Cirurgia ortognática de modelos: protocolo para mandíbula
|
|
|
- Renata Brandt Garrau
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 T ó p i c o Es p e c i a l Cirurgia ortognática de modelos: protocolo para mandíbula Eduardo Sant Ana*, Moacyr Tadeu Vicente Rodrigues**, Gabriel Ramalho Ferreira***, Júlio de Araújo Gurgel**** Resumo Introdução: o ensaio em modelos de gesso tem grande importância para o planejamento em cirurgia ortognática. Objetivo: neste artigo, será apresentado, passo-a-passo, uma técnica de cirurgia de modelos iniciando pela mandíbula, destacando aspectos importantes e as vantagens deste procedimento. Palavras-chave: Cirurgia ortognática. Cirurgia de modelos. Planejamento em Cirurgia Ortognática. INTRODUÇÃO Tradicionalmente, nas cirurgias combinadas, a maxila era reposicionada primeiramente. Buckley et al. 6 foram os primeiros a sugerir e descrever uma seqüência de cirurgia combinada, iniciando pela mandíbula. Estes autores afirmaram que esta técnica prevenia possíveis deslocamentos da maxila reposicionada, quando a cirurgia era iniciada pela mandíbula. Isto foi verificado especialmente em cirurgias de grande avanço mandibular, quando a segmentação da maxila era necessária e/ou na presença de maxila com paredes ósseas delgadas, tornando difícil qualquer fixação com miniplacas, além de comprometer a estabilidade 7. Algumas desvantagens foram descritas, na época, tais como fixação rígida obrigatória para a mandíbula, além dos riscos potenciais de uma fratura precipitada da osteotomia sagital. Porém, considerando os avanços no campo da cirurgia ortognática (técnicas cirúrgicas, instrumentais, materiais e métodos de fixação), estes fatores não mais contam como desvantagens, desconsiderando-se, é claro, a experiência e habilidade do cirurgião 6. A cirurgia dos modelos é uma importante etapa do planejamento, imprescindível para o sucesso das cirurgias ortognáticas combinadas. Eliminar limitações durante as etapas do planejamento (análise facial, traçado predictivo, cirurgia de modelos) é a busca incessante das pesquisas nesta área. A etapa laboratorial de cirurgia nos modelos, principalmente a tradicional conduzida a partir do modelo superior, quando feita diretamente no articulador semi-ajustável, torna-se uma tarefa difícil e, na maioria das vezes, imprecisa 8. Primeiramente, deve-se considerar a ação da gravidade sobre este modelo em movimentação, estabilizado apenas com cera. Segundo, muitas vezes há maior risco de imprecisão na obtenção das medidas a serem alteradas e na manutenção da estabilidade destas até a confecção do guia cirúrgico (goteira e splint) 8. Desde o início das publicações sobre cirurgias combinadas iniciadas pela mandíbula, houve a * Professor Doutor da Disciplina de Cirurgia da FOB-USP. Membro do Advanced Orthognathic Surgery Foundation. ** Aluno de Mestrado em Estomatologia da FOB-USP. *** Estagiário da Disciplina de Cirurgia da FOB-USP. **** Professor Doutor da Disciplina de Cirurgia da FOB-USP. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 151 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
2 Cirurgia ortognática de modelos: protocolo para mandíbula necessidade de se adaptar vários aspectos no planejamento, entre eles o ensaio cirúrgico em modelos. Neste artigo, portanto, será apresentada, passo-a-passo, a execução da cirurgia de modelos para cirurgia ortognática combinada iniciada pela mandíbula, adaptada a partir da técnica descrita por Ellis III 8. CIRURGIA NOS MODELOS INICIANDO PELA MANDÍBULA Após a montagem correta dos modelos em relação central em articulador semi-ajustável, alguns parâmetros devem ser conferidos: - o pino incisal deve tocar a mesa incisal; - o pino incisal deve estar ajustado ao ponto zero e este ajuste deve ser mantido durante todo o procedimento. Com estes ajustes concluídos, é importante identificar os lados direito (D) e esquerdo (E). PROCEDIMENTO PROPRIAMENTE DITO O pino incisal deve ser removido para que as linhas médias dentárias da maxila e da mandíbula sejam marcadas a lápis. Com a porção posterior do articulador voltada para o profissional, olhando somente um dos lados por vez, desenha-se uma linha vertical reta, desde o articulador, passando pelo modelo inferior, na região de molares. Quando observada do lado esquerdo, a linha vertical traçada do lado direito parece não estar correta, pois o ângulo de visão será diferente. A partir desta fase, na qual as linhas de referência foram traçadas, pode-se remover o modelo inferior do articulador e fixá-lo ao bloco metálico referencial pertencente à plataforma de Erickson para cirurgia de modelos Great Lakes Digimatic- GLD (Great Lakes Orthodontic Ltd, Tonawanda, NY), que é uma mesa equipada com paquímetro digital para aferição das movimentações necessárias (Fig. 1). Para maior confiabilidade e segurança nas aferições, a borda incisal do incisivo central esquerdo, as cúspides dos caninos e as cúspides mesiovestibulares dos segundos molares devem ser marcadas a lápis, pois serão os pontos de referência para o registro das medidas verticais da mandíbula. As aferições nesta fase são necessárias para que as medidas verticais, ântero-posterior e transversal sejam tomadas e anotadas em uma ficha, no tópico modelo inicial, ou seja, medidas do modelo inicial, como preconizado por Arnett et al. 2 (Fig. 2), com pequenas modificações em relação à técnica de cirurgia de modelos preconizada por Ellis III 8, para as medidas verticais (direita e esquerda), horizontal e transversal. Figura 1 - Modelo inferior, acoplado à base metálica de referência, sendo aferido utilizando a GLD. Md 1 incisal 96,61mm Figura 2 - Aferição vertical inicial do modelo inferior, tendo como referência a borda incisal do incisivo central. O valor é anotado na ficha, no tópico modelo inicial para o incisivo inferior. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 152 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
3 Sant Ana, E.; Rodrigues, M. T. V.; Ferreira, G. R.; Gurgel, J. A. Inicialmente, afere-se a altura vertical do incisivo central esquerdo, colocando-se a ponta do paquímetro gentilmente sobre a borda incisal do dente marcado. No caso usado para ilustração, a medida aferida foi 96,61 (Fig. 2). Em seguida, da mesma forma, obtém-se a medida vertical de ambos os caninos nas pontas das cúspides. Foram obtidos os valores de 98,00mm e 99,57mm para os caninos direito e esquerdo, respectivamente (Fig. 3). Md 3 Cusp. D 98,00mm Md 3 Cusp. E 99,57mm Figura 3 - Aferição vertical inicial do modelo inferior, tendo como referência a ponta de cúspide dos dentes 33 e 43. Os valores são anotados na ficha, no tópico modelo inicial, para os caninos direito e esquerdo. Md 7 Cusp. D 100,85mm Md 7 Cusp. E 103,67mm Figura 4 - Aferição vertical inicial do modelo inferior, tendo como referência a ponta de cúspide mesiovestibular dos dentes 37 e 47. Os valores são anotados na ficha, no tópico modelo inicial, para os segundos molares direito e esquerdo. Por fim, tomam-se as medidas verticais dos segundos molares em suas respectivas cúspides mesiovestibulares. Os valores 100,85mm, para o lado direito, e 103,67mm, para o lado esquerdo, foram anotados na ficha (Fig. 4). Para as medidas ântero-posteriores, o bloco deve ser girado de forma que a porção posterior do modelo inferior fique voltada para baixo. A aferição deve ser realizada com a ponta do paquímetro repousando sobre a porção vestibular da borda incisal do incisivo central esquerdo, determinando-se, assim, sua medida inicial ântero-posterior. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 153 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
4 Cirurgia ortognática de modelos: protocolo para mandíbula Horizontal Md 1 Incisal 79,32mm Transversal Md Linha média 42,80mm 42,80mm Figura 5 - Aferição horizontal inicial (ântero-posterior) do modelo inferior, tendo como referência um ponto demarcado na face vestibular do dente 31. O valor é anotado na ficha, no tópico modelo inicial, para a face vestibular do incisivo central esquerdo. Figura 6 - Aferição transversal inicial do modelo inferior, tendo como referência a linha média dentária. O valor é anotado na ficha, no tópico modelo inicial, com o lado direito do modelo para baixo. Neste caso, foi anotado a medida de 79,32mm (Fig. 5). Para a obtenção de uma medida inicial de referência para a linha média, vira-se o bloco com seu lado direito para baixo. Em seguida, posiciona-se a ponta do paquímetro entre os incisivos centrais e toma-se a medida. Para este caso foi obtido o valores de 42,80mm (Fig. 6). Após a obtenção das medidas do modelo inicial e da análise facial, na qual eventualmente são detectadas assimetrias e outros detalhes quanto à dinâmica e o equilíbrio facial, o traçado predictivo digital foi realizado a partir do software Dolphin Imaging & Management Solutions (Chatsworth, CA). Este programa proporciona ao profissional condições de determinar o planejamento cirúrgico do caso com maior rapidez, comodidade e acurácia, obtendo-se, ao final, uma tabela com as medidas para cada movimentação que o modelo de gesso deverá sofrer, orientando o restabelecimento estético-funcional do paciente 9. A partir das medidas do traçado, associadas à análise facial 1 para cada movimentação ântero-posterior e vertical, obtêm-se os valores a serem alterados, nos três planos do espaço, proporcionando o preenchimento do item medida alterada e permitindo o cálculo das medidas finais para o modelo mandibular (Fig. 2-6). Para que esta manobra seja feita de forma precisa, é importante conhecer os três movimentos a serem realizados na cirurgia de modelos: - movimento horizontal do incisivo central; - movimento vertical do incisivo central; - movimento vertical do segundo molar. Outro aspecto de extrema importância é o significado dos sinais positivo ou negativo para cada movimento específico: - sinal positivo (+): significa avanço (A-P) ou aumento no sentido vertical; - sinal negativo (-): significa recuo (A-P) ou diminuição no sentido vertical. No movimento transversal (lado direito do modelo para baixo): - sinal positivo (+): significa rotação para a esquerda (sentido anti-horário); - sinal negativo (-): significa rotação para a direita (sentido horário). Já as modificações indicadas para a linha média e para a inclinação dos caninos são determinadas clinicamente e devem ser compensadas avaliandose adequadamente o segmento envolvido (maxila, mandíbula, ou ambos). Para tanto, deve-se aumentar ou diminuir verticalmente o modelo do lado R Dental Press Ortodon Ortop Facial 154 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
5 Sant Ana, E.; Rodrigues, M. T. V.; Ferreira, G. R.; Gurgel, J. A. envolvido, ou desviar para esquerda ou direita, de acordo com as medidas obtidas clinicamente durante a análise facial. Em seguida, são feitos os cálculos e obtêm-se os valores desejados para a futura posição do modelo da mandíbula nos sentidos ântero-posterior, vertical e transversal. Após a checagem das medidas, o modelo inferior é separado da base com uma serra fina e afiada (Fig. 7). Após o corte, realiza-se um desgaste da porção mais inferior (área onde encontra-se a bolacha metálica), principalmente nos casos onde a mandíbula sofrerá rotação horária. Geralmente, um desgaste de 5mm a mais do que o indicado Figura 7 - Separação do modelo inferior de sua base. A B C Figura 8 - Aferições finais do modelo inferior: A, C) verticais; B) horizontal ou ântero-posterior e D) tranversal, a partir das medidas estabelecidas no planejamento. D R Dental Press Ortodon Ortop Facial 155 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
6 Cirurgia ortognática de modelos: protocolo para mandíbula no traçado predictivo é o suficiente para evitar interferências durante o reposicionamento. Coloca-se o segmento mandibular conforme o planejamento, interpondo-se cera branca (mais maleável) entre a base e o modelo. As medidas finais, para cada modificação desejada, devem ser rigorosamente conferidas com a GLD (Fig. 8). Pode ser necessário adicionar ou remover quantidades variáveis de cera branca ou realizar desgastes no gesso dos segmentos maxilares, para permitir o correto posicionamento do modelo. Terminado o posicionamento, o modelo deve ser novamente acoplado ao articulador, checando-se a linha média e as linhas de referência posteriores da mandíbula, que devem estar alinhadas. Caso estas referências estejam incorretas, deve-se remover o modelo do articulador e adaptar o mesmo à base metálica da GLD. Após a correção, todas as modificações devem ser conferidas novamente. Com estes detalhes checados, uma camada de cera pegajosa deve ser dispensada ao redor da interface gerada pelo corte, para evitar o deslocamento do modelo. A tabela 1 revela as alterações planejadas (medida alterada) e as medidas finais (modelo final), para o caso ilustrado. CONFECÇÃO DO SPLINT OU GUIA CIRÚRGICO INTERMEDIÁRIO Para dar início à confecção deste dispositivo, deve-se limpar toda a superfície oclusal dos dentes de ambos os modelos, para remoção de eventuais resquícios de cera ou gesso, que possam causar interferências. Para se evitar excessos e possível retenção do splint nos braquetes, é interessante o emprego de cera periférica sobre os acessórios do aparelho fixo, nos dois arcos. Os modelos devem ser isolados com vaselina líquida ou isolante para gesso. Para a confecção do splint, utiliza-se a resina acrílica quimicamente ativada. Após sua adequada manipulação - na quantidade correta, em pote de vidro com tampa - aguarda-se a fase plástica ou de trabalho da resina, remove-se do pote e manipula-se a mesma, em formato de Figura 9 - Vistas direita e esquerda do splint intermediário pronto, em posição entre os arcos. Tabela 1 - Medidas do modelo inicial, medidas alteradas (considerando os sinais, positivo ou negativo), a partir do planejamento, e medidas do modelo final utilizado para ilustração. medidas modelo inicial medida alterada modelo final Md 1 vertical 96,61-2,20 94,41 Md 3 vertical-d 98,00 +3,30 101,30 Md 3 vertical-e 99,57 +3,10 102,67 Md 7 vertical-d 103,67 +1,33 105,00 Md 7 vertical-e 100,85 +4,01 104,86 Md 1 horizontal 79,32-2,40 76,92 Md LM transversal 42,80 +0,93 43,73 R Dental Press Ortodon Ortop Facial 156 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
7 Sant Ana, E.; Rodrigues, M. T. V.; Ferreira, G. R.; Gurgel, J. A. um arco, colocando-a sobre a superfície oclusal do arco inferior. Fecha-se o articulador, sendo que o pino incisal deve tocar a mesa incisal. Os excessos são removidos com o auxílio de uma espátula ou com uma tesoura, tomando-se o cuidado para não deformar ou não remover quantidades exageradas de resina. Quando a polimerização iniciar, pode-se abrir cuidadosamente o articulador e remover excessos mais grosseiros. Em seguida, deve-se fechar o articulador e aguardar a polimerização total. Para diminuir a ocorrência de distorções da resina, está indicado o emprego de elásticos potentes fechando o articulador, principalmente quando o guia fica espesso em alguns pontos. Após a completa polimerização da resina, a remoção dos excessos e o acabamento final são realizados com peça de mão e brocas para resina. A cirurgia de modelos deve ser realizada no dia anterior à cirurgia, utilizando-se modelos recentes, idealmente tomados três dias antes da cirurgia. Outros materiais e instrumentos que não foram citados podem, ocasionalmente, ser utilizados em substituição aos que foram ilustrados, desde que não haja comprometimento da técnica e que se obtenham resultados idênticos. Este é um procedimento que exige muito critério e atenção aos detalhes, pois é ele que irá guiar o novo posicionamento da mandíbula em relação à maxila, o que mostra o grau de importância desta fase do planejamento 2. Discussão As cirurgias ortognáticas iniciadas pela mandíbula representam uma opção interessante para o posicionamento da maxila. A maxila, por apresentar pequena espessura em suas paredes ósseas, muitas vezes não oferece uma estabilidade confiável para bloqueio intermaxilar, especialmente em casos de grandes avanços e em cirurgias em que a maxila é segmentada. Considerando os riscos inerentes à cirurgia da mandíbula, fatores anteriormente tidos como limitantes, hoje não são considerados mais como desvantagens desta técnica, tais como a fixação rígida obrigatória e até mesmo o posicionamento condilar 6,7. Além disso, os estudos sobre a reabsorção condilar idiopática após a cirurgia ortognática também mostram que a fixação passiva dos cotos ósseos diminui significativamente as chances de problemas articulares pós-operatórios. A fixação da mandíbula utilizando miniplacas e parafusos monocorticais tem se mostrado de grande colaboração para tal passividade na fixação mandibular. Soma-se a esta outras vantagens: não necessitar de incisões extrabucais para realizar a fixação; menor risco de lesão ao feixe vásculo-nervoso alveolar inferior; não comprometer a fixação quando de fraturas indesejadas na lingual do coto distal; e maior grau de satisfação, quanto ao resultado, dos pacientes que recebem este tipo de fixação 3,4,5. considerações finais A cirurgia de modelos para a mandíbula é tecnicamente tão simples quanto para a maxila, porém alguns detalhes devem ser considerados, para que não haja equívocos no momento de se calcular as medidas a serem alteradas. A cirurgia ortognática combinada iniciada pela mandíbula mostra-se como opção interessante para o reposicionamento da maxila, desde que aspectos limitantes, como posicionamento condilar e fixação passiva, sejam bem conduzidos e controlados pelo cirurgião. Desta forma, esta técnica, apesar de já ter sido descrita em 1987, em associação com os demais avanços na área da cirurgia ortognática, torna-se cada vez mais bem indicada e com menores limitações, contribuindo para que os resultados clínicos sejam cada vez melhores. Enviado em: outubro de 2005 Revisado e aceito: fevereiro de 2006 R Dental Press Ortodon Ortop Facial 157 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
8 Cirurgia ortognática de modelos: protocolo para mandíbula Orthognathic model surgery: mandibular protocol Abstract Introduction: The cast surgery has great importance in orthognatic surgery treatment planning. Aim: In this article, a step by step lower model surgery will be presented, emphasizing important details and advantages of this procedure. Key words: Orthognathic surgery. Model block surgery. Orthognathic surgery. Treatment planning. Referências 1. ARNETT, G. W. et al. Soft tissue cephalometric analysis: diagnosis and treatment planning of dentofacial deformity. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v. 116, no. 3, p , Sept ARNETT, G. W.; KIM, J.; SANT ANA, E.; GIGLIO, F. P. M. Cirurgia ortognática de modelo realizada passo a passo. R. Dental Press Ortodon. Ortop. Facial, Maringá, v. 7, n. 1, p , jan./fev BORSTLAP, W. A.; STOELINGA, P. J. W.; HOPPENREIJS, T. J. M.; VAN THOF, M. A. Stabilization of sagittal split advancement osteotomies with miniplates: a prospective, multicentre study with two-year follow-up. Part I- Clinical Parameters. Int. J. Oral Maxillofac. Surg., Copenhagen, v. 33, no. 5, p , July BORSTLAP, W. A.; STOELINGA, P. J. W.; HOPPENREIJS, T. J. M.; VAN THOF, M. A. Stabilization of sagittal split advancement osteotomies with miniplates: a prospective, multicentre study with two-year follow-up. Part II- Radiographic parameters. Int. J. Oral Maxillofac. Surg., Copenhagen, v. 33, no. 6, p , Sept BORSTLAP, W. A.; STOELINGA, P. J. W.; HOPPENREIJS, T. J. M.; VAN THOF, M. A. Stabilization of sagittal split advancement osteotomies with miniplates: a prospective, multicentre study with two-year follow-up. Part III- Condylar remodeling and resorption. Int. J. Oral Maxillofac. Surg., Copenhagen, v. 33, no. 7, p , Oct BUCKLEY, M. J.; TUCKER, M. R.; FREDETTE, S. A. An alternative approach for staging simultaneous maxillary and mandibular osteotomies. Int. J. Adult Orthod. Orthognath. Surg., Lombard, v. 2, no. 2, p , COTTRELL, D. A.; WOLFORD, L. M. Altered orthognathic surgical sequencing and a modified approach to model surgery. J. Oral Maxillofac. Surg., Philadelphia, v. 52, no. 10, p , Oct ELLIS III, E. Accuracy of model surgery: evaluation of an old technique and introduction of a new one. J. Oral Maxillofac. Surg., Philadelphia, v. 48, no. 11, p , Nov SMITH, J. D.; THOMAS, P. M.; PROFFIT, W. R. A comparison of current prediction imaging programs. Am. J. Orthod. Dentofacial Orthop., St. Louis, v. 125, no. 5, p , May Endereço para correspondência Eduardo Santana Alameda Dr. Octavio Pinheiro Brisola, 9-75 Faculdade de Odontologia de Bauru CEP: Bauru/SP [email protected] R Dental Press Ortodon Ortop Facial 158 Maringá, v. 12, n. 5, p , set./out. 2007
2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar?
2 Workshop processamento de artigos em serviços de saúde Recolhimento de artigos esterilizados: é possível evitar? 3 Farm. André Cabral Contagem, 19 de Maio de 2010 Rastreabilidade É definida como a habilidade
Cirurgia Ortognática de Modelo realizada Passo a Passo
Tópico Especial Cirurgia Ortognática de Modelo realizada Passo a Passo Orthognatic Model Surgery Step by Step G. Willian Arnett Resumo A cirurgia ortognática realizada com precisão envolve vários procedimentos
Aparelho para apnéia obstrutiva do sono
Dica Clínica Aparelho para apnéia obstrutiva do sono Ligiane Vieira Tokano Ramos*, Laurindo Zanco Furquim** A apnéia obstrutiva do sono é conhecida como um distúrbio respiratório crônico, progressivo,
7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia.
7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia. Em primeiro lugar é preciso esclarecer o que significa e para que serve o aterramento do sistema elétrico. Ao contrário do que é usual considerar,
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE E COMPORTAMENTO
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP PROGRAMA DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE E COMPORTAMENTO PÓS-TRATAMENTO DA CLASSE II MANDIBULAR TRATADA COM BIONATOR DE BALTERS Dissertação apresentada ao
Guia Prático de Instalação Completo Forros Minerais OWA. Revisão: 2
Guia Prático de Instalação Completo Forros Minerais OWA Revisão: 2 Guia Prático de Instalação Forros Minerais OWA Cuidados Iniciais Cuidados iniciais: SEMPRE manter as mãos limpas para manusear os forros
Fundamentos de Teste de Software
Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 1- Visão Geral de Testes de Software Aula 2 Estrutura para o Teste de Software SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Vertentes
FATURA ELETRÔNICA DO PRESTADOR Layout do Arquivo Texto Versão 1.1.1
Orientações gerais: 1. Este layout é destinado a todos os prestadores de serviços de saúde do Ipasgo. Os prestadores pessoas físicas e pessoas jurídicas nas categorias laboratório e clínicas que apresentam
STV 8 SET 2008 2. uma polaridade de sincronismo negativa, com os pulsos de sincronismo na posição para baixo, como mostrado na figura abaixo
STV 8 SET 2008 1 ANÁLISE DOS SINAIS DE VÍDEO as três partes do sinal composto de vídeo, ilustradas na figura abaixo, são: 1 o sinal da câmera correspondendo às variações de luz na cena 2 os pulsos de sincronismo
1 Visão Geral. 2 Instalação e Primeira Utilização. Manual de Instalação do Gold Pedido
Manual de Instalação do Gold Pedido 1 Visão Geral Programa completo para enviar pedidos e ficha cadastral de clientes pela internet sem usar fax e interurbano. Reduz a conta telefônica e tempo. Importa
CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S.A. CERON PREGÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIII DO EDITAL
Eletrobrás MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIII DO EDITAL Anexo XIII do Pregão Eletrônico n 029/2009 Página 1 de 11 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA TRANSFORMADORES DE CORRENTE AUXILIARES 0,6 KV USO INTERIOR
COBRANÇA BANCÁRIA CAIXA
COBRANÇA BANCÁRIA CAIXA ESPECIFICAÇÃO DE CÓDIGO DE BARRAS PARA BLOQUETOS DE COBRANÇA COBRANÇAS RÁPIDA E SEM REGISTRO GESER NOVEMBRO/2000 ÍNDICE PÁGINA 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESPECIFICAÇÕES...4 2.1 FORMATO......
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras MEMORIAL DESCRITIVO
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Pato Branco Departamento de Projetos e Obras PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ MEMORIAL DESCRITIVO EXECUÇÃO DE ADEQUAÇÃO
CRIAÇÃO DE TABELAS NO ACCESS. Criação de Tabelas no Access
CRIAÇÃO DE TABELAS NO ACCESS Criação de Tabelas no Access Sumário Conceitos / Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Criação de um Banco de Dados... 4 3. Criação de Tabelas... 6 4. Vinculação de tabelas...
PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO
CONSELHO SUPERIOR DA RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE NO USO DO SISTEMA PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO DA Fase 1 (magistrados e servidores da Justiça do Trabalho) Secretaria de Tecnologia da Informação
Setup: um Auxílio no Diagnóstico Ortodôntico
Setup: um Auxílio no Diagnóstico Ortodôntico CASO CLÍNICO Setup: a Diagnosis Assistance in Orthodontics Michelle Santos VIANNA* Armando Yukio SAGA** Fernando Augusto CASAGRANDE*** Elisa Souza CAMARGO****
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas
,QVWDODomR. Dê um duplo clique para abrir o Meu Computador. Dê um duplo clique para abrir o Painel de Controle. Para Adicionar ou Remover programas
,QVWDODomR 5HTXLVLWRV0tQLPRV Para a instalação do software 0RQLWXV, é necessário: - Processador 333 MHz ou superior (700 MHz Recomendado); - 128 MB ou mais de Memória RAM; - 150 MB de espaço disponível
Transplante capilar Introdução
Transplante Capilar Perda de cabelo e calvície são, muitas vezes, uma parte inesperada e indesejada da vida. Felizmente, com os recentes avanços na tecnologia, a perda de cabelo pode ser diminuída ou interrompida
UTILIZAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS PARA MEDIR UMIDADE DO SOLO.
UTILIZAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS PARA MEDIR UMIDADE DO SOLO. Silveira, Priscila Silva; Valner Brusamarello. Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Av. Osvaldo Aranha, 103 - CEP: 90035-190 Porto
Módulo 8 Entradas Digitais 24 Vdc Monitorado. Os seguintes produtos devem ser adquiridos separadamente para possibilitar a utilização do produto:
Descrição do Produto O módulo, integrante da Série Ponto, possui 8 pontos de entrada digital +24 Vdc isolada e monitorada, é indicado para aplicações onde a situação de linha rompida necessita ser detectada
ATIVIDADE DE FÍSICA PARA AS FÉRIAS 8. o A/B PROF. A GRAZIELA
ATIVIDADE DE FÍSICA PARA AS FÉRIAS 8. o A/B PROF. A GRAZIELA QUESTÃO 1) Utilize as informações do texto abaixo para responder às questões que o seguem. Uma máquina simples para bombear água: A RODA D ÁGUA
Coleções. manual de montagem. Kit com 3 Nichos. ou... tempo 20 minutos. montagem 2 pessoas. ferramenta martelo de borracha. ferramenta chave philips
manual de montagem montagem 2 pessoas Coleções ferramenta martelo de borracha Kit com 3 Nichos ferramenta chave philips tempo 30 minutos ou... ferramenta parafusadeira tempo 20 minutos DICAS DE CONSERVAÇÃO
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO BUEIROS CELULARES DE CONCRETO Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-010/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de bueiros
LINEAR-HCS RUA SÃO JORGE, 267 - TELEFONE: 6823-8800 Revisado em 24/10/2006 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250 www.linear-hcs.com.
LINEAR-HCS RUA SÃO JORGE, 267 - TELEFONE: 6823-8800 Revisado em 24/10/2006 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250 www.linear-hcs.com.br CENTRAL ELETRÔNICA MONOFÁSICA DE CONTROLE DE PORTÃO rev8 CARACTERÍSTICAS
Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos
Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Olá Gerente de Projeto. Nos artigos anteriores descrevemos um breve histórico sobre a história e contextualização dos riscos, tanto na vida real
O CIOF é uma clínica de odontologia especializada que há mais de 13 anos é comprometida com saúde bucal e o bem estar de seus clientes.
A Clínica O CIOF é uma clínica de odontologia especializada que há mais de 13 anos é comprometida com saúde bucal e o bem estar de seus clientes. Localizada nas cidades de Fortaleza, Itapipoca e Pentecoste,
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Orientação para pacientes com Cálculo (pedra) da vesícula. Quem pode ter pedra (cálculo) na vesícula? Pedra ou calculo da vesícula e uma doença bastante comum.
A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ
1 A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ Luciano Bárbara dos Santos 1 1 Cirurgião-dentista, aluno do curso de pós-graduação
Aula Prática 1 - Gerador Van de Graaff e interação entre corpos carregados
Aula Prática 1 - Gerador Van de Graaff e interação entre corpos carregados Disciplinas: Física III (DQF 06034) Fundamentos de Física III (DQF 10079) Departamento de Química e Física- CCA/UFES Objetivo:
Manual do Usuário Sistema de Acuidade Visual Digital
Manual do Usuário Sistema de Acuidade Visual Digital Página 1 de 16 Índice DonD - Sistema para Teste de Acuidade Visual...3 Componentes do Produto...4 Instalação...5 Abrindo o sistema do DonD...5 Configuração...6
Aula 4-Movimentos,Grandezas e Processos
Movimentos de Corte Os movimentos entre ferramenta e peça durante a usinagem são aqueles que permitem a ocorrência do processo de usinagem.convencionalmente se supõe a peça parada e todo o movimento sendo
5838 Maquinação Introdução ao CNC
5838 Maquinação Introdução ao CNC Formador: Hélder Nunes 13 Valores Formanda: Ana Pernas Índice Introdução... 3 Enquadramento... 4 Vantagens vs Desvantagens do CNC... 5 Características de um sistema CNC...
Manual Mobuss Construção - Móvel
Manual Mobuss Construção - Móvel VISTORIA & ENTREGA - MÓVEL Versão 1.0 Data 22/04/2014 Mobuss Construção - Vistoria & Entrega Documento: v1.0 Blumenau SC 2 Histórico de Revisão Versão Data Descrição 1.0
Engenharia de Software II
Engenharia de Software II Aula 26 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 26-21/07/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software Estratégias e técnicas de teste de software Métricas para software
Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção
Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Estrutura Organizacional Organização da Empresa: É a ordenação e agrupamento de atividades e recursos, visando ao alcance dos objetivos
Gerenciamento do Escopo do Projeto (PMBoK 5ª ed.)
Gerenciamento do Escopo do Projeto (PMBoK 5ª ed.) De acordo com o PMBok 5ª ed., o escopo é a soma dos produtos, serviços e resultados a serem fornecidos na forma de projeto. Sendo ele referindo-se a: Escopo
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES
OPERAÇÕES COM FRAÇÕES Adição A soma ou adição de frações requer que todas as frações envolvidas possuam o mesmo denominador. Se inicialmente todas as frações já possuírem um denominador comum, basta que
Planejamento digital em cirurgia ortognática: precisão, previsibilidade e praticidade
irurgia Ortognática Planejamento digital em cirurgia ortognática: precisão, previsibilidade e praticidade Eduardo Sant na *, Laurindo Zanco Furquim**, Moacyr Tadeu Vicente Rodrigues ***, Érika Uliam Kuriki****,
MANUAL DO ASSOCIADO. Plano Individual e Familiar. A solução definitiva em odontologia
MANUAL DO ASSOCIADO Plano Individual e Familiar A solução definitiva em odontologia MISSÃO DA EMPRESA O nosso compromisso é atingir e superar as expectativas dos clientes, garantindo sua total satisfação,
Lucratividade: Crescer, Sobreviver ou Morrer
Lucratividade: Crescer, Sobreviver ou Morrer Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos de Lucratividade e a importância para existência e sucesso das empresas. Proporcionar aos participantes
CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS. 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais
Elementos Estruturais 64 CAPÍTULO 4 4. ELEMENTOS ESTRUTURAIS 4.1 Classificação Geométrica dos Elementos Estruturais Neste item apresenta-se uma classificação dos elementos estruturais com base na geometria
Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA
1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no
CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Rateio CC Contas a Pagar
CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Rateio CC Contas a Pagar Objetivo do projeto Possibilitar fazer lançamentos no Contas a Pagar, rateando por várias contas e/ou vários centros de custos. Escopo Este projeto englobará
1 Circuitos Pneumáticos
1 Circuitos Pneumáticos Os circuitos pneumáticos são divididos em várias partes distintas e, em cada uma destas divisões, elementos pneumáticos específicos estão posicionados. Estes elementos estão agrupados
MANUAL DE INSTRUÇÕES DE FUN- CIONAMENTO (Tradução) Plataforma elevadora Tipo 1097.0,75 1097.1,25 8718.0,2
MANUAL DE INSTRUÇÕES DE FUN- CIONAMENTO (Tradução) Plataforma elevadora Tipo 1097.0,75 1097.1,25 8718.0,2 PT 1. Grupos de utilizadores Tarefas Qualificação Operador Operação, verificação visual Instrução
Cinemática Mandibular
Cinemática Mandibular UBM IV Anatomia Dentária Octávio Ribeiro Cinemática Mandibular TIPOS DE MOVIMENTO Tipos de movimento Movimento de Rotação Movimento de Translação Movimento de Rotação No sistema mastigatório,
Lista de Exercícios 1
Conceitos envolvidos: a) Memória de Dados (interna e externa) b) Memória de Programa (interna e externa) c) Operações aritméticas e lógicas d) Portas e) Endereçamento a Bit f) Contadores e Temporizadores
ALTERAÇÕES TORÁCICAS CORREÇÕES CIRÚRGICAS
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde ALTERAÇÕES TORÁCICAS CORREÇÕES CIRÚRGICAS Prof. Dr. Luzimar Teixeira 1. Técnica cirúrgica corrige não só a região anterior do
I-152A-PORB Acoplamento de Junta de Expansão
ADVERTÊNCIA Leia e entenda todas as instruções antes de tentar instalar qualquer produto de tubulação Victaulic. Um profissional treinado deve instalar esses produtos de acordo com todas as instruções.
ROTEIRO PARA REGISTRO NO CONTAS ONLINE Programa Caminho da Escola Parte I Execução Financeira Data de atualização: 21/6/2012
1 ROTEIRO PARA REGISTRO NO CONTAS ONLINE Programa Caminho da Escola Parte I Execução Financeira Data de atualização: 21/6/2012 Introdução O material abaixo foi elaborado para orientar de forma objetiva
EVENTOS NACIONAIS: Equipamentos: Eventos onde as regras serão observadas: Responsabilidade: Patch: PATCH COSTURADO Patch COSTURADO costura
EVENTOS NACIONAIS: Este documento baseado no JUDOGUI REQUERIMENTS AND JUDOGUI CONTROL PROCEDURE da Federação Internacional de Judô FIJ, visa estabelecer o padrão nacional para a utilização dos judoguis
tecfix ONE quartzolit
Pág. 1 de 8 Adesivo para ancoragem à base de resina epóxi-acrilato 1. Descrição: Produto bicomponente disposto numa bisnaga com câmaras independentes, projetada para realizar a mistura adequada dos constituintes
Manual do Revisor Oficial de Contas. Recomendação Técnica n.º 5
Recomendação Técnica n.º 5 Revisão de Demonstrações Financeiras Intercalares Janeiro de 1988 Índice Julho de 1993 (1ª Revisão) Parágrafos Introdução 1-3 Justificação 4-5 Objectivos 6-8 Recomendações 9-17
CHAMADA MCT / FINEP ENERGIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM TECNOLOGIA INOVADORA NA ÁREA DE
CHAMADA MCT / FINEP Ministério da Ciência e Tecnologia / Financiadora de Estudos e Projetos IDENTIFICAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM TECNOLOGIA INOVADORA NA ÁREA DE ENERGIA O Ministério da Ciência e Tecnologia
Modelagem De Sistemas
Modelagem De Sistemas UNIP Tatuapé - SP Aplicações em Linguagem de Programação Prof.Marcelo Nogueira Uma empresa de software de sucesso é aquela que consistentemente produz software de qualidade que vai
Tratores. Informações gerais sobre tratores. Recomendações. Distância do eixo
Informações gerais sobre tratores Informações gerais sobre tratores Os tratores foram projetados para puxar semirreboques e são, portanto, equipados com uma quinta roda para possibilitar a fácil troca
PALAVRAS-CHAVE Handhelds, Manutenção de Subestação, Tecnologia da Informação.
21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Utilização de Computadores de Mão (Handheld) pelos Eletricistas da Manutenção de Subestação e Linhas da AES Eletropaulo no Controle de Inspeções e Ordens de
Procedimento Operacional Padrão nº 16 Anexo I 1. CONFIGURAÇÕES DO SISTEMA PARA IMPORTAÇÃO DE ARQUIVOS MULTIMÍDIA
Procedimento Operacional Padrão nº 16 Anexo I 1. CONFIGURAÇÕES DO SISTEMA PARA IMPORTAÇÃO DE ARQUIVOS MULTIMÍDIA 1 2. CONVERSÃO DO ARQUIVO MULTIMÍDIA PARA EXTENSÃO ASF 2 3. CONFIGURAÇÃO DA SALA DE AUDIÊNCIAS
Acionamento de Motores: PWM e Ponte H
Warthog Robotics USP São Carlos www.warthog.sc.usp.br [email protected] Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Por Gustavo C. Oliveira, Membro da Divisão de Controle (2014) 1 Introdução Motores são máquinas
ARTIGO. Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos.
ARTIGO Sobre monitoramento a Distancia e aplicação automática de medicamentos. Autor: Marcos José Sanvidotti Sistema de monitoração a distancia e aplicação de medicamentos. Resumo: O monitoramento a distância
MBA em Gerenciamento de Projetos. Teoria Geral do Planejamento. Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula
MBA em Gerenciamento de Projetos Teoria Geral do Planejamento Professora: Maria Erileuza do Nascimento de Paula SOBRAL - CE 2014 O que é Planejamento É um processo contínuo e dinâmico que consiste em um
MANUAL DE INSTALAÇÃO SAT DIMEP PDV CAKE
MANUAL DE INSTALAÇÃO SAT DIMEP PDV CAKE INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO O procedimento de instalação do SAT (Dimep) é bastantes simples, para equipamentos Dimep basta seguir as etapas abaixo. 1. Instalação do
Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios
Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios O Método Intuitivo de elaboração de circuitos: As técnicas de elaboração de circuitos eletropneumáticos fazem parte
incisivos inferiores 1,3,4,6. Há também um movimento do nariz para frente, tornando o perfil facial menos côncavo e, conseqüentemente,
Série Aparelhos Ortodônticos MÁSCARA FACIAL INTRODUÇÃO Inúmeras formas de tratamento têm sido relatadas para a correção precoce da má oclusão de Classe III. No entanto, talvez por muitos casos necessitarem
Rateio por Despesas por Contas Contábeis
Rateio por Despesas por Contas Contábeis Introdução É possível efetuar configuração no sistema para que a contabilização das despesas seja rateada entre departamentos/centros de custo, de acordo com percentuais
3 Metodologia de pesquisa
3 Metodologia de pesquisa Esta pesquisa foi concebida com o intuito de identificar como a interação entre o gerenciamento de projetos e o planejamento estratégico estava ocorrendo nas empresas do grupo
4º Capítulo: Enceramento de infra estrutura para prótese fixa unitária.
4º C Autor: Rogério Goulart da Costa 4º Capítulo: Enceramento de infra estrutura para prótese fixa unitária. 1 Técnica de enceramento para infraesturura para prótese fixa unitária. Enceramento para dentes
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS020 LAVAGEM DE REDES DE ÁGUA Revisão: 02 Abr.
SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências...2 3. Definições...2 4. Condições para início dos serviços...3 4.1 Lavagem de redes existentes...3 4.2 Lavagem de redes novas...3 5. Materiais
ISS Eletrônico. Formato de Arquivos para Transmissão de Documentos Declarados através do aplicativo OFFLINE. Extensão do Arquivo JUNHO2006.
ISS Eletrônico Formato de Arquivos para Transmissão de Documentos Declarados através do aplicativo OFFLINE Caro contribuinte. A transmissão de arquivos é uma facilidade fornecida pelo sistema de ISS Eletrônico
Módulo 1 - Mês 1- Aula 3
PLANEJAMENTO BÁSICO Módulo 1 - Mês 1- Aula 3 PLANEJAMENTO BÁSICO Como construir renda estável em cada etapa 1. Etapas de Faturamento Para construir um rendimento estável, existe uma ordem a seguir. Na
1331 Velocidade do som em líquidos Velocidade de fase e de grupo
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP Tópicos Relacionados Ondas longitudinais, velocidade do som em líquidos, comprimento de onda, freqüência,
Capítulo1 Tensão Normal
- UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE VOLTA REDONDA PROFESSORA: SALETE SOUZA DE OLIVEIRA BUFFONI DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Referências Bibliográficas:
Além de fazer uma ótima escolha, você ainda está ajudando a natureza e garantindo a preservação do meio ambiente.
Obrigado por adquirir um produto Meu Móvel de Madeira. Agora, você tem em suas mãos um produto de alta qualidade, produzido com matérias-primas derivadas de floresta plantada. Além de fazer uma ótima escolha,
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE 1. Introdução deve ser aplicado: O IAS 8 Accounting
Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial
Materiais / Materiais I Guia para Trabalho Laboratorial ENSAIO DE DUREZA 1. Introdução A dureza de um material é uma propriedade mecânica que mede a resistência à deformação plástica (permanente). A dureza
Tecnologia da Construção Civil - I Locação de Obra e Serviços em Terra. Roberto Monteiro
Tecnologia da Construção Civil - I Locação de Obra e Serviços em Terra Limpeza do terreno Dependendo do porte da obra e da declividade do terreno serão necessários a utilização de equipamentos de grande
Memorial Descritivo BUEIROS CELULARES DE CONCRETO. 01 BUEIRO triplo na RS715 com 3,00m X 2,50m X 16m, cada célula, no km 0 + 188,5m.
Memorial Descritivo BUEIROS CELULARES DE CONCRETO OBRAS / LOCALIZAÇÃO 01 BUEIRO triplo na RS715 com 3,00m X 2,50m X 16m, cada célula, no km 0 + 188,5m. 01 BUEIRO triplo na RS 715 com 3,00m X 2,00m X 19m,
ANÁLISE ESTATÍSTICA DA INFLUÊNCIA DO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL NO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2000.
ANÁLISE ESTATÍSTICA DA INFLUÊNCIA DO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO MUNICIPAL NO ÍNDICE DE CRIMINALIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2000. Charles Shalimar F. da Silva Mestrando em Estatística
Apresentação dos Requisitos Do Edital Inmetro nº 01/2011
Apresentação dos Requisitos Do Edital Inmetro nº 01/2011 Anexo B Especificações do simulador Eduardo Lopes Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade Objetivos Apresentar o simulador de pista com
Minuta de Instrução Normativa
Minuta de Instrução Normativa INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº [NÚMERO], DE Dispõe sobre o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (Paint), os aspectos relativos aos trabalhos de auditoria e o Relatório Anual
CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIAS PARA O ESCRITÓRIO REGIONAL DE BELO HORIZONTE MG ER 04
PREGÃO AMPLO 009/2003 ANEXO I ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ANATEL ER04 MINAS GERAIS CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIAS PARA O ESCRITÓRIO REGIONAL DE BELO HORIZONTE
Gestão da Qualidade. Aula 5. Prof. Pablo
Gestão da Qualidade Aula 5 Prof. Pablo Proposito da Aula 1. Gestão da Qualidade Total; 2. Planejamento; Gestão da Qualidade Total Gestão da Qualidade Total Como vimos na última aula a Gestão da Qualidade
BIT 374 LAÇAMENTO PEUGEOT 3008
CIRCULAR REDE De : DIREÇÃO PEÇAS E SERVIÇOS Para : Rede de Concessionárias Data : 03/11/2010 Código Circular: 374 Depto 11/10 Página (s) : 07 Cc: Gerentes regionais Peças e Serviços Peugeot Direção PBRA
VASOS SEPARADORES E ACUMULADORES
VASOS SEPARADORES E ACUMULADORES SÃO EQUIPAMENTOS MUITO USADOS NA INDÚSTRIA QUÍMICA PARA VÁRIAS FUNÇÕES, ENTRE ELAS: MISTURA OU SEPARAÇÃO DE FASES DISSOLUÇÃO AQUECIMENTO NEUTRALIZAÇÃO CRISTALIZAÇÃO REAÇÃO
Certificação e Auditoria Ambiental
Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 3 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Preparação Nesta etapa, a auditoria é organizada objetivando minimizar o tempo despendido pelos
MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO
PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTALINA OBRA: SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO INTRODUÇÃO Devido ao pequeno tráfego de pessoas nos locais a serem pavimentados foi
HEMOVIDA (CICLO DO SANGUE - Gerenciamento de estoque para grandes eventos)
Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Informática do SUS HEMOVIDA (CICLO DO SANGUE - Gerenciamento de estoque para grandes eventos) Manual do Usuário Versão 1.0 Fevereiro, 2014 Índice
Descrição, passo a passo, do aparelho de Herbst com coroas de açoa. o superiores e splint removível vel inferior
Descrição, passo a passo, do aparelho de Herbst com coroas de açoa o superiores e splint removível vel inferior MORO, A.; et al. Descrição, passo a passo, do aparelho de Herbst com coroas de aço superiores
MANUAL DE PROCEDIMENTO V.WEISS & CIA LTDA PROCEDIMENTO PADRÃO PARA VIAGEM A SERVIÇO ATUALIZADO: JULHO/2015 V.WEISS & CIA LTDA
Julho/2015 Índice Sumário 1. Envolvidos... 3 2. Formulários Envolvidos... 3 2.1. Relatório de Solicitação de Viagem (anexo 02).... 3 2.2. Relatório de Prestação de Contas (anexo 03).... 3 3. Procedimentos...
GUIA DE DIGITALIZAÇÃO ÓTIMA
Condições para obter os melhores resultados de digitalização O processo de digitalização é afetado por fatores ambientais, pela configuração e calibração do digitalizador, bem como pelo objeto a digitalizar.
O setup ortodôntico como método auxiliar de diagnóstico e planejamento
Dica Clínica O setup ortodôntico como método auxiliar de diagnóstico e planejamento Hallissa Simplício*, Ary dos Santos-Pinto**, Marcus Vinicius Almeida de Araújo***, Sergei Godeiro Fernandes Rabelo Caldas****,
Gestão de Actas Escolares. Manual Utilizador. (Versão 4)
inovar TI Gestão de Actas Escolares Manual Utilizador (Versão 4) ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 FUNCIONALIDADES DO UTILACTAS... 3 1.ENTRAR NO PROGRAMA... 4 2.CONVOCAR UMA REUNIÃO... 5 2.1. CRIAR... 5 2.2. EDITAR...
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA BARREIRAS RIGIDAS EM CONCRETO ARMADO
1 de 6 1. OBJETIVO 1.1. A presente especificação tem por objetivo fixar as características técnicas e condições mínimas para aceitação dos serviços na execução de barreiras rígidas, em concreto armado,
0.1 Introdução Conceitos básicos
Laboratório de Eletricidade S.J.Troise Exp. 0 - Laboratório de eletricidade 0.1 Introdução Conceitos básicos O modelo aceito modernamente para o átomo apresenta o aspecto de uma esfera central chamada
PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.
PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Esta aula tem por base o Capítulo 2 do livro de Taha (2008): Introdução O modelo de PL de duas variáveis Propriedades
RESONSABILIDADES DO ENGENHEIRO E CERTIFICAÇÃO
RESONSABILIDADES DO ENGENHEIRO E CERTIFICAÇÃO Eng. Civil EE.UFMG 1975 Dr. Mecânica dos Solos/Estruturas CEBTP-PARIS - 1985 Membro da Equipe de Engenharia da BEDÊ Engenharia de Estruturas, BH A principal
