Gestão de Complexos Desportivos

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1 Gestão de Instalações Desportivas Gestão de Complexos Desportivos Módulo 5 sessão 2 Curso profissional de técnico(a) de L/O/G/O apoio à gestão desportiva

2 ÍNDICE 1.5. Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações 1.6. Aspetos físicos e funcionais Área desportiva útil e áreas de apoio Descrições técnicas - legislação específica aplicável

3 ÍNDICE 1.5. Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações 1.6. Aspetos físicos e funcionais Área desportiva útil e áreas de apoio Descrições técnicas - legislação específica aplicável

4 Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações O que carateriza os complexos desportivos é o facto da conterem áreas multidisciplinares. Ou seja, áreas incluídas num perímetro delimitado fisicamente ou naturalmente e que têm funções distintas. Assim, é importante que as áreas sejam pensadas numa perspetiva de complementaridade. Por exemplo, o mesmo parque de estacionamento pode servir vários locais que compõem um complexo desportivo. A mesma bilheteira, os mesmos balneários, a mesma receção, as mesmas instalações sanitárias.

5 Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações Isto permite: - Aumentar a eficiência da utilização de terreno de construção (utilizar uma instalação de apoio para várias infraestrturas desportivas e recreativas, permitindo que seja necessário menos espaço do que se as instalações fosse,m implantadas em locais separados. - Diminuir o número de colaboradores necessários, aumentando a eficiência das instalações (por exemplo a mesma secretaria para mais do que uma instalação desportiva um pavilhão e uma piscina num mesmo complexo desportivo, não sendo necessário duplicar o númerfo de colaboradores para cada função. Chama-se ao conjunto destas técnicas economia de escala.

6 Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações A gestão deste tipo de instalações deve ser pensada de forma integrada (rede integrada de instalações), quer no que à área desportiva útil diz respeito, mas também em relação às áreas de apoio. As técnicas de gestão (ao nível do recrutamento, da formação dos colaboradores e da área da manutenção) devem ser adaptadas a estas realizadades, permitindo melhorar a eficiência (obter os mesmos resultados ou melhores, com dispêndio de menores recursos). A nível da comunicação importa também percebermos que os sites, os folgetos e outros meios de comunicação e técnicas de marketing devem considerar estes aspetos.

7 ÍNDICE 1.5. Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações 1.6. Aspetos físicos e funcionais Área desportiva útil e áreas de apoio Descrições técnicas - legislação específica aplicável

8 ÁREA DESPORTIVA ÚTIL DE UM COMPLEXO DESPORTIVO Por definição, a área desportiva útil é entendida como sendo a área de facto utilizada para a prática desportiva ou para o cumprimento das funções específicas para que as instalações existem cumprimento da sua missão. No caso dos complexos desportivos, para calcularmos a área desportiva útil temos que somar à área útil das instalações de desporto e atividade física as áreas destinadas para desporto de lazer e atividades recreativas, desde que essas áreas concorram para o cumprimento da missão desportiva e recreativa desse complexo desportivo.

9 ÁREA DESPORTIVA ÚTIL DE UM COMPLEXO DESPORTIVO A expressão desportiva neste contexto deve ser entendida de forma mais alargada do que fazemos para as outras tipologias de instalações desportivas. Assim, dentro desta expressão cabem pois a atividade desportiva de competição mas também a área on de é praticada atividade fisica e desportiva de recreação, lazer, manutenção, etc.

10 ÁREA DESPORTIVA ÚTIL DE UM COMPLEXO DESPORTIVO Na prática significa que, no caso de um complexo desportivo que contenha, por exemplo, instalações desportivas do tipo de um pavilhão, uma piscina, mas que tenha também uma área para atividades de exploração da natureza, para calcularmos a área desportiva útil devemos somar a área desportiva onde são praticadas as modalidades e atividades físicas e desportivas (pavilhão, piscina) à área ocupada pelo espaço onde as atividades de exploração da natureza decorrem. Devem também aqui ser consideradas as áreas de segurança. De forma mais simples e para este tipo de complexos desportivos podemos dizer que a área total (em m 2 ) pode ser dividida entre a área desportiva útil e a área onde se encontram as estruturas de apoio (restaurantes, balneários, lojas, etc).

11 TAREFA Identifica diferentes estruturas que podem ser constituintes de um complexo desportivo e que podem ser incluídos na área da área desportiva útil, como por exemplo, uma piscina, uma parede de escalada e uma pista de slide.

12 ÁREA DE APOIO A UM COMPLEXO DESPORTIVO As áreas de apoio são os locais e instalações necessários para o apoio à realização das atividades principais a que se destinam os complexos desportivos.

13 TAREFA Identifica diferentes estruturas que podem ser constituintes de um complexo desportivo e que podem ser incluídos na área de apoio, como por exemplo, num complexo aquático: os balneários e os restaurantes.

14 ÁREAS DE APOIO A UM COMPLEXO DESPORTIVO: EXEMPLOS As áreas de apoio a um COMPLEXO DESPORTIVO: Vestiários e balneários para os utilizadores Instalações sanitárias Instalações de apoio médico e primeiros socorros Salas de desenvolvimento da condição física e musculação Instalações para administração e serviços auxiliares Instalações técnicas (iluminação, difusão sonora) Instalações para pessoal encarregado da manutenção Secretaria Locais de guarda-roupa Arrecadações de material

15 ÁREAS DE APOIO A UM COMPLEXO DESPORTIVO: EXEMPLOS Outras áreas de apoio (ao funcionamento e de complemento) de um COMPLEXO DESPORTIVO E DE LAZER: Restaurantes Bares Salões de Jogos de mesa Salas de formação Auditórios para espetáculos Mini-clubes SPAS Lojas de merchandising Museus e Exposições temporários Bilheteiras Parques de estacionamento Hotéis Cinema/teatro Bingo

16 TAREFA Consulta o site seguinte: Verifica as instalações que devem ser incluídas na área desportiva útil e as que devem ser incluídas nas áreas de apoio.

17 TAREFA Consulta um site de um parque aquático e verifica as instalações que devem ser incluídas na área desportiva útil e as que devem ser incluídas nas áreas de apoio.

18 TAREFA Considera os seguintes tipos de complexos desportivos: 1 Aquático ( parques aquáticos ) 2 Náutico ( pistas náuticas ) 2 Atividades de natureza e ar livre ( parques de aventura ) 3 Lazer e recreação (parques de merendas com instalações desportivas) 4 Modalidades desportivas de terra (pavilhões, estádios, pistas de atletismo, etc.) 5 Centros de alto rendimento IDENTIFICA OS TIPOS DE INSTALAÇÕES DAS ÁREA ÚTIL QUE PODEM SER COINCINDENTES, AS QUE SÃO ESPECÍFICAS DE CADA TIPOLOGIA E AS INSTALAÇÕES DAS ÁREAS DE APOIO QUE SÃO COMUNS. (Elabora um quadro resumo para organizares a informação. Procura informações na internet).

19 ÍNDICE 1.5. Áreas multidisciplinares e técnicas no apoio à gestão de instalações 1.6. Aspetos físicos e funcionais Área desportiva útil e áreas de apoio Descrições técnicas - legislação específica aplicável

20 A classificação de complexos desportivos pode ser feita com base em diferentes critérios: 1 Recintos com diversões aquáticas 2 Atividades desportivas em áreas protegidas 3 Desporto e turismo

21 Recintos com diversões aquáticas instalação e funcionamento - Legislação aplicável Decreto-Lei n.º 65/97, de 31 de março Regula a instalação e o funcionamento dos recintos com diversões aquáticas. Decreto-Lei n.º 79/2009, de 2 de Abril Procede à primeira alteração ao decreto-lei n.º 65/97, de 31 de Março, que regula a instalação e o funcionamento dos recintos com diversões aquáticas. Decreto Legislativo Regional n.º 2/2010/M Adapta à Região Autónoma da Madeira o decreto-lei n.º 65/97, de 31 de março, que regula a instalação e o funcionamento dos recintos com diversões aquáticas.

22 Recintos com diversões aquáticas regulamento das condições técnicas e de segurança - Legislação aplicável Decreto Regulamentar n.º 5/97, de 31 de março: Aprova o Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos Recintos com Diversões Aquáticas. Decreto Legislativo Regional n.º 18/2010/M Adapta à Região Autónoma da Madeira o Decreto Regulamentar n.º 5/97, de 31 de março, que aprova o Regulamento das Condições Técnicas e de Segurança dos Recintos com Diversões Aquáticas.

23 CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA - EXEMPLO - Analisa o decreto regulamentar n.º 5/97, de 31 de março que aprova o regulamento das condições técnicas e de segurança dos recintos com diversões aquáticas. Elabora um resumo dos requisitos a observar nos vários aspetos técnicos e de segurança referidos neste decreto regulamentar.

24 CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA - EXEMPLO - Tarefa para as turmas da Madeira Analisa o decreto legislativo regional n.º 2/2010/M que adapta à Região Autónoma da Madeira o Decreto-Lei n.º 65/97, de 31 de Março, que regula a instalação e o funcionamento dos recintos com diversões aquáticas. Elabora um resumo dos requisitos a observar nos vários aspetos técnicos e de segurança referidos neste decreto legislativo regional.

25 Atividades desportivas em áreas protegidas Exemplos de legislação aplicável Atividades Desportivas em Zonas da Orla Costeira, Praias, Dunas, Falésias e Reservas Integrais Decreto-Lei n.º 218/95, de 26 de agosto: regula a circulação de veículos motorizados nas praias, dunas, falésias e reservas integrais.

26 Atividades desportivas em áreas protegidas Exemplos de legislação aplicável Programa Desporto de Natureza Portaria n.º 651/2009, de 12 de junho: define o Código de Conduta a adoptar pelas empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos que exerçam atividades reconhecidas como turismo de natureza e o logótipo que os identifica.

27 Atividades desportivas em áreas protegidas Exemplos de legislação aplicável Decreto-Lei n.º 108/2009, de 15 de maio: estabelece as condições de acesso e de exercício da atividade das empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos, redefinindo o conceito de turismo de natureza e contribuindo para a dinamização do Programa Nacional de Turismo de Natureza.

28 Atividades desportivas em áreas protegidas Exemplos de legislação aplicável Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de março: estabelece o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos.

29 Atividades desportivas em áreas protegidas Exemplos de legislação aplicável Decreto Regulamentar n.º 18/99, de 27 de agosto: regula a animação ambiental nas modalidades de animação, interpretação ambiental e desporto de natureza nas áreas protegidas, bem como o processo de licenciamento das iniciativas e projectos de actividades, serviços e instalações de animação ambiental (foi alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 17/2003, de 10 de outubro).

30 Atividades desportivas em áreas protegidas Exemplos de legislação aplicável Decreto-Lei n.º 47/99, de 16 de fevereiro: regula o turismo de natureza (foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 56/2002, de 11 de março).

31 Desporto e turismo Atividade Marítima-Turística Decreto-Lei n.º 108/2009, de 15 de maio: estabelece as condições de acesso e de exercício da atividade das empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos. Decreto Legislativo Regional n.º 23/2007/A, de 23 de outubro: aprova o Regulamento da Actividade Marítimo-Turística dos Açores (RAMTA). Decreto-Lei n.º 21/2002 de 31 de janeiro: regula a atividade marítimo-turística (alterado e republicado na íntegra pelo Decreto-Lei n.º 269/2003, de 28 de outubro).

32 Desporto e turismo Empresas de Animação Turística Decreto-Lei n.º 108/2009, de 15 de maio: Estabelece as condições de acesso e de exercício da atividade das empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos. Decreto-Lei n.º 204/2000, de 1 de setembro: Regula o acesso e o exercício da atividade das empresas de animação turística (foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 108/2002, de 16 de abril).

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