TINEA CAPITIS: REVISÃO DE LITERATURA
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- Martim Gomes Madeira
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1 Vol.20,n.1,pp (Set Nov 2017) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research BJSCR TINEA CAPITIS: REVISÃO DE LITERATURA TINEA CAPITIS: LITERATURE REVIEW DAGMAR MERCADO SOARES 1*, RICARDO DA COSTA ROCHA 1, NATANIEL FRANCISCO DA SILVA 2, NATALY GABRIELLY MERCADO COSTA 3, EDELTRUDES DE OLIVEIRA LIMA 4 1. Curso de Pós-Graduação Latu Sensu, especialização em Microbiologia Clínica no Controle de Infecções Hospitalares da Faculdade Meta- FAMETA*; 2. Mestrando em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental da Universidade Federal do Acre-UFAC; 3. Acadêmica do 10º período do curso de graduação em Fisioterapia FAMETA; 4. Doutora do Departamento de Ciências Farmacêuticas, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Brasil. * Faculdade Meta (FAMETA) Estr. Alberto Tôrres, 947, Bairro da Paz, Rio Branco, Acre, Brasil. CEP: [email protected] Recebido em 24/07/2017. Aceito para publicação em 12/08/2017 RESUMO A tinea capitis é uma infecção do cabelo e couro cabeludo, causada por um grupo de fungos chamados dermatófitos que têm afinidade por estruturas que apresentam queratina, como cabelos, pele e unhas, que pertencem aos gêneros Microsporum e Trichophyton. É a dermatofitose mais comum em crianças com idade entre 3 e 7 anos, podendo ser adquirida pelo contato direto com animais e humanos infectados ou indiretamente por fômites. As lesões vão desde um processo não inflamatório a um inflamatório, podendo evoluir para alopecia permanente. O tratamento pode ser realizado com antifúngicos orais, como terbinafina, itraconazol, griseofulvina ou fluconazol. PALAVRAS-CHAVE: Dermatofitoses, dermatófitos, tinea capitis. ABSTRACT The tinea capitis is a hair and scalp infection caused by a group of fungi called dermatophytes that have affinity for structures that present keratin, such as hair, skin and nails, which belong to the genera Microsporum and Trichophyton. It is the most common dermatophytosis in children aged 3 to 7 years, and can be acquired by direct contact with animals and humans infected or indirectly by fomites. The lesions range from a noninflammatory to an inflammatory process and can evolve to permanent alopecia. The treatment can be carried out with oral antifungals such as terbinafine, itraconazole, fluconazole or griseofulvin. KEYWORDS: Dermatophytosis, dermatophytes, tinea capitis. 1. INTRODUÇÃO As dermatofitoses, também conhecidas como tinhas ou tineas 1 são micoses cutâneas causadas por um grupo de fungos conhecidos como dermatófitos 2,3, que possuem um biotropismo especial por tecidos de estruturas queratinizadas, como cabelos, pele e unhas 4. Quando esses fungos encontram condições favoráveis para o seu crescimento, como calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo, estes se reproduzem e passam então a causar doenças 5, em locais do corpo onde a queratina está presente 6. Os dermatófitos estão distribuídos em três gêneros: Epidermophyton (provoca infecções na pele e unhas), Microsporum (provoca infecções na pele e cabelos) e Trichophyton (provoca infecções na pele, cabelo e unhas) 7. Apresentam distribuição universal, porém são mais encontrados em países tropicais e subtropicais 8. Com base na preferência do hospedeiro e no habitat natural, são classificados em três grupos 9 : antropofílicos que parasitam exclusivamente humanos, zoofílicos que usualmente afetam animais, podendo também infectar os humanos 10 e geofílicos que se desenvolvem sobre a queratina presente no solo, originária do homem e/ou dos animais, ou, ainda, produtos de degradação desta 11, mas também podem ser isolados como saprófitas em pelos de pequenos mamíferos silvestres ou domésticos (especialmente gatos), no terreno de tocas de animais silvestres, de aves ou ainda em ninhos de aves 1. As dermatofitoses levam a uma variedade de manifestações clínicas, classificadas de acordo com a região do corpo afetada por esses fungos 10,12. Essa especificidade é responsável pelas variações nas expressões clínicas das lesões produzidas: espécies zoofílicas ou geofilicas produzem intensa reação inflamatória de evolução curta; espécies antropofílicas provocam uma moderada resposta inflamatória com maior tempo de evolução 13. A denominação para cada tipo de dermatofitose é feita relacionando o local do corpo afetado à palavra tinea 14, resultando em diferentes formas clínicas, como tinea capitis (eixo do cabelo e couro cabeludo), tinea corporis (corpo), tinea cruris (virilha), tinea pedis (pé) e tinea unguium (mão) 15. Diante do exposto, foi realizada uma revisão de literatura sobre a tinea capitis, visto que no Brasil existe uma escassez de estudos científicos que abordam a temática. 2. MATERIAL E MÉTODOS
2 Trata-se de uma revisão sistemática realizada nas bases de dados PubMed (Library of Medicine National Institutes of Health), SciELO ( Scientific Electronic Library Online) e Google Acadêmico. Para a obtenção das informações foram considerados artigos publicados em inglês, português e espanhol, utilizando os descritores, respectivamente: dermatofitoses, dermatófitos, tinea capitis. As referências selecionadas foram lidas e analisadas, a fim de excluir aqueles que não se vinculavam à proposta do estudo. Ao final da pesquisa foram utilizados 51 artigos, considerados relevantes para a revisão. 3. DESENVOLVIMENTO Tinea capitis Conhecida como tinha ou micose do couro cabeludo 8,16 é uma infecção do cabelo e couro cabeludo 17,18 que também pode envolver as sobrancelhas e cílios 16,19, caracterizada por placas eritematosas, escamosas e tonsurantes 10. É causada principalmente por espécies que pertencem aos gêneros Microsporum e Trichophyton 20, sendo que os principais agentes etiológicos são M. canis e T. tonsurans 21. Com base no tipo de invasão do cabelo, os dermatófitos também são classificados em endotrix (dentro), ectotrix (fora) ou favosa 9. Na invasão ectotrix, as hifas são encontradas ao redor do eixo do cabelo e a cutícula é destruída 20, características próprias do gênero Microsporum, mas também de algumas espécies de Trichophyton 13. Geralmente, as espécies do gênero Microsporum fluorescem sob a luz de Wood 22. A invasão endotrix é caracterizada pelo desenvolvimento de artroconídios dentro do eixo do cabelo sem destruir a cutícula 23. Os cabelos infectados não fluorescem sob a luz de Wood 22. Esse tipo de invasão é causado somente por espécies do gênero Trichophyton 24 e todos são antropofílicos 22. A favosa é um tipo de invasão endotrix, onde as hifas são visualizadas dispostas paralelamente ao eixo do cabelo, com bolhas de ar e alguns esporos 25. Geralmente, é causada pelo dermatófito antropofílico T. schoenleinii 26 que fluoresce sob a luz de Wood Transmissão Pode ser adquirida pelo contato direto, com animais e humanos infectados e, mais raramente, com o solo; ou indiretamente por meio fômites contaminados, pois os fungos podem sobreviver por longos períodos nessas superfícies 8,16,27,28. A tinea capitis causada por espécies antropofílicas à transmissão pode ocorrer de pessoa para pessoa ou por meio de objetos de uso pessoal, como pentes, escovas de cabelos e travesseiros. Tanto as crianças como os adultos podem ser portadores assintomáticos desses patógenos 16,24, servindo como reservatórios e fonte de infecção 29. Os dermatófitos zoofílicos são transmitidos pelo contato direto com pelos e crostas contaminados ou através das formas livres no ambiente, no animal ou em fômites, como objetos associados aos animais 30. A transmissão inter-humana do M. canis é extremamente rara 8. Dos dermatófitos geofílicos que infectam o homem, M. gypseum é o mais frequente e sua transmissão ocorre por contato direto com solos contaminados 31,32. Quadro clínico O aspecto clínico é variável, dependendo do tipo de invasão do cabelo, do nível de resistência e grau da resposta inflamatória do hospedeiro 33. Embora as características clínicas variem consideravelmente, na maioria dos casos, não permitem a identificação correta do patógeno 23. Tonsurante microspórica Tem um aspecto clínico característico. As lesões, geralmente são únicas, redondas, acinzentada e medindo de 3 a 6 cm de diâmetro, com alopecias descamativas que apresentam cabelos quebrados acima do couro cabeludo 10. Os agentes etiológicos pertencem ao gênero Microsporum 24. Tonsurante tricofítica Associada ao gênero Trichophyton, clinicamente caracteriza-se por múltiplas lesões irregulares de tamanhos diferentes, porém menores que a tinea microspórica. Os cabelos infectados ficam enfraquecidos e quebram-se próximo a abertura do folículo piloso, deixando áreas de alopecias com um aspecto de pontos pretos. A evolução é crônica persistindo na vida adulta 10. Kerion Celsi É uma forma inflamatória de tinea capitis associada à linfadenopatia regional, resultante de uma reação de hipersensibilidade do hospedeiro, estimulada pelos produtos metabólitos do dermatófito, que na maioria das vezes são causadas por espécies zoofílicas, ocasionalmente por geofílicos e raramente antropofílicas 32, 34,35. Caso não seja diagnosticada e tratada precocemente, pode evoluir para a alopecia permanente 36. Clinicamente, apresenta-se como placa edematosa, bem delimitada, dolorosa, com pústulas e abscessos que drenam pus 31. Por apresentar intensa supuração, muitas vezes é erroneamente diagnosticada como uma infecção bacteriana, o que pode contribuir para o agravamento da situação clínica 36. Favosa É um tipo raro de tinea capitis, causada principalmente pela espécie T. schoenleinii 26. Caracteriza-se por concreções circulares amareladas, com uma área central deprimida em forma de xícara chamada de escutulas fávicas, compostas de hifas e detritos de queratina, que se desenvolvem ao redor dos
3 folículos pilosos 25,37, apresentando um odor desagradável semelhante a urina de rato. Os cabelos parasitados caem, levando a alopecia permanente, porém se for tratada na fase inicial da evolução clínica, haverá cura sem sequelas 26. Diagnóstico diferencial O diagnóstico diferencial inclui qualquer condição que cause perda de cabelo desigual, escamação ou inflamação do couro cabeludo, como: dermatite seborreica/falsa tinha amiantácea, tricotilomania, alopécia traumática, psoríase, impetigo/foliculite, alopécia areata, dermatite atópica e sífilis secundária 16,37. Diagnóstico laboratorial Pode ser realizado através do exame micológico direto, onde se busca pela presença ou ausência de formas fúngicas e cultura para o isolamento do dermatófito 38, podendo ser auxiliado pelo uso da luz de Wood 36. Técnicas moleculares como a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) consideradas rápidas e precisas têm sido utilizadas, porém são restritas a grandes centros de pesquisas 33. No exame micológico direto, os cabelos devem ser coletados junto com a raiz, pois o fungo está presente próximo a essas áreas 14. As amostras de cabelos são clarificadas com hidróxido de potássio (KOH) a 10-20% e examinadas ao microscópio 39, observando o tamanho do artroconídio e sua posição fora ou dentro do pelo, caracterizando o parasitismo endotrix ou ectotrix 38. A cultura é realizada em meio ágar Sabouraud dextrose acrescido de inibidores bacterianos e fúngicos como cloranfenicol e cicloheximida. O crescimento fúngico ocorre na temperatura de 28 C e leva em torno de 2 a 6 semanas 39, permitindo a caracterização macroscópica e microscópica dos gêneros e espécies dos fungos que infectaram os cabelos 8,40. É necessário que seja realizada a cultura para a identificação do agente etiológico porque clinicamente as lesões podem ser semelhantes, mas a terapêutica difere segundo o agente etiológico específico 24. A lâmpada de Wood, uma fonte artificial de luz ultravioleta, possibilita um complemento no diagnóstico e provoca uma fluorescência verde brilhante nos cabelos infetados por certas espécies do gênero Microsporum, mas não do Trichophyton, com exceção do T. schoenleinii que apresenta uma fluorescência verde-acinzentada 16, 24. Essas informações, em conjunto com a anamnese, auxiliam o diagnóstico laboratorial e permitem o clínico a instituir o tratamento adequado e precocemente 5. Terapêutica O tratamento tópico não é eficaz, é necessário o tratamento sistêmico para que o antifúngico consiga penetrar no interior do cabelo 9. O tratamento tópico é usado apenas como terapia adjuvante 41. O tratamento sistêmico pode ser realizado com a administração de terbinafina, itraconazol, griseofulvina ou fluconazol 33. Os shampoos de sulfeto de selênio a 2,5% ou cetoconazol são frequentemente recomendados 24, assim como cremes ou loções fungicidas, pois diminuem o transporte de esporos viáveis responsáveis pelo contágio da doença 19. Atualmente, a griseofulvina e terbinafina são aprovadas pela E.U. Food and Drug Administration FDA, para tratar a tinea capitis 17. A griseofulvina tem sido a terapia de escolha para o tratamento, devido a sua eficácia e boa tolerância, especialmente em crianças, ser de baixo custo e apresentar poucos efeitos colaterais 8. Entretanto, dependendo do patógeno específico identificado, diferentes regimes de tratamento podem ser empregados 42. Por isso, a griseofulvina tem sido preferencialmente utilizada para tratar a infecções causadas por espécies do gênero Microsporum e a terbinafina em Trichophyton 33. A dosagem recomendada para a griseofulvina é de 10 a 20 mg/kg/dia, durante seis a oito semanas 36. Para a terbinafina são de 3 a 6 mg/kg/dia, durante 2 a 6 semanas, para o itraconazol de 3 a 5 mg/ Kg/dia, durante 2 a 4 semanas e para o fluconazol de 6mg/kg/dia durante 20 dias. A tinea do tipo Kerion necessita da associação de corticoide oral, durante os primeiros 8 a 15 dias, para reduzir a inflamação e a incidência de cicatriz 24. Prevenção Por ser muito contagiosa, podendo originar epidemias 43, deve-se interromper a cadeia de transmissão, ou seja, diagnosticar etiologicamente a dermatofitose, possibilitando medidas de controle, tais como, o tratamento dos casos humanos e animais, exame de familiares para a pesquisa de portadores assintomáticos, principalmente nos casos de infecção pelo T. tonsurans 8, visto que esse fungo é adaptado ao homem e tem, portanto, maior virulência 44. Escovas e pentes, bem como outros acessórios de cabelo devem ser desinfetados ou descartados após o uso. As roupas de cama, toalhas e chapéus não devem ser compartilhados. Embora exista o risco de transmissão, uma vez que se tenha iniciado o tratamento com agentes orais e tópicos, as crianças podem frequentar escolas e creches 19. Deve-se também, evitar o contato com animais, principalmente cães e gatos 45, pois constituem os principais reservatórios e fontes de infecção de M. canis 8. Se houver uma infecção por espécie zoófila, é importante identificar e tratar a fonte animal 33. Epidemiologia A tinea capitis é a dermatofitose mais comum em idade pediátrica 16. Embora possa afetar indivíduos em qualquer idade 17, a maioria dos casos ocorre em crianças do sexo masculino com idade entre 3 e 7 anos 16,19,24. É relativamente rara entre os adultos, provavelmente pelo aumento da produção de ácidos
4 graxos no couro cabeludo, no qual tem poder antifúngico 10. Porém, recentemente, tem aumentado à incidência em adultos e idosos 13,18, especialmente em mulheres pós-menopausa e pessoas imunocomprometidas 46. É considerada um problema de saúde pública, não só, por ser uma doença de fácil disseminação, mas também devido ao longo período que é necessário para um tratamento efetivo, dando origem a casos frequentes de toxicidade e de interrupção da terapêutica 18. A prevalência e a predominância de seus agentes etiológicos diferem de acordo com a distribuição geográfica 39, particularmente quando novos organismos são introduzidos pela migração ou pela imigração 33. Atualmente, T. tonsurans é o principal agente etiológico causador da tinea capitis, seguido M. canis 9. A substituição do M. canis, antes principal agente etiológico da tinea capitis, pelo T. tonsurans em algumas regiões, correlaciona-se às mudanças de hábitos sociais, urbanização, ao clima, deslocamentos humanos e aspectos socioeconômicos 8. No entanto, as principais mudanças recentemente observadas, têm sido o aumento da incidência de M. canis em algumas partes da Europa e a propagação de T. tonsurans em áreas urbanas nos EUA, Reino Unido e França. Além disso, T. tonsurans espalhou-se tanto para a América do Sul como para a África Ocidental 33. Esse fato é preocupante, pois esse agente pode atingir maior relevância do ponto de vista epidemiológico, visto que ele é antropofílico 8. No Brasil, os principais agentes são M. canis e T. tonsurans 23. Nos estados acima do Trópico de Capricórnio 47, o fungo parece ser bem adaptado às elevadas temperatura e umidade relativa 11 das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, onde T. tonsurans é o principal agente etiológico causador dessa infecção 47,48, enquanto M. canis é mais prevalente no Sul-Sudeste do país 49. Por não ser uma doença de notificação compulsória, pouco se sabe sobre a sua prevalência em muitas áreas endêmicas 50. No Brasil, apenas estudos epidemiológicos fragmentados são relatados na literatura nacional, fazendo-se inquestionável a necessidade de pesquisas epidemiológicas, clínicas e laboratoriais que relatem dados reais CONCLUSÃO O presente artigo teve o intuito de reunir informações acerca da dermatofitose tinea capitis, também conhecida como tinha do couro cabeludo que é a infecção fúngica mais comum na infância, podendo ser facilmente confundida com outras dermatoses, resultando em um tratamento inadequado. Além disso, o fato de a tinea capitis não ser de notificação compulsória, do ponto de vista social e de saúde pública, é importante tratar essa doença porque ela é altamente contagiosa. REFERÊNCIAS [1] Schoeler AP, Sguissardi CH, Bernardi E, et.al. Prevalência de dermatófitos na rotina de micologia em hospital particular de médio porte na cidade de Chapecó, estado de Santa Catarina, Brasil. Rev Ciênc Farm Básica Apl 2010; 31(1): [2] Bergson CL, Fernandes NC. Tinea capitis: study of asymptomatic carriers and sick adolescents, adults and elderly who live with children with the disease. Rev Inst Med Trop Sao Paulo 2001; 43(2): [3] Salci TP, Salci MA, Marcon SS, et al. Trichophyton tonsurans in a family microepidemic. An Bras Dermatol 2011; 86(5): [4] Medeiros F, Crepaldi N, Tognoli, L, et.al. Dermatófitos- Revisão de literatura. Cient Elet Med Vet 2009; 7(12): 1-5. [5] Somenzi CC, Ribeiro TS, Menezes A. 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