Rita Baiana: nação e sexualidade em O cortiço
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- Adriana Talita Laranjeira Campelo
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1 Revista Língua & Literatura 21 Rita Baiana: nação e sexualidade em O cortiço Leonardo Mendes * Resumo: O artigo analisa os temas da nacionalidade e da sexualidade em O Cortiço de Aluísio de Azevedo. A questão da identidade brasileira é abordada através da relação amorosa entre o imigrante português Jerônimo e a brasileira Rita Baiana. Essas duas personagens expressam as relações entre a Europa e a América, sendo que a identidade nacional é definida e discutida através dos conteúdos ligados à sexualidade. Palavras-chave: nação, sexualidade, identidade brasileira. Abstract: The present article analyzes the themes of nationality and sexuality in Aluísio de azevedos s O cortiço. The Brazilian identity issue is approached through the courtship between the Portuguese immigrant Jerônimo and the Brazilian Rita Baiana. Those two characters symbolize the relations between Europe and America, being the national identity defined and discussed through contents related to sexuality. Key-words: nation, sexuality, Brazilian identity No final do século 19 a questão da definição dos contornos da identidade nacional ainda animava escritores e intelectuais brasileiros. A questão do que é o Brasil, viva para além do Romantismo que a inspirou (como vemos principalmente no José Alencar de Iracema e de O Guarani), é retomada por Aluisio Azevedo em O cortiço (1890), agora sob a inspiração da estética naturalista, através da história de amor entre o imigrante português Jerônimo e a brasileira Rita Baiana. O casal reencena, mais uma vez, o encontro da Europa com a América, sendo que desta vez o Novo Mundo (no caso, o Brasil) é definido através de conteúdos ligados à sexualidade. A intromissão da sexualidade na discussão da identidade brasileira se liga à grande expansão * Doutor em Letras pela University of Texas, EUA. Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ.
2 22 Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões da ciência no final do século 19. O impacto desse avanço (que traz a reboque valores de objetividade e racionalidade) não deixou de marcar a literatura da época, que asssim também se vê interessada em explorar e investigar a condição natural da vida humana, como vemos principalmente em Emile Zola, e todos os subprocessos que dão forma à essa natureza, como as necessidades fisiológicas e, no limite, a sexualidade. Na expressão de Michel Foucault, o século 19 coloca o sexo em discurso (FOUCAULT, 1980, p. 16). Parafraseando Foucault, Aluisio Azevedo vai, em O cortiço, colocar o sexo no discurso que (re)discute a identidade brasileira. Ao longo do romance, o autor vai tecer um contraste entre as civilizações portuguesa e brasileira que articula o processo de sedução do português Jerônimo, que Rita Baiana leva a cabo. Todos os elementos de contraste (e, finalmente, de superioridade do modo brasileiro) revelam conteúdos de erotismo e sensualidade que garantem a vitória de Rita, ao mesmo tempo em que definem a forma como ela, como brasileira, se relaciona com a vida e com o mundo. O primeiro elemento é a música. Numa festa de domingo no cortiço, o romance encena um duelo entre a música brasileira e a portuguesa que articula um confronto entre dois projetos de vida distintos. O contraste é entre tristeza e alegria, entre monotonia e arruaça: Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos desterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se concentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, o cavaquinho de Porfiro, acompanhado pelo violão do Firmo, romperam vibrantemente com um chorado baiano. Nada mais que os primeiros acordes da música crioula para que o sangue de toda aquela gente despertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o corpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. (AZEVEDO, 1973, p. 90) O duelo entre tristeza e alegria articula subterraneamente compromissos com tempos diversos da vida. Cantando a saudade e o exílio da terra, os portugueses investem suas emoções ou num tempo passado (o tempo em que moravam em Portugal) ou num tempo futuro (o tempo do retorno desejado). A felicidade encontra-se numa vida que ficou ou numa vida que está por vir. Vivem, assim, um presente em suspenso, estático e monótono porque a vida não está ali. Os acordes da música crioula, por seu turno, despertam logo o sangue de toda a gente porque denotam um investimento emotivo no tempo presente, na felicidade pura e simples de estar vivo. Sua intensidade e vitalidade traduzem um apego ao aqui e agora, ao corpo e aos sentidos. Quando Rita Baiana dança, sua coreografia narra um orgasmo: Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, ora para a esquerda ora para a direita, como numa sofreguidão de gozo carnal, num
3 Revista Língua & Literatura 23 requebrado luxurioso que a punha ofegante; já correndo de barriga empinada; já recuando de braços estendidos, a tremer toda, como se se fosse afundando num prazer grosso que nem azeite, em que se não toma pé e nunca se encontra fundo. (AZEVEDO, 1973, p. 92) O Brasil é um corpo que goza, e como tal envia ao português estupefato uma mensagem que é uma promessa de gozo. O imigrante português já havia experimentado o clima, as frutas e os aromas brasileiros. Tudo isso era dotado de um aura de novidade e mistério que ele não via como articular em palavras. A entrada de Rita Baiana introduz um apelo extra - o apelo da sexualidade - que era o que faltava para disparar o processo de absorção de Jerônimo a uma nova identidade e a um novo estilo de vida. A transformação do português se faz notar logo no dia seguinte à festa do domingo em que ele conheceu Rita Baiana, e introduz a bebida como elemento de contraste. Já algumas horas depois da festa, Jerônimo resolve interromper pelo meio o dia de trabalho por não estar sentindo-se bem. Para o súbito mal estar, Piedade, sua mulher, havia sugerido que ele tomasse chá preto, mas Rita faz valer sua receita de cura: café bem forte com um gole de parati, ao mesmo tempo em que descarta a idéia do chá por julgar ser a bebida mera água morna. O contraste entre chá preto e café forte com um gole de parati é, mais uma vez, o contraste entre sensações insípidas e sensações fortes. O café misturado com cachaça se apresenta como um signo duplo de brasilidade, uma vez que equipara duas bebidas hitoricamente associadas ao Brasil. O componente alcoólico da mistura dá conta de uma embriaguez potencial. Em oposição a isso temos a água européia, sem calor ou sabor. Morna e insípida como Jerônimo repentinamente descobre ser sua relação com Piedade, cujo cheiro azedo do corpo ele nota pela primeira vez. É assim que outro contraste se vê operar nesse trecho do romance - aquele que compara a mulher portuguesa com a brasileira. Mulher do trabalho, desprovida de sexualidade, Piedade é impiedosamente caracterizada como gorda, feita de um só bloco, compacta, inteiriça e tapada (AZEVEDO, 1973, p. 110), sem atrativos de personalidade, e ainda por cima mal cheirosa. Rita Baiana é a mulher de uma vida entendida como festa permanente, sensual, em boa forma física, divertida e cheirosa. Em O cortiço, abandonar a identidade portuguesa em prol da brasileira é um imperativo sexual e estético. Jerônimo, que nunca havia tomado café nem cachaça, engoliu de uma assentada o conteúdo da tigela (AZEVEDO, 1973, p. 98), o que aponta para seu desejo forte de mudar, de tomar o Brasil inteiro, de um gole só. Não espanta que seja justamente nessas alturas do romance que o leitor encontre a primeira e única menção explícita a uma ereção. Depois de tomar café com parati e se agasalhar, Jerônimo logo inundou sua roupa de suor. Piedade vem, então, socorrê-lo. Depois de massageá-lo, nota, na descrição do narrador, que o sangue do cavouqueiro se revolucionou (AZEVEDO, 1973, p. 99). A ereção de Jerônimo é fruto do
4 24 Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões que vira e sentira na véspera, do cheiro de uma mulher que afinal dele se aproximava, da tigela de café forte com parati. As mãos de Piedade servem para encaminhar um desejo que se encontra alhures. A portuguesa se lisonjeia com o fato, ingenuamente, sem notar que é por Rita, que é pelo Brasil que o sangue de Jerônimo se revoluciona. Mas, como os hábitos alimentares parecem ser o último bastião das resistências culturais, só quando Jerônimo reforma a mesa que as transformações se completam: A revolução afinal foi completa: a aguardante de cana substituiu o vinho; a farinha de mandioca sucedeu à broa; a carne seca e o feijão preto ao bacalhau com batatas e cebolas cozidas; a pimenta malagueta e a pimenta de cheiro invadiram vitoriosamente a sua mesa; o caldo verde, a açorda e o caldo de unto foram repelidos pelos ruivos e gostosos quitutes baianos, pela moqueca, pelo vatapá e pelo caruru; a couve à mineira destronou a couve à portuguesa; o pirão de fubá ao pão de rala, e, desde que o café encheu a casa com seu aroma quente, Jerônimo principiou a achar graça no cheiro do fumo e não tardou a fumar também com os amigos. (AZEVEDO, 1973, p ) Os verbos escolhidos narram uma batalha - a da culinária - que segue ao duelo inaugural da música: as pimentas invadiram a mesa do casal português; a couve à mineira destronou a couve à portuguesa. Se a música brasileira dava voz a emoções fortes através de ritmos sensuais, também a culinária vai trazer a intensidade de pimentas nativas, inaugurando sabores tão insuspeitados como fortes. O caldo verde e o caldo de unto são repelidos (o que sugere um misto de rejeição e repugnância), sendo substituídos por quitutes baianos, estes sim qualificados de ruivos e gostosos, em oposição aos monótonos (porque não-adjetivados) caldos. Coerente com o encaminhamento de todo o processo de contraste entre as duas culturas, a batalha da mesa opõe a frugalidade portuguesa à prodigalidade brasileira. Se é verdade que os povos vivem como comem, a exuberância, o sabor e o exotismo da culinária brasileira confirmam os valores de intensidade e sensualidade com que o romance identifica a cultura nacional, sem esconder, além disso, sua preferência por ela. Para Jerônimo, o Brasil e a Rita se constituem elementos de um paraíso na Terra, duplicando, assim, noções típicas de documentos que vão desde a carta de Caminha até, já no século 18, a História da América Portuguesa, de Rocha Pita. A presença dessas imagens em um romance publicado no século 19, depois da proclamação da República, atesta a força dessas representações, por assim dizer coloniais do Brasil. Formam, na fórmula de Stephen Greenblatt, um capital mimético dotado de poder reprodutivo, que se mantém e se multiplica (GREENBLATT, 1991, p. 6). Mais do que a expressão de uma certa ingenuidade acusação que coloca aquele que a profere na posição de detentor da representação verdadeira do Brasil - essas imagens, que O cortiço reencena através
5 Revista Língua & Literatura 25 da paixão de Jerônimo por Rita, apontam para uma avaliação essencialmente positiva e otimista do país. A novidade que a narrativa naturalista introduz (uma abertura que seus pressupostos teóricos possibilitam), ao retomar a tarefa de descrever o Brasil, é agregar em torno do domínio da sexualidade o conjunto de diferenças, encantos, surpresas e frustrações que resumem a experência na nova terra. Não fica claro para o leitor se Rita e Jerônimo serão felizes juntos. Como se trata de um universo ficcional narrado de um ponto de vista que não faz concessões a idealismos, não surpreende que o romance sinalize para o afrouxamento dos laços que a princípio uniram os amantes. Remotamente, o português chega a se arrepender do que fez, já que os gastos excessivos de Rita o levam a interromper o pagamento da escola da filha. Mas a idéia de separação é imediatamente descartada, pois a lembrança da mulata punha-lhe logo o sangue doido (AZEVEDO, 1973, p. 225). O misto de remorso e desejo incontrolável empurra Jerônimo para a bebida, do mesmo modo que Piedade termina por afogar seu abandono numa garrafa de aguardante. A união, de qualquer modo, não se desfaz, e o português e a mulata terminam o romance juntos. O final ambíguo da história de Rita e Jerônimo é um desfecho adequado para uma união necessariamente instável, ainda que a sexualidade irresistível da mulher não tenha perdido seu vigor. A mulata, afinal, na sua representação da nacionalidade brasileira, atravessa o romance como um signo que comporta valores contraditórios, de perdas e ganhos, dor e prazer, beleza e horror espécie de Macunaíma de saias, heroína cujo único caráter é não ter um caráter que se possa definir com precisão. Se Jerônimo é repetidamente confrontado com os mistérios de Rita, o leitor precisa se contentar com as incertezas e dúvidas que cercam o presente e o futuro da relação. Não há consenso algum: a felicidade de Rita (e por extensão do casal) deve ser negociada diariamente - um projeto de nação e de união em construção permanente. Gabriela Nouzeilles, ao discutir o caso argentino, apontou para a desestabilização de alianças e projetos que se vê operar no Naturalismo, em oposição ao Romantismo: Se as narrativas dos romances fundacionais promoviam estratégias necessárias para a negociação de um consenso político, a narrativa naturalista denunciava serem instáveis todas as alianças (NOUZEILLES, 1996, p. 26). Como Macunaíma, a mulata parece não desempenhar uma função conciliatória harmônica e definitiva: O herói sem nenhum caráter é a alegoria da impossibilidade de se determinar um único caráter dominante que tipificasse o ser nacional. O discurso sobre a história também não é mais ufano, nem promete um final feliz (HELENA, 1994, p. 526). Apesar da segurança com que Aluísio Azevedo se alinha, no romance, aos valores que Rita Baiana representa, em nenhum momento ele deixa de apresentar contrapartidas que desestabilizam qualquer leitura monolítica e hegemônica da nacionalidade. Quando tudo se dilui em incertezas ao redor da brasileira e do português, só as verdades da
6 26 Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões sexualidade garantem a permanência da união entre os amantes; trata-se possivelmente do único caráter dominante, mas não necessariamente garantidor de permanência, que, em O cortiço, se tipifica o ser nacional. O arranjo suspende uma conciliação romântica à moda de Alencar, ao mesmo tempo em que aponta para uma conciliação mais profunda - aquela que adia os conflitos na esperança (ou não) de amanhã encontrar uma solução. Enquanto isso (enquanto o final feliz não vem), seguem Rita e Jerônimo tomando cachaça e dormindo juntos, com muita sinceridade. Referências bibliográficas: Azevedo, Aluísio. O cortiço. Rio de Janeiro: Editora Americana, Foucault, Michel. História da sexualidade I: A vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, Greenblatt, Stephen. Marvelous possessions. The wonder of the New World. Chicago: The University of Chicago Press, Helena, Lúcia. Escrevendo a Nação. In: Literatura e Diferença. Anais do IV Congresso da ABRALIC: Nouzeilles, Gabriela. Pathological Romances and National Dystopias in Argentine Naturalism. Latin American Literary Review vol. 24 no. 47 (1996):
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