VINHA MÍLDIO (Situação)
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- Victorio Back da Fonseca
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1 ESTAÇÃO DE AVISOS DE ENTRE DOURO E MINHO Circular nº Reprodução sujeita a autorização Impresso na Estação de Avisos de Entre Douro e Minho Realização técnica: J. F. Guerner Moreira (Eng.º Agrónomo) Carlos Coutinho (Ag. Técnico Agrícola) Impressão e expedição: C. Coutinho, L. Monteiro VINHA MÍLDIO (Situação) As condições verificadas na segunda quinzena de Maio foram muito favoráveis ao ciclo de desenvolvimento do míldio. As manchas apresentam abundante esporulação e as condições são favoráveis para que os esporos se mantenham vivos durante muito tempo. O risco de contaminações secundárias aumentou muito. Nos últimos dias de Maio, em que ocorreram chuvadas fortes, também se verificaram condições favoráveis a que se dessem novas infecções primárias. O Instituto de Meteorologia prevê uma melhoria do estado do tempo e ausência de chuva a partir de dia 31 de Maio até dia 4 de Junho, data a partir da qual prevê novamente chuva em alguns locais. Deve ainda ter atenção que os bagos recentemente formados ficam desprotegidos. MÍLDIO (Recomendações) Nas vinhas que nesta altura se encontram desprotegidas, recomenda-se que faça de imediato nova protecção. Pode ainda dar preferência a um fungicida com acção curativa+preventiva. Nas vinhas que à data se encontram protegidas, deve renovar a protecção antes do dia 4 de Junho. OIDIO Temos observado frequentes ataques de oídio na folha, na forma de manchas curadas pelos tratamentos. Algumas vinhas já se apresentam na fase de bago de chumbo/grão de ervilha. Este estado fenológico é de grande susceptibilidade aos ataques de oídio. Nesse estado fenológico, recomenda-se que seja feita nova protecção da vinha contra o oídio. É de toda a vantagem que o tratamento atinja bem os cachos, o que deve ser proporcionado pelas boas práticas culturais (orientação das varas. desponta, desfolha, etç.). Ainda podem utilizar nesta altura fungicidas sistémicos antioídio. BLACK ROT Continuámos a observar a presença de manchas desta doença um pouco por toda a região, e já apresentam as formas de propagação (picnídios). As condições de tempo com chuva têm sido favoráveis ao desenvolvimento da doença, que poderá ainda atacar os cachos. Os fungicidas autorizados são à base de azoxistrobina, azoxistrobina+folpete, mancozebe+ metalaxil-m, bentiavalicarbe+mancozebe.. A partir de Junho não é aconselhável a aplicação de produtos à base de mancozebe. TRAÇA DA UVA Segundo os registos das capturas na nossa rede de observadores, o primeiro voo está praticamente a terminar. Não trate ainda a segunda geração. Aguarde novas informaçãoes. FLAVESCÊNCIA DOURADA Já são visíveis os sintomas desta doença nas cepas muito atacadas. Varas pouco desenvolvidas, amarelecimento ou avermelhamento dourado das folhas, DIVISÃO DE PROTECÇÃO E CONTROLO FITOSSANITÁRIO ESTAÇÃO DE AVISOS DE ENTRE DOURO E MINHO Quinta de S. Gens Estrada Exterior da Circunvalação, SENHORA DA HORA Telefone: Fax: [email protected]
2 acompanhado de enrolamento, debilidade geral acompanhada de abortamento dos cachos. Perante situações destas deve contactar de imediato o técnico da sua Organização ou do Ministério da Agricultura para confirmar os sintomas e proceder ao arranque imediato dessas cepas, para evitar a transmissão da doença às cepas sãs. CIGARRINHA DA FLAVESCÊNCIA DOURADA Não trate ainda. Aguarde novas informações. (Leia o texto anexo) POMÓIDEAS PEDRADO O tempo húmido e chuvoso da segunda quinzena de Maio foi favorável ao desenvolvimento da doença. Ainda existe risco de contaminações, tanto nas folhas como nos frutos. Recomenda-se que mantenha o pomar protegido, devendo dar preferência à utilização de um fungicida de contacto ou superfície. BICHADO As condições são favoráveis ao desenvolvimento desta praga. Deve manter o pomar protegido. ARANHIÇO VERMELO Deve manter a vigilância do pomar, observando atentamente 100 folhas ao acaso e tratar se for atingido o Nível Económico de Ataque que é de 50 a 65 % de folhas ocupadas. PIOLHO VERDE Mantenha a vigilância. Para este afídeo, o Nível Económico de Ataque é de 15 % de raminhos atacados. BATATEIRA MÍLDIO Continuámos a observar novas manchas de míldio de contaminações recentes. Em casos mais graves já foram atingidos os caules da batateira. O Instituto de Meteorologia prevê um novo período de instabilidade com chuva e humidade para alguns locais a partir do dia 4 de Junho. Lembramos que esta doença da batateira pode atacar a cultura enquanto tiver vegetação e em casos de forte ataque penetrar no solo, atingindo os tubérculos. Para batatais que se encontram desprotegidos, recomenda-se, que seja feita de imediato nova protecção. Pode ainda utilizar um fungicida com acção curativa+preventiva. ESCARAVELHO Continuámos a observar o aparecimento de formas larvares. Apenas quando verificar a presença das larvas, é que deverá fazer o tratamento contra esta praga. CEREJEIRA MOSCA DA CEREJA Continuamos a registar capturas desta mosca, nas zonas mais baixas do vale do rio Douro. e também nas zonas de montanha. A mosca da cereja apenas procura os frutos para depositar os ovos, quando estes já adquirem a cor amarelada e começam a evoluir para a maturação. Tanto nas variedades prontas para a colheita, como nas que apresentam as cerejas ainda muito pequenas e verdes, não deve ser feito tratamento Os insecticidas actualmente autorizados para este efeito são os que constam do quadro abaixo. Substância activa Designação comercial I.S. (dias) azadiractina ALIGN, FORTUNE 3 (1) AZA, deltametrina DECIS, DECIS 7 EXPERT, DELTAPLAN dimetoato DIMETAL, 14 PERFEKTHION, DANADIM PROGRESS, DAFENIL PROGRESS, DIMISTAR PROGRESS, ROGOR acetamiprida (2) EPIK SG 14 (1) A utilizar em modo de produção biológico (2) Máximo 2 tratamentos por asno com este produto
3 OLIVEIRA TRAÇA DA OLIVEIRA As capturas nos nossos postos de observação têm sido muito pequenas, pelo que não se justifica tratamento. Contudo, a população desta praga pode variar muito de olival para olival, pelo que seria de toda a vantagem fazer localmente um acompanhamento das populações colocando armadilhas de atracção sexual. As substâncias activas autorizadas para o combate desta praga são à base de Bacillus thuringiensis, deltametrina e lambda-cialotrina. NOGUEIRA BACTERIOSE Os frutos em desenvolvimento ainda podem ser atacados, na presença de chuva e longos períodos de humidade. BICHADO Não trate ainda. Aguarde novas informações. NOTAS SOBRE A FLAVESCÊNCIA DOURADA DA VINHA A flavescência dourada é causada por um fitoplasma designado por MLO, é específica da Vinha e é transmitida por um cicadelídeo (uma cigarrinha) - Scaphoideus titanus. Assim, para que haja a propagação da doença, é necessária a presença do inóculo (videiras atacadas com MLO) e do insecto vector (Scaphoideus titanus). O MLO não pode manterse em videiras doentes. Por isso, as videiras atacadas ou conseguem restabelecer-se ou morrem. O MLO também não se transmite através dos ovos do cicadelídeo. Ou seja, para que a doença se propague, é necessário: o cicadelídeo Scaphoideus titanus tem de adquirir o micoplasma, ao alimentar-se numa videira doente; o micoplasma tem de multiplicar-se no organismo do insecto até atingir as glândulas salivares. O período de latência, desde que o insecto adquire o MLO até que o transmite a outra videira, é de cerca de 30 dias. Passado este período de latência, o cicadelídeo tem de atacar outras videiras, iniciando-se assim o período de infecção ou contaminação, que dura até à morte do insecto. SINTOMAS E PREJUÍZOS Os sintomas começam a ser visíveis em videiras isoladas, em varas, cachos e folhas, em fins de Maio, princípios de Junho. As varas não endurecem (não atempam ) e permanecem inteiramente flexíveis, desde a base à extremidade. A sua cor evolui para castanho avermelhado, enegrecendo no decurso do Inverno. Pode dar-se um atempamento parcial das varas, no caso de ataque tardio da doença ou de a videira estar a recuperar-se. Os cachos podem secar logo na floração. Mais tarde, no fecho do cacho - início da maturação, os bagos murcham, não acabam de amadurecer, ficando com uma acidez muito acentuada. Dá-se também o dessecamento do pedúnculo do cacho. As folhas apresentam descolorações generalizadas durante o Verão. Nas castas tintas aparecem colorações avermelhadas, que de seguida secam. Nas brancas, manchas amarelas difusas, por vezes delimitadas pelas nervuras da folha e é muito característico o amarelecimento das nervuras. Sintomas gerais e comuns a muitas castas são: enrolamento e curvatura da folha para dentro, em forma de telha; a folha fica rígida; sobreposição das folhas umas sobre as outras, como as escamas de um peixe; aspecto geral da videira de salgueiro chorão. No ano seguinte ao da infecção pela flavescência dourada, podem ocorrer importantes perdas de produção, em quantidade e qualidade. Posteriormente, de acordo com a sensibilidade da casta, a videira recupera, se não for reinfectada, ou morre. Métodos directos MEIOS DE PROTECÇÃO Tratamentos insecticidas contra o cicadelídeo, de forma a impedir que transmita a doença às videiras. Métodos indirectos Não plantar videiras doentes ou infestadas com ovos de cicadelídeo; arrancar as vinhas abandonadas. Em zonas onde a flavescência está presente, as vinhas abandonadas constituem um foco permanente de infecção do inoculo da flavescência e do cicadelídeo. Queimar a lenha da poda, para diminuir o número de ovos hibernantes do cicadelídeo.
4 INSECTICIDAS HOMOLOGADOS PARA O COMBATE À TRAÇA DA UVA Substância activa Designação comercial Frases de risco P. I. A. B. I. S. Acção dias ovicida larvicida alfa-cipermetrina FASTAC R10;R25+R65+R43+R47+R48/22+ NÃO NÃO 14 X X azadiractina ALIGN R36; R51/53 FORTUNE AZA R51/53 NÃO SIM 3 X DIPEL 8 L R65 TUREX R36+R43 DIPEL WP Bacillus thuringiensis DIPEL SIM SIM 0 X BACTIL X2 PRESA BELTHIRUL R41 beta-ciflutrina BULLDOCK R22;R50/53 NÃO NÃO 14 X ciflutrina CIFLUMAX R22+R65; R50/53 NÃO NÃO 14 X cipermetrina CYTHRIN 10 EC R10;R22+R65+R37+R67+R66; R50/53 NÃO NÃO 14 X cipermetrina+ clorpirifos CHLORCYRIN 220 EC R10; R20/22+R37+R65; R50/53 NÃO NÃO 21 X clorantraniliprol CORAGEN ALTACOR R50/53 SIM NÃO 28 X deltametrina DECIS DELTAPLAN R10;R20/22+R37/38+R41+R65;R50/53 DECIS EXPERT R10;R20/22+R37+R41+R65+ NÃO NÃO 4 X esfenvalerato SUMIFIVE PLUS R20/22+R100; R50/53 NÃO NÃO 14 X fenoxicarbe INSEGAR 25 WG R51/53 SIM NÃO 14 X X CASCADE R10; R38+R41; R50/53;R57 flufenoxurão SALERO R10;R28+R38+R41; R50/53;R57 SIM NÃO 56 X X BINGO R10; R20+R38+R41; R50/53 indoxacarbe STEWARD EXPLICIT WG R22+R100;R51/53 SIM NÃO 10 X MATCH 050 EC R10;R34+R41+R43+R65+R67; R50/53 lufenurão ADRESS R51/53 NÃO NÃO 14 X X MATCH R43; R50/53 KARATE ZEON NINJA with ZEON R22+R43; R50/53 technology lambda-cialotrina KARATE+ R20/22+R36/38+R43; R50/53 NÃO NÃO 7 X JUDO ATLAS KARATE ZEON 1.5 CS metoxifenozida RUNNER R51/53 SIM NÃO 14 X X spinosade SPINTOR R50/53 SIM SIM 14 X tebufenozida MIMIC R52/53 SIM NÃO 14 X X INSECTICIDAS HOMOLOGADOS PARA O COMBATE À CIGARRINHA VERDE Substância activa Designação comercial Frases de risco beta-ciflutrina BULLDOCK R22;R50/53 NÃO NÃO 14 cipermetrina+ clorpirifos CHLORCYRIN 220 EC R10; R20/22+R37+R65; R50/53 NÃO NÃO 21 clorpirifos PYRINEX 250 ME R36+R43;R50/53 DURSBAN 4 CLORFOS 48 R10;R22+R65+R36/37/38+R67;R50/53 DESTROYER 480 EC CORTILAN PIRIFOS 48 R10;R20/22+R36/38+R43+R65;R50/53 PYRINEX 48 EC CLORMAX CYREN 48 EC R20/22+R38+R65;R50/53; R55 CICLONE 48 EC R10;R22+R38+R43;R50/53 NUFOS 48 EC R20/22+R38+R65;R50/53 PYRINEX 5 G CYREN 5G PIRIFOS 5G R51/53; R55 CICLONE 5G RISBAN 5G NUFOS 5 GR R50/53; R55 RISBAN 48 EC R10; R22+R38+R43; R50/53 P. I. A.B. I. S. (dias) Modo de acção e fumigação NÃO NÃO 21 Contacto e e fumigação
5 CLORFOS 5 G DESTROYER 5G R55; R50/53 SECTICIDAS HOMOLOGADOS PARA O COMBATE À CIGARRINHA VERDE (CONCLUSÃO) Substância activa Designação comercial Frases de risco P. I. A. B. I. S. (dias) Modo de acção deltametrina DECIS R10;R20/22+R37/38+R41+R65;R50/53 DELTAPLAN NÃO NÃO 4 R10;R20/22+R37+R41+R65+ DECIS EXPERT fenepiroximato DINAMITE R36;R51/53 NÃO NÃO 14 contacto flufenoxurão CASCADE R10; R38+R41; R50/53;R57 SALERO R10;R28+R38+R41; R50/53; R57 SIM NÃO 56 BINGO R10; R20+R38+R41; R50/53 PROVADO AE R GAUCHO R22; R52/53; R55 CONFIDOR O-TEQ R41; R55 PROVADO PIN R52/53 CONFIDOR CLASSIC KOHINOR 20 SL R55 COURAZE imidaclopride NUPRID 200 SL NÃO NÃO 14 WARRANT 200 SL COURAZE WG R22 NUPRID 200 SC R61; R55 MASTIM CORSÁRIO R36/38; R55 SOLAR CONDOR R55B; R37A; R55 NEOMAX indoxacarbe STEWARD R22+R100;R51/53 SIM NÃO 10 EXPLICIT WG KLARTAN tau-fluvalinato NÃO NÃO 21 MAVRIK R50/53 tiametoxame ACTARA 25 WG SIM NÃO 21 INSECTICIDAS HOMOLOGADOS PARA O COMBATE À CIGARRINHA DA FLAVESCÊNCIA DOURADA (Scaphoideus titanus) I. S. Acção P. I. A. B. Substância activa Designação comercial Frases de risco (dias) Ninfa adulto acrinatrina RUFAST AVANCE R50/53 NÃO NÂO 21 X Xx beta-ciflutrina BULLDOCK R22;R50/53 NÃO NÃO 14 X X cipermetrina+ clorpirifos CHLORCYRIN 220 EC R10; R20/22+R37+R65; R50/53 NÃO NÃO 21 X X PYRINEX 250 ME R36+R43;R50/53 DURSBAN 4 CLORFOS 48 R10;R22+R65+R36/37/38+R67;R50/53 DESTROYER 480 EC clorpirifos CORTILAN PIRIFOS 48 R10;R20/22+R36/38+R43+R65;R50/53 NÃO NÃO 21 X X CICLONE 48 EC R10;R22+R38+R43;R50/53 CYREN 48 EC R20/22+R38+R65;R50/53; R55 NUFOS 48 EC R20/22+R38+R65;R50/53 RISBAN 48 EC R10; R22+R38+R43; R50/53 feneperoximato DINAMITE R36; R51/53 SIM NÃO 14 X X CASCADE R10; R38+R41; R50/53;R57 flufenoxurão SALERO R10;R28+R38+R41; R50/53; R57 SIM NÃO 56 X (1) - BINGO R10; R20+R38+R41; R50/53 CONFIDOR O-TEQ R41; R55 CONDOR R55B; R37A; R55 imidaclopride CORSÁRIO R36/38; R55 CONFIDOR CLASSIC NÃO NÃO 14 X X COURAZE R55 KOHINOR 20 SL tau-fluvalinato KLARTAN MAVRIK R50/53 NÃO NÃO 21 X X tiametoxame ACTARA 25 WG R50/53 SIM NÃO 14 X X NOTAS: (1) ovos e ninfas P.I. Produção Integrada; A. B. Agricultura Biológica; I.S. Intervalo de segurança ( O intervalo de segurança nesta tabela refere-se a uvas para vinificação)
6 INSECTICIDAS HOMOLOGADOS PARA O COMBATE AO BICHADO DA MACIEIRA Substância activa Designação comercial Frases de risco P. I. A. B. I. S. Acção dias ovicida larvicida alfa-cipermetrina FASTAC R10;R25+R65+R43+R47+R48/22+ NÃO NÃO 14 X X azadiractina ALIGN R36; R51/53 FORTUNE AZA R51/53 NÃO SIM 3 X DIPEL 8 L R65 TUREX R36+R43 DIPEL WP Bacillus thuringiensis DIPEL SIM SIM 0 X BACTIL X2 PRESA BELTHIRUL R41 beta-ciflutrina BULLDOCK R22;R50/53 NÃO NÃO 14 X ciflutrina CIFLUMAX R22+R65; R50/53 NÃO NÃO 14 X clorantraniliprol CORAGEN ALTACOR R50/53 SIM NÃO 28 X PYRINEX 250 ME DURSBAN 4 R36+R43;R50/53 R10;R22+R65+R36/37/38+R67;R50/53 CLORFOS 48 DESTROYER 480 EC CORTILAN PIRIFOS 48 R10;R20/22+R36/38+R43+R65;R50/53 PYRINEX 48 EC CLORMAX CYREN 48 EC R20/22+R38+R65;R50/53; R55 clorpirifos CICLONE 48 EC R10;R22+R38+R43;R50/53 NUFOS 48 EC R20/22+R38+R65;R50/53 NÃO NÃO 21 X PYRINEX 5 G R51/53; R55 CYREN 5G PIRIFOS 5G CICLONE 5G RISBAN 5G NUFOS 5 GR RISBAN 48 EC R50/53; R55 R10; R22+R38+R43; R50/53 CLORFOS 5 G R55; R50/53 clorpirifosmetilo+deltametrina deltametrina DESTROYER 5G DECISPRIME NÃO NÃO 14 X DECIS DELTAPLAN DECIS EXPERT R10;R20/22+R37/38+R41+R65;R50/53 R10;R20/22+R37+R41+R65+ NÃO NÃO 4 X diflubenzurão DIMILIN WP 25 R50 NÂO NÃO 14 X X fenoxicarbe INSEGAR 25 WG R51/53 SIM NÃO 14 X X fosmete IMIDAN 50 WP R50/53; R55 SIM NÃO 28 X indoxacarbe STEWARD EXPLICIT WG R22+R100;R51/53 SIM NÃO 10 X KARATE ZEON NINJA with ZEON R22+R43; R50/53 technology lambda-cialotrina KARATE+ R20/22+R36/38+R43; R50/53 NÃO NÃO 7 X JUDO ATLAS KARATE ZEON 1.5 CS metoxifenozida RUNNER R51/53 SIM NÃO 14 X X spinosade SPINTOR SIM SIM 14 X tau-fluvalinato KLARTAN R50/53 MAVRIK NÃO NÃO 21 X tebufenozida MIMIC R52/53 SIM NÂO 14 X X tiaclopride CALYPSO R22/40; R43; R50/53 SIM NÃO 14 X vírus da granulose de Cydia pomonella MADEX NÃO REFERIDAS SIM SIM 0 X X NOTAS: P.I. Produção Integrada; A. B. Agricultura Biológica; I.S. Intervalo de segurança ( O intervalo de segurança nesta tabela refere-se a uvas para vinificação) Fonte: ( ); Guia dos Produtos Fitofarmacêuticos/ 2011/DGADR/Lisboa; Guia dos Produtos Fitofarmacêuticos em Modo de Produção Biológico/ 2009/DGADR/Lisboa).
7 COMO INTERPRETAR AS ABREVIATURAS DAS FRASES DE RISCO NESTA TABELA: Tomemos como exemplo o produto CASCADE (flufenoxurão). Na coluna em frente a este nome, encontramos as abreviaturas R10; R38+R41; R50/53;R57, correspondentes a outras tantas frases de risco relativas a este produto. Procurando nas listas de FRASES DE RISCO e de COMBINAÇÕES DE FRASES DE RISCO que distribuímos no início do ano, encontramos a seguinte correspondência: Frase de risco R10 Inflamável Frase de risco R38 Irritante para a pele Frase de risco R41 Risco de lesões oculares graves Frase de risco R57 Tóxico para as abelhas Combinação de frases de risco R50/53 Muito tóxico para os organismos aquáticos, podendo causar efeitos nefastos a longo prazo no ambiente aquático. Temos assim informações toxicológicas relevantes acerca deste produto, podendo tomar as medidas de protecção e de precaução adequadas na sua utilização. Anexo à Circular nº 11/ 2011 da Estação de Avisos de Entre Douro e Minho (Documento realizado por C.C. em 25/05/2011)
8 Substância activa ( Insecticidas e acaricidas ) Efeitos secundários não desejados dos produtos fitofarmacêuticos homologados em Portugal sobre alguns artrópodes auxiliares INSECTICIDAS E ACARICIDAS Amblyseius cucumeris Ninfa/ Ácaros fitoseídeos Amblyseius californicus Ninfa/ Typhlodromus pyri Ninfa/ Chrysoperla carnea PREDADORES Aphidoletis aphydimiza Coccinelídeos Cryptolaemus montrouzieri Sirfideos Orius spp. Ninfa Ninfa Pupa Encarsia formosa PARASITOIDES Dacnusa, Diglyphus Múmia Aphidius spp. Trichogramma spp. abamectina acetamiprida acrinatrina > > alfa-cipermetrina 4 4 > > > > azadiractina < Bacillus thuringiensis beta-ciflutrina bifenazato bifentrina 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8-4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 ciflutrina 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 3 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 cipermetrina 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8-4 >8 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 ciromazina clofentezina clorantraniliprol 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 > >8 2 4 >8-4 >8 4 4 >8 4 4 >8 clorpirifos ,5 4 4 > >4 clotianidina dazomete deltametrina 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8-4 >8 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 diflubenzurão dimetoato 4 4 > > > enxofre >4-3 < >4 esfenvalerato 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8-4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 etoprofos fenazaquina fenepiroximato fenoxicarbe flonicamida flufenoxurão formetanato (hidrocloreto) fosforeto de alumínio fosforeto de magnésio fosmete hexitiazox imidaclopride > > indoxacarbe lambda-cialotrina 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 > >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 4 4 >8 lufenurão metiocarbe 4 4 > > > metoxifenozida Pupaa
9 Substância activa ( Insecticidas e acaricidas ) Amblyseius cucumeris Ninfa/ Amblyseius californicus Ninfa/ Typhlodromus pyri Ninfa/ Chrysoperla carnea PREDADORES Aphidoletis aphydimiza Coccinelídeos Cryptolaemus montrouzieri Ninfa Sirfideos Orius spp. Encarsia formosa Ninfa Pupa PARASITOIDES Dacnusa Diglyphus Mumia Aphidius spp. Trichogramma spp. óleo de Verão oxamil pimetrozina , piridabena , pirimicarbe 1 3 0, , ,5-4 < <1 pirimifos-metilo >4 propargite spirodiclofena spinosade tau-fluvalinato tebufenepirade tebufenozida teflubenzurão teflutrina tiaclopride tiametoxame vírus da granulose de C. pomonella Fontes: ACTA ( Association de Coordination Technique Agricole/ Paris ); Biobest-Biological Systems/ Westerlo/ Belgium; Guia dos Produtos Fitofarmacêuticos 2010/ DGPC/ Oeiras; KOPPERT, Biological Systems; OILB/ SROP ( Associação Internacional de Luta Biológica/ Secção Regional Oeste Paleártica ); Xavier, A. & Inglez, M. (2001) Estudo das pragas da Vinha numa óptica de protecção integrada. Porto. Rodrigues, J. Raul (2005) Os ácaros fitoseídeos na limitação natural do aranhiço vermelho, P. de Lima. Os efeitos secundários dos pesticidas sobre os auxiliares estão agrupados na presente tabela em 4 categorias, de acordo com a classificação da OILB/SROP (Organização Internacional de Luta Biológica/ Secção Regional Oeste Paleárctica): Categoria Toxicidade Mortalidade 1 Não tóxico < 25 % 2 Pouco tóxico 25 a 50 % 3 Medianamente tóxico 50 a 75 % 4 Tóxico > 75% Os resultados apresentados referem-se a uma só aplicação. Em caso de aplicações repetidas de um produto, a sua toxicidade pode acumular-se e um produto considerado não tóxico ou pouco tóxico tornar-se um produto tóxico. Para muitos produtos não se encontraram dados, pelo que aparecem casas por preencher. Os dados da presente tabela baseiam-se nas doses aconselhadas pelo fabricante. Doses maiores ou menores podem resultar num aumento ou diminuição da toxicidade. Os períodos de persistência do pesticida contam-se em semanas e referem-se às condições climáticas da Europa ocidental. Textos de divulgação técnica da Estação de Avisos de Entre Douro e Minho nº 1/ 2011 (II Série) Maio Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas/ DRAP-Norte/ Divisão de Protecção e Controlo Fitossanitário/ Estação de Avisos de Entre Douro e Minho Estrada Exterior da Circunvalação, SENHORA DA HORA / / [email protected] Dados recolhidos e organizados por C. Coutinho em Maio de 2011
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05/11 Viseu, 13 de Abril de 2011 MACIEIRA PEDRADO O Instituto de Meteorologia prevê a ocorrência de precipitação a partir do dia 18 de Abril. Trate antes das chuvas com um produto de acção preventiva.
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Jornadas Técnicas Estratégia Fitossanitária 2008 A Flavescência Dourada da vinha - Uma Nova Preocupação na Região dos Vinhos Verdes João Garrido EVAG, 9 de Abril de 2008 O que é a Flavescência Dourada?
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ESTAÇÃO DE AVISOS DE ENTRE DOURO E MINHO Circular nº 11 28. 06. 2010 Reprodução sujeita a autorização Impresso na Estação de Avisos de Entre Douro e Minho Realização técnica: J. F. Guerner Moreira (Eng.º
08 / de maio. Macieiras, Pereiras POMÓIDEAS. PRUNÓIDEAS Cerejeiras Mosca da Cereja. Bichado. Pedrado. OLIVAL Traça da oliveira.
08 / 2013 14 de maio POMÓIDEAS Macieiras, Pereiras Bichado Sr. Fruticultor, se ainda não protegeu o pomar contra esta praga, deve realizar imediatamente um tratamento com um produto de ação larvicida,
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