POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO
|
|
|
- Baltazar Mendes Porto
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO Auctus Capital Gestão de Recursos Ltda. Março de 2018 Versão 1.0
2 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 ATOS LESIVOS E SANÇÕES... 3 PROCEDIMENTOS E PROGRAMA DE INTEGRIDADE... 4 VIGÊNCIA E ATUALIZAÇÃO
3 INTRODUÇÃO Seguindo os preceitos da Lei n.º ( Lei de Anticorrupção ), de 1º de agosto de 2013, bem como os de sua regulação, através do Decreto n.º 8.240, de 18 de março de 2015, o combate à corrupção também é um dever da Auctus Capital Gestão de Recursos Ltda. ( Auctus Capital ) e de todos aqueles que possuam cargo, função, posição e/ou relação, societária, empregatícia, comercial, profissional, contratual ou de confiança, (independentemente da natureza destas atividades, sejam elas direta, indireta e/ou secundariamente relacionadas com quaisquer atividades fim ou meio) ( Colaboradores ) com a Auctus Capital. A Lei de Anticorrupção responsabiliza as pessoas jurídicas, nos âmbitos administrativo e civil, pelos atos lesivos previstos praticados em seu interesse ou benefício e não exclui a responsabilidade individual de seus dirigentes ou administradores ou de qualquer pessoa natural, autora, coautora ou partícipe do ato ilícito. ATOS LESIVOS E SANÇÕES Na forma da referida lei, entende-se por atos lesivos à administração pública os seguintes: I. Prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a agente público, ou a terceira pessoa a ele relacionada; I Comprovadamente, financiar, custear, patrocinar ou de qualquer modo subvencionar a prática dos atos ilícitos previstos nesta Lei; Comprovadamente, utilizar-se de interposta pessoa física ou jurídica para ocultar ou dissimular seus reais interesses ou a identidade dos beneficiários dos atos praticados; No tocante a licitações e contratos: frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, o caráter competitivo de procedimento licitatório público; impedir, perturbar ou fraudar a realização de qualquer ato de procedimento licitatório público; afastar ou procurar afastar licitante, por meio de fraude ou oferecimento de vantagem de qualquer tipo; fraudar licitação pública ou contrato dela decorrente; criar, de modo fraudulento ou irregular, pessoa jurídica para participar de licitação pública ou celebrar contrato administrativo; obter vantagem ou benefício indevido, de modo fraudulento, de modificações ou prorrogações de contratos celebrados com a administração pública, sem autorização em lei, no ato convocatório da licitação pública ou nos respectivos instrumentos 3
4 contratuais; ou manipular ou fraudar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos celebrados com a administração pública; e V. Dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação, inclusive no âmbito das agências reguladoras e dos órgãos de fiscalização do sistema financeiro nacional. Ainda pela Lei de Anticorrupção, as sanções previstas para a pessoa jurídica responsabilizada pelos atos ilícitos apresentados anteriormente são: I. Perdimento dos bens, direitos ou valores que representem vantagem ou proveito direta ou indiretamente obtidos da infração, ressalvado o direito do lesado ou de terceiro de boa-fé; I Suspensão ou interdição parcial de suas atividades; Dissolução compulsória da pessoa jurídica; Proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas ou controladas pelo poder público, pelo prazo mínimo de 1 (um) e máximo de 5 (cinco) anos. PROCEDIMENTOS E PROGRAMA DE INTEGRIDADE A Auctus Capital utiliza seus melhores esforços para monitorar todos os Colaboradores da instituição, de forma a garantir que os mesmos atuem em observância a Lei de Anticorrupção e sua regulamentação, respeitando e praticando, na medida de suas atividades e possibilidades, os atos referentes ao Programa de Integridade disposto no Decreto n.º 8.240, de 18 de março de Tal monitoramento é fundamental, pois também é responsabilidade de todos os Colaboradores proteger a empresa de atividades de corrupção e suborno, de forma que não serão tolerados comportamentos omissos sobre a questão ou envolvimento nesses tipos de atividade. Diante disso, constituem parâmetros do Programa de Integridade da Auctus Capital as seguintes medidas: I. Comprometimento dos sócios da Auctus Capital com o Programa de Integridade; Políticas de conduta e ética que são aplicadas para todos os Colaboradores da Auctus Capital, inclusive a terceiros, quando necessário, vide Código de Ética; 4
5 I Treinamento periódico dos Colaboradores, vide Política de Treinamento e Reciclagem dos Colaboradores; Registros contábeis que reflitam as transações da Auctus Capital de forma precisa e completa, feitos por empresa especializada externa; V. Independência dos procedimentos de compliance; VI. V VI Fácil comunicação de irregularidades para quaisquer Colaboradores ou terceiros; Medidas disciplinares executadas contra aqueles que violarem as normas da Auctus Capital, ou cometerem qualquer tipo de infração corruptiva listada acima; e Prévia Due Diligence antes de contratação de terceiros. Ademais, conforme mencionado nas alíneas acima, a Auctus Capital não aceita em hipótese alguma a prática de qualquer das infrações apontadas no capítulo anterior, devendo os seus Colaboradores informar imediatamente ao Diretor de Compliance, o conhecimento de qualquer atividade que se enseje na caracterização das infrações da Lei de Anticorrupção. Por fim, todos os Colaboradores são instruídos a ler essa política e a assinar o Termo de Compromisso, anexado ao Código de Ética, que traz a hipótese de desligamento imediato da Auctus Capital por justa causa, caso algum dos Colaboradores exerça algum ato de suborno ou de corrupção, conforme dispõe o subitem anterior e a Lei de Anticorrupção. VIGÊNCIA E ATUALIZAÇÃO Esta política será revisada periodicamente, e sua alteração acontecerá caso seja constatada necessidade de atualização do seu conteúdo. Poderá, ainda, ser alterada a qualquer tempo em razão de circunstâncias que demandem tal providência. 5
POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO ARIA CAPITAL ASSET ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS LTDA
POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO ARIA CAPITAL ASSET ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS LTDA JUNHO / 2016 A presente política é de propriedade da Aria Capital Asset, sendo proibida sua reprodução, total ou parcial,
POLÍTICA CORPORATIVA
POLÍTICA CORPORATIVA POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO CÓDIGO: MAPC-P-008 VERSÃO: 03 EMISSÃO: 03/2015 ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 03/2018 INDICE OBJETIVO... 2 ALCANCE... 2 VIGÊNCIA... 2 ÁREA GESTORA... 2 ÁREAS INTERVENIENTES...
ANEXO 4 DO PROGRAMA DE INTEGRIDADE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO
ANEXO 4 DO PROGRAMA DE INTEGRIDADE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO 1. OBJETIVO: O objetivo principal é disseminar, no âmbito da ENGECOM, as diretrizes da Lei Anticorrupção brasileira, de modo a afastar e combater
ÍNDICE. 01 Introdução 02 Apresentação 03 Lei Anticorrupção 04 Medidas do Programa Anticorrupção
ÍNDICE 01 Introdução 02 Apresentação 03 Lei Anticorrupção 04 Medidas do Programa Anticorrupção INTRODUÇÃO Fora introduzido no Sistema Jurídico Brasileiro a Lei Federal 12.846/2013, denominada Lei Anticorrupção,
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO OBJETIVO Estabelecer as práticas que devem ser seguidas pelos Colaboradores e prestadores de serviços do Grupo MAPFRE Serviços Financeiros em suas atribuições e em especial com a
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO VERSÃO NOV/2014 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. DEFINIÇÕES... 3 3. PÚBLICO-ALVO... 5 4. VEDAÇÕES... 5 5. ATOS PREVENTIVOS... 6 6. CANAL DE DENÚNCIAS... 7 7. PROTEÇÃO A DENUNCIANTES...
POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO
POLÍTICA DE COMBATE À CORRUPÇÃO Número Revisão Data Página NGCB 28.100 0 14/10/2015 1 de 6 1. OBJETIVO A finalidade da presente política é definir as práticas de combate à corrupção adotadas pela CBS Previdência,
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO Versão 03/2017 Compliance Grupo Alubar 2 1. OBJETIVO A Política Anticorrupção tem por objetivo afirmar que o Grupo Alubar não é conivente com atos de corrupção e definir regras e
ENGECOM ENGENHARIA E COMÉRCIO LTDA. ANEXO 4 DO PROGRAMA DE INTEGRIDADE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO E DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO
ANEXO 4 DO PROGRAMA DE INTEGRIDADE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO E DE PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO Sumário: 1. OBJETIVO:... 2 2. EMBASAMENTO LEGAL:... 2 3. DEFINIÇÕES:... 2 4. COMITÊ DE COMPLIANCE:... 3 5.
Política Anticorrupção
Política Anticorrupção 1. OBJETIVO 1.1. Estabelecer diretrizes e orientações para o desenvolvimento e manutenção de práticas de prevenção, monitoramento e combate à corrupção, a serem observadas na condução
POLÍTICA ANTI CORRUPÇÃO
POLÍTICA ANTI CORRUPÇÃO Rev. 00 1. Objetivo A Salinas Embalagem vem reforçar, em consonância com a legislação em vigor, seu posicionamento de repúdio e de apoio ao combate a corrupção. Embalagem. 2. Abrangência
Aspectos relevantes de Compliance e a nova legislação Anticorrupção
Aspectos relevantes de Compliance e a nova legislação Anticorrupção Compliance O que é Compliance? = Cumprimento de Leis e normas (internas) Ampliação da Regulação Facilidade de controle (tecnologia) Penalidades
Empresa, a Lei Anticorrupção e a Lei de Improbidade Administrativa. Marcio Pestana Pestana e Villasbôas Arruda - Advogados
Empresa, a Lei Anticorrupção e a Lei de Improbidade Administrativa Marcio Pestana Pestana e Villasbôas Arruda - Advogados Marcio Pestana Mestre e Doutor em Direito do Estado pela Faculdade de Direito da
ANEXO II - A MODELO DE PROPOSTA
ANEXO II - A MODELO DE PROPOSTA A EMPRESA, ESTABELECIDA À, INSCRITA NO CNPJ SOB Nº, PROPÕE EXECUTAR O OBJETO LICITADO, PELO VALOR TOTAL DE R$,00 ( ). Quadro 1: Prestação de Serviços Fixos Mensais QTD QTD
#pública. Documento: Normas Internas Título: Política Anticorrupção Sigla e Número: NI911 Versão: 4 Elaborado por: Erica Gomes dos
Documento: Normas Internas Título: Política Anticorrupção Sigla e Número: NI911 Versão: 4 Elaborado por: Erica Gomes dos Aprovado por: Erica Gomes Santos (erica.santos) dos Santos (erica.santos) Carlos
Banco Santander (Brasil) S. A.
Banco Santander (Brasil) S. A. Política Anticorrupção Resumo do documento: Este manual tem como objetivo estabelecer padrões comportamentais em casos que envolvam, aparentem ou caracterizem qualquer tipo
POLÍTICA DE RELAÇÃO COM ORGÃOS PÚBLICOS
Título: Data: Contrato/Unidade/Seção: CORPORATIVO 1 de 9 INDICE DE REVISÕES REVISÃO DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES E/OU PÁGINAS ALTERADAS 0 Primeira edição do procedimento. Revisão REV. 0 REV. 1 REV. 2 REV.
A NOVA LEI ANTICORRUPÇÃO LEI Nº DE 1º DE AGOSTO DE 2013 DATA DE ENTRADA EM VIGOR: 29 DE JANEIRO DE 2014
A NOVA LEI ANTICORRUPÇÃO LEI Nº 12.846 DE 1º DE AGOSTO DE 2013 DATA DE ENTRADA EM VIGOR: 29 DE JANEIRO DE 2014 LEI Nº 12.846/2014 Dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas
Lei Anticorrupção Na era da empresa limpa. Gustavo Lucena
Lei Anticorrupção Na era da empresa limpa Gustavo Lucena Contexto 2014 Entra em vigor a Lei Nº 12.846 ( Lei Anticorrupção ), uma das mais rigorosas e avançadas legislações do mundo no combate à corrupção
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
+ CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA A IntertechRio é uma empresa brasileira comprometida em manter um ambiente de integridade e confiança, de modo a adotar as relações negociais e comerciais com a ética necessária
Política de Relacionamento com Agentes Públicos
Política de Relacionamento com Agentes Públicos Política de Relacionamento FUNÇÃO/UNIDADE Responsável Data da primeira versão Revisão Número do Documento A presente Política de Relacionamento define os
Arthur Migliari Júnior
Arthur Migliari Júnior - Promotor de Justiça de 13/3/1987 - Professor de Direito - Mestre em Direito Penal e Direito Processual Penal - Especialista em Falência e Recuperação de Empresas pela FGV-Law -
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO - EMPRESAS RANDON -
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO - EMPRESAS RANDON - Introdução As Empresas Randon conduzem seus negócios de acordo com os padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta Ética, não tolerando qualquer
Lei Anticorrupção Da Teoria à Prática Empresarial. Thaís Folgosi Françoso Francisco Petros
Lei Anticorrupção Da Teoria à Prática Empresarial Thaís Folgosi Françoso Francisco Petros Agenda 1. Histórico da legislação 2. Incidência normativa 3. Atos lesivos 4. Sanções 5. Controladas/coligadas e
Responsabilização Administrativa de Pessoas Jurídicas A Lei nº /2013
Belo Horizonte 16 de março de 2017 Responsabilização Administrativa de Pessoas Jurídicas A Lei nº 12.846/2013 Seminário de Procuradores, Controladores e Ouvidores Municipais Roteiro A Lei nº 12.846/2013
Lei nº /13. Decreto nº 8.420/15. Regulamentação Federal
Lei nº 12.846/13 Decreto nº 8.420/15 Regulamentação Federal ESTRUTURA DO DECRETO 1 Aspectos Gerais 2 4 3 Sanções Multa: Regras para o Cálculo Acordo de Leniência Programa de Integridade (Compliance) 5
POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO
07/03/2017 1 1. OBJETIVO As Empresas Randon conduzem seus negócios de acordo com os padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta Ética, e não toleram qualquer forma de corrupção e suborno.
MANUAL DE CONFORMIDADE ADMINISTRATIVA, POLÍTICAS E PRINCÍPIOS DE INTEGRIDADE.
2015 MANUAL DE CONFORMIDADE ADMINISTRATIVA, POLÍTICAS E PRINCÍPIOS DE INTEGRIDADE www.spdm.org.br 2 Hospital São Paulo INDÍCE Introdução Abrangência Definições/Conceitos Diretrizes Legais Regras e Procedimentos
POLÍTICA CHIP & CIA DE COMBATE À CORRUPÇÃO Versão 2.0
POLÍTICA CHIP & CIA DE COMBATE À CORRUPÇÃO Versão 2.0 1. OBJETIVO Em consonância com os objetivos da lei 12.846/2013, das diversas leis e diretrizes internacionais anticorrupção tais como Foreign Corrupt
PROCEDIMENTO FINANÇAS
Palavra do Presidente Inspirado em nossos Valores, e dentro do espírito que norteia o nosso Programa de Integridade, o nosso Conselho de Administração aprovou a Política Corporativa de Prevenção à Corrupção,
Compliance e Legislação Anticorrupção na Era Digital
Compliance e Legislação Anticorrupção na Era Digital Microsoft Rafael Mendes Gomes Março/2017 Conheça a Nova Legislação Informação Confidencial de propriedade do Chediak Advogados LEI DA EMPRESA LIMPA:
PROGRAMA DE INTEGRIDADE DO CPqD
PROGRAMA DE INTEGRIDADE DO CPqD Sumário 1. Apresentação 2. Objetivos e abrangência 3. Código de Conduta do CPqD 4. Diretrizes e procedimentos I. II. III. IV. V. VI. VII. Atos lesivos à administração pública
MANUAL ANTICORRUPÇÃO
MQ.03 rev.00 Pagina 1 MANUAL ANTICORRUPÇÃO MQ.03 rev.00 Pagina 2 SUMÁRIO 1.Introdução... 3 2.Da abrangência... 3 3. Das condutas a serem observadas... 3 3.1 Vantagem indevida:... 3 3.2 Participação em
Política. Anticorrupção. Recursos Humanos Gerência Administrativa Diretoria Financeira 20/03/2018. Cleartech LTDA
Política Anticorrupção Cleartech LTDA 20/03/2018 Não é permitida a reprodução total ou parcial desta publicação por qualquer meio, seja mecânico ou eletrônico, incluindo esta proibição a tradução, uso
Política de Treinamento. Portofino Gestão de Recursos Ltda.
Política de Treinamento Portofino Gestão de Recursos Ltda. 2 Í N D I C E 1. PROGRAMA INICIAL.... 3 2. PROGRAMA CONTÍNUO.... 4 3. DO PROGRAMAS DE TREINAMENTO... 4 4. VIGÊNCIA E ATUALIZAÇÃO... 5 3 1. PROGRAMA
Governança e Compliance: novo paradigma no ambiente de negócios
Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense Governança e Compliance: Governança e Compliance: novo paradigma no ambiente de negócios Curitiba, 29 de abril de 2019 .: Programa de Compliance Do que
APOSTILA ESQUEMATIZADA SOBRE A LEI ANTI-CORRUPÇÃO
APOSTILA ESQUEMATIZADA SOBRE A LEI ANTI-CORRUPÇÃO BRASILEIRA (LEI Nº 12.846/2013). UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE DIREITO PENAL MARCUS VINICIUS AGUIAR MACEDO Introdução PIB Mundial
