Metodologia Orientada a Objetos Mínima
|
|
|
- Vera Lacerda Diegues
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aálise e Projeto Orietados a Objeto Metodologia Orietada a Objetos Míima 1 O domíio de estudo ão é o sistema de iformação em sua totalidade A orgaização ão é levada em cosideração O Sistema de Iformação é reduzido ao sistema de software. O método que é proposto tem 4 etapas e objetiva implemetar as fuções ligadas ao software do Sistema de Iformação. I. Aálise de Requisitos II. Aálise III. Projeto IV. Implemetação Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima Exemplo: Especificação de um Sistema 2 O domíio de estudo está ligado a gestão das atividades de um cogresso e a iscrição de cogressistas. As atividades são registradas em um sistema de software pelo orgaizador do cogresso. Em um cogresso se pode distiguir dois tipos de atividades: as atividades cietíficas e as atividades culturais. Uma atividade tem um ome e um idetificador. Ela se desevolve em uma data precisa. Para cada atividade cultural, um úmero máximo de iscrições possíveis é defiido. As iscrições são tratadas por uma secretária a partir de formulários de iscrição preechidos pelos cogressistas. As iformações míimas sobre um cogressistas são: ome, sobreome, edereço e data de iscrição. Um úmero de iscrição que será utilizado para idetificar o cogressista é gerado automaticamete pelo sistema de software. As atividades cietíficas e evetualmete culturais escolhidas são registradas o sistema também. Um cogressista deve se iscrever em ao meos uma atividade cietífica. A secretária registra o sistema de software os acompahates evetuais de um cogressista utilizado para tato um ome, sobreome, edereço e a lista de atividades culturais as quais ele deseja participar. Um acompahate só pode se iscrever as atividades culturais. O orgaizador do cogresso e a secretária podem recuperar as seguites iformações de um cogressista: ome, sobreome, edereço, úmero e lista de atividades, ome, sobreome, edereço de seus acompahates e lista das suas atividades. O orgaizador do cogresso e a secretária podem também apresetar as iformações gerais de cada atividade e as características das pessoas que estão iscritas essas atividades.
2 Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima I. Aálise de requisitos 1. Diagramas de Caso de Uso (DCU) 3 Partir das fuções esperadas do sistema computacioal para estabelecer um diagrama de casos de uso. Descrever cada caso de uso em liguagem atural. Cadero de Requisitos O domíio de estudo está ligado a gestão das atividades de um cogresso e a iscrição de cogressistas. As atividades são registradas em um sistema de software pelo orgaizador do cogresso. Em um cogresso se pode distiguir dois tipos de atividades: as atividades cietíficas e as atividades culturais. Uma atividade tem um ome e um idetificador. Ele se desevolve em uma data precisa. Para cada atividade cultural, um úmero máximo de iscrições possíveis é defiido.... Nova Atividade cietífica Nova Atividade cultural Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima I. Aálise de Requisitos I. Aálise de Requisitos 4 2. Diagrama de Seqüêcia de Alto Nível (DSAN) A partir da descrição em liguagem atural de cada caso de uso elaborar um ou mais diagramas de seqüêcia. As mesages deste diagrama de seqüêcia ão irão ecessariamete se trasformar em operações das classes do sistema Elas podem simplesmete servir para a descrição do diálogo. 3. Diagramas de Atividade A partir da descrição em liguagem atural de cada caso de uso elaborar um diagrama de atividades que auxilie a compreesão da fucioalidade descrita pelo caso de uso. Diagramas de Seqüêcia de Alto Nível e de Atividades somete devem ser criados se efetivamete auxiliarem a descrição das fucioalidades.
3 Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima I. Aálise de Requisitos 5 Diagrama de Casos de Uso - DCU Nova atividade cietifica Descrição Textual UCAN Nova iscrição A secretária registra as características de um cogressista. O úmero de iscrição é gerado pelo sistema computacioal. A secretária associa ao cogressista suas atividades cietíficas e culturais. Orgaizador Nova atividade cultural Apresetar uma atividade Apresetar um cogressista Nova iscricao Secretaria Diagrama de Seqüêcia de Alto Nível - DSAN secretaria : Secretaria iformacoes cogressista umero de iscricao lista atividades cietificas escolha atividade cietifica solicita lista atividades culturais cogresso criar cogressista atribuir atividade cietifica cogressista lista atividades culturais Novo acompahate escolha atividade cultural atribuir atividade cultural cogressista Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima I. Aálise de Requisitos 6 Diagrama de Casos de Uso - DCU Nova atividade cietifica Descrição Textual UCAN Nova iscrição A secretária registra as características de um cogressista. O úmero de iscrição é gerado pelo sistema computacioal. A secretária associa ao cogressista suas atividades cietíficas e culturais. Orgaizador Nova atividade cultural Apresetar uma atividade Apresetar um cogressista Nova iscricao Secretaria Diagrama de Atividades [Cietífica] Lista Atividades Cietíficas Registro Características Geração Número Iscrição Escolhe tipo Atividade [Fim] [Cultural] Lista Atividades Culturais Novo acompahate Associação Atividades Cietíficas Associação Atividades Culturais
4 Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima II. Aálise 7 4. Diagrama de Classes Parcial (DCP) Costruir um Diagrama de Classes Parcial que capture as abstrações chave do Domíio do Problema. 5. Diagramas de Seqüêcia Detalhados (DSD) Costruir um Diagrama de Classe que apresete a realização de cada caso de uso da Visão de Casos de Uso como um Caso de Uso Realização (Visão Lógica Estereótipo Use Case Realizatio). Para cada Caso de Uso Realização costruir um Diagrama de Seqüêcia Detalhado. Exprimir, este diagrama, os pedidos de serviços etre os objetos como mesages. Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima II. Aálise Descrição Textual UCD Nova iscrição A secretária registra as características de um cogressista. O úmero de iscrição é gerado pelo sistema computacioal. A secretária associa ao cogressista suas ativ. cietíficas e culturais. Diagrama de Seqüêcia Detalhado - DSD 8 Diagrama de Classes Parcial - DCP Act-Cietifica 1.. +theactcietifica : Secretaria Nova iscrição If. cogressista Escolher Ativ. Ciet. Escolher Act. Culturais c : Cogresso cog : ovo formulario Criar # iscrição Criar Aexar Recuperar lista Atividades Cietíficas Aexar Atividades Cietíficas Aexar Recuperar lista Atividades Culturais Aexar Atividades Culturais Aexar Ativ. Ciet. act-cie : Act-Cietifica act-cul : Act-Cultural ome sobreome edereco data-iscricao umero-iscricao Cogresso +the 1 +thecogresso +the +the +theactcultural Act-Cultural 0.. Aexar Aexar Ativ. Culturais
5 Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima III. Projeto 9 6. Elaborar o Diagrama de Classes Completo (DCC) Utilizar os pricípios de abstração e polimorfismo. Utilizar os passos de verificação apresetados o Tutorial 1. Para o Diagrama de Seqüêcia Detalhado costruído a Etapa 4, trasformar as mesages em operações das classes, ou seja, exprimir os pedidos de serviços etre os objetos, e especificar seus parâmetros (sua assiatura) As mesages dos Diagrama de Seqüêcia Detalhados devem se trasformar em operações do Diagrama de Classes Completo. 7. Gerar os esqueletos das classes Refiar as assiaturas das operações. Traduzir as classes de aálise em classes de implemetação a liguagem escolhida para o desevolvimeto. Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima III. Projeto 10 Descrição Textual UCD Nova iscrição A secretária registra as características de um cogressista. O úmero de iscrição é gerado pelo sistema computacioal. A secretária associa ao cogressista suas ativ. cietíficas e culturais. : Secretaria ova iscricao c : Cogresso cog : criar formulario iformacoes ova cogressista iscricao (, p, a, d) um:= gerar-um-icricao *: escolha-omeact-cietifica *: escolha-omeact-cultural cog := criar(, p, a, d, um) atachar-cog(cog,um) {om-aci} := omes-act-cietificas ativ-ciet(om-aci,um) add-cogressista(cog) {om-acu} := omes-act-culturais ativ-cult(om-acu, um) add-cogressista(cog) Diagrama de Seqüêcia Detalhado - DSD add-ativ-cie(act-cie) act-cie : ActCietifica add-ativ-cul(act-cul) atachar-cog(cog) act-cul : ActCultural Diagrama de Classes Parcial - DCP ome sobreome edereco data-iscricao umero-iscricao Cogresso ovaicricao() geranumiscricao() atacharcogresso() setativcietifica() setativcultural() 1.. ActCietifica add() atachar() +the +theactcietifica addativcultural() +the addativcietifica() atacharativciet() atacharativcult() 0.. +theactcultural +the ActCultural 1 +thecogresso + ovaiscricao() add() atachar()
6 Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima III. Projeto 11 Diagrama de Classes Completo - DCC ome : Strig codigo : Strig data : Date Atividade ActCietifica addparticipate(cog : ) : void ativcietifica( : Strig, d : Date, cod : Strig) : void seusparticipates() : {} atividade( : Strig, d : Date) : void addparticipate(pessoa : Pessoa) : void suasifos() : (ome,codigo,data) ifosseusparticip() : (ome,umero,atividade) atacharparticipate(pessoa : Pessoa) : void seusparticipates() : Pessoa umpossivel ActCultural addparticipate(pessoa : Pessoa) : void ativcultural(ome : Strig, data : Date, codigo : Strig, bpossivel : it) : void Refiameto das assiaturas dos métodos. Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima III. Projeto 12 Geração dos esqueletos das classes import java.sql.date; Ac-Cietifica Atividade ome : Strig codigo : Strig data : Date addparticipate(cog : ) : ativcietifica( : Strig, d : Date, cod seusparticipates() : {} atividade( : Strig, d : Date) : addparticipate(pessoa : Pessoa) suasifos() : (ome,codigo,data) ifosseusparticip() : (ome, atacharparticipate(pessoa seusparticipates() : Pessoa umpossivel ActCultural addparticipate(pessoa : Pessoa) : void ativcultural(ome : Strig, data : Date, codigo : public class Atividade { protected Strig ome; protected Strig codigo; protected Date data; public Atividade() {} public void atividade(strig, Strig l, Date d) {} public void addparticipate(pessoa pessoa) {} public void suasifos(strig, Strig l, Date d) {} public void ifosseusparticip(strig, Strig p, Strig a, Iteger um) {} private void atacharparticipate(pessoa pessoa) {} private void seusparticipats(pessoa pa) {} }... Tradução classes de aálise - classes de implemetação
7 Aálise e Projeto Orietados a Objeto MOO Míima IV. Implemetação Fializar o desevolvimeto das operações Deve-se fializar, levado em cosideração a liguagem escolhida, a tradução das classes e a implemetação das operações. ActCietifica addparticipate(cog : ) ativcietifica( : Strig, l : Strig, d : Date) seusparticipats(cog : ) public class ActCietifica exteds Atividade { public ActCietifica () {} public void addparticipate( cog) {} public ativcietifica(strig, Strig l, Date d) {} public void seusparticipats( cog) {} }... public void addparticipate ( cog) { // Código da operação }...
ORIENTAÇÃO A OBJETOS
ORIENTAÇÃO A OBJETOS Mário Meireles Teixeira [email protected] O que é Orietação a Objetos Paradigma modero da egeharia de software Iflui a aálise, projeto (desig) e programação A aálise orietada a objetos
Casos de Uso e Diagrama de Casos de Uso
Casos de Uso e Diagrama de Casos de Uso SSC 124: Aálise e Projeto Orietados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1 Defiição Caso de uso (use case) uidade fucioal provida pelo sistema, subsistema,
Modelo Conceitual. Disciplina: Banco de Dados. Edmilson Campos, Prof. MsC.
Disciplia: Baco de Dados AULA 02 Abordagem Modelo Coceitual Adaptado dos slides do Livro Projeto de Baco de Dados, v. 4 de Carlos A. Heuser Edmilso Campos, Prof. MsC. http://edmilsocampos.et [email protected]
Fundamentos de Bancos de Dados Prova 3
Fudametos de Bacos de Dados Prova 3 Prof. Carlos A. Heuser Julho de 2005 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER - Peso 3) Deseja-se costruir uma base de dados para armazear
Teste de Software. Engenharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2016
Teste de Software Egeharia de Software Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1º semestre de 2016 Aspectos teóricos e empíricos de teste de cobertura de software Notas Didáticas do ICMC/USP (o. 31) Tópicos da
Banco de Dados I Parte II: Abordagem Entidade-Relacionamento
Baco de Dados I Parte II: Abordagem Etidade-Relacioameto Prof. Gregorio Perez ( [email protected] ) Colaboração: profa. Aa Leda prof. Adré Satos prof. José Ferreira Prata Roteiro Itrodução Etidade Relacioameto
Séquências e Séries Infinitas de Termos Constantes
Capítulo Séquêcias e Séries Ifiitas de Termos Costates.. Itrodução Neste capítulo estamos iteressados em aalisar as séries ifiitas de termos costates. Etretato, para eteder as séries ifiitas devemos ates
Diagramas de Sequência do Sistema. SSC 124: Análise e Projeto Orientados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa
Diagramas de Sequêcia do Sistema SSC 124: Aálise e Projeto Orietados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1 O que já foi visto até agora Casos de Uso Completo Abstrato Diagrama de Casos de Uso Emprestar
Redação do Trabalho de Conclusão
Redação do Trabalho de Coclusão Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departameto de Iformática Uiversidade Federal do Espírito Sato Ageda Estrutura de Trabalho Acadêmico Elemetos pré e pós-textuais
TESTE DE AVALIAÇÃO GLOBAL - MATEMÁTICA A 11.º ANO DURAÇÃO DO TESTE: 90 MINUTOS GRUPO I
TESTE DE AVALIAÇÃO GLOBAL - MATEMÁTICA A 11º ANO DURAÇÃO DO TESTE: 90 MINUTOS GRUPO I Os cico ites deste grupo são de escolha múltipla Em cada um deles, são idicadas quatro opções, das quais só uma está
Nome do aluno: N.º: Para responder aos itens de escolha múltipla, não apresente cálculos nem justificações e escreva, na folha de respostas:
Teste de Matemática A 2017 / 2018 Teste N.º 1 Matemática A Duração do Teste (Cadero 1+ Cadero 2): 90 miutos 12.º Ao de Escolaridade Nome do aluo: N.º: Turma: Este teste é costituído por dois caderos: Cadero
( ) 4. Novo Espaço Matemática A 12.º ano Proposta de Teste de Avaliação [maio 2015] GRUPO I. f x
Novo Espaço Matemática A º ao Proposta de Teste de Avaliação [maio 05] Nome: Ao / Turma: Nº: Data: - - GRUPO I Os sete ites deste grupo são de escolha múltipla Em cada um deles, são idicadas quatro opções,
DFS Série Discreta de Fourier DFT Transformada Discreta de Fourier Convolução Circular
Sistemas de Processameto Digital Egeharia de Sistemas e Iformática Ficha 4 5/6 4º Ao/ º Semestre DFS Série Discreta de Fourier DFT Trasformada Discreta de Fourier Covolução Circular Para calcular a DFT,
Induzindo a um bom entendimento do Princípio da Indução Finita
Iduzido a um bom etedimeto do Pricípio da Idução Fiita Jamil Ferreira (Apresetado a VI Ecotro Capixaba de Educação Matemática e utilizado como otas de aula para disciplias itrodutórias do curso de matemática)
6. Modelagem Matemática para Solução por Método Exato
69 6. Modelagem Matemática para Solução por Método Exato Os primeiros modelos a tratarem do Problema de Programação da Produção datam das décadas de 50 e 60. Destes modelos, destacam-se os modelos propostos
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Pato Branco ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO. Prova Parcial 1 Matemática Discreta para Computação 2011
Campus Pato Braco Prova Parcial Matemática Discreta para Computação 20 Aluo(a): Data: 08/04/20. (,5p) Explicar o Paradoxo de Cator. Use como base o seguite: Teorema de Cator: Para qualquer cojuto A, a
Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos
Aálise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Prof Dr José Augusto Baraauskas DFM-FFCLRP-USP A Aálise de Algoritmos é um campo da Ciêcia da Computação que tem como objetivo o etedimeto da complexidade dos
MATEMÁTICA II. 01. Uma função f, de R em R, tal. , então podemos afirmar que a, b e c são números reais, tais. que. D) c =
MATEMÁTCA 0. Uma fução f, de R em R, tal que f(x 5) f(x), f( x) f(x),f( ). Seja 9 a f( ), b f( ) e c f() f( 7), etão podemos afirmar que a, b e c são úmeros reais, tais que A) a b c B) b a c C) c a b ab
C O objetivo É: Representar a semântica da informação, independente de considerações de eficiência.
Projeto de Baco de Dados Etapa 1 Modelagem Coceitual [email protected] Désiré NGuessa 1 Modelagem Coceitual C O objetivo É: Represetar a semâtica da iformação, idepedete de cosiderações de eficiêcia.
Sobre a unicidade de taxas internas de retorno positivas *
Sobre a uicidade de taxas iteras de retoro positivas * Clóvis de Faro ** 1. Itrodução; 2. A fução valor futuro; 3. Codição de suficiêcia baseada em uma propriedade da fução k(i); 4. Cofroto com as codições
DURAÇÃO 1:30. (o teste consta de 3 páginas com questões, um formulário e uma tabela - 5 folhas no total)
DURAÇÃO 1:30 (o teste costa de 3 págias com questões, um formulário e uma tabela - 5 folhas o total) Leia atetamete o euciado ates de respoder a cada questão. as questões de escolha múltipla seleccioe
Duração: 90 minutos 5º Teste, Junho Nome Nº T:
Escola Secudária Dr. Âgelo Augusto da Silva Teste de MATEMÁTICA A 11º Ao Duração: 90 miutos 5º Teste, Juho 006 Nome Nº T: Classificação O Prof. (Luís Abreu) 1ª PARTE Para cada uma das seguites questões
3. Seja C o conjunto dos números complexos. Defina a soma em C por
Eercícios Espaços vetoriais. Cosidere os vetores = (8 ) e = ( -) em. (a) Ecotre o comprimeto de cada vetor. (b) Seja = +. Determie o comprimeto de. Qual a relação etre seu comprimeto e a soma dos comprimetos
FICHA DE TRABALHO 11º ANO. Sucessões
. Observe a sequêcia das seguites figuras: FICHA DE TRABALHO º ANO Sucessões Vão-se costruido, sucessivamete, triâgulos equiláteros os vértices dos triâgulos equiláteros já existetes, prologado-se os seus
Centro de Ciências Tecnológicas - CCT - Joinville Departamento de Matemática Lista 5 de Cálculo Diferencial e Integral II Sequências e Séries
Cetro de Ciêcias Tecológicas - CCT - Joiville Departameto de Matemática Lista 5 de Cálculo Diferecial e Itegral II Sequêcias e Séries. Determie os quatro primeiros termos de cada uma das sequêcias dadas
Variáveis Aleatórias e Distribuições de Probabilidade
PROBABILIDADES Variáveis Aleatórias e Distribuições de Probabilidade BERTOLO Fução de Probabilidades Vamos cosiderar um experimeto E que cosiste o laçameto de um dado hoesto. Seja a variável aleatória
A B C A e B A e C B e C A, B e C
2 O ANO EM Matemática I RAPHAEL LIMA Lista 6. Durate o desfile de Caraval das escolas de samba do Rio de Jaeiro em 207, uma empresa especializada em pesquisa de opiião etrevistou 40 foliões sobre qual
Quantas pétalas tem a rosácea r = sin(nθ)?
http://dx.doi.org/10.4322/gepem.2015.009 Quatas pétalas tem a rosácea r = si(θ)? Nota de Aula 1 Elisadra Bar de Figueiredo Professora, Uiversidade do Estado de Sata Cataria- UDESC [email protected]
11 Aplicações da Integral
Aplicações da Itegral Ao itroduzirmos a Itegral Defiida vimos que ela pode ser usada para calcular áreas sob curvas. Veremos este capítulo que existem outras aplicações. Essas aplicações estedem-se aos
Matemática. B) Determine a equação da reta que contém a diagonal BD. C) Encontre as coordenadas do ponto de interseção das diagonais AC e BD.
Matemática 0. Um losago do plao cartesiao oxy tem vértices A(0,0), B(,0), C(,) e D(,). A) Determie a equação da reta que cotém a diagoal AC. B) Determie a equação da reta que cotém a diagoal BD. C) Ecotre
ATIVIDADES INVESTIGATIVAS PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DOS CONCEITOS E PROPRIEDADES DE SUCESSÕES NUMÉRICAS
Mestrado Profissioalizate em Esio de Física e de Matemática ATIVIDADES INVESTIGATIVAS PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DOS CONCEITOS E PROPRIEDADES DE SUCESSÕES NUMÉRICAS Alua: Lucilee Oeig Saraiva Orietadora:
Nome do aluno: N.º: Na resposta aos itens de resposta aberta, apresente todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias.
Teste de Matemática A 2018 / 2019 Teste N.º 5 Matemática A Duração do Teste (Cadero 1 + Cadero 2): 90 miutos 12.º Ao de Escolaridade Nome do aluo: N.º: Turma: Este teste é costituído por dois caderos:
07/11/2015. Conhecendo o SPSS. Conhecendo o SPSS. Desvendando a Estatística e o uso do SPSS. Como obter? Informação
Desvedado a Estatística e o uso do SPSS Aplicado as tecologias II Desmistificado a estatística através do SPSS Iformação Como obter? Profª Rosebel Tridade Cuha Prates Coordeadora Profº Frakli Agelo Kruskoski
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO
5. ANÁLISE DE SISTEMAS DA CONFIABILIADE DE SISTEMAS SÉRIE-PARALELO 5.1 INTRODUÇÃO Um sistema é defiido como todo o cojuto de compoetes itercoectados, previamete determiados, de forma a realizar um cojuto
Estudando complexidade de algoritmos
Estudado complexidade de algoritmos Dailo de Oliveira Domigos wwwdadomicombr Notas de aula de Estrutura de Dados e Aálise de Algoritmos (Professor Adré Bala, mestrado UFABC) Durate os estudos de complexidade
Definição 1: Sequência é uma lista infinita de números reais ordenados.
Cálculo I Egeharia Mecâica. Sequêcias Defiição : Sequêcia é uma lista ifiita de úmeros reais ordeados. 2º termo º termo Nome (x ) = (x, x 2, x,..., x,...) º termo º termo N R x Observação: Podemos pesar
Sequências, PA e PG material teórico
Sequêcias, PA e PG material teórico 1 SEQUÊNCIA ou SUCESSÃO: é todo cojuto ode cosideramos os seus elemetos colocados, ou dispostos, uma certa ordem. Cosiderado a sequêcia (; 3; 5; 7;...), dizemos que:
Generalidades acerca de sucessões
UNIDADE 8 Geeralidades acerca de sucessões TAREFAS E AVALIAR CONHECIMENTOS 8. Sucessões uméricas Tarefa Um grupo de amigos vai jatar a um restaurate ode as mesas existetes, dispostas idividualmete, permitem
MATEMÁTICA A PREPARAR O EXAME. 12.º ano Ensino Secundário Ana Martins Helena Salomé Liliana dos Prazeres Silva José Carlos da Silva Pereira
MATEMÁTICA A PREPARAR O EXAME 12.º ao Esio Secudário Aa Martis Helea Salomé Liliaa dos Prazeres Silva José Carlos da Silva Pereira 4 ÍNDICE CAPÍTULO I CONTEÚDOS DE 10.º E 11.º ANOS LÓGICA E TEORIA DOS
FUNÇÕES CONTÍNUAS Onofre Campos
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA NÍVEL III SEMANA OLÍMPICA Salvador, 19 a 26 de jaeiro de 2001 1. INTRODUÇÃO FUNÇÕES CONTÍNUAS Oofre Campos [email protected] Vamos estudar aqui uma ova classe de
Novo Espaço Matemática A 12.º ano Proposta de Teste [março ]
Proposta de Teste [março - 08] Nome: Ao / Turma: N.º: Data: / / Não é permitido o uso de corretor. Deves riscar aquilo que pretedes que ão seja classificado. A prova iclui um formulário. As cotações dos
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB CENTRO DE ENERGIAS ALTERNATIVAS E RENOVÁVEIS - CEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENERGIAS RENOVÁVEIS - PPGER
Resolução 0/204 do PPGER Estabelece ormas para credeciameto, recredeciameto e descredeciameto de docetes do Programa de Pós-Graduação em Eergias Reováveis, sob a resposabilidade do Cetro de Eergias Alterativas
Armazéns de Dados ETL. Gabriel David. ARMD, Gabriel David
Armazés de Dados Gabriel David [email protected] 1 CONSTRUÇÃO DE UM ARMAZÉM DE DADOS 2 Ferrameta de desevolvimeto Apoiar as diversas fases de desevolvimeto de um armazém de dados Tem repositório próprio Regista
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I MEC & LEGM 1 o SEM. 2009/10 7 a FICHA DE EXERCÍCIOS
Istituto Superior Técico Departameto de Matemática Secção de Álgebra e Aálise CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I MEC & LEGM 1 o SEM. 009/10 7 a FICHA DE EXERCÍCIOS I. Poliómio e Teorema de Taylor. 1) Determie
COMUNICADO SIM Nº 019/00. Ref.: Trata da implantação do Módulo de Títulos Públicos no SIM.
COMUNICADO SIM Nº 019/00 Aos Participates do Sistema Itegrado de Mercados SIM Ref.: Trata da implatação do Módulo de Títulos Públicos o SIM. A Cetral de Custódia e de Liquidação Fiaceira de Títulos CETIP
1.1. Ordem e Precedência dos Cálculos 1) = Capítulo 1
Capítulo. Aritmética e Expressões Algébricas O estudo de cálculo exige muito mais que o cohecimeto de limite, derivada e itegral. Para que o apredizado seja satisfatório o domíio de tópicos de aritmética
Identifique todas as folhas Folhas não identificadas NÃO SERÃO COTADAS. Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa EXAME DE CÁLCULO I
Idetifique todas as folhas Folhas ão idetificadas NÃO SERÃO COTADAS Faculdade de Ecoomia Uiversidade Nova de Lisboa EXAME DE CÁLCULO I Ao Lectivo 009-0 - º Semestre Eame Fial de ª Época em 0 de Jaeiro
Número-índice: Conceito, amostragem e construção de estimadores
Número-ídice: Coceito, amostragem e costrução de estimadores Objetivo Geral da aula Defiir o que são os úmeros-ídices, efatizado a sua importâcia para aálise ecoômica. Cosidere os dados apresetados a Tabela
EXPLORANDO OS NÚMEROS FIGURADOS POR MEIO DE ATIVIDADES INVESTIGATIVAS
EXPLORANDO OS NÚMEROS FIGURADOS POR MEIO DE ATIVIDADES INVESTIGATIVAS Vailde Bisogi - Uifra 1 Maria do Carmo Barbosa Trevisa - Uifra Resumo Esse trabalho tem por objetivo descrever os resultados de uma
COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO CENTRO TÉCNICO AEROESPACIAL INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS
COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO CENTRO TÉCNICO AEROESPACIAL INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS Divisão de Eergia Nuclear UM MINICURSO DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO FORTRAN PARA
Herança e passagem de parâmetro AULA 09
Itrodução a Programação IF669 http://www.ci.ufpe.br/~if669 Heraça e passagem de parâmetro AULA 09 Ricardo Massa F. Lima [email protected] Sérgio C. B. Soares [email protected] Itrodução Imagie que temos uma
SUCESSÕES E SÉRIES. Definição: Chama-se sucessão de números reais a qualquer f. r. v. r., cujo domínio é o conjunto dos números naturais IN, isto é,
SUCESSÕES E SÉRIES Defiição: Chama-se sucessão de úmeros reais a qualquer f. r. v. r., cujo domíio é o cojuto dos úmeros aturais IN, isto é, u : IN IR u( ) = u Defiição: i) ( u ) IN é crescete IN, u u
