1 6 Nozes e Frutas Secas [Alimentos e medicamentos]
|
|
|
- Milena Lisboa Álvares
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 6 Nozes e Frutas Secas [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria Nozes e frutas secas, exceto amendoins que são classificados como feijões. Números de HS Commodity Nozes , Castanhas de caju , Avelãs , Nozes Castanhas , , , Amêndoas Pistácios Noz de Macadâmia , , , / Outras Nozes , , Frutas Secas Bananas Figos Uvas Passas Damascos Ameixas Bagas Caquis , , / Outros , , Tendências de Importação (1) Tendências recentes na Importação de Nozes e Frutas Secas Em 1999, o volume total de importação de nozes caiu 0,9% em relação ao anterior, ou seja para toneladas. Ao contrário, as importações de frutas secas aumentaram 8,6%, ou seja para toneladas, em volume. Observando as tendências das importações, em médio prazo, nota-se que as importações de nozes cresceram em função do aumento na demanda de castanhas de caju e nozes de macadâmia como nozes de mesa e das aplicações crescentes de nozes como ingredientes de doces ou para pratos chineses. Desde 1993, as importações de nozes dobraram, registrando um crescimento surpreendente. Isso foi devido à utilização de nozes em vários tipos de comida, incluindo bolos e pães. Esse aumento de consumo foi alavancado por diversas campanhas agressivas de relações públicas, conduzida no Japão pela associação da indústria de nozes nos Estados Unidos o fornecedor principal para promover a demanda no Japão. No geral, as importações de nozes aumentaram pelo crescimento de nozes e castanhas de caju e tem aumentado continuamente desde o início dos anos 90, apesar de variar um pouco, dependendo do ano. Desde seu pico em 1995, as importações demonstram uma tendência decrescente. Em relação às frutas secas, o volume das importações de uvas-passas representa mais do que a metade das importações. No segundo setor mais importante, que são as ameixas, caquis e damascos, o crescimento parou e os níveis estão estagnados. No início dos anos 90, as importações de figos secos, que são comidas macrobióticas populares, não mudaram nesses anos, devido ao fim da explosão. O Japão diminuiu suas taxas tarifárias de nozes e frutas secas, em abril de 1995, conforme divulgado na Reunião do Uruguai. 46
2 (tons) Importação de Nozes no Japão (Milhões de ienes) Quantidade (tons) Valor (Milhões de ienes) Castanhas de caju Avelãs Nozes Amêndoas Castanhas Pistácios Nozes de Macadâmia Outras Nozes Total Volume Valor Volume Valor Volume Valor Volume Valor Volume Valor Unidade: toneladas, Milhões de ienes (tons) Importação de Frutas Secas no Japão Fonte: Exportações e Importações no Japão (Milhões de ienes) Quantidade (tons) Valor (Milhões de ienes) Bananas Figos Uvas Passas Damascos Ameixas Bagas Caquis Outros Total Unidade: toneladas, Milhões de ienes Volume Valor Volume Valor Volume Valor Volume Valor Volume Valor Fonte: Exportações e Importações no Japão (2) Importações por Local de Origem Os maiores exportadores de nozes e frutas secas variam para cada tipo de noz e de fruta. Em geral, o principal exportador de um produto específico, representa a maioria das importações do Japão para aquele tipo de produto. Os principais importadores são Indonésia, Índia e Tailândia. O Japão importa 90% das castanhas de caju da Índia. Apesar de representar pequeno volume, a maioria de suas nozes de macâdamia vem do Kenya e aproximadamente 90% de suas avelãs vêm da Turquia. 47
3 A maioria dos pistácios vem do Irã. A maioria das castanhas vem da China e da República da Coréia, e os principais fornecedores de nozes são os Estados Unidos e China. Quase todas as importações de amêndoas são dos Estados Unidos. Em relação à importação de frutas secas, as importações de uvas-passas e ameixas, na maioria, originamse dos Estados Unidos, e os caquis secos em sua maioria vêm da China. Os Principais Exportadores de Azeite para o Japão <Nozes> PAÍS EUA CHINA REP. CORÉIA ÍNDIA AUSTRÁLIA OUTROS TOTAL Unidade: toneladas, Milhões de ienes Valor Valor Valor Valor Valor Quantidade ÍNDIA 9,9% Fonte: Exportações e Importações no Japão REP. CORÉIA 14,4% AUSTRÁLIA OUTROS 2,5% 6,2% Valor 1999 CHINA 29,2% EUA 37,8% <Frutas Secas> PAÍS EUA CHINA TURQUIA ÁFRICA DO SUL AUSTRÁLIA OUTROS TOTAL Unidade: toneladas, Milhões de ienes Valor Valor Valor Valor Valor Quantidade Fonte: Exportações e Importações no Japão AUSTRÁLIA 1,0% ÁFRICA DO SUL 2,7% TURQUIA CHINA 3,1% 9,2% OUTROS 3,0% Valor 1999 EUA 81,0% (3) A Participação de Importações no Mercado japonês O estoque total de amêndoas, castanhas de caju e pistácios que o Japão possui é importado. O Japão não produz nozes, mas as nozes produzidas nacionalmente não podem competir com as importações em termos de quantidade e preço. Portanto, as importações representam também a maior parte do mercado de nozes. O Japão não cultiva os tipos de uvas que são mais apropriadas para processamento de uvas-passas Portanto, seu estoque total de uvas-passas é importado. O mesmo se aplica para ameixas secas. Não há estatísticas sobre a produção interna de caquis secos, então as alterações nas participações para cada ano não podem ser definidas, mas nos últimos anos, estima-se que quase 50% do fornecimento total do Japão seja importado. 3. O Processo de Importação e Distribuição (1) Regulamentos Legais e Procedimentos Administrativos 1) Lei de Proteção às Plantas As importações de nozes e frutas secas processadas, sem o uso de calor, estão sujeitas às disposições da Lei de Proteção às Plantas. A Lei proíbe a importação de nozes sem a casca dos países relacionados na tabela abaixo. 48
4 Países/Áreas Sujeitas à Proibição de Importação de Nozes sem Casca Afeganistão, Israel, Iraque, Irã, Índia, Cipreste, Jordão, Síria, República Popular da China, Turquia, Paquistão, Mianmar, Líbano, Europa, antiga União Soviética, África, Estados Unidos (exceto as ilhas do Havaí), Canadá, Argentina, Uruguai, Columbia, Chile, Brasil, Peru, Bolívia, Austrália, Nova Zelândia. (Entretanto, isto não se aplica para nozes sem cascas de algumas variedades que são importadas diretamente dos Estados Unidos para o Japão sem passar por outro país e em conformidade com os padrões definidos pelo Ministério da Agricultura, Florestal e das Pescas.) (Desde Maio, 1998) Frutas secas relacionadas na tabela abaixo não estão sujeitas ao disposto pela Lei de Proteção à Plantas. Frutas Secas Não Incluídas na Lei de Proteção à Plantas Frutas secas de damascos comuns, figos, caquis, kiwi, ameixas, pêras, jujuba, tâmaras, abacaxi, banana, mamão papaia, uvas, mangas, pêssego e longans. (Desde Maio, 1998) As importações de nozes e frutas secas, que não são processadas usando o tratamento a base de calor e que não estão relacionadas na lista acima, devem ser acompanhadas do Certificado Fitosanitário, emitido pelo órgão governamental competente do país exportador. O importador deve apresentar este certificado com o Formulário para Inspeção de Plantas e Artigos Proibidos para Importação à Agência de Proteção à Plantas, no qual um inspetor de quarentena de plantas irá inspecionar a carga para verificar se contém plantas ou pestes animais nocivas. A ilustração apresenta um fluxograma destes procedimentos. Quarentena de Plantas Certificado Fitosanitário obtido do Governo do País Exportador (por Exportador) Porto de Entrada Designado Chegada no Porto de Entrada Cadastramento para Inspeção de Plantas Importadas em conjunto com o Certificado Fitosanitário do Pais Exportador (por Importador) Inspeção de Importação (Divisão de Proteção à Plantas) Nenhuma infestação detectada Julgamento Infestação Detectada Quarentena de Plantas Certificado de Inspeção Fumigação Executado Sob a Descarte Responsabilidade do Importador Quarentena de Plantas Certificado de Inspeção Nota: Algumas nozes assadas ou outras nozes processadas a base de calor estão isentas da inspeção de quarentena para plantas, dependendo do grau de tratamento a calor utilizado. A Agência de Proteção às Plantas é autorizada a avaliar se as inspeções de quarentena são necessárias. Nozes incluídas na relação seguinte estão sujeitas às disposições da Lei de Proteção às Plantas, entretanto, a importação é possível sem o certificado fitosanitáiro do governo exportador anexado: Sementes secas de amêndoas, castanhas de caju, cocos, pistácios, castanhas e nozes da macadâmia. 49
5 2) Lei de Higiene Alimentar: Nozes e frutas secas que passaram pela inspeção de quarentena de plantas devem apresentar um Formulário de Notificação para a Importação de Alimentos etc, juntamente com a documentação obrigatória à Agência de Quarentena do Porto de Entrada conforme exigido pelas disposições da Lei de Higiene Alimentar. As inspeções são executadas de acordo com as do formulário para importação e uma determinação é feita, declarando se a mercadoria pode ou não ser importada para o Japão. As nozes são inspecionadas por causa da possível presença de aflatoxin a exigências da Revisão, e as frutas secas são inspecionadas por causa dos aditivos. Entretanto, os importadores potenciais devem notar que as outras inspeções poderão ser necessárias, dependendo do tipo de matéria-prima ou processo de fabricação utilizado. Para serem vendidas, as nozes e frutas secas, devem ser rotuladas de acordo com as disposições da lei. O fluxograma apresenta os procedimentos necessários sob a Lei de Higiene Alimentar. Inspeções Obrigatórias Sob a Lei de Higiene Alimentar Formulário de Notificação para a Importação de Alimentos, etc. Local de Quarentena Exame de Documentação Itens Necessitando Inspeção Inspeção no local Amostragem Inspeção Itens Não Necessitando Inspeção Desembaraço Alfandegário Determinação Feita Itens que passaram na Inspeção Itens que não foram Aprovados Certificado de Aprovação Alfândega ou Agente Alfandegário Desembaraço Alfandegário Devolvido para o Fretador Destruído Mantido em Área Alfandegária para Processamento Tratamento a calor, Processamento, Classificação, Lavagem, etc. Admitido condicionalmente para Importação Processado após desembaraço alfandegário ou convertido para uso como não alimento 3) Lei de Medidas Pacotes lacrados ou outros recipientes para itens especificados por Decreto Ministerial devem relacionar o volume do conteúdo e o nome e endereço do fabricante (ou importador). A Lei requer que o volume do conteúdo seja declarado corretamente, dentro da faixa de desvio especificada. (2) Contatos de Agências Regulamentares Lei de Proteção às Plantas: Divisão de Proteção às Plantas, Agência de Proteção à Agricultura, Ministério da Agricultura, Florestal e das Pescas (TEL: ) Lei de Higiene Alimentar: Agência Fiscalizadora Sanitária Portuária, Divisão de Higiene Alimentar, Agência de Saúde Ambiental, Ministério da Saúde e do Bem Estar (TEL: ) 50
6 Lei de Medidas Órgão de Pesos e Medidas, Agência das Indústrias para Informações de Máquinas, Ministério de Comércio e Indústria Internacional (TEL: ) 4. Procedimentos de Rotulagem <Rotulagem Obrigatória por Lei> As disposições da Lei de Higiene Alimentar e a da Lei de Medidas obriga que a rotulagem de nozes e de frutas secas vendidas no Japão exibam em local bem visível os seguintes itens, na parte externa da embalagem ou vasilhame. Nome do Produto Melhor Consumir Antes de (ou Data de validade mínima): Não se aplica a latas, garrafas, barris ou jarras, outras formas de embalagem pode omitir a data. Nome e endereço do importador ou distribuidor Indicação de presença de aditivos alimentares (se houver) e o nome do aditivo Volume de conteúdo (relacionado conforme especificado pela Lei de Medidas) Método de Preservação (se especificado) Uso apropriado (se especificado) Nota: Alguns dos itens incluídos neste relatório consistem em nozes e frutas pouco secas, destinadas ao consumo em curto espaço de tempo como, castanhas, nozes gingko e outros produtos crus que freqüentemente são tratados como variedades de frutas frescas. A Lei de Higiene Alimentar permite que estes produtos utilizem rotulagem com abreviações. Para mais informações, entre em contato com a Divisão de Higiene Alimentar, Agência de Saúde Ambiental, Ministério da Saúde e do Bem-Estar. 5. Leis e Regulamentos Tributários (1) Taxas Aduaneiras Nível da Taxa (%) HS No. Descrição WTO Geral (Organização Mundial Preferencial do Comércio) 0801 Cocos, Castanhas-do-Pará e castanhas de caju, frescas ou secas, com casca ou descascadas 1. Cocos (2) Secos 6% 3% Livre (2) Outros 6% 3% Livre 2. Castanhas-do-Pará (2) Na casca 4% 3% Livre (2) Com casca 4% 3% Livre 3. Castanhas de caju (1) Com casca Livre (Livre) (2) Sem casca Livre (Livre) 0802 Outras nozes, frescas ou secas, com casca ou sem casca 1. Amêndoas (1) Na casca -100 A Amêndoas Amargas Livre (Livre) -200 B Amêndoas Doces 4% 2.4% 2.4% (2) Sem casca -100 A Amêndoas Amargas Livre (Livre) -200 B Amêndoas Doces 4% 2.4% 2.4% 2. Avelãs ou filberts (Corylus spp.) (1) Com casca 10% 6% Livre (2) Sem casca 10% 6% Livre 3. Nozes (1) Com casca 10% (10%) (2) Sem casca 10% (10%) Castanhas (Castanea spp.) 16% 9.6% Pistácios Livre (Livre) Outros -100 (1) Noz-de-areca Livre (Livre) -200 (2) Nozes de Macadâmia 5% (5%) 3% Temporária 51
7 -300 (3) Pecãs 5% (4.5%) -400 (4) Outros 20% 12% Bananas, incluindo plantains (fruta similar à banana), frescas ou secas Secas 6% 3% Livre 0804 Tâmaras, figos, abacaxis, abacates, goiabas, mangas e mangostão, frescas ou secas Tâmaras Livre (Livre ) Figos 10% 6% -090 A.Secas 5% Abacaxis -090 A. Secas 12% 7,2% 7,2% Goiabas, mangas e mangostão 6% Livre -090 A. Secas 3% 0806 Uvas, frescas ou secas Secas 2% 1.2% 0813 Fruta, seca, além daquelas mencionadas nos cabeçalhos Nos.0801 a 0806: misturas de nozes ou frutas secas deste Capitulo Damascos 15% 9% Ameixas 4% 2,4% Maças 15% 9% Outras frutas -010 (1) Bagas 12% 9% (2) Outros 15% -021 A mamões papaia pawpaws, duriões, bilimbis, champeder, jaca, fruta-pão, rambutan, rose-apple jambo, jambosa diamboo-kaget, chicomamey, cherimoya, sugar-apples, bullock s-heart, maracujá, dookoo kokosan, anona e lichias 7.5% 7.5% -021 A Kehapi 7.5% 7.5% -022 B Caquis, secos 9% -029 C Outros 9% Notas: Vide "Programações para Tarifas Aduaneiras do Japão" (publicada pela Associação de Tarifas do Japão) etc. "" em Preferencial aplicável somente a países em desenvolvimento. (2) Imposto de Consumo (CIF + Taxas Aduaneiras) x 5% 6. Características do Produto O Japão importa muitas variedades de nozes e frutas secas, mas os principais itens de importação podem ser caracterizados em geral como segue: <Nozes> Amêndoas Existem dois tipos principais de amêndoas: amêndoas doces e amêndoas amargas. As amêndoas doces são cultivadas nos Estados Unidos e as amêndoas amargas na Europa. Quase todas as importações vêm dos Estados Unidos. Dependendo do uso desejado, as amêndoas podem ser com casca, descascadas, fatiada ou em pó. Na maioria dos casos, as amêndoas são importadas cruas, processadas no Japão e utilizadas para fazer vários tipos de doces. Castanhas Fontes da indústria constatam que a maioria das castanhas que o Japão importa consistem de uma variedade cultivada na Província de Hobei, na China. Quase todas as castanhas importadas vêm da China, apesar de as importações da República da Coréia terem aumentado. O Japão importa uma quantia muita pequena de castanhas da Itália, mas estas importações são utilizadas como matéria prima para produzir marrom-glacê. 52
8 Pistácios Os pistácios cultivados na França, Espanha e Sicília têm a reputação de serem as melhores, apesar de o Irã, a Turquia e os Estados Unidos também produzirem-nos. A maioria desta importações vem do Irã. Nozes A maioria das nozes são importadas com cascas. Os Estados Unidos é o maior exportador para o Japão e suas exportações estão aumentando. Existem alguns produtores de castanhas no Distrito de Nagano, no Japão, mas suas operações são muito pequenas, os preços altos e os fornecimentos imprevisíveis. Portanto, as importações dominam o mercado. Castanhas de caju As castanhas são plantas nativas das regiões trópicas como Brasil. Elas crescem no Bramiu, Índia e África. A maioria dessas importações vem da Índia. As castanhas de caju são utilizadas principalmente para lanches, na cozinha chinesa e produção de picles. Entretanto, estão também sendo amplamente utilizadas na forma triturada, fatiada e em pó para a produção de snacks e macarrão. <Frutas Secas> Uvas-Passas As uvas-passas são produzidas com uvas sem sementes, as Thompson e Santana que são cultivadas principalmente na Califórnia, nos Estados Unidos. As uvas-passas americanas têm a maior participação no mercado mundial de uvas-passas, e a maioria das uvas importadas para o Japão vêm dos Estados Unidos. Ou seja, o Japão é o maior parceiro de exportação de uvas-passas dos Estados Unidos. Aproximadamente 80% de todas as uvas-passas são utilizadas para confeccionar pão de uvaspassas. Um total de 10% é utilizado para produzir biscoitos e os 10% restantes é vendido diretamente ao consumidor. Ameixas As ameixas-secas são feitas de um tipo de ameixa que não é cultivada no Japão. Quase todas essas importações vêm dos Estados Unidos. As ameixas-secas possuem alta dosagem de ferro e outros minerais, e estão ganhando fama como um tipo de alimento macrobiótico. As ameixas secas são vendidas com caroço e sem caroço e são normalmente importadas dessas formas. Um total de 60% do mercado é destinado aos consumidores e 40% é utilizado para extrair o suco da ameixa-seca para uso em comidas macrobióticas. Caquis Quase todas essas importações japonesas vêm das de Províncias Hobei e Shandong, na China. Mais de 70% de todas as exportações de caquis chineses são destinados ao Japão. 7. Sistema de Distribuição e Práticas Comerciais do Japão (1) Condições de Mercado no Japão Não aconteceram grandes variações no mercado de nozes e frutas secas. Isso porque a maioria das nozes e frutas secas não chegam diretamente como produto final no mercado e não são consumidas in natura, mas sim utilizadas como matéria-prima para a produção de doces, pães e folheados. O consumidor japonês não está acostumado a comer nozes e frutas secas, e os preços têm crescimento limitado nas vendas diretas ao consumidor, mas são altos, se comparados com o preço do feijão que faz parte da cultura culinária japonesa. Entretanto, os gostos do consumidores estão mudando. Eles estão se afastando da preferência por amêndoas e se aproximando da castanha de caju e nozes de macadâmia. Hoje nozes e frutas secas estão sendo utilizadas em uma variedade maior de pratos do que no passado, e o interesse por comidas macrobióticas e comidas finas tem contribuído para aumentar a popularidade desses produtos. Especialistas 53
9 prevêem que haverá mais variedades de nozes e frutas secas disponíveis no mercado e que serão utilizadas mais amplamente na culinária. (2) Canais de Distribuição Nozes e frutas secas normalmente não são distribuídas diretamente aos consumidores, mas sim aos processadores de alimentos, por meio de canais comerciais de distribuição de alimentos, para uso na fabricação de doces, pães e folheados. Produtos preparados são empacotados pelo importador e distribuídos por intermédio de canais de atacadistas de alimentos ou atacadistas de doces. Nozes e frutas secas cruas são vendidas para processadores de alimentos que reformulam o material para criar produtos comerciais, embalam em pacotes menores e distribuem por canais de atacadistas de alimentos e doces para o mercado do varejo. Os processadores de alimentos tais, como fabricantes de doces, utilizam uma grande quantidade de nozes e frutas secas e freqüentemente compram diretamente do importador ou processador. Processadores de alimentos menores compram de atacadistas que fornecem para o setor de doces. Produtos destinados a bares ou a outros estabelecimentos de bebida para serem usados como aperitivos, são distribuídos por intermédio de atacadistas de alimentos e doces para atacadistas de snacks. O gráfico a seguir ilustra os canais de distribuição primária de nozes e frutas secas. Canais de Distribuição de Nozes & Frutas Secas Produtores Estrangeiros Importadores & Processadores (Fabricante, Empresa de Comercialização) Atacadista de Alimentos Atacadistas de Doces <Uso para consumidor> Processador de Alimentos de Porte Pequeno Processador de Alimentos de Porte Grande <Uso comercial> Revendedor (Supermercado, Loja de Conveniência, Doces) Consumidores (3) Pontos a serem considerados ao entrar no mercado japonês pela primeira vez. O negócio de nozes e frutas secas é altamente competitivo no Japão e os candidatos a entrar no mercado, devem estudar cuidadosamente os gostos dos consumidores e as tendências do mercado. Devem ter cuidado especial com considerações de saúde e estar completamente cientes das normas da Lei de Higiene Alimentar e a Lei de Proteção às Plantas. 8. Serviço Pós-Vendas Serviço pós-venda geralmente não é necessário. 9. Categorias de Produtos Relacionados 1) Amendoins crus estão sujeitos às taxas de importação. Esses produtos estão sujeitos às disposições da Lei de Higiene Alimentar e da Lei de Proteção às Plantas. Importadores potenciais devem estar cientes dessas exigências. 2) Chocolates contendo amêndoas, nozes de macadâmia ou outras nozes, ou bolos de frutas contendo uvas passas ou outras frutas secas estão isentos das exigências de quarentena de plantas se pude ser confirmado que eles foram tratados com calor. Entretanto, esses itens estão sujeitos às normas da Lei de Higiene Alimentar. 54
10 10. Importações Particulares Diretas As importações de nozes e frutas secas para consumo pessoal estão isentas das exigências da Lei de Higiene Alimentar. Entretanto, nozes e frutas secas não-processadas à calor ou não-processadas estão sujeitas às normas da Lei de Proteção à Plantas. 11. Organizações de Importadores e Indústrias Associação dos Importadores de Frutas Secas do Japão (a/c Shoei Foods Industry Co., Ltd.) TEL: FAX: Agência de Representação da Diretoria de Ameixas da Califórnia no Japão TEL: FAX: Associação de Nozes do Japão TEL: FAX: Comitê Administrativo das Uvas-Passas TEL: FAX:
1 5 Cogumelos [Alimentos e medicamentos]
1 5 Cogumelos [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria Cogumelos frescos, resfriados ou secos. Não inclui cogumelos que foram fervidos ou processados de alguma outra forma. Números de HS Commodity
1 4 Suco de Frutas [Alimentos e medicamentos]
1 4 Suco de Frutas [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria 100% suco de frutas. Não indica, entretanto, se há a presença ou não de açúcar e outros adoçantes. Números de HS Commodity 2009.11-110,
II 02 Calçados de Couro
II 02 Calçados de Couro [Artigos de Vestuário e de Moda] 1. Definição da Categoria Esta categoria abrange os calçados de couro, incluindo botas, excluindo os sapatos esportivos e chinelos. Todos os calçados
1 3 Café [Alimentos e medicamentos]
1 3 Café [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria Grãos de café (grãos não torrados: nota 1; grãos torrados: nota 2) café instantâneo e extrato de café (nota 3). Números de HS Commodity 0901.11-000,
2 1 Roupas de Couro [Vestuário]
2 1 Roupas de Couro [Vestuário] 1. Definição da categoria Trajes feitos de couro bovino, porco ou carneiro. Números de HS Commodity 4203.10-100, 10-200 Roupas de couro 2. Tendências de Importação (1) Tendências
1 1 Vinho [Alimentos e medicamentos]
1 1 Vinho [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria Destilados derivados da uva e do suco de uva fermentado. Números de HS Commodity 2204.10-000 Vinho Espumante 2204.21-010 Xerez, Vinho do Porto
2 2 Calçados Esportivos [Artigos Esportivos ]
2 2 Calçados Esportivos [Artigos Esportivos ] 1. Definição da categoria A categoria de calçados esportivos inclui não somente aqueles utilizados em competições atléticas, mas também aqueles para uso informal.
1 2 Cerveja [Alimentos e medicamentos]
1 2 Cerveja [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria A cerveja é uma bebida alcóolica produzida pela fermentação de cevada, malte, lúpulo e água. Números de HS Commodity 2203.00-000 Cerveja
ENTERPRISE EUROPE NETWORK. Título: Procura-se investidor para a produção e desenvolvimento de linha inovadora de produtos feitos de peixe.
Tipo de parceria: Investimento Procura-se investidor para a produção e desenvolvimento de linha inovadora de produtos feitos de peixe. Empresa húngara desenvolveu uma linha de alimentos a base de peixe
1 7 Produtos de Origem Apícola [Alimentos e medicamentos]
1 7 Produtos de Origem Apícola [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da categoria Abelhas de mel, especificamente, mel natural, geléia real e própolis. Números de HS Commodity 0409.00 Mel Natural 3001.90
2 3 Cosméticos [Outros]
2 3 Cosméticos [Outros] 1. Definição da categoria A definição popular para cosméticos engloba o que a Lei para Assuntos Farmacêuticos chama de cosméticos e semi-remédios. Para este relatório, entretanto,
INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR A PRODUTOS ALIMENTARES GOURMET
INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR A PRODUTOS ALIMENTARES GOURMET BRASIL ABRIL de 2015 Matriz Cultural do Mercado O Brasil é grande consumidor de produtos gourmet, porém existe logicamente um processo seletivo destes
Débora Creutzberg. São Paulo, 9 de dezembro de 2008
O Mercado de Frutas na Alemanha Débora Creutzberg São Paulo, 9 de dezembro de 2008 Informações Gerais sobre Alemanha Condições econômicas e políticas (Dados ano 2008) Área População Capital 357.104 km²
( milhões) Figura 2 Principais Exportadores de Arroz para o Japão
I 02 Arroz [Alimentos] 1. Definição da Categoria As estatísticas alfandegárias oficiais classificam o arroz de várias formas, conforme abaixo: Números de HS Commodity 1006 Arroz.10 Arroz com casca.20 Arroz
"suínos" significa suínos domésticos, javalis domésticos, suínos selvagens e javalis selvagens
Página: 1 de 6 Os requisitos de saúde animal para carne de porco etc. a exportar de para o Japão, são os seguintes: (Definições) No âmbito destes requisitos de saúde animal: "carne etc." significa carne
Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais
Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais A embalagem é instrumento de identificação, proteção, movimentação e exposição das frutas e hortaliças frescas. Ela identifica o produto e o seu responsável.
O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo?
Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem
O consumidor deve estar atento às informações do rótulo?
Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem
RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS
Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de
EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL HABILITAÇÃO COMO EXPORTADORES SOLICITAÇÃO VISTORIA E SUBMISSÃO DO PROCESSO REQUERIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO Devem ser cumpridas as regras de preenchimento estabelecidas
CONGRESSO NACIONAL DA INDÚSTRIA PORTUGUESA DE CARNES
CONGRESSO NACIONAL DA INDÚSTRIA PORTUGUESA DE CARNES Exportação de carne e produtos cárneos para países terceiros - Ponto de situação e estratégias futuras para eliminação das barreiras identificadas A
1 12 Medicamentos Naturais [Alimentos e medicamentos]
1 12 Medicamentos Naturais [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da Categoria 1) Definição dos Medicamentos Naturais Os medicamentos naturais são componentes de células, excreções, compostos de extratos
O Setor em Grandes Números. Situação Atual e Perspectivas do Mercado Interno e Externo
O Setor em Grandes Números Situação Atual e Perspectivas do Mercado Interno e Externo I - CADEIA PRODUTIVA NÚMERO ESTIMADO DE EMPRESAS EM 2012 Lapidação / Obras de pedras 350 INDÚSTRIA Joalheria ouro e
Critérios de Comércio Justo
FAIRTRADE LABELLING ORGANIZATIONS INTERNATIONAL Critérios de Comércio Justo para Frutas Frescas (Exceto Bananas) e Vegetais Frescos DE Organizações de Pequenos Produtores Versão Atual: 18.06.2008 Substitui
TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/97 e 09/01 do Grupo Mercado Comum.
MERCOSUL/XXXVI SGT Nº11/P. RES. N /11 PROCEDIMENTOS COMUNS PARA AS INSPEÇÕES NOS FABRICANTES DE PRODUTOS MÉDICOS E PRODUTOS PARA DIAGNÓSTICO DE USO IN VITRO NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DAS RES. GMC Nº
INVESTIMENTO E RETORNO NA FRUTICULTURA. Prof. Dr. Ricardo Antonio Ayub 1 e Mariane Gioppo 2
INVESTIMENTO E RETORNO NA FRUTICULTURA Prof. Dr. Ricardo Antonio Ayub 1 e Mariane Gioppo 2 1 Universidade Estadual de Ponta Grossa - Professor Doutor Associado Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade
1 11 Alimentos Saudáveis (Health Foods) [Alimentos e medicamentos]
1 11 Alimentos Saudáveis (Health Foods) [Alimentos e medicamentos] 1. Definição da Categoria Discutiremos a seguir os alimentos saudáveis (health foods*) que são ingeridos com a finalidade de promover,
Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja
Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Câmara Setorial da Citricultura Brasília, 6 de setembro de 2011. TRANSPARÊNCIA E INFORMAÇÃO AGO/2010 OUT/2010 NOV-DEZ/2010
EMBAIXADA DO BRASIL EM TÓQUIO S E T O R D E P R O M O Ç Ã O C O M E R C I A L
EMBAIXADA DO BRASIL EM TÓQUIO S E T O R D E P R O M O Ç Ã O C O M E R C I A L BOLETIM DE MERCADO O MERCADO DE SUCOS DE FRUTAS NO JAPÃO 1) DEFINIÇÃO DA CATEGORIA Códigos do Sistema Harmonizado Descrição
IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR
IMPORTAÇÃO FÁCIL: CÂMBIO PASSO A PASSO SAIBA COMO SER UM IMPORTADOR 1º Passo: Registro da empresa Atualizar o objeto social da empresa incluindo a atividade de importação e os tipos de produtos que serão
Notas de orientação sobre despesas sociais Requisito 4.1(e)
Estas notas foram publicadas pela Secretaria Internacional da EITI para oferecer orientação para os países implementadores sobre como satisfazer os requisitos do Padrão da EITI. Aconselhamos os leitores
3-3 Compensado [Artigos para o lar]
3-3 Compensado [Artigos para o lar] 1. Definição da Categoria Compensado (e tábua em partículas) bem como chapas de madeira compensada e chapas de compensados utilizadas para fazer compensado. Números
Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas
Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas Subgerência de Alimentos Martha Virgínia Gewehr Machado Maria Cristina Junqueira de Castro
PANORAMA DA INDÚSTRIA DE BATATA CHIPS NO BRASIL E NO MUNDO
PANORAMA DA INDÚSTRIA DE BATATA CHIPS NO BRASIL E NO MUNDO Newton Yorinori Diretor de Agronegócios PepsiCo América do Sul, Caribe e América Central XXV Congreso de la Asociación Latinoamericana de la papa
EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS. CM Claudia Mainardi [email protected] [email protected]
EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTOS BÁSICOS Providências básicas para iniciar atividades no comércio exterior Ser registrado no RADAR Registro de Exportadores e importadores na Receita Federal;
Brasil: Autorização de Funcionamento de Empresas Farmoquímicas
Brasil: Autorização de Funcionamento de Empresas Farmoquímicas Portaria nº 231 de 27/12/1996 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 231, DE 27 DE DEZEMBRO DE 1996 O Secretário
Exemplos de políticas de compra responsável para produtos florestais. Exemplo 1
Exemplos de políticas de compra responsável para produtos florestais Exemplo 1 Política de compra responsável produtos florestais Esta organização tem compromisso com a compra responsável de produtos florestais.
PROGRAMA PARA CAPACITAÇÃO DE INSPETORES PARA A VERIFICAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS MÉDICOS
MERCOSUL/GMC/RES Nº 25/98 PROGRAMA PARA CAPACITAÇÃO DE INSPETORES PARA A VERIFICAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS MÉDICOS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo
PORTARIA CRN-3 N. 262/2012
PORTARIA CRN-3 N. 262/2012 Dispõe sobre critérios a serem analisados e fixados, para que o TÉCNICO EM NUTRIÇÃO E DIETÉTICA assuma RESPONSABILIDADE TÉCNICA e dá outras providências; A Presidente do Conselho
Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015.
Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015. Assunto: Orientações sobre os procedimentos para solicitação de alterações na lista de alimentos alergênicos. I. Introdução. A Resolução de Diretoria Colegiada
IV 01 Produtos de Tabaco
IV 01 Produtos de Tabaco [Outros] 1. Definição da Categoria Esta categoria contém produtos confeccionados parcialmente ou integralmente de tabaco em folha utilizado para fumar, mascar ou cheirar, conforme
Comissão Vitivinícola Regional Alentejana
Comissão Vitivinícola Regional Alentejana Regulamento Interno da Rotulagem da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana 21 de Janeiro de 2013 (Revisto a 2 de Maio de 2013) O presente Regulamento estabelece
Resumo dos resultados da enquete CNI
Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo
eliminando GORDURA TRANS ARTIFICIAL nos estabelecimentos de Serviços Alimentícios de Cambridge
eliminando GORDURA TRANS ARTIFICIAL nos estabelecimentos de Serviços Alimentícios de Cambridge Como Cumprir: O que Restaurantes, Buffets, Vendedores Ambulantes de Alimentos, e outros, precisam fazer www.cambridgepublichealth.org
RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013
RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 ITEM 10 DOCUMENTAÇÕES E REGISTROS Palestrante: Carlos Cezar Martins RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO Carlos Cezar Martins DE 2013 Farmacêutico com especialização em Qualidade
Jóias de ouro puro ou platina e jóias de metais preciosas com pedras preciosas.
2 5 Jóias [Outros] 1. Definição da Categoria Jóias de ouro puro ou platina e jóias de metais preciosas com pedras preciosas. Números de HS Commodity 7113.19-021, 19-029 Jóias de Ouro 7113.11-000 Jóias
Princípios e Critérios para Biocombustíveis Sustentáveis. Eduardo Trevisan Gonçalves Imaflora
Princípios e Critérios para Biocombustíveis Sustentáveis Eduardo Trevisan Gonçalves Imaflora IMAFLORA O IMAFLORA - Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola, é uma entidade não governamental,
DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002:
Circular nº 006/2.002 São Paulo, 09 de Janeiro de 2.002 DECRETO Nº 4.074, DE 04 DE JANEIRO DE 2002: REGULAMENTA A LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989, QUE DISPÕE SOBRE A PESQUISA, A EXPERIMENTAÇÃO, A
Universidade do Pampa campus Dom Pedrito Seminários Prof. Alicia Ruiz. Soja. Acadêmicos:Quelem Martins, Ricardo Carneiro, Renan Régio
Universidade do Pampa campus Dom Pedrito Seminários Prof. Alicia Ruiz Soja Acadêmicos:Quelem Martins, Ricardo Carneiro, Renan Régio A soja (Glycine max (L.) Merrill) que hoje é cultivada mundo afora, é
Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau»
Suplemento II ao «Acordo de Estreitamento das Relações Económicas e Comerciais entre o Continente Chinês e Macau» Com o objectivo de reforçar o intercâmbio e a cooperação económica e comercial entre o
Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios
Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte
CHECK - LIST - ISO 9001:2000
REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da
O concurso do consumidor de cerveja brasileiro!
2013 O concurso do consumidor de cerveja brasileiro! Sobre o Concurso Anualmente, a ABRADEG avalia as melhores cervejas nacionais e importadas comercializadas no Brasil através de concurso, seguindo modelos
1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.
ANEXO NORMAS SOBRE REQUISITOS, CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE ESTABELECIMENTO, BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO E EXPEDIÇÃO DOS RESPECTIVOS CERTIFICADOS. 1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO,
CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO PARA PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ÂMBITO DO MERCOSUL
MERCOSUL/GMC/RES. Nº 50/02 CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO PARA PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ÂMBITO DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº
3 4 Janelas e Portas de Madeira [Atigos para o lar]
3 4 Janelas e Portas de Madeira [Atigos para o lar] 1. Definição da categoria Portas e janelas de madeira acabada (incluindo portas de exteriores e interiores) para uso doméstico. Números de HS Commodity
(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA)
ANEXO I Solicitação de Autorização de Funcionamento de Empresas Distribuidoras de Produtos Farmacêuticos (HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) A empresa interessada em desenvolver
Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda.
Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. 1. Aplicabilidade 2. Entrega 3. Preços e pagamentos 4. Inspeção 5. Garantia 6. Cancelamento 7. Subcontratação e Cessão 8. Código de conduta 9. Saúde
PROJETO DE LEI Nº, DE 2015
PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. SARNEY FILHO) Dispõe sobre a criação de Zona Franca no Município de São Luís, Estado do Maranhão. O Congresso Nacional decreta: Estado do Maranhão. Art. 1º Esta Lei cria
SOCIOECONÔMICOS 10 2 ASPECTOS INTRODUÇÃO PRODUÇÃO E CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO
10 2 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS Loiva Maria Ribeiro de Mello INTRODUÇÃO A maçã é a fruta de clima temperado mais importante comercializada como fruta fresca, tanto no contexto internacional quanto no nacional.
PLANO DE AÇÃO PARA EXECUÇÃO DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA MAPA x ABRAS
PLANO DE AÇÃO PARA EXECUÇÃO DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA MAPA x ABRAS Rosilene Ferreira Souto Luzia Souza Setembro 2014 Parceria Institucional com foco na rastreabilidade Acordo de Cooperação entre
OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal - DIPOA
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO- MAPA OFÍCIO CIRCULAR DIPOA/SDA Nº 42/2010 Brasília, 30 de novembro de 2010. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de
Estudo dos países da América Latina e América Central
Empresa têxtil E M P R E S A T Ê X T I L Estudo dos países da América Latina e América Central Produtos considerados: 6003.33.00/6006.31.00/6006.21.00/6006.22.00/6006.23.00/6006.42.00 1. Exportações brasileiras
NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015
Prefeitura Municipal de Salvador- PMS Secretaria Municipal de Saúde- SMS Diretoria de Vigilância á Saúde- DVIS Subcoordenação de Vigilância Sanitária- VISA Setor de Produtos e Serviços de Interesse á Saúde-
Capitulo 5: O Comércio Internacional
Capitulo 5: O Comércio Internacional O comércio nacional é regido por leis e diretrizes que regulamentam as negociações de bens e serviços entre duas ou mais pessoas, sejam físicas ou jurídicas. Dessa
ORIENTAÇÃO SOBRE INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS EM VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA RISCO QUÍMICO COM AGROTÓXICOS
ORIENTAÇÃO SOBRE INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS EM VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA RISCO QUÍMICO COM AGROTÓXICOS MÉTODO UTILIZADO As orientações constantes deste documento são uma compilação das exigências
Ministério da Agricultura
Ministério da Agricultura CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto) A presente lei estabelece o controlo e fiscalização da produção, do comércio e da importação e exportação de sementes e mudas
Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS)
Taxa de Empréstimo Estatísticas Financeiras Internacionais (FMI - IFS) África do Sul: Taxa predominante cobrada pelos bancos de contas garantidas prime. Alemanha: Taxa sobre crédito de conta-corrente de
PLANTAS E ERVAS AROMÁTICAS (PAM) ENQUADRAMENTO E OPORTUNIDADES
PLANTAS E ERVAS AROMÁTICAS (PAM) ENQUADRAMENTO E OPORTUNIDADES INTRODUÇÃO PRODUÇÃO, PRODUTORES E ESCOAMENTO VALOR DA PRODUÇÃO PRINCIPAIS ESPÉCIES PARA COMERCIALIZAÇÃO MERCADOS, ENQUADRAMENTO MUNDIAL E
Exportação Brasileira de Tangerinas por País de Destino 2010
Exportação Brasileira de Laranjas por País de Destino 2010 ESPANHA 5.293.450 12.795.098 PAISES BAIXOS (HOLANDA) 4.669.412 10.464.800 REINO UNIDO 2.015.486 5.479.520 PORTUGAL 1.723.603 3.763.800 ARABIA
A primeira análise do ciclo de vida da embalagem de leite UHT em toda a Europa
Título 10 / 11 A primeira análise do ciclo de vida da embalagem de leite UHT em toda a Europa A análise do IFEU compara os impactos ambientais das embalagens cartonadas, as garrafas PEAD e PET: as embalagens
CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:
4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos
Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...
APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas
Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura [email protected] 11 36433890/ 27
Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura [email protected] 11 36433890/ 27 Centro de Qualidade em Horticultura CEAGESP Construção e adoção de ferramentas
Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102
1.0 Finalidade 1.1 A CommScope, Inc. e suas empresas afiliadas ( CommScope ) podem, a qualquer tempo, contratar consultores, agentes de vendas, conselheiros e outros representantes e, frequentemente, estabelecer
GUIA PARA EXPEDIDORES CONHECIDOS 1
GUIA PARA EXPEDIDORES CONHECIDOS 1 O presente guia permitirá às empresas avaliar as medidas de segurança tomadas em cumprimento dos critérios aplicáveis aos expedidores conhecidos, conforme previsto no
* Rótulos dos Alimentos. Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Júlia S. Prates
* Rótulos dos Alimentos * A preservação ou conservação refere-se às formas de modificação dos alimentos e das bebidas a fim de que eles se mantenham adequados para consumo humano por mais tempo......,
Oportunidades no comércio internacional de frutas
Oportunidades no comércio internacional de frutas Eduardo Sampaio Marques Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio/Mapa Roteiro da apresentação - Intercâmbio comercial de frutas do Brasil -
www.aliminasalimentos.com.br
www.aliminasalimentos.com.br Aliminas faz bem para o seu lucro. A Aliminas é uma empresa 100% brasileira que atua na produção, importação e distribuição de alimentos. Com a credibilidade de quem tem mais
Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja
Universidade Federal do Pampa Cadeia Produtiva da Laranja Acadêmicos: Aline Alóy Clarice Gonçalves Celmar Marques Marcos Acunha Micheli Gonçalves Virginia Gonçalves A laranja é uma fruta cítrica produzida
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA
COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 6.036, DE 2013 Dispõe sobre a restrição do uso de agentes aromatizantes ou flavorizantes em bebidas alcoólicas e da outras providências. Autora:
Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem
Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem www.bettercotton.org Orientação Text to go here O documento Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem da BCI proporciona uma estrutura para medir as mudanças
RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010
RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS
Esclarecimento 8/2014
Segurança Alimentar Aprovação de estabelecimentos industriais em casas particulares Esclarecimento 8/2014 Resumo: O presente esclarecimento pretende clarificar o enquadramento legal da aprovação e atribuição
1 6 Carne Fresca e Congelada [Alimentos]
1 6 Carne Fresca e Congelada [Alimentos] 1. Definição da categoria Carne bovina, suína, de carneiro e cordeiro e frango. Entretanto isto não inclui vísceras. (Nota 1). Números de HS Commodity 0201.10-000,
PLC 116/10. Eduardo Levy
PLC 116/10 Senado Federal Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Comissão de Assuntos Econômicos Comissão de Educação, Cultura
ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS
ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS 1 Os Estados-Membros devem garantir que todas as condições ou restrições
