CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
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- Carlos Peres Aveiro
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1 Autores Marcos Augusto Perez Rodrigo Pagani de Souza CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Área específica Direito Administrativo. Marcos Augusto Perez Professor Doutor de Direito Administrativo na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), instituição onde obteve os títulos de Bacharel, Mestre e Doutor. Sócio fundador do escritório Manesco, Ramires, Perez, Azevedo Marques Advogados e autor de dois livros pela Editora Fórum: A Administração Pública Democrática (2004) e O Risco na Concessão de Serviços Públicos (2006). Áreas afins Direito Financeiro, Direito Municipal, Direito Constitucional. Rodrigo Pagani de Souza Professor Doutor de Direito Administrativo da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Graduouse em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Na USP obteve os títulos de Mestre e Doutor em Direito e, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, o de Master of Laws. É advogado em São Paulo, especializado em consultoria em Direito Público e Regulação. Público-alvo/consumidores Profissionais do Direito em geral. FORMATO: 17 X 24 cm CÓDIGO:
2 C759 Perez, Marcos Augusto Controle da administração pública / Marcos Augusto Perez e Rodrigo Pagani de Souza. Belo Horizonte : Fórum, p. ISBN: Direito financeiro. 2. Direito municipal. 3. Direito Constitucional. I. Souza, Rodrigo Pagani de. II. Título. CDD 342 CDU Informação bibliográfica deste livro, conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): PEREZ, Marcos Augusto; SOUZA, Rodrigo Pagani de. Controle da administração pública. Belo Horizonte: Fórum, p. ISBN SUMÁRIO PREFÁCIO Odete Medauar...15 APRESENTAÇÃO...17 PRIMEIRA PARTE ASPECTOS GERAIS DO CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO 01 OS SETE IMPASSES DO CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NO BRASIL FLORIANO DE AZEVEDO MARQUES NETO, JULIANA BONACORSI DE PALMA Introdução Os sete impasses do controle da Administração Pública no Brasil Conclusão...37 CAPÍTULO 02 EM BUSCA DE UMA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE RESULTADOS RODRIGO PAGANI DE SOUZA Introdução: por uma administração pública que proporcione resultados concretos à sociedade Eficiência e administração de resultados Eficiência administrativa como valor jurídico Eficiência como compromisso com resultados Usos do valor da eficiência em uma administração de resultados Controle e administração de resultados As metas e seu valor jurídico Usos das metas em uma administração de resultados Política pública e administração de resultados O fenômeno jurídico pela ótica da política pública Usos da noção de política pública em uma administração de resultados Como avançar?...59 Referências...60
3 CAPÍTULO 03 CONTROLE DA DISCRICIONARIEDADE ADMINISTRATIVA MARCOS AUGUSTO PEREZ A noção de puissance publique na origem da conceituação dos poderes da Administração Pública e da discricionariedade administrativa Poder vinculado e poder discricionário ou simplesmente vinculação e discricionariedade A expansão da discricionariedade O controle jurisdicional da discricionariedade e seus problemas A construção de um método para o controle jurisdicional da discricionariedade administrativa Conclusão...80 Referências...81 SEGUNDA PARTE CONTROLE JURISDICIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO 04 CONTROLE JUDICIAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS: CRITÉRIOS E PARÂMETROS POSSÍVEIS ALEXANDRA FUCHS DE ARAÚJO Introdução O controle judicial de políticas públicas Política pública: conceito em formação Parâmetros possíveis para o controle judicial de políticas públicas Critério do controle da razoabilidade Critério procedimental Critério da preferência da tutela coletiva sobre a individual Controle forte e controle fraco da discricionariedade Direitos essenciais e não essenciais Considerações finais Referências CAPÍTULO 05 CONTROLE JUDICIAL DAS DECISÕES DOS TRIBUNAIS DE CONTAS FERNANDO COUTO GARCIA Introdução A discussão na vigência da Constituição de A persistência da divergência nas Constituições de 1934, 1937, 1946, 1967 e 1969 e na legislação infraconstitucional anterior à Constituição de Os precedentes do Supremo Tribunal Federal, anteriores à Constituição de 1988, frequentemente citados pela doutrina como favoráveis à tese do poder jurisdicional dos Tribunais de Contas O debate sobre o tema na Assembleia Constituinte de A persistência da divergência doutrinária na vigência da Constituição de A doutrina sobre as restrições ao controle judicial das decisões dos Tribunais de Contas A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal na vigência da Constituição de Conclusão Referências CAPÍTULO 06 O CONTROLE JUDICIAL DAS AGÊNCIAS REGULADORAS E NOVOS PARÂMETROS DE ATUAÇÃO MARIA ISABEL ROMERO RODRIGUES Introdução O controle judicial e o princípio da legalidade Controle judicial do mérito do ato normativo Novos parâmetros do controle judicial Referências TERCEIRA PARTE
4 CONTROLE PARLAMENTAR E PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS SOBRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO 07 O CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PELAS CPIS: BREVES NOTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO E OS PODERES DESSAS COMISSÕES BRUNO JORGE FAGALI Introdução Histórico Fundamentos normativos Pressupostos normativos de criação e funcionamento das CPIs Pressuposto deflagrador: quórum mínimo Pressuposto orgânico: representação proporcional dos partidos ou dos blocos parlamentares Pressuposto operacional: competência (esfera de atuação) Pressuposto material: fato determinado Pressuposto temporal: prazo certo Pressuposto quantitativo: número de CPIs concomitantes na mesma Casa Legislativa Rotina geral de trabalho e aspectos complementares A reserva de jurisdição x poderes de investigação próprios das autoridades judiciais Os poderes das CPIs conforme os contornos traçados pela jurisprudência atual Conclusão Referências CAPÍTULO 08 AS CPIS E A RESERVA DE JURISDIÇÃO: A VISÃO DO STF MÁRIO SAADI Introdução Ponto de partida: o MS /RJ e a colocação da questão da reserva de jurisdição Problemática no MS Razões de decidir dos Ministros do STF no MS Reconhecimento da reserva de jurisdição O entendimento do Ministro Relator Celso de Mello pela reserva de jurisdição e os demais votos consonantes Ausência de análises sobre a reserva de jurisdição As manifestações dos Ministros do STF pela ausência de motivação Caminho percorrido: a metodologia adotada para o levantamento de acórdãos e decisões do STF sobre a reserva de jurisdição MS e o atingimento da maioria dos Ministros do Supremo a respeito do tema MS e os reparos sobre a reserva de jurisdição Demais aspectos relevantes extraídos dos entendimentos dos Ministros do STF Ponto de chegada: conclusões a respeito do entendimento dos Ministros do STF sobre a reserva de jurisdição Conclusão Referências CAPÍTULO 09 A VISÃO DO STF SOBRE A COMPETÊNCIA DO TCU PARA PRATICAR ATOS DE COMANDO ANDRÉ ROSILHO, JULIANE ERTHAL DE CARVALHO Introdução O espectro de competências e de atribuições do TCU e sua competência para praticar atos de comando A jurisprudência do STF sobre as possibilidades e limites da prática de atos de comando pelo TCU Apreciar atos para fins de registro Ordenar a prática de atos por terceiros Tomar medidas cautelares Ordenar o envio de informações ao TCU Conclusão Referências...195
5 CAPÍTULO 10 O TRIBUNAL DE CONTAS E O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE: UMA RELEITURA DA SÚMULA 347 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL VALDIRENE RIBEIRO DE SOUZA FALCÃO Introdução Jurisdição Constitucional: função primária do Estado A distinção terminológica de Jurisdição Constitucional e Justiça Constitucional Jurisdição Constitucional como função primária do Estado e os julgamentos técnicos realizados pelo Tribunal de Contas Posição constitucional do Tribunal de Contas da União e sua natureza jurídica Controle de constitucionalidade e descabimento de seu exercício pelo Tribunal de Contas da União: uma reanálise do disposto na Súmula O modelo americano Sistema concentrado As Constituições brasileiras e os mecanismos de controle: evolução Constituição de Constituição de Constituição de Constituição de Constituição de Constituição do Brasil de 1967 e a Emenda Constitucional de Constituição Federal de O controle de constitucionalidade exercido pelo Tribunal de Contas da União: uma releitura da Súmula Momento histórico quando da prolação da Súmula 347 e sua releitura Superação da Súmula 347 pelo Supremo Tribunal Conclusão Referências QUARTA PARTE CONTROLE SOCIAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CAPÍTULO 11 PARTICIPAÇÃO POPULAR NA ELABORAÇÃO DE ATOS NORMATIVOS POR AGÊNCIAS REGULADORAS FEDERAIS: UMA ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA ACUMULADA NOS ÚLTIMOS 20 ANOS LETÍCIA OLIVEIRA LINS DE ALENCAR Introdução Extensão e limites do poder normativo das Agências Reguladoras Revisitando a noção do poder normativo das Agências Reguladoras Cautelas ao processo de elaboração normativa: procedimentalização e aprimoramento do controle Necessidade e objetivos da participação democrática Mecanismos de participação democrática durante o processo de elaboração de normas por Agências Disciplina legal da participação democrática Análise da experiência das Agências Reguladoras Praxe das Agências Reguladoras Procedimentos internos da Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos internos da Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL Procedimentos internos da Agência Nacional de Petróleo ANP Procedimentos internos da Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Procedimentos internos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ Panorama sobre os mecanismos de participação democrática no processo de elaboração de normas Análise crítica sobre a forma de participação popular na elaboração de atos normativos pelas Agências Reguladoras federais e possíveis aprimoramentos Falta de uniformidade na utilização dos mecanismos de participação popular Inexistência de disposições que assegurem a real representatividade de todos
6 os interesses envolvidos Negligência da regulamentação com a efetivação do princípio da motivação Necessidade de se distinguir os atos normativos de efeitos individuais daqueles de efeitos gerais para a definição do grau de contraditório Conclusões Referências QUINTA PARTE CONTROLE DAS PARCERIAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA COM O TERCEIRO SETOR CAPÍTULO 12 CONTROLE DE RESULTADOS E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NAS NOVAS PARCERIAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA COM ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS FABRÍCIO CONTATO LOPES RESENDE Introdução A necessidade de um controle de resultados Controle de meios ou de resultados na Lei Federal nº /14? As normas de controle de resultados na prática da Administração Pública Experimentação e segurança jurídica Conclusão Referências CAPÍTULO 13 CONTROLE NA LEI FEDERAL Nº /2014: A CONVIVÊNCIA DO CONTROLE DE RESULTADOS E DE MEIOS NAS PARCERIAS VOLUNTÁRIAS GUSTAVO HENRIQUE CARVALHO SCHIEFLER Introdução A priorização do controle de resultados e a dificuldade para conciliá-la com o controle de meios A lição que pode ser extraída a partir da antiga obsessão por controle de meios nos contratos de terceirização de serviços continuados As diferentes formas de controle previstas pela Lei Federal nº / O controle interno O controle externo O controle social O controle pela própria organização da sociedade civil Considerações finais Referências CAPÍTULO 14 A LEI FEDERAL Nº /2014 E O CONTROLE NAS PARCERIAS DA ADMINISTRAÇÃO COM ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL LAURA MENDES AMANDO DE BARROS Introdução A Lei nº /14: breve histórico e considerações gerais O controle de resultados O controle preventivo Controle social Algumas críticas à Lei nº / Tendências interpretativas em nível local Conclusões Referências SEXTA PARTE CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E COMBATE À CORRUPÇÃO CAPÍTULO 15 LEI Nº /13 LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL: CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO SANCIONADORA ALEXANDRE JORGE CARNEIRO DA CUNHA FILHO Controle da administração sancionadora: importância do tema e sua relação com a Lei nº /
7 15.2 O processo como instrumento de controle da Administração Controle da Administração: apontamentos Processo/procedimento como instrumento do controle Processo e atividade sancionadora estatal Finalidade da atividade sancionadora estatal e o papel do processo na sua persecução A Lei nº /13 e o seu processo Culpabilidade Culpabilidade e individualização da pena Juiz natural Racionalidade do processo Acordo de leniência Regulamento da LAE: Decreto nº 8.420/ Conclusão Referências CAPÍTULO 16 CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO: UMA AGÊNCIA ANTICORRUPÇÃO? GUSTAVO JUSTINO DE OLIVEIRA, OTAVIO AUGUSTO VENTURINI DE SOUSA Introdução A Controladoria-Geral da União (CGU): da centralização do controle interno ao processo de ampliação de suas competências Agência Anticorrupção (AAC): definição e características O Sistema Brasileiro de Combate à Corrupção: modelo de agência única ou modelo multiagências? Conclusões Referências SÉTIMA PARTE ESTUDOS DE CASOS QUE SUSCITAM QUESTÕES SOBRE CONTROLE CAPÍTULO 17 CONTROLE DAS EMPRESAS SEMIESTATAIS MURILLO GIORDAN Introdução Empresas semiestatais Controle das empresas semiestatais Tipologia do controle incidente sobre as empresas semiestatais A dificuldade para a criação de parâmetros de controle Controle prévio Controle concomitante Controle posterior O controle da aquisição da participação estatal em empresa semiestatal O controle pelo TCU das contratações entre as semiestatais e a Administração Pública direta e indireta O controle posterior das atividades das semiestatais O caso das concessões aeroportuárias Conclusões Referências CAPÍTULO 18 EMPRESAS SEMIESTATAIS E CONTROLES SOBRE A SUA CRIAÇÃO RODRIGO BRACET MIRAGAYA Introdução Conceito de empresas semiestatais e critérios para classificação de uma empresa como estatal ou controlada pelo Estado Motivos e finalidades que podem guiar a criação de empresas semiestatais Casos de semiestatais previstos na legislação Razões para a criação de semiestatais Controles relativos à constituição de empresas semiestatais Controle pelo Parlamento Controle pelo Tribunal de Contas Conclusão: o futuro das empresas semiestatais Referências...383
8 CAPÍTULO 19 ESTUDO DE CASO: PROJETO NOVA LUZ JOSÉ ANTONIO APPARECIDO JUNIOR Introdução Centro de São Paulo, Santa Ifigênia e o Projeto Nova Luz Contexto normativo Do controle sobre a atividade administrativa de elaboração do Projeto Nova Luz: atores e resultados Tribunal de Contas do Município Ministério Público Controle social Poder Judiciário Outras modalidades de controle Resultados do controle da Administração Pública no Projeto Nova Luz Conclusão Referências SOBRE OS AUTORES...405
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