Tecnologia Hidráulica
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- Thomas Bruno Castelhano Azenha
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1 Tecnologia Hidráulica
2 Tecnologia Hidráulica Industrial
3 Lei de Pascal F = Força A = Área P = Pressão 1. Suponhamos uma garrafa cheia de um líquido, o qual é, praticamente, incompressível 2. Se aplicarmos uma força de 10kgf numa rolha de 1 cm 2 de área 3. o resultado será uma força de 10kgf em cada centímetro quadrado das paredes da garrafa 4. Se o fundo da garrafa tiver uma área de 20 cm 2 e cada centímetro estiver sujeito a uma força de 10kgf, teremos, como resultante, uma força de 200kgf aplicada ao fundo da garrafa. Conservação de Energia Princípio Prensa Hidráulica ENTRADA 1. Uma força de 10kgf aplicada em um pistão de 1 cm 2 de área 2. desenvolverá uma pressão de 10kgf/cm 2 (10atm) em todos os sentidos dentro deste recipiente 3. Esta pressão suportará um peso de 100kgf se tivermos uma área de 10 cm 2 4. As forças são proporcionais às áreas dos pistões. 10kgf 100kgf 1cm 2 = 10 cm 2 SAÍDA 1. Se o pistão se move 10 centímetros, desloca 10 centímetros cúbicos de líquido (1cm 2 x 10 cm - 10 cm 3 ) centímetros cúbicos de líquido movimentarão somente 1 centímetro neste pistão. 3. A energia transferida será igual a 10 quilogramaforça x 10 centímetros ou 100kgf. cm. 4. Neste ponto também teremos uma energia de 100kgf. cm (1cm x 100kgf).
4 Fundamentos Físicos P = F A F O R Ç A P= Pressão F= Força A= Área ÁREA
5 Fundamentos Físicos 1 Kg 1 Kg Baixa Pressão Alta Pressão Variação de área
6 Fundamentos Físicos Transmissão de pressão
7 Fundamentos Físicos 1000 Kg 1000 Kg 100 Kg/cm2 10 cm2 10 cm2 Transferência de força
8 Fundamentos Físicos 1000 kg 100 kg 100 cm² 10 kg/cm2 10 cm² A Multiplicação de força
9 Fundamentos Físicos Multiplicação de pressão
10 Fundamentos Físicos Multiplicação de pressão
11 Fundamentos Físicos F A x 10 = VOLUME = 10 A x 1 W 10 F A A Transmissão de deslocamento
12 Fundamentos Físicos Q = V t V = A. s Q = A. s t Q= A. v velocidade Q= vazão V= volume t= tempo A= área s= distância v= velocidade Vazão Distância Área Vazão X Velocidade
13 Manômetro 50 O tubo tende a endireitar-se sob pressão causando a rotação do ponteiro Articulação Entrada Tubo de Bourdon Entrada de pressão psig Pivô Pistão Quando a pressão é aplicada esta luva move o sistema articulado
14 Reservatórios Hidráulicos Funcionamento Do que consiste um Reservatório Hidráulico
15 Tipos de Reservatório Dimensionamento Convencional em forma de L Suspenso Reservatório (litros) Dimensões (mm) A B C D E ,0 327,0 430,0 87,5 13, ,0 410,0 600,0 114,0 13, ,0 473,0 720,0 114,0 13, ,0 495,0 870,0 114,0 13, ,0 500,0 950,0 114, ,0 550,0 1050,0 114, ,0 600,0 1100,0 114, ,0 600,0 1270,0 114, ,0 700,0 1300,0 114,0 - Notas: 1) As medidas dos reservatórios podem sofrer uma variação ± 1% nas medidas mencionadas na tabela; 2) Os reservatórios de 180 a 500 litros não possuem tampa removível; 3) O reservatório de 60 litros possui uma janela de inspeção; os reservatórios de 120 a 500 litros possuem 2 janelas de inspeção.
16 Resfriadores Resfriadores de Ar entrada de fluido duto aletas de refriamento tubos símbolo de resfriador de ar-óleo Resfriadores de Água resfriador de ar-óleo carcaça símbolo de resfriador de água-óleo tubos resfriador de água-óleo
17 Resfriadores no Circuito
18 Elementos Filtrantes
19 Elementos de Filtro de Profundidade Construção típica da fibra de vidro grossa (100x) Construção típica da fibra de vidro fina (100x)
20 Elementos do Tipo de Superfície
21 Filtros Filtro de Sucção Interno Filtro de Pressão Filtro de Linha de Retorno filtro de pressão filtro de linha de retorno filtro de sucção interno
22 Válvula de Desvio ( Bypass ) do Filtro Indicador visual e elétrico da condição do elemento Conjunto da válvula de alívio (bypass) Canal de entrada Indicador de Filtro Desvio Canal de saída Limpo Limpo mostrador Carcaça de pressão Elemento de filtro
23 Funcionamento do Indicador de Filtro Limpo Necessita Limpeza Desvio Desvio Desvio Desvio Limpo Limpo Limpo
24 Mangueiras e Conexões Cano (pipe) Tubo (tubing) Mangueira (hose)
25 Principais Tipos de Mangueiras Hidráulicas Parker Aplicação Norma Tipo de Tipo de Dimensões Código Catálogo Construtiva Reforço Cobertura Parker Parker Baixa pressão WOA. Trançado têxtil Borracha Ø interno real Água, óleo, ar. 250 psi Baixa pressão WOA. Água, óleo, Trançado têxtil Trançado têxtil Ø interno real 821FR 4400 ar. 250 psi. Resistente à chamas Baixa pressão WOA. Água,óleo, Trançado têxtil Trançado têxtil Ø interno real ar. 250 psi. Resistente à abrasão Baixa pressão psi SAE 100R3 Trançado têxtil Borracha Ø interno real Sucção psi SAE 100R4 Um fio de aço disp. Borracha Ø interno real em forma helicoidal Média pressão psi SAE 100R5 Trançado têxtil Trançado têxtil Ø nominal Trançado aço cor preta bitola cano Média pressão psi SAE 100R1AT Trançado aço Borracha Ø interno real capa fina Média pressão psi Similar ao Trançado têxtil Borracha Ø nominal SAE 100R5 Trançado aço bitola cano Média pressão. Alta Temperatura SAE 100R5 Trançado têxtil Trançado têxtil Ø nominal psi Trançado aço cor azul bitola cano Média pressão. Alta Temperatura SAE 100R1AT Trançado aço Borracha Ø interno real 421 HT psi capa fina Média pressão. Hi-Impulse SAE 100R1AT/ Trançado aço Borracha Ø interno real psi DIN SN capa fina Média pressão psi SAE 100R1A Trançado aço Borracha Ø interno real 215 Stratoflex capa grossa Alta pressão psi SAE 100R2AT 2 Trançados aço Borracha Ø interno real capa fina
26 Gráfico de Auxílio na Escolha do Diâmetro Interno da Mangueira em Função da Vazão do Circuito O Gráfico ao lado foi baseado na seguinte fórmula: D = Q x V Onde: Q = Vazão em Galões por Minuto (gpm) D = Velocidade do Fluido em Pés por Segundo V = Diâmetro da Mangueira em Polegadas Vazão em galões por minuto (gpm) Diâmetro Interno da Mangueira em pol Mangueiras Bitola Cano 2.3/8 1.13/16 1.3/8 1.1/8 7/8 5/8 1/2 13/32 5/16 1/4 3/ Todas as Outras - Diâmetro Real /2 1.1/4 1 3/4 5/8 1/2 3/8 5/16 1/4 3/16 Velocidade do Fluido em pés por segundo Velocidade máxima recomendada para linha de sucção Velocidade máxima recomendada para linha de retorno Velocidade máxima recomendada para linha de pressão
27 Conexões Permanentes
28 Olhal Bombas Hidrodinâmicas Saída Entrada As lâminas, ao girar, propiciam a força centrífuga que causa a ação de bombeamento. Lâminas impulsoras Saída Tipo centrífugo (impulsor) Impulsor Fluxo axial é gerado por uma hélice rotativa. Hélice Entrada Tipo axial (hélice)
29 Escala de Pressão do Vácuo
30 Como é Determinado o Vácuo
31 Bombas de Engrenagem
32 Como Funciona uma Bomba de Engrenagem
33 Detalhes dos Componentes de uma Bomba de Engrenagem retentor engrenagem motora placa de apoio seção central alumínio extrudado placa de apoio bimetálica anel O cabeçote dianteiro alumínio fundido cabeçote traseiro alumínio fundido anel O gaxetas de vedação engrenagem movida
34 Bombas de Palheta
35 Como Funciona uma Bomba de Palheta
36 Detalhes dos Componentes de uma Bomba de Palheta Placas flexíveis 1 - Parafuso cabeça sextavada 2 - Tampa traseira 3 - Kit conjunto rotativo industrial 4 - Anel O 5 - Anel de encosto 6 - Anel selo 7 - Anel elástico 8 - Anel espiral 9 - Rolamento 10 - Eixo código A Ø Chavetado 11 - Anel O - Corpo Dianteiro 12 - Arruela 13 - Vedação do eixo 14 - Corpo dianteiro 15 - Chaveta para eixo (Eixo código A) 1.25 Ø Chavetado 16 - Eixo código C - 1.5: Ø Chavetado 17 - Chaveta para eixo código C 18 - Eixo código B - 14 dentes estriados 19 - Somente para kit de vedação mobil 20 - Somente para kit de vedação mobil 21 - Kit conjunto rotativo mobil
37 Bombas de Palheta Balanceada
38 Como Funciona uma Bomba de Palheta Balanceada saída anel elíptico entrada rotação palheta saída eixo carregado lateralmente entrada pressão saída rotor Eixo motriz entrada aberturas de pressão opostas cancelam cargas laterais no eixo pressão Carcaça oval anel elíptico eixo balanceado pressão
39 Bombas Duplas
40 Bombas de Palheta de Volume Variável
41 Como Funciona uma Bomba de Palheta de Volume Variável
42 Bombas de Pistão
43 Como Funciona uma Bomba de Pistão
44 Detalhes dos Componentes de uma Bomba de Pistão
45 Bombas de Pistão Axial de Volume Variável
46 Como Funciona uma Bomba de Pistão Axial de Volume Varíavel pistão do compensador Ajustamento de Pressão Numa válvula de controle de pressão, a pressão da mola é usualmente variada pela regulagem de um parafuso que comprime ou descomprime a mola.
47 Bombas de Pistão Axial Reversível
48 Válvula Limitadora de Pressão
49 A Válvula pode Assumir Várias Posições, entre os Limites de Totalmente Fechada a Totalmente Aberta Totalmente Fechada Totalmente Aberta
50 Ajustamento de Pressão 50
51 Válvula de Sequência
52 Válvula de Sequência no Circuito
53 Válvula de Contrabalanço
54 Válvula de Contrabalanço no Circuito
55 Válvula Redutora de Pressão
56 Válvula Redutora de Pressão no Circuito
57 Válvula de Descarga 1 HP = (l/min) x (kgf/cm 2 ) x 0,0022 Observação sobre segurança: Em qualquer circuito com acumulador deve haver um meio de descarregar automaticamente quando a máquina é desligada.
58 Sistema de Alta e Baixa Pressão (Alta-Baixa)
59 Relief Pressure Válvula de Controle de Pressão Operada por Piloto bar psi SSU. HYD. OIL Percent of Rated Flow Relief Pressure vs: Flow Simbolo de válvula Limitadora de pressão Operada por piloto
60 Diferencial de Pressão das Válvulas Operadas por Acionamento Direto e Acionamento por Piloto
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62
63 Outras Válvulas de Controle de Pressão Operadas por Piloto
64 Regulagem do Piloto Remoto
65 Ventagem de uma Válvula Limitadora de Pressão Operada por Piloto Ventagem
66 Como Trabalha uma Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial
67 Válvula de Controle Direcional
68 Atuadores de Válvulas Direcionais
69
70
71
72 Pino de Trava (Detente)
73 Condição de Centro Aberto
74 Válvulas de Centro Aberto no Circuito
75 Condição de Centro Fechado
76 Válvulas de Centro Fechado no Circuito
77 Condição de Centro em Tandem
78 Válvulas de Centro em Tandem no Circuito
79 Centro Aberto Negativo
80 Válvulas de Centro Aberto Negativo no Circuito
81 Outras Condições de Centro
82 Centragem de Carretel
83 Controle por Estrangulamento
84 Uso de Válvula de Retenção para Pilotagem
85 Dreno
86 Pressão Piloto Externa
87 Válvula de Desaceleração
88 Válvulas de Retenção
89 Válvulas de Retenção no Circuito
90 Válvula de Retenção Operada por Piloto
91 via de saída A válvula de retenção operada por piloto permite um fluxo livre da via de entrada para a via de saída igual a uma válvula de retenção comum. piloto Fluido impelido a passar através da válvula, através da via de saída para a via de entrada, pressiona o assento contra a sua sede. Fluxo através da válvula é bloqueado. piloto via de entrada via de saída via de entrada via de saída Quando uma pressão suficientemente alta age sobre o pistão, a haste avança e desloca o assento da sua sede. piloto via de entrada
92 Válvulas de Retenção Operada por Piloto no Circuito Linha A Carga Linha B
93 Válvula de Retenção Operada por Piloto Geminada saída A 1 saída B 1 entrada A entrada B
94 Válvulas de Retenção Operada por Piloto Geminada no Circuito Carga
95 Válvulas Controladoras de Vazão
96 Orifício Fixo Orifício Variável
97 Área de 20 cm 2 Velocidade da haste 400 cm/min. Válvulas de Controle de Vazão Variável no Circuito 35 kgf/cm kgf/cm Velocidade da Haste (cm/min) = Vazão (l/min) x (cm 3 ) Área do pistão (cm 2 ) 20 litros/min. 8
98 Válvula de Controle de Vazão Variável com Retenção Integrada parafuso de ajuste válvula de retenção
99 Métodos de Controle 1º Método - Meter-In 2º Método - Meter-Out 3º Método - Bleed-Off Controle na entrada
100 Válvula Controladora de Vazão com Pressão Compensada
101 Tipo Restritora êmbolo de compensação válvula controladora de fluxo A B
102 Funcionamento Para determinar como uma válvula tipo restritora funciona, devemos examinar a sua operação passo a passo. êmbolo de compensação válvula controladora de fluxo A B A B mola 35 kgf/cm 2 7 kgf/cm 2 A B A B 7 kgf/cm 2
103 Tipo By Pass (Desvio) mola saída tanque entrada
104 Funcionamento Para determinar como uma válvula tipo desvio funciona, devemos examinar a sua operação passo a passo. 7 kgf/cm 2 tanque tanque tanque 7 kgf/cm 2 passagem de piloto 7 kgf/cm 2 14 kgf/cm 2 tanque tanque 21 kgf/cm 2
105 Compensação de Temperatura com uma Haste Bimetálica tamanho de orifício normal haste bimetálica ou de alumínio tamanho de orifício diminuído haste expandida condição normal com temperatura aumentada tamanho de orifício aumentado haste contraída com temperatura diminuída
106 Válvula Controladora de Fluxo com Temperatura e Pressão Compensadas A B
107 Válvula Controladora de Fluxo com Temperatura e Pressão Compensadas no Circuito Área do pistão 20 cm 2 Área do pistão 20 cm 2 25 C 50 C 60 C Velocidade da haste 600 cm/min. Velocidade da haste 600 cm/min. 20 litros/min litros/min.
108 Controle de Impacto A B
109 Elemento Lógico (Válvula de Cartucho)
110 Camisa 2. Êmbolo 3. Mola 4. Assento 5. Tampa X B A A B X
111 Função de Retenção de B para A Função de Retenção Pilotada X Y B B X B B A A Y A A Função VCD 2/2 com Retenção Função de Retenção com Estrangulamento X X B B B B A A A A
112 C016B e C025BS C032B e C063B C080B e C100BS C050B
113 Função de 2 vias, com Pilotagem Interna Através de x Tamanho Nominal 25, 50 e 80
114 Função de 2 vias, com Limitações de Curso, Pilotagem Interna Através de x Tamanho Nominal 25, 50 e 100
115 Função de 2 vias, Através de Conexão A uma Válvula Piloto Tamanho Nominal 32, 50 e 100
116 Função de 2 vias com Válvula Controle Direcional Tamanho Nominal 32, 50 e 80
117 Função de Limitadora de Alívio de Pressão com Válvula Piloto Regulável Tamanho Nominal 25 e 50
118 Função de Limitadora de Alívio de Pressão, Operada por Solenóide Proporcional Tamanho Nominal 32 e 50
119 Compensador de 3 vias com Múltiplas Funções Tamanho Nominal 32 e 50
120 Função de 2 vias e Função de Retenção Tamanho Nominal 32 e 80
121 M
122 Atuadores Hidráulicos
123 Força de Avanço Teórico e Volume do Fluido Deslocado
124 Volume do Circuito Volume da Haste Volume do Cilindro = Área do Pistão x Curso cm 3 cm 2 cm Velocidade da Haste = cm/min Vazão (l/min) x Área do Pistão cm 2 5 cm Área do pistão 65 cm 3 Área do pistão 130 cm 3 Carga 2,5 cm
125 Guarnições
126 Dreno da Guarnição Dreno da guarnição
127 Amortecimentos Fluxo sai livremente do cilindro até que
128 Estilo de Montagem do Cilindro Montagens Disponíveis e Onde Encontrá-las
129 Estilo de Montagem do Cilindro Montagens Disponíveis e Onde Encontrá-las
130 Tipos Comuns de Cilindros Cilindro de Ação Simples Cilindro de Haste Dupla Cilindro com Retorno com Mola Cilindro Telescópico ou de Múltiplo Estágio Cilindro Martelo Cilindro Duplex Contínuo ou Cilindro Tandem Cilindro Dupla Ação Cilindro Duplex
131 Atuadores Rotativos Osciladores Hidráulicos Osciladores de Palheta Tipos - Palheta Simples - Palheta Dupla
132 Motores Hidráulicos
133 Motores de Palheta Retenção interna Guia Mola espiral Mola de arame Pressão
134 Motores de Pistão
135 Torque Torque = Força x Distância ao Eixo ou Kgfm = kgf x m Torque no eixo 25 kgf Torque 25 kgf 0,3 m 0,4 m
136 Velocidade do Eixo do Motor A velocidade pela qual o eixo de um motor gira é determinada pela expressão: Potência A máquina que realiza o trabalho requerido em 3 segundos gera mais potência do que a máquina que realiza o mesmo trabalho em 3 minutos. Velocidade do Eixo do Motor (rpm) = Vazão (l/min) x Deslocamento do Motor (cm 3 /revolicação) ( kgf.m 9,81 s = watt ) Potência Mecânica A unidade de potência mecânica é o: Obs.: O cavalo - vapor é uma medida de potência muito usada e equivale a: kgf.m s : 9,81 = joule s = W 1 cv = W = 75 kgf.m s
137 Equivalência em Potência Elétrica e Calor 1 cv = 0,986 HP 1 cv = kgm/min ou 75 kgm/s 1 cv = 736 W (potência elétrica) 1 cv = 41,8 BTU/min = 10,52 kcal/s 1 HP = Ib pé por minuto 1 HP = 746 W 1 HP = 42,4 BTU/min Cálculo da Potência do Motor Para calcular a potência desenvolvida por um motor hidráulico, a seguinte expressão é usada: Potência (cv) = rpm x Torque (kgf.m) 729 Cálculo de Potência de Cilindros e Sistemas Para calcular a potência desenvolvida por um cilindro hidráulico, ou a total do sistema hidráulico, a seguinte expressão é usada: cv = Potência = Vazão x Pressão Vazão (l/min) x Pressão (kgf/cm 2 ) 456
138 Motores Hidráulicos no Circuito Válvula de contrabalanço diferencial Válvula limitadora de pressão para frenagem Válvula limitadora de pressão Válvula limitadora de pressão Válvula limitadora de pressão
139 Combinação Motor-Bomba Potência, torque e velocidade fixos Potência, torque e velocidade variáveis Potência e velocidade variáveis, torque constante
140 Transmissão Hidrostática bomba de abastecimento sistema de circuito fechado
141 Acumuladores Hidráulicos
142 Acumuladores Carregados por Peso peso pistão A pressão é o quociente do peso pela área do pistão
143 Acumuladores Carregados à Mola mola pistão Pressão = Força da mola dividida pela área do pistão abertura de saída
144 Acumuladores Hidropneumáticos Gás Esta base de metal evita a extrusão da bolsa
145 Acumuladores no Circuito Veja observações sobre segurança mantendo a pressão do sistema válvula de descarga observação sobre segurança: em qualquer circuito com acumulador deve haver um meio de descarga automaticamente quando a máquina é desligada
146 Tabela de Performance Abiabática/Isotérmica - Acumulador 231 pol3
147 Circuitos Hidráulicos Básicos 1. Circuito de Descarga 2. Circuito Regenerativo 3. Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial 4. Circuito de Descarga de um Acumulador 5. Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado 6. Descarga Automática da Bomba 7. Sistema Alta-Baixa 8. Circuito de Controle de Entrada do Fluxo 9. Circuito de Controle de Saída do Fluxo 10. Controle de Vazão por Desvio do Fluxo 11. Válvula de Contrabalanço 12. Circuito com Redução de Pressão 13. Válvula de Contrabalanço Diferencial 14. Válvula de Retenção Pilotada
148 Circuito de Descarga - Pressão Alta-Máxima A B B A P T PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M B A T A P B VÁLVULA LIMITADORA DE PRESSÃO REMOTA PILOTO SISTEMA PRINCIPAL DE ALÍVIO PARA O SISTEMA BOMBA RETORNO
149 Circuito de Descarga - Pressão Intermediária A B B P T A PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M B A T A P B PILOTO SISTEMA PRINCIPAL DE ALÍVIO PARA O SISTEMA BOMBA RETORNO
150 Circuito de Descarga - Recirculando A B B P T A PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M B A T A P B VÁLVULA LIMITADORA DE PRESSÃO REMOTA PILOTO SISTEMA PRINCIPAL DE ALÍVIO PARA O SISTEMA RETORNO BOMBA
151 FLUXO Circuito Regenerativo - Avanço CILINDRO 2:1 T P VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M CIRCUITO REGENERATIVO AVANÇO FLUXO CILINDRO 2:1 FLUXO
152 Circuito Regenerativo - Retorno CILINDRO 2:1 T P VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL M CIRCUITO REGENERATIVO RETRAÇÃO FLUXO CILINDRO 2:1 FLUXO TANQUE
153 Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial PARA O SISTEMA NOTA SOBRE SEGURANÇA M ACUMULADOR SENDO CARREGADO PISTÃO NITROGÊNIO CAMISA DO CILINDRO PISTÃO PARA O SISTEMA TANQUE
154 Válvula Limitadora de Pressão de Descarga Diferencial PARA O SISTEMA NOTA SOBRE SEGURANÇA ACUMULADOR CARREGADO NITROGÊNIO M PISTÃO PISTÃO CAMISA DO CILINDRO PARA O SISTEMA
155 Circuito de Descarga de um Acumulador ACUMULADOR A B RESTRIÇÃO FIXA P T DA BOMBA PARA O SISTEMA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL T A P RESTRIÇÃO FIXA VÁLVULA GLOBO DA BOMBA PARA O SISTEMA ACUMULADOR A B RESTRIÇÃO FIXA VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL P T DA BOMBA PARA O SISTEMA T A P B RESTRIÇÃO FIXA VÁLVULA GLOBO DA BOMBA PARA O SISTEMA
156 Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado Avanço Rápido CILINDRO VÁLVULA DE DESACELERAÇÃO CONTROLE DE FLUXO VÁLVULA DE RETENÇÃO VÁLVULA LIMITADORA DE PRESSÃO VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA AVANÇO RÁPIDO
157 Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado Velocidade do Trabalho CILINDRO CONTROLE DE FLUXO VÁLVULA DE DESACELERAÇÃO VÁLVULA DE RETENÇÃO VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA VELOCIDADE DE TRABALHO
158 Circuito com Aproximação Rápida e Avanço Controlado Retorno CILINDRO VÁLVULA DE DESACELERAÇÃO CONTROLE DE FLUXO VÁLVULA DE RETENÇÃO VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA RETORNO
159 Descarga Automática da Bomba - Cilindro Avançado CILINDRO 1 A B 2 P P T VÁLVULA ATUADA POR CAME 2 P M 1 A B PILOTAGEM P T VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL BOMBA
160 Descarga Automática da Bomba - Cilindro Retornado 1 A B 2 P P T CILINDRO M VÁLVULA ATUADA POR CAME 2 P 1 VÁLVULA DE CONTROLE DIRECIONAL A B PILOTAGEM P T BOMBA
161 Descarga Automática da Bomba - Bomba em Descarga
162 Sistema Alta-Baixa - Operação à Baixa Pressão 162
163 Sistema Alta-Baixa - Operação à Alta Pressão
164 Circuito de Controle de Entrada do Fluxo
165 Circuito de Controle de Saída do Fluxo
166 Controle de Vazão por Desvio do Fluxo
167 Válvula de Contrabalanço
168 Circuito com Redução de Pressão
169 Válvula de Contrabalanço Diferencial
170 Válvula de Retenção Pilotada
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