Acústica - CIM028. Prof. Dr. Thiago Corrêa de Freitas

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1 Acústica - CIM028 Curso Superior de Tecnologia em Luteria Setor de Educação Profissional e Tecnológica Universidade Federal do Paraná Aula de Abril de 2017

2 O modelo de arco de violino padronizado e usado hoje é chamado de arco de Tourte (de François Xavier Tourte, archetier) ou arco de Viotti (de Giovanni Battista Viotti, violinista). Houve vários modelos entre 1600 e 1790, demonstrados na figura anterior, que eram totalmente satisfatórios para a música da época em que se encontravam e se desenvolveram até o arco atual. David D. Boyden nos diz que para o arco chegar ao modelo atual tivemos a seguinte trajetória: Corelli, Tartini, Cramer e então Tourte.

3 É importante destacar que o arco de Tourte foi alcançado por um processo de evolução e não revolução, durante um período de 40 ou 50 anos e isso através do esforço de dezenas de artesãos. Mais recentemente, no final do século XX, foi desenvolvido o arco no mesmo modelo de Tourte em fibra de carbono. Esses arcos, ainda que funcionais e relativamente difundidos, são demasiado recentes para que se possa dizer que são a versão contemporânea do arco Tourte.

4 Outros arcos conhecidos pelos músicos eruditos são chamados de arco barroco, porém esse termo comumente usado não é satisfatório para descrever os arcos usados entre 1600 e 1750, pois ele não sugere diferenças entre arcos usados para vários tipos de músicas como sonatas e danças. O arco conhecido como barroco teve várias modificações através do tempo, transições que o levaram a chegar ao modelo do arco moderno. Fétis apresenta oito arcos - os quais chama de grosseiros - datados de 1620 a 1790 como prova visual de que os arcos não tiveram nenhuma evolução séria a caminho do arco moderno dentro desse período.

5 Mudanças no arco de violino. Fonte: Lucas G. Schafhauser.

6 Esses arcos não tinham padrões e variavam em modelo e qualidade de um para o outro. Porém, fontes confiáveis como Mersenne deixam claro que o arco era totalmente satisfatório para o músico e a música da época. O fato é que os artesões melhoraram o arco de acordo com as mudanças musicais da época e a opinião exagerada de Fétis pode ser compreendida pelas circunstancias de sua época, em comparar os arcos antigos com o arco moderno.

7 David Boyden sugere que as mudanças das propriedades físicas do arco de violino iniciam-se com Corelli, ao redor de 1700, até chegar a Tourte em Corelli e seus pupilos: Locatelli, Geminiani, Veracini, Pugnani e Tartini, desenvolveram o modelo que pode ser caracterizado de grosso modo como modelo Corelli-Tartini. Esses termos foram apresentados primeiramente por Woldemar em 1800 e depois por Baillot em O modelo Corelli-Tartini está normalmente ligado aos arcos usados para a sonata italiana na primeira parte do século XVIII. Ele media normalmente de 61 a 71 cm em comprimento total.

8 Um fator que dificulta conhecermos por quem e quando foi construído determinado arco é que tradicionalmente o archetier era anônimo. Isso fazia com que determinado modelo de arco ficasse conhecido por seu violinista. François Tourte raramente estampou seu nome em seus arcos e mesmo ele tendo sido um famoso archetier. Teóricos como Woldemar e Fétis chamam o arco de Tourte de arco Viotti, por causa do violinista Viotti que foi um dos pioneiros em usar o arco de Tourte.

9 O modelo Corelli-Tartini tinha uma vareta reta ou levemente convexa, o ponto de equiĺıbrio mais baixo em direção à mão do violinista. Se comparado com o arco moderno, o antigo era ligeiramente mais curto e mais leve e tinha uma faixa de crina mais estreita. Embora Boyden tenha dito o arco antigo e arco moderno, existem uns quatro ou cinco modelos de arcos distintos antes do séc. XVIII variando para suprir a necessidade de cada estilo musical. O primeiro tipo, como já foi dito, é o modelo Corelli-Tartini. Geralmente apropriado para o estilo musical da primeira metade do séc. XVIII, para tocar peças de compositores como Corelli, Vivaldi, Geminiani, Tartini e outros.

10 Antes de 1725 ou perto disso, havia uma clara distinção entre a sonata do arco de Corelli-Tartini e a dança francesa (usada como música de dança). A francesa usava um arco mais curto como mostrado na pintura de Gerard Dou de 1665, a qual mostra um violinista e o seu arco. Consequentemente o estilo de dança francês junto com o modelo de arco usado por ele saíram de moda e a sonata com seu modelo de arco dominaram a música na França.

11 O Arco de Violino O violinista, de G Dou. Fonte: Wikipedia. Prof. Dr. Thiago Corre a de Freitas

12 Depois do advento do arco de Tourte, arcos como o de Cramer e outros foram se tornando obsoletos. A razão de acontecer essa troca dos arcos está relacionada com as demandas musicais por parte dos compositores e violinistas. Sem sombra de dúvidas, a ênfase em cantábiles, arcadas longas e frases sustentadas requerem um arco longo e com uma faixa de crina larga, por isso o modelo mais adequado foi o de Tourte. A vareta côncava permite uma rápida resposta no ataque inicial, essencial para produzir o efeito de sforzando e martelé. Muitos crêem que o arco de Tourte criou uma resposta para uma nota mais forte, mas isso é um ponto discutível pois, o próprio violino depois de 1800 mudou para essa nota mais forte ser alcançada.

13 O que Tourte fez foi padronizar todos os arcos transitórios incluindo o de Cramer, seu triunfo foi inevitável pois, seu arco foi sem dúvida o melhor para a maioria das situações que os violinistas daquele tempo encontraram. Tourte foi quem fixou o comprimento total do arco de violino, incluindo o botão do parafuso (cerca de 74 a 75 centímetros), a área livre do comprimento da crina (65 centímetros) e a largura da faixa da crina com cerca de 11 miĺımetros. A aparição do arco de Tourte em Paris (1785) é geralmente considerada o fim da história do arco. Mas houve ainda o desenvolvimento paralelo na Inglaterra, menosprezado em relação ao Tourte.

14 Se Tourte père é o mediador para seu famoso filho François, o mesmo poderia ser dito de Edward Dodd ( ) ser o de seu filho John ( ) que depois foi chamado por bons motivos de Tourte Inglês. Os arcos de John Dodd tinham qualidades comparáveis aos de François Tourte, embora fossem menos elegantes e mais curtos. Isso abre um novo questionamento, será que o desenvolvimento do arco de Dodd na Inglaterra e o aperfeiçoamento de Tourte em Paris foram independentes, ou através do conhecimento do trabalho um do outro?

15 Viotti foi para Paris em 1781 ou 1782 e por lá permaneceu por 10 anos. Durante esse tempo, de acordo com Fétis, página 118 da referência [4], ele deu conselhos e opiniões para François Tourte buscando um arco perfeito, com isso supõe-se que ele deve ter usado um arco de Tourte. Em 1792 Viotti foi obrigado a fugir para a Inglaterra por causa da revolução francesa e ele deve ter levado um arco de Tourte para a Inglaterra, então se Dodd não conhecia um arco de Tourte até então, ele deve ter conhecido depois disso.

16 Embora a adição do arco de Cramer e da escola inglesa de construção de arcos amplia e corrige a perspectiva da história do arco, a importância de Paris ainda é a mesma. Além de ser muito importante na construção de arcos no final do séc. XVIII, Paris foi também o centro do recém-despertado interesse na construção de violinos e técnicas de violino. Pela primeira vez na França aparece um grande construtor de violino: Nicholas Lupot ( ). O desenvolvimento da técnica do violino em Paris avançou tão rápido que a Escola Francesa [15] tornou-se a principal para toda a Europa no séc. XIX.

17 Assim a liderança nas técnicas de violino e construção de arcos e violinos passou da Itália para a França no final do séc. XVIII e com isso a nova fusão de violinistas franceses como Baillot, Rode e Kreutzer (pupilos e colegas de Viotti) espalhados por toda a Europa levaram o arco de Tourte com eles. François Tourte então foi o construtor de arcos de violino na história que mais recebeu louvor. Mas essa fama deve ser dividida um pouco dando também créditos aos outros que participaram na história do arco.

18 Como vimos, o arco de Tourte foi alcançado por um processo de evolução e não de revolução, durante um período de 40 ou 50 anos e isso requereu um esforço de dezenas de artesãos como John Dodd, o pai de François e outros incluindo o projetista do arco de Cramer, que tinham tanto talento quanto François e ainda permanecem anônimos. Tourte padronizou e aprimorou o arco em sua melhor forma, combinando as melhores características dos arcos anteriores. Mesmo assim não devemos fechar os olhos para os arcos anteriores e ver as melhores características de cada um, características que mesmo um arco de Tourte não alcançaria para executar as obras de sua época.

19 Aspectos técnicos do arco Elementos do arco de violino. Fonte: Igor. M. Fomin

20 Aspectos técnicos do arco Elementos do arco de violino. Fonte: Igor. M. Fomin

21 Aspectos técnicos do arco Elementos do arco de violino. Fonte: Igor. M. Fomin

22 Aspectos técnicos do arco Elementos do arco de violino. Fonte: Igor. M. Fomin

23 O Arco de Fibra de Carbono Com a possibilidade de novos materiais sintéticos no século XX, manteve-se a forma do arco Tourte porém, construído com fibra de carbono. Esses arcos podem variar tanto em qualidade quanto em valor e atualmente sua aceitação ainda não é tão ampla, embora estejam no mercado desde a década de Arcos de fibra de carbono, ainda que funcionais, são demasiado recentes para que se possa dizer que são a versão contemporânea do arco Tourte.

24 O Arco de Fibra de Carbono Arco de fibra de carbono. Fonte: Prof. Dr. Thiago Corre a de Freitas

25 O Arco de Fibra de Carbono Arco de fibra de carbono. Fonte: Prof. Dr. Thiago Corre a de Freitas

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