações metabólicas sao altamente reguladas ocorrendo em diferentes compartimentos celulares.
29 Diferentes tecidos tem funções específicas nas vias metabólicas Músculo esquelético No músculo a glicose é armazenada como glicogênio que é utilizado quando o corpo precisa de mais energia Fígado Glicose armazenada como glicogênio e usada para manter os níveis de açucar no sangue.
30 Porque devemos estudar metabolismo?
31 Descoberta de novos medicamentos
32 Drug Discovery Today (2006)
33 Estatinas Inibidores da HMG CoA reductase
34 HMG CoA redutase HMG CoA + NADPH mevalonato + NADP Enzima reguladora da velocidade de síntese do colesterol
35 Conhecendo-se a via de síntese do colesterol e as etapas principais, foi-se capaz de desenvoler medicamentos que inibem a síntese do colesterol, diminuíndo os níveis de colesterol circulante.
36 Colesterol e doenças cardíacas Excesso de depósito de colesterol no sangue leva a doença cardiovasculares.
37 Estatinas - Diminuem o colesterol total ~ 40%. e as lipoproteínas de baixa densidade) (LDL)~ 50%. - Diminui o risco de derrame e ataque cardíaco.
38 A cada cinco minutos ocorre uma morte por ataque cardíaco no Reino Unido Deaths by cause, women, 2004, United Kingdom Respiratory disease 14% Injuries & poisoning 3% Other cancer 14% All other causes 22% Colo-rectal cancer 2% Breast cancer 4% Lung cancer 4% Coronary heart disease 15% Other CVD 9% Stroke 12% Office of National Statistics (2005) Scotland General Register Office (2005) Northern Ireland General Register Office (2005)
39 Fatores de risco para doenças cardiovasculares Dieta rica em gordura Excesso de peso/obesidade Pressão alta Fumo Falta de exercício Genética
40 Síndrome metabólica 1. Obesidade, particularmente na cintura. 2. Pressão alta 3. Colesterol atlo, HDL baixo e triglicerídeo 4. Resistência a insulina
41 Questões importantes Como que uma dieta rica em carboidratos pode levar à obesidade? Como que uma dieta rica em lipídeos pode levar a doenças cardiovasculares? Quais são os equilíbrios alterados na diabetes?
42 Para responder devemos compreender: O que ocorre com os carboidratos, os lipídeos e as proteínas ingeridas?
43 Obtenção de energia atraves da oxidação de substâncias Carboidratos Lipídeos Proteínas
44 Componentes mais importantes dos alimentos (macronutrientes) Carboidratos Lipídios Proteínas Glicose Ácidos graxos Aminoácidos
45 Carboidratos Digeridos Sangue Glicose
46 Utilização da glicose Fígado, Tecido adiposo e Glândulas mamárias (na lactação) Síntese de ácidos graxos Células Glicose entra facilmente nas células e é utlizada para se produzir energia Músculo esquelético No músculo a glicose é armazenada como glicogênio que é utilizado quando o corpo precisa de mais energia Fígado Glicose armazenada como glicogênio e usada para manter os níveis de açucar no sangue.
47 Reações de oxidação de nutrientes (H + + e - ) Nutriente oxidação C0 2 (H + + e - ) Coenzimas (oxidadas) Coenzimas (H+ + e-) (reduzida) Coenzimas (H+ + e-) (reduzida) + O 2 + ADP + Pi Coenzimas (oxidadas) + ATP + H 2 0
48 Metabolismo MAPA II POLISSACARÍDIOS PROTEÍNAS LIPÍDIOS GLICOSE AMINOÁCIDOS ÁCIDOS GRAXOS Fosfoenolpiruvato (3) Asp Gly Ala Ser Cys Leu Ile Lys Phe Glu Lactato Piruvato (3) CO 2 Acetil-CoA (2) CO 2 Oxaloacetato (4) Citrato (6) CO 2 Malato (4) Isocitrato (6) Fumarato (4) CO 2 Cetoglutarato (5) Succinato (4) CO 2 Coenzimas reduzidas Fosforilação oxidativa ATP
49 Como que o ATP pode estar envolvido nas reações metabólicas Glicose + Fosfato Glicose 6 fosfato + H 2 O DG =14kJ.mol -1 Reação termodinamicamente inviável Glicose + ATP Glicose 6 fosfato + ADP + H + DG =-17kJ.mol -1
50 ADP + Pi Oxidação de nutrientes Processos que requerem energia ATP
51 Síntese (Anabolismo) A + B A -B DG > 0 Reação termodinamicamente inviável A + ATP A fosfato + ADP A fosfato + B A-B + Fosfato DG < 0 A + B + ATP A-B + ADP + Fosfato DG < 0 Transferência do fosfato possibilita as reações
52 Como podemos estudar metabolismo? -Utilizando inibidores específicos -Mutações (modelos animais e deficiências genéticas -Marcações metabólicas
53 Fenilcetonuria
54 Porque? Diferentes atividades físicas e situações fisiológicas utilizam diferentes reações metabólicas para a obtenção de energia.
55 Produção de ATP Sistema creatina fosfato Respiração anaeróbica Respiração aeróbica Via de produção de ATP se adapta à atividade física e dieta
56 Sistema creatina fosfato ADP + creatina fosfato = ATP Este sistema de produção de energia é extremamente eficiente Não necessita de oxigênio Não gera disperdícios Rapidamente esgotado
57 Respiração anaeróbica e aeróbica
58 Respiração anaeróbica Produção de ácido lático. Causa dor muscular. O músculo deve repor os níveis de oxigênio
59 Respiração anaeróbica Glicose passa nas células musculares e é utilizada para produzir energia para a contração muscular. Glicose é transportada para o músculo via o sangue. A respiração anaeróbica produz o ácido lático Durante a respiração anaeróbica os músculos não recebem oxigênio suficiente. Há acúmulo de ácido lático. Ocorre o débito de oxigênio que deve ser reposto após o exercício. Acúmulo de ácido lático causa dor muscular de forma que a respiração anaeróbica só pode ocorrer por curtos períodos de tempo.
60 Respiração Aeróbica Sistema utilizado em baixos níveis de atividade quando há energia suficiente para ser distribuída para o músculo para se livrar de todo o piruvato. Em baixos níveis de atividade carboidratos podem ser usados como fonte de energia muscular. Isso preserva os estoques de glicose. Quanto mais intenso o exercício mais glicose será utilizada.
61 Como ocorre a respiração aeróbica Transporte de Glicose e de oxigênio hemoglobina nas hemácias A respiração Aeróbica Glicose e oxigênio passam para as células musculares do corpo e são utilizados para produzir a contração muscular. Durante a respiração aeróbica o coração e os pulmões providenciam oxigênio suficiente para os músculos. O dióxido de carbono é liberado pelos pulmões, a água é liberada pelo suor, urina, ou como vapor d água. Com tanto que haja oxigênio suficiente para os músculos exercícios aeróbicos podem ser executados por períodos longos. Respiração Aeróbica produz CO 2 e água.
62 Respiração Aeróbica Glicose Oxigênio Energia para a contração muscular e movimento Água CO 2
63 Energia e tipos de atividade Cada tipo de exercício físico obtem energia de uma forma. Alguns usam mais respiração aeróbica. Outros usam mais respiração anaeróbica. A maioria usa uma combinação dos dois. Eventos Maratona 10,000 m 5,000 m 1,500 m 800 m 400 m 200 m 100 m Percentagem de respiração aeróbica 100% 95% 83% 60% 50% 20% 10% Menos de 1% Jogadores de basquete usam os dois sistemas
64 Vias metabólicas MAPA II Perguntas: POLISSACARÍDIOS PROTEÍNAS LIPÍDIOS GLICOSE AMINOÁCIDOS ÁCIDOS GRAXOS Fosfoenolpiruvato (3) Asp Gly Ala Ser Cys Leu Ile Lys Phe Glu Proteína Proteína Glicose? Ácido graxo? Lactato Piruvato (3) CO 2 Acetil-CoA (2) Glicose Ácido graxo? CO 2 Glicose Proteína? CO 2 Oxaloacetato (4) Citrato (6) Malato (4) Isocitrato (6) Ácido graxo Glicose? Fumarato (4) CO 2 Cetoglutarato (5) Ácido graxo Proteína? Succinato (4) CO 2
65 Acetil-CoA
66 POLISSACARÍDIOS PROTEÍNAS LIPÍDIOS GLICOSE AMINOÁCIDOS ÁCIDOS GRAXOS Fosfoenolpiruvato (3) Jejum prolongado Asp MAPA II Gly Ala Ser Cys Leu Ile Lys Phe Glu Armazenamento de glicose exgotado degradação de lipídeos Lactato Piruvato (3) CO 2 CO 2 Acetil-CoA (2) Formação de Corpos cetônicos Oxaloacetato (4) Citrato (6) CO 2 Malato (4) Isocitrato (6) Fumarato (4) CO 2 Cetoglutarato (5) Succinato (4) CO 2 Cofatores gerados Fosforilação oxidativa ATP
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