LEI ANTICORRUPÇÃO (LEI Nº /2013)
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- Carolina Zagalo Varejão
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1 LEI ANTICORRUPÇÃO (LEI Nº /2013) Uma visão do controle externo BENJAMIN ZYMLER E LAUREANO CANABARRO DIOS Autores Área específica Direito Administrativo Áreas afins Direito Público A Lei Anticorrupção Empresarial é uma norma complexa que apresenta dificuldades de interpretação e aplicação. Isso porque são utilizados diversos institutos que possuem caráter inovador em relação ao nosso ordenamento jurídico. Este livro busca levantar questões que contribuam para aprofundar o debate sobre a aplicação da Lei, sempre partindo de uma perspectiva técnica, e também prática, dos autores, operadores do Controle Externo. Assim, delineia-se o traço distintivo desta obra: buscar os pontos de contato com as atribuições dos tribunais de contas, sem esquecer-se de destacar os possíveis conflitos entre a nova legislação e aquela relacionada ao procedimento de apreciação das contas públicas. Público-alvo Servidores envolvidos com o processo de apuração de responsabilidade de pessoas jurídicas; advogados públicos e privados; ordenadores de despesa; agentes de controle interno; auditores e servidores dos Tribunais de Contas; membros dos Ministérios Públicos e Juízes; servidores dos órgãos jurídicos. Formato: 14,5x21,5 cm CÓDIGO:
2 Informação bibliográfica deste livro, conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): ZYMLER, Benjamin; DIOS, Laureano Canabarro. Lei Anticorrupção (Lei nº /2013): uma visão do controle externo. Belo Horizonte: Fórum, p. ISBN Z99l Zymler, Benjamin Lei Anticorrupção (Lei nº /2013): uma visão do controle externo / Benjamin Zymler, Laureano Canabarro Dios. Belo Horizonte: Fórum, p. ISBN Direito administrativo. 2. Direito público. I. Dios, Laureano Canabarro. II. Título. CDD: CDU: 342.9
3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS Âmbito de aplicação da norma a) Aplicabilidade pelos estados, Distrito Federal e municípios a.1) Predominantemente nacional Normas gerais e competência suplementar a.2) Âmbito federal a.3) Procedimento de responsabilização judicial e administrativa b) Abrangência territorial Pessoas jurídicas brasileiras no exterior e administração pública estrangeira Administração pública brasileira sediada no exterior Administração pública brasileira sediada no Brasil Concorrência de jurisdições nacionais c) Abrangência temporal Aplicação retroativa Regulamentação infralegal Limites do poder regulamentar Normas infralegais federais e os demais entes da Federação Objeto Entidades protegidas pela norma a) Administração pública estrangeira b) Pessoas jurídicas controladas pelo poder público c) Princípios da administração pública e compromissos internacionais Princípios da administração pública Compromissos internacionais assumidos pelo Brasil Pessoas jurídicas a) Sociedades Sociedades não personificadas Sociedades estrangeiras b) Associações Associações públicas c) Fundações d) Entidades constituídas de fato e com existência apenas temporária e) Demais pessoas jurídicas de direito privado f) Solidariedade f.1) Empresas controladoras e controladas f.2) Coligadas Sentido amplo... 43
4 Sentido estrito Sociedades filiadas Sociedade de simples participação f.3) Consórcio g) Alteração da configuração jurídica da entidade g.1) Transformação e alteração contratual g.2) Fusão e incorporação g.3) Cisão Cisão total Cisão parcial Pessoas naturais e desconsideração da personalidade jurídica a) Desconsideração da personalidade jurídica Procedimento Efeitos b) Pessoas naturais Responsabilidade objetiva a) Interesse ou benefício da pessoa jurídica b) Responsabilização por ato de terceiro Terceiro como interposta pessoa c) Responsabilidade civil d) Responsabilidade administrativa d.1) Culpa de pessoas jurídicas Transferência da conduta das pessoas naturais Culpa corporativa CAPÍTULO II ATOS LESIVOS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Atos lesivos em geral a) Vantagem indevida a agente público Conceito de agente público b) Suporte financeiro ao ilícito c) Utilização de interposta pessoa d) Interferência na atuação de agentes públicos Agências reguladoras e sistema financeiro nacional Licitações e contratos a) Fraude ao caráter competitivo do certame b) Afastamento de licitante c) Obstáculo à realização de ato de procedimento licitatório d) Fraude em licitação ou contrato e) Fraude na criação de pessoa jurídica f) Obtenção de vantagem indevida em contrato g) Manipulação ou fraude do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos Reflexos sobre outros processos de responsabilização a) Responsabilização penal b) Responsabilização administrativa Tribunal de Contas da União CAPÍTULO III
5 PENALIDADES APLICÁVEIS Procedimento administrativo a) Dosimetria das penas a.1) Reprovabilidade da conduta Gravidade da infração Vantagem auferida ou pretendida pelo infrator Grau de lesão ou perigo de lesão Consumação ou não da infração Efeito negativo produzido pela infração a.2) Capacidade econômica da empresa Situação econômica do infrator Valor dos contratos mantidos pela pessoa jurídica a.3) Comprometimento da empresa Boas práticas de gestão b) Pena de multa Faturamento bruto Limites Fixação do valor Cobrança da multa aplicada c) Publicação Extraordinária da Decisão Administrativa Sancionadora Procedimento judicial a) Perdimento dos bens Boa-fé de terceiros b) Suspensão ou interdição parcial c) Dissolução compulsória da pessoa jurídica d) Proibição de receber vantagem financeira do poder público Incentivos Subsídios e subvenções Empréstimos Doações Prescrição a) Prazo b) Termo inicial b.1) Infração de caráter permanente ou continuado Caráter permanente Infrações continuadas b.2) Demais infrações b.3) Outras considerações c) Interrupção Âmbito judicial Âmbito administrativo d) Ressarcimento Publicidade das sanções aplicadas Cadastro Nacional de Empresas Punidas CNEP Acordo de leniência Exclusão dos registros
6 Finalidade Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas CEIS Exclusão dos registros Sobreposição de penas CAPÍTULO IV PROCESSO DE RESPONSABILIZAÇÃO Responsabilização administrativa Autoridade competente Omissão da autoridade competente a) Competência da Controladoria-Geral da União Responsabilidade pelo julgamento Condições para a atuação da CGU Fiscalização Administração pública estrangeira Investigação preliminar Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) a) Considerações gerais Comissão responsável Sigilo Prazo Contagem dos prazos Medida cautelar Administração pública estrangeira Atos processuais a.1) Realização das intimações Sociedade estrangeira b) Exercício do direito de defesa Intimação de abertura do PAR Intimação para apresentação de defesa escrita Programa de integridade Intimação de juntada de provas novas Intimação para alegações finais c) Produção de provas d) Julgamento Administração pública estrangeira e) Pedido de reconsideração f) Normas de licitações e contratos f.1) Apuração em conjunto Procedimento Autoridades competentes Responsabilização judicial Ação subsidiária a) Rito processual b) Medida cautelar Objeto da medida cautelar Requisitos da medida cautelar Responsabilização por dano ao erário
7 Processo administrativo Inscrição em dívida ativa Processo judicial CAPÍTULO V PROGRAMA DE INTEGRIDADE E ACORDO DE LENIÊNCIA Programa de integridade a) Parâmetros de avaliação do programa de integridade a.1) Consideração do porte e especificidades da pessoa jurídica Microempresas e empresas de pequeno porte b) Metodologia de avaliação Acordo de leniência a) Considerações gerais Interrupção da prescrição Suspensão do PAR Autoridade competente Caráter sigiloso b) Abrangência objetiva Demais normas sobre licitações públicas b.1) Aplicação retroativa c) Abrangência subjetiva Grupo econômico de direito Grupo econômico de fato Finalidade a) Identificação dos demais envolvidos na infração b) Obtenção célere de informações b.1) Novidade das informações Informações submetidas a sigilo c) Limites do acordo d) Reflexos em outros processos de responsabilização Utilização das informações em outros processos Requisitos a) Manifestação de interesse Colaboração referente a outros ilícitos ainda não objeto de apuração b) Interrupção da prática da atividade ilícita, admissão da autoria e colaboração processual Efeitos do acordo de leniência a) Amenização das sanções aplicáveis Sanções sujeitas à avaliação discricionária Pena de multa Sanções aplicáveis mediante procedimento judicial b) Ressarcimento do dano c) Descumprimento do acordo firmado Elaboração do acordo a) Proposta b) Negociação Memorando de entendimentos
8 Rejeição ou desistência do acordo Prazo c) Conclusão do acordo Cláusulas Acompanhamento d) Fiscalização pelo Tribunal de Contas da União CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS ANEXO A LEI Nº , DE 1º DE AGOSTO DE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II DOS ATOS LESIVOS À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NACIONAL OU ESTRANGEIRA CAPÍTULO III DA RESPONSABILIZAÇÃO ADMINISTRATIVA CAPÍTULO IV DO PROCESSO ADMINISTRATIVO DE RESPONSABILIZAÇÃO CAPÍTULO V DO ACORDO DE LENIÊNCIA CAPÍTULO VI DA RESPONSABILIZAÇÃO JUDICIAL CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXO B DECRETO Nº 8.420, DE 18 DE MARÇO DE CAPÍTULO I DA RESPONSABILIZAÇÃO ADMINISTRATIVA CAPÍTULO II DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS E DOS ENCAMINHAMENTOS JUDICIAIS Seção I Disposições gerais Seção II Da Multa Seção III Da Publicação Extraordinária da Decisão Administrativa Sancionadora Seção IV Da Cobrança da Multa Aplicada Seção V Dos Encaminhamentos Judiciais CAPÍTULO III DO ACORDO DE LENIÊNCIA CAPITULO IV DO PROGRAMA DE INTEGRIDADE CAPÍTULO V DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS INIDÔNEAS E SUSPENSAS E DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS PUNIDAS CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS
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