Marcos Vinicius Neder
|
|
|
- Marisa Bayer Vidal
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Marcos Vinicius Neder
2 Análise dos planejamentos tributários Plano normativo Previsão Normativa Geral e Abstrata Qualificação jurídica Fato Linguagem das Provas Veracidade Plano dos fatos
3 IBET Direito Tributário Qualificação dos fatos Essência Forma
4 Pronunciamentos Contábeis Contabilização de acordo com a essência e realidade econômica das transações e não sua forma legal, podendo desconsiderar o negócio jurídico aparente ou planejado. (IFRS item 35 e Pronunciamento Básico CPC item 35) Combinação de negócios exige a transferência de negócios efetiva, sendo inaplicável no caso de controle comum Preço justo e análise da transferência de controle, riscos e benefícios Marcos Vinicius Neder
5 Reorientação da Contabilidade Lei nº 6404/76 Mensuração econômica do Lucro (tradição normativa) Intenso processo de regulamentação, com forte presença do governo; Lei nº /07 Informação e reação do mercado (Iasb) Performance futura da entidade Capacidade de prever fluxos de caixa futuros; Subjetivismo responsável Marcos Vinicius Neder
6 Escrituração comercial a parir da Lei /07 Escrituração comercial critérios vigentes em Regime Tributário de Transição - RTT Área comum entre entre as duas escriturações Exclusão Inclusão
7 DIREITO CIVIL CÓDIGO CIVIL DE 2002 Utiliza-se de cláusulas gerais, conferindo maiores poderes ao juiz para construir a interpretação no caso concreto. princípios gerais: moralidade, eticidade, função social do contrato, boa-fé; Ilicitude do motivo determinante, simulação e fraude à lei como causas de nulidade do negócio jurídico o abuso de direito como ilícito; CÓDIGO CIVIL DE 1916 Disciplina plenamente as hipóteses normativas e os efeitos jurídicos, detalhando indicativos legais ampla liberdade de contratar, salvo na simulação; simulação é causa de anulabilidade do negócio jurídico; não restringe os negócios jurídicos realizados com abuso de direito e fraude a lei; 7
8 Dois momentos: análise das combinações de negócios sob o ponto vista estritamente formal a análise do planejamento passa a levar em conta a racionalidade e da substância econômica das operações societárias Marcos Vinicius Neder
9 DECISÕES CONSELHO CONTRIBUINTES IRPJ SIMULAÇÃO NA INCORPORAÇÃO Para que se possa materializar, é indispensável que o ato praticado não pudesse ser realizado, fosse por vedação legal ou por qualquer outra razão. ( ) Os objetivos visados com a prática do ato não interferem na qualificação do ato praticado. Portanto, se o ato praticado era lícito, as eventuais conseqüências contrárias ao fisco devem ser qualificadas como casos de elisão fiscal e não de evasão ilícita. (AC /2003) Marcos Vinicius Neder
10 Direito Tributário Doutrina Formalista Liberdade absoluta Legalidade estrita Tipicidade fechada Proibição a analogia Vedação a desconsideração de Negócio Jurídico Lacunas na lei podem ser exploradas livremente Marcos Vinicius Neder
11 Planejamento tributário Ilegal Limite Legal
12 Nova jurisprudência do CARF 1) Licitude? 2) Sem simulação? 3)Há racionalidade econômica na operação societária? Conduta lícita Marcos Vinicius Neder
13 JURISPRUDÊNCIA ADMINISTRATIVA PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO RIO OPERAÇÃO ÁGIO SUBSCRIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO COM ÁGIO E SUBSEQÜENTE CISÃO VERDADEIRA ALIENÇÃO DE PARTICIPAÇÃO Se os atos formalmente praticados, analisados pelo seu todo, demonstram não terem as partes outro objetivo que não se livrar de uma tributação específica, e seus substratos estão alheios às finalidades dos institutos utilizados ou não correspondem a uma verdadeira vivência dos riscos envolvidos no negócio escolhido, tais atos não são oponíveis ao fisco, devendo merecer o tratamento tributário que o verdadeiro ato dissimulado produz. Subscrição de participação com ágio, seguida de imediata cisão e entrega dos valores monetários referentes ao ágio, traduz verdadeira alienação de participação societária. Acórdão nº.: , 24 de maio de 2006
14 JURISPRUDÊNCIA ADMINISTRATIVA (...) INCORPORAÇÃO DE EMPRESA. AMORTIZAÇÃO DE ÁGIO. NECESSIDADE DE PROPÓSITO NEGOCIAL. UTILIZAÇÃO DE EMPRESA VEÍCULO. Não produz o efeito tributário almejado pelo sujeito passivo a incorporação de pessoa jurídica, em cujo patrimônio constava registro de ágio com fundamento em expectativa de rentabilidade futura, sem qualquer finalidade negocial ou societária, especialmente quando a incorporada teve o seu capital integralizado com o investimento originário de aquisição de participação societária da incorporadora (ágio) e, ato contínuo, o evento da incorporação ocorreu no dia seguinte. Nestes casos, resta caracterizada a utilização da incorporada como mera empresa veículo para transferência do ágio à incorporadora. Acórdão D.O.U. nº 87 de 08/05/2008
15 Planejamento tributário e Provas Comportamento concludente (todos os passos da operação) Exame do contexto (motivo, causa, forma) Evidenciar a vontade do conjunto de atos societários (benefício econômico) Identificar tipos especiais de cláusulas contratuais Verificar se houve a vivência dos efeitos Coerência das partes em declarações em outros ambientes (CADE, CVM, notas explicativas, imprensa, mercado acionário, Banco Central)
16 O aproveitamento SUFIS fiscal do ÁGIO na combinaçã ção o de negócios COMAC COPES COFIS
17 Registro do Ágio RIR/99 Art. 385 do RIR/99. O contribuinte que avaliar investimento em sociedade coligada ou controlada pelo valor de patrimônio líquido deverá, por ocasião da aquisição da participação, desdobrar o custo de aquisição em (Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 20): I - valor de patrimônio líquido na época da aquisição, determinado de acordo com o disposto no artigo seguinte; e II - ágio ou deságio na aquisição, que será a diferença entre o custo de aquisição do investimento e o valor de que trata o inciso anterior. 2º O lançamento do ágio ou deságio deverá indicar, dentre os seguintes, seu fundamento econômico (Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 20, 2º):
18 Fundamento econômico do ágio a) Diferença entre o valor de mercado de bens do ativo e o valor contábil desses mesmos bens na sociedade investida; b) expectativa de rentabilidade baseada em projeção do resultado de exercícios futuros; c) fundo de comércio, intangíveis e outras razões econômicas. Marcos Vinicius Neder
19 Aquisição com ágio Valor contábil do investimento (ativo) Registro contábil do ágio Investimento avaliado pelo MEP (+) Ágio não amortizado Valor do investimento Amortização do ágio (lei societária) Despesa operacional a Ágio na aquisição de investimento Neutralidade na apuração do lucro real LALUR Adição Lucro líquido do exercício (+) Amortização do ágio. Base de cálculo do IRPJ e da CSL Marcos Vinicius Neder
20 Absorção de patrimônio por Incorporação, Cisão, ou Fusão Lei 9532/97 Art. 7º A pessoa jurídica que absorver patrimônio de outra, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, na qual detenha participação societária adquirida com ágio ou deságio, apurado segundo o disposto no art. 20 do DL nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977 I - deverá registrar o valor do ágio ou deságio cujo fundamento seja o de que trata a alínea "a" do 2º do art. 20 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, em contrapartida à conta que registre o bem ou direito que lhe deu causa; (...) Exceção a neutralidade tributária III - poderá amortizar o valor do ágio cujo fundamento seja o de que trata a alínea "b" do 2 do art. 20 do Decreto-lei n 1.598, de 1977, nos balanços correspondentes à apuração de lucro real, levantados posteriormente à incorporação, fusão ou cisão, à razão de um sessenta avos, no máximo, para cada mês do período de apuração; (Lei nº 9.718, de 1998) Marcos Vinicius Neder
21 Exemplo de Operação com Ágio Estrutura Inicial A B Espanha 99,9% 99,9% Brasil JV SPE Ativo JV Passivo Total R$ 180M Patrimônio Líquido Capital Social R$ 200M Total R$380M Total R$ 380M Ativo SPE Bancos R$ 250M Capital Social Patrimônio Líquido R$ 250M
22 Exemplo de Operação com Ágio Passo 1 Aquisição de 50% da JV pela SPE Preço de aquisição de R$ 250M. A B Patrimônio Líquido de JV é de R$ 200M, Espanha Brasil 50% 99,9% SPE O investimento será segregado em duas contas contábeis distintas: custo do investimento de acordo com a equivalência patrimonial (50% de R$ 200M) e JV 50% intangível/ágio (o restante do preço efetivamente pago). Ativo Investmento JV Equivalência Patrimonial SPE R$100M Passivo Patrimônio Líquido Intangível R$ 150M Capital Social R$ 250M Total R$ 250M Total R$ 250M JV Ativo Passivo Total R$ 180M Patrimônio Líquido Capital Social R$ 200M Total R$380M Total R$ 380M
23 Exemplo de Operação com Ágio Passo 2 Incorporação da SPE pela JV Espanha Brasil A 50% B 50% O ágio pago pela SPV na aquisição da JV torna-se ativo intangível (RTT) na JV após a incorporação da SPV na JV. Ativo JV JV Passivo Ativos R$ 380M Total R$ 180M Intangível R$ 150M Patrimônio Líquido Reserva de Ágio Capital R$ 150M R$ 200M Total R$530M Total R$ 530M A amortização fiscal do intangível não pode ser realizada em menos de 5 anos. As despesas com amortização serão dedutíveis para fins de IR/CSLL, gerando ganho tributário equivalente a 34% do valor do ativo diferido (alíquota de IR e CSLL)
24 Exceção a neutralidade tributária Aumento de capital com a entrada de novo investidor (ou com modificação dos percentuais de participação): - para os investidores, adquirentes, sujeitos ao MEP, a partir de 1997, passou a ser dedutível ou tributável, após fusão, cisão ou incorporação; - para os investidores, vendedores de participação, é reconhecido o ganho ou perda por variação do percentual de participação que, em investimentos pelo MEP é definitivamente não tributável ou indedutível.
25 Discussões atuais sobre o tema Utilização de empresa-veículo para a aquisição: situação com adquirentes domésticos e estrangeiros. Fundamentação do ágio em rentabilidade futura. As discussões envolvendo a geração de ágio interno (Dentro de um grupo econômico).
26 Alterações na Lei Societária Lei /97 Breve Histórico Dezembro de 2008: Instituído o Regime Tributário de Transição (RTT) MP 449/08. RTT Opcional RTT Obrigatório 31/12/ O critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas considerarão os métodos e critérios contábeis vigentes em 31/12/2007 Maio de 2009: MP 449/08 convertida em lei (Lei11.941/09) Lei /09: O RTT vigerá até a entrada em vigor de lei que discipline os efeitos tributários dos novos métodos e critérios contábeis. 26
27 Lei /07 Registro e amortização do ágio Por força da Lei /07 e das disposições do CPC 15(*), novas regras contábeis a partir de 2010 são aplicáveis para o tratamento e mensuração dos valores de ágio: Antes da Ágio sujeito a amortização contábil (impacto no resultado) Despesa dedutível da base de cálculo do IRPJ e CSLL Fundamento do ágio baseado em laudo de rentabilidade futura X Ágio não mais sujeito a amortização fiscal Teste anual de recuperabilidade (impairment) Purchase price allocation (PPA) alocação contábil do custo do investimento na sequência definida Laudo p/ rentabilidade futura não é mais necessário (*) Ainda não aprovado pelo Banco Central do Brasil (em princípio, aplicável por enquanto apenas às empresas não-financeiras) 27
28 Lei /07 Registro e amortização do ágio Avaliação de determinados ativos e passivos a valor de mercado/valor presente pode elevar ou diminuir o patrimônio líquido (PL) da empresa, afetando o valor do ágio quando da aquisição do investimento. Por exemplo: incisos I e VIII, Artigo 183 LSA: Aplicações em instrumentos financeiros, em direitos e títulos de créditos (ativo circulante/longo prazo) devem ser avaliados pelo valor de mercado ou custo+atualização legal/contratual+ ajuste ao valor provável de realização, dependendo do caso; Bens do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.
29 Registro e amortização do ágio alterações na legislação societária Criação da conta de intangível (como ativo permanente) Artigo 179 LSA: VI - no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido.
30 Incorporação, fusão e cisão Inserção do 3º no Artigo 226 LSA Nas operações de incorporação, fusão e cisão entre partes independentes e vinculadas à efetiva transferência de controle, os ativos e passivos da sociedade a ser incorporada ou decorrente de fusão ou cisão serão contabilizados pelo seu valor de mercado. Efeito contábil: aumento ou diminuição do PL da empresa incorporada ou decorrente de fusão ou cisão Contrapartida da variação: ajuste de avaliação patrimonial (Artigo 182 3º LSA)
31 Registro e amortização do ágio alterações na legislação societária Efeitos quando da incorporação Parcela do ágio deve ser alocada ao intangível? obrigação dos auditores de segregação dos elementos que compuseram o ágio Marca Lista de clientes Canal de distribuição Aquisição estratégica (para tirar o concorrente do mercado), outros
32 Incorporação, fusão e cisão Exemplo prático Incorporação de D em B Situação Atual Avaliação (pré-incorporação) A C C Incorporação A C 99.99% 99.99% 99.99% B D D B (+D) Capital = 50 PL = 50 Capital = 100 PL = 100 Capital = 100 Ajuste = 100 PL = 200 Capital = 150 Ajuste = 100 PL = 250
33 Ágio - O RTT e a Registro e amortização do ágio harmonização contábil com o alterações na legislação societária IFRS 33
34 Exemplo Custo na aquisição 100 Valor contábil dos ativos 20 Antes /07 Após /07 PPA alocação contábil (somente ágio) Investimento 20 Ágio por rentabilidade futura 80 Lucro 100 Amortização do ágio (20%) 16 Lucro Líquido 84 Lucro tributável 84 IRPJ/CSLL 28,5 X Terreno 20 Edifícios 30 Intangíveis (ágio Rent. Futura)*** 30 Lucro 100 Depreciação Edif. 1,2 Lucro Líquido 98,8 Exclusão (ágio rent. futura 20%) *** 6 Lucro tributável 92,8 IRPJ/CSLL **** 31,6 *** Amortização deverá ser excluída conforme controle no FCONT. 34
35 Muito obrigado!! Marcos Vinicius Neder
COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS IFRS E ÁGIO JULIANA FONSECA ALVES
COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS IFRS E ÁGIO JULIANA FONSECA ALVES 2 A ORIGEM DO IFRS O processo de globalização do mercado financeiro trouxe consigo a exigência de maior credibilidade, transparência e especialmente
IR: Lei /2014 e a Tributação do Ágio, dos Juros sobre Capital Próprio e da Incorporação de Ações
IR: Lei 12.973/2014 e a Tributação do Ágio, dos Juros sobre Capital Próprio e da Incorporação de Ações Ricardo Antonio Carvalho Barbosa AFRFB/DRJ/FOR Ágio - Instrução CVM nº 01 de 1978 a) Ágio ou deságio
As Modificações Referentes ao Ágio e a Lei /2014. Apresentação: Rafael Correia Fuso
As Modificações Referentes ao Ágio e a Lei 12.973/2014 Apresentação: Rafael Correia Fuso A formação do ágio / deságio ÁGIO / DESÁGIO CUSTO DE AQUISIÇÃO VALOR PATRIMONIAL Se custo de aquisição > valor patrimonial
Práticas Contábeis e Neutralidade Tributária
III CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO ATUAL IBDT/AJUFE/FDUSP-DEF Práticas Contábeis e Neutralidade Tributária Essência econômica ou Forma Jurídica Subjetivismo responsável x Objetividade jurídica
NBC TG 32 (R4) IAS 12 CPC 32 NBC TG 32 (R4)
Tributos sobre o lucro Aplicação Prática envolvendo a NBC TG 32 (R4) IAS 12 CPC 32 NBC TG 32 (R4) Programa Introdução Definições de lucros pelas Normas Contábeis e pelo Regulamento Fiscal Exemplos práticos
ÁGIO E DESÁGIO NA AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS A PARTIR DE
1 de 6 31/01/2015 14:32 ÁGIO E DESÁGIO NA AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS A PARTIR DE 01.01.2015 A Lei 12.973/2014 alterou diversos procedimentos contábeis, com vigência
ÁGIO. Aspectos Contábeis e Fiscais. Elaine Maria de Souza Funo Controller da EMBRAER S.A
ÁGIO Aspectos Contábeis e Fiscais Elaine Maria de Souza Funo Controller da EMBRAER S.A São Paulo, 27 de novembro de 2012 Sumário Ágio Aspectos contábeis e tributários; Proposta de alteração fiscal; Aquisições
Lucro Fiscal x Lucro Societário
Lei n o 12. 973/14 Lucro Fiscal x Lucro Societário Alterações Práticas na Atividade Comercial Prof. Eric Aversari Martins Um Breve Histórico 11.638/07 Harmonização das Normas Contábeis 11.941/09 Instituição
Painel. Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº /2007 TAX
Painel Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº. 11.638/2007 TAX 0 Demonstrações Financeiras Aplicabilidade As normas da Lei n 6.404/76, para
Revista Capital Aberto
www.pwc.com.br Revista Capital Aberto Reconhecimento do ágio: controvérsias na apuração sob a ótica contábil Maio de 2016 Operações abusivas Mundo Melhor < + > Solidariedade Fato Gerador < - > Abuso de
Contabilidade e Tributação da Renda Após a Lei nº /14
Contabilidade e Tributação da Renda Após a Lei nº 12.973/14 Sergio André Rocha Professor de Direito Financeiro e Tributário da Uerj. Livre-Docente em Direito Tributário pela USP. Sócio Fundador de Sergio
Talita Pimenta Félix. Mestre e doutoranda pela PUC/SP, Conselheira do CARF e do CAT/GO, Professora e Coordenadora do IBET/GO
Talita Pimenta Félix Mestre e doutoranda pela PUC/SP, Conselheira do CARF e do CAT/GO, Professora e Coordenadora do IBET/GO efetividade da operação, pagamento espécies de ágio: interno, intragrupo, ágio
EDINO RIBEIRO GARCIA Contador, bacharel em direito, especialista em tributos diretos, contribuições para o PIS-Cofins e legislação societária,
EDINO RIBEIRO GARCIA Contador, bacharel em direito, especialista em tributos diretos, contribuições para o PIS-Cofins e legislação societária, professor e palestrante. Coautor de livros das áreas contábil
LEI Nº /2014. Convergência Tributária Às Normas Internacionais de Contabilidade. Edson Pimentel
LEI Nº 12.973/2014 Convergência Tributária Às Normas Internacionais de Contabilidade Edson Pimentel 1 SUMÁRIO Contexto e Breve Histórico Distribuição de Dividendos e JCP Adoção Inicial Conceito de Receita
CONTABILIDADE DE GRUPOS DE EMPRESAS
CONTABILIDADE DE GRUPOS DE EMPRESAS Avaliação de Ativos de Longo Prazo Equivalência Patrimonial - 1 Aplicação do Método da Equivalência Patrimonial PROF. MARCIO SAMPAIO 2017 Investimentos em Coligadas
Nova disciplina do Ágio Lei /14 e IN 1515/14 Agosto 2015
Nova disciplina do Ágio Lei 12.973/14 e IN 1515/14 Agosto 2015 Lei 12.973/14 e IN 1515/14 Ágio e Ganho por Compra Vantajosa 3 Panorama geral legislação aplicável Lei 9.532/97 Lei 12.973/14 IN 1.515/14
CONTABILIDADE GERAL. Demonstração do Resultado do Exercício. Ganhos ou Perdas de Capital. Prof. Cláudio Alves
CONTABILIDADE GERAL Demonstração do Resultado do Exercício Ganhos ou Perdas de Capital Prof. Cláudio Alves Correspondem à diferença entre o valor de alienação dos bens e o seu valor contábil, na data da
Regime Tributário de Transição: as normas de contabilidade e os impactos fiscais
Regime Tributário de Transição: as normas de contabilidade e os impactos fiscais Palestrantes Natanael Martins José Antonio Minatel São Paulo, 20 de junho de 2012 Lei 11.638/07 (convergência aos padrões
Sumário. Parte I SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO, CONTABILIDADE E CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Tributo e Sistema Tributário Brasileiro...
Parte I SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO, CONTABILIDADE E CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA... 1 1 Tributo e Sistema Tributário Brasileiro... 3 1.1 Definição de tributo... 4 1.2 Conceito de Sistema Tributário Brasileiro...
Marcos Vinicius Neder
Marcos Vinicius Neder Nova regramento para o ágio Apuração do Lucro Real com base no lucro societário após ajustes definidos em lei Enumeração dos ajustes baseada na neutralização dos efeitos de alguns
Alterações na Legislação Tributária Federal
Workshop Medida Provisória 627 Alterações na Legislação Tributária Federal São Paulo, 5 de fevereiro de 2014 Tópicos a serem abordados Revogação do Regime Tributário de Transição Dividendos e Juros sobre
EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
1 de 8 31/01/2015 15:02 EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL Tamanho do Texto + tamanho do texto - A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente
CONTABILIDADE AVANÇADA. Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento
CONTABILIDADE AVANÇADA Ágio e Ganho na Aquisição de Investimento INTRODUÇÃO Ágio e Ganho em Compra Vantajosa: são apurados em investimento pelo método de equivalência patrimonial. representam excesso ou
Combinação de Negócios CPC 15 (R1)/IFRS 3
Combinação de Negócios CPC 15 (R1)/IFRS 3 EAC 0481 Contabilidade Intermediária II 1 Combinação de Negócios Definição Combinação de negócios é uma operação ou outro evento por meio do qual um adquirente
CIRCULAR N d) contabilização das quotas de depreciação e amortização;
CIRCULAR N 3017 Altera e consolida procedimentos contábeis a serem observados nos processos de incorporação, fusão e cisão. A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 6 de
CONTABILIDADE DE GRUPOS DE EMPRESAS
CONTABILIDADE DE GRUPOS DE EMPRESAS Avaliação de Ativos de Longo Prazo Combinação de Negócios Apuração do Ágio ou Deságio na Aquisição de Participações Societárias PROF. MARCIO SAMPAIO 2018 Combinação
Estudo de caso Ágio e amortização de ágio em BRGAAP, USGAAP e IFRS
Combinação de negócios (aquisições) base de contabilização: BRGAAP: o valor de aquisição é comparado com o valor contábil da participação adquirida, tendo como base principal o custo histórico. USGAAP:
CONTABILIDADE AVANÇADA. Avaliação de Investimentos em Participações Societárias
CONTABILIDADE AVANÇADA Avaliação de Investimentos em Participações Societárias INTRODUÇÃO Considera-se Participações Societárias quando uma sociedade (Investidora) vem à aplicar recursos na aquisição de
Contabilidade Societária
Contabilidade Societária Investimentos em outras Empresas Cenários MBA em Contabilidade e Auditoria Pouca/Nenhuma Influência Influência Significativa Controle Conjunto Controle Prof. Léo Lincoln Valor
Aspectos Tributários Relevantes
Aspectos Tributários Relevantes Fundos de Investimento em Participações e Holdings Estrutura FIP Cumprimento dos Requisitos Histórico Regra 40% Fiscalização Principais Considerações Características Gerais
Reunião Técnica de Normas Internacionais e CPC: Lei /14, o fim do RTT
www.pwc.com Reunião Técnica de Normas Internacionais e CPC: Lei 12.973/14, o fim do RTT Setembro, 2014 Rio de Janeiro Setembro de 2014 Contexto Atual Contexto atual IN RFB 1397/2013 1 2 3 4 Institui o
ESTUDO DE CASO. Os Novos Ajustes da Lei
ESTUDO DE CASO Os Novos Ajustes da Lei 11.638 Os Novos Ajustes da Lei 11.638 As demonstrações financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis adotadas no Brasil e normas da Comissão de Valores
CPC 32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO
CPC 32 TRIBUTOS SOBRE O LUCRO INTRODUÇÃO No Brasil os impostos incidentes sobre o lucro são: Imposto de Renda Pessoa Jurídica IRPJ; 15% sobre o lucro; 10% de adicional de IRPJ sobre o lucro de R$ 20.000,00
sumário Apresentação, xvii Introdução, 1
sumário Apresentação, xvii Introdução, 1 1 Estrutura conceitual básica e apresentação das demonstrações contábeis, 3 1.1 Introdução, 3 1.2 Finalidade da estrutura conceitual, 5 1.3 Objetivo do relatório
Alterações da Legislação das Sociedades Anônimas
Alterações da Legislação das Sociedades Anônimas Mudanças contábeis, fiscais e societárias da Lei 11.638/07 São Paulo Rio de Janeiro Belo Horizonte Curitiba Brasília Agenda Introdução Sociedades de Grande
1. Balanço patrimonial
Módulo 4 Egbert 1 Conteúdo: 13 Balanço patrimonial: obrigatoriedade e apresentação. 13.1 Conteúdo dos grupos e subgrupos. 14 Classificação das contas. 14.1 Critérios de avaliação do Ativo e do Passivo.
SUMÁRIO. Prefácio, xv 1 Panorama geral da contabilidade no mundo e no Brasil, 1
SUMÁRIO Prefácio, xv 1 Panorama geral da contabilidade no mundo e no Brasil, 1 1.1 Introdução, 1 1.2 Exemplos de utilização dos relatórios contábeis, 2 1.3 Impostos calculados com base nos relatórios contábeis,
Arrendamento mercantil
Arrendamento mercantil As operações de leasing são também conhecidas como arrendamento mercantil e trata-se de uma operação de aluguel. Os tipos de leasing mais conhecidos no mercado são o leasing financeiro,
Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Critérios de avaliação.
Módulo 4 Egbert 1 Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Critérios de avaliação. 2 1. Balanço patrimonial CLASSIFICAÇÃO CRITÉRIOS AVALIAÇÃO 3 ATIVO Antes da Lei 11.638/07 PASSIVO
Lei /2014 IN RFB 1.515/2014
www.pwc.com.br IN RFB 1.515/2014 Janeiro, 2015 Painel 1 Novo marco legal - geral: Extinção do RTT Novos CPCs Procedimentos de transição e adoção inicial Subcontas Mercado de capitais : Custos e despesas
Instrução Normativa SRF nº 038, de 27 de junho de 1996 DOU de 28/06/1996 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital
Instrução Normativa SRF nº 038, de 27 de junho de 1996 DOU de 28/06/1996 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas
INCORPORAÇÃO DE AÇÕES PERSPECTIVA DO ACIONISTA
INCORPORAÇÃO DE AÇÕES PERSPECTIVA DO ACIONISTA 1 INTRIBUTABILIDADE INDEPENDE DE NORMA (NÃO É ISENÇÃO) MAS HÁ NORMA NA LEI N. 8383: ART. 65 SE HOUVER ALGUMA MAIS VALIA, É POTENCIAL E NÃO REALIZADA FATO
Planejamento Tributário no Direito Brasileiro e no Direito Comparado
Planejamento Tributário no Direito Brasileiro e no Direito Comparado Alexandre Alkmim 1 Planejamento Tributário T Negócio Jurídico Resultado Negócio Jurídico Alternativo -T ou nt 2 Evolução I O Fato Gerador
Módulo Extra Egbert 1
Módulo Extra Egbert 1 Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Noções de Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) 2 1. Balanço patrimonial CLASSIFICAÇÃO CRITÉRIOS AVALIAÇÃO
Contabilidade e Introdutória. Professora Mara Jane Contrera Malacrida. Investimentos
Contabilidade e Introdutória Professora Mara Jane Contrera Malacrida 1 2 1 Aspectos gerais ð Caracterização de (Lei das S.A. artigo 179, inciso III) Bens e direitos de qualquer natureza, não classificados
Conflitos Jurídicos, Contábeis e Fiscais
Conflitos Jurídicos, Contábeis e Fiscais 5º Encontro de Contabilidade: Abrasca/Ibracon Andrea Bazzo Lauletta Setembro de 2015 A Administração Fiscal de Uma Pessoa Jurídica Brasileira Contexto Volume expressivo
CONTABILIDADE GERAL. Investimentos. Método de Equivalência Patrimonial (MEP) Parte 2. Prof. Cláudio Alves
CONTABILIDADE GERAL Investimentos Método de Equivalência Patrimonial (MEP) Parte 2 Prof. Cláudio Alves Podemos dizer que os investimentos avaliados pelo MEP, também chamado de Método do Patrimônio Líquido,
As principais práticas contábeis aplicadas na preparação destas demonstrações contábeis estão definidas a seguir.
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - Em milhares de reais R$ 1. CONTEXTO OPERACIONAL A RIO IACO PARTICIPAÇÕES S/A., resultado da transformação da Sociedade Fibracred Promotora de Vendas & Negócios
SUMÁRIO. 3 PRINCIPAIS GRUPOS DE CONTAS DO BALANÇO PATRIMONIAL E DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO, 37 1 Introdução, 37
SUMÁRIO 1 PANORAMA GERAL DA CONTABILIDADE NO MUNDO E NO BRASIL E UMA VISÃO GERAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, 1 1 Introdução, 1 2 Processo formal do IASB, 1 3 Histórico do IASB, 2 4 Adoção das IFRS no
Auditoria de Impostos e Contribuições IRPJ - CSLL - PIS/PASEP COFINS ICMS IPI - ISS SÃO PAULO EDITORA ATLAS S.A
EDMAR OLIVEIRA ANDRADE FILHO Advogado, contador e consultor tributário e societário. Doutor e mestre em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). É professor e palestrante em cursos
Ganhos ou perdas de capital na determinação do lucro real. José Antonio Minatel Mestre e doutor PUC/SP
Ganhos ou perdas de capital na determinação do lucro real José Antonio Minatel Mestre e doutor PUC/SP Roteiro Rigidez do Sistema Tributário Brasileiro e conceito constitucional de renda = lucro para PJ
PROCEDIMENTOS QUANDO A EMPRESA NÃO ABRE A SUBCONTA
PROCEDIMENTOS QUANDO A EMPRESA NÃO ABRE A SUBCONTA ADOÇÃO INICIAL A EMPRESA NÃO ABRIU AS SUBCONTAS Questionamento: Quando seria interessante a empresa optar ou não pela abertura de subconta? Empresa com
ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL E OS REFLEXOS DA LEI
ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL E OS REFLEXOS DA LEI 12.973 Apresentador: Gerson Diehl, Contador, Empresário Contábil, Membro da Comissão de Organizações Contábeis do CRCRS. 20-03-2015 Sumário IFRS Fim do
Sergio André Rocha (UERJ)
26 de abril de 2019 Depreciação, Amortização, Exaustão e Impairment & Moeda Funcional Sergio André Rocha (UERJ) [email protected] www.sarocha.com.br É possível reconciliar a contabilidade no
CAPÍTULO 01 CAPÍTULO 02
Sumário CAPÍTULO 01 IASC, FASB, IASB E CPC, 1 1. Introdução, 1 2. IASC, 2 3. IASB, 2 4. FASB, 3 5. Comitê de pronunciamentos contábeis, 4 5.1 Efeitos da criação do comitê de pronunciamentos contábeis,
Instrução CVM 579. Nova regra CVM sobre elaboração e divulgação das DFs dos Fundos de Investimentos em Participações - FIPs
Instrução CVM 579 Nova regra CVM sobre elaboração e divulgação das DFs dos Fundos de Investimentos em Participações - FIPs 1 de dezembro de 2016 1 Agenda 1. Tópicos importantes na ICVM 578 relacionados
O LUCRO SOCIETÁRIO E A BASE DE CÁLCULO DO IRPJ E DA CSL FACE ÀS MODIFICAÇÕES DA LEI 6404
O LUCRO SOCIETÁRIO E A BASE DE CÁLCULO DO IRPJ E DA CSL FACE ÀS MODIFICAÇÕES DA LEI 6404 FESDT X CONGRESSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO EM QUESTÃO RICARDO MARIZ DE OLIVEIRA marizsiqueira.com.br 1 HISTÓRICO LEI
III Seminário Catarinense sobre Atualidades Jurídico-Contábeis
CRCSC III Seminário Catarinense sobre Atualidades Jurídico-Contábeis Influência do tratamento contábil nas novas regras de tributação Elidie Palma Bifano 29/07/2014 de tributação O tema proposto e suas
FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Rua Professor Pedreira de Freitas, 401/415 Fone: Tatuapé
de Oliveira 1.(Analista de Gestão Corporativa-Contabilidade-Empresa de Pesquisa Energética-2010-Cesgranrio) Considere a operação a seguir. A Cia. Ordem e Progresso, após a apuração do seu resultado, efetuou
