INSTALAÇÕES DESPORTIVAS
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- Margarida Soares Lisboa
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1 INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Lei nº 5/2007 de 16 de Janeiro Lei de Bases da Actividade Física e do Desporto Artigo 8º Política de infra-estruturas e equipamentos desportivos 1 O Estado, desenvolve uma política integrada de infra-estruturas e equipamentos desportivos com base em critérios de distribuição territorial equilibrada, de valorização ambiental e urbanística e de sustentabilidade desportiva e económica, visando a criação de um parque desportivo diversificado e de qualidade, em coerência com uma estratégia de promoção da actividade física e desportiva, nos seus vários níveis e para todos os escalões e grupos da população. Artigo 9º Carta Desportiva Nacional 1 A lei determina a elaboração da Carta Desportiva Nacional, a qual contém o cadastro e o registo de dados e de indicadores que permitam o conhecimento dos diversos factores de desenvolvimento desportivo, tendo em vista o conhecimento da situação desportiva nacional, nomeadamente quanto a: a) Instalações desportivas; b) Espaços naturais de recreio e desporto;
2 INSTALAÇÃO DESPORTIVA Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho Estabelece o regime jurídico das instalações desportivas de uso público. Artigo 2.º Noção de instalação desportiva Para efeitos do presente decreto - lei, entende -se por instalação desportiva o espaço edificado ou conjunto de espaços resultantes de construção fixa e permanente, organizados para a prática de actividades desportivas, que incluem as áreas de prática e as áreas anexas para os serviços de apoio e instalações complementares.
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6 INSTALAÇÕES DESPORTIVAS NATURAIS Locais com condições naturais para a realização de certas actividades recreativas e desportivas, sem que se imponha a sua especial adaptação ou arranjo material. Cunha, L.M. (2007); Os Espaços do Desporto Uma Gestão para o Desenvolvimento Humano, Coimbra, Edições Almedina S.A.
7 Espaços Naturais de Recreio e Desporto Regulados pelo Decreto Regulamentar n.º 18/99, de 22 de Setembro, alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 17/2003, de 10 de Outubro;
8 TIPOLOGIAS DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS Artigo 5.º Decreto-Lei n.º 141/2009 de 16 de Junho 1 - Instalações desportivas de base; 2 - Instalações desportivas especializadas ou monodisciplinares; 3 - Instalações desportivas especiais para o espectáculo desportivo. Instalações recreativas; Instalações formativas.
9 1 - Instalações desportivas de base; RECREATIVAS Destinam-se a actividades desportivas com carácter informal ou sem sujeição a regras imperativas e permanentes, no âmbito das práticas recreativas, de manutenção e de lazer activo. a) Recintos, pátios, minicampos e espaços elementares destinados a iniciação aos jogos desportivos, aos jogos tradicionais e aos exercícios físicos; b) Espaços e percursos permanentes, organizados e concebidos para evolução livre, corridas ou exercícios de manutenção, incluindo o uso de patins ou bicicletas de recreio; c) Salas e recintos cobertos, com área de prática de dimensões livres, para actividades de manutenção, lazer, jogos recreativos, jogos de mesa e jogos desportivos não codificados; d) As piscinas cobertas ou ao ar livre, de configuração e dimensões livres, para usos recreativos, de lazer e de manutenção.
10 1 - Instalações desportivas de base; FORMATIVAS Concebidas e destinadas para a educação desportiva de base e actividades propedêuticas de acesso a disciplinas desportivas especializadas, para aperfeiçoamento e treino desportivo, cujas características funcionais, construtivas e de polivalência são ajustadas aos requisitos decorrentes das regras desportivas que enquadram as modalidades desportivas a que se destinam. a) Grandes campos de jogos, destinados ao futebol, râguebi e hóquei em campo; b) Pistas de atletismo, em anel fechado, ao ar livre e com traçado regulamentar; c) Pavilhões desportivos e salas de desporto polivalentes; d) Pequenos campos de jogos, campos polidesportivos, campos de ténis e ringues de patinagem, ao ar livre ou com simples cobertura; e) Piscinas, ao ar livre ou cobertas, de aprendizagem, desportivas e polivalentes.
11 2 - Instalações desportivas especializadas ou monodisciplinares; Permanentes, concebidas e organizadas para a prática de actividades desportivas monodisciplinares, em resultado da sua específica adaptação para a correspondente modalidade ou pela existência de condições naturais do local, e vocacionadas para a formação e o treino da respectiva disciplina. a) Pavilhões e salas de desporto destinados e apetrechados para uma modalidade específica; b) Salas apetrechadas exclusivamente para desportos de combate; c) Piscinas olímpicas, piscinas para saltos e tanques especiais para actividades subaquáticas; d) Pistas de ciclismo em anel fechado e traçado regulamentar; e) Instalações de tiro com armas de fogo; f) Instalações de tiro com arco; g) Pistas e infra -estruturas para os desportos motorizados em terra; h) Instalações para a prática de desportos equestres; i) Pistas de remo e de canoagem e infra -estruturas de terra para apoio a desportos náuticos; j) Campos de golfe; l) Outras instalações desportivas cuja natureza e características se conformem com o disposto na definição; l)todas as integradas em infra -estruturas destinadas à preparação de desportistas, designadamente em centros de alto rendimento e centros de estágio desportivos.
12 3 - Instalações desportivas especiais para o espectáculo desportivo. Permanentes, concebidas e vocacionadas para acolher a realização de competições desportivas, e onde se conjugam os seguintes factores: a) Expressiva capacidade para receber público e a existência de condições para albergar os meios de comunicação social; b) Utilização prevalente em competições e eventos com altos níveis de prestação; c) A incorporação de significativos e específicos recursos materiais e tecnológicos destinados a apoiar a realização e difusão pública de eventos desportivos. a) Estádios; b) Pavilhões multiusos desportivos; c) Estádios aquáticos e complexos de piscinas olímpicas; d) Hipódromos; e) Velódromos; f) Autódromos, motódromos, kartódromos e crossódromos; g) Estádios náuticos; h) Outros recintos que se configurem nos termos dos n.os 1 e 3 do presente artigo.
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