NOVOS ANTICICOAGULANTES
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- Cláudia di Azevedo Canejo
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1 NOVOS ANTI NOVOS ANTICICOAGULANTES COAGULANTES
2 TROMBOEMBOLISMO VENOSO O tromboembolismo venoso (TEV) é a terceira causa de mortalidade cardiovascular no mundo. O TEV, que é a formação de coágulos no sangue, engloba duas condições críticas TVP Trombose Venosa Profunda 1,5% da população novos caos / ano destes, evoluem para embolia pulmonar. TEP - Tromboembolismo Pulmonar é uma emergência médica, causa de morte mais comum evitável no ambiente hospitalar-30% dos casos evoluem pra óbito.
3 QUANDO CORRE A FORAMAÇÃO DO TROMBO? O TEV se instala quando há desequilíbrio entre um ou mais fatores da Tríade de Virchow: Estase venosa alteração na velocidade do sangue Lesão endotelial - punções, cateteres, trauma, infecções, medicações endovenosas, diabetes, tabagismo) Hipercoagulabilidade - gravidez/pue erpério, anticoncepcionais, câncer, trombofilias, reposição hormonal. Fatores pró-cagulantesatfa HEMOSTASIA Fatores anticoagulantes e FibrinolíticosATFA
4 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM PREVENÇÃO DE TEV Elaborar juntamente com equipe multidisciplinar o Protocolo de Prevenção de TEV Avaliar presença de fatores de risco de TEV Algorítmo, check list... Registro em prontuário os fatores de risco e se existe terapêutica implementada Colocar no Plano Terapêutico e no Plano de Cuidados a prevenção de TEV Implementar medidas de prevenção(mecânica ou medicamentosa) e evidenciar realização destas medidas Incentivar participação do paciente e família.
5 AVALIAÇÃO DE RISCO PARA TEV
6 FATORES DE RISCO PARA TEV IAM AVC Câncer Hemoterapia Uso de CVC Doença inflamatória intestinal Doença reumatológica Idade avançada Aborto recorrente Politrauma e fratura de ossos longos Insuficiência vascular periférica Insuficiência respiratória Obesidade Paresia ou paralisia de MMII Síndrome nefrótica DPOC / Tabagismo
7 DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO Coagulograma ECO RX de tórax TC Gasometria arterial Duplex-scan venoso Cintilografia pulmonar Arteriografia pulmonar
8 SINTOMATOLOGIA PARA TVP SINTOMATOLOGIA PARA TEP Hemoptise Edema Dor em MMII Varizes Palidez Cianose Dificuldade de locomoção Dor no atrito pleural Tosse, dispneia e cianose Taquicardia Síncope Hipertermia Hipotensão
9 COMO PREVENIR E TRATRATAR O TROMBOEMBOLISMO NOVOS ANTICOAGULANTES
10 DROGAS ATITROMBÓTICAS FIBRINOLÍTICOS. Atuam a nível do plasminogênio, mas só com processo trombótico já instalado ( Estreptoquinase, Uroquinase e Alteplase). ANTIPLAQUETÁRIOS Atuam inibindo a agregação plaquetária, mais especificamente nas artérias (Aspirinas, Clopdogrel, Tirofiban) ANTICOAGULANTES São substâncias que impedem a formação de trombos. Atuam na cascata de coagulação ou como antagonistas da Vitamina K.
11 ANTICOAGULANTES - EVOLUÇÃO 1916 Descoberta a Heparina-GaioMcLean e William Henry Howell 1930 Surgem os primeiros anticoagulantes orais 1950 Surgem os derivados cumarínicos - Varfarina( Marevan, Marcoumar, Coumadin) Até o início deste século terapia com heparina, em suas formas não fracionada ou de baixo peso molecular, e de antagonistas da vitamina K. Na última década surgiram NOVOS ANTICOA AGULANTES objetivando: Ampliação a janela terapêutica Rápido início de ação Não necessitar de controle laboratorial RIVAROXABAN DABIGATRAN APIXABAN
12 MECANISMO DE AÇÃO DOS ANTICOAGULANTES
13 NOVOS ANTICOAGULANTES DABIGATRAN ( PRADAXA) RIVAROXABAN ( XARELTO ) APIXABAN (ELIQUIS) Atuam diretamente na inibição a trombina e do fator Xada coagulação. Não necessitam de ajustes regulares bas seados no monitoramento laboratorial. Aaçãoérápidaeameiavidaécurtanos 3 medicamentos. Possuem menor interação medicamentosa. Melhor manejo, inclusive a nível ambulatorial.
14 DABIGATRAN ( PRADAXA) APRESENTAÇÃO APROVAÇÃO PELA ANVISA / INDICAÇÃO CARACTERÍSTICAS Cápsulas 75mg Cápsulas 110mg Cápsulas 150mg * Prevenção de AVC e redução da mortalidade vascular em FA * Prevenção de TEV em cirurgias ortopédicas de grande porte * Prevenção de TVP e Embolia Pulmonar Inibidor direto trombina, interferindo diretamente na cascata de coagulação por bloquear a conversão de fibrinogênio em fibrina. AÇÃO Pico -1 a 3 hs MV -14 a 17 hs CONTRA-INDICAÇÕES * Hipersensibilidade à fórmula * Insuficiência renal grave * Manifestaçõess hemorrágicas ADMINISTRAÇÃO Com ou sem refeições, com um pouco de água
15 APRESENTAÇÃO Comp 10mg Comp de 15 e 20 mg RIVAROXABAN ( XARELTO ) APROVAÇÃO PELA ANVISA / INDICAÇÃO * Cirurgia de joelho e quadril * Prevenção de AVC * Prevenção de TVP e Embolia Pulmonar * FA não valvar CARACTERÍSTICAS Inibidor da ação do fator de coagulação Xa AÇÃO Pico -2 a 4 hs MV -9 a 15 hs CONTRA-INDICAÇÕES *Hipersensibilidade à componentes da fórmula. *Hemorragia Intracraniana ou gastrintestinal * Doença hepática grave * Gestação ou amamentação ADMINISTRAÇÃO *10 mg com ou sem refeições, com um pouco de água * 15 e 20 mg com alimentos
16 APIXABAN (ELIQUIS) APRESENTAÇÃO APROVAÇÃO PELA ANVISA / INDICAÇÃO CARACTERÍSTICAS Comp 2,5mg Comp 5mg * Cirurgia de joelho e quadril * Prevenção de AVC Inibidor do fator de coagulação Xa AÇÃO CONTRA-INDICAÇÕES ADMINISTRAÇÃO Pico -1 a 3 hs Meia vida -9 a 14 hs * Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Sangramento ativo Pacientes com doença hepática Com ou sem refeições, com um pouco de água
17 COMPARATIVO NOVOS ANTICOAGULANTES X VARFARINAS Medicamento Tromboembolismo AVC-H Grandes hemorragias Dabigatran 34% de redução 74% de redução Similar Rivaroxaban Similar 40% de redução Similar Apixaban 20% de redução 50% de redução 30% de redução Ensaios randomizados RE-LY (2009), ROCKET-AF (2011) e ARISTOTLE (201
18 COMPARATIVO NOVOS ANTICOAGULANTES X VARFARINAS DROGA METABOLISMO EXCREÇÃO MEIA-VIDA PICO (H) (H) Varfarina Hepático 92% renal Rivaroxaban Hepático 66% renal 33% fecal (idosos) 2-4 Apixaban Hepático 27% renal 63% fecal Dabigatran Hepático 80% renal 20% fecal
19 PLANO TERAPÊUTICO MEDICAMENTOSOS É dividido em três momentos: 7 dias - anticoagulante endovenosoo (heparina não fracionada) ou subcutâneo (enoxaparinaou fondaparinux). Próximos 3 meses sai a terapia IV/ /SC e inicia a oral. Após 3 meses -haveria a reavaliação da necessidade da manutenção da terapia anticoagulante. Neste período será reavaliada a manutenção da droga, julgando os riscos e benefícios. American College of Chest Physicians(ACCP)
20 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE AO USO DOS NOVOS ANTICOAGULANTES Atentar para o aprazamento e checagem Atentar para todo tipo de sangramento: pele, mucosas, na urina, fezes, escarro, vômito, lesões que não param de sangrar Evitar múltiplas punções Orientar paciente e família quanto à importância da adesão, fatores de risco, sinais e sintomas de sangramento Orientar que em caso de gravidez devee comunicar imediatamente ao médico Orientar que, em caso de consulta odontológica deverá avisar ao Dentista Em caso de queda, por mais simples que pareça, deve comunicar ao Médico
21 FATORES QUE LIMITAM A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM Falta de busca pelo conhecimento Mecanicismo, sem olhar clínico e sem avaliação crítica Falta de valorização pela prevenção Dependência da prescrição Médica FaltadeSAE Falta de Protocolos Institucionais Dupla jornada de trabalho, limitando tempo para dedicação à atualização e aumento da probabilidade de falhas Falta de iniciativa
22 REFERÊNCIAS Rocha AT, Paiva EF, Lichtenstein et al. Projeto diretrizes, prevenção de tromboembolismo em pacientes clínicos. CFM e AMB. Diretriz Brasileira de TEV: Profilaxia em Pacientes Clínicos. Disponível on-line em American Heart Association (assuntos abrangendo: TVP, TEP) 200 American Stroke Association Stroke Council (assuntos abrangendo: TVP, TEP, AVCI, AVCH, HAS, TCE) 2009 Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina Rocha AT, Vasconcelos AG, Luz Neto ER;Araujo DMA; Alves ES;Lopes AA. Obes Surg 2006; 16(12): (TEV Safety Zone) 2005
23 São substâncias que impedem em a formação de trombos. bu uü ztwt4 OoBRIbroO
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