MANUAL FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014
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- Jorge Osório Soares
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1 2 MANUAL DO FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014
2 2 GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ Beto Richa SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Paulo Afonso Schmidt DIRETOR GERAL Edmundo Rodrigues da Veiga Neto SUPERINTENDE DA EDUCAÇÃO Eliane Terezinha Vieira Rocha SUPERINTENDENCIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL Jaime Sunye Neto CHEFE JURÍDICO Hatsuo Fukuda AUDITORIA INTERNA Vera Lelis Calil CHEFIA DO GRUPO FINANCEIRO SETORIAL Nilda Matos Germer CHEFIA DO GRUPO ORÇAMENTÁRIO SETORIAL Marilei dos Santos Moreira COORDENADORA DO CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS Sandra Analia dos Santos ANALISTAS DO CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS - Ana Lúcia Bauer Bassani - Cibele Takemoto Ribas - Dione da Silva Santana - Maristela dos Passos - Micheli de Araujo - Marco Aurélio Szpak - Renato Vieira Júnior - Simone Tissot Bastos José
3 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ENTENDENDO O CONVÊNIO DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA FISCAL OBRIGAÇÕES DO FISCAL DOS CONVÊNIOS LANÇAMENTOS NO SIT ORGANOGRAMA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PARANÁ ORGANOGRAMA DE TRABALHO INSTRUMENTOS DE CONSULTA... 14
4 4 APRESENTAÇÃO O presente Manual tem como objetivo auxiliar os Fiscais dos Convênios de Cooperação Técnica e Financeira da Secretaria de Estado da Educação do Paraná SEED, no acompanhamento da prestação de contas de recursos repassados. Além disso, visa orientar o Fiscal em suas obrigações e responsabilidades perante o convênio, no Sistema Integrado de Transferências - SIT, do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.
5 5 1. ENTENDENDO O CONVÊNIO DE TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA Este tópico orienta como utilizar corretamente os recursos provenientes das transferências voluntárias, sua movimentação dentro da conta específica e a forma transparente para efetuar a prestação de contas. 1.1 FONTES DE RECURSOS Atualmente são repassadas às entidades recursos para a utilização em três modalidades específicas: custeio, investimento e salário. Custeio: o recurso repassado para custeio é específico para gastos com despesas da conveniada que englobam serviços, tais como: luz, água, telefone, internet, serviços de terceiros, gastos com materiais efêmeros, ou seja, de pouca duração, entre outros que podem ser observados no plano de aplicação. Investimento: são recursos aplicados na aquisição de bens e serviços de engenharia na e/ou para entidade tomadora, também especificados no plano de aplicação. Salário: remuneração dos profissionais que recebem pelos serviços executados na entidade e englobam, além do salário mensal, todos os encargos previstos em lei. Ressalta-se que os recursos são repassados por meio da instituição financeira conveniada Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal e devem sempre ser mantidos em conta única, específica, em nome do Tomador, para a finalidade a que se destinam. 2. MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA A movimentação financeira refere-se à utilização dos recursos repassados pela Concedente e que devem ser utilizados de forma adequada e
6 6 transparente conforme legislação vigente e Manual de Prestação de Contas do Controle Interno de Convênios/SEED. 3. FECHAMENTOS DOS BIMESTRES BIMESTRE TOMADOR CONCEDENTE 1º Janeiro/Fevereiro MARÇO ABRIL 2º Março/Abril MAIO JUNHO 3º Maio/Junho JULHO AGOSTO 4º Julho/Agosto SETEMBRO OUTUBRO 5º Setembro/Outubro NOVEMBRO DEZEMBRO 6º Novembro/Dezembro JANEIRO FEVEREIRO 4. FISCAL O fiscal é indicado pela Concedente/SEED e seus dados serão incluídos em uma das cláusulas do Termo de Convênio ou Aditivo. Esse profissional deverá ter qualificação técnica compatível para análise da execução do objeto do convênio. O CPF do fiscal será cadastrado no Sistema Integrado de Transferências do Tribunal de Contas do Estado do Paraná, que irá gerar uma senha de acesso ao fiscal. Lembramos que o mesmo será responsabilizado por todas as informações por ele registradas no Sistema Integrado de Transferências SIT, do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.
7 7 Conforme Resolução nº 28/2011 do Tribunal de Contas do Estado do Paraná: Art. 20. Além da fiscalização exercida pelo Tribunal de Contas, a execução do objeto de transferência será fiscalizada pelo Concedente, pelo Fiscal Responsável indicado no Termo de Transferência e pelo Sistema de Controle Interno; Art. 21. Ao celebrar o ato de transferência, o Concedente indicará um responsável técnico, o qual será responsável pelo acompanhamento e fiscalização da transferência e execução do respectivo objeto. O Concedente também será responsável pela emissão dos seguintes documentos destinados a atestar a adequada utilização dos recursos: I Termo de Acompanhamento e Fiscalização, emitido sempre que houver alguma verificação ou intervenção do fiscal responsável, onde deverá documentar a atividade ocorrida, bem como a condição em que se encontra a execução do objeto naquele momento, destacando inclusive, a omissão do tomador dos recursos quando não houver a execução do objeto ou divergência deste em relação ao pactuado; II Certificado de Conclusão ou de Recebimento Definitivo da Obra: documento circunstanciado emitido ao final do acompanhamento da aplicação dos recursos destinados à execução de obras por intermédio do qual se certifica a adequação do objeto aos termos do termo de transferência; III Certificado de Instalação e de Funcionamento de Equipamentos: documento por intermédio do qual se certifica se os equipamentos: (a) foram adquiridos conforme previsto pelo termo de transferência; (b) estão adequadamente instalados; (c) estão em pleno funcionamento nas dependências do tomador dos recursos ou em outro local designado pelo termo de transferência: e (d) em uso na atividade proposta; IV Certificado de Compatibilidade Físico-Financeira: documento emitido nos casos em que o objeto ainda não tenha sido concluído, mas a proporção já executada possibilita a colocação do objeto em uso, certificando se o percentual físico executado é compatível ou não com o percentual dos recursos até então repassados, V Certificado de Cumprimento dos Objetivos: documento que certifica o cumprimento Integral do objeto do termo de transferência. (este foi substituído pelo termo Fiscalização no sistema). IMPORTANTE 1º O responsável designado pela concedente deverá ser profissional detentor de qualificação técnica compatível para a análise da execução do objeto a ser aferido, devendo constar dos termos ou certificados por ele emitidos o seu nome, assinatura, matrícula funcional e número do ato da autoridade que o designou para a fiscalização e acompanhamento da aplicação dos recursos, com a respectiva data de emissão. 2º No caso do termo de transferência atribuir a fiscalização do objeto a um órgão que detenha qualificação técnica institucional para realização deste trabalho, serão emitidos os documentos descritos neste artigo, assinados por profissional técnico habilitado, lotado no órgão fiscalizador, devendo ser claramente impresso o nome e o cargo do emitente, bem como o ato de nomeação que delegou competência para o serviço de acompanhamento e fiscalização.
8 8 5. OBRIGAÇÕES DO FISCAL DOS CONVÊNIOS Acompanhamento na celebração de convênios e aditivos junto ao Grupo Orçamentário Setorial-GOS/SEED; Acompanhamento in loco aos conveniado(s)/tomador(es); Comparecer às convocações do Controle Interno de Convênios, bem como às convocações feitas pelo mesmo ao conveniado/tomador de sua responsabilidade; Fazer o acompanhamento da prestação de contas do(s) convênio(s) juntamente com o Controle Interno de Convênios/SEED no Sistema Integrado de Transferências do Tribunal de Contas do Estado do Paraná; A cada período (ano) e no final da vigência do(s) convênio(s), é de obrigação do Fiscal o preenchimento no Sistema Integrado de Transferências do item TERMO DE FISCALIZAÇÃO; No caso de obras, o TERMO DE FISCALIZAÇÃO (no SIT) deverá ser gerado após conclusão de 50% do objeto conveniado, na sequência após finalização de 75% do objeto conveniado, bem como no final da vigência do(s) convênio(s); Manter e telefone atualizados junto ao Controle Interno de Convênios; Fazer os lançamentos no Sistema Integrado de Transferências SIT, no prazo estipulado pela legislação em vigência, para que não acarrete multa ao Concedente; Fazer glosas em despesas efetuadas pelo conveniado/tomador no Sistema Integrado de Transferências SIT, em caso de irregularidades encontradas pelo mesmo (Obs: glosa é todo o pagamento efetuado que não coincide com as despesas pactuadas no convênio); Fazer acompanhamento periódico da situação do(s) conveniado(s) no SIT; Em caso de mudanças de Fiscal de convênios, o Controle Interno de Convênios deverá ser avisado imediatamente para sejam tomadas as devidas providências.
9 9 6. LANÇAMENTOS NO SIT Ao lado esquerdo da tela poderá ser visualizada uma barra de menu dividida em Concedente e Tomador. Na parte da Concedente, encontram-se as duas abas que o Fiscal tem a responsabilidade de acompanhar e preencher. Figura 01 Fonte: SIT/TCE-PR
10 10 Para acompanhamento: neste link o Gestor terá acesso às informações da prestação de contas do Tomador e o andamento das ações referentes a mesma. Figura 02 Fonte: SIT/TCE-PR
11 11 Para Preenchimento do Fiscal: nesta página orientamos como o fiscal fará o preenchimento a cada final de período/ano, e também no final da vigência do convênio no Sistema Integrado de Transferências - SIT Controle Interno de Convênios. Figura 03 Preenchimento pelo Fiscal C.P.F do Gestor do Convênio Nome do Gestor do Convênio Fonte: SIT/TCE-PR
12 12 PARANÁ 7. ORGANOGRAMA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PARANÁ
13 13 8. ORGANOGRAMA DE TRABALHO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PARANÁ AUDITORIA INTERNA a) Liberação de Acesso b) E - contas CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS Prestação de Contas G.O.S a) Celebração dos convênios b) Aditivos G.F.S a) Repasses b) Certidões GESTORES ( Fiscalizador) DEDI/CEC DEEIN DET DPPE SUDE SUDE
14 14 9. INSTRUMENTOS DE CONSULTA PARANA, Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Sistema Integrado de Transferências. Manual de Utilização do SIT PARANA, Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Sistema Integrado de Transferências. Help Desk SIT. Disponível em: Acesso em 06/05/2014. PARANA, Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Sistema Integrado de Transferências. Disponível em: Acesso em 06/05/2014. PARANA, Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Resolução nº 28/11, de 06 de outubro de PARANA, Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Instrução Normativa nº 61/2011, de 1º de dezembro de BRASIL, Presidência da República. Lei de Licitações Lei nº 8666/93, de 21 de junho de 1993.
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