MINERAÇÃO DE DADOS EM REDES COMPLEXAS
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- Therezinha Álvares Alves
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1 MINERAÇÃO DE DADOS EM REDES COMPLEXAS Prof. Ronaldo R. Goldschmidt Instituto Militar de Engenharia Seção de Engenharia de Computação (SE/8) / [email protected]
2 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
3 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
4 POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO Coleta de dados em vários formatos, por meio de diversos recursos/aplicações em várias áreas: Internet, dispositivos móveis, sensores, sistemas de automação, sistemas de informação,... Redes sociais, AVAs, redes de telecomunicações, operações com cartões de crédito,... Governo, (Bio)Ciências, Finanças, Seguros, Segurança,... IoT (Internet of Things Internet das Coisas) Quanta informação é criada a cada ano?
5 POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO Segundo a revista Science (2011): o mundo foi capaz de armazenar 295 exabytes de informação no ano de exabyte = 1012 megabytes Cerca de 800 megabytes para cada ser humano. Equivalente ao conteúdo textual de mais de 300 livros. Atualmente a NASA possui dados na ordem de bilhões de gigabytes. Estima-se que em 2020, a humanidade disporá de 44 zettabytes de dados. 1 zettabyte = 44 trilhões de gigabytes (44 x 2 70 bytes) Taxa de crescimento de dados mundial em torno de 40% ao ano na próxima década. Fontes:
6 POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO Nossa situação atual é a de sobrecarga de informação...
7 POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO Grandes Desafios da Pesquisa em Computação no Brasil (SBC, 2014) Gestão da Informação em Grandes Volumes de Dados Multimída Distribuídos Ciência de Dados Astronomia Biologia Defesa Educação Energia Engenharia Esporte Física Saúde Etc... Computação: Gerência de Dados Análise de Dados Temas Relacionados: Workflows Científicos Procedência de Dados Web Semântica Mineração de Dados Etc...
8 POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO Tema de Interesse: Análise de Redes Complexas Grande número de elementos fortemente interconectados Compreensão da dinâmica evolutiva dessas redes Mineração de Grafos Heterogeneidade de elementos e de ligações
9 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
10 CONCEITOS BÁSICOS ANÁLISE DE DADOS Hierarquia Dado - Informação - Conhecimento: SE Capacidade de Endividamento Mensal > 0.6 ENTÃO Crédito = Sim CONHECIMENTO Capacidade de Endividamento Mensal = 1 Despesa Mensal / Renda Mensal INFORMAÇÃO Renda Mensal, Despesa Mensal 2.345,20; 463,00; ,21; 294,12 DADO
11 CONCEITOS BÁSICOS ANÁLISE DE DADOS Descoberta de Conhecimento / Análise de Dados KDD: Knowledge Discovery in Databases Interação Especialista de Domínio Especialista em KDD Etapas Operacionais do Processo de KDD Dados Pré-Processamento Mineração de Dados Pós-Processamento Seleção de Dados Limpeza Codificação Criação de Atributos Enriquecimento etc... Iteração Busca por Modelos (de Conhecimento) Modelo de Conhecimento Simplificação de Modelos Conversão de Modelos Visualização de Modelos etc...
12 CONCEITOS BÁSICOS ANÁLISE DE DADOS Exemplo de aplicação na área de concessão de crédito: Conjunto de dados (Fatos)
13 CONCEITOS BÁSICOS ANÁLISE DE DADOS Exemplo de aplicação na área de concessão de crédito: Padrão: Se renda > R$ t Então Crédito = SIM (Cto)
14 CONCEITOS BÁSICOS ANÁLISE DE DADOS Multidisciplinaridade ESTATÍSTICA RECONHECIMENTO DE PADRÕES DATA WAREHOUSING KDD VISUALIZAÇÃO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL BANCO DE DADOS APRENDIZADO DE MÁQUINA
15 CONCEITOS BÁSICOS TEORIA DE GRAFOS Grafo Definição G(V, E): Estrutura matemática V: conjunto de nós ou vértices E: conjunto de arestas, que conectam os nós C A B D Exemplos sobre conceitos importantes: Vizinhos de C: {B, D} Caminhos entre A e D: A B D A B C D Comprimento de caminho: 2 e 3 Distância entre A e D: 2
16 CONCEITOS BÁSICOS TEORIA DE GRAFOS Grafo Dirigido Definição G(V, E): Considera a direção dos relacionamentos V: conjunto de nós ou vértices E: conjunto de arestas, que conectam os nós A B Exemplo de aplicação: Twitter C D
17 CONCEITOS BÁSICOS TEORIA DE GRAFOS Grafos Representação Computacional Matriz de adjacência M nxn onde: M i,j = 1 se existe uma aresta entre os nós i e j M i,j = 0 se não existe uma aresta entre os nós i e j 3 C 1 2 A B 4 D M i,j
18 CONCEITOS BÁSICOS TEORIA DE GRAFOS Grafos Representação Computacional Lista de adjacência: representação de vértices e seus vértices adjacentes C A B D A B B A C D C B D D B C
19 CONCEITOS BÁSICOS TEORIA DE GRAFOS Grafos Exemplos de Métricas Topológicas Número de vizinhos comuns cn(i,j) cn(1,2) = 1 cn(1,3) = 2 cn(1,4) = 1 cn(2,3) = 1 cn(2,4) = 2 cn(4,5) = 1 cn(4,8) = 2 cn(7,9) = 0
20 CONCEITOS BÁSICOS TEORIA DE GRAFOS Grafos Exemplos de Métricas Topológicas JC(1,2) = 1/5 JC(1,3) = 1/5 JC(1,4) = 2/3 JC(1,5) = 0 JC(2,3) = 2/4 JC(2,4) = 1/4 JC(2,5) = 1/3 JC(3,4) = 1/4 JC(3,5) = 1/3 JC(4,5) = 0 4
21 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
22 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS CLASSIFICAÇÃO EXEMPLO DE APLICAÇÃO
23 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS CLASSIFICAÇÃO PROBLEMA X 1 ƒ (?) X 2 Y 1 X 3... Y 2... Y k X n Conj. de Dados Conj. de Classes
24 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS CLASSIFICAÇÃO OBJETIVO ^ ƒ ƒ X i Y j
25 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS CLASSIFICAÇÃO EXEMPLO DE HIPÓTESE (MODELO) ^ ƒ ƒ
26 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS CLUSTERIZAÇÃO (AGRUPAMENTO) CONCEITO Separação dos registros em n clusters Maximizar/Minimizar similaridade intra/inter cluster X X X X X X X X X X X X X X
27 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS DESCOBERTA DE REGRAS DE ASSOCIAÇÃO CONCEITO Regra de Associação: X Y, X e Y conjuntos de itens tal que: X Y = Regra frequente: sup(ri)= X e Y / D >= MinSup Regra válida: conf(ri)= X e Y / X >= MinConf Exemplos de Regras de Associação: Café Pão Café Pão Leite Trans Leite Café Cerveja Pão Manteiga Arroz Feijão 1 Não Sim Não Sim Sim Não Não 2 Sim Não Sim Sim Sim Não Não 3 Não Sim Não Sim Sim Não Não 4 Sim Sim Não Sim Sim Não Não 5 Não Não Sim Não Não Não Não 6 Não Não Não Não Sim Não Não 7 Não Não Não Sim Não Não Não 8 Não Não Não Não Não Não Sim 9 Não Não Não Não Não Sim Sim 10 Não Não Não Não Não Sim Não
28 TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS EXEMPLOS DE FERRAMENTAS/RECURSOS SAS Enterprise Miner SPSS PolyAnalist Intelligent Miner Rapid Miner Weka Tanagra Scikit-Learn WizSoft (WizRule)
29 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
30 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES CONCEITO Construir modelos que prevejam a possibilidade de surgir uma associação entre dois vértices não interligados (Wang, 2015). Exemplo de aplicação em redes sociais: Futura amizade? pessoa amizade Instante t Instante t + 1 nova amizade
31 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES ABORDAGENS Não Supervisionada (Ordenação por Similaridade) Supervisionada ( Aprendizado de Máquina)
32 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES NÃO SUPERVISIONADA Pares não conectados Nó1 Nó2 cn(i,j) NOVOS ORDENAÇÃO Top 2 Nó1 Nó2 cn(i,j)
33 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES SUPERVISIONADA Transformação do problema original em um problema de classificação binária Nó1 Nó2 Ligação 1 2 sim 1 3 sim 1 4 não 1 5 sim 2 3 sim 2 4 sim 2 5 não 3 4 sim 3 5 não 4 5 não
34 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES SUPERVISIONADA Enriquecimento do conjunto de dados com informações extraídas da rede Nó1 Nó2 cn(i,j) JC(i,j) Ligação /3 sim /3 sim /3 não sim /3 sim /2 sim /3 não /2 sim /3 não não
35 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES SUPERVISIONADA Aplicação de um algoritmo de classificação para aprender o modelo e identificar ligações futuras Lig(1, 4, cn(1,4), JC(1,4)) = sim 3 Lig(2, 5, cn(2,5), JC(2,5)) = não 4
36 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES CONCEITO Identificar grupos de vértices que maximizem o número de arestas dentro do grupo e minimizem o número de arestas entre grupos distintos (Tang e Liu, 2010). Exemplos de aplicação:
37 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES TIPOS DE COMUNIDADE Disjuntas Sobrepostas
38 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES EXEMPLOS DE ABORDAGENS Centrada em Vértice Centrada em Grupo Centrada em Rede Centrada em Hierarquia
39 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES EXEMPLOS DE ABORDAGENS Centrada em Vértice Nós de cada grupo com propriedades semelhantes Exemplo: Formação de cliques Alto custo computacional Exemplo: 4-clique e 3-clique
40 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES EXEMPLOS DE ABORDAGENS 1-denso 0,83-denso
41 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES EXEMPLOS DE ABORDAGENS Exemplo: 5-quasi-clique e 4-quasi-clique sobrepostas
42 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES EXEMPLOS DE ABORDAGENS Centrada em Rede Considera a topologia de toda a rede, visando seu particionamento Exemplo: redução de dimensionalidade, preservando a proximidade entre vértices baseada na conectividade da rede
43 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS DETECÇÃO DE COMUNIDADES EXEMPLOS DE ABORDAGENS Centrada em Hierarquia Cria grupos a partir da estrutura hierárquica dos nós Exemplo: divide o grafo ao remover arestas com maior grau de intermediação (número de caminhos mais curtos que passam pela aresta) {1,2,3,4,5, 6,7,8,9} remover e(4,5), e(4,6) {1,2, {5,6,7, 3,4,} 8,9} {5,6, 7,8} remover e(7,9) {9} M i,j
44 TAREFAS DE MINERAÇÃO REDES COMPLEXAS EXEMPLOS DE FERRAMENTAS/RECURSOS Neo4j NetworkX Gephi Scikit-Learn
45 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
46 EXEMPLOS DE PROJETOS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES SELEÇÃO DE VARIÁVEIS PREDLIG (Pecli et al., 2015) Abordagem Supervisionada
47 EXEMPLOS DE PROJETOS PREDIÇÃO DE LIGAÇÕES DADOS TEMPORAIS E CONTEXTUAIS PREDLIG (Muniz, 2016) Abordagem Não Supervisionada
48 EXEMPLOS DE PROJETOS DETECÇÃO DE COMUNIDADES DADOS CONTEXTUAIS DETCOM (Dias, 2016) Clusterização + Detecção de Comunidades
49 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% -10% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% -10% 21% 33% Até 3 salários mínimos 21% 22% 24% 21% 33% Até 3 salários mínimos 22% 24% 21% 47% 45% 49% 57%56% De 4 a 8 salários mínimos 47% 45% 49% 57%56% De 4 a 8 salários mínimos 23% 24% 17% 14% 13% De 9 a 15 salários mínimos 23% 24% 17% 14% 13% De 9 a 15 salários mínimos 6% 6%4%5%5% 1% 0%0% 1%0% De 16 a 25 salários mínimos De 26 a 30 salários mínimos 6% 6%4%5%5% 1% 0%0% 1%0% De 16 a 25 salários mínimos De 26 a 30 salários mínimos EXEMPLOS DE PROJETOS EDUCAÇÃO: USO DE TECNOLOGIA Coleta de Dados ETC... Discente em Perspectiva Ampliada Transferência de Dados BD Central Central de Análise de Dados Mineração e Visualização de Dados Gestores Docentes Discentes Projeto MEMORE: Um Computador por Aluno (Goldschmidt et al., 2015)
50 EXEMPLOS DE PROJETOS EDUCAÇÃO: USO DE TECNOLOGIA Exemplos de Regras de Associação Identificadas nas Escolas Piloto de Piraí/RJ Anos: 2013 a 2015 (R 1 ) Atuou em grupo, não utilizou para lazer e desenvolveu atividades escolares ==> Concluiu todas as atividades desenvolvidas Sup. Conf (R 2 ) Atuou em casa ==> Desenvolveu atividades escolares (R 3 ) Atuou em casa ==> Desenvolveu atividade de lazer (R 4 ) Atuou em grupo ==> Desenvolveu atividades escolares (R 5 ) Desenvolveu atividade de Ciências ==> Conseguiu concluir atividade (R 6 ) Desenvolveu atividade de Língua Portuguesa ==> Conseguiu concluir atividade Projeto MEMORE: Um Computador por Aluno (Goldschmidt et al., 2015)
51 ROTEIRO 1. POSICIONAMENTO E MOTIVAÇÃO 2. CONCEITOS BÁSICOS 3. TAREFAS DE MINERAÇÃO CLÁSSICAS 4. TAREFAS DE MINERAÇÃO EM REDES COMPLEXAS 5. EXEMPLOS DE PROJETOS 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
52 CONSIDERAÇÕES FINAIS Recaptulando Redes Complexas Comportamento, propriedades e evolução Análise de dados em Redes Complexas Uso de técnicas de Data Mining Exemplos de tarefas de Data Mining em Redes Complexas Predição de Links e Detecção de Comunidades Pesquisas na área Crescente e diversificado interesse Objetivos da apresentação Expor conceitos básicos e comentar sobre algumas dessas pesquisas
53 CONSIDERAÇÕES FINAIS Atividades em Ciência de Dados - uma Taxonomia Atividades em Ciência de Dados Desenvolvimento Científico Desenvolvimento Tecnológico Aplicação de Tecnologias
54 CONSIDERAÇÕES FINAIS Exemplos de Temas de Pesquisa (Análise de Redes Complexas) Aspectos Temporais e Contextuais na Evolução das Redes Propagação da Informação vs. Reputação e Confiança Mineração de Textos Opinion Mining / Sentiment Analysis Combinação de Tarefas Detecção de Comunidades + Predição de Links Redes Heterogêneas Redes Multimodais e/ou Multidimensionais Aplicações em IoT Interações entre as coisas Infraestrutura e Semântica Aplicações em Segurança da Informação Detecção de Botnets e de Social Bots
55 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Faceli, K., Lorena, A. C., Gama, J., Carvalho, A. C. P. (2011) Inteligência Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Rio de Janeiro: LTC. Tan, P., Steinbach, M., Kumar, V. (2009) Introdução ao Data Mining Mineração de Dados. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna. Witten, I., Frank, E. (2005) Data Mining: Practical Machine Learning Tools and Techniques. San Francisco: Morgan Kaufmann. Goldschmidt, R., Bezerra, E., Passos, E. (2015) Data Mining: Conceitos, Técnicas, Ferramentas, Orientações e Aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier.
56 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Goldschmidt, R. R.; Fernandes, I. (Org.) ; Norris, M. (Org.). MEMORE: Um Ambiente Computacional para Coleta e Mineração de Dados sobre o Uso de Computadores na Educação. 1. ed. Rio de Janeiro: FAETEC, v p. Pecli, A. et al. Dimensionality Reduction for Supervised Learning in Link Prediction Problems. In: 17th International Conference on Enterprise Information Systems, 2015, Barcelona. Proceedings of the 17th International Conference on Enterprise Information Systems. v. 1. p Dias, M. V. Uma abordagem para Detecção de Comunidades em Redes Complexas Baseada em Informações de Domínio Dissertação (Mestrado em Engenharia de Defesa) IME.
57 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA Muniz, C. P. Investigando a Utilização de Atributos Temporais no Problema de Predição de Links Dissertação (Mestrado em Sistemas e Computação) IME. Wang, P., Xu, B., Wu, Y., & Zhou, X. (2015). Link prediction in social networks: the state-of-the-art. Science China Information Sciences, 58, Tang, L.; Liu, H. (2010) Community detection and mining in social media. Synthesis Lectures on Data Mining and Knowledge Discovery. v. 2, n. 1, p
58 FIM!
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