PARECER ACERCA DO SEGURO OBRIGATÓRIO DA LEI /2012
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- William Mendonça Castilhos
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1 PARECER ACERCA DO SEGURO OBRIGATÓRIO DA LEI /2012 A Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Paraná FETROPAR, por intermédio de seu ilustre presidente Sr. Epitácio Antonio dos Santos, honra-me com a solicitação de parecer sobre o seguro obrigatório, tendo em vista a confiança já concretizada desde a construção do texto da lei e de sua correta interpretação. A dúvida ocorre pela interpretação do Parágrafo único, do art. 2 da Lei n /2012, que dispõe: Parágrafo único: Aos profissionais motoristas empregados referido nesta Lei é assegurado o benefício de seguro obrigatório, custeado pelo empregador, destinado a cobertura dos riscos pessoais inerente às suas atividades, no valor mínimo correspondente a 10 (dez) vezes o piso salarial de sua categoria ou em valor superior fixado em convenção ou acordo coletivo de trabalho. Indaga o Consulante sobre se o (a)interpretação dos riscos pessoais à atividade profissional ; (b)seguro obrigatório tem cobertura de morte natural; (c)seguro obrigatório tem cobertura de invalidez por doença. I RISCOS PESSOAIS Com advento da Lei /2012, criou a obrigatoriedade de seguro custeado pelo empregador ao motorista profissional, destinado à cobertura dos riscos pessoais inerentes às suas atividades, nos termos do parágrafo único do art. 2. Assim, restou assegurado pela lei a garantia mínima de 10 pisos da categoria, cuja contratação do plano deve ser promovida pelo empregador, pois caso não possua deverá suportar com o ônus da indenização.
2 Contudo, o seguro obrigatório traz dúvidas relativamente quais coberturas devem ser contratados que sejam suficientes para cobrir riscos pessoais inerente a atividade do motorista profissional. Destarte, toda norma segundo a doutrina jurídica compartilha que qualquer preceito normativo deve ser interpretado em harmonia com os princípios gerais de um ordenamento jurídico, portanto, há de se cuidar às especificidades de cada conteúdo expresso numa ou noutra norma, além do cuidado com o âmbito de aplicabilidade da lei específica. Dito isto, o Parágrafo único do art. 2 da Lei n /2012, deve ser interpretado diante do que está estabelecido na CLT, no Código Civil e na Legislação Previdenciária, pois caso se interprete diferente haveria uma contradição, portanto o correto é realizar uma interpretação sistemática, para que a norma tenha harmonia. Neste prisma, a alínea a do parágrafo único do art. 162 da CLT, determina que a classificação de risco é feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego, assim o Quadro I, letra I, subitem , da NR 04 do Ministério do Trabalho e Emprego o transporte rodoviário de cargas consiste em atividade de alto risco (grau 3), O motorista está exposto a diversos riscos ambientais, em especial a acidentes de trânsito, pela constante exposição durante a maior parte da jornada em estradas movimentadas e muitas vezes sem condições adequadas. Porém, os acidentes não são os únicos riscos a qual a atividade do motorista profissional está exposta, também se ressalta as doenças ocupacionais estabelecidos no anexo II, lista B e C, do Decreto 3.048/99 (Nexo Técnico Epideomológico - NETEP), que estabelecem os principais problemas de saúde que o trabalhador pode adquirir durante a atividade laboral, portanto trata-se de risco pessoal. dispõe: O Decreto n /1967, que regulamenta sobre acidente de trabalho
3 Art. 3º Acidente do trabalho será aquele que ocorrer pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal, perturbação funcional ou doença que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Parágrafo único. Será considerado com do trabalho o acidente que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte ou a perda ou redução da capacidade para o trabalho. Art. 4º Doença do trabalho será: I - qualquer das doenças profissionais inerentes a determinados ramos de atividade e relacionadas em ato do Ministro do Trabalho e Previdência Social; II - a doença resultante das condições especiais ou excepcionais em que o trabalho seja realizado. Art. 5º Para os efeitos deste Regulamento: I - equipara-se ao acidente do trabalho a doença do trabalho; II - equipara-se ao acidentado o empregado acometido de doença do trabalho; III - considera-se como data do acidente, quando se tratar de doença do trabalho, a da comunicação desta à empresa ou ao INPS. Art. 6º Serão também considerados acidentes do trabalho: I - o acidente sofrido pelo empregado no local e no horário do trabalho, em consequência de: a) ato de sabotagem ou de terrorismo praticado por terceiro, inclusive companheiro de trabalho; b) ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada com o trabalho; c) ato de imprudência ou de negligência de terceiro, inclusive companheiro de trabalho; d) ato de pessoa privada do uso da razão; e) desabamento, inundação ou incêndio; f) outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior; II - o acidente sofrido pelo empregado, ainda que fora do local ou do horário do trabalho; a) na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;
4 b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa, para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito; c) em viagem a serviço da empresa, seja qual for o meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do empregado; d) no percurso da residência para o trabalho ou deste para aquela; e) no percurso de ida e volta para refeição no intervalo do trabalho. 1º No período destinado a refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outra necessidade fisiológica, no local ou durante o horário do trabalho, o empregado será considerado a serviço da empresa. 2º O disposto no item II não se aplica ao acidente sofrido pelo empregado que tiver, por interesse pessoal, interrompido ou alterado o percurso de que tratam suas letras d e e; 3º Entende-se como percurso o trajeto usual da residência ou do local de refeição para o do trabalho, ou deste para aqueles, locomovendo-se o empregado a pé ou valendo-se de transporte da empresa ou próprio, ou da condução normal. Para SANTOS 1 em seus ensinamentos diz que: Aparentemente considerados seguros afins, o de Acidentes Pessoais e o de Acidente de Trabalho, são na realidade diferentes quanto ao entendimento médico-legal-judicial, em face da natureza específica de seus conceitos básicos. O acidente Pessoal elimina todos os eventos que possam não caracterizar expressamente um acidente típico, não se incluindo, repita-se à exaustão, as doenças quaisquer que sejam as suas causas, ainda que provocadas, desencadeadas e agravadas por acidente coberto, direta ou indiretamente. Daí, em face de suas características próprias, mister saber diferenciá-los, a bem da equidade e da justiça, pois são regulados por legislação diversa a cada um desses dois ramos de seguros, exigindo interpretações que transcendem a esfera meramente jurídica, para assumirem conotações médico-legais de grande importância. 1 SANTOS, Ricardo Bechara. Direito de Seguro no Cotidiano. 1ª Ed. Rio de Janeiro/RJ: Forense, 1999, pág. 113.
5 Portanto, desde já se afasta a ideia de que a Lei do Motorista Profissional determinou que o empregador devesse manter um seguro de acidentes pessoais, ao contrário, expressamente descreve a cobertura de riscos pessoais inerente às suas atividades, ou seja, muito mais próximo ao conceito de seguro de acidente de trabalho, conforme acima exposto. Destarte, não restam dúvidas que o seguro privado que o empregador deve manter de cobrir e garantir todas as coberturas previstas no Decreto /1967, como acidente de trabalho por serem inerentes as atividades do motorista profissional. PERMANENTE II COBERTURA DE MORTE NATURAL E INVALIDEZ Neste sentido, estabelecidos os riscos a qual os motoristas estão expostos, as coberturas de seguro de pessoas estão regulamentados na Circular SUSEP 17/92, que incluem as cobertura básica de morte natural e as adicionais de Indenização Especial de morte por Acidente (IEA), Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA) e Invalidez Permanente Total por Doença (IPD), nos termos do art. 2º, ou seja, todas as coberturas necessárias para riscos pessoais inerentes às suas atividades. Notadamente, não há o que se falar em seguro de acidentes pessoais, como exposto no item anterior, assim, trata-se de seguro de vida, onde necessariamente necessita de cobertura de morte natural para as demais coberturas. Restam excluídos os riscos previstos no art. 6º, quais sejam: I - do uso de material nuclear para quaisquer fins, incluindo a explosão nuclear provocada ou não, bem como a contaminação radioativa ou exposição a radiações nucleares ou ionizantes. II - de atos ou operações de guerra, declarada ou não, de guerra química ou bacteriológica, de guerra civil, de guerrilha, de revolução, agitação, motim, revolta, sedição, sublevação ou outras perturbações da ordem pública e delas decorrentes.
6 III - de doenças preexistentes à contratação do seguro não declaradas no cartão-proposta, quando este é exigido. A cobertura adicional de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA) será no valor integral caso seja a invalidez total e se for parcial será pago conforme o percentual estabelecido na tabela do DPVAT e a Invalidez Permanente Total por Doença (IPD) será pago o valor integral ao motorista, contudo não há cobertura para invalidez parcial. Considerando que Indenização Especial de morte por Acidente (IEA) é uma cobertura adicional, no caso de morte acidental os beneficiários do motorista receberão a indenização em dobro, ou seja, cobertura básica prevista na lei ou acordo/convenção coletiva e a cobertura adicional no mesmo valor. III CONCLUSÃO Entendo, portanto que: (a) Riscos pessoais inerente às suas atividades são todas as possibilidades descritas no Decreto n /1967. (b) A cobertura de morte natural, pela atual legislação securitária é obrigatória na contratação de seguro de vida, por se tratar de cobertura básica, além de indenização em dobro no caso de morte acidental. (c) A cobertura de invalidez por doença é obrigatória, tendo em vista a possibilidade de doenças ocupacionais, tais como descritas no Nexo Técnico Epidelmológico. (d) Não há atualmente uma regulamentação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) ou do Conselho Nacional de Seguro Privado (CNSP), que possa trazer interpretação ao contrário.
7 Destarte, o seguro obrigatório estabelecido pela lei /2012, deve garantir uma cobertura mais abrangente do que um simples seguro contra acidentes pessoais, pois muitas empresas erroneamente contratam seguros para os veículos que incluem cobertura de morte e invalidez no caso de acidente para o condutor, contudo se o trabalhador sofrer um acidente de trabalho na carga ou descarga do veículo (por exemplo: queda do veículo ou queda de objeto sobre o motorista) este seguro não dará cobertura e, portanto o empregador deverá arcar com o valor da indenização do seguro. Diante da Legislação vigente no Brasil, conclui-se que o seguro obrigatório para o motorista profissional deve ser o mais abrangente possível para que de fato atinja a finalidade prevista pelo legislador. Tito Antonio Oliveira dos Santos OAB/PR SUSEP Advogado Trabalhista Corretor de Seguros Mestrando em Direito do Trabalho e Relações Internacionais do Trabalho pela Universidad Nacional Tres de Febrero Buenos Aires/Argentina
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