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- Nicholas Beretta Benke
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2 Introdução Micoses superficiais que se limitam às camadas queratinizadas ou semiqueratinizadas da epiderme, dos pêlos e das unhas. Embora não invadam a derme e epiderme, ocorre estímulo das células de Langhans e consequentemente resposta inflamatória. Classificação de acordo com o habitat: Antropofílico maioria das infecções (melhor adaptado) Zoofílico e geofílico maior resposta inflamatória
3 Fatores Determinantes da Infecção Fatores Inerentes ao Dermatófito 1-Afinidade seletiva às diferentes classes de queratina (pele, pêlo e unha); 2-Virulência; 3-Adaptação. Fatores Inerentes ao Hospedeiro 1-Integridade da epiderme; 2-Umidade local; 3-Efeito antifúngico: Inibidores séricos - transferrina insaturada, α 2 macroglobulina, ácidos graxos. Imunidade celular (dermatofítide). 4-Fator Genético e Imunodeficiência (quimioterapia, SIDA); 5-Hábitos higiene, calçado, populações fechadas.
4 Principais Dermatofitoses Tinha de Couro Cabeludo Tinha da Pele Glabra Tinha Inguinal Tinha de Pés e Mãos Tinha de Unha Agente Microsporum e Trichophyton Microsporum e Trichophyton Trichophyton e Epidermophyton Trichophyton e Epidermophyton Trichophyton e Epidermophyton Faixa Etária Criança Criança Adultos - homem Adolescentes e Adultos Adultos
5 *T-Trichophyton, M-Microsporum e E-Epidermophyton * Damázio PMRBC cols; Epidemiologia, etiologia e formas clínicas das dermatofitoses em Pernambuco, Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 40(4): , jul-ago, 2007.
6 *T-Trichophyton, M-Microsporum e E-Epidermophyton * Costa M et al; Epidemiologia e etiologia das dermatofitoses em Goiânia, GO, Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 35(1): 19-22, jan-fev, 2002.
7 Tinha de Couro Cabeludo Comum na infância 4 a 14 anos; Contato com indivíduos infectados, animais doentes ou portadores (cães e gatos) ou com a própria terra; Subdividida em: Tinha tonsurante; picasaweb.google.com Tinha favosa ou favo.
8 Tinha Tonsurante Cotos pilosos; Descamação; Única (Microsporum canis ) ou múltiplas (Trichophyton rubrum); Evolução crônica.
9 Forma aguda acarretada por Microsporum canis ; Quérion Intensa reação inflamatória; Placa elevada, única, dolorosa, com pústulas e microabcessos; Linfoadenopatia e infecção bacteriana associada;
10 Tinha Favosa Forma crônica causada por Trichophyton schoenieinii; Ataca o folículo piloso; Godet ou Escútula fávica - lesões crateriformes em torno do óstio folicular; Acarreta lesões cicatriciais; Favo ptiróide descamativo Favo impetigóide supurativocrostoso
11 Tinha da Pele Glabra Trichophyton rubrum e Microsporum canis Apresenta 03 formas: Forma Vesiculosa Lesão vesicular; Rompe deixando superfície exulcerada; Presença de crostas; Progressão centrífuga; Cura espontânea; Tendência a confluência.
12 Tinha da Pele Glabra Forma Anular Lesão eritematopapulosa que cresce centrifugamente; Cura central à medida que ocorre progressão periférica; Confluência de lesões é frequente; Associado prurido.
13 Tinha da Pele Glabra Forma em Placas Descamativas e eritematosas; Extensas; Não há cura central; Diagnósticos diferenciais psoríase, dermatite seborreica.
14 Tinha Inguinal Trichophyton rubrum e Epidermophyton flocossum Comum no homem, obesos e diabéticos e rara na mulher; Geralmente bilateral. Nas formas extensas: propagação para o períneo, regiões glúteas e parede abdominal. Lesões: Eritematoescamosas, bordas nítidas e com pequenas vesículas; Pruriginosas liquenificadas; Poupa a bolsa escrotal (ao contrário da Cândida).
15 Tinha de Pés e Mãos Trichophyton rubrum e Epidermophyton flocossum Mais comum em pés e pouco frequente em mãos; Mais comum em homens jovens e diabéticos;
16 Forma Intertriginosa Tinha Pedis Descamação, maceração e fissuras, com prurido; Compromete o 2º - 3º espaço e 3º - 4º espaço entre os artelhos. Forma Vesico-bolhosa Associado a forma intertriginosa; Tipo aguda; Lesões vesico-bolhosas; Infecção bacteriana associada.
17 Forma Escamosa Tinha Pedis Evolução crônica; Lesões escamosas e pruriginosas; Onicomicose associada;
18 Tinha manuum Trichophyton rubrum consultantlive.com Escamação dos sulcos da palma das mãos; Comprometimento ungueal associado. Reação de foco situado a distância (dermatofítides); Tratamento: antifúngico sistêmico por 06 semanas.
19 Tinha de Unha Onicomicose Infecção da lâmina ungueal por Trichophyton rubrum e Epidermophyton flocossum; Unhas grossas, opacas, amarelo esverdeadas, presença de sulcos e irregularidades e quebradiças; Diagnóstico diferencial psoríase, líquen plano e candidíase (quando acomete bordas);
20 Tinha Imbricada Trichophyton concentricum Encontrada na América Central e Brasil Central; Lesões escamosas que se imbricam; Crescimento excêntrico;
21 Diagnóstico Laboratorial Exame Micológico Direto é fundamental Pele e unhas Coletar escamas na borda da lesão; Presença de hifas. Pêlos Coletar no centro e na periferia da placa; Presença de hifas e esporos dentro da bainha (endotrix) ou fora dela (ectotrix).
22 Diagnóstico Laboratorial Cultura Identificar a espécie do dermatófito; Considerado negativo após 04 semanas. Exame com a Luz Wood Fluorescência esverdeada Tinha tonsurante; Fluorescência verde palha Tinha favosa; Diagnóstico diferencial com outros tipos de lesões;
23 Tratamento Tópico Derivados Imidazólicos; Tioconazol, miconazol, isoconazol, econazol; Ciclopirox Olamina, Terbinafina e Amorolfina*; 2 a 3 vezes ao dia. Áreas Semanas Pilosas 2 a 4 Intertriginosas 4 Pele Glabra 2 a 4 Inguinal 4 Mãos e pés 4
24 Dermatofitose Tópico Sistêmico Sistêmico Tinha de Couro Cabeludo Tratamento Sistêmico Sim 1- Griseofulvina 15 a 20 mg/kg/dia (2x dia) 6 a 12 sem 2 - Itraconazol 100 mg/dia (adolescentes) 5 sem. 3 - Terbinafina 250 mg/dia (adolescentes) 30 dias 4 - Fluconazol 150mg/sem (adolescentes) 4 sem. 5 - Antibiótico no quérion pode ser necessário Tinha da Pele Glabra e Inguinal Sim Se disseminada 1 - Itraconazol 100mg/dia 2 a 4 sem. 2 - Terbinafina 250 mg/dia 2 a 4 sem. 3 - Fluconazol 150 mg/dia 2 a 4 sem. Tinha da Unha Sim 1- Griseofulvina 15 a 20 mg/kg/dia (2x dia) 6 meses 2 - Fluconazol 150mg/sem (adolescentes) 4 meses 3 - Terbinafina 250 mg/dia (adolescentes) 3 meses
25 Profilaxia Higiene corpórea adequada: Secar bem dobras e espaços interdigitais; Evitar sapatos que retenham suor; Uso pessoal e intransferível de pentes, escovas e toalhas. Evitar contato com indivíduos e animais doentes. Limpeza de pisos em locais de uso público com fungicidas.
26 Obrigada!
27 Bibliografia Campos DJR,; Lopez, FA; Tratado de Pediatria Sociedade Brasileira de Pediatria. 1ª ed. São Paulo: Editora Manole Ltda., 2007, v. 1. Seção 12, Cap. 02, Sampaio, S.A.P.P.; Rivitti, E.A. Dermatologia. Editora Artes Médica, 2ª Edição, Cap. 42, Brilhante RSN et al; Epidemiologia e ecologia das dermatofitoses na cidade de Fortaleza: o Trichophyton tonsurans como importante patógeno emergente da Tinea capitis. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 33(5): , set-out, Costa M et al; Epidemiologia e etiologia das dermatofitoses em Goiânia, GO, Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 35(1): 19-22, jan-fev, * Damázio PMRBC cols; Epidemiologia, etiologia e formas clínicas das dermatofitoses em Pernambuco, Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 40(4): , julago, Pinheiro AQ, Moreira JLB, Sidrim JJC. Dermatofitoses no meio urbano e a coexistência do homem com cães e gatos. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 30: , jul-ago, 1997.
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