INTEGRAM. SO» 1 PENSÃO QUE OFERECEMOS
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- Júlio César Fernando Natal Branco
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1 IKITA (ÍAZETA ^ ImléL DA ÍAPMACIA: "O tédio veio ao mundo peb estrada que a preguiça construiu*. LABRUYÉRE - ORGAO INDEPENDENTE» INFORMATIVO E DEFENSIVO DOS INTERESSES DA FARMÁCIA Diretor: ANTÔNIO LAGO ANO XI IHo da Jahahro, Novembro áê 1942 Numero tabelamento dos Preços! A.B.F.I A QUESTÃO TC. mnamiln mrnn tinm. ixiàtmm *,».Utiaina..- n <.*...»- *» ^namam Na momento em «ue todas as atenções te acham voltadas para o pro- Dlema orlado pela determinação do Coordeuador da Mobiliiaçfco Eoanomica, da fixação de preços das especialidades farmacêuticas e aniformi- PAçSm dos lucros na sna venda, vamos volver os olhos para a passado um pastado qae nao está muito longínquo e traser à memória dos nossos leitores sigo que consideramos de grande oportunidade. As lições que o tempo nos ministra sâo sempre sábias e há grande verdade na.afirmativa contida no adágio popular qne dis nada haver de melhor da que u*v dia depois da outro. Quando, em o Centro dos Droguistas e Industriais cm Drogas se fundia com o Sindicato dos Proprietários de Farmácias e Laboratorios, o motivo dessa fusão foi, justamente, o da umformteaçãa de preços de medicamentos. Aliás, oom o fim único de moraliaar o comércio de medkamentos, defendendo concomitantementc os interesses da farmácia, ds laboratório, da drogaria e também os do consumidor, foi que se fundou o Sindicato dos Proprietário*- de Farmácias, Drogarias s Laboratórios. A repercussão qne teve a campanha que *M*eccdea essa fundação e aquela fusão, está ainda na memória de quantos vêem acompanhando a vida da farmácia entre nós. Estão todos lembrados de qae tivemos, então, nessa época em qne éramos o órgão oih-ial daquele Sindicato, de enfrentar a mais terrível oposição, serfdo de notar que quase toda a imprensa do país se colocou rontra nós, combatendo a idéia da uniformiia«ção dos preços, da limitação da percentagem de lucro, da adoção dessa mesma medida que hoje a imprensa toda acata, defende, aplaude e aeha maravilhosa, de se estipular claramente, em cada produto, o preço de venda. O movimento, se bem que contando com os mais valiosos apoibs óctitro da classe, não logrou a êxito desejado. O capricho de alguns, a falta de compreensão de outros, a tibieca de alguns outros entravaram a mtrcha do projeto. Mas. isso é o que se chamará de águas passadas... Hoje. entretanto, decorridos nove anos, verifieamo.» que naquela época estávamos cèrv>s. defendendo um ponto dc vista acertado, e se compararmos as situações verificaremos que dantes era a classe que, com geral oposição, desejava espontaneamente moralizar a questão dos preços dos remwlios na farmácia, no laboratório e na drogaria. Ao pa-so qve agora ela lhe é imposta compulsoriamentc. Diferença, aliás, bem a«preciavel... Naquela época verificávamos que as drogarias compravam determinada tabela de certos produtos, gozando dos descontos estabelecidos. para vender em seu balcão o mesmo produto por preço igual ao da farmacia.. E queríamos combater essa irregularidade. Roje. é o próprio governo que, atendendo, oomo sempre, ãs queixa*, e reclamações do povo. ampliadas pelo clamor repetido da imprensa, resolve intervir. Não queremos, de forma alguma, emitir oinião relativamente ao modo oomo foi agora feito o reajqstamento, mas não podemos silenciar diante da balburdia que se tem verificado nesta Capital e em São Paulo, pela adoção de porcentagens diferentes, o qae ocasiona, evidentemente, malentendidos Brte jornal foi fundado para defender os interesses da.tensaua Sempre aue foi possivel defendê-los, estivemos presentes na Hça O nossa silêncio de agora tem fundamentos que Infelizmente não podemos «selarecer. Limitamo-nos, pois, s reproduzir htje a tabela qne ha nove anes. au seja em 1933, nestas mosmas colunas estampamos, quaodo measeça- M*re«*aeiai «M» «**«;* vamos a campanha pda adoção de medidas que, f«hoje se evitariam quaisquer Interferências compulsórias na vida fia farmacia, do laboratório e da drogaria. O plano de 1933 foi elaborado conciencioi-amcntr. com amplitude de vistas, com calma, com conhecimento de causa, com ejj«ggw-igse visar mais do qne um ajustamento cordial de interesses, ^f*!*^ então, vitimas nem opressores, exploradores e explorados, conrorme se quer faser crer qne boje sucede. Qne se movimentem o* dirigentes da nossa classe junto aaa psderes competentes e façam na tabela honesta e <*%**»**' * _?*!! que m circunstâncias atoais indicarem - diferenças «** "J"* cimento de matérias primas, encargos novos etc. - «/ " S^-TjgJ da referid. tabela, isto é, da forma de execução yj*»» 7 asi tar, estamos certos de que com Isso se letaemmfá ^ZZ^lf^Z Afirmamos b. antes de mais nada, por termos a *» "** * «! a tabela de 1933, cm seu mecanismo, visava unicae * ^JjJSJ*»»? monlsar interesses, visando defender o consumidor, a VFmteTim Stlgaria a laboratório. Cremos qne nenhuma outra J^fJ^L10^. tada. que fugir a este critério, psr mais sábia q»e - eemn zirá sa desejados resultados. Ni tia B> Publicaremos ua 4.' pagina s tabela orgsni. zad«pelo" Sindicato dos Proprietário» de Farmácias, Drogarias e Laboratório*,, em outubro de NOVAS CONQUISTAS O Prof. Quintino Mingoja, auxíuado pelo Prof. Bioea, conseguiu mo curto prazo da 2 meies, doze novos compostos de Aplkmção no terreno quimioterápico, ami*bacteriano e ontem pnelarico. No correr do mês de Dexmmbro a notável professor de Farmacologia, membro honorário do Academia Naeimud da Farmticine correspondente da Academia Nacional da Medi- -Ma e dm Academia Brasileiro da Medicina Mimisary ^alisará sob a patrocínio destas entidades ciéntificm uma eyjmuniceçio especial "Pesquisas intitulada Quimkos # (^miote^meai* sobre novos derivados da thsenihulfona.. O Prof. Mitigo ja ha pouco tempo recebeu da diretoria de Saúde do Exército a especial incumbência de realizar no L*b. Paulista de Biologia estas pesquisas especiais. FUTURA DIRETORIA NOS PRIMEIROS DIAS DO MÊS DE JANEIRO DO ANO A EN- TRAR, A ASSOCIAÇÃO BRASI- LEIRA DE FARMACÊUTICOS VAI REUNIR-SE EM ASSEM- BLÉIA GERAL «ORDINÁRIA, AFIM DE ESCOLHER SEUS DI- RDOENTES PARA O BIÊNIO DE E' NATURAL, POIS, QUE DES- DE AGORA OS CÍRCULOS IN- TERESSADOS COMECEM A SE MOVIMENTAR NA DIREÇÃO DE FOCALIZAR as NOMES QUE ME*LHORMENTE CONSULTEM OS INTERESSES DA CLASSE FARMACÊUTICA, NAQUELES CARGOS DE DIREÇÃO. REALMENTE, ASSIM VEM ACONTECENDO, E NÓS, QUE J.AMAI6 DEIXAMOS DE ACOM- PANHAR. NOS MENORES DE- TALHES. A VIDA DA PRESTI- GIOSA INSTITUIÇÃO, MUITO TEMOS OUVIDO NAQUELE SEN- TIDO, AQUI E ALEM, DE VEZ QUE A ENTIDADE EM FOCO SE PROLONGA, EM TRABALHOS E ACAO, POR TODA PARTE ONDE SE ENCONTRAR UM PROFIS- SIONAL DA FARMÁCIA. DESSE BALANCEAMENTO DE OPINIÕES, BEM PESADAS E MEDIDAS AS CIRCUNSTANCIAS, NAO SE APRESENTAM DIFI- CULDADES PARA CONCLUIR-SE PELO CRITÉRIO DA RECONDU- ÇAO DO ATUAL QUADRO DI- RíJTOR, MENOS ALGUNS ELE- MENTOS, POUCOS ALIAS, CUJAS ATIVIDADES PROFIS- SIONAIS NAO LHES PERMITEM MAIOR DERIVAÇÃO DE TEMPO. SOMOS, EM PRINCIPIO. PELA ROTATIVIDADE NOS CARGOS DIRETORES. PERMITINDO DES- TARTE INICIATIVAS NOVAS, AMBIENTES DIVERSOS. POSSI- BILITANDO CONQUISTAS QUE A OUTROS PORVENTURA HA- JAM ESCAPADO. O MOMENTO ATUAL. NO EN- TANTO. EM QUE TUDO SE SA- CODE E AGITA AO SOPRO DE A.CONTECIMENTOS VERDADEI- RAMENTE C VTASTROFICOS A HORA CONTURBADA QUE VI- VEM OS POVOS DE TODAS AS LATITUDES, PARECEM ACON- SELHAR, O OONSERVANTISMO NOS RESPECTIVOS POSTOS DA- QUELES QUE DIRIGINDO E ORIENTANDO OS DESTINOS DAS INSTITUIÇÕES, SEJAM QUAISQUER A NATUREZA DE- LAS, MOSTRARAM-SE CAPAZES EM SEUS CARGOS. ACONTECENDO ASSIM. TUDO SE CONJUGA E EQUILIBRA NO SENTIDO DE SE RECOMENDAR, OOMO ACERTADA, A REELEI- ÇAO DA PRESENTE DIRETORIA DA A. B. P. ADEMAIS, OS HOMENS QUE A PELO TRABALHO, DEDICAÇÃO E ESFORÇO, POR MERECER O RESPEITO E A CONSIDERAÇÃO DB SEUS PARI86. O PR.E6IDENTE. ANTENOR RANGEL FILHO. QUE CARRE- GA COM AS RE8PON8ABILIDA- DES TREMENDAS DO NOME GLORIOSO DE SEU MAIOR, O O GRANDE ORLANDO RANGEL, TEM SABIDO HONRAR A TRA- DIÇAO LUMINOSA, DA MESMA MANEIRA QUE HONRADO TBM O CARGO POR QUE PASSARAM TANTOS NOMES ILUSTRES DA FARMÁCIA. A RECONDUÇÃO. NESSES MOLDES, DA PR»OLARA DOUS- TORIA DA A. B. F. SERÁ. NAO O POMOS KM DUVIDA, OBRA EXCH-INTB. EM FROFUNDIDA- DE E EXTENSÃO. SO» 1 PENSÃO QUE OFERECEMOS Tome uma assinatura por *ês anos d'a GAZETA DA FARMA- CIA e paewú apenas Crf 30.» como boniík-acào, recebendo 12 números por ano com toda a i>nr.ti.n. Idade. dos medicamentos Cândido Fontoura 0 dr. Coriolano de Carvalho. ilustre clínico em Marilia,.Estado de São Paulo, autor de vários trabalhos, entre os "Origem quais e evolução da Farmácia", "A Farmácia no Rio de Janeiro", onde antes de se formar em medieina exerceu a farmácia com grande brilho c dedicação Sr. Cândido Fontoura nos assuntos profissionais, acaba de fazer-me um apelo dramático para que diga algo relativamente a essa campanha em torno dos medicamentos, que, como quase todas as campanhas, vai desmoralizando a tudo e a todos quantos se encontram em seu caminho. Para atender ao meu ilustre amigo, aqui estou de pena em punho, sem saber o que escrever, porque esta campanha parece-me semelhante a muitas outras que surgem de tempos em tempos, como a do jacobinismo, a dio anticlericalismo e, ultimamente, a do anti-judaismo. Lembro-me ainda da "«Ganu,,-. NESTES *- DOIS * ANOS te»", jornal de um furioso INTEGRAM. vencidos, muito fizeram, grupo * F de anüclericais, que ha algumas dezenas de anos atrás não dava -sossego aos padres. E quando tais campanhas estão no auge de seus exageros, qualquer tentativa de esclarecer o assunto, é inutil, senão contraproducente. Estamos nesse caso. Por que essa celeuma? Ha. droguistas, laboratórios, medicoa, que abusam? Sempre os houve e continuará a haver. Maa é assunto que compete à fiscalização do exercício de medicina e farmácia; com a aplicação, exata e insistente, das leia que regulam essas atividades, uma grande porcentagem desses abusos desaparecerá. Ha falsificadores de remédios ou de gêneros alimentícios? Não deve haver maior piedade eom eles do que eom os salteadores de estrada, que ameaçam e saqueiam, de revólver em punho. No tocante à saúde pública, não há diferença enti* o alimento e o medicamento, se não for o primeiro ainda mais importante que o ultimo, pois com alimentação sadia desde a infância, rarapmente serão precisos remedios. 0 que constitue uma injnstiça clamorosa é que tal campanha se faça de tal mane-ra, que o público seja levado^ s crer que todos quantos têm suas atividades ligadas a produção e ao comércio de medicamentós, são indistintamen* te deshonestos, Pois não é outra a conclusão a tirar dos reclamos de medidas drásticas e gerais, que, sem discernir os inocentes dos culpados, iriam atingir a todos igualmente. Essa atitude, que o público naturalmente não lem o tempo de examinar a fundo, é equivalente à dt quem, ante os aesassiniç» que freqüentemente se registam, recomendasse pôr toda a humanidade na cadeia, afim de atalhar à possibilidade de tais crimes... Outro ponto é a lenda ds que, para fazer fortuna, bastam ao farmacêutico uma torneira e um pé de limão. Essa idéia, que jaz no subconciente do publico, é precisamente o oposto da realidade. Há já muitos anos que. por toda parte, e em nosso país especialmente, a posição econômica do farmacêutico «i das mais precárias; e variai soluções têm sido reciamadai e propostas para solução dee se angusioso problema. Em minha existência de íilho Mt farmacêutico, nascide na farmácia, não tendo feits outra coisa na vida senão remédios, e sempre vivido èntre colegas, náo conheço nenhum que tenha feito fortuna com farmácia. Conheço alguns que, com o produto de economias bem aplicadas, em negócios das drogas, realixaram fortunas, como o saodoso Orlando Rangel. Os aproveitadores, esses hãi de viver sempre como sevan dljas, rasteje ndo no eacuro até que as autoridades os pi lhem. Quanto aos intermediários esses sempre levam vanta gens em todos os ramos d* comércio. Mas o que inter vem no caso é o senso doi negócios e a atividade pessoal Assim, por exemplo, os ali vos comissários de café sem (Continua na 20.'1 pi*.»»
2 Roa Cá mt'**' 55 «obrado Telefone da re<iu<,.o Direção, propriedade e responsabilidade: ANTÔNIO LAGO Redator-chefe: GALVAO DF QUEIROZ Secretário: ANTÔNIO NUNES LAGO Gerente: Antônio Thomé. Re.pre.su nt-ante em São Paulo : Farco. Arnolpho Lima Rua da Liberdade A GAZETA DA FARMÁCIA não assome responsabilidade pelos eoo. coitos expandidos em trabalhos ds colaboração, devidamente assinados reaervando-se o direito de aprecialos, antes da publicação, podendo até manter idéias ou doutrinas diforentes das que venham a ser defea. üdas pelos seus colaboradores, eomba tendo-as. Toda a correspondência e eolaboração deverão ser enviadas para a Caixa Postal 528. j e_ A GAZETA DA FARMÁCIA está registada no Departamento Nacional de Imprensa e Propa* ganda Este jornal é selado de acordo eom o artigo 49 do regulamento postal em visor. ASSINATURAS Para o Brasil: 8 anos Cr$ 30,00 Numero avulso Cr$ 1.00 Número atrasado... 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PJalodc e M. F. Mason, Arch. Surg.. 42, 1941, fazendj observações dos efeitos do cajor e do frio sobre animais em estado de "Shock" produzido por nemorraigia ou por traumatisação om uma das pernas chegaram a* seguintes conclusões Acentuada elevação de temperatura diminue a chance de vida do animal e encurta o periodo de sobrevivência. A aplicação do ftio não aumentou a chance de sobrevivencia mas alargou o tempo de sobrevivencta.. Os autores fazem lembrar que no homem em estado de "Shock" as extiemidaides podem estai irias por desvio do sangue sm circulação para extruturas mai. importantes. Os autores não sustentam que a temperatura dos pacientes em estado do "Shock" deva ser reciuaida maus afirmam que o aquecimento da pele pode resultar numa diminulçõo posterior da circularão nos órgãos essenciais e mais facilmente atirjgidos. Acre ditam que processes drásticos de eievar a temperatura da pele devem ser usados com grandes precauções. A restauração do volume de sangue pelos meies adequados é o mais Imoortante. V N. LAGO ^ALLIDOL REDOrÁM PARA USO INTERNO I 511 ATOXICO II II CO.TOSTO DERIVADO WJL DA SERIE ALLILICA ll«%_ Vi, m - _n I **" * (fl^^r ^*^ m, mttmhau.»»»*».»««> ig^í. mknnm.»<v» t-.pl.tra. II I H II *w<mm.»»l... toutt.wc lll I """^I^Sl W^mmW' AMOSTRAS! RUA HYPODSOMO. *m *^^^*^\t^^m^^m^m*^*m\mm*** Em todas as classes, sejam elas cientificas cu laboriosas, há sempre uma figura de escoa, exem.pliflcadora e destacada, que por si só define e exalta todo o meio ambiente de uma coèetividade. Na Farmácia brasileira, por oeno. essa figura é a do farmacêutico João Daudt Filho, cujo briàio de ação, encetado em 1881, tem, na decorrêncla de 61 anos de trabalho, erigido a afiimaçáo inctcntestaveü dos seus valioscs merecimentos. João Daudt Filho, embora lhe pese sobre os ombros toda a responsabi-lidad" da administração de uma aored.ta firma industrial, ainda possuo espírito engenhoso para con. agrar-se ao campo da literatura. Bm seu livro íntimo, intitulado "Memórias de Daudt Mho". esse Ilustrado íarmacêutico reoonia fatas interessantes da farmácia antiga. cujos aspectos retrospectivos, nesta secção, têm sido explorados, até agora, pelo desvalloso nome que assina o artigo de hoje. Não podemos privar o leitor do conhecimento das interessantes páginas que nesse setor -curioso da botica traçou, com agudeza de sspirito, o respeitável decano da farmácla no Brasil. João Daudt Filho conta-nos em seu livro que na cl dade de Santa Maria, no Rio Grande do Sui. existiu em 1875» Ouilhermé Flscher. antigo seleiro e correeiro, estabelecido á rua do Acempamento, oom negócio de arrelos e de albaidas. A vocação de Fiaoher, porem, era a carreira farmacêutica, cujos ensaios feitos na aplica. çáo de remédios caseiros às pessoas de seu conhecimento. n_e tinlum grangeado secura clientela. Um dia, Flscher transformou * selaria numa autêntica botica. De posse da sua Jtítiià E* o que sente quem SÓ usa pas* o t&» nho, para o rosto, para as mãos. o Sabonete Eu calo Farmácia antiga Memórias de nma profissão, Fischer viu-se cm sérias dlflouldacies para sair-se condignamente dos embaraços que a sua condição de farmacêutico lhe criava a coda passo. AAgusna* dessas ridículas passagens sflo narradas por Daudt Fttbo nos interessantos páginas das suas "Memó. rias". Lelamos alguns trechos do seu curioso livro: Flscher tinha reapootes prontas e imetorqulvels. Tinha fama de careiro a quando alguém reclamava contra os preços respondia: - O que é bom é caro. Remédio legitimo custa mais caro do que o falsificado. Se pre* fere o mais barato, vá comprar no Bargna. "Meu pai recebeu uma encomenda de uma garrafa de Depuratlvo Ferreira de Abreu, xarope de muita fama, sobretudo peto grande nome do autor, notavei médico riograndense. professar da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, médko da Corto Imperial. Mandou o Fischer aviar o pedido e na boa fé remeteu o remédio devolvido com uma doscompostura ao botteárta, V^Ç,',.^í ^ y^ dizendo qua aquilo era um melado qualquer que eie na via impingido e não o xarope encomendado. Meu pai, bastante agastodo, protostou contra o equivoco, mas o Flscüer, que náo se apertava nonca, tendo para tudo boas respostas, convenceu a meu pai que não se tratava de nenhum equivoco, pois eie próprio com as suas mãos tinha enchido ;- rotulado a garrafa ^ ^Ér^W^^^^ y y^/ií^ í Farmco. João Daudt Filho e que o x. ope era legítimo, por ele importado cm barris diretamente do fabricante. "Um dia estava o Fischer encostado ao frade da esquina aua ndo passou um Indivíduo a galope varias vezes, para cima e para baixo. Indagou do homem o que andava ele procurando tão apressado. Ah! "seu" Fischer. procuro o padre para pedir-lhe um pouco de água benta; minha mãe e6tã ago. nizando há muito tempo e me cnsin aram qu. só cem (gua benta ela poderá descansar. Para água benta náo é preciso padre! Com quem. então? Comigo; tenho aqui na botica. E foi lá dentro encher uma garrafa com água do pote. Muito obrigado, "seu" Fischer. Obrigado, não: cu?ta 5*000 O pobre diabo, que náo tinha cnde cair morto afinal levou õe eraça a "áeruí» ben ia". "En-imi umn vr? na botica um honrem, desesperado dc dm ^r.m... -v p-uiado. Daudt Filho avm DMsicks Raiz ao soa disse o "Fischer; e, sem mais cerimonia, _he foi metendo o botlcáo na boca. Duma arrançada saiu o dente doente acompanhado de outre são. Quanto custa? Dois mia réis cada um! Cobrar um só dente seria oonfessar o erro. O paciente pagou e não bufou. De outra vez arrancou um dente de outro pobre diabo alucinado de dór. Deus lhe pague, "oou" Pis. cber! Isso não; quem paga é você mesmo. Custa 20000! Sou pobre, náo posso Pois pagar. quem é pobre náo tem lu- *o; toma chá d» laranjeira. O Fischer tinha multo desses dltos; ma3. no fundo, era geneirso e humanitário. "Não é nenhuma invenção o seguinte episódio: Um forasteiro chegado em Santa Marta o dr. Aurélio Benigno Castilho, fundador do colégio de seu nome em Porto Aleçrc prectroa de uma cangalha. Não encontrou esse objeto em parte alguma. Por caçoada, talvez, lhe foi Indicada a casa da esquina. Ai, o forasteiro viu que era «ma botica, e portanto a indicação não passava de pilhéria. Disfarçando comprou um remédio qualquer e depois perguntou ao Fisoher se por acaso lhe poderia lnformar onde seria possível encontrar a cangalha. Aqui m&mo respondeu o Flscher e foi para c interior da botica, de onde vokou sobraçando a cangalha! E' que Fischer. tendo sido seleiro. certamente o objeto fazia parte do velho espólio da sua antiga selaria Ficou assim mais uma vos provado que a botica do Fischer de fato tinha mesmo de tudo... Até ovos frescos e garantidos!" * O livro de Daudt FUho, porem. não é um livro de humoristno. Igualmente náo é um diário ou repositório de fatos partiçjjjtes da vida do seu autor. E* uma obra íntima. confidencial, talhada dc ptü»- clpio - fim oom Intuito, de magnanlmldale e de grandeza dahm Todo o seu Um, rcyassado d<ternura e de bondade, é, página a página, apenas, um lntrotto para a homenagem tocante e requintada que. por fim, é prestada á memoria do seu sobrinho Fdippe de Oliveira. que tão dignamente honrou as letra^ brasileiras. Os que leram a obra de Daudt Filho, nela encontrarão em toda.* ias Unhas saudosa recordação do ambiente farmacêutico. Igualmente encontrarão profunda tensibiiidac> Sensibilidade xadisircl e tocxp.ícavel, plasmada, por certo, pelo exerciclo longo ge uma profissão feita de renúncia e de devotado amor ao próximo. Fab rica de Agulhas e SeringaVetemaria íi im ti \m\ SI Seringa Veterinária, toda de metal, oom embolo de borracha e 2 agulhas para 20 c.c, com caixa de paphâo, j>rcço 3.5 H00 Seringa Veterinária de vidro e metal, com 2 agulhas, em caixa de papelão, para 30 c.c», preço Remetemos pelo Correio Rua Coraçáa de Maria, * Telefone: Rie de Janeiro
3 Hbvembro do 1942 m VKífWlJL ****^mjm4^m\^^à^m^a\^m^^mmmmm 4*^Mm I BaB I ^B l^r ai^bh ^^B \^m^mm^^,^^mmm^^^mi^ê^m^mmmmmmmmmmmmmmmmmm^mmma^'^mm^^m^^^^mmmmmmmmm» ^aauua^a»aa^l»^»»»»»aaaa^l^a Farmácia Pratica ALGUMAS FÓRMULAS UTEIS Verniz para pílulas (insoiuveis no estômago) BeriaWjiaphtol 2! Vanl" gênio 4,0; OM-t 8,0; «Akoou a g. Éter 40 g. Verniz para rótulos (Fórmula muito experimentada) Sandaraca 50,0; Álcool a ,0; Terebentina de Veneza 80,0; Essência de terc benthu 10,0. Passar, em primeiro lugar, sobre o rótulo, duas ou três camadas de colodio, sem óleo de ricino; depois de bem seco, passar c verniz. Vermifugo purgativ F TetraclaJíeto de carbono 30 cc.; Óleo de chenopodto 30 grs.; Phor.oliphtaleina 0.50; Xarope de baunilha an; Xarope de hortelã-pimenta 30 cc. Para adulto, tomar em duas doses, uma por dia> em W1*1, Para crianças, 2 cc. ou meia co. Iher de ohá por ano de 'Made. Pílulas de.lanceraux, ou tambem Pilulas hidragogas e diure «cas de Bouchardat Estas pilulas, com dois titulos, toem Kadiao alguma confusão a colegas vários, e, apesar de ve- Mias, atada sáo hoje receitadas. Ete a fôpmuaa, em sua slmplksidade» CABELLOS BRANCOS CASPA Queda ^cbs abellos Juventude ALEXANDRE pó de aoila an; «ro de escamonéia an; Dlgitalls em pó 5 ceriitg. Para uma piknla. Óleo para mosquito (Mosquito OU) Os formulãirios ingleses aipresentam várias fórmulas de tal olec, muflto usado por ingleses e americanos, que, aplicando-o em fricções na pele, arrostam, sem grande perigo,os lugares inftestados pelos nocivos ünsectos Entre as muitas formuilas, apresentamos que se segue: Mosquito Oil Essetncia de hortelã-pimenta 10,0; Oüeo de encamptus 6,0; Essência de tiiymo 20,0; Olco de myrcia 5,0; óleo de citroneles, M m. UNTMENTO M ROSEN» A ultima fórmula de Linimen to de Rceen do Codex Francês assim como a da nossa Farmacopéia mantém o mesmo P ces so de preparação que e o da mistura da manteiga de moscada com as essências e óleo de recinio num gral ajuntando depois o álcool. Na própria, há anos, em um "A jornal Farmácia", um coiega pesquisador propôs uma modmcação bastante util que a** *io e empregamos e que no enfcunto não foi aproveitado pela comissão do Codex, essa modificação. PÍLULAS DE TORFWAL Entre os vários processos de preparação daa Pilulas dc torpiboi damos abaixo um a«e <*«"- oe garantias de execução fácil e Indiscutível: m Torpinala an.; benaoato de soda, 3 gr.. Adiciona-se 3 grs. ae açúcar ou de beterraba mais 1 grs. de benzoato de sódio e 75 centgr. de exipiente branco e aigumas gotas d'água. Dividir em S0 puulas..quanto ao exciplente branco recorrer aos passados numeros da GAZETA em a qual publicámos a.sua fórmula. I PÍLULAS DOS TlttS SULFATOS (Do dr Tonos Homem) pode aer jjolicitada e é bem provável que alguns colegas a desconheçam, o que bem Justificará aqui a sua inserção: Sulfato de ferro, 4,grs.; sulfato de qq. 2 grs.; sulfato de strychnlna. 5 centgr.; extrato dei gencisuia ql F. s. a 36" Pilula*. ORA, PÍLULAS!... O farmacêutico Cornêlio Taddei, proprietário do Laboratório Lister, apesar da soa modéstia, é um nome muito conhecido e de largo prestigio nos circulo» de farmácia da capital paulista. Você quer ir a Sáo Paulo, Leitor camarada e amigo? Se quiser, ouça o que eu digo, Que eu, ee digo, é porque sei: Se vtr um grandao, oom óculos, Peito um frade sem batina, Nto hesite, quebre a esquina: Vem o Oornéftio Taddei!... Nio vá pensa?, entretanto, Que o Oornélio dê "facadas" Ou faça coisas vedadas pelo bomusenso e o reca* ; CONTRA REUMATISMO, ARTRITISMO E GOTA OBTEM-SE Ótimos resultados eom LYCE- TOL granulado efervescente ae Giffoni Dissolvente de areias, cálculos de ácido urioo o uratos. Nas Farmácias e Drogarias. Alfrtdo Morars UNGUENTO DE MERCÚRIO AMONIACADO (Ph. Americana) UNGUENTO DE PRECIPITADO BRANCO Mercúrio amoniacado ou precipitado branco, 10,0; vaselina branca, 50,0; lanolina, 40 grs. Algumas proporções dc medicamentos na confecção dos óvulos vacinais. Óvulos Opiados a 1 'o de ext. de ópio. Óvulos de incido borlco a 5 %. Óvulos de Ichthyol a 5 %. Óvulos de Ichttíyol e belaidona a 5 l/o e 1 % Óvulos de Iodoformio a 3 %. Óvulos de prolargol a 1 %* Óvulos de thigenol a 5 * Óvulos de colargol a 1 '/fcda cocaina. (Chlorydraito) a 1 %. Mistura para a garganta. (Troai Mixture). Formula ameiicana do Na tio nal Formulary de largo consumo na Ame rica do Noite. -Por SEBASTIÃO FONSECA. Nada disso, e acho prudente, Para evitar taa juízo Que eu dê, de modo preciso Do nosso amigo o retrato: OornéUo Taddei é um tjajo De avantajada estatura, Porem de uma tal cordura, De um gênio tão estuipendo Que quem conhece-o por alto, Ou na rua o vê de longe, Julgando-o um piedoso monge, Pede "abtnça", Reverendo!... ferro Tintura de chlonrreto de 120 cc. Ohlonvto de potássio, Glyowina, 24ê cc. Água destilada gr. p. 100T cc. Tanato de alumínio. No momento atual em q«i«este produto de largo consumo está em grande falta o pioemsc atoaixo dc preparação do me***» I bastante oportuno. Sulfa-fo c*e ahvm+nio Puro 10 gr. Dissolver em 5<W cc. Dágua e filtrar. Dovlro lado dissolver. Tanino leve, 33.0 DtesohKt em 500 cc. dágua e filtrar. Adicionar lrxlvla de soda caustica at* neutralisação (6 cc. mais ou menos). Pronta esta solução a juntar nela a soj-uçõo de ajumen pouco a pouco, agitando sempre. Recolher o precipitado a w. filtro e lavá-lo bem até peq reação dc sulfato nas águas de lavagem Secar o precipitada a ( lor muito brando e livre da *uz. Ajuntar em um frasco ou em um balão a manteiga de moscada, o cleo de rteino e a quana jiarte do álcool e aquecer a t*\- nho maria. Depois do dissolvidos a mantaiaa» c- óleo «juntar as esr*er.- Mãos cruzadas sobre o peito, Pala macia e chorosa, Taddei jamais conta?prosa" Nem dá pra soltar balão. E* de casa "batente" pro 8 do "batente" pra dita, Onde o espera dona Anita, A esposa do coração. Mas. apesar disso tudo, Quando ele encontra um amigo, Ah, menino, que perigo! Agarra e não larga mais!... Por mais que o amigo esperneie, Por mais que seja finório, Se vai ao laboratório Pobre do pobre rapar,! "Miniha caixinha de fósforos". E' como o "frade da, Brahma" Carinhosamente chama Seu belo laboratório; Uma. "caixinha" tão boa Que. pra falar a verdade. "Resiste a toda humidade" E inspira fé no cartório. Mas visitar a "caixinha", Tendo o Oornélio do lado, W muito mais arriscado Do que um passeio a Shangai, Pois o Oornélio, sem pena De quem corre a "via sa<ffa", Literalmente massacra Quem sob as unhas lfhe cai. Não há retorta ou cadinho, Não há filtro nem pispeta, Nem cantinho de gaveta, Nem cuoa, seringa ou "rim", Que ele, em todos os detalhes, Não impinja ao visitante, Mostrando, paulificante. Tudo. tim-tim poi- tim-tim... Quanto custou cada troço; Se foi comprado ou "carona"; Como é que o troço funciona.1 Se é a carvão ou a gas; E, «se o troço 6 comipllcado, Como é que nada trocinho Se liga ao troco vizinho E aes cutros troços iguais. No fim de umas diias horow O "cabra" já súa frio. Pega a sentir arrepio De ouvir tanta explicação; E. quando, ao íim de seis noras, "Esgota' a primeira sala, O Taddei, que não se cala, Passa ao segundo salão... Outra "esfrega," desgraçada l OffaffaalaV mmm Fórmiria para o meatel canforado Frederick Grill, Buli. Natl. 24Ô -J. A. Fh. A- 4, 1MB, 108, Formulary Commitee, 8, 1»». notou que este produto nem semnre é um liquido homogêneo mas contem depósitos cristalinos mesmo a temperatura ambiente, es tudos eutéticos demonstraram que a mistura de mentol e canfora a 60 e 40 V. respecttvamente, é homogênea a temperatura normal. A. N. LAGO «Ti»mFari»aoirte»w Com o numero de outubro ultlmo completou seu décimo ano de publicação a nossa colega "Tribuna Farmacêutica", revi* ta que se edita em Curitiba, capitai do Estado dc Pará, a* * direção do prof. CarlosiSteaíeèd, que também ê seu proprietário. Neste numero de aatoereario, este semanário insere um artaw go do dr. Antenor Rangel Filho, presidente da Associação Brasileira de Fanmacêuticos o outro do dr. J. Coriolano de carvalho, ambos enaltecendo a ação.sociai e cientifica deste ong&o su- Uno. Felicitamos a colega, na pes-.sóa de s«i diretor, por data tao faustosa para a classe farmaceutica brasileira. ^ÊM ciai e quando fria a solução misturá-la agitando no álcool restante. Tome trodnhos e troços I Uns fininiios, ou-ix» grossoá, Ma& todos "paus" "pra cachorlto 1. Certas "vitimas", às vezes, Cansadas da churumeia, Tentam chegar à janela Para gritar por socorro. Tempo perdido... O Cornêlio, Crusando as mãos «sobre o peit< OHia o pobre do sujeito, Dg um modo táo bonacljao, Que o camarada, vencido, Com a boca escorrendo espuma Não grita coisa nenhume Vai pro terceiro salão... No outro dia, finalmente, Termina a mmmw visita. Taddei, pra fechar a "esenta, Leva à porta c visitante; E este, esgotada, amarelo, De ottieiras funrhis e roxas, Mal se sustem sobre as coxas* Como um defunv'> ambulante. Que tal a minha "caixinha"? Pergunta o Taddei, mode^ >: Nào vimos tudo; há uni resto Que logo eu mostro, está jem? E o sujeito, amedrontada: Formidável! ora esso; '.. Mas tenho dc andar d essa, Do contrário oerco o trem... * "CAPITALISTA CARECA. Precisa-se de um que disponha de Cr$ !.00 para associarse ao fabrici- de am novo produto que íaz crescer cabelos. Cartas para Fulano dc tal, na portaria deste jornav (Texto de om anuncio publicado por om matutino carfoca). Quando este anúncio gozadr Saiu no tal matu*'no. Não queira, saber, menino, Que colossal sensação!... Foi tanta carta em resposta Que o inventor do preparado Sentiu-se logo obrigado A alugar um caminhão. Quanto careca abonado!.. Disse o sujeito, contente. Vai ser dificil. somentea Esa-olher um dc entre tantos. Foi como se o meu anúncio Para um sócio com dinheiro Mexesse num formigueiro: Careca em tedos os cantos í E o camarada, radiante, Já ia. com aipetite, Escolher um por paiipite No monte que tinha em frente, Quando toca a campainha E, â port». um tçaroto exclama: Papai, óuha uni telegrama! Depressa que é troco urgente ' E o telegrama dida: "3e seu produto excelente Acaba careca gente Caiu-me sopinha mel. Negócio fechando dégas. Envez cem mtt "bagaiote* Pago duaentos "pacoteí". Ileaponda. Antenor Rangel." ^COMKHAJVL.) NÃO pense em Ácido Ucido. O que o Sr. tem é ape* OM uma doença parasitaria oue deaapparece promptarocn- St com Antiphytol Silva Araujo. Faca 3 ou 4 applicações e o Sr. ficará bom. ANTIPHYTOL»( BMUIA DO PIO* IDU*«DO «AS1UO
4 DEPURE síífsangi-e^ FO RTÁ LE çmí U Õ RG ANI S M Ò obter uma transformação no seu Para estado geral, aumento de apetite, digestão fácil, côr rosada, rosto sem esplnhas, corpo sem feridas nem reumatismos, melhor disposição para o trabal G e para fii.*' os divertimentos, mais força nos músculos, _\ _.,.' resistência & fadiga e respiração fácil 'r±,lm basta usar ELIXIR DE EVHAME J^r% GOULART Unico depuratívo tônico saboroso em cuja fórmula tri-iodada entram sais depurativos do sangue, o principio activo do inhame e o mel de abelhas.!--*«* ELIXIR DE INHAME >_' GOULART DEPURA- FORTA1ECE -ENGORDA armaceuticos cariocas homeageam a memória de Venancio de Godoy Mais facilmente do que qualquer outro profissional, consegue o farmacêutico conquistar a simpatia, a confiança e a estima sincera da p<xpullação a que se*, ve, principalmente no interior do pais. E' que o iaranacèutico, de todos as cultores da ciência, é o mais acessível ao povo, o que maior e mais constante contacto oom ele tem E, nas kciginquas zonas onde se infiltra no exercício da sua no. bre e fecunda profissão, é ao farmiacêutico que o hairaiüde "Jeca" rexxrre, não apenas em busca de alivio aos seus padecimentos, mas também para ouivix a palavra amiga e conselheira sobre os mais diversos assuntos e dificu. dades que lhe atormentam o espirito. A qualquer hora do dia ou da noite, lá está o abnegado farmaceutico, senxpre pronto para atender solicitamente a quem o procura, e não raro faz longas.«aanlnhadas, em condições precarias, para levar o balsamo da me. dlcina a doentes pobres e sem recursos, na falta absoluta de um médico na localidade. E, assim distribuindo, a cada hora f> bem, a caridade e o consolo aos aflitas e desprotegidos da sorte, vai o mai compreen. rido profissional conquistando a justa estima e a aüta consideracão em que é tido geralmente, a ponto de alguns se tornarem verdadeiros Ídolos locais. O farmacêutico José Venancio de Godoy foi um desses notáveis cidadãos, que, pelas suas raras qualidade de coração e de carater, conquistou rapidamente a idolatria da população de sua terra natal. Em Volta Grande, na princlpai praça publica, lá está perpe. tuada no broii e a sua liermü. erigida pela população local, com inequívoca demonstração da sua gratidão e veneração. A Associação Brasileira de Far- 4 macêuticos, procurando cultuar as figuras notáveis da classe que representa, resolveu prestar á memória daquele saudoso colega ' a homenagem a que fiz jus pelas excelsas virtudes que lhe exornavam o espirito Organizada, uma caravana. composta de mais de 40 farmacêuticos, partiu para aquela localidade, no dia 22 de novembro próximo passado, em carro es. pecial ligado ao tram mineiro que parte da estadão de Barf_o_ de Mauá ás 6 horas da manhã. Recebidos festivamente pe*o prefeito e população, no mesmo dia. ás 15 hora* foram hospedados, uns no botei local e uma parte na residência do prefeito. f/o mesmo dia ás ir as d!- rigiu-se a caravana ao local onde se encontra a hérnia do extinto, lá depositando uma linda co. rôa de flores naturais. Ao ato estiveram presentes c prefeito e outras autoridades locais, bem como a pqpulaoão em peso e os alunos das escolas publicas. Fatiaram diversos oradores, todos realçando as extraordinárias virtudes do homenageado. A' noite, no amplo salão do cinema local, teve lugar a sessão civfca que transcorreu brilhante., mente. Novos discursas foram então, pronunciados pelos componentes da mesa, presidida pelo presidente da Associação Brasileira de Farmacêuticos, farmacêutico An- P_.íEâ_ - UNIÃO FARMACÊUTICA DE S. PAULO A conferência do prof. José Baptista da Rocha Corrêa, diretor da Censura Sanitaria do DEIP Realizou-se na noite de 27 do corrente na sede da União Farmacêutica de São Paulo, uma reunião extraordinária para ouvir a anunciada conferência do prof. João Batista da Rocha Correia, diretor da Seção de Censura Sanitária do D. E. I. P., sobre "A Propaganda como fator de progresso da Farmácia e industria Farmacêutica"'. Dirigiu os trabalhos o prof. Raul Vota, presidente da União Farmacêutica, que se achava ladeado, além de váxios membros da diretoria daquela associação de classe, pelos srs. Luiz Monteiro, representando o prof. Candido Mota Filho, diretor geral do D. E. I. P.; prof. Domaldson Medina Quintela, lente da Faculdade Nacional de Farmácia. do Rio de Janeiro; prof. Rocha Correia; e Valdemar da Silva, presidente da Associação paulista de propaganda. De inicio, o sr. tenente Paulo MalLet, secretario da União Farmacêutica, saudou a caravana de farmacolandos da Faculdade Nacional de Farmácia do Rio, ora em visita a são Paulo e presente á reunião. Respondeu, agradecendo, o prof. Donaldson Medina Quintela, chefe daquela comitiva estudantina. A seguir, o prof. João Batista da Rocha Correia discorreu longf. e brilhantemente sobre o tema "A Propaganda como fator de progresso da Farmácia e Industria Farmacêutica", conseguinda despertar vivo interesse da parte da numerosa assistencia, pela oportunidade e propriedade do seu estudo. a obra filantrópica e as vir tudes do extinto. A sra. YVonne Tavares Rocha fess o agradecimento das homenagens prestadas, em nome da família. N. R. Por absoluta falta de tenor Rangel Fiüho. espaço deixamos de publicar o O farmacêutico Deodoro de discurso do farmacêutico Deodo. Godoy Tavares pronunciou lon- ro Godoy Tavares, que puwücal ga e brilhante oração, realçando / remos no próximo numeio. I! IMI ^ZL^r^ V^fl \ I f^*l U ^^Jg_ft^B ^- ^>*^»*S- V\l sp^hè^^ò//^ ^flfi^k ^..^^WCISSO $ FABRICAÇÃO lffl«bísl LEITDSH ORLANDOfy.N<iEL M AMTt-ÁCIDO e LAXATIVO ID^Al DOR de MELHORAI É Novembro de 1 CABEÇA *^ comiaía-acafrt e nota MELHORl EXPERIMENtE-O! Determinações para normalização sindical dos preços das especialidades farmacêuticas no Rio de Janeiro e Niterói ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS NACIONAIS F F^PFflAl uu DES FARMACÊUTICAS ESTRANGEIRAS WNDlõ2?PO» DA" CONCESSIONÁRIOS NO BRASIL ~ *'!l? íabritante u concessionário indicará na sua lisu Ha HH 2 aqa?n*0' apenas o ',pi-eço Preço para Farmácia", para o Púl>W<TvaSte_ «ndo m este de 15%P o minfa_^fer!x ^ Exemplo: Farmácia Público (Varejo) 8>50C 10$CO0 fen o -^^^^/-SES^SS Farmácia" deduzido o descoi/o *>-..o» ^i_a^5«a_fô _s±s_ ^dkjsjfss tv J. _ T %!. '4pre«í»w Famvácia- o fabricante ou ooncessio. "7 _*. *'_ wtoricakte ou concessionário Habitais. Casas de Seude, poderá vender Pclicllnksas dlretamanu te e insmu_côjl^e u_n^ por preces nunca inferiores isüt aos seus «recos n^2 ^mííf <&-!-? respeitado entretanto, a. «uss E&mm*^**^. J*F* ****** especiais náo vendidas no cometo. 7* emdaa««en«t.^lf» _T _ _ ía^rfcante <*» concessionário pederá também.ender d_w_- cessio_íri7fí_í?^?*scc.nt? í*1*1* *&******* o fabricante ou con- S* 2? mt-lmvvtst í% ** minim pagamento «ate 30 «5% dias «> da maxima dwta da if«spr«.iva nota paia ser excluídas d^te desconto ou fatura r_r_r-_*_ri se vcíiò*. Priores a WoJk» ^^ 9mml Ln~ A Dro«arta ** l»*eri vtixíer á Farmácia pelos "Preoos oara gff^-jgysrei «í^í * 3% no minimo para P^a«mto até 30 et% dias nois^ da data da reípecüva nota ou íatsír^ -_.:1_"' T frl» 6Tve«das» regulamentação, Itfsso, no território a Drenaria <jont«tr_ Sado f»rá pot esta data o da respectiva pnwo de W Datcira. ma»roo, áiets^lskjsmo oa dl 8 ~_TantP...! a Dr eartft oamo a Farmácia der no varejo seráo obrigadas van- pelos "Preços paia o Público" «wigwias a vsn- ) ESPISCIAUDADES'FARMACÊUTICAS Ê5.TRANGEIRAS IMPOR. Ar. oot^astjí_?*lamexte relas DROGARIAS «.Jr- a- A Drofiraria obrtga-íe a vender eates artigos a aualouer SSfãi^HfT!? p5ç0,jlp r <H«<» vende no vaw?? SraT^Télt r^lnls^j9m n*ento 15«%' al m do * ** até 30 acima estipulado dias. Por sua ves. a Farmácia paia ns- obri a^ ^_. fw Z_^_T 3«S^T,5SCrI,JiSn1-.Va^'i,' da Dr0,*rta 0nd«- *WW "Z T^wíVí:?1 Pa_*1 eí ltos *"& rtgvlamentaçâo, entender-se-á por!s?g ij ij_i;m1tícitw?* íorem as8im dosj^opdetárioe cte«_f_cada«de pelo SindkaS Farmácias. Drogaria* sll*ff. C LabonSSS*^" também os Hospitais, Oasas qsflsas- de Saude. PoíteUnicas etc i r-jz-. P* 5 toní*yr** de especialidades fannaeéutdoas bela Farmá- «Ü S?*n5 ^^i ir'dí,psnvel a apresentação vante idôneo de um da Farmácia. ^^ compro- ^JL l T_t!! do tertj^rio contemplado pela presente re«rulamen- Í5S25!at^ taxativa para todos os associados do Sindicato tárloa de Farmácias, dos Proyrie- Drogarias e Laboratérios. eles representadas, par sd e pelas firmas oot devendo os mesmos só transigir osassociados entre sl Entretanto, do Sindicato, residentes no referido território, goctár livremente poderfto ne- em quakjuer parte do Brasil, ctede que as suas pras de especialidades com- farmacêuticas sejam feitas sempre esta regulamentação. de acordo com I 3. E' tírnulnantemente proibido a todos os associados dicato, deste S;n- por si ou pelas firmas por eles representadas, comerciarem de qualquer modo com amostras, produtos falsificados e outras mercadorias ilícitas. i 4. E' igualmente proibida toda espécie de bonificação, aeja em mercadoria ou em qualquer outra forma, sendo entretanto facultada ao fabricante ou concessionário a dlstribuiçáo gratuita de seus apwas produtos, para fin^ dc propaganda, assim cemo a incluso ô-» vaíu. ua p;opria embalagem do pi>oduto. 5. Quaisquer dúvidas r.ue porventura venham a surgir á interpretação ou quanto execução desta regulamentação, serão resolvidas Diretoria do p?la Sindicato, que também poderá determinar quaisquer outras medidas necessárias para o fiel cumprimento da mesma regulamentação. 6o Sempre que necessário ou conveniente, o Sindicato dtvulgará publica e claramente, que qualquer auty nto determinado por esta regutamentaçáo nos preços ao consumidor, nào é de reveivca. venda mas sim de Esta tabela foi organizada pelo Sindicato dos Prwrietârios de Farmacias, Drogarias e Laboratórios, em Outubro de 1933! Debilidade, Fastio, Fraqueza, Raquitismo, Perda de peso, Magreza, Gripes repetidas encontram o melhor remédio no ARSÊNICO IODADO COMPOSTO Fabricantes e Deporfttarios: DE FARIA & CIA HÜA SAO JOSE\ 74 iw
5 ' '. Novembro de 1942 WLÍSZ&, Ainda os Interessante entrevista com o sr. José Mendes, chefe da Drogaria V. Silva As farmácias do Rio quase senn>re faaem suas compras nas drogarias. Alguns laboratórios de tsão Paulo, segundo fomos iníormadoe estão afixando, em seus produtos, preços que não permitem ás drogarias a continuação desse comercio, pela pequena margem de lucros deixada, i procurámos ouvir, a respeito, a palavra autorizada do sr. José -x*':;;>;;'*'*-*''-ijjm Bjy^^BW ^fcl I - ;-= ^^ ừa distribuir como até então, seus Sr. José Mendes produtos para a farmácia, ao mesmo tempo que fazendo notar a üv Menes, oheíe a firma J. Mendes conveniência para o publico, de Oliveira Si Cia., a popular Drogaria V. Silva. 106 em qualquer logar e tempo co- não poder encontrar seus produ- Começou s. s. di&endo que os mo muitas vezes se faz necessario.,. laboratórios de São Paulo lutam com sérias dificuldades para, Mostrou-nos S. S. copia da carta dirigida a um dos laboratórios respeitando todos os interesses, enquadrar seus produtos dentro interessados onde como exemplo das exigências contidas na portaria dc exmo. sr. Coordenador produto de custo para fazia as seguintes considerações: "Um da Economia Nacional. nós de 10 cruzeiros, como deveremos vende-lo para um freguês do Pelo artigo 3o da portaria, ue laboratórios estão obrigados a interior? Damos para o nosso vendedor 5%; concedemos prazo de ficar nas suas especialidades o preço mximo de venda ao 90 a 120 dias. Deduz se portanto, publi. co, e a questão complica-se deveras, porque os laboratórios são que, um artigo que nos custa 10 cruzeiros teremos que debita-lo levados a camjpo alheio, deternninando qual o l«ucro que a es- Agora, e o farmacêutico? Cal- por 12 cruzeiros para atendermos todas as despesas. pecialidade deverá deixar aos revendedores. para aquele 1 cruzeiro e 50 centaculando o mesmo produto ficam Como é do conhecimento ge, vos (1,50), o qual por sua vez tem ral, depois de acurados estudos e que pagar as despesas de caixa, inúmeros entendimentos, a quêstão parecia resolvida com a de- Como poderá vender o artigo por frete, despacho, seguro, etc. cisão tomada pelo Sindicato doai Cr$ 13,50? Industriais em Produtos Farmaceuticos, que, conjuntamente com para evitar reclamações dos nos A' vista dessa demonstração, e o Sindicato dos Droguistas e o sos fregueses do interior, conclui Sindicato dos Varejistas em Prod-utos Farmacêuticos, fixaram, de para o interior, produtos com mos que não é possivel vendermos uma comum axjrdo, as porcentagens de lucro capaaes de satisfazer a todos. Como a todas as reuniões compareceram representantes dos industriais paulistas, tudo leva. va a crer que estes tanifoem estavam sohdarios com as mídidas. No entanto, o preço de venda afixado por alguns industriais de São Paulo não está de acordo com o que ficou resolvido. Na ultima reunião dos Sindlcatos, foi eetabeüecldo que os produtos oriundos dos laborato. rios Uo Rio seriam marcados com preços majorados de 36 a 40% sobre o custo liquido, para a venda aqui e em São Paulo. Para outras praças, o aumento seria de 50 a 70%. Naturalmente, a mesma regra seria adotada pelos industriais de Sáo Paulo, em relação ao Rio e outras praças. Desta maneira ficavam satisfeitas as exigências da portaria, e, ao mesmo tempo, os interesses gerais. Aqui no Rio, a maior parte das farmácias faa suas compras nas preços...(jlorificando o Trabalho Uma solenidade de alta significação na Casa Granado aaa. A ama* mm I 1 I st aeea*\ra af\ prmcipjos de humanidade e amor ao Aos auxiliares agraciados junta- o preço liquido para o Rio e 26 a 35% para as outras praças. E' sabido que as drogarias vendem diretamente ao publico, mas na maioria das vezes são os Intermediarios entre os laboratrios e as farmácias, porque estes pelo geral não vendem a retalho ou possuem tabelas inacessíveis a uma farmácia do tipo médio. Os droguistas fazem suas vendas geradmente ao prazo de 90 dias, fora o mês da compra, necessitam para atender as despesas decorrentes das vendas nestas condições que um produto deixe uma margem de 15%, sobra portanto, para o farmacêutico apenas os 5 ou 10%, restantes. Ora, a drogaria ficará impos6lfcilitada de negociar com os produtos desses laboratórios, com as farmácias. Está portanto, a farmácia em um dilema, ou adquire ás tabe- Ias dos laboratórios diretamente com grande empate de capital, ou veem-se na contingência de, em vista dos lucros irrisórios a não mais poder vender tais produto6, alguns muito conceituados mas cuja saida não comporta a compra de grandes quantidades. Muitos droguistas resolveram dirigir aos laboratórios em questão, cartas expondo as impossibilidades em q<ue se acham de continuar margem tão pequena para o farmaceutico. Seria tambem conveniente, disse-nos o sr. J. Mendes, que tais laboratórios pensassem na dimintiição de vendas que esta margem de lucro pequena pode provocai e considerando todas estas circtmstancias resolvessem remarcar os preços de seus produtos de modo a deixar as margens de lucro previstas para todos os intermediarios. Terminou S. S., fazendo por rvo6so intermédio um apelo aos proprietários dos laboratórios de São Paulo no sentido de que estes reformem as medidas adotadas, ss reintegrando no que ficou assentado pela reunião conjunta dos di versos Sindicatos representantes da classe farmacêutica brasilei- B B9 B^. -5>: S IH RT B' ^p^flp^^l^üj H " /.í-l FrB.a viuva Rodolfo Albino colocava a medalha ofere Amecto tomado na ocasião em que a Exma. VMiva «* D eamierda para a direita: os cidtao Símco. Comendador Jojj»** *.* M?nbSS do wsalho, Farmco Comendara. CongriSM Farmacêutico Peruano Comemorando o cinquentenario da Federado Nacional de Fannacêuticos Peruano, os proflssionais daquele país, váo se reunir em um congresso da cias- drogarias. Atendendo a iso, nesolveti-se qoe aos droguistas to- Já foi publicado o regulamense, no próximo ano de caria uma margem de 10 a 150% to do certamem que terá grande e ás farmácias os restantes 25 sucesso, dados os preparativos ou 30%. jà feitos e interesse que o fato Alguns laboratórios de Sao Pau- I está despertando no seio da lo estão marcando em «ias espe I classe farmacêutica peruana. dalidades preços em desacordo, Esta é primeira reunião que eom se medidas tomadas, «"*"«"- se faa, como congresso, ao referido tando apefm» de 10 a 25% sobro pais. Realizou-se, a 11 do corrente, num dos grandes salões dos Laboratórios Granado, uma cerimonia altamente tocante, não só pelo que ela encer próximo, implantados pelo comendador José Antônio Coxit: Granado, fundador da Ci*a, se tinham sem- mente com as medalhas. uma carta-diploma, for. í entregues pel«fe0. João Granado e como lembran ^ i^^ ^ «m - -~-^mm^^meaamaaaaammaaasmmantanmmtama^^^mêm»mmaitmqmi^^^^^^^^^^s!s^^sse**tta»^^»^te r T t " tampam r 'Tfliri ' ' *VMf *'» I ^HCS^B MMWIr^X^am *aam^v^*a^*\^s\\mem m*\mmwse^sssss\^* s\ml*ae*m H^BH mmmmvfiemm * "» :?V**'íflK5Ãil,^> '.tów»'>-*»''vn»sn«b tmtm BBBfl ^HA aamtxoaammmtae^sa BKIvSMlH ^B^KH^H^^^^^MB^H BUkl^B! HUH H^H ammvã*a\mb^e\wmmam\v*rm*\a\ H^^S^XwÁlW.l^JVP&.vMíV.:» ' * -'«S^H ^P H Ivm^HH H-*.' ' ^^H''-n^^l' **\*9lmmW?'.fl^^K-IH ^H*i3^^Hf^B ^^s*av\m'5vtsvvi^^^bsímwt^mr' *m**a*v Bx'*iS5'!»'*>''' ' '! m*\\ 9Bajs fsj^l\a^ewssàmmw mmmmt.'jlaaattfareaa\^a%9>te*&'' àa^a^s% ^P^^H»,'**'3^^K4^B Hfl^ 'l/l'' VlTT^H 7>.'" ~aaa*asàt e Jss^SsW-' flt> * KW&V*»*í'»*X*3^^Br>^^^^^H im aagmm ^>fr.wi^j»4»«4ftw»~jme.y:^m *m*amt*wt*mi WLà.m 'M\w:-Mm!iT^J&^w& >:«it a _! li BTmhH tp YlT^fcir^r wf^^nrm "Jr^isP^tedEHJ^H ematiaa mtw**9*n! s * IP1 mws rtrahssffi^w; M li \W \./A * Jr * x<mp*ml'w * ^ ~ * *^nm*\ f;*t*'*r*mm*jíw t 12b* *^LleZÃ*\\\x<' '" TV 'ttktu*- T-ftK-j.vg- trj tm^^f**mwà tm**m ]&& ^^prv^^r^r^r íjmj^hi *%»*%* mmmmm\-'.*l^*e\^me**mbt*t*m *a*m\f- 'bfl l#^tvx;!:.''^s^w tm*\mmw^^a\%m >' &* -'rnsat 'Am' J^^BC^' '*'* n*<_(h:'a^!n':v:»_v''v;^k'x'rv»sv ' *'ammmmm^mam Bi V^^H^^V BsHál V >'* amay<- **Jp* ^P& ' *t*l*a\\w- -' ' '^ /**'*'Xm'->\9.'.*^'^-m^^^'-- '-km*** ' ' \\m''*\w'*''*'--' -' ^^mlmmmm^amsmm ^H^V^I II W^yzM.MMPí'**^Bl *t \W- v: h:< Éhi^^t:^^-*^'JPSBuI K^;\ifB Ba;flBfl ni^^:^mmaw:'^»^aw' f Wm» 'i^afl fcfl».w- '«?'::^SH «:;lí<sl Kfl V-K ^Lmti^W: a vw-^w^yll ik' sm^bl \W BSM Wt\\m\ m\*a\'\xm*\a'''**\ t^faana\t^*\a\\ \WSa\\ mmmaaí..:'.-'ammmmn.jaam\. ' '' ^m tmè. U Bkl KmiiK!..^t^llk^H RSlttB 2»*-*:>^B I IJI a Jsj WTmeM ft^b m:m WÊ ^A VnvH ^^f^* W*- **m m\\\-y-''^\\ \W ^A\^ae\m ^^ti H^^iJm ^LW Ctffl WamU BU afêm ^^. \ sm\*a\ WaeM Ü.'m ew^^^mtr ' Jl«ra de proíundamente humano, como pelo que ela representa como colabaração ã granie obra trabalhista do Estado Novo. A sessão tinha por fim homenagear os antigos empregados da Casa. aqueles que ha 30, ha 20 ano6, aa A«pecto parcial da assistência á solenidade. pre praticado ali e se cristalizavam agora ne«6a manifestação ao pessoai antigo, manifestação esta que demonstrava quanto a\xnticatn** balhista do governo do Presidente Getulio Vargas, era ali compreendida e executada. y^.r^^^3sjn^i ^^u «ir******** ** ^9 1m w ça sua, especial, um retrato e \m donativo - gratificação de mereci A seguir, o coronel dr. Abelard Cezario Alvim, diretor dos Labora torios, em nome da Direção, leu unv saudação ao dr. Hermano Vilemo Amaral, consultor jurídico da Caa eawtwkti A mm *;:jh HH v#';:lkí'tn BI tm mm' t/sh*aaa^*ml.kr WS** awkafaan ma\--.- ' % MWlMMiraH mmwlf/ 19 wm*: ::B m \\WÈÍetV^k*yr %4Ê» mê B WÈ%mM\ SI fl wêsf**í>'- mmwmm SI HT m mfim Wpm \wmmmzm iaji mê. wm Wewm '' muístm ZwaÊ Hfcü^BgJM mamam» mw?-'::'"^êá W3Ê m^-^w^^w^m mm {%*> * ' :^i HI mmmwl*''*'** 'w^asssx MM^7**Í*mW*\ I^H SÜZ'-*"'*.. ^HHHIPJH ammyantw.*'- ' " vp^bmwijmmflálb^mm II wm&mm m. ilpii *..;fl P ^WWÊSm JmXXXmX ^K Hi^ IwSjI' e*m- '* feua -v *:^lpa«i *&. âí..-...,,,. ^ HK' ^1 Ffv>^r >H BiÍB "X ta ew mésavi \m'-\um \ãe*tl'^?l P^fi ^ÊA ^larti- J pyl ijiliiiél ^Vl ^.^ÜL âa?:wtim d B^J IV ' - I mamaaaamm aam ' ' *S)M*mmm\W&*frZvS'->! :'S aak jmmat'y-"-^m amsàa^m---' í:.!.. :W.'...;>'.x.B ^. i W$W'«i f^hhitíl k^ I IH H^k.^H ' &.il Hk. «W:^H^j XW'.-'-. m\\\\m^t\\!^m\\\x'i-" >. '**»Í^I ^K. ^Kc'v JÉ^H ^H^' ^fc^^^k'-" ' ^t\\\a **^*m- **\m **^e\ww'''\' mmmamw-ízm. tof''. ;'S-ííá 'S HB R " ' TJfMffhí"'1 wiiííssh Bfl HB B\^'-" v- ^ B H^- >:-ílh II kjk^:^ I João grandecünento da gfi» Wfl^igÍ hoje se denomina CASA ««" DO LABORATÓRIOS, PARMA- CIAS e DROGARIAS LTD. A's 15 horas, compareceu pessoalciente o dr Henrique Dodsworth, yefeito do Distrito Pedaral, aoompanhado do.eu ajudante de ordens. S ex. foi pessoalmente levar a manifestação do seu aso «FU» Pg esforço da íinna em prol da riqueza nacional aos veteranos operários e auxiliares que iam ser iiomenageados. O governador da Cidade foi recebido pelo comendador João Bernardo Coxito Granado e o sr. Arn.ando R. Vieira de Castro, respectivamente, presidente e diretor getente da Casa Granado, acompanhado pelo oel. dr. Abelardo Cezario Alvim, diretor dos Laboratórios aaouela importante firma, os quais agradeceram penhoraaoe á s. ex. l*v distinta atenção. Pouco depois, retirou-se o prefeito municipal, deixando o seu ajudante de ordena, com a incumbencia de o representar á solenidade Chegaram a seguir, o sr. representante do ministro do Trabaino, o cônsul geral de Portugal, Jordão Maurício Henrlques. o representante do Secretario destóf As^tencia, sr. coronel Jesuinu de Albuouetquer. o representante do dr Rcberval Cordeiro de Parlas, diretor do Serviço Nacicnal de Piscalização da Medicina, o cônsul adjunto de Portugal. Pinto de Lemos * o vice-cons-ul. Joôic José De^is. Todos eles foram convidados a participar da mesa que presidiu a cerimonia ficando ladeados por inumeros convidados e tendo ã frente. em seml-circulo. grande parte dos auxiliares da Caí... Aberta a sessão pelo ít. comendador João Granado, deu a palavra o dr. Hermanl Vilemor Amaral, oroeultor jurídico, qve em breves e brilhantes palavras dtese como oa sua dedicação e amor ao fcrabaüio, sauentaikio a perfeita harmonia reinante entoe chefes e auxiuares. Lembrou o vulto»22* hsk José Granado, o fundador da Cató cujas altas qualidades e profundo amor ao trabalho salientou.. E concluiu pedindo a todos os presentes que considerassem a J»- meoagem presente como ^.^"- k> que deveria levi-k» a dedicaremse cada T* mais aos serviços a seu cargo. O orador íoi aplaudidàssimd, recebendo de todos os presentes cumprimentes afetuosos. ' A.seguir, o sr. Armando R» VJefra de Castro, diretor gew»t* da ftoma, prooedeu ã chamada dos 41 homenageados. Estes receberam uma medalha ae prata, com u efígie do comendador José Granado e unia'carta assinau» por teios ** diretores da Casa^ em que se agradecia a colaboração t o esforço dos antigos auxiliares. dos quais era o mais antigo, do pessoai masculino, o sr. Manuel Peieira e do pessoal feminino»«arminda Serpa, amtoot. oom msis de 30 aiwe de bons serviços. Os que tinham mais de 30 anos rec^oeram as medalhas das mãos das autoridades presentes, sendo o primeiro condecorado pelo rep_reaentante do ministro do Trabalho, dr. Milton Trindade, que deu ao ato um cunho de alta distinção e nobresa. Seguindo-se a distribuição aos auxíliares que contavam 20 a 30 anos àe serviços, o que foi feito pelo Jovem Carlos Grana» o Vieja decastro. filho do sr. Aniando R. Vieira de Castro e neto do comendador.losé Granado, fundador da Casa, e l*la senhorha Yolanda Eliana de Oliveira Duarte, filha do sr. Marvuel Ribeiro Duarte, superintendenxa da Casa Granado, repetkido-se nn- cada entrega oe aplausos e mar ifestsçóes de apreço da seleta tssistewis. '>.-rr-v : >a.;. 'ef,\.m:^m Granado, que, contmdo tambem 36 anos de serviços, ettava igualmente entre os homenageaítos. Saüentou a dedicada colaboração recebida do nesmo durante tqude tempo, terminando por oferecer-lhe uma oaf iredauvas de prata que, a seguir, foi entregue pelo próprio filho do homensgeado. Este, bastante comovido, pronunciou sincera alocução oe agradecimento. Nesta altura, o ttt Aainando P- Vieli» de Castro, toma. a palavra psra ler uma rápida alocução, em que comovidanvente, saúda e destac*. a veneranda figura do comendador João Bernardo Ooxito Granado. que deve ser considerado, por sua nobre operosidade, o trabalhador n. 1 desto Casa, pois, h» 66 anos deíica o memor r"o seu esforço ã fnma da qual é prestigiado chefe. Pede, então, licença para çonv>dar a exma. sra. Rodolfo Albino. digníssima viuva uo inoi»iqíi\c- -b. DiscoVogo, verdad a gloria nacional, que em tempo, foi técnico deetes Laboratórios, para proceder a entrega e colocaçáo de uma meüain» no peito do ilu^re homenageado, a quem a assistência aplaude com sxnrificatlva estima e respeito. E por ultimo, o dr. Ary Pinlienro Ombem presente ã cerimonia, eni breves mas expressivas palavras, relicitou a gerencia da Casa Granado pela feliz nomeação do dr. Ab«- laído Cezario Al m. ex-diretor do Laboratório Militar, fftra diretor da< rea*altando Laboratories-Gra-^do oue muito havia espiar dos bo««esforços, dedicação e («nhecn. nto daquele homem de ciência formado na nobre escola iie trabaj.io e ciyiemo do glorioso exercita nacional. Esto cerimonia, única talve? no gwero, foi uma verdadei» eonsjwacão ao esforço e dedicação d* modestos e Erraduados auxilieref * uma das mais pujantes «ganlssçõja de nosso comercio oe dro^aa? olsudadm fsnnseenmess. ***v* 1 Im* " tf*
6 CASA SALDANHA ACCESSORIOS PARA FARMÁCIA FUNDAS. CINTAS E MEIAS ELÁSTICAS SOROS E VACINAS ESPECIALIDADES FARMACÊUTICAS DROGAS CURATIVOS E CIRURGIA M. VENTURA & CIA RUA BUENOS AIRES, 68 RIO DE JANEIRO Telefone Caixa Postal 965 Remessa Imediatamente contra vale postal on cheque A mistura fenol-canfora para tratamento do "Pé de Atleta" ou "Mal de Piscina" só poderá ser vendida nos Estados Unidos sob prescrição medica Misturas de partes iguais de fenol e cam fora, ou três partes de íenol e uma de canfora, aplicada recentemente com sucesso, no tratamento do "Mal de Piscina", são capazes de provocar sérias lesões na pele. sendo portanto muito perigoso permitir que o publico adquira Iivremente para automedicação. O J. A. Ph. A., Abril de 1942, página 155, noticia que tais misturas foram consideradas "drog-as "Food perigosas" pela and Drag AdminLshration of the Federal Securlty Agency, Washington. D. C, visto se fazer necessário a adição nos rótulos de metlculosas indicações sobre o modo de usar e as advertências Imprescindiveis. Ficou assentado, portanto, que a fórmula só pode ser aviada sob prescrição médica e mesmo astrim. com os rótulos correspondentes, indicando o modo de usar B advertindo contra os perigos de aplicação em pele humlda, de modo a faaer o paciente sentir a necessidade de cessar a aplicação logo que a pele apresen > sinais de queimadura ou micròse. A mistura fenolcaníora em questão foi primeiro descrita peio dr. Edwart Franeis, ex-diretor do Serviço de Saúde Publica Americano no "Journal of the American Medicai Associatlon"a, cie Dezembro 6. 1*941, 117. No numero de Maio de 1942 o Raeder's Digest" e pouco depois en edição em português o dr. Paul de Kruif fez a descrição da iórmula e como resultado muitas pessoas teem se dirigido ás farmacias pedindo a prerparação da iórmula para uso particular. No "Journal of the American Medicai Association" de Maio 9, 1942, 119, 182, apareceu o resultado de uma série de verificações levadas a cabo com o fito de determinar a causticidade da mistura fenol-canfora e seus pos siveü. beneficio» e perigos. Nesta ocasião a repartição encarregada de controlar oe alirnentos e as drogas teve a sua atenção dirigida para o assunto por um caso grave de queimadura provocada pelo uso de uma des* tas misturas. A pessoa fea aplic ações em unia área extensa da perna, junto ao tornozelo, tornando-. \ neerótica, fez-se então nenees Irias várias semanas para a cura O dr. Herbert O. Calver Diretor da seeção de farmac. ogla daquela repartição estud* i a ação da mistura em coelho veriflcaii-do müc a iu- >tulct 1.1. plicada em pele seca produzia rritacão e erithrema particulai iente depois de repetida* ai icações, e. quando aplicada em pele úmida, produzia que._naduxas severa* com aspecto..«erótico depoi* da segunda aplic.ção. Quando empregada a mistura de 3:1, a aplicação sôbte a pele seca provocou queimadura severa depoi* da primeira aplicação, e principalmente depois de uma «secunda apareceram as chagas necróticas. Quando a pele estava úmida as reações" foram multo mais severas. EVITE que os numero*, mensais d'a GAZETA DA FARMÁCIA veaham a faltar no seu arquivo «le publicações ateis e*p*cialisada-*;, tomando hoje mesmo uma assinatura pelo prazo de três anos. qu*. lh-» rns.ará apenas Vr$ ':0.00. Aqui em nosso clima os cui* dados devem ser redobrados, pois a transpiração abundante dos dias quentes pode provocar os mesmos acidentes. Adotemos as mesmas medidas dos americanos, afim de evitar aborrecimentos e complicações. A. N. LAGO TOMA TERAPIA PARECER OFICIAL DO DIRE. TOR-CHEFE DE TISIOLOGIA DO HOSPITAL DA POLICIA MILITAR Em face das observações colhidas, apresento as conclusões seguintes: I A aplicaçào do 'TONKIN- JECTOtL** e "HYDRO-TONKA" (oílieooo e aquoso), em injeções, respectivamente, Üntra.musculares e intra-venosas, são perfeitamente toleradas pelos eníermos, sem produzir lesão alguma local ou gerafl. n Não surgem perturbações lietpáticas ou renaií nos pacientes em tratamento, por uma ou outra forma. III As modificações radiológicas, com o desaparecimento das lesões, muitas vezes em ciurto praao de tempo (cinco meses\, foram observadas em diversos casos. IV A aplicação cc*ntepora_ nea das injeções de "TONKINJE CTOL', com o us? por via oral das --PÉROLAS TONKA', constitue associação magnifica, de inegável valor para o tratamento da tuberculose pulmonar A influencia das ''PÉROLAS TONKA" sobre as hemoptises é, em via de regra notável, observando-se o seu desaparecimento em curto prazo de tempo. (Do parecer de 16 de aigosto de 1935.) Diante dos resultados ob. tidos e criteriosamente observados, durante 2 anos, sou de opinião que deve ser adotado, nesta Policia Multar, o ÓLEO DE FAYÀ TONKA", ap-tesentado em pérolas gelatinosas 'TERO- LAS TONKA" e em Injeções oleosa* TONKINJECTO-L'- por ser medicamento de grande valor na luta contra a tuber- maaav* Rio de Janeiro, outubro de 10». (a.) DR. GAiRJLOe DA MOTTA BBB***l**l*M Chefe de Tistologla do Hospital da PoiL da Militar do Distrito Federal. Pedido dc asnostraò c de litc. ratura à Caixa [Postal 1.413*- Rio dt Janeiro. 1 DROGARIAS Um farmacêutico cientista qua desaparece Faleceu o farmacêutico Lula Gurgel de Souza Gomes, que teve, na sua vida profissional, uma MMaaitt atuação no dominio da ciência. Foi um botânico de grande va- Ior, e demonstrou isto, quando exerceu funções no Jardim Botanteo,' quando, como mlcrografo especialista, procedeu a analisas e classificação da erva mate, ean caráter oficial, tendo tambem defendido os interesses nacionais, na qualidade de delegado do Brasil junto á Comferencia que tt íealizou, em Buenos Aires, sobre a erva-mate. Lecionou na Faculdade de Farmácia da Capital Federal, e foi assistente da cadeira de Biologia Geral e Patologia do curso médico, na Faculdade de Medicina. Publicou diversos traba "f os rie muito valor, entre eles "Primeira Contribuição para o Estudo do Mate", e depois outro "Segunda Contribuição para o Estudo do Mate" e mais outros "Óleo do Pau Marfim". "A Berbens Laurina". "Matéria Gorda do Miirunrú" e sobre o "Óleo de "Anda-As»sú", -Caracteres mieroscópicos da Farinha Maçambira'-. "Avaliação de p-arcenta gens dos componentes de farinhas mixtas*' e "Nova técnica para estudo das estrias epieentrioulares de variedades de mate e suas adultetraçóes". intimamente, estava a*perfeicoando um novo tipo de microscopio, adaptável ao estudo direto dos solos, seguniido a técnica mic-ropedoiógica. Foi um técnico que ciasse e o país. ^ ^^ honrou a 7**t 9\»f990f*- MáSf rn-*--* ^**> fm i Novenroro cto 1942 Assuntos da classe farmacêutica, debatidos na Associação Comercial Do Boletim da Associação Com-ercial, exlraimos os tópicos que, data venia, publicam-os abaixo, 0 primeiro com respeito a determinadas providencias do Serviço Nacional de Fiscalização de Medicina e o segundo, o apelo feito ao sr. presidente da Associarão Comercial, pelo sr. Orlando Soares, a respeito da fixação dos preços máximos dos produtos fêm~**9t9m*to*\. SERVIÇO NACIONAL DE FIS" CALI/AÇAO DE MEDICINA - O sr. Gennaro Vidal Leite Ribei- 10 pede a atenção da Associação Comercial para um 9\*0J9**9Q artigo do "Correio da Manhã ' a respeito desse importante serviço. Como rmguem ignora foi criaria un.a (emissão para esse serviço, coiros-sêc que tem poderes verdadeiramente fantásticos. Basta dizer que n-tnhum remédio OU droga poderá esr fabricado.sem licença dessa comissão. F. íacil prever c mundo de injustiça*? e a imensa desordem que is*c*o trará, seja qaial íor a boa vontade ca comissão, a uma das industruis nu»is necessárias á econorria nacional e indispensável á defesa da «raúde do povo brasileiro. O "Correio da Manhã", com muita razão, focaliza os males que a aíividírde dessa comissão soberana poderá trazer á industria fa**- maceutica. Nessas condições esta certo de que o apelo do 'Corre-o da Manhã** calará no espirito oo Gk-vernc e da própria corc.issão' O sr. presidente diz que a M*?- sa tomará na devida consideração o importante assunto. PPEÇOS DE PRODUTOS FAR- MACELTCOS: O sr. Orlando *& ******> ewma**mt*x»9' C******U, CL USA SE UMA COLHESR DE SOPA EM MEIO COFO DÁGUA AÇUCARADA, DUAS OU TRÍS VEZES POR DU DAVID MEINICKE Rio DE JANEIRO CLOROBUTANOL Ultimamente veni sendo muito empregado como antiseptico na co-nservação de cremes outras preparações galenicas a substancia conhecida pelo nome de ciorobutanol e já incluída na Farmscopéia Americana XI. Quimicamente é o álcool tricdorobutrlico, tercia-rio, anhydro ou contendo meia molécula de água, e que tam a seguinte formula: C13 C. C(CH3*. OH W facilmente preparado combinando o* equivalentes mole* cultiutr» de **c«tuna e cloioiormio em presença de hidróxido de notassio finanx-nte dividido. RAUL CUNHA & CIA. Prepefckmam as maiores vantagens praticando as menores preces BSPBCIALIDADE3 FARMACÊUTICAS DROGAS PERFUMARIAB. E7TC RUA BUENOS AIRES N. 113 Telefones: e TELEGRAMAS: DULC0SE Filiais em Belo Horizonte DROGARIA: RUA RIO DE JANEIRO, 163 TeK % Caixa Postal 579 f-akmacl* CASSÂO: KUA IA BAIA Telefone 2-.-H Apresenta-se como cristais.ncolores de cheiro e?abor c.iracteristicos i go parecido a canfora, e bastante voláteis. E' solúvel em 135 c. c. de aj-nia, 1 c. c. de álcool a 90 i * e 10 c. c. de glicerina. E' facilmente so* luvel em éter. cloroformio e óleo* voláteis. Seu ponto de fusão não deve ser inferior a 78. Como a canfon., fenol, etc. forma mistura* liquidpas. Segundo vario* autores é absorvido sem «Iteração do traio Alimentar mas se decompõe no organi*smo.' Possue ação de anestasico local msis fraca que a cocaina, mas sufi-cie-nte para impedir o vomito na* irrit»ções gairtricas brandas. Seu maior emprego entretanto, é como preservativo n«* cremes e nas somições hipodermica*. Tem uma ação antisentica de cerca de qumae ve*e* mâls inten- 9* que o «cido borico. Vem sendo recomendado como «ntiseptico local brando n* desinteri*, etc-, tambem é empregado, contra a insonia. E' geralmente administrado em capsuiaas ou comprimidos na dose de 0,3 a 1,3 gras. Como anestesico local para uso hipodermlco emprega-se a solu*-*_ão saturada. Como preservativo é eficiente mesmo em doses diminuta* po* dendo substituir com vantagens os preservativos geralmente usado.s como ácidos benzoico, s-ilicilico. borico Ptc. principalmente nos cremes. A. N.LAGO Soares de Carvoiho refere se a uma cumpanha qiu* se esta '/endo fann torno dos preçc.s dos l_roduto.s farniaceuticot. Tô:t. trabalh ido o mais possiv-il para que se estabeleça um acordo para remarca<ío de preç<vs. conforme a ciicular expedida pelo míni*stro João Alberto, mas há elementos que procuram estabelecer a ú}-*-- ctrdia entr-e o povo e os predutores e vendedores. Numa época cm que todas as utilidades subiram vertiginc.samente de prego, ha prvdutus farmacêuticos tpx*! ha mais de quatro anos não t:- veram aumento. Muitos são ve-*- didos com prejuízo. Pede ao sr. pi evidente que tome na devida consideração a defesa desía ciasse que tambem contribue pa**a a grandeza do Brasil e Que está tendo obrigada a suportar uma situação difk*il de WHtWltlf. O sr. presidente concord.i. cue é piecúfimente na industria farmaeoutida que mais se justifica a elevarão de preços, não só pelo aumento do custo d s pr^i.tos quimiros. con\o até pela falta ab- «soluta da alguns deles. Não se justifica, pois uma campanha contra uma grande classe que trabalha com tão boas intenções. Vacina B. 6. G. Entre o Ministério da Educacão e a Fundação Atauüç>ho de Paiva, foi feito um contrato para íiiteiwiiicação da vacinação B. C. O. nesta caipital e nos Esta* dos. A cerimonia do contrato efetuou_.se no Gabinete do MlnLstro da Eduiaç!»o. teaido presidido a mesma o respectivo titular. Ficou tambem determinada a coo-peração com o Serviço Nacional de Ti^arcvrlose, que levantarã o cadastro tubercullno. radiológico e outros eventualmente indicados. Pela cláusula primeira do contrato, assinado, a Fundação "cedera, gratuitamente, a todos os organismos da luta antl-tubercuilna, as doses de varinas B. C. G. que lhe forem solicitadas, por intermédio do Serviço Nacional de Tuberculose, encarregandose de previdenciar, estritamente de a.jor<lo com esse Serviço, sobre os modos mais adequados de transporte das respectivas parti- *rerá das de vacinas. A União concoicom a quantia de 80 mil i-ruzeiros, anualmente. FAZEMOS 0 QUE POUCOS FAZEM DAR A CONHECER AS NOSSAS FÓRMULAS. AFIM DE PODE- REM SEP R-E.CEITADOS OS NOSSOS PRODUTOS OOM TODA A CONFIANÇA. ELIXIR»14 - Contem Salsaparrlln*. Oarob* Pe-de-Perdis. 3*mamb*ia. Nogueira. Sucupira. Baunilha e HennoTenll 0,31 em cada vidro Tendo sifilia o*** o grande depura tlvo* ELI- JOR 914 «Tl-UXO 8EDATINA - Contem Vlburnlo Plsctdi*. Analgasina H*ma_m«Us e outros eteutaniw calmantes a rofula-dorea O bani elemento wdatlvo. multo recai-- tado pelot médicos nstol N.* l - A base de «0% d* Manuto. combate a* Plftv» ias. Ecsemas Varteoce* álea* Afovenol - O fortlfisaat* qu* contem * autor mimem dt 9 PlJdr de Oarue.,. VaiMtato4«Sé4httM çlo oxmaatt V*wu»d*tto Oe aocuo ou dato de sódio («Ao padaivra* sinonimas), é um -oxid-ante. raofio por qus nio convém faoerr com este sal certas a-ssccia-çôes medicametiios**. Ppf oste fato, nâo deve aer ******* ciado áe matéria* Q^aa*mm\ atcam" HE taninos, porque haver* p p-raca****** ^aos. W um -tafl ma*^ tóxico. O vanftdorto o> sódio se todor; * *«* precipita qua- sa!«, ipetaiicor dando me* a-ftataaaaal i-as<>l-uv«?:s ou nais* dni-
7 I Novembro de ' ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DOS LABORATÓRIOS SILVA ARAU10 ROUSSEL S. A. A industria farmacêutica teamlei», viu com verdadeira júbilo, de união entro dirigentes o diri- svst Or/í^ ^' Mm awmaw. maía '"_/* tèsf^amti m***' _f^. ^^_tt_^v_bff_al \mmrmwmm V» *\wfi \!PsBr!#H rificamos a existência do traço t " m passagem ia data amiversária fidos, independente As quaktuef dot Laboratéria, Silva Araujo ooaoao en artifteialismo, patenteando que estes satisfeitos, re- iflibépj ^B _3fc^_B_B-p-_^rv4Í>_^_Bí_^_i _^t B _B_J_M_I b^kvx*>. '^PPISl ^Bl^ * *^ IHb_P*^!Px^-^'"**^W_B 1 n!rwéiii ^ Ia^_I 1_ri H Hr?-;. JtJ_fl 3_sfl _F^_ Roassell S A, que no dia 15 do corrente, completaram o sen 72 conheeem naqueles qualidades mn* de atividade. m A qne oa tornam merecedores de ' *''$i*r::: ' : ^!^_r'-*»^_íí: Difieil seria diser qne de fato gratidão e estima. :'AmJ' "' qr^ll ESrB _K J WíWP < assf.fl ÉjililK& -M_ _ffiwí I ' *< ' ' \_^_m "' S_^_t>'_E.*> ;* - ' ''*»\a\m\ /' ' ' ^mmmmmwmm^ WW"' *>-l^*:^íwwík%-w;**l_bí*^ B_E - JVT-JaBI _HL'"'" JgW a_b^-ml ab ' representa para a noss» industria semelhante acontecimento, realizou-se na igreja de N. 8. da Iniciando a série de festejos, oue ultrapaannd os limites de Luz, imponente cerimônia, a eelebraçâo da missa em ação de uma comemoração1 Intima, tepercutiu de nm modo vibrante graças, assistida pela totalidade em toda a nossa classe. dos componentes da firma, acompanhados de suas famiüas, e o " '" "'"'^B ^fl mm\*a*> _B B_B a»?:'' :-'ih_j_ii_l^»^i^ a'í»s> ^_^ _^_^_^_B*^^ ^_H_^_^_^L\ _^Bbk^_H^_hH I^_^ ^_^bi :-.- _i-: : :.-. ;?!^B _K^;'*:v;JWBff^/>*^fe>JT Templo consagrado ao trabalho honesto, visando o aperteiçoamento e o engrandecimento templo regorgitou com a verdadeira multidão que ali se comprimia afim de assistir a ceie- B-:.í-í :-^ai^:;í_b fl /'* '" 'q i ip?. ««w/v í:-t*s! B K_(ê:-^_I ^a da nossa industria de especialldades farmacêuticae, conseguiu a jksmàm Bel fl':;:-';';; *ftí/?/'_s_p_í _Pa^a. H _ _k^«ll li'p'x_f_ní ml.->.v. ^^^M -B-b-Hrx' \ H _K^>t liát* _H BBm. _^_B B^B^:<ljffia5B B*::_r--_iE_E bração do divino oficio. r_b K '^_i HS_a K'#_rY_i K_i B _ V-vl _*?' JH V»_r< «_^I LflftalBr' tw>ma arrom* B.'~^«tfl impor o fruto de seu labor honesto. dentro e fera do pais, nu- dirigiram-se todos ao elegante Logo após o termine da missa I mo**ê aaw' ^^^ " akj^^^^n, ' OlE I MMaT-Mam im "Stadium ma completa demonstração da SARSA, lindamente ornamentado, onde se realizou uma " " -fll ^^^^^^í^'""-:**.- ^*' "' abg''b Wm\m\m^^m\ mmw ' ' í ^ É IÍ _3í_F^-^!P^:^^^_Í_Í_Í_^_á# eficiência cientifica, do seu perfeito aparelhamento e da lisura alegre e interessantíssima "Hora jiajbfal -ft--».";:r""^ ^_fl K_X r #_ i_~ :t:::*»» m m mm_»«. T^iv :'i_<_w_k_ffli-h8cafcs_a_^_ls888^ ml r-? :'x JH Éftk.' _B_r»_H H_^_^_H a-p*^i dos seus métodos de manipula de Calouro", cujo desenrolar cão de produtos que dbem de manteve a grande assistência emii_yn I v :^V:' _^- P*^ Sk. ^m^x^-^ijjfl BB '^B ^B *v-;:4*".v.^b j^^^o^ ' * "' ; perto com a s»«de da franca alegria pop»*açào. E nesse sentido o credito No dia 16, continuando os fes* B dos Laboratórios S. A. «*. S. A. tejos, foi servido, no mesmo looal, nm apetitoso churrasco e BH^ff^^HI^Vf^-^-^Wr^ ^B S^'''':-^-_j B_l ^^-1 ^V^ '^ *^-^_yj_l_l é coisa deveras grandiosa. Os seus dirigentes tiveram nesse dia, a suprema ventura de ve- l^^bfer*»^;.. ^^ab^fl Ea_B tel I ja»_il p^a indiscreção de nosso repor B^^^^JB ter, vemos o memento em qne o sr. Roger Guedon nao tinha mãos a medir, servindo a todos indistintamente. por volta das 13 noras teve inicio o espetáculo teatral e logo a seguir ao provas esportivas Dentre as provas realixadas, pelo soa humorthno, destacamos Bv j_ãjfe_'*: TB IBP íí.::' rificar o grau de estima do trabalhador quando este trabalha com satisfaçio e orgulho. A socessão de festejes que nes foi dado assistir, fes-no sentir a verdadeira harmonia existente ali, entre o capital e o trabalhe. i Num clima de estime mutua ve- ^~ - «w flhéimi ^n a_m_k_m_i r_fl HaP _P_H_»,::/'<:: _I H J HÉB L_H^_i_^_i a B^m* * * _^_l _^B*'* l _^W_^_BÈ-**'' '^^^H a^aw' l _^_C* V _^_l EIS! B:_^^il^:':- '"'? "B 91 i B'^B aww ^T *y^^m\w*^t\ \w**% MmM'>:»" Fwr "«II ; ^Sa BÍÍÍ L :^' N j?. é ' _:-:l WÊÊL. ' ' ':'''lé_ébéà, mwê W' % a BW 2»%d_^_l% _T:^'S B _Í iiàw B :«_taa vi i a_m^_h_b m_r. _*_.'. _P' :» : * ry.-i:imm WmW--'- >/»:r:< I Ut^ : * ;: ::'W' : rm Kl il!i vi I_f iii E^TIIi IJI^%ph B ^ ' 'w/xíx ^vlflfl-vp^b-h. _e_b-. Bc"*': '^_E^V Br-BwBtfi-B.''' Sw^-^H BP^*':_s*:*:':v' BB -^ -- :-:-.' :-.-. :*?a_b w ivxvixivixm.^^^h?'.''^^k-;.-.-..b-_b_^_b_mfc-_i_k-^bc'.*^_^b B _K_aÃ_x»A'.'_t_'-vB L_K B a^b^c:**-:-'**._x'-._plpi_b _B*_B PJ-Bk-^.. "- *^ ^ l _HI BBj m Lb *Tfl B tut^ _ B > tb!b Bl^^^r1 ^ w Ht: '4-^ *' J_H * Kw Bf^BJ Rv9^ :*'i Í^^:'i^vrlv[9Br>^ '& ':< '^- ::*:<wíi Ia*. <rij_^_t M I B!i ^^-- ' :;swr^«.-'- r'í^'áíijih! í»* 'BB. ^1 BI _r **i...b BS BasC»-... B_ :^B Br. <-váib '.:' fl BlI_è?5 rf" B-:x. ^Bl IB 1iVi1_1 l_. ^_Mt:r.. _^_A. <_S_i i tmwf*â i_ B BB ^«jfl Ir.._IbB BB L_rB _^_B_.:J_mT. > _jhr^----- : : : ^_B :''-:-fl _B:': '!*:. : ;>: n^ms_ Bf dl B^ílirS^íí^i^S?*^*^^??!^^ A equipe feminina de voleibol 4_áV O Diretor-Presidento dos Laboratórios S. A. *. S. A, ^- ^^^^^ B' " ' K 'Wl tmvffim a nrova da corrida de sacos e a de "comer linha", aue mantiveram a enorme assistência em constante alegria. Com o concurso *.g mentos do nosso 4<^dca?í*n* teve lugar o concurso de dansss e àe sambas, alegrados por diversas duplas caipiras ea sem do "Conjunto Musical Orias do Rádio aube de Brasü. Num ambiente de grande ale, gria e entusiasmo, perante os direteres, inúmeros convidados e mais de 5S empregados, a festa continuou, realitando-se então ne domingo seguinte as intere*- santes provas esportivas, terminando com o encontre dos team* representativos da Matris e da Fábrica. Pelos aspectos fotográficos que pnblicamos, poderão os nosso* leitores faier idéia do que foi a magnífica festa, frutos da doutrina de socialisação dos dirigentce e dirigidos., inspirada pele regime de M de Novembro, posta em prática, Já de muito, naquele servindo o churrasco. coneeknado laboratório, cujos Ü" rlgentes, numa clara visão admtnistrativa, tudo fasem e reallxam afim de que os seus operarios possam cultivar os desportos e elevar o seu nivel cultural e, eomo prova do que afirmamos, ali vimos o magnifico estádio para a prática salutar de diversas modalidades de esportes, o clube recreativo e cultural, possuidor de excelente biblioteca e grande numero de Jogos recreativos. Ainda sob a forte impressão recebida peto grandiosidade de p*ograma de festejos ret«rame-nos, aem «e primeiro de._a_sem«e bem patente es nossos agradecimentos e os nossos votos de proaperidades aos dirigentes dos Laboratórios Silva Araujo Rou»sel, pela data de seu aniversário, data essa, que não pertence somente aos aniversariantes mas sim a toda a industria brasileira de produtos farmacêuticos i?y lüi rei - _^_»_^-^-^-^-i-^-i-m-m-^-m-a_^_m_^_^_^_^_^_^_^_^_^_^_-^^am^^^^i_^ ^_'*_^'^^^^^Z-_[-_^_^.' «*.*. «k mj a P^_E a^e-^^7!--_b aabi-^ BI B2c^9^ak* 'í ^^B^SB e\. ^atj B. t_:ii a^awí' ti-:_m_ <ma LMiw':':a aaia avi n^:::v e^ Bla.S Bba^L^V^fl BkJ_a^.''<_r ^': :'-r"'jb B ' m '* ** apv fl WA;-'''^ vi Bk ybb tsí*"^v BPfJ R «w ^^_à IBI lubs-n. Oa3 abav B tm. i Í- imn»j»bi lfl ms miaib aaifl ai m a _ K-R BB a^afl»baa_ s;":':;. 4% I LK b^mi LBal Lwfl a^rk3? Hjlai '::-y-.._.._. IB Bk: OJ Rr^fl ÍH^»aa Ta B_Si as *'*WPgí*-- 'vs^f-* fei >'' ^a^^gj^ :'> ^^^r.v-^^*"^ " :. ;...,....,:,...;'", ^1 F vt,-. v _.-, ^qb_b_a_- ^- '. 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A ': B fl^lmfl fl MÍ _ktrfl B ^B_I Ln tb] Br_I $^ - v ^fl Lv i*b LB H B^ B * av-1-::'s I IF»_«, II V-X^ I 1 LL ti? ^j tk V_^B Bvin II l*a.^ II " a B ll^^lllala aa^ri a^áffsavbl l"_l l" jb >ífc 'H jflr *ib fl aw ' I I IB B\N *-*_H Bv sbi BP*^_l I BaÉBa/^BBLA^id^t^^^H -^Bnífl a^aftrba^k. -_l -_*a_mbai B^smP^ "' _k_p»^*s_h Hv^Bifl _P»M_K' 5 a B BaÍOT''''"''M':'B " mb r ^a^fl IS «Bl^ m. ^^áié_a_sa_í BMhL«^amiBl ^r^b BWr-»a *- Ly^^LB bb f yjb BTyfl -ifle: : fl LB Tm^i- «a a Bo/fln fl ""* **»* ãlü^»»^i^-i r'^ _.»Jm\.»^al IS^Ammmmr*-^***oW i JI 1 ' B fl^_»b Lx _B I Iflfl^fl rn LaBL.' 7*?x^^'ii*r.ii '*; c ij ai L^_aPJí ll. aa_áb IéBI h BBB '^ BT^^"ãl L» ^^^^^^^^b Br:': ^^i^íàtí ^9* '^al a^m Rr^K!fie»ff_iy_> ^-^^^a^t^^j^-. ^aj^ xj-ifjéw -^^?*'^i' *+>*s '' tftbbvs^wbi abíi BB ^a\mmmmmw - *i Um dos fartes "team*" do Labor»! ôrio tm aspecto tográfico, na H4>ra da dan»-».
8 ' lm concurso estimulando o genio inienlivo dos brasileiros Por iniciativa de uma firr.ia nacional, foram lançadas, cm combinação com a «Associação Quimica do Brasil, as bases de um concurso destinado a aproveitar. para fins comerciais, as invenções dos nossos químicos. O ccncutso "Simplificação íoi denominado de processos p aparelhagens de industrias quimicas e agrícolas'', abrangendo a_ seguintes industrias "Açuc.r compreendendo, por exemplo, simplificação dos processos de extração da cana, fabricação da glieerina "Álcool partida do açúcar etc. e Industrias de fermentação' como fabricação de rúm a«cetona, álcool buti!?eo, i transformação do álcool em íucído ' ac?tico, formol e solventes etc. Di_ti' <ão" compreendendo, a de madeira, carvão, linito turfas. civstos, óleos "Extraxáo minerais etc, de alcalóides" de plantas e frutos brasileiros e finalmente extração de óleos vegetais. Todas essas substancias são produzidas no Bra&il, de maneira que todas as vantagens q*ue os novos processos a serem apretantadi possam oferecer ãs diversas indi-strias, a economia nacional será extraordinariamtnt, beneficiada. Ttirios os trabalhos apresentados serão estudados e julgador por uma Comissão composta dos '\\ srs. drs. Einesto Fonseca Cocta. diretor do Instituto Nacional de SR. Técnclcgia ; dr. J. Gomes ile Faria, consultor técnico do instituto do Açúcar e do Álcool, profcssor Frita Feigl do Laboratório Cen-tral de Produção Minerai e o dr. Franciflft João Mafíel. chefe da seceão de quimica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas <*e São Paulo, e outras figuras de projeção da industria e do comercio. Ao quimico vencedor a companhia organizadora do conctrso tanará realidade o projeto, fazendo unia instalação "piloto" para a produção em pequena escala. O artigo produzido sera posto á venda, cabendo ao inventor a metade do lucro. No caso de ser evidenciado, nesse processo semi-industrial, ao cabal ror.- cimento econômico do invonto, ficam reservados a essa Companhia os direitos de sua instalaçãò, cabendo ao seu criador, nes - se caso. uma carta peroentagem sobre a renda apurada com o mesmo. Comissão do FARMACÊUTICO: Bioformacia A Comissão de Biofarmácia do Departamento Nacional de Saude, designada pelo diretor geral do mesmo Departamento, ficou «assim constituída: Drs. Genesio Pacheco e Silvai Lins, quim-co-farmacêutico Militino Rosa e técnico da industria farmacêutica dr. Carlos da Silva Araujo. IV SAISDE MOR DIOHINA CODEINA, ÓPIO, ETC. Não compre sem verificar os preços da Drogaria V. J1LVA RUA DA ASSEMBLÉIA, RIO O caso de bi-tributação farmacêutica Agitou, ha pouco temp-), con forme noticiou A GAZETA DA FARMÁCIA a classe farmaceutica do Hio Grande do Sul a qv.estâo do pagamento da tributação federal sobre o exercício profissional Os farmacêuticos riograndenses. por intermédio da sua entidade, firmaram nm ton.o memorial ao de-egado fiscal do Estado, historiar.'!)-lhe o caso e considerando o pagamento do selo federaa corro uma bi-tributação..conáültada sumidade no assunto, manifestou-ss amplamente lobre a tese mm debate, concluindopela etiigatoriedade do pagamento do imposto federal por parte dos farmacêuticos. No entanto, os representantes dessa classe, até um pronunciamento positivo das autoridades competentes, mantiveram o seu ponto de.vista da isenção do sélo federal nas licenças para o funcionamento dis farmácias e dr-c-frariíts. Agora, finalmente, a ixcpeito do ass".nto, manifestou-se a Delegacia Piscai daquele Estado. Nt-s sc sentido, o dr. Odilon Martins de Araujo, titular daqrela reparlição, declarou que o exercício daquela profissão foi regulamcntado pelos decretos federais ns. W.6UÔ. de 19 de janeiro, e *jc 3.7, de 8 de setembro de 1931, sujeitando «f taxa de Cr* 100,00 para a? licenças de t Cr$ í»0.0» para r^vslidf^âo. cobradas em stmos. I l m I* Ktf-IAÍIA Novembro de 1942 PREÇO MÁXIMO NO VAREJO DAS ESPECIAtIOAREBES FAMAOEUTICAS ' Pede-nos o Sindicato da Indostria oe Produtos Farmacêuticos do «io de Jaaveiro tomemos DúbHoo nara orientação dos nossos leitores, o -(guinte-. "Náo desejando o 9c MinLs/> «CoaKlenadOT da Mobilização Ec-onomica fixar as ba_es «ira estabelecimento do "preço máximo do varejo" das especialidades fannaoeutlcas oa SIdustriais, por sua ves. também, náo desejavam fixá-las. por eou-titiiár tmsunto do intereaae exclusivo das classes atacadista e varejista, etn cuja economia e coméroio. aos k-ius- _t*4aiá*i náo cabe intervir. Pará cumprimento, «porem, da Portaria n. 10, do Sr. Coordenador que exigiu nas embalagens - posição, pelos fabricantes, de pre oo máximo de venda no varejo para as aspeciaáwades farmacêuticas, este Sindicato ecegeu uma Comiss&o para se entender com ae demais nomeadas pelo Sindicato de Atacadista- e pelo Sindicato de Varejistas, afim de. conjunta-, mente estudarem o assunto, atendendo ás diferentes condições que atualmente prevalecem, e igualmente, acordarem as bases para estabelecimento do preço exigido. Oomo * do conhecinictito pubiteo. os grandes varejos de drogarias vendem no balcáo em ba<es mínimas; já as drogarias de menor movimento necessitam de margem maior; outras «ixogarias no "entanto, só vendem ás fanr.ácias, e as farmácias, por sua vez. sujeitas a plan. tão e outras exigências necea-sitair. de maa-gem mejhor. com maior ra_áo as pequenas.armacias de bairros c subúrbios, tão uteis nas dificuwades eventuais, não poderiam subsistir oom um táo pequeno movimento de vendas,.em bases mais co.npensadoias, atento às ativi-ciades das drogarias e grandes fanlácias. O preço mávimo. a ser fixado, tinha que atender, portanto, a todas essas contingencias para que náo vittsse imposslbüitar as pequenas farmácias de bairros * subúrbios, de poísuir os medkmuneivto.-. e iweaklê-los, dentro do prtço marcado. hmbihta«d«o-as a servir o povo em.«uas boras de aflição, como não deixa de ser a 6Ua finalidade. Ao B-úblico, pois, caberá escolher onde comprar os medicamentos se na drogaria ou na farmácia e decidir quando e onde é justo pagar o máximo marcado. Assim fica esclarecida a ação deste Sinddcato, de absoluto atendimento ao Sr. Dr. Assist-tnte responsável pelo Suto-Setor Produtos Químicos e Farmacêuticos, na aiposiçáo dos preços ima wrtbalagens das ílspeciamdades Pa iimacêutlcas. sendo de esperar que todas industriais atacadistas e varejistas não pou pem esforços em bem servir ao púttico e peios mais baixos preços, odop?rarndo dessa maneira com a ação dc* Ooverno, em pre* do povo. nas horas diíioeis que nos foram imipotitas pe ia situação internacional. RAUL D*UTRA E SILVA Presidente. Iitfliabifitados mais de 50% dos candidatos Re«M araan-se, cor-io-rme notictéimos, em Niterói, o exames organiaados peto Serviço de Fisca- Lização da Medicina, "afim de selecionar práticos de farmácia, (coxifotrm.i. o que preceita o decreto fetieral Inscrever ani-se 5i5 candidatos tendo sido Uihafoivitados 30 c aprovadas apenas 26. ou se<ja menos da metade. A comissão que p-re-sidiu aoa trabalhas dos exames foi compôsta dos srs. Jader Ramos de Asevedo, presidente; Áureo Portelfla, inapeotor, e Ricardo Quartin, farmaceutico. Foram os seguintes os farmaeêuticos aprovados; Amtonio Novaes Leite, Atejaimo Luiiz Borvan, Augusto Soares de Mello, Aidano de Oliveira, AchiH-es Considera Junior, A_ber~ to Considera, Antônio Duarte Pereira, Aristoclidas Ribeiro, Baoedicto Braz Pereira, Elias Nehme Chebabe, Caetano Fr«4_c»;o Nicoiau, Edgard MeMo Gomes. Gracho Jacuá, Hélio de Andrade Assis Mello, Jardino Manoel Marins, Afirmou, finalmente, aquela autoridade, em seu parecer, que a Cordeiro, Moacjrr Pereira Ferro, Jacob Staíuto, Manoel Francisco taxa em discussão foi criada NLoéas Maia, Osmar Amorim, Ospor lei federal (Lei do Selo) e,, waldodias, Raud Reis "de Oliveiportanto, cem vigência em todo ra, Sebastião Rodrigues de território Bar- nacional, «aem qualquer, roa, Vlrtouaino Pereira dos Santos restrições. I e Waidyr Leite Franco. f m» " maaosamaaom 0^> nstajuma $mmirigm 60*52 A^ v h* ^^_^a B >* J!!i-_ VS / ; _!.. ^_Jai I U Ha_l «V^_2 I mm a L 1 VNan»» a.. ^^V sfclsjjs» tmo9wssb»mm ^ i _Hf Wa \ ^v-* H mr wi Í mmm^mp ^^Í_^a J Algumas Continuação do n 18-3) 30o _\w-]orureto de ferre 30 gotao; Jutepo gomoso 120,0. F. S. A. E-cplicaçào Um precipitado de uma substancia albuminoide insoluvel. 31o Salicilato de sódio 10,0; Benzoato de sódio 2,0; Agua dtstilada 90 cc; Xarope sirnipies 100 cc; Esoencia de menta 10 gotas. F.S. A. E-»aplica»çâo A essência de menta, insok-vcl, roune-se na superflcie da poção. A primeira co- Iher absorvida poderá conter toda a dose. 32P Piramádo 0,50; Julepo gomoso 120,0. F. 3. A. Exylica-fção O háepo gomoso ou amucmargem de goma arábica conatltuezn veáculos incompatíveis com várias aaibstarvcias medicame-itosas, porque a oxidaso da goma pode, com efeito, modificar a wnstrbulçião dos compostos qu-micos. No oaso desta poção há oxidação do piraimido e a poção toma uma cor violátcea. Pode ser evitada, se primeira, mente se ferver o julepo, que elimina. peta fervura, a oxidase. ajjicwl*!?. i '^Sr^^ol^mÍ Hfl B^l H_ll^ j i incompatibilidades i 33o Cloridrato de morfina 0,04 Éter 20 gotas. Julepo gomoso 12)0.0. F. 6. A. Explicação E' o mesmo caso anterior. Aqui há dupla incoimpa* tibilidade: primeiro, a morfina sofre uma transformação, passando ao estado de oxlmorfina; e segundo, o éter precipita a goma de suas soluções. (Continuará) NOTA No caso de iricornipatibilidade n. 29, do numero passado de A GAZETA, houve um "mexido tipográfico. Oerto é assim: 29 Sulfato de estriquinina 0.05; Licor de Fo-wier 10 cc. F. S. A. E_qpl_i_açã-o E_jta fórmula constitue um caso de mcon-patlbllidade, porque a estriquinina é precipitada pelo ateai, do arseniato de potássio, qne entra na composição do Licor de Fowler. MEDICAÇÃO COLOIDAL A medicação ooloidal é de prefererveia empregada por via opldermlca, hlpodermlca, intramuscular ou intra-raquidiana e lntravenosa, pois a absorpeão bucal é dolorosa, o mesmo se dan do com a via rectal, embora com menor intensidade. Sobre a pele se faa por fricão. prin-cipatanente se a pomada for preparada com vasolina, devendo ser preferida como excipiente a banha benzoinada ou a lanolina A injeção intravenosa dos eoloides é denorninada como metodo de eleição, devendo ser preferida. I Cangitsso Farmacâattea * Rto SraMto SM Sul Promovido pelo Sindicato de Comercio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Rio Grande du Sul, dever realixar.se- breve, naquele Estado, conforme tivemos ensejo^ de noticiar anterioívnente, Primeiro Congresso Farmarêntico do EsUdo. A data da abertura dos trabalhos foi fixada para 15 de Janeiro vindouro, e o Congresso terá a duração de cinco dias. A diretoria daquele prestigioso órgão de classe tem trabalhado tenazmente para que a iniciativa resulte a mais notável realiddade e para q*_ no conclave se ventilem todas as questões e Weroas pn»- de relevo que interessem s\ farmácia, naquele «etor.
9 lovembro de 1942 W, /» * ^^t*\\m-. ^^V7 aàm to- ^taaimtmmmmnte m. ^^.^N. ^w^^ W»*^^ WT*m\\ Vw^WSwl^W ^^k ^t^l\ ^tm^ kmw mmmlt ^ ^m\. ^^^*nnmm\\\mmmmam^m\mm ^^^^^ ^^B dessa cocoira nos pésl ^p se alarme S o Sr. tem cocara, bolhas dágua on NAO frieiraa noa pés. Isso que o Sr. tem nio é Ácido Urico; # iima affccção puramente local, causada por um minúsculo parasita. Mate esse parasita e a aaude voltara a seus pésl Use Antiphytol Silva Araujo formula do reputado especialista Prof. Eduardo Rabello. Antiphytol é limpo e do cffeito seguro; mata os parasitas, acalma a coceira c rei taura o pelle offendida. ANTIPHYTOL WA oakohacia Mãe completa ou mãe pela metade Copyright da "SPES" de S. Paulo. Os norte-americanos acabam de pôr em uso uma expressão muito significativa para indicar, do ponto de vista popular, a mulher que representa para os seus filhos a genitora integral, que apenas não lhe dá o ser, mas também lhe garante a base da existência, pela amamentação, e o que apenas se contenta em po-los no mundo, dispensando-se do dever, que é verda deiro prazer, de ahmenta-los com o próprio leite. A mãe que amamenta o próprio filho os norte-americanos chamam de mãe completa, de mãe 100 por cento A's que apenas lhe dão o ser, sem amamenta-los, não merecem mais do que a denominação de mãe-pela-metade. :l -: FABRICA DE AGULHAS HIPODERMICAS:- r/ 2'CM I fws 71 \* «aa».a >cri * 11«V«VI PREÇOS ESPECIAIS PARA FARMÁCIAS Tipos oomung de níquel puro 100/100 3 oent. -Va cent. 3 cent. 6/10 Dúzia 1<*000 cent. iva cent. 3 cent. I 7/10 Dúzia oent. 2-r. oent 3 cent. 8/10 Dúzia Canhfco dourado on niquelado Remetemos, pelo Correio, qualquer quantidade. AGULHAS DE PLATINA: PREÇO DO DIA A R. DlAfl Ri» Coração de Maria, 123 e * Telefone: Rio de Janeiro 0 FARMACÊUTICO CÂNDIDO F0NT0U- RA HOMENAGEADO PELO CENTRO DE HIGIENE SOCIAL 0E SÃO PAULO ' Vitíi mg\ íjffivpiwêfêmsmib EM^&fiitfiimRl mmm\m*-*i/l>%^ &mummmy^ ' ' «%IÊÊm\ W('a m*\\\ ' * Mm XmXmaVS^IÈM mmmmwwlêê:0 lll^m mm owàrn mw. MR - aw&wçàwtm MÈIÉtmWsmWmÊÈÊMmm FORMULA DO PROF. EDUARDO RABELLO Especialidades Farmacêuticas venlidas sem licenciamentos a Associação de Farmacêuticos do Estado do Rio de «Janeiro dlrigm ao dr. Jader de Azevedo, Diretor do Serviço de Fiscalização do Exercicio Profissional, no Es- B1ARTHRITAN Antitóxico Poderoso Diuretico ativo o enérgicos estimulante dss células renais. Tratamento racional ds diatoso úrka s dss doenças dos rins, bexiga e htpsrtensssa arteriais. LABORATÓRIO HEITOR SAMPAIO RUA EVARISTO DA VOGA, SS RIO tado do Rio de Janeiro, o seguinte oficio a propósito da venda de especialidades farmacêuticas que não estão licenciadas: "Exmo. sr. dr. Diretor do Serviço de Fiscalização do Exercicio Profisional do Estado do Rio de Janeiro. A Associapão dos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro, tendo ciência da existência de especialidades farmacêuticas expostas á venda nesta e em outrás praças deste Estado, sem que as mesmas se encontrem revestidas das formalidades legais, como sejam registro e licença do Departamento Nacional de I Fiscalização da Medicina, e que, algumas outras, carecem da lndispensável revalidação como determinam as leis vigentes, vem com a devida vênia solicitar a y. excia., as providências <P»e *e. fizerem necessárias, no sentido de serem sanadas tais írrcgularidades. A Associação de Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro so 0 Praf. C. M. Lifcaralli m sita as capitais do lerdssls A turma de farmacêuticos de 1942, da Escola de Farmácia e Odontologia do Oeerá elegem, como noticiámos em numero passado de A GAZETA, o fawnacèu. tioo Condido Fontoura como pa- licitando essas providências, demonstra o propósito firme e decidido de colaborar com o Serviço que v. excia. tão dignamente dirige, contribuindo assim para a defesa da honesta industria farmacêutica do pais, que se sente muito jusfifícadamente pre judicada nos seus legítimos intersêsses., trono da turma Ademais, revela acentuar, tais Para repreesntar o ilustre far. medidas visam temoem salva macêutico paulista na cerimônia da coleção de grau, que se realizara a 8 de dezembro, seguirá o praf. Carlos Henrique Liberal. U.diretor do Instituto Medicamonta e nosso cotabaradr. Aproveitando o ensejo, o pro. fessor Uberalll reattzará, em Fortaleza, e, na viagem de regresbo, em Recife, conferências sobre aspectos recentes no estudo das vitaminas guardar a saúde e b bem geral da coletividade, que nestas circunstancias são sempre as maiores vitimas. Providências análogas já teem sido tomadas em outras unidades da Federação e assim esperamos que v. excia. tome na devida conta os termos do presente oficio. Sirvo-me do momento para apresentar a v. excia. os meus De passagem peto Rio tratará I protestos de inteiro apoio e de do mesmo tema na próxima reu- I elevada estima e consideração, niáo da Academia Nacional de (ass.) Farm. Migvel Valle, se Farmácia. Icretario. DERMOL FRIEIRIS IBPIN6ENS ESPUMAS ECZEBtt tm mn-t. mmm m. H \W a.?.a*s\&~~ *%& & ' ^ - «feii^miwm at. tm KJk tmxm m%\ f mi^^wmw:^r: mmmmm %km\?**wlr ::mmm mx m Ha f? aàm BÍÍ B_f 1 p m\~jêfmsmmèjmm ma\\\mm. a r A^m^mmVT^Víi^1-*- ^Sa^*m\*T^ W* M^Ê ^M M-t ^^Lf\ àm\\\ Ik.^rB* mw HÍ^^iLa^ÉÍH m, m m\^w^:^wk^m T m Èm^m^ m- 9 m m smèêêêêam&$»mm%m M mgaeww^w$m%*m ' WtWm BUS HH I Bfia k^hw^si lofl B:I^^H^Bül wa n ^^Kr' J^^owa HH BèÃS 'l^lm m VRlfl Mm m mw mmmw^^^>^^^^^^amt\ m ^^H^8 -* >à *, W» MA^' m mhsv!*-*a%*fc -i-m mumi m- BnMl' W 1 K* ' : ^1 am t^twm ' - " ^M Bl^l m^m '-a >!%a_ H B vam * m mtm. - 7lw*^^'h% ^B m,:-' nvvv^ fl H IV W BJfil&iStiÉfi&^fc fl " fl'^«m fl fl k > fl ^^P^Hw^fljSfl flll^^h fl fl flv* fl fli^v-..,t^atmm 'B6fl I H mmt''- '''am mkm$sa*w$*mw^a ^a WKMB W H H fl. fl HÉ^m^l^fl fl «íifl m Bh fl Bf fi SR fl ^bi avfi^^s B BM BsB' 'fifl kshi^ ^^^^l H 'O sr Cândido Fontoura, ao agradecer a homenagem qee lhe prestou o Centro de Higiene» dal da BKOla Fselista de Medicina-. O Centro de Higtene Social *,* Escala Paulista de Mtòicina prestou, por ocasião da inauguração de suas noyaj instalações, urna homentagasm ao farmeceutico Candido Fontoura, dando o seu nome a vma das salas da sede. Sssa cerimonia efetuou-se a 23 de outubro ultimo, achandose presente, entre outras pessoa*, o prof. Álvaro Guimarães Filho, Eftsmo farmacêutico ' DBORETO-LEI N DE 2 DE JULHO DE 1M2 Dispõe sobre disciplina do currículo de Farmácia. O presidente da Republica usando da atribuição que lhe confere o artigo 80, da Coustituiçáo decreta: Artigo 1. Ficam incluídas, entre as disciplinas privativas da Faculdade Nacional de Farmacia, de qdfc trata o artigo 309 do decreto n.«19.852, de 11 de abru de 1931, as seguintes: Quimica industrial Farmacêutica e Botânica Aplicada á Farmácia. Artigo 2.o O presente decreto-lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Rio de janeiro, 2 de juüio de 1942, da Independência e 54. da Republica. GETULIO VARGAS. Gustavo Capanema". O presidente da Associação Brasileira de Farmacêuticos enderecou ao ar. Getiriio Vargas, e ao ministro da educação, um telegrama slgnif.-ando o contentamento da lasse áto administrativo. ante este diretor da Escola Paulista de Mediçina, prof. Nicolau Rosseti, knte de dermatologia da mesma escola e diretor do Centro de Higiene Social, dr. Braulio Goulart, íepreoéntando o exmo; sr. or. Sales G-jmcS, diretor do Departamento de Saúde do E&tado de P. Paulo, drs. Mendes de Castro, Guüheime Frizzo Junior e Gabiiel Amato. Depois da benção da nova séde, foi iberta a sessão, falando o dr Álvaro Guimarães Filho e o dr. Guilherme Frteao. Em fcguida foram inauguradas as novas salas do Centro, entre tias a que recebeu o nome do ilustre farmacêutico paulista, sr. Cândido Fontoura. Saudando o sr. Fontoura falou o dr. Mendes de Castro, que enaltecendo a figura do homonageado, destacou o desenvolvimento por ele imprimido á industria farmacêutica, da qual. pelos inúmeros trabalhos realizados se tornou paladino. O farmacêutico Cândido Fonloura em breves e singelas palavras agradeceu a homenagem, afirmando que, muito mais que á Hmm pessoa, ela distingue a classe farmacêutica brasileira, da qual é apenas modesto e devotado membro. SRS. FARMACÊUTICOS E DROGUISTAS A cooflanfs de ss aa repatafáe is * W stock os lefittaaos praiatos vegetais «a FLORA MEDICINAL ia J. BoiMra Si Silva I «a. afiai es orlar aborrecimentos pelas grosseiras tmltaçòes sas altlaiamonto tl Os prodatoa «a FLORA IfKDlCINAL tatt reodsteto. A VOSSA VALIOSA OPINIÃO 1' A MELHOR PROVA OB QUE OS NOSSOS PRODUTOS SAO DB MELHOR QUALIDADE. Flora Medicinal J. MONTEIRO DA SILVA * CIA. le «o Jaiatri 1 m dea eoasammerss, aparecido, oa mala eonsamldos, ourai. J I
10 io b_p_$e& Produtos oficinais Novembro do }942 "Diário Oficial" de 23 de novemfio do corrente ano, Secçao i-egualmentares respectivos. triais". mento e a todos os di/xxsitlvos preparações farmacêuticas indur I. pagina 17.07<5 publica a seguinte 'Portaria 7 As drogas, os produtos Completando este item, ha o I n 193, de 19 quimicos _? oficinais deverão trazer nos rótulos em maiúsculas os "Os 1. do item 5, de novembro de 1942, do Depaxtamento Nacional dt Saúde, as- dizeree: "Farmacopéia produtos referidos nos que dia: de seu filho Brasileira" ou itens 1 e 2 poderão ter em seus com CÁLCIO! sitiada pelo dr. João de Barros Barreto, diretor geral do D. N. S. "Farm. sua abreviatura oficial rótulos as formulas das preparações oficinais á cuja elaboração Brás". PORTARIA N. 198, DE 13 Dü Quando tais produtos não constarem do código farmacêutico ae destinam*-. VKMBRO DE 1942 "O Explicação : Os "solutos concentrados" não são formas far- diretor geral do Deportamento Nacional dc Saúde, usan- farmacopéia estrangeira ou doe maceuticas expressas ou cuida- brasileiro trarão a indicação da que toda creança em cretcimento é presa fácil de doenças, quando de atribuição que lhe é conferida pelo art. 26 do regimento missão de Revisão da Farmacolentea, são criações recentes d» do tem o organismo deacalcificado. Prt» formulários admitidos pela Oodas nos estudos ds Farmácia Oa- LEMBRE-SE baixado pelo decreto n , péia pelos qauis forem preparados. Exemplos: "Farmacopéia laboratórios industriais farma- de 1 de julho de 1942, Re3olve aprovai as normas Britânica" "Farmacopéia cêuticos e que, nos termos da serve, portanto, a mude de seu filho, ; dos Potaria 196, ficaram assim oficializados. dando-lhe as reservas de cálcio que elle abaixo, propostas pela Comissão Estados da America do Norte"; de Biofarmacia do Serviço Nacional de FiscaliBação da Mediurvalt" *X3hernov " "Fa-rmacopéia Argentina,,; "Do- ; "Formularie des Pharmacioens Fran-* Foram imaginados e preparados para substituírem os denomi- organismo não assimile. Dê-lhe Calfix, doe precisa. Mas não dê cálcio puro, que o ; cina e que estabelecem o concelto de "produtos oficinais" :, cais" -TOrmulario nados impropriamente "extratos Laboratórios Silva Araujo-Roussel, que con* Produto aficinal é todo - ; Nacional" e fluidos" de balsamo de tolú, de.mspensatory dos Estados Unidos da America do Norte", etc. goràco. de iodotanjco, etc. etc. sa- Phosphoro e extractos de glândulas. Calfix balsamo tranqüilo, de elixir pare- têm agentes fixadores como Vitamina D, aquele de conservação boa e relativamente longa, de formula e Rio de Janeiro, 19 de novembro de Dr. João de Bar- mudança de nomenclatura e rot&sfazendo o mesmo fim, com preparação fixas, inscritas na é o cálcio que ee fixa no organismo e fm Farmacopéia Brasileira ou, quando delas não constarem, em ou- D. N. S. Quanto ao I l. do item 5», que contra a Tuberculose e oaros Barreto, diretor geral do tulo. as creanças robustas, protegendo-as tra farmacopéia cu em formularios aprovados pela Comissão de repcoduzido na integra é muito colocar ou não nos rótulos des trás doenças. Este documento oficial acima autoriza, em caráter opinativo, Revisão da Farmacopéia. interessante e bastante escler-ecedor de um assunto de grande imnais", as formulas das prepara- ' solutos" e dos "produtos ofici- 2 São tamb-m considerados produtos oficinais 'solutos os chamados portancia para os fabricantes de ções oficinais á cuja elaboração concentradas", que servem pam a obtenção extemporalizados ou não. tos concentrados" no grupo dos produtos farmacêuticos especia- se destinam, enfeixam os "solunea de preparações» fa_*maceuticos e industriais. so por inciso, se vê que estas no* Não ha obrigatoriedade de fi- Analisando item por item. inci- " extratos fluidos", em geral. Os produtos acima referidos e as drogas e produtos qui- as da Portaria n. 160, de 31 de formulas dos produtos oficinais, GR**4 Ut*00 O CÁLCIO QUE Sl FIXA vas disposições vem interpretar gurarem nos rótulos a formula ou micos constantes da Farmacopéia agosto de a que se refere os itens 1 e 2, po Brasileira, ou de outros códigos O NO ORGANISMO primeiro item diz: admitidos pela Comissão de Revisão da Farmacopéia, poderão de conservação boa e relativa- 7, de "trazer "Produto rem ha obrigatoriamente, digo, aficinal é todo aquele IAIOH.TOtIOJ SUVA ARAÚJO-SOUSSIi obrigatoriedade, segundo o item nos rótulos em eer preparados e vendidos pelos mente longa, de formula e preparação fixas inscritas na Farpéia Brasileira" etc. e "todas as maiúsculas os d lacres -Tarmaco- estabelecimentos autorizados, independentemente de iicemça eopecial. dela não constarem, em outra item, escapando a tais condições Cumprindo a Portaria do Coormacopéia Proços máximos Brasileira no varojo Porcolaçâo, ou, diaoolaçio quando demais exigências deste mesmo o Para efeito de dispensa de farmacopéia ou em formulários ou "solutos concentrados" porque denador da Mobkliaação Econômica, os laboratórios, as dro-.gots.ndo a cinchona com um ovaoolaçio licenciamento, são equiparados aprovados pela Comissão de Revisão da Farmacopéia". Farmacopéias e dos Formulários. garias e farmácias fizeram a menstruni composto de glicerina os mesmos não constam das aos produtos oficinais as formu- Ias em cuja composição figura- Explicação: - Compreende-se O item 3. diz : marcação dos preços máximos no 20, alcood 20 e ácido clorídrico di* «sm um ou mais medicamento. aqui que todas as formas e formulas farmacêuticas, desde as "Os produtos acima referidos e varejo, com a orientação de um kiido 20 gs. Harms R. Fromm. Deu*. de uso corrente em terapêutica, agsociados a corretivos e. conservadores, apresentados sob dlver- até os "xaropes" constantes da Farmacopéia Bratro para as demais praças. A Ph. _&. 4,1942,105, verificou-se que "águas as drogas e produtos quimicos preço para Rio e São Paulo e ou- Apoth. Ztg. 55,1940,275; J. A. aromaticas" (pagina 58) (pagina 983) da sileira, ou de outros códigos admitidos pela Comissão de Revi- tais preços variou de 35 a 40% 46,0% respectivãmente para percentagem para obtenção de o rendimento foi de 97.6, 3S.5 e SM formas farmacêuticas, desde Farmacopéia Brasileira, são considerados produtos oficinais, dessão da Farmacopéia, que não sejam de co servação precária. poderão ser para o Rio e São Paulo, e çercolação, diaoolação e e-vacolação. de 60 de que apresentem as condições Nenhum doa produtos referidos nos itens anteriores pode mente longa'* mesmo de : "conservação preparados e vendidos pelos estabelecimentos autorizados, inde- a 70% para outras praças. A. N. LAGO boa e relativa- ter porque, pendentemente dc licença espe - nome especial, ser acompanhado de bula, trazer nos rótulos farmacentico algumas formulas Explicação Trata-se ha no texto de nosso Código dal". indicações neste Pílulas DELUSSEN terapêuticas ou qual* que não se conservam muito tempo, são verdadeiramente magis- inscritos nas Farmacopéias, caso simplesmente dos quer outra produtos referencia relativa á aplicação formulas D esinfl arrirn res do preparado, salvo a trais. indicação da via galenicas, drogas em natureza ou trabalhada e sais de Introdiiçao c ^i o modo de A necessidade de atender usar. a ov Rins e quimicos em geral que já eram dis- Dlsinfl amam- Desinfectam-Acalmam Bexigatro» motivos, bem leais e legais 1. Os produtos referidos ha neste item mais o seguinte : nos itens 1 e 2 poderão ter em "ou pensadas de licença, como o são t Lau am os Rins e a B exi quando dela não constarem, em ga todos os paises. Este item é seus rótulos as formulas das preparações oficinais a cuja elabo- fonnularios aprovados pela Co- que constituía um fato natural e Cai c ui os far:.ia da Urina em outras farmacopéias ou em uma afirmação tão somente do o Sangul Dissolvem Pedras ração ae destinam. missão de Revisão da Farmacopéia". O item 4. diz : normal. 2. _ As formulas referidas no item 4 serão cbrigatorlamente discriminadas "Para A redação nos dest. ultimo rótulos. periodo efeito de dispensa de 11- de ter nome especial, ser acompanhado de bula, trazer no rotu- si o tue um meio fiaeal da _ Portaria, embora Os éocnpreensivel, es-á um tanto confuso cenciamento, de aquilatar são equiparados a. produtos oficinais, se modificados em sua composição quanto ao modo de produtos oficinais ás produto satisfaz as dlsposlções da Portaria 160, como espe- formulas, lo Indicações terapêuticas ou ou apresentados sob denominação de fantasia expressão. Devia em cuja composição figurarem qualquer outra referencia relativa á aplicação do cialidade farmacêutica ser dito ou diversa assim > "quando dela não um ou como ou mais medicamentos de das que constem constarem, e estejam inscritos uso preparado, sa:- produto oficinal, de acordo com corrente em terapêutica, associados vo a indicação da via de lntrudução e o modo de usar". vendo. a das farmacopéias ou dos formulários nos clássicos textos de admitidos pela Comissão de Revi,-ão da outras farmacopéais, etc. etc". portaria a corretivos e conservadores, apresentados sob diversas Explicação: Este item é um "*% que estamos transcr. formas farmacêuticas, desde Farmacopéia, ou trazenc > em O segundo item diz : que complemento do anterior O item 7. e equlvale a dizer dte : não sejam de «mservaçáo precaria". seus rótulos ind* ações que nenhum dos "As drogas, os ter >euticas, passarão a ser consid< ados dutos oficinais os chamados "so- SSo tambem considerados pro- produtos qukntcos e oficinais deverão trazer Explicação produtos referido., nos itens anteriores _ Este item é o especialidades faimaceutic* podem ter nomes especiais; não nos rótulos em maiúsculas os diseres : "Farmacopéia *, ficando tais sujeitos a lie olcia- para obtensão extemporâneas de feridos lutos concentrados" que tervem mais importante de todos os re- podem ser batisados BrasUe-ra" na Portaria que vimos com desitmações _e fantasia, tratando. potícndo todavia ser colocado o no- Brás.-. ou sua abre viatura oficial "Tarm. maa.-i Fka no _:u ooj. laido que ioi me do Laboratório manipulador. Um bismuto singu...r proibido de ser licenciado conn especialidade Quanto _ Quando tais bula produtos não constarem t indicações terapeuticas farmacêutica no do inciso "a" código farmacêutico não colocará, mas dl* do item 4 da Portaria zendo n "o brasileiro trarão modo d? usar", 160 já satisfaz a indicação d. de 11 de agosto de 1942, farmacopéia e que a "Gazeta estrangeira bastante, ou dos porque é uma da Farmácia" formulários coisa admitidos sabida pela coletividade o pela Comissão de Revisão da Farmaco- publicou em seu numero 125 de fim a setembro do que se destina um "xarope", um corrente ano. "tônico", "regulador" péia pelos quais forem preparados. Como se vê as formulas de colírios, de loções, pomadas, elixi- nos etc. Exemplos: e as formulas descriminadas "Farmacopéia Britânica": -Taircacopéia rótulos, orientam dos muito bem res, xaropes, depurativos, reguladores, tônicos Estados neste da America particular. do Norte", TERAPIA e INTENSIVA DA reconstituintes, Farmacopéia SIFIUS O item 6, diz : Argentina" "Dourvalt" ; e outras preparações de fácil manipulação "Os NERVOSA, VASCULAR produtos oficinais, E VISCERAL se modificados ; "Che-nov-z" "Formularie ; nos laboratórios de farmacia, DESBI adulto ou infantil, e mais os dos incisos "b", em sua des composição Pharmaciones Francais*. 'Formulário ou é um bismuto de ação V_ e,.d.» apresentados sob denominação de "Dtepetisatory Nacional" e passam ft xr equipa fantasia ou diversa das dos enérgica, absolutamente stóxico e indolor, e de extraordinária rados aos produtos oficinais, e que constem das Estados unidos ca farmacopéias America do ou dos Norte" formularios clássicos admitidos etc". atividade terapêutica tanto aniônica como catiônica. oomo diz a ultima parte do item DESBI adulto ou infantil 3 : pela Comissão de Revisão da Parzem idêntica obrigação o que ser preparados e venmacopéia, ou Explicação : Todos os países fia- éo único iodo-bi«imitito "Poderão de sódio, super-potenriado. hialino, solubilizado trazendo em água bi* dldos em seus constitue um motivo de garantia pelos estabelecimentos autorizados. rótulos Indicações terapêuticas, e pureza do fj-stilada, quimicamente puro, e de ação eletiva sôbrc o. centros nervosos. licença produto elaborado. independentemente de pastarão a ser considerados especial" e*occialidades Ha neste satisfazendo item entretanto o que recomenda o item a ultima parte farmacêuticas, ficando que é muito importante tais porque sujeitos o licenciamento f.ab. Chimiotiierapico Rio C. Postal 1682 Rio de Janeiro 5, que passamos a e a menciona tacitamente transcrever : todos um numero regular os dispositivos 5 regulamenteretf*. Nenhum dos produtos de Fonnularios que * referidos nos item Saúde anteriores no- Publica BxpHcação: já admite, podendo considerar'outros Este item constl- formulários.
11 Novembro de 1942 BB- ^*> ^ ^x -»» r ml ^ffnflvhin HaF a^**^***s.a\amwm*mm*m>- l*w it*,m^l B Ll RiB /se âsfímosõs AjZóíiÍm MINORATIVAS «A PB1SAO oavehtre.cono iiotmutfiaoaonmaoioqmr Aft MINORATtVAE. awnaw d «^tsv. INIAO FARMACÊUTICA DE SAO PAULO A Fundada em OQNSIDERADA DE UTILIDADE PÚBLICA PELO DECRE- TO DE MONTEPIO I FARMACÊUTICO Fone GLORIA, 104 (Prédio Próprio) Caixa Poetai, 1412 SAO, PAULO Brasil Senhor Farmacêutico: LEIA QUANDO TIVER TEMPO Tomamos eeta precaução, por sabermos quanto é precioso o tempo para o farmacêutico, que desenvolve sua atividade nas lides da farmácia, razão porque pedimos seja esta circular lida quando houver ura a "folguinha" no expediente. Desde 1913, existe na capital de São Paulo a União Far. maceutica, que é por assim dizer o órgão representativo da claase, e que desde aquela data se vem batendo em prol de seus interesses morais e materiais. A "nossa" União mercê dos seus grandes esforços, já possue sua sede própria á Bua da Gloria 104, onde de 15 em 15 dias promove interessantes rcunioea ás quais comparece grande numero de colegas (sócios ou não), para assistirem palestras e conferências sobre assuntos profissionais, científicos, comerciais, literários, artisticoe e etc, nas quais se sorteia entre os presentes um livro, como prêmio de assiduidade. Todavia, a grande realização da União Farmacêutica de Sao Paulo foi a criação do MOaNTEPIO FARMACÊUTICO, que já pagou até o momento cerca de 125 contos em pecúlios a famílias de farmacêuticos falecidos. Colega! Reflita com tranqüilidade sobre o que lhe expusemos e venha fazer uma visita á "nossa casa*', que também é aua e isso sem compromisso algum de aua parte. Terá assim a oportundade de verificar pessoalmente o que aqui lhe expomos. A União Farmacêutica reune-se na segunda c ultima quinta-feira de cada mês, ás 8 e meia da noite. A secretaria funeiona diariamente das 13,30 ás 18,30, para atender oa intereaaados, para todo e qualquer assunto relativo a interesses profissionais, mantendo também um Departamento de Empregos afim de colocar os colegas desempregados. Ao lado desse beneficio, recebe o associado nma assistência constante aos seus interesses nas repartições publicas do Estado (pagamentos, revalidações dc taxas, licenças, etc), bem «mo esclarecimentos sobre tudo que se referir ao exercício da profissão. Colega! Faça-nos uma visita! Prive comnosco o tempo oue desejar! E verifique a exatidão do que lhe afirmamos. Cerre fileira ao nosso lado, para que a nossa profissão seja cada vea maior do que já o é. Unamo-nós, para que sejamos fortes! Só assim venceremos. Na próxima reunião, contamos com sua visita. ^ ^»»»»»»»»»» «««««««««»»^»»»»»»»»» M>*'1,t*,l<^*^M"MM^^^^ ^^^**^^^^^,*)í»»l<1»»»j«^ ^^T * 1 *J m\ * 4 f* \ * JI H KiW^TjT»* *_! l l_ ^^_H ^_M a ^B m\*\*!*m>mwm**>^******^*" ^**^?^i ihiiihiihi 11 llllliimtmibbb ' ^^P^^bM bbb bbt ^B g^-cawbhiiwillillilll -_-_i'l BOJI _ J»_i, ^ Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais Meira Penna Não são só as letras cientificai que estão de parabéns mas o Brasil com o aparecimento deste livro precioso -'Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais". "A arvore é o Brasil; ela nos deu nome, feita em cruz a primeira missa, fundamento de nossa reli- I glão, transformada em moveiõ e or- í natos de templos e palácios o lundamento de nossa arte e o croton verde e amarelo substituindo o -aço azul e branco de Portugal no alto do Ipiranga em 7 de setembro de 1822 o fundamento de nor^a nacionalidade." A nossa biblic**gra.fia relativa a plantas medicinais brasileiras é es- cassa. O "Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais'* 6 o primeiro livro desse gênero que se tem pu- Jolicado entre nós. Essa otona veio, pois, preencher uma lacuna como se diz vulgarmente. E' um livro cientifico de raro valor destinado a «ser considerado ir-dispensavei nas estai'.tes médicas. Meira Penna disse o Üustre médico pauksrta Garcia Braga erudito no assunto, faa Jos a ftgurar na galeria de botânicos ilustres ao lado de Ptearro, Ctanintooá, Barbo&a Rodrigues e outros mestres que consagraram' sua existência ao estu. do das planta* medicinais brasifeiras. O "Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais" é notável. Cuida de cerca de cinco mil planitas consideradas indígenas e de outras 8*c3<tonadas no Brasil. E* um livro parva roédicob, botânicos, íarmacéuticos e também para leigop. í? claro e conciso. Apresenta a» plantas medicinais Jã estudadas por e«-<pariênciãs ccmpo-eteis, outra e esquecjdas á míngua de estudos e observações e outras pouco estudadas e epenas empregadas pelo empirismo pop-flar. E' útil aos estudiosos de botânica e àqueles que, habitando o campo, estilo às veaes longe dos nocorros médicos e fanna/oêuticos e tem à mão na terra o remédio capaz de com jurar o mal. Livro de medicina poi* exrélencia, entretanto nâo divida de mencionar as aplicações das mesmas plantas na alimentação, na indústria, nas artes. etc.. Não foi esquecida tambem a parte com que entram na literatura muitas plantas de prestlgio universal inspirando poetas, servindo à historia e à mitologia. E' o "Dicionário Brasileiro de Plantas Medicinais um livro de valor, que trama reais beneíícics à cultura brasileira. Meira Penna é um nome conhecido. üm de seus livros de botânica foi adotado no México, em uma escola oficial, fod tradutrtdo em francês e publicado em Paris e traducido em espanhol, publicado em Espanha. SABOKALÇft **_^ iiiffv»l»>p_!_^»_h ^m\\e^ma**i^ *******,*. _0»*_Lm UUihH I é 1S^5***^2 í OtMmssâla: SABONETE OOM ALÇA aaai Antes ode ém *m ***-!-e a «ar Prodnet da C 1. Brasília S. A em BUA OB-D- OÜATANA *M mm füm ÉM Sindicato do lndifcmo do Preditos Farmacêailcos do Sio Poolo Peto titular do Trabalho, Ia- OttKtria e Comércio, íoi autorlcada a posse de aua nova diretoria e Oon-s-elho P!-»cal, de acordo com o artigo 11 do Decreto-lei n São os sw-urt»?.* os componentes da nova administração: Diretoria presidente, Amaido Lopes; secretario, Jorge Veloao; teaoureiro, Pedro Baldasaarri.ConoeUio Piacal: D^ngos Pires Oliveira Dias, cornelio Taddei e Jaime Torres. dependendo a convocação dos reapectivos -suplentes da prova de terem sido cumpridas as exteências a que & refere o artigo 5.* da portaria ministerial numero SC3:*8. LVi fff fite mmllmmé& IfrUinitT" t*^»***r*m) 0 hormônio cortical e ácida ascórbico Foi verificado por A. Giroud, N. Santa, M. Martinet e T. Bellon, Soe de Biol.3,1940, 18; J. A. Ph. A., 4,942,112, -que o con teudo do hormônio do cortex da supra-renal diminue considerávelmente quando se suprime o acido ascórbico e injeções do mesmo ácido sintético -são suficientes para restabelecer a taxa original do hormônio. Os autores acreditam que a prodição do hormônio cortinai da supra-renal depende do ácido as-oorbico e que somente uma quantida- pro- de normal de açido permite a dução «satisfatória do hormônio. A. N. LAGO Á 1*V ***** te*** èotfl eto _u_a &**** r^tt %rmm *i ** ò 0* ^&***^Cti> 2*,o^a*o m**\*i m****^*mmst**st JI Teve g&rho de causa a firma Granado & Cia. Teve o esperao desfecho a a»;ão proposta contra a firm;' brasileira Granado & Cia. pmo represente nte local da firma Blanchard. de Paris, para impe dir o uso da opressão "iormu la de Blanchard" em alguns preparados seu-?, pleiteando aindn indenizações por perdas e dfnos, A ação foi considerada imprecedente. pelo juiz competente, tendo essa decisão recebido aprovação do Tribunal de Ape lação. Tendo o autoi* recorrido ao Supremo Tribunal, este não tomou conhecimento do recurso. ILUSTRE CLASSE MEDICA DO BRASIL Experiências cientificas, as usai* recentes, realizadas por autares uorteamericanoc e publicadas na conceituada revista "Archives sf Sorrerj" (1942 Chicago V. S. A.), provaram que o verdadeiro prsduto padrão da quimioterapia é a sucinilaminofenilsulfamida (Anaseptil), que atoa de forma surpreendente sobre estafilococos, estreptooeoos, pneumococos e gonococos, demonstrando mínima toxidez, ao par és elevada a<çáo bacterk*ktática, permitindo o uso áa doses elevadas, por tempo prolongado, sem perigo algum para o paciente. A seguir, publicamos.a carta < m a V»*** * importante Casa de PrWiitat Gedeen Richter (Amérícai S. A., do México, «nos «iviou a revisto citada: mmm "PRODUTOS. GEDEON RICHiTER (AMÉRICA) S. A. Mexi.o. D F. Agosto 11 de 19«Rosas Moreno. 103 Srs. Vicente Ama to Sobrinho & Cia. Casula Postal São Paulo, Braail. Muy SeíiorM nuesires: Adjunto noa penuitinioo enviar» Udiu. un articulo de "aarchives sf Sargery*, demonstrando qne entre todas las solf-tm.-wnidas, la menaa toxtea 7 la mas ativa, es la Snceiniiaulfanilamida, precu»amciite nneatro preparado Ambesid y Ambesid Forte ampolletas (1). Esperando sabrán utilizar Uds., e»ie artículo en ku piu»i*»*** ssa favor dei produeto Ambesid ampolletas, quedamos Afmos, y Ss. Ks. Produetos Gedeon JUchter (América) S. A. MR./tm.-. lliape 611» PülMOBJI Uoonoo ;: (1) Ambesid é a derominaçéo adotada no México pana o produeto ANASVTTL. VICENTE AMATO SOBRINHO tt CIA. «athlbuiüortdpocqíio sul nmepicqnp-ip^,^4ome«-qp[ppe 4:P"( «"»*
12 12 m AÜrXXmVtf*^ f^fvenacu. Novembro de 1942 A Industria Paulista de Especialidades Farmacêuticas dirige-se a S. Ex. o Coordenador da Mobilização Econômica São Pau'o, 11 de novembro de Exmo. Sr. Ministro Jo&o Aüberto Lins de Barras, DD. Coordenador da Mobilização Econômica. Respeitosas saudações. O SINDICATO DA INDUSTRIA DE PRODUTOS FARMACÊUTI- COS, NO ESTADO DE SAO PAU- LO, elaborou um memória-, comfpendiando argumentos destinadas a, perante a opinião pública, defen os Laboratórios Nacionais, da pecha de exploradores do povo e owtras acusações contra eles ultimamente assacadas, decorrentes de uma «sensível elevação nos preços das especialidades farmacêuticas, em relação aos que vigoravam em tempos anteriores à guerra atual. Antes, porem, que esse opúsculo viesse a lume, criou-se e passou a exercer suas atividades profícuas, esse órgão de defesa dos interesses econômicos da Nação, presidido por Vossa Excelência. Em faoe disso, o referido Sinõd-. cato entendeu ser da máxima con-1 Os Laboratórios Nacionais de Especialidades Farmacêuticas vêm sendo alvo, nestes últimos tempos, de uma ruidosa campanha de descrédito, motivada pela majoração dos preços de seus produtos, relativainente aos que vigoravam há 4, 5 ou liá muitos mais anos passados. Curioso é énotar-se que, longe de examinar as verdadeiras e transcendentes causas da atual elevação de preços, a crítica apenas consl dera estes dois pontos simplistas: o valor da matéria prima própriamente dita e o do acondldanamento do produto»; e, fundada nessas únicas razões, estabelece as conclusões mais improcedentes. Mas, o custo de uma especiaudade farmacêutica, como o "de qualquer produto industriai, não reeulta, unicamente, da soma dos valores daqueles dois elementos tangiveis. Outras parcelas hão de, ne- Matérias primas Vitamina C,,, Salicilato de Eserina '.'//. Sulfato de Atropina Urotropina Salicilato de Magnésio!... Tkxsuikfato de Magnésio Óleo de Fígado de Bacalhau Codeina Éter fórmieo Extrato mole de bekdona lodureto de sódio Iodo lodureto d_ potássio Sullanilamida... Veronal, Sulfato de quinino... Ciornicrato de quinino Arrenal Benzoato de benzfla... Cloretona Metavanadsto de sódio Novocaina Jlotenona Piramidon Aaul metüeno Cânfara japonesa Mentoi Antipárina Ácido fênico 8uH* partetaa Emetina Aspirina Ácido cltrice OUcerina Féptona Witte Ssloi Glândulas sn>rarrenals Açúcar União Açúcar Mascavo Cloroformio Formo!... Mercúrio vivo Óleo de ricino Píperazina Atofam Dior ina Hlpotfosíito qq veniêncla. tanto para os interesses superiores do povo brasileiro, oomo da classe que representa, submeter o citado memorial á consideração de Vossa Excelência, cujo espirito de patriotismo e elevado senso das realidades nacionais são reconhecidos e proclamados por quantos, neste pais, cooperam peto desenvoívimento da fortuna pública. Certos de* por este meio, estarmos prestando alguma oolaboração ao árduo serviço entregue à direçáo de Vessa Excelência e confiados em que estamos em condições de prestar a Vossa Excelência, alem de nosso apoio, os esclarecimentos e o concurso que nos forem exigidos, subscrevemo-nos De Vossa Excelência Patrícios e Admiradores, Sindicato da Indústria de Pro. dutos Farmacêuticos, no E_- tado de São Paulo, ARNALDO LOPES, Presidente. cessariamente, ser computadas, as quais é excusavel que escapem à percepção do vulgo, mas não devem ser postas à margem pelos defensores da economia popular. Depois da leitura atenta desta exposição, ninguém haverá, por seguro, incapaz de repelir as acusações formuladas contra os Laboratórios. Nacionais.., sempre que elas se apresentarem fundadas, apenas, no custo da matéria prima e no valor do acond-cionamento do produto. Têm havido, com efeito, durante esta fase de anormalidades de toda ordem, que estamos vivendo, alierações nos preços das especialidades referidas, mas, nunca vejase bem na proporção da alta alarmante do custo daqueles elementos visíveis. Este quadro demonstrativo é, bremanedra írisante: eo. «Preços I Preços em atuais vigor 1939 Cit üuilo , , ,00 160, , , ,00 220,00 210,00 175,00 200, ) , ,40 25,0 23,00 QullO 350, «93, ,00 ** 600,00 ** , ** 16* íoooo Cr$ 1.600, , , , , , , C.OO , * O ORGANIZAÇÃO A B,»» p D E, Os dados acima foram comp das principais organixaçõ«es de São Oomo se esí-á a vêr, o preço atual dos produtos não aoomipaivhou, nem de longe, a marcha assustadoramente ascendente do custo daqueles elementos considerados exclusivcs por quantos nos combatem. Nossos laboratórios «estão abertos à curiosidade de que*, qu.ír seja, que para, mediante documentação irrefutável, demonstrar a verdade disso que vimos de esboçar naquele quadro, bem como a de todas afirmações em que esta defesa «se alicerca. A razão exata do alarma, ou a verdadeira causa dos clamores de que vem sendo bode expiatório a indústria farmacêutica nacional; o motivo determinante da alta constatada, oom que não atinaram os demolidores ineapertos daquele setor da economia brasileira e oantra o qual nada podem os laboratortos do País, reside, principalmente, nestes dois fatores: a) a existência de um grupo consideravel de especialidades européias que, por náo encontrar similares no Bra. sil, que llte façam concorrência, majorou *eu preço de venda para mais de 10 vezes daquele que vigorova «interiormente à guerra, a pretexto de escasseamento des «estoque6; e b) a circunstância de haver outras especialidades, de origem norte-americana, tamlbem numerosas, que, em conseqüência do sen. sivel aumento do frete. e. pruxcipajmente, da elevação da taxa do seguro marítimo de guerra hoje orçado em 25% do valor respectivo atingiram preço elevadíssimo. Foram essas especialidades estrangeiras, não as nacionais, as que tiveram seus preços alarmamtemente alterados, em conseqüência d:«fatos referidos. aum. preços em média p/exs. vazias 56% 71% 30% A% 52% 52% 111% 42% -K? et. aum. preços média 59% 46% 85% 68% 30% 30% 03% 49% 01% 54% em p/vidros preços cm média p/amp». 24% 32% 38% 26% 20% 22% 46% 36% 29% 32% aum. preços em média p^especialldades s/fabrl cação 10 % 14 % 1,1% 12 % 2.5% 8.5% 14 % 12.5% 8 % 63% ilados de acordo com a* infonnaç ô***t a «estatísticas fornecidas por 16 Paulo. feição de inúmeros medicamentos, que passaram a ser aqui produzidos. A significação de beneficios dessa ordem, auferidos pela economia nacional.por obra exclusiva da indústria particular, não a enxergam pessoas ocupadas em atassalhar a reputação dos que. pêlo trabalho, se elevam e concorrem para o engrand«ecim?nto da Pátria. * OS MÉDICOS NAO MAIS FOR. MULAM, AS FARMÁCIAS NAO MANIPULAM! Esse o bradar de alerta, o grito de guerra dos organizadores dessa campanha falaz contra os laboratórios brasileiros. Não há dúvida que o fato é real: os médicos raramente formulam e, em conseqüência, os farmacêuticos pouco manipulam. Isso acontece porque a Farmácia não poude acompanhar a rápida evolução da terapêutica, nestes íiltimos tempos constatada, surgindo, dai, a necessidade lmpre_c_ndlve-l de a indústria mobilizar todos os recursos e possibilidades técnicas e cientificas, para satisfazer aos reciamos daquele notável progresso A farmácia está, ainda agoia. como ha 20 anos, e o avanço da terapêutica, 'heese período, tem sido impressionante. Basta considerar que sendo, hoje em dia, a forma de medicação preferida a injetável, por agir cem maior rapidez e eficácia que a por via oral, pouquíssimas são as far» macias capazes, entre nós. de manipular produtos injetáveis. Mela u dúzia, talvez, desde que se trate, f convém notar, de fórmulas simples ou de soluções ofidnals. Não se trata, é bem de ver, de A este propósito convém salientar incapacidade técnica dos farmacêu. que, graças ao desenvolvimento no- ticos. A razão está em que, comertavei da indústria brasileira e seu in- j. clalmente, não ha Interesse, para as contrastavel conceito perante a «classe farmácias, em se aparelharem para medica, muitas organizações estrangeiras viram-se forçadas, para aviar receitas em que < preconizem concorrer com as nacionais, a montar grandes laboratórios em nosso Pais, Isso ocasionando, necessariamente, uma limitação apreciável na evasão de nosso ouro destinado à aqui- fórmulas injetáveis ou produtos à base de vitaminas, hormônios, opoterapia, ou. ainda, soro e vacinas. O preço por que ficaria cada medicamento da natureza indicada, seria inaoessivel a qualquer bolsa. Dai a necessidade imperiosa, a que se chegou, de a indústria se organizar para, a bem da economia pública, industrializar esses produtos, uma vez que, somente com a industrialização, que significa "produzlr em larga escala", se obtém mercadoria a preço accessivel. Impedir, pois, que os médicos receltem especialidades, seria exigir que a terapêutica retrogradasse al gumas dezenas de anos. Querer que as farmácias se aparelhem para. no serviço de aviar receitas, manipular tudo quanto a indústria tem produzido, seria pretender o inexequivel. De resto, observe-se que, mesmo para as formulai, mais simples, facilmente manipuláveis nas farmácias, a situação é esta: o preço do produto industria, lado é sempre Inferior ao do manipulado nas farmacias. Oonvém notar, ainda e afinal de contas, sob este aspecto do oonfron. to entre cs produtos industrializados e cs manipulados- nas farmácias, que tanto o público como os médicos dão preferência aos primelros, sem qualquer hesitação. ' E' que, relativamente ás especialidados, asseguram sua eficácia e excelência a nonveada dos laboratórios produtores e os atestados cientiíicos lavrados em face dos resul tados obtidos depois de uma larga experiência; e garanto sua pureza uma severa e permanente fiscallzaçáo exercida pelo Poder Púbhoo, através de seus órgãos técnicos, cuja idoneidade ninguém jamais ptte em duvida. Náo vemos, pois, onde irão enoontrar argumentos honestos os que, a pretexto de defender os lnteresses do povo. andam, pelos jornais, pelo rádio e pelas esquinas, a acusar os laboratórios de eapeciaudades farmacêuticas, de exploradores contumazes da economia popular, quando o que é certo é que os acusados nada mais fazem do que beneficiar j esse mesmo povo, que eles. os acusa, dores, exploram, enganam e. por todos os modos, procuram infelidtar, empobrecendo. O QUE E6 UMA ORGANIZAÇÃO blica contra a afoátesa dos insultos conjunto) do que é, na realidade, mni.ktrtat varmarvirrira e * leviandade das acusações industrial farmacêutica ca<ifts assa- uma organização industrial farma- wntra m lftboratóri0b naclo_ cêutlcar esboçando o seguinte qua- Afim de prevenir a opinião pé- nais, vamos dar.lhe uma idéia de dro esquemáuco: DEPARTAMENTO COMERCIAL COMUM DEPARTAMENTO COMERCIAL ESPECIALIZADO DEPARTAMENTO TACNICO CIENTtFIOO Examinemos, par alto. os detslhes desse quadro: I DEPARTAMENTO CO- MERCIAL COMUM O assunto uio requer explanação Propaganda Cientifica Propaganda Popular Registro de Marcas Licenciamento do produto TêonLoos especializados Direção Científica Aparelhagem Laboratórios ds Oontrofe Laboratório Biológico Laboratório de Manipulação Laboratório «de Pesquisa ampla, dado que se trata de uma secção indispensável a qualquer urganlsaçfto industrial. A feição dos estabelecimentos comerciais atacadistas, esse ramo de attwiade to- de amostra (Distribuição N Publicidade em geral Visitadores médicos { \ \ Rádios. Jornais manaques, etc Químico Biottglo» Folhetos, Air ***-k' dufttrial farmacêutlci i por um corpo de auxiliarei fixos e ambulantes relativamente numeraso e represqptanta- «estabelecidos «em diversas localidade do Pais e do
13 (Novembro de 1942 '"»'» i' *\ \V2e*n\ «_.«.< 13 A Industria Paulista de Especialidades Farmacêuticas dirige-se a S. Excia. o Coordenador da Mobilização Econômica S>»*r _... _._ i _«_».«_, M_.t&r.j.untAr! m firma»* n/üfi- estrangeiro onde se ias sentir a ngoeasidade de manter "stocks" per- Bumentes. Fazem parte dessa seceôo indispensáveis veículos de caaga e os respectivos condudores. Esse departamento, como dissemos, por getcomum ás organizações industriais de certo vulto n&o demanda, para ser considerado, mate que essa idéia de conjunto, que aí fica. II DEPARTAMENTO CO- MEKCIAL ESPECIALIZADO Compreende a propaganda cie»- tifica e a popular, como se vê do Quadro que esboçámos. A primelra abaange várias sorces de atividades, merecendo, cada uma dedas. especial exame, a) Distribuição de amostras Para que uma especialidade larmacêutka se torne conhecida, aceita e receitada, é indispensável uma lai-ga distribuição de amostras en_ tae a classe médica e hospitais. Se i-jouskierarmos que existem, só no Brasil, cerca de 1B.O0 médicos e hospitais, veremos que'os laboratórios terão de distribuir, inioialmcnte, perto de amostrás. dentro do pais. Lançado o produto, depods devee serviço preparatório, a distribuição gratuita rte amostras n&o cessa, pnae é necessário mantê-la constantemente, para as obmrva*^*» clinicas. E uma vez verificado, pelos medicos, o valor toraipêutico do produto, passam eles a solicitar a entrega das amostras, afim de a* empregar em suas clínicas gratuitas, em favor dos necessitados. Neniium laboratório ha que deixe de atender, oom solicitude, a es*as requisições de aíliostras, mesmo em se tratando de produto** amplamcn. te refutados e P r mais onerosa >gue seja a distribuição gratuita em terga escala. Essa distribuição de amostras tem, em faoo das circunstâncias apontaria... unia tripla finalidade merltórla; a científica, facilitando as observações clínicas; a pairiôtlca. conceituando a Indústria nacioual; a humanitária, atendendo a milhares de doentes que, sem asse gênero de propaganda, ver-se-iam insikíasibilitadoi, de uma assistência terapêutica adequada Tanto nossos acusadores de boa fé. oomo os dlíamadores de aiuguei. não examinam qualquer desses pontos do problema. Acusamnos por ignoranc* a ou por interesse e, alardeando qualidades, ou fingem ignorar que estão tentando difamar aqueles que, sem alarde, trabalham pela saúde desse mesmo povo e pelo conceito cientifico das especialwa- des farmacêutica* nacionais. Ha que ae levar em conta, ainda, o ônus decorrente da selagem des. sas amostras gratuitas, pois, como é sabido, elas. náo gozam de isenção fiscal, variando sua tributação confonr.emente ao volume dlstributdo. Isso. porem, nunca serviu de óbioe a qus os laboratórios atendessem aai rodamos da olasse rnédica. no sentido de Hie prestar lnc*stimavel concurso á assistência gratu»ta por eles desempenhada, prin. cipalmente no Interior do Brasil, onde o doente potwe constitue verdadeii-a legião. A experiência demonstra que, para cada urcdade vendida corresponde ua amostra gratuita, principafanente depois de a especial!- dade achar-se plenamente difundida e acatada pelos médicos. Para se aquilatar do qu» repvesenta, cm nosso Paia, o serviço de distribuição de amostras, será bftstante considerar que, totiwndc~se 1W rt** **t*{jan<»arões de real valor existentes, das distribuem, no mlnlmo (um milhão) d«amostras por mês. bi Publicidade em geral A par da distribuição de amos. trás. o* laboratório* organizam uma ampla literatura, baseado em conhecknentos científicos aprofundados. de maneira a orienta.r os medico* no tocante áa experiência*.realizada* e conseojuents valor terapêutlco das especial ktades. Essas literaturas smtetteatn uma bibliografia de tudo que se ha wiblicado no mundo cientifico, rela- Uvamente á eepectalàdade e sew componentes, o que é de valor me**»-* tlmavel parn a olaaae médica, princabalmente em ae tratando daqueles oünico* qa*. por viverem afa«- tado* doa grandes centros de sultura. náo podem acompanhar, com eficiência, o progresso constante da O que susta ece laboiatórtaa aaçe gênero de drculfacáo. varia de ecofcemidade com cs e*ctarecb***entoe que se hãc de prestar. OcnsHerando-se que ele» &*5 *,u^ ciasse mm «ao será difícil una- ginar o que i*epresente em desoe- i cas, já hoje registradas, que conssa e esforço einpregados. titue problema de intricada solaic) Visitadores médicos çáo conceber alguma cujo* carac Para o aerviço de dtetribuição de terístlcos distintivos não importem amostras é indlspensarvel manter em imitação. As busca* efetuadas dezenas de auxiliares erfioiientes, disseminados por todos o* recantos do Marcas nem sempre dio resultados nos arquivos do Departamento de Pais, que levam, em sua visita ao 1 satisfatórios. médico, as referidas amostras e M- Fi-equentemente o industrial esbarra, apesar de todas as toiatoras respectivas. precau- São jovens apreseritaiveis, com um nivej de cultura superior á média, perfeitamente capazes de prestar ao* srs. clínicos os esclarecimentos necessários sobre o produ** to apresentado ás sus* observações. Os laboratórios de vulto mantêm, em média, 50 vtaitadore* em serviço ativo, vencendo toda sorte de obstáculos no cumprimento de sua missão, principalmente no que diz respeito a meios de transporte, pre. cários sempre no interior do Pais. O custo dessas visitas está em relação oom a densidade dos habitantos. Nos catara populosos o corpo clinico vive. mate ou menos, agrupado, sendo as visitas relatlvãmente fáceis e pouco dispeudiosa6; ã medida, perem, que a população se rarefez, o custo, naturalmente, cresce, pois já entram em linha de conta as dificuldades de locomoção e o tempo empregado em viagens longas, á procura daqueles clínicos que, verdadeiros missionários cia ciência, exercem sua atividades no» mais longínquos arraiais brasileiros, lutando contra toda sorte de mazelas de que é reílexo o oorpo enfermlço do pobre caboclo nacional. Nas capitais dos Estados, uma dessas visitas custa, em média, Cr$ 5,00 (cinco cruzeiros). Nó Interior de Sáo Paulo onde os meios de tre»nsportes são mais ou menos suficientes, as cidades retetivamen. te se avizinham e o número de médioob é quase sempre considerável cada visita sái á raarão de Crf 8,00 (oito cruzeiros). O interior de certos Estados, parem, apresenta tais e tantas dlfiouldades, que o preço de uma visite é orçado em mais oe <jr$ 50,00 («dnquente cruzeiros) Pote, apesar disso, os laboratórios não desanimam nem esmorecem, levando sua propa-mtfkba até os mate recônditos vilarejos, nessa obra que, embora tendo por objeto imediato o interesse privado, redunda na melhor campanha patriótica, que as organizações partkailaces PJdem manter, em beneficio da saude pública e do bom nome da industria nacional. DEPARTAMENTO INTERNO DE PROPAGANDA Para o devido controle da dtetri. buiçáo de amostras e da atividade os dos auxiliares pj-opagandistes, taboratórk» mantêm um departamento interno, ao qual se acha afeto o serviço do fiohário de todos os médicos do Brasil. Nas fichas sáo anotadas, diariamente, as amostra* e literaturas distribuídas. E' um serviço exhaustivo, para o qual é necessário manter um corpo aprectavel de auxiliares. uma ves que as anotações têm dc aer feitas pronta e imedtatemwnte após a chegada dos (*oinprovantes enviado* pelo* visitadores. Cumpre, ainda, a esse departamento. controlar o serviço desses visitadores. no que diz respeit» ao cumprimento doa itinerários prelamente traçados, fiscalteando o tempo gasto em cada localidade. Esse controle torna-se mate complexo e dispendioso se os laboratório* mantiverem, como é usual, uma ftota de automóvel*, para a* viagens desses auxihare* e ceneequente eoonemls de tempo. N Cabe. ainda, a essa secçáo. tomar conhecimento de tudo quanto *e publica no Brasl. e «^estrangeiro, relativaatento á evolução d» toraoêutica e o emprego de iwvos prin- {feios ou medicamentoa. para o que f toda* a* revista* e trabalboa esparsos ááo lidos com lndlspmsavel cuidado e, depois de sumariado* devidamente fichado*. Propaganda PSfatar Organização existem que. em vea de se dedicarem, para expansão ae sua Indústria, ao gênero d* pro«- psganda referido. larelerem, isvan- em eonskieraçáo a natuma da espefcialidade. valerjbs da Imprensa, na* suas diversas modalidades, do rádio, cartaaes. etc.. Deixamos de encarecer esse genero de propaganda, porqge ele é oamjm ft todaa «fj^í^^í0 apresentando qualquer partjwiartdade especial Consideráveis aio oa dtesabmi a* despesa* prcvtodoa aoa industria*. par* garantir a prcprieaaie das marcas de aeu* pronto* Tão numeroso é o volume de mar- ções tomadas, com oposição dos que se sentem prejudicadk», correndo o processo nomatoente, sem qualquer rectemaçáo, perde-se nunca menos de 6 meses, para conclusão dc registro. Havendo, porem, algu. ma oposição é necessário esperar um ano, pelo menos, para se obter decisão definitiva. Licenciamento do Produto Toda espeoiaiiraade farmacêutica deve ser aprovada, previamente. pedo Departamento Nacional de Saúde Pública. Nada mate justo e imptesctodivel. O que, porem, não se justifica, é o tempo exorbitante empregado em análises e controles administrativos, para o industrial conseguir a exjnediçáo do respectivo oertifiçado de aprovação. Esse tem- I» varia de seis meses a um ano. Nesse período o ltibrratòrio não vende e. assim,o prejuizo é manifesto. O ônus dai decorrente, bem como o resultante das despesas do registro e do lioencdamento, hão-de ser oomputados, necesarismente. no preço do custo do produto. DEPARTAMENTO TÉCNICO- CIENTIFICO Direção científica No afã de bem oonceituar a indústria farmaceutica, o* «boratórios nacionais multo se têm preocupado, com a parte cientifica de sua direção, pois sem ela, não lhes seria possivel pro. duzir o que produzem atualmente, certos de estar, de fato, faesndo obra de utilidade manifesta. Por isso vemos, em quase todas as organizações, nomes de grande relevo no oenário científico do Ppís. à testa de sua direção, emorestando-lhes o apoio de sua Inteligência e a capacidade de seus conhecimentos. Técnicos especializados São os elementos Indispensáveis á objetivação daquilo que o* cientistas idealizam; são os homens que se espe. cializam em um determinado setor, executando o que a ciência vai concebendo e criando. Para as múltiplas secções de um laboratório é IrKilspensatvel a asslstência cointiniua de técnicos, que orientem, fiscalizem e assumam a í-esponsabuidade da manipulação de seus diversos produtos. São farmacêutico*, químicos, btologlstas, microbiologistas, bacteriologistas e outros. de conformidade com &s atlvidades científicas que o laboratório desenvolve. Aparelhagem O aparelhamento comoleto de um laboratório depende da natureza dos nrodutos a serem maniotfados. Alem da apare- Khagem exigida peto* autorida-d-ss sanitárias, é indll?en5«vel contar com um _*em-número de aparelhos necessários á boa manipulação de suas espectelidrades. A medida que os lab>ratór:os progridem. maior aparelhagem ad. quirem, existindo alguns, no Brasil. que sio verdadeiros exemplos de capricho e de escrúpulo. Seria m- teressante que os nosso* critico*»io* visitassem, afim de verificar que trabalhamos, efetivamente, pelo engrandeclmento da Indústria nactonal. Só assim passaríamos, por certo, a ser tratados com um pouco mais d* oonfüderaçáo e respeito por aqueles que nos combatem. **em o- nhecer c qn. é a vida Industrial de farmácia no Brasil. Sem descer a detalhes, is a re- lação do que constitue a aparelha, gem necessária a um laboratório: gy^ègai de precisão. Mlcroscopios. Potsnolcmetrc*, Tltrímetros, Caiorünetros, Ceíitrifugadores, ConeentnMtore*. Dl-atiiadcres. lá^ótonos. Autocloive*. Câmaras Aasépttcas. Câmaras de Estufa, Câmaras Frigoríficas Drageadorea. Couipre*. sores. Máquinas para marcar e rotular ampolas, Bombas de vácuo.. Máquinas de ccmprimrr, Caldeiras, Filtros, etc etc. Laboratório d* controle - A extetência do controle real atetemétteo, escrupulcso. adotado hoje peioa laboratórios nackmate. é o maior 'atar de suoe&so de nossa Indústria " i do acatamento das e^pedalidsdea, peta daass médfc*. de Pate. bem eomo do exterior, onde nossos produtos estão eendo recebidoa som verdadeiro entusiasmo, suportando aalhardamente, o cenfronto greco «qualidade, com aquele* t_codt*.zwos nos centros mundial* onde essa laoústria atingiu seu nível mais elevficlo Esse controle é exercido, previa- marcas pertencentes a firmas alieriigenas, a* quais, terminada a conflagração mundial, cessarão esse serviço de exportação. 31) Os produtos farmacêuticos referidos, genulnaimeute naoicnvals, são especialidades dentificas, que mente, sobre % matéria prima adquirida, que vai entrar na compo. slçáo das diversas especiaüidades. O controle ou é químico para se íevinc^. verificar rw^ís*^ PMÜ Í' * * vendem mediante receite mé- '- **- a pureaa dc* Ate. p ****m an ***-» * x»v»->*q o"h# ********* oué **** biológico dk^._ ^^ ^^^ ntmca. ^im^. <& para se certificar da exatidão de sua atividade. Posteriormente, antes de o produto ser posto á venda, outro controle se efetua, ainda para se verificar da atividade de seus elementos, ou de esterilidade, ssmrpre indtepensavel. Esses controles sáo e-xecutado* por técnicos especialimdos, pata oa quais são imprescindiveis aparelhagens adequadas. Difícil e custosa é tombem a manutenção de animais destinados ás secções experimentais, para os devidos controles biológicos. A constância de todos esses controles é fato que merece ser conhecido de toda gente, pois é neles que reside uma das grandes fontes de despesas para as nossas organizações industriais, que se vêm, não raras vezes, na contingência de inutilizar partidas inteiras de pro. dutos já manipulados, por se haverem contarnjnadio durante sua preparação. Laboratório de manipulação Recintos adequados à manipulação dos diversos produtos, dispondo de instalações e aparelhagens apropriadas, esse departamento não oíereoe parücularidades dignas de nota, diante da descrição anteriormente feita. _ Laboratório experimental Dada a evolução da indústrai farmaceutica. raros são os laboratórios que não sintam a necessidade de manter um departamento experimental. E' uma secção que só traz ônus pesadíssimos, embora seja Impreecindivel, pois o conceito e a confiança que os laboratórios gozam, encontram nela um de seus mais eloqüentes fundamentos. Graças ao desenvolvimento desse ramo é que vamos nos libertando, gradativamente, dos inercados estrangeiros e fazendo dia Indústria farmacêutica do Brasil uma industria, de fato, independente. A esse setor é que devemos ainda a existência de produto* absolutamente originais, que multo tèrr. elevado o nome da indústrai farmaceutica brasileira fora do País. _* o nícanto onde toaballha, anonimamente, uma pleade de moços estudiosos e cultos, ensaiando, investigando, experimentando. Sáo, por vezes, anos e anos. que Se passam sem que surja uma única rea. lidade dessas Investigações permanentes e Incessantes. ^^ Aí vive-se de "uma grande esperança", quase sempre "malograda", como acontece aos que andam á busca do Elixir da Longa Vida. dica, não sendo, nunca, objeto de propaganda popular. Representam, portento, conquistas científicas brasileiras, que aão um índice notável do progresso do Brasil no setor da medicina. 3) Esses produtos ocmeçarain de ser exportados multo* anos ante* da guerra, que em nada os tem beneficiado, tendo, peto oontrario, cdf ioultado seiramente á conquista do mercado em grande numero de paises estrangeires, rjctatíamente na Ásia (Filipinas, Ceil&o, índia, China, eto.). onde já estavam sendo introduzidos com grande êxito, estando os laboratórios, atualmente, empenhados em não perder esres mercados.,.., 4) A exportação oe produtos fai*macêuticos nacionais, pelo grup* acima referido, represente.quiça, o único esforço sitstefitiátioo e organizado da indústria brasileira, p-ora conquista permanente de meircaúos exteriores. Sua organização e sistema de trabalho, relativamente a propaganda científica, nada ficam a dever aos processos postos em j-n A- tlca pelas melhores firmo* européia* e americanas 5) Dada a natureza cdenuiica dos produtos exportados- uana propaganda intensa tem lido***** efeito, permanentemente, entre mif.:. aai *?A -..a^wvc «oc «litros oailhares de médicos nos outros paises. Este tem stdo, com certeza, a maior, mais intensa e mate eficaz propaganda até agera desenvolvida r* produto* da jpddrtria ag*-, hal no exterior, podendo^ afirmar ser a mdústria ftormacêutloa do Brasil a pioneira na ^^ff\jg^ manente de mercados «f1^^ 6> A exportação de pcoüuos,, famarcêuticos^nacionais. *jjo * guerra, tem sido muito menos luèretlva qw antenormente> ***> «e deve a oue os preços não foram majorados, mesmo dtente da eleva- So dos fretes e do seguro àew** ora vigente. Essa oondute tjem ser íso dt conceituar o nome do Bra- 111 no exterior, mostrando qw> os., ^boratórios nacionate nao flaaçm :, de esoaessa de em ^comentos outros palse* fonte d* lucros ex- ^^ pomtíca vem r*»rcuttmto JR ta^avetaiente, e. aomw -Saa produzirá, em fluturo próximo, os frutos mais croime*. Feita* essas oónsiderações á guisa de^ele^seos ^to^t^w* desferidos contra *_*J2^ SZ JSSTAfc -._-*_*_]^*HS: Dtant* disso, que al ftoa exposto a^jí.-r7s5o6 feito alguma coisa Y**"**. ^ M» u tnm* ona me- camente, temos va»*y * *»-»- sfii0 a largos traços, será lacu acs m*s-» ^ '««gl p^o s o peto contrario, *w ^a^^os^erttficar^e da estul- de g^^gjl. o* que estão ivíl a~ aziemmtmn^t iifiado nor nos- os nosso* ^**-Mta_. -oonomia tida do argumento usado por sos detratores, extraído da regra econômica por eles eaigemirada e poste em circulação, de "o que custo da Nação. dtuma especialidade faimecf^ reaume-se no preço da matéria, pnma adicionado ao do acondictona- Canudo de Purga Ranwolfia canescens Wüld. mento do. EESfiSiSl^aA EXPORTAÇÃO (R. sab-ptíbescena L.» R- ^nuvs De algum tempo a este *^ * Jacq.) Apociitecea. aendo lncrementedo o senmo &t A casca, principalmente a da exportação de nesses produtos far- raiz, é emeto-catartlca, servindo maceutico* para todas tonas a*^j- as t*n*?r até até de vesicatorie; ap^cad* ^"J oe ves»cato«o, w***~~~ --»- SrSSm para aa l^la. V+ ^ m banhoa na sajma e tou>lds^do Norte, onde a industria con- De^courliz refere que a «^ak!2! l^ ps é iatescente. que as suas ascensão. co«w»t»*velmente ao* bu qualidades perniciosas aumen ^fâstm* que. de Ja-»aÍ» tam quando cresce no ^^ nho^daete ano.jjpenasf]«v«xffif dor de especialidade* íamiacêuti^as do abrigada por grandes rochedos espostos ao sol e quiui- conseguiu atingir o valor de Crf arvores. fsssoo.». «m mercaderta» «. Conta-se que ás vezes bastam gortadas. mantendo empwparo, as emanações da arvore para cauaar acidentes graves, e muito ter- aguardando emtoarqfue, perto de et \ * riveis sáo os seus efeitos para os Apn«-nos dtaer inate o seguinte que dormem à sua sombra, çomenu Caminho* que isso pode D O* produto* ÍOfmacêuiucos a ria ser nas Ant&has. mas que entre nóa tal não acontece. Con- ou* esaa* dfraa ae referem, perteç- Sem. exclueirvamentej^ «aa narionate e. eonseqw-ntemenie, ao vem cuidado, entretanto, no çnv loaucu raspecuva*. prego da planta, pois é possível 2?SSS/Í!S estrai«etrob. aão patrimônio resultado comprometedor para a Eatees rasüeiro. * rida do ««-_., paciente. Os sintomas Convém frtear ««PS^PSJS! do invenenamento são: tumefação da cavidade bucal e língua, contrição do esòfago. vômitos re* ca* no atai* momento, é constitind* por produto* da laboratório* beldes. terminando por sangue, aqui montados, mas pertencentes a constlpaçâo ou disenteria. soluços, a<*elei*»côes do pulfo que se estabelectmeiatos estrangeiros, que aqui atentado* ma* pertencente** à torna miserável, dtepnéa. sed» as eipotam. agora unicamente em I razão da guerra européia, sendo *khs intensa convul'ão. disnrw Am* At7 e m->rr*?..
14 14 ÜJ*^* JDfcEurUCIA. jlâ&ft* %tfv%^r *r mt*twmf*%^***n**m\*^fm ** ***** Ministério do Trabalho, In. dústria o Comércio DEPARTAMENTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL MARCAS «DEPOSITADAS RIP BROMEVAN, d» Produetos Bvams S A; SL DOL, de Sociedade Industriei de Óleos Limitada; NO- VJON, de Q_uttiiote_-ápica Brasi- Seira Ltda.; NB0-6IL VOL, de Pairioe, Danris ts O.0. R P NORBAR, de Norme- Uo Barbosa; NEGRO- COCOS, de OQtbveira Queiroa Ie C. Ltda.; BACTERlLL SINA, de Oliveira Queirós Ltda,; LOQUE, de Oliveira Queiroz Ltda DL PLONEORON, de Oliveira Queiroz *» Cia. Lbda.; « GARGARU, de Laboratório Beltra» Umátada; K>VZ- TAUM, de Laboratório Beiteand Limitada; BALICIATI- OO, de Laboratório Limitada; FROGENITO, de Far. mopecuaria Limitada; TRANBORO de Laboratório Ptau'1-sta d» Biologia SA; L-IPOOORT, de Industria Farmacêutica Citfnajffar Limitada; PENTAV1T, de Hormoquímico e Biológico Ltda.; MniOQHOLINE, Oe Sociedade Industrial Prima Ltda.; « TOTASEPTINE, de Sociedade Industriai Prima Ltda.: VALONAL, de Sociedade Indus. «trial Prima, Ltda.; « ANEMODHX, de Laboratórigo Borsa Limitada; PA- F-LEX, de Laborat«-trto Boraa Limitada; OTARTEX, de Lalx*atório Bocea Lbda.; STAV1NOL, de I_atoccaitorio Boraa Limitada; BOR- «MEX, de Laboratório Borsa Umb RP Vfl 6-U-M ADHBBON, de Bodedede de Representações Venfc LL mitada; ADEFOUN, de Sociedade de Repweantaçôes Venia Ltda.; « ANAPXROL, de Sociedade de Represe t*ções Venia Ltda.; AMBMD- UTXNE, de Sociedaide de Repre- e-ntaçóes Venia Ltda.; ODBBIOSS, de 1WÉÉMI de RepmsentaiçOes Venia Ltda.; fl.118 mm FOUHM1NA, de 8ocfedade de Represeataçõee Venia limitaria; HPROGYN, de Sociedede de ItewesentegSes Venia I_MPOt_OAI_, de de RcyrceeqtepOes Ltda.; BMPOC u GAL, de Sociedade de «Repreeentações Venia Umttada; CHDINAL, de Sociedade de Re- WmmeWmmnjLmm. V*XÚn\ ^**-****\***lr*jl PANCARDIGL, de Soeáedade de Repreeente^òes Venia ammmx.; «1.128 BCABDOC., de Sociedade de Preguiça e Att m nia «Limitada; HNTES- TOBK>N, de Sociedade de Repre. tações Venia Ltda.; LYSOVAR, de Sociedade de Repreeentações Venia Ltda.; NEOHETAN, de Sociedade de Repi-esentacões Venia Ltda.; SEPfAGON, de Sociedade de Representações Venia Ltda.; SOMATON, de «Sociedade de Representações Venia Ltda.; SOMATRAT, de Sociedade de Representações Venia Ltda.; TRTBE- TAN, de «Sociedade de Representações Venia Ltda.; PRO-TYRON, de Sociedade de Representações Venia Ltda.; ATOXIBETA, de La. boratorio Beltrand Limitada; OAROFIL, de Laboratório Borsa L_mltada; PLÃSIL, de Laboratório Atlas Limitada; YAKRINEU- R2N, de Chiüstovão Ooüomte-o Lisboa; BRAflBON, de Antônio Ferreira Pinto. R P H 42: CILOXIL, Sasiedade Química Mercur L-mitada; G A!MFK)LIN, de Industrla Farmacêutica Chinafar Ltda.; CENAORATES, de Laboratório Beltrand Ltda.; CALCRATBS, de Laboraitório Belitrand Ltda.; protex, de Laboratórios Novotherópica Ltda. R P 259-7ill 42: OPEPAT, de Laboratório Beltrand Ltda.; ENDOFIiOAN, de Laboratório Beltrand Ltda,; SAN- GUGENOL, de M. Fiitt-paldi Se Co., Lbda.: GLUTA- BBUM, de Farmo Industria Ltda.; « HEMOÜEX- TROGB, de Framo Industria Ltda.: FARÍMOGOJ- CM, de Flinmo. industria Ltda.; FARMOFORMINA, de Farmo Industria Ltda.; H_E_MO-_\>R,MIINA, de Fanmo Industria Ltda.; FAR- MOÜEDCPROL, de Fanmo Industria Ltda,; 9U99 FARMO- TROPENA, de Fanno Hndustria Ltda.; HBMDGLUOTN, de Farmo mdowtria Ltda.; _ MEnAMlDREN, de Gesellscbajft Fur Ohemisahe industrie to Basel; AOUA OXI- OiBN-VDA CRUZ V -KDE, de Laboratorio crug verde LWa.; HEPTA-SULFA, de Quimica a Farmacêutica Sanosbrasil Ltda,; HEPTA- GRJPOL, de Quimica e Farma- Cèutica Sanosbrasü Ltda.; _ HEFrAiPULMOL, de Qulmiea e Farma«cêu«tica sanosbraeul Ltda.; 9l.*MA M-BUROffTGOL. de Laboratório Beltrand Limitada: NBUROHOR- MON, de Leborotorde Beltrand Limitada. R P : VINBCÍ-Of-, de Laboraitório Beltrand limitada; UftO, de Antonio J. Anemia gomens SEM ENERGIA, - POÇAS DESANIMADAS] meéeaaeaüa! W en lt qae e deixa eetpe e A anemia atrasa a tua «ee rouba ae trabalho. VAjSADIOmL aumenta ee glebalee sanfalaeoe e VITALIZA e sangue eafraoeeme. r de feete éelkieee e pode ser usado sm todas ae «Idades. Am AmJtr ***mmm Ferreira * Oo.; ANB- MO0TAM, de Brastfaim* Limi- hei- tada; BENZOALOA- TROL, de Brasiiarma Limitada; TAR-CTROBI, de Brasifarma limitada; VITA- MUTOAL, de Brasifarma Limitada; BETAIODO, de Laboratório Corti do.bra.sil Ltda GYNBGON, de InsÜtuto Brasileiro de Microbiologia S A; PLUORYL, de Instituto Br.as-lei<ro de Micróbiologla S A.; CXNEF1- GAN, de Laboratório Gross Limitada; MARSULINA, de Laboratório Ariston s A; IOSOLERIN, de Laboratório Beltrand Limitada; PEE3L, de Laboratório Homeopatioa Fiel S A.; _ BOL- DOLino, de J. C. Soar«es it Co. Ltda. RIP263 13jli;42: SPANTEX, de The Knox Co.; AURALYT, de The Doho Chemical Corporation; _ BROMAGZE- EM, de Laboratório Prodahr Ltda.; _ KEXACHOLIN, de J. D. Riedel. e. de Haen Se Co. Ltda.; IQDOBIS- MITOL, de Stanford University CICATRYL, de Antonio Paulo de Souza Irmão; « DUOREYCY, de Vitail BrasU; CALCY, de Vital Brasil VELO-SKIN, de Audt oliveira Se Oo.; REGULOL RAMALHO, de João sette Ramaüho; BRONCTLMIN, de Instituto Farcoterapico Americano Ltda.; ddalgina, de Odette Halfeld; PEITORAL DE «SCOTT, de Scott Se Browe Inc. Of Brazil; OT1 CRON, de Laboratório Medicai Leda.; PASTILHAS Mc. COY, de Mc. Coy's Products, me.; _ COR DE RO- SA, de Drogadada Ltda Ryp : NEOTUB, de Sylvio Milagres; GAMBIL- AZUL, de Luiz de Ferrante; EVICYL, de The Sydney Rose Co; , de Montioello Drug Company; BIO- SINTÉTICA, de Laixwatorioe Biosint^ica SJA; ANGIO- FLEX. de Laboratórios Biosinlética SjA; LABORATÓ- RIO VINTAN, de Laboratórios Vinatan Ltda.; PROHE- MIN, de Laboratório Feld SjA; HEPATO-H-EMIN, «de Laboratório Feld Si A; BIOHEMIN, Laboratório Feld SA; FERROHEMIN, La«boratorio Feld S A. R P : «- CORTOBÊ, de Labo «tório Beltrand Ltda CUBALBI, de Laboratório Beltrand Ltd.; ARSENINJECTIL, de Laboratórios Raul Leite S. A LE_PTINJ_BCTOL, d e Laboratórios Raul Leite S A; LABORATÓRIO ATLAS, de 1+boratorio Attae Ltda.; KALIRIS, de Instituto Iatro-Quimico Ltde.; PLURILI- SIN. de Instituto Nacional de Quimioterapia Ltda.; NEOROTOXINE, de Lipp Pereka Peixoto; QÚTTEX, de Laborotório Vitex Ltda.; OUTTEX, de Ltb. Vitex Ltda.; LÜSOTROPINA de Laboratóriog Lysaform SjA; RXNOF081M, de Laboratórios Lyeoform SjA; REMI- NAL, de instituto Cientifico Charrtas Ltda.; BOMDIA, dc Antônio J. Ferreira & Co. RÍP HORMO MAMMA- RIO. de Vital Brasil; CHAVANTE, ds Meyer & Companhia; BIODOMARA, de Mozari Gurgel Valente; BERGOCAL, de Carlberg St Parreira; HEMTN, de Laboratório Feld S(A COLPACLD. L«abor_rtório AtlM Limitada. RP : 91.4W - RAfTFRACTDlTS rte PREPARADOS FARMACEÜTltüb Novembro de 1942 Temos á vendi. Marcas e Fórmulas licenciadas e incumbimonos de sua compra, venda ou registro. LICENCIAMOS FORMULAS, PODENDO SER EXAMINADAS POR NOSSO lêc- NICO FARMACÊUTICO OU FORNECER FORMULAS. Legalizamo? Laboratórios Farmacêuticos, fazemos quaisquer contratos, de instalação, de exploração, de propaganda, de fabricação, inclusive Para leigos. CONSULTEM-NOS SEM COMPROMISSOS. "A SERVIÇAL LTDA." ROMEU RODRIGUES Diretor Geral Oa-se qualquer consulta sem compromissos, mesmo de serviços ja começados por outros e fazem-se todos os serviços, tanto no Rio de Janeiro, eomo em São Paulo, Estados, ete.. NOSSA DIVISA SEMPRE FOI E SERÁ: "SERVIR, SEM SERVIR-SE DE SEUS CLIENTES" RIO DE JANEIRO: Roa 8. Joaé «obrado, S. 4/5. fone «-9285 Caixa Postal n Laboratório Beltrand Ltda; LIPTOL, de Lourenço Masi & Co. Ltda.; 91.48? EPATOLI- NA, de Lourenço Masi Se Co. Ltda.; GARVINOL, de Lourenço Masi 6c Co Ltda.; OPOCALCBO, de Lourenço Masi & Co. Ltda.; CO" PREON, de Lourenço Masi Sc Co. Ltda.; MARTEBIOL, de Lourenço Masi & Co. Ltda.; CORIZIL, de Lourenço Masi & Co. Ltda.; ATHER- MIL, de Lourenço Masi Se Co. Ltda.; ÂLCBROM, de Lourenço Masi & Co. Ltda.; BIOVIGAN de Lourenço Masi Si Co. Ltda.; AL- GENON, de Lourenço Masi Se Co. Ltda.; LIPOTREPOL, de Lourenço Masi Sc Co. Ltda.; ENDOCALCIO, de Lourenço Masi & Co. Ltda.; , CONOVAROL, de Lourenço Masi 8z Co Ltda.; SALSI- MON. le Laboratórios Biosintética SA; SINEVTT, J. Torres Sc. Co. Ltda.; ELIXIR DE INHAME GOULART de J. Goulart Machado; A HORA DC ELLXIR DE INHA- M E GOULART CONSTITUE SEMPRE UM FRAZEA, de Goulart Machado; ELIXIR DE INHAME GOULART DepUTativcrTonico-Saboroso. de J. Goulart Machado. R p RINOFAGOS AN- DIROMATIOO, de Raul Roviral ta Astoul; PICOCLON ANDROMATÍCO, de Raul Roviralta Astoul RDGU- LADOtR "ESTEVEL", de Ciariase de Campos Gesteira TÔNICO FUROU, de Silva, Liberato «Se Cia VlTALI NA, de Silva, Liberato & Cia OPQFIGAN, de Laboratorios Beltrand Limitada ALITVENE. de Laboratórios Moura Brasil SIA FONSECA RIBEIRO, de João Gomes Xavier Sc Cia Ltda ATOX-R-SENIN, de Laboratório IteJtrand Ltda SEDANIDIA, de Laboratório Farmacêutico Brasil Latfrava, Ltd BIOCORTEX, de L4boratorio Farmacêutico Brasileiro Latfrava Ltd ALBAR GINA, de Quimica Bayer Ltda ANTIMOSAN, de Quimica Bayer Ltda AVERTINA. de Quimica Bayer Ltda CAFUONA, de Quimica Bayer Ltda CASBIS, de Quimica Bayer Ltda GARDAN, de Quimica Bayer Ltda XENO- PHAN, de Quimica Bayer Ltda NBO SALVAÍ.SAN, de Química Bayer Ltda PELUDOL, de Quimica Bayer Ltda PYRAMIDOL, de Quimica Bayer Ltda RIVANOl., de Quimica Bayer Ltd SALYRGAN, de Quim_U oa Bayer Lbda SUPRA- RENINA, de Quknica Bayer Ltd COLVITOL, de Paula Bernardes êc Cia Ltda SUPER BILAN, de Empresa Terapautica Brasileira Ltda. RíP TAMALAXO, de Diaa André & «Oa Ltda ACI- LACTUS. de Laboratório Beltrand Ltda OSTEORIL, de Laboratório Beltrand Ltda PHENTX, de Sociedade de Produtos Phenix Ltda PROSTERON, dé Quimica Farmaceutica Paulista Ltda. PROCESSOS COM OPOSIÇÃO NEUIROAMIN R P, ; BIOSSEINA RiP ; DROGARIA E FARMÁCIA MINERVA R P ; HEPATON R P ; GESTA- NON RÍP ; VITADERM R P ; 89^88 GLANATOX R P ; HEPATOZENIL RIP ; VERAODON RP ; VERÃO- DORMON R P ; ASCORTIAN _ RIP YOSAL R P : HEPATON RP : 90.«866 OATABION R P ; COMPLE- XIN R P ; ALITOL R P ; SIDQL R P ; ANAPBROL R P ; FQNTARSAN - R P ; BIODINA R'P ; F-TIAN RP ; SEDO- COLON R P ; DORIODINA RjP ; 91^03 TARTROBI R P ; SEDGENA - R P ; SANORAL RiP ; EMPOL- CAL R P ; IODOTIOL RIP ; ANTINEGRON - R P ; HEMATOGEN RP ; HEPA- TEIN _ R p ; MOROCIDE R P ; 91. 5M VTTALIINA R P ; LYSOVAR -- R)J» PEDIDOS DEFERIDOS R/P : IRACEMA, de Tharciiio Almeida Neubern de Toledo. R/P : UROPYRAN, dc Roê- *toi Albema-E; 91.«139 PESO- CLIMAN, de Facmotócnica Lknitada ; SÜPfUPOR, de Laboratório Fontoura da Silva «Ltda; _ EMBLEMÁTICA, de Bromberg JD C. ; LOÇÃO BRilLEANTS, de Alrtal * Freitaa Ltda. R/P : ANXURO8B, de Ca> berg Ss Ferreira; GLO- CUROL, de Calberg * Parreira iraf BBPABÈMINA, de («Centtwa aa pa«. seesnate)] tejjj
15 "-"»»->,.-,«,'» ««.. gtv-embro de 1942 'SI s_5 15 icontinuaçie io pae. Aalerier) ter* * Paareira: 84.86» MAR- T1BI, do Ca-bssf * Parreira; 84.8» LATOSODIO, de Calbevg és Parreira; ÇUNMANDY, de Jaxtoes Ramos. B/P 266 _ : CYCLAX de Cyciax Ltottda; POtRMOQUI- KOL, de Carlos Benjamin da tilva Araujo: URA- TOL, de Instituto Cientifico Braeileiro Ltda.; RHINAL, DJonira de Noronha Rego Lopes. r/p : PINUSAN, de Lahoratório Medicai Ltda.; CR-0OFEN, de Latoratorio Tijult Ltda.; TERMIDOW, ie Pinheiros Ltda»: BENZIST IN, de Produfar-ma _imit_da CBCORTEX, de Humberto Lutti; IODACOR, de Humberto Lutti; NI3RICOR, de ln.t-tu.-o ie Quimica e Biologia Ltda. R/P : PLEURITAN, de Laboratoiio Crueeiro do Sul Ltda., _ ALHOSPIR, de Farmaeia Imperial Ltda.: UANATAN, de J«S. Lima Juni-or & C. : MAGNE* SIA DIOESTTVA, de Mercedes ittoss. PEDIDOS INDEFERIDOS R/P : ANEMOQTIL, de Instltuito Passy Ltda.; BIOMIL, de Wtothróp Chemical C. Inc.; MULTIFAGI- NA, de Laboratório Piasmorgan Uda.,: TUS8ANPOL, de Sociedade Farmacentica Japubyba Ltda. /P ! CAI-SIMIL. d*- Bri.ish Houses Limited. R/P : SULFANAN, de Insi-ituto Pd 6y Limitada. Rcgietxxw concedidos, por decisão do cor-selho de Recursos : _TONOGLOSR R/P Sl-10-42; FILOOAR- GAN R/P : MERCINAL R/P Registros negados, por decisão do Conselho de Recursos: 86.3.*<3 BISMA6E - R/P ; CANPOME- TAL - R/P 31-10*42 : UVFRCAL - R/P ; _ CHOUNOV-TA -- R'P ; ESPERANÇA.- R/P ; VI- TACIN R/P : prrutrina r/p -* U 67.53». IODASB1L R/P : RHEUMA- TEX R/P Reqgeri-meetes despacha- 4es eu ailtwie-rte att tapachos _! Um tii.ro _ IMI DU Hermüio Miranda Vaz Compareça; 9.386,4! Othon Freire de Aguiar Deferido. DIA Zelia Teixeira Leite Compareça; 6.112,41 Prederico Brandão Nunan Indeferido; Honoria Quntlier Indeferido; 6.413J42 Bruno Prospero Pmrolari tadeferido; Empresa Terapêutica Brasteltra Uda. a» deferido. NOVEMBBO ME 19*2 DIA S 8.186Í-2 Leonor Rioca Compareça; Leonor Ricca Deferido; Leonor Rioca Compareça; Raul Libanio Villeia Compareça Antonio de Sousa Franco Deferido; Bruno Prospero Parolari Deíerido; Instituto Oooterápico Na2ionate "Pisa" Compareça; Ernest H Volviler Indeíerido; Manoel Thomas *^^^^^^toff r Sarmento de Si Barato -compareça; 8.082)42 Dario Carlos da Cunha Deferido. DIA Esmeraido Alfenaa da Fonseca Deíerido; Dermeval Barroe Deferido; Eduardo Cordeiro Guerra Deíerido; Eduardo Cordeiro Guerra Deferido; José Caria Deferido; 2.448)42 Paulo Vieira Pinheiro Deíerido; Raymundo Barbosa R. da Silva Passos Deferido; Revaliza dos Santos De* ferido; 8.712J42 Revaliza dos Santos Deíerido; Joaquim Ferreira Varel_a Deferido. DIA *42 Lasztovicza Sándor Compareça; Antonio de Fuccio Arquive-se; 7.866(42 Raul Libanio Villeia Deíerido; 9.452)42 Humberto Mafra Arquive-se; 1.010,42 Jacomo Pelos! De ferido; 7.774,42 - Laboratório Galeno Ltda. Compareça; João Valentim da Motta Arquive se: José Ribeiro de Saá Crvalho Deferido; 7.155)42 Carmen Speranssa Deíerido; 9.756J42 Athos de Mello Henrique. - De- ferido; 8.423)42 Laboratório Moura Brasil SIA. - Compareça; Pedro Queiroz Lima Deferido; Sylvio A. Costa Indeferido; 9.359*42 Humberto Maíra Compareça; 4.966;42 Antônio Banvüie de Barros Deefrido; Raul Libanio Villeia Deferido; Raul Libanio Villeia Deferido; 4.714)42 Nelson Torres Magalhães Deíerido; 8.003i42 Matheus Azevedo Indeferido; *42 Waldemar Medalla Lopes da Cos* ta Deferido; Waldemar Medella Lopes da Costa Deferido; Waldemar Medella Lopes da Costa Deferido; 7.620,42 Waldemar Medella Lopes da Costa Deferido; Octavio Ribeiro de Carvalho Deferido; Lázaro Brizlo Deferido; _ João Nicola Argento Deíerido; Raul Libanio Villeia Deferido; Pedro Clovis Junqueira Deíerido; Laboratório Galenc Ltda. Compareça; Raul Libanio Villeia Deferido; Carmen Speranza Deferido; Jamil Brum Ar* quivese; Theolinda Tavares de Uma Arquive-se; Bruno Prospero Parolari Arquive-se; 7.611)42 Fernando Lacerda Deferido; Joáo Motta Deíerido; José Ferras da 8üvetra Arquive se; Carmen Speranza Com pareça; f Mario Andrada Braga - Deferido; 9.192)42 Mario Braga Deferido. DIA Raul Libanio Vlllela Indeferido; 9.787(42 Francisca Louzada Indeferido; M. Sayão Lobato Indeferido; Sayão Loboto *Ss Cia. Ltda. Indeferido; Luiz Amaro Deferido; Christovão Colombo Lisboa Indeferido; Pedro Aehll.es Giuntini Indeferido; Hebe Cunha Renaust Deferido, devendo depositar a taxa para extração da licença; 4.803)42 Wencesiau de Freitas Vianna Deíerido; Tancredo Camacho Ventania Deíerido; 9.690J42 John Wyeth And Incorporated Arquive-se; 4.900)41 Ltina Benatuil de Conway Indeferido; Luna Benatuil de Conway Indeferido; Luna Benatuil de Conway Indeferido; Rubens Agostinho da Silva Indeferido; Rubens Agostinho da Silva Indeferido; 7.181J41 Benedicto Moli nari Indeferido; 1.026)42 José Pires de Oliveira Dia* Indeferido; 8.480)42 G. da Cruz èt Ferreira Ltda. Deferido; Helena Paes de Oliveira Deferido; João Guglieimo Deferido; José Pires de Oliveira Dias Deíerido. DIA Dr. Dionysto Ausier Bentes Deferido; Christovão Colombo Lisboa Indeferido; 8.231)41 William Gerehom Wüls Deferido; 8.376)41 - Alberto da Fonseca Sohmidt Indeferido; Florival Xavier Indeferido; Laboratório Farmaoêutico Brasileiro Indeíerido; Produtos Roche, Quimicos è Farmacêuticos S A.. Indeferido; Lafayette Brasil de Almeida Indeferido; Pedro Goulart dos Santos Deferido; Raul Libanio Villeia Indeferido; Alfredo de Magaihães Queiroz - Indeferido; Carlos Mayer Deferido; 7.689)42 Laboratório Farmacêutico Theomatine Ltda. Indeferido; 7.917)42 Raul Libanio Villeia Indeferido; Lnperaalino Leão Presidente Compareça; 7500)42 Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S A. Indeferido; E. Vailant Si Cia. Indeferido; 9.310)42 Mario Alves Braga Indeferi do; Dario Carlos da Cunha Indeírido. DIA Paulo Andrade Deíerido; 8.720J42 Laura SRS. INDUSTRIAIS Confiem o registro da suas marcas e patentes, o licenciamento da seus preparados, as suas defesas fiscais, as suas questões trabalhistas, oa seus oontratos e diftratos. o pagamento de seus impôstos. enfim, os seus serviços nas repartições públicas em geral c os seus problemas técnicos, à Pati-Tecne Ltda. «. aue Doaeue wn técnico espedalitado para cada mister. Façam de PAN-TECNE LTDA o aeu orgfto consultivo sobre todos os assuntos que interessam à sua industria. A maioria doa industriais de produtos farmacêuticos do Brasil confiam seus aerviçoa â PAN-TECNE LTDA.: Laboratórios Moura Brasil 0. A.; Laboratório Paulista de Biologia S. A.; Fontoura St Serpe; Instituto Terapêutico Orlando Rangel; Laboratórios Baldassarri; Produtoe Farmacêuticos Krinos Ltda.; Instituto Plnbeiroa Ltda.» Laboratórios Torres; Oliveira Júnior St Cia Ltda.: Laboratórios Xavier; Ind. Farm. Endochimlca 8. A.; Oesar Santos St Cta.; Instituto Lorenstol 8» A; Laboratório Listar Ltda.; Estabeledmentos Eduardo Beserra a A; Instituto Brasileiro dc Farmacia e Biologia 8. A.; Instituto Brasileiro de Microbioiogia 8. A.; Laboratório Brasileiro de Terapêutica Ltda.; Companhia Jotapires Industrial Farmacêutica; Slgel. Eteel St cia.; Uboratórto Fltra- Pisam- Dr. Raul Schmldt 8. A.; Laboratório Hildeberto. E Martins St Cia.; Laboratório Sotero; Ariindo Pacheco Sc Cia. Ltda.; Laboratório Eval Ltda.; Laboratório Moerbeck; Laboratório Anstoo Ltda.; UbaJdo Massara St Cia. Ltda.; Industria Brasileira de Produtoe Químicos Ltda.; TerApica Paulista Ltda.: Laborterá-olca Ltda H Flrpo 8c Cia Ltda.; Albino Fialho St Cia Je-sw N Oomes St Cto. Ltda.; Joio Victai de Mattos * Irm&oe- E. A. Vatüa de Abreu Se Cia»; Laboratório Flaeber e muitos outros. Pan-Tecne Ltda. RUA Diretor Geral: Farmco. ÁLVARO VARGES Diretor Jurídico: Professor JOSÉ' FERREIRA DE SOUZA MIGUEL COUTO. 8-5 andar TEL 42-67*04 RIO DE JANEIRO Abrantes Bueno - Compareça;, Duarte - r\lbd7 g «*> Oscar Bueno In- Wencesiau Mozzeo Defendo, deferido )42 Winthrop í 10155)41 - Carmen Speranza - PTodute' Inc - Compareça; J Deferido Joana Pru- PsUMB - Winthrop Produto janski - Deferido 8»70 42-Ma- - rio Lauro Otto Ludwig - _..._ - Compareça; 8.435)42 Indefe- Iro-..«imnareca-. Tancredo Camacho Ventania Deíerido; 7.478)41 Eduardo de Castro Bezerra Filho Deferido; 9.409)42 Mercedes Belfort Compareça. DIA )42 Laboratório Gieze Ltd. Arquive-se Leonor Rioca Compareça Wencesiau de Freitas Viana -~ Apresente novos modelos *42 Wencesiau de Freitas Viana Compareça. 8347)42 Mario Andrade Braga Indeferido. 10 2&4 41 Benedito Molinari Comoareça. *de Álvaro Tudes Azevedo Deferido Laboratórios Spalt Ltd. Deferido America do Vale Deferido. 4656)42 Bertha Medeiros Rezende Deíerido Anastácio Martins- Deíerido 83*86'42 Ena Veiga Rodrigues - Deferido Antônio S. Bittencourt Barbosa Deferido Humberto Mafra Compareça Laboratório "Suli." do Brasil Ltd. Indeferido. 4981)42 Laboratório "Sulis" do Brasil Ltd. Indeferido José Alberto de Luca Deíerido Francisca Rosa Boncristiano Deferido Francisca Ro sa Boncristiano Deferido. 4218)42 Benedita Nogueira E. MERCK - PARMSTADT ^ Fabrica pro d u t o s químicos desde Produtos químicos para farmácias e laboratórios Produtos químicos para análise Especialidades farmacêuticas «Merck» Brasil S. A. tio de Janeiro Fort o Alegre São Paulo Recife 0 signo de garantia mwk- 0 signo de garantia IÓ68 rido. 4857)42 Wencesiau de Freitas Viana Deferido, quan* to a revalidação Laboratorio Gieze Ltd. Arquive-se *42 Foster-MacClellan Co. Daferido. 4273)42 Wencesiau Mazzeo Deferido. 4271)42 Benedita Nogueira Duarte Deferido. 1267)42 Milton de Vasconcelios Fernandes Deferido Jamil Felicio Paulo? Deferido. dia 13 m Bruno Prospero Pa* rolari Arquive-se José Pires de Oliveira Dias Deferido. 3185)42 Margarida de Queiroz Deferido. 9668)42 ; Jo-*** Ribeiro de Sá Carvalho * Comoareça. 5384J42 Otto Seipa Granado Deferido Duval Cardoso da Silva Indeferido *42 Otto Serpa Granado Deferido A)42 An-brosina Luiza Gomes Deferido Orlando Soares de Carvalho Deferida Cicero de Lemos Furtado Indeferido. 2009)42 Anna Martins e Silva Deferido Anna Martins e Silva Deíerido Horaeio Kemro da Cunha Franca Compareça Mercedes Belfort Indeferido. 2* Carmen Speranza Indeferido Í42 Manoel Ferreira Alves Deferido. 9616)42 Sylvio Moure Deferido. 6406)42 Jacomo Pelosi Compareça Venar_oio Malta Machado Deferido Alberto Betini 1-^pfy.ridr. 9579'41 Benedito Molinari Compareça. 9014i42 Lothario Novaes Compareça Herãldo de Andrade f Mello Compareça Wencesiau de Freitas Viana Deferido Francisca Rosa Boncristiano m Deíerido José Pires de Oliveira Dias -- Deferido Margarida de Queiroe Deferido Raul Libanio Villeia Deferido. « Paulina Addad Hugo Molinari Deferido Hermes Theodoro Sprenger 7- Deíerido _ AntçmiO Martins <fe Sousa Defendo Mercedes Belfort Dcferido Laboratório Myrta Ltd. Deíerido. DIA /42 FrancLca Rosa Boncrlstiano Deferido 8413/42 Francisca Rosa Boncristiano Deíerido; 7982/42 -- (Oet.tin.-_a na paf Mario An- «e«n-nuj
16 16 m Ml^rvciaV Novembro de 1942 J14227**^***^f fwfmm\*-*fj*^***r~ (Continuação da pag. anterior) drade Braga _ Deferido; 8425/42 Maria do Carmo Vallim Hoehne Deferido ; 8262/42 Antonio de Souza Franco _ Deferido; 8913/42 _ Dr. Cleofeno Meireles Corrjpaxeça. DU /40 Laboratório Orlando Rangel 67A. _ Deferido; 842/42 Annibal Cardoso Bittencourt a- Deferido; 10470/42 Ovidio Antônio dos Santos Deferido ; Ltda. Deferido ; 5(263/42 Ja /42 _ Laboratório Vinetm como Pelosi Compareça; 618/42 Laura Abrantes Bueno Deferido, quanto a mudança de nome; 5930/42 Cristóvão Colombo Lisboa Deferido : 10023/42 Paulina Addad Hugo Molinari Compareça; 2384/42 _ Antônio Duarte Ribeiro indeferido; 8928/42 _ Nicolina Anzuini Magalhães Deferido ; 8373/42 _ Centro Espirita Servo de Jesus Apresenta termo de responsabilidade do medico diretor ; 8203/42 L?.vrentino Ferreira de Carvalho Deferido: 5208/42 Olympio Coutinho da Silveira Deferido ; 1323/42 _ Olympio Coutinho da Silveira Deferido; 7129/42 Hermilo Miranda Vaz Deferido ; 8219/42 _ Quimica "Bayer' Ltda. _ Deferido ; 9962/42 Luiz Raia Arquive-se ; 9895/42 D2lmina Amelung Welsh Ribeiro Compareça ; 10013/42 Jamil Marum Arquive-se; 2279/42 Ponciano Rodrigues Deferido : 10016/42 Ruv Ramos _ Deferido; 10639/42 Clotincles Mello Barbirato D*1- ferido ; 10395/42 Laboratório Eio-Nevron Ltda. _ Deferido. DIA /42 Wenceslau de Freitas Deferido ; 5738/42 Heloysa Ramos de Araujo Indeferido ; 5600/42 _ Oliverio Pilar de Mattos Indeferido ; 7808/41 Famiotécnica Ltda. Indefelido ; 10214/42 Gloria Martins Ccuto De acordo ; 3820/42 Dr. Luigi Airelli Compareça ; 1914/42 Dr. Cleofano Meireles Compareça; 2309/42 Carlterg fc Parreira - Indeferido ; 1006/4ÍÍ Francisea Silvar dc Barros Deferido; ' 7943/42 Lasztrjvicza Sandor Indeferido: 8987/42 Laura Acrantes Bueno _ Indeferido; 5112/41 Carmen Sfceranau Indeferido ; 6807/42 Cícero Magalhães Bomtempo Deferido; 13*3/42 Chrtstovão Colombo Lisboa Compareça 36/42 _ VirgPio Lu- <-as Compareça; 7979/42 Mario de Andrade Braga Oeferido; 8193/42 Joaquim Aurello da Costa Deferido; 5122/42.Sharp ét r.-ohme, lucoropoxated Compareça; í>i26/4? Sharp «Se Dohme, Incorporated Compareça. DU Walter Martins de Oliveira Indeferido; Floriano Saretti Indeferido; Joáo RenaU> Franco Compareça João Renato Franco Compareça; 8.145J42 João Renato Franco Compareça; Antonio de Souza Franco Indeferido; João Renato Franco Compareça; Álvaro Pinto de Sousra Varges Indeferido; 1.0O142 Francisea Silva de Barros Deferido; Juvenal Francisco Pereira Ramos Indeíerido; Ignez Carvalho de Mello Deferido; João Bernardo Coxi to Granado Compareça; Maria da Conceição Fonseca Monteiro Deferido; Plínio Carlberg In deferido; Maria Olivia Deschamps Arquive-se; Mario Lauro Otto Ludurig Indeferido; 4.736^42 Alberto Jardim da Motta Deferido* 4 M342 Teixeira mog^rr Borges & Cia. Deferido; Instituto Bioquímico Maragliano Ltda. Deferido; Raymundo Pereira Caldas Júnior Deferido; Maria Conceição dos Santos Deferido; Maria Coiceição dos Santos Indeferido; David Moinicke Indeferido; Álvaro Pinto de Souza Vai^ges Indeferido; Zoé Tavares Júnior Deferido; 6.089,42 Celuta Ribeiro Deferido. DIA Francisea Rosa Boncristiano Deferido; Edgard Duque Guimarães Compareça; Carlos da Silva Araujo SA. Deferido; Carlos da Silva Araujo SjA Deefrido; Carlos da Siva Araujo S j A. Deferido; Carlos da Silva Araujo S A. Deferido; Carlos da SÜva Araujo SjA. Deferido; 9.748Í42 Carlos da Silva Araujo SIA. Dedefrido; 9.749,42 Carlos da Silva Araaujo S A. Deferido; 9.750J42 Carlos da Silva Araujo S A. Deferido; Manoel de Castro Lessa Indeferido; Theolinda Tavares de Lima Compareça; 9868:42 Erna Roche Trein Arquive^se; Sohering A. G. Deferido; 3.956J42 -- Schering A. G. - Deferido; Schering A. G. Deferido; Materquimica Ltda. Comapreça; Militino Cesario Rosa Deferido. DIA Helena Rodrigues de Andrade Compareça; Ataira de Campos Moura Compareça; Antônio de Souza Franco Deferido; Virgüio Lucas Deferido; 7474j42 Joáo Olegario dos Reis Lima Indeferido; Tito Livio Teixeira Indeferido; Winthrop Products Inc. Compareça; 8588Í42 Winhtrop Products Inc. Compareça; Heraldo de Andrade Mello Deferido; 5036Í42 João Bernardo Coxito Granado Deferido; Oiga Cunha Soares Indeferido; Shaip dc Dohme, Irjcorporaied De. ferido; Alberto da Fonseca Scjunidt Deferido: Winhtrop Products, Inc..- Compareça; c. H. Reates* Deferido; 8744}42-~ Tito Livio Teixeira Compareca; 8747)42 Joana Prujanski Compareça; Jo- DIA Winthrop Chemical Company _ Compareça; 11118(42 José Fagundes de Lima Deferido; Laboratório Corti do Brasil Ltda. _ Arquivese; Maria Olinda de Oliveira Indeferido; Camilo Stellfeld -- Deferido; 8910J42 Helios Homero Bern&rdi Deferido; Francisco Fenraz de Abreu Indeferido; José.Pires de Oliveira Dias -- Indeferido; Alex-aiuire Rodrigues Coelho Compareça. DIA Antonio Alves Indeferido; 9192(41 Herminio Mirenda Vaz Compareça; * Cristóvão Colombo Lisboa Deferido;.9894)42 «Antônio Salles Teixeira Deferido; 8400,42 Waldemer Simch Indeferifc í IL sue dos «Santos Lima Deferido; Tito Livio Telxeira Satisfaça a taxa de análl se; MajssiUon Macha. do Indeferido; Francisco Moura Brasil Deferido; Guilherme da Silva Araujo Deferido; Guilherme da Silva Araujo Deferido; Francisco Travassos Ramos Deferido; Dr. Syllo Gomes Valente Apresente prova de legalização na Prefeitura; Almi. rante Gachetta Indeferido. DIA Alfredo Mariano de Oliveira Indeferido; Ohristováo Colombo Lisboa Deferido; Ferrucio Jannarelli Deferido; Mareei Jean LayoUe Deferido; Christovão Colombo Lisboa Indeferido; Rinder & Cia. Ltda. Deferido; José Ribeiro de Sá Carvalho Indeferido; José Ribeiro' de Sá Carvalho Indeferido; 8757 Alfredo de Magalhães Queiroz Deferido; 8429 Francisco Cornelio B. de Carvalho Deferido; Shering Produtos Q. e Farmacêuticos SIA Deferido; 3692Í42 Etrnst Sfflten Indeferido. DIA Inah Amaral da Fonseca, Comapareça; Carmen Speranza, Deferido; Rodolpho da Costa Pimen-tel, Arquive-se; 7869'42 EUoisa Ramos de Araujo, Deferido; 7980!42 _ Mario Andrade Braga, Compareça; Francisco Picarelll, Indeferido; Bruno Prospero Parolari, Compareça; _ Joào Gugliehno, Compareça; Eduardo de Castro Bezerra Filho, CXwnpareça; t Raul Libanio Viüela, Deferido; Margarida de Queiroz. Compareça; Mario Lauro Otto Ludwig, Indeferido; no, Indeferido; 8614J42 Mario Laura Abrantes Bueno, Indeferido; 8614J42 Mario Lauro Otto Ludwig; Indeferido; Maria Rita Conceição, Deferido; Nicolina Pucca, Deferido. DIA Laboratório Klaoberge Ltda., Indeferido; Maria Freitas Rocha, Deferido; Pauto Andrade, Deferido; Alfredo de Magalhães Queria», Compareça; Joáo Daut Ffctt.0, Deferido; Laura Abrantes Bueno, Indeferido; caiimlca "Bayer" Ltda., Deferido; Francisea Rosa Boncristiano, Indeferido; Lute Feirando & Cia. Ltda., Compareça; Raul Libanio villeia, Deferido; Hermes Theodoro Saprenger, Indeferido; Artfliur Jacinbho Rodrigues, Compareça; Marta Rita Conceição, Deferido DIA Francisea Rosa ajbioalajlajla»..aalt1aj»ajbiaj»ajja>ajmma.^ '' Vidro Neutro Como os melhores vidros Europeus e Americanos são os vidros das Industrias Reunidas Mauá S. A. "Mauá" Becher cápsula balões Erlenmeyer Kisato fracos de boca larga e estreita cristalizadores placas de Petri com* densadoreg cubas garrafõeg pienometros provets 'a»l»iiliiliitmiw«itfiti>ttiajm»ittia^>witii<iiaiwii»iiii> FARMÁCIAS» garrafas Roux funis vasilhame volumetrico e graduado ***i seringas para injeção e todo e qualquer material para laboratono. Escritórios: RUA VISCONDE DE SANTA ISABEL, 92 Telefone Telegramas "Mauá Rio de Janeiro Boncristiano, Deferido; José Thomas Carneiro da Cuntha, Compareça; 5336)42 Alberto de Sá Mano, Deferido; _ Antonio Gomes de Barros, Deferido; Antonio Gomes de Barros, Deferido; Antonio Gomes de Barros, Deferido; o Margarida de Queiroz, indeferido: Zuleika Guimarães Ferreira, Deferido; Joaquim Francisco Pessoa Ramos, Deferido; J. M. Vidal êz Cia. Ltda., Deferido; Assando Augusto Frias Villar, Indeferido; Bartholomeu Dias Gomes Pereira, Deferido Helios Homero Bernardi, Deferido; _ Honorina Gunther, Compareça; Carlos Mario Belagamíba, Deferido; Joanna Elvira Taglianetti, Indeferido; _ Dr. Eduardo Vaz, Deferido; Laura Abrantes Bueno, Deferido; 9274J42 Nelson Macedo de Rezende, Deferido; Affife Abdo Francisco, Arquive-se; Izaura de Souza Pitanga; _ Antonio Fernandes Soares lima, Deferido. * "^^M^ «^^ «l»^». a^ma^^a ^ «WMa.N.^.^.^w-.vaaBaBV.aaaBaajaaaM *'»**^*»'»^*mmmtmtmmmgm * QMEREIS VENDER AO PMILIC0 PELOS PRESOS tis B BOBARIA* ttl COMPRAS NA Drog; SUL-AMERICANA ft SAIS BARATEIRA B0 BRASIL URGO DE S. FRANCISCO. 42 Telefone (ride particular Igwde m «versas sscsss) II do; Waldemar Simch Indeferido; 8027(42 Bruno Prospero Perolari _ Deferido; José Martins Deferido; Luis Pereira de Luiggi Deferido; lnstituto Hormoquifico e Biológico Ltd. Indeferido; Instituto Hormoquimico e Biologico Ltd. Indeferido; Carlberg & Parreira Compareça; Carlberg & Parreira Compareça; Carlberg & Parreira Compareça; Dr. José do Amaral Silva Deferido; Roberto Hermanny Filho Deferido; Luiz Tupy de Mattos Cardoso Compareça; Francisco Moura Brasil Deferido; Waldemar Dubois Deferido; Tito Livio Teixeira Deferido; Tito Livio Teixeira Deferido; Tosna Prujamski Deferido; 1306 Tito Livio Teixeira Deferido; José Martins Deferi do; Mafalda Trani Fittipaldi Deferido; Antônio Alves Indeferido: Antonio de Almeida Godoy Deferido; 9443,42 Dario Carlos da Cunha Deferido; João Baptista Ferraz de Meneses Compareça; át. João Sette Ramalho Deferido; produtos Quimicos "Enekeiroz" S. A. Deferido; Edgar Duque Guimarães Deferido. DIA Raul Libanio VÜBk- Ia Deferido; « Ho, noria Gunther tadeferido; a Jacy Antonio Lousada Tupy Caldas Compareça; 1009J42 Álvaro de Almeida - Indeferido; Oüverto Pilar de Mattos Indeferido: John H. Wright Deferido; Carlos Alves de Souaa Deferido; José Luis Afives Arquivejse; Waidetnar Sfimoh Compareça; Humberto Mafra Indeferido; jOhtaiica "Bayer" Ltda. Deferido; Laboratórios "Sulis" Ltda. Inidefertdo. DIA Armênia Velloso de Resende Compareça; Be4Jarmino de Menezes Indeferido; Antônio Atoes Sobrinho Deferido; Romeu de Moraes Compareça; acherinf Produtos Quknieos t Pharmacaóticos 814 Deferido; Fairnoquimka Ltda. Indeferido; Parke. Davis dt Cia. Deferido; Raui Gaspar F Indeferido. Rio, 2 de desembro de DIPLOMAS RBGISTRADOS Dl'- RANTE O MÊS DB NO. VEMBRO farmacêuticos Wilson Carvalho, Minervma Dutra de Carvalho, Julieta Dutra de Carvalho, Alberto Soares Vidal, Alcides Basüeu Pessoa da. Maria dos Impowsltvess e Bdna Antonieta Rabu
17 . Novembro dt 1942 WmiSmS. 17 Notas e Comentários O ir ANIVERSÁRIO DA "TM* BUNA FARMACÊUTICA'' A 3 de outubro de 1922 foi dada à publicidade na capital do Estatio do Paraná, um novo perláóleo da classe, destinado a defeoder os interesses da farmácia e a divulgar os assuntos e os trabalíhos científicos com ela relac tonados. Lançada com o temor e receio naturais de todos os emipreendimentos que se iniciam, e ainda mais. sob os olhares dos pesslmistas e incrédulos no poder da força de vontade, muitos acredltavam que curta.seria a sua existência no meio em que surgiu. «Os 10 anos vencidos com brilho e eficiência bem atestam que eram infundados aqueles receios e que ao contrário, "Tribuna Farmacêutica" executa o progra ma' que se traçou, elevando e digniflcando a cultura farmacêutica brasileira dentro e tora do pais! Todos os que a conhecem e lêem, na sua impecável pontualidade mensal, sabem e reconhecem o esforço que tem feito no sentido de divulgar sempre in* teressantes trabalhos de âmbito profissional, na sua maioria orifinais e valiosos. E* que easa revista tem à frente a figura dinâmica e erudita do professou* Carlos Stelfeld, cujo amor á farmácia e ás coisas da sua classe são notáveis. A êle se deve a criação da hoje conceituada revista, bem como a sua manutenção, vencendo os não poucos obstáculos e dificuldades surgidos nos dois lustros decorridos. Assinalando destacadamente essa efeméride, o fazemos levando os nossos aplausos ao prof essor Carlos Stelfeld, de par com os votos mais sinceros de prósperidade no desmpenho da missao dc elevar e engrandeser a far* macia brasileira. E A ORDEM DOS FARMACÊUriCOS? Vai para uns 5 anos, sinão mais, que foi idealizada a instituição da Ordem dos Farmaceuticos, como unico melo de salvação da Farmácia, ou melhor da classe farmacêutica, na anarquia e descrédito em que se vem debatendo em conseqüência do parasttiáono que a invadiu! Defendida e amparada com todos os esforços pelos próceres da profissão, tendo á frente a As soctaçáo Brasileira de Farmacêuticos, a idéia se tomou em realidade, tendo-se conseguido do Ministro da Educação e Saude a nomeação de uma comissão bastante numerosa, encerragada de elaborar o Códlpo pelo qual deveria orientar-se. Vai para mais de um ano que foi entregue àquele ministro o trabalho exaus tivamente eleitorado durante longo tempo pela dita comissão, o qual foi achado ótimo por sua excelência. E* natural pois que a cada pas so seja formulada a pergunta: e a Ordem dot Farmacêuticos quando sairá Freqüentemente somos interrogados verbalmente e por carta do interior do pais. pedindo que lhes diga qualquer coisa sobre a Ordem*. Infelizmente nada sabemos para informar alem desse brevissimo histórico. O ante projeto está positiva mente arquivado pelo tempo decorrido. Será que'tenha sido ve* rificada a sua impraticabllidade ou inconveniência? A's associações de classe cabe retomar o movimento sobre o assunto e decidir se devemos ou não contar com essa instituição considerada salvadora para a classe farmacêutica. E* necessário ação para que não fique mteiramente perdido tão longo e dedicado trabalho da comissão que o elaborou e en* tregou a autoridade competente üg^convicção que está em conatçoes de sanar os males afligem que os componentes da de familia gran- farmacêutica nacional. 08 CONSULTÓRIOS MÉDICOS NAS FARMÁCIAS A extinção dos consultorios médicos dentro das próprias far. macias, fato tão debatido e liamontado, na érpoca peles proprietários de farmácia, tão habituados a essa velha praxe, que pama eles só poderia beneficiar o publico pobre, teve como escopo principal dar indieip<md8ncia ao farmacêutico, deslirgande-o dessa espécie de -compromisso tá. cito com o médico, que, não raro contribuia para a sua própria ruiina material. Argumentava-.se que o farmaceutico não necessitava do auxilio médico para sua prosperidade. Desligado do médico, inaependente, agindo por sd só poderia c aifrmacêuilco, com mais supe. riott-idede, orientar e dirigir a sua oficina e conduzi-la á prosperidade, sem os embaraços e düicujdades que quase sempre surgiam dessa aliança. Esta era a convi-cção de todos os que sincec**ame(nte coliabravam para a exinção dos consultórios nas farmácias, entre os quais nos achávamos. Infelizmente, a prática bem de. pressa demonstrouo etro de nossa peo-suasào. pois, se os cônsultorios foitam obrigatoriamente retirados das farmácias, a aliança dos farmacêuticos com os médioos continuou e continua, por outras fon \ s, aipenas mais vela. das. Por cima, pelos lados, d fronte dos prédios das farmácias, estão os consultório médicos, atendendo á clientela nas condições em que se procedia dentro das farmácias. Assim, o lado moral que se* procurava defender paira o farmacèutloo a "sua independeuc4a" na prática, foá inteiramente falha. Por outro lado, **ua prosperidade comercial foi, de um modo ge. ral, prejudicada r/e-la diminuição cotisídemvel do formulário magistxal. Maior prejuízo foi pata o pu- Mico, para a pobreza desaanp- M, que Unha, nessas generosas <*o*nsultas fáceis nas farmácias, um recurso Imediato para os seus males, com um dispendio minimo. Eram os consultórios nas farmacias, para o popu-lacno, uma espécie de pronto.-"acorro no lo. cal da residência, onde era atendido prontamente pelo medice que neles faziam plantão ou se revesaivam com outros colegas. Pito prof. fere*. Virgílio Lucas sam facilmente na água fervente Ḃaseado* nesse fato, procuramos tirar proveito das folhas desse vegetal, empregando-as no preparo da água laxativa Vienense, como.fucedaneo da polpa, segundo formula aprovada pela Comissão Revisora da Farmacopéia e prestes a ser oficializada. 2 --ramos <Je folhas dão o mesmo resultado de 10 gramos de polpa comercial. Em nossa breve comunicação à AíSsociapão Brasileira de Farmaceuticos, aalientainos esse fato, declarando que preparamos varias formulas dessa poção purgativa com os melhores resultados pratwos,.apresentando as folhas a van tagem de jião precisar filtrar e dispensar a clariflcação pela albu* mina do ovo, imprescindível quando feita com a polpa do tamarindo Ṅa pratica basta infundir as folhas cu Serve juntamente com oa 2 gramos de folhas de tamarindo secas. São de fácil obtenção e de perfeita conservação. O CAFÉ* COMO ANTI MALA- RICO Com a falta cada vês maior da quina «sem esperança de encontrar plantas que a substituam no tratamento malarico, p**ocuraimse outros meios e recursos para rombater essa terrível doen-ja. Assim, de quando em vês, «surge a noticia de mais um remédio considerado eficaz. Ha pouco tempo, o telégrafo dava-nos sensacional noticia procedente de Portugal, afirmando que a água distilada, injetada na veia, cura as maleitas, noticia que até agora não foi confirmada, ou melhor, levada a serio. Agora uma conceituada revista racional nos dá a "grat'-ssima** noticia que <-ntre oe medicamentoe anti-malaricos modernos se encon* tra o café!!!.. «Se é verdade a lacônica noticia divulgada, está o Brasil de para* bens, pois não só dispõe de materia prima abundante para tratar os seus numerosos malaricos como também pode socorrer os que sofrem em outros países á falta de quina. E dizer que continuamos queimando café... a non-é vero... EM TORNO DA FORMA EX- TRATO FLUIDO Admiradores e defensores oue somos dos extratos fluidos na farmácia e na medicina, pelo real serviço que prestam, evitando o estoque de muitas preparações e das -**lantas respectivas, alem da simplificação do trabalho do farmacêutico, publicamos ha tempos, uma conferência na qual salientamos essas vantagens, sem prerjuizo da ação e eficacia dos medicamentos que resultam. Como é natural, em parte pela confiança e bondade dos colegas e também pela convicção de muitos que comungam com as nossas idéias, recebemos numerosas referencias encomiasticas que nos con venceram do acerto das preposições. Mas nem todos acharam bom o Bis porque hoje nos penitenciamos por ter contribuído para nosso despretencloso escrito; uns es» prejuízo ao publico em geai, c achaomos que, na rttnaçftn evitar polemicas; outros o desa- silenciaram naturalmente para emm 1 atual, melhor seria que fosse relaxada a proibição desses con. vivem, e um teve a franqueza de provaram talvêt, no circulo onde suitorios, sem contudo, restauralos de modo escrever-nos atacando agressivamente o nosso trabalho, peral procurando demonstrar a ineficácia e os A UTILIZAÇÃO DAS FOLHAS inconvenientes da forma que tanto DE TAMARINDO As folhas de tamarindo defendemos desinteressadamentp "Tamarindus Indica L." apresen- dirigimos. pois nem farmácia possuímos ou tam forte sabor ácido, tanto Trata-se de antigo farmacêutico frescas como após dessecação. luzitano. que trazendo da Velha Elas enceram os mesmos com. Europa forte prevenção com os pcaientes dos frutos: ácido tartarico ácido citrico. malico. etc. gem americana, jamais suportou extratos fluidos, por serem de ori- As folhas desecadas <*onteem essa forma, embora em sua farmadiariamente** ácido na proporção de 10% avaliados em SÍX tartárico" que pas- para maior comodidade e ecocia os '*emípre»ga.see ' nomia interna. Ora, o trabalho que procuramos divuuar amplamente, tem como A*S FARMÁCIAS E DROGARIAS O Uboratório Tanka do Brasil, comunica às Farmácias I, Dragarias desta capiui e ãs do interior do BrasU. que mmmm A i» buir directamente as Pérolas Tonka Tonkalcio e OBtr~^.a52 ie soa fabricação. - Pedidos de tahelas áe preços e condi,*2» de renda para: - RÜA ÜRUGÜAIANA Sala 805 *- Ble de Janeiro (Fone: tt-s8«s>. objetivo princioal. demonstrar o valor prati<*o dos extratos fluidos provando que os seus i*-oucos ini migos j-ratuitos não têm razão em hostiliza-los. não fundamentam as SR. FARMACÊUTICO! Não contpre MANA* FALSIFICADO ou outros pro* dutos inócuos! Compre "MANASOL", produto galênico de proprieidades» purgativas, conforme o parecer da COMISSÃO OFICIAL REVISORA DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA e que é destinado ao USO INDUSTRIAL e FARMACÊU- TICO, apresentando o mesmo gosto e aspecto do Maná estrangeiro. "MANA- Fabricado no Laboratório Farmaco-Químico SOL" Limitada. Rua Octavio Tarquinio, 189 Nova Iguassú EsL.do Rio. Pedidos dirigidos ao ESCRITÓRIO CENTRAL NO RIO DÉ JANEIRO Caixa Postal, Telefone, End. Teleg. ufiamellom. Bases para cremes Três formulas foram apresentadas por Joseph KaALsh, Drug and Coânmetic Ind. «18, 1JH1, 668; J. A. Ph. A. 4, 1942, 106, Ácido «estearico 25.0 Álcool cetiüico 2.0 Güácerina 8.0 Aimino glicol 1.5 Pigmento 2.5 Perfume 0.5 Preservativo 0.1 Acua 80.4 O ácido e o álcool são fundidos juntos a 05. e adicionado do preservativo que pode ser o mettt p-bidroxddobenaoato. A glicerina e amino glicol.são di-ssolvidos na água e aquecidos á mesma temperatura da mistura anterior. as duas soluções são então misturadas e emulsionadas até esfriamento, o creme assim obtido é deixado en* repouso por uma noite adicionando.se então i o perfume e o pigmento cuidadosamente, obtendo-se assim um bom creme para Make-up. Monoejstearato de glicerina 20.0 Espermacete 5.0 Olicerina 5.0 Pigmento 3.0 Perfume 0.5» Preíjervativo 0.1 Água 60.4 Aqueça todos os ingredientes juntos, faça ferver, agite cuidadosamente esfriando. Adicione então o pigmento e o perfume emulteionando até Cera de abelhas Pstrolato Oleo mineral.. Pigmento Pei*fume Borax Água CTÒPYL '«. SOROS VACINAS POMADA PARA PUPUMi INSTITUO BP-\S!l[iC0 DE ANIVERSÁRIO DE FORMATURA Farmacêuticos de 1912 MICBOBIOLOGIA C»: PCV*-». '}31»'0 Dt )*Nf»uO Os faimacêuitícos diplomados em 1912 pela tradicional Escola de Ouro Preto estão elaborando um programa para comemorar o 30.o aniversário de formatura. Para participar dessas festtvida- I des são convidados os colegas nossas I daquela turma, as adesões pociem ser encaminhadas ao sr. Leordino de Brito, á rua Helvetia, 122, e ao sr. Mifuel Damiani, no Laboratório Camargo Men» des, caixa postal 3.413, ou pelo telefone , são Pauto. uniformidade G 42. J N. LAGO... -m1 ENDOG LADINAS Rtvbta de Farmácia a Odontologia Completou seu oitavo aniversario -tle publicação periódica a nossa colega: "Revista de Far* macia e Odontologia" que se publica en Niterói sob a orientação dos professores: Miguel Valle e Durval Baptista Pereira. Bem organiaada contando com um corpo de colaboradores selecionado a colega vai vencendo todas as dificuldades e impondo-se, cada vez mais no meio cientifico em que pontifica. Desejamos a "Revisita de Farmacia e odontologia os mais francos progressos na pessoa de seus diretores. Dores c3^r^i QíLi>*^ Cabeça *m^~^sjomammmm~~~mm~*m~^aaaa^o\mwèê^^^ unpperrn ^co*a^imio^^ Jrfr^^( Kesfriados1^ criticas e conceitos errôneos que a eles fazem. Foi nossa intenção afastar possiveis duvid.as ou receio de alguns profissionais sobre a eficácia dessa tão generalizada forma farmacêutica. de modo a utiliza-la com a confiança que merece quando preparada convenientemente. Mas o velho boticário não se deu por vencido nem ao menos abalado nas suas enraigadas convicções; para ele de nada valem os extratoe fhiidos e agora com mais razão. potxiue não tem farmácia... Yg»Jt_jjg^ff_Ja^^SÍ Comfssie da Revisão da Farmacopéia Integram esta comissão: f«srmacêuticos Antônio Caetano de Azeredo Coutinho. Oswaldo de Almeida Costa, Oswaldo Lasaarini Peckolt, Virgilio Lucas e me tíicos drs. Gilberto Guimarâ^ VtTtea e.sebastião Duarte de Barros
18 18 m VffcaruoA. Novembro de 1942 Em defesa da classe A propósito do "Memorial** que A GAZETA DA FARMÁCIA publicou em su» edição de Setembro ultimo, de autoria do sr. Al* varo Varges, vimos de receber a carta que a seguir transcrevemos, do farmacêutico M. Alfeu Silva, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Rio Grande do S-L Fiel aos seus princípios, este jornal abre espaço para esse documento com a mesma imparei»- liúade e isenção de animo com que divulgou aquele "Memorial**, pois embora tenhamos as nos^v* opiniões próprias, que defendemos sempre que se faz preciso, timbramos sempre em ser o veiculo natural de idéias e principios alheios, n0 que respeite aos problemas relacionados á classe. Dentro de tal norma, acolhemos sempre os que batem á nossa porta com o fito de esclarecer, elucidar e defender pontos de vista lícitos. Eis a carta: "Porto Alegre, 3 de novembto de limo. Sr. Diretor de "A GAZE- TA DA FARMÁCIA" Presado senhor, "EM DEFESA DA CLASSE*'" Habituado á leitura das noticias que A GAZET DA FARMA- CIA divulga periodicamente, não escapou á apreciação da dhretoria deste Sindicato o texto do "Memorial" subordinado ao titulo á epígrafe, publicado em setembro próximo passado. Segundo a publicação, esse trabalho, da lavra do sr. Álvaro Varges, sócio fundador e ex-presidente da Associação Brasileira de Farmacêuticos, seria encaminhado ao Exmo. Sr, Ministro da Educação e saúde pública, depois de aprovado pela diretoria ou em assembléia geral da referida Associação. Notamos que a Associação Brasileira de Farmacêuticos pretende "errônea argumentar em torno da execução" que o Departamento Nacional de Saúde está dando ao decreto n , de 1. de julho deste ano, relativamente a creação de uma Comirsão de Biofarmáeia, para estabelecer em todo o territôrio nacional a padronização de qualidade, pureza e concentram, ção de especialidades farmacêuticas, etc, coordenando e orientando a industria de sua fabricação, a fiscalização do comercio e propaganda que interessem é Saúde Pública. Não desejamos tratar da "impossibilidade legal" das providências da portaria-let, nem pretendemos elogiar os membros componentes da Comissão de Bio farmácia, posto que ninguém melhor do que o Governo, por intermédio da Diretoria Geral do Departamento Nacional de Saúde, estaria em condições de escolher pessoas capazes, como o quimico-farmacêuiico, professor Militino Rosa. e o técnico da industria farmacêutica, dr. Carloe da Silva Araujo, e, necessariamente, os outros membros da referida comissão. O gue nao podíamos deixar de fazer, como diretores do Sindicato do Comércio Varejista de produtos Farmacêuticos, de cuja entidade de ciasse faz parte a quase totalidade dos vroprietários te farmácia no Rio Grande do Sul, err deixar sem reparos certos pontos do memorial em apreço, onde o autor fez afirma- Uvas de repugnar... Dizer que o$ médicos deixam de formular, porque as especia- dem examiná-las e verificar a falsifteaçâo, se houver, não bn** plica em negar, presumimos, que qne seja; e que o dono da /ormacia farrnacêutico, pratico Saúde, como o êo Rio Grande o Departamento Estadual de ou simples empregado, mistura tio Sul* não t&ntsponda ao fim o produto eomo lhe parecer conveniente, chegando até * /«ser vêrno. para que foi areado, pelo Go- substituições por conta própria, Todos sâo passíveis de erros, é querer menosprezar o caráter não ha duvida: médicos, farmacèuticos diplomados ou licenciam alheio, tornando-se pussivei de revide. dos, como qualquer outro profissional, sâo faliveis, já que a Nunca se deve julgar alguém capaz de um procedimento que ninguém é dado acreditar na não teríamos ânimo para o praticar. Mas, umr de dois pesos e duas infalibilidade dos homens. Fazem parte deste Sindicato medidas, defendendo o Laboratório e atacando a Farmácia, farmacêuticos diplomados e praticos licenciados de idoneidade cenforme se deduz do Memorial profissional, moral e comercial em referência, é cousa estranhavel, mesmo que qualquer farma- posta á prova durante longos anos de trabalho nobilitante, ceutico incorresse em falta, pois, árduo e honrado. não seria justo culpar todos os Muitos dos atuais proprietá- Laboratórois pelo que aconteceu rios de farmácia no Estado, fo com determinados produtos de ram antes simples empregados. um estabelecimento congênere, ISmpregados também o foram expostos á venda em vários Estados e aqui no Rio Grande do diversos farmacêuticos diplomodos, que, nessas condições, Sul apreendidos, por não conterem em sua composição o que obtiveram recursos, para estu- o Vdades farmacêuticas resolvem o problema do receituário e coibem a fraude na preparação das ' selho Supremo de Educação. formulas magistrttís, por isto que estas sâo incontroladas ou incontrolaveis por quem quer ATENÇÃO A classificação do médicos o (armaefatteos condar, e conhecimentos práticos, rotulo designava... propulsores rudimentos que aos \ Como não tem este Sindicato estudiosos permitem formar em vista fazer acusações, mas, ao lado dos doutos...! apenas, consi. nar o seu protes- 1 to pelo menospreso do autor do As formulas magistrais são geralmente manipuladas nas farmácias pelo profissional ou seu auxiliar devidamente licenciado pelo Departamento Estadual de Saúde, aqui no Rio Grande do Sul. Antes de existirem em profusão as inúmeras banalidades farmacêuticas a que se atrxbuem qualidades curativas para todas as doenças, os proprietários de farmácia atendiam o receituário médico, misturado como aprenderam as substancias quimicos, e, assim, obtendo o remédio receitado, com o qual o facultativo conseguia curar seu cliente, sem obrigar este a grandes áespezas. Não podem e não querem os que exercem a profissão de farmaceutico, diplomados ou pratico-licenciados, que alguém se atribua o direito de considerar os outros, indistintamente, como incapazes ou ineixrrupulosos, só se salvando o julgador... O fato de médicos modernos nâo formularem, conforme diz o sr. Álvaro Varges, não impede qu*» se reconheça capacidade profissional que, necessáriamente, possuem os clínicos experimentados e que formulavam e continuam formulando, com ótimos resultados. Isso de se dizer que as especialidades farmacêuticas mesmo compostas de eiementos obrigatóriosna farmácia, fabricadas nos Laboratórios obedecem a uma fórmula pjeviamente exposta e aprovada pelo Deportamento Nacional de Saúde Publica, onde os fiscais sanitários po- referido Memorial aos farma- cèuticos ou, antes, aos proprietários de farmátia, de cuja categoria econômica fc o órgão representativo, neste Estado, solicitamos a gentileza de publicar esta carta na "G*AZETA DA FARMÁCIA", dando-se por findo este assunto. Com estima e muita consideração, Sindicato do Comércio Varejista de Pre lutos Farmacèuticos no Rio Grande do Sul. iti. ALFEU SILV/ - Presidente. Homonagom ao Farmacêutico Satnrnint Mvàe de França Alunos da Escola da Associação Paulista dos Profissionais em Parmacias e Laboratórios aprovados nos últimos exam«ss do Departamento de Saúde do Estado de São Paulo, reunidos a elementos da sociedade paulista, amigos do üustr.ado farmaceutico Saturnino Galvão de França, chefe da Farmacia do Estado, ofereceram-lh» no dia 14 do corrente, uma impon«iinte homenagem qu»? se estendeu também ao jornalista Eugênio Monteiro e que constou de um jantar na "Caverna Paulista", realizado num ambiente da mais franca cordialidade. Tiverum, nessa ocasião, os hemenagean- Isr a oportuii dade de por á prova a sinoera amizade que tributam ao veterano profissional que, sem duvida alguma, é uma das grandes ca- P«r.cídades da Farmacia no Brasil. Saturnino Galvão de França, diplomado em 1905, pela Fa<*uldade de Medicina do Rio de Janeiro, fez de sua profissão um verdadeiro sacerdocio. militande inicialmente e por longo tempo, na cidade de Itapira, sua terra natal. Mercê de suas qua- a: i -i u 111: «i; i: i n 1171 v^-<i»i*^t-hb^^----^^ mbusit*^^ I que é o dr. José Ooriolano de Carvalbo e Silva. lioades de espirito e coração, reuni A Circular diz: "Estes nume c\as á sua capacidade e eserup-ilo no #Hsn»msa_Y*, nnal«nii*»r cometi Ma.chas do nitrato do exercício de suas atividades profís-. r s. «i&pemam qualquer comen fionais. Stumino Galvão de Fran tário e servirão de poderoso estimulo aos colegas que ainda ça oom todo o seu tom enfático e prata imperativo exigidos nes momentos não fazem parte de nossa Asso As manchas de oittaito são retiradas de pracaj tauu doe mães «como fugindo, rm que a energif se faz mister, náo claçào." ; J todavia, á med-estia. sua instparavel companheira, soube con- Felicitamos aos dirigentes da das toalhas, por meio da tintura de i<k5io Anlira-Sf a «-tintura «rlr^anwt1- nuistar a estima de seus conterra- Caixa Beneficente por motivo te sobre a ma-raiia e espera-se ate reoí. t«**rnando-»«e um elem?nto que- tão jubilooc. iue seque couipletamense. Depois lava-se o lus*a«r da mancha com amo- íin» liquida Facaldadc do Farmácia o Ofentofecto 4* Vitoria O presidente da Republica baixou um decreto proibindo o funcionamento da Faculdade de Farma-cia e Odontologia, de Vitoria, capital do Fstado do Espirito Santo, visto não ter a mesma obtido reconhecimento oor parte do Con- Sr. Farmacêutico- O senhor já sabe que Lax é uma AliDA VIENENSE APERFEIÇOADA, de gosto e cheiro muito melhorados. conservação perfeita. «O cc. de volume e que poupa seu tempo? I»eça por experiência à sua Drogaria ouam. Vaaeallo Rue do.s Andradas, 29 KIO. rídisaimo. Transferindo-üe para a capital paulista, «desde lego, tornou-se serhor de um largo circulo de amizades, tendo sido um dos fundadores aa veterana União Farmac?utl<*a de S. Paulo, em cuja diretoria bambem fez parte. Ingre*_anido no extinto Serviço Sanitario, daquele Estado, exerceu varias funções, entre as quais a de farmacêutico de moléstias infecciosas. farmacêutico do Hospital de Isolamento e inspetor de Farmacia. fm cujo pesto se en:*ontra atualmente. Embora, como já dissemos, se tratasse de uma hoxr.enagem prestada por alunos daquela escola, muitas forom as pessoas amigas que aderi- MRR ao ãgape, tendo os hemenageados sido saudados pelos drs. Hernani Coelho, major médico dr. H. Cavaic**nti. Elias Cavalcanti e Direeu Doria. Em agractecrnifiàto à expressiva Kom«?na»gem. usou da palavra o sr. Euwnio M«Diiteiro. A GAZETA DA FARMÁCIA, por seu representante naquela capital, o farmacêutico Arrolrpho TJma. associou-se, também, á T»'ffT'«d«homena«e*m. O ministro da Guerra, no intuito de tirar o memor proveito das convocações d» profissionais médicos e farrraceuticos, dos que se efectuarem per fores cie nwbülzacão militar, baixou o segãlnte aiviso: "1 Os oficiais da Reserva, médico se farmacêuticos, dos postos de capitão a 2o tenente, que forem convocados para o serviço ativo, devem aer prefereoicialmente classificados na Diretoria de «Saúde do Exercito, nos hc»spitais, podicltalcas, Instituto Militar de Biologia, Depósito Central e edpósitoe Regionais de MateriaJ Sanitário e Laboratório Químico e Farmacêutico Militar. Os oficiais médicos da ativa devem de preferencia servir nas Forma»ções Samtárias Regkjnais e Regimentais, e bem assim: a) nas funções de direção ou de caráter técnico militar que exijam tirocinio profissional; b) nas chefias de serviços técnlcos especializados (dos laboratários, hospitais, etc), toda vez que houver convenie*ncia em manter orofissionais de larga e reconhecida módica ou cirurgi-ca. Os comandantes da Região Militar devem iiidicar á Diretoria de Saúde do Exercito os nomes dos médicos civis, oficiais da Reserva, n«f,:essàrlos para o preenchimento das vagas que existirem ou vierem a existir nos estabelecimentos de saúde com sede nos respectiv-os territórios. aíim de que as convocações recaiam sebre profls.ion.ais com aptidão especializada para as funções ou cargos que Irão desermiperithar. A Diretoria de Saúde do Exercito deve modificar as ciassdficações já feitas que por acaso contrariem o disposto nos itens i e 2." Caixa Bonoffconto da Aos. Brasileira do Fama* covncvi - **r ** Foi distribuída a circular n. 12, correspondente a outubro * próximo passado. Esta Circular assinala o fato bem Interessante do aumento do numero de associa os que passou de 196 em 1941 para 367 em outubro de 1942, isto no período de um an - Ha também um sócio remido Extração o pnrifka-fio dt[ ronina O prot*e*?so de purificação da renina contida nos extratos aquosos do cortex dos rins, patenteado por Wilbur W. Swingle, TJ. S. pat , Ek-c , se basea no ajuste do pti á 2-2,5 e do conteudo em cloreto de sódio a cerca de 25%, separando-se o precipitado depositado. Endereços ignorados A Associação Brasileira df Farmacéuitácos precisa saber do endereço doa seguintes p**o e* síonais: Affifo Aíbbdo mndsco, Adiüa Pereira Nogueira, Attláto Quarnieri, Antônio Joaquim Damazk>, Cezar Leite de Magalh&ea Marques, Edmindo Blzarrla, José de Paiva Pereira, João Bapti*»- ta Gonçalves Júnior, João Cie* mente do Rego Barros, João de Oliveira, José «Alves de Carvalho, José Theotonio Vieira da Silva, José Barreto, José Bandeira, Luiz Chalréo Corrêa, Nahim jo-" se Antônio Adum, osmundo ds Morais Borba, oswaldo Corrêa Barbosa, Obhon-íel Soares de Mendonça, Raul Araujo Lopes-, Raymundo Medeiros Macedo, Raul Valerio de Carvalho, Saljador Jefferson Ordini e «Sebaatião Beniclo Oome... hifomi>atfliilid_do oamca Certas formulas combinando medicamentos necessários ao combate de determinadas doenças expecificas, podem apresentar incorrupaubilidades químicas independentemente do método de preparação ou ordem na qnal são misturados os ingredientes. Almira Vargas, Rev. deo. Costa IW-ca, 1,1940, 77; - J. A. Ph. A., 4,1942, 106. cita o.seguitite exemplo: Fenolsultfónato desódio 10.0 Beneoato de «sódio 10.0 Urotropina 5.0 Ali ozono 3.0 Xarope 75 c. c. Agua 225 C e. Aviada esta formula, formase um precipitado branco idemtificado como acilo benzoico, M- bertado pelo alfozono, que é peroxido do ácido sucinico. A iir*otropina em meio ácido forma ajdeido formico que é um irritante gástrico, por estas feiccm^atiájilidades a formula nio pode ser aviada. Solntoo cencontrados membro A Portaria n. 196 de 17 de nocorrente, em seu it 2. oficializou os "SoJ-utos centrados", que vem a»im su- >stit_it os falsos extratoa fluidos de: iodotanica, de «Boisamo de Tolú, de Bal&amo Traaouilo, de Alcooiato Vulnerarlo, de Vlnag-r* Aromatico e tanto» outros. Compete agora á «Saúde Pútottca proibir os falsos extrato* :tu*mos, faasndo retira loa da comércio de uma ves por todas acabando assam com tal anoraa- Para as vitimas des terpo* llgy s ara a BAVÍ_M brasflèlros Realizou-se no Palácio itamarati a entrega do cheque de.. 13.«ioo cruzeiros & exma. senhora Oswaldo «Aranha, importancia correspondente á contribuir ção da "DrogasU Llmitatte*', organização farmacêutica paulista, para minorar a situação dementos doa návos br(rmm das famílias das vitimas dot torpedeamentos dos navios brasilelros. poaiei SANTA MARIA NAS FERIDAS C ULCERAS ANTIGAS RENOIILE PRODUTOS DO LABORATOBMO ÉM8111 Roa Bogeo.» áe Dentro* IM RM
19 l Hovombro dt 1942 HOMEOPATIA Preferida pelo povo e FIEL os médicos ds São Paulo. Honieopatla FIEL é vendida em 80 % das farmácias *** Estado de São Paulo. Vendas para todo o Brasil Preço», rasoaveis LABORATÓRIO HOMEOPÁTICO FIEL S/A. Roa do Carmo n. 73 TRATADO DE Recebemos com uma gentil dedica tor ia, o livro intitulado "Tratado de Bromatologia" de autoria do dr. Hermann Schmidt-Hebbel, ilustre professor da cadeira de Bromatologia e Toxlcologia da Escola de Química e Farmácia da Universidade do Ohile, nome já nosso conhecido através das publicações especializadas. A obra, alem dos capítulos peeuliares a um tratado de bromotologia com a exposição clara e sucinta das técnicas e processos padronizados mostrando a hafoilldade no aproveitamento dos dados coligidos, dedica todo um capitulo ao estudo pormenorizado da_i diversas vitaminas, o que sem duvida é de grande utllidade. visto o papel de relevo desempenhado por estas, na nutrição. O que sobre as vitaminas pode interessar a bromotologia esta ali escrito em poucas palavras e oom precisão, desde a noraenclatura até os mais modernos e eflclenteja métodos de controle bromatologico. Sem duvida, para formação do critério bromatologlco é de grande importância o conhecimento minucioso de tudo que se relaciona com a compostçso, preparação ou extração, e alterações dos alimentos. Pautando-se neste fato o autor não se limitou a escolher cuidadosamente as técnicas adotadas. mas faa freqüentes referencias aos caracteres primitivos dos alimentos. dando assim a Receitas POMADA De MENTOL COM POSTA (Brock e Simon] Oxido de zinco... 10,0 gr Lanolina 15,0 gr. Vaselina pura 20,0 gr. Mentol 0,45 gr. Colocar uma quantidade desta pomada na parte afetada pelo prurido (comiohão), cobrir a pomada com talco e por cima colocar gaze impregnada de taloo. POMADA NA FBORIASXS Óleo de cadê 10,u gr CWocerelio de amido 80,0 gr EXTRATO DB PANAMÁ' -B-tsencia de crave g. *«Depois de lavar a pele com sabão, de modo que aa crostas sejam retiradas, aplicar a poraada uma vez por dia. Nâo colocar a pomada sabre as cromas loção db mxoras (Brooq e Simon) Bnxofre pie c-pitado* 15 a 30,0 *«Ateool caníocado MS a &v * Gticerina neutra pura 5 a 10,0 gr. «Água distilacu esns. (Pode-se ajuntar 5 a 2,0 gr. de n rn_uu). Aplicar a loçáo nos casos de Beborrtvéa, toda* aa noites apüoar n* cabeça, no couro cabeludo, f ricionar bem. Duas ou três Ttsaes por semana, lavar a cabe- 9* com água e sabáo fazendo bastante espuma. 80U7TO F08P0RICO «toido fos-forteo oficial 4 cms. fosfato de soda... **» gr. Água distllada 250 eme. " Tomar 1 colher das de sopa, oo meio das refeições. Neurastenào Fosfaturia. Sio Paulo DROMATOLOGIA bromatologia descritiva a proje- Cão que ela bem merece. Nas duzentos e setenta e duas paginas do livro estão incluidos os seguintes capítulos: Conceitos gerais sobre os alimentos As vitaminas. Classificação da bromotologla e dos alimentos. A água e sua analise. Cereais e seus derivados. Alimentos assuc arados. Investigação de corantes em produtos alimentícios. Frutas e sementes comestiveis Verduras, algras, tuíberculos e frangos Alimentas graxos Leite e seus derivados Ovos Carnes e pescados Métodos de conservação dos alimentos Excitantes nervosos (incluindo o álcool, vinho, cerveja, licores, ca_?é, chá, mate e cacau) e Excitantes digestivos Tinagre. sal e condimentos). Ocupando-se detalhadamente de muitos dds alimentos tipicos do nosso continente o autor tornou sua obra de utilidade em qualquer dos países sul-americanos. A obra foi ditada a contento pela livraria "Nascimento" de 1 Santiago do Chile "Cx. postal 2298). Agradecemos ao autor a gentil dedicatória e preciosa dádiva, folgando por poder incluir tão intessante obra em nossa bitolioteca. A. N. LAGO BOLÃJTO QIJCEROFOSFATO COMPOSTO (A. Róbin) Olicerofosfato de oa! f2.50 gr Glicer..fosfato de SOdio 2.50 gr. Glicerotfosfato de mag- DÉ.ÉQ 3,0 gr. Glicerofosfato de ferro 2,0 gr. Ácido citrico 1.0 gr. Sulfato de esparteina 0,5o gr. Sulfato de estriquinina 0,02 gr. Água destilada cm. 3 Glicerina 75 cm. 3 F. S. A. Tomar 1 colher das de sopa, as reíeições, em um pouco de água assucarada. Neurastenia. LOÇÃO NA PELADA Sublimado corrosivo gr- Ácido acetico oristali savel I oro. 3 Saiici-ato de metlla.5 cm. 3 Alcooloto de Alfazema 300 cruz. Friocionar quotidianamente o lugar da pelada. POMADA NO REUMATISMO Ácido salpico 3.0 trr. i Essência de terebentina 3.0 gt«lanolina 10,0 cr. Banha benaoinada.. 20,0 gr. NA PIELITE ORONICA Benzo a to de sódio.. 0,«">0 cgf. Urotropina 0,20 cgr. Bicabornato de sódio 0,25 cgr. Sulfato de quinina.. 0,10 cgr. Para uma cápsula. Mande 10. Tomar duas por dia entre as refeições. *> Mais um exemplo sempre repetido advertèncias aos nossos leitores farmacêuticos, para que TEMOS timbrem em manter a mais aatrlta observância do decreto que veda, sob pena de multa, a existenda de amostras gratuitas de medicamentos em seus estatelecimentes farmacêuticos. Por ilsso mesmo, e para que os exemplos, mesmo aqueles que se originaram de meros descuidos, inadvertências ou simples boa-fé, possam ser conhecidos, divnlgamos sempre esses lamentaveis casos. Agora mesmo foi autuada a "Farmácia Mafra", dos srs. Al varenga Mafra & Cia., tendo recorrido ao II Conselho de Contribuintes, que manteve, entretanto, a multa, opinando pelo não reconhecime-nto do recurso. Defendendo-se, no prazo legal, Alvarenga Mafra & Cia. alegam que as amostras grátis apreendidas eram de propriedade do médico dr. Moysés Benoliel, com consultório nos altos da farmácia, que, naquele dia, e á sua revelia e sem que tivessem comhecimento do fato, deixara as referidas amostras na gaveta em que foram encontradas; que não foram encontrados, tais produtos, em exposição ou á venda, e, sim, numa gaveta fechada e sempre destinada á guarda de impressas de receituários e outros objetos de uso particular do referido médico. O 2" Conselho de Contribuiutes entretanto, não aceitou estas alegações de defesa. E... ai' está o exemplo, para que os nossos colegas se precave. Será nesta capilal a Con- grasso Madico-Nomoopatieo Pan-Americano da 1945 Havendo-S2 reuni cio em Cinci natti, nos Estados Unidos em outubro findo, o XIII congresso Médico-Homeopá.ico Pan- Americano, sob a presidência do di. R. E. seidel, de Filadélfia, fez-se o Brasil representar nesse importante conclave, tendo sido apresentados dois trabalhos de relevante importância, um sobre o estado atual da Homeopátia no Brasil, de autoria do dr. Amaro de Azevedo, nosso colega de "a Voz da Homeopátia" e outro do dr. Murtinho Nobre. "Homeopátia no Bra^1'. O SII Congresso deliberou a criação de um Bureau Internacional na América do Sul, e o dr. Amaro de Azevedo foi esco- IhLdo para earetario-tesoureiro Internacional. 'mesmo Ao tempo ficou deliberado que em «ts se realizará nesta Capita, o XIV Congresso Médico Homeopático Pan-Americano, segundo afirmou à imprensa o dr. Amaro de Azeved_, em entrevista que concedeu. Emprego das lovcobasos gomo rsagsatas analíticos A prepara.ão das leucotoases meüienicas em forma de tiosulfonas é baseada na ação direta do hiposuliito de sooio sobre o azul de metileno em meio clorídrico. Segundo A. Ionescu-Matiu e C. Popeacu, Buli. Soe. Stiinte Farm. Roroania, 1,1036.3; J. A. Ph. A., ,101, a leucobase assim preparada ê eficaz por 24 horas e poda ser usada como indicador na verificação de oxidantes como alogênios, peroxidoa. ácido nitrico, persulíatoe e outras substancias químicas complexas. A. N. LAGO G RIP 0 C A L C10 Medicação injetável para o tratamento da GRITE em suas várias modalidades. Produto do LABORATÓRIO NORMAL RUA ESTRELA. N «6 - TFJ.F.FONF I colírio mmelo CHAVES NAO HA MELHOR 1 **m Associação Brasileira dc Farmacêuticos Sob a presidência do farmacêutico Pani-aceutioos, «m 17 de novembro Edgar de Carvalho Neves, realizouse a 14* sessão ordinária da Associa- O sr. Godói Tavares pede a pala- de 1942." ção Brasileira de Farmacêuticos. vra para agradecer a organização Após a leitura do expediente, usaiam da palavra os farmacêuticos Rangel Pilho, na excursu) á Volta e direção do farmacêutico Antenor Álvaro Varges e Godói Tavares. O Grande. Na ordem do dia, foi dada sr. Álvaro Varges varges pronundou-se pronunc_ou-se a a palavra ao w professor iwv -_- Evaldo imw «de respeito da deliberaç&o tomada em Oliveira, que apresentou um traba outra _...-_._.,,,.s^ reunião, exprimindo _.-,,...v.;,.y._. as gc n Lia. palavras que trai-screvemos : maceuticas oom vitaminas", no qual lho intitulado "Das "Da_. preparações t>rer>aracoes far- lar "Sr. Presidente : estudou, longamente, a participação De conformidade com a promessa das vitaminas na farmacotécnica e que fia na ultima sessão ordinária na terapêutica atual, concluindo por desta associação, realizada aos treae apresentar sugestões no sentido de dias do més em curso, venho apresentar para que seja transcrita na esta que provocou comentários dos coibir os excessos e abusos, palestra Ma dos nossos trabalhos a declaraçao seguinte : Tavares, Kuclides de Carvalho A. farmacêuticos Virgílio Lucas, Godói Tendo constatado, com especial Woods. Em seguida, o prof. Virgílio Lu- agrado, que as sugestões apresentadas pela diretori. ao sr. Presidente aa Comissão de Biofarm&da atendem acs interesses da Industria farínace-itica e, se aceitas, removerão os graves inconvenientes da portaria 180 do D. N. S., apontados no memorial que li em sessão ordinaria de 19 de setembro ultimo, declaro nfio haver necessidade, seja dito memorial submetido à apreciação do plenário. Picará ele sobre a mesa até que a.9 sugestões sejam transformada-. em disposições regulamentam ou lecusadas, quando então, proporei o seu arquivamento ou pedirei a convocação de uma assembléia geral rara discuti-lo e dar-lhe o destino lhe parecer acertado. As palavras proferidas na ultima sefíão ordinária justificam a veemeneia e o caustícante da minha c;ue ' j critica á tal portaria. E. se essa critica. f :-T sinceramente e após meá-tasl". se revestiu de um certo viger e fri prenunciada com uma certa aasur^âo. ttta estes filhos do meu prand? amer â ncs.s classe e da minha tv0f**f- i adiritecão pelo que ela vorn f^ih-n".tn oro. da eoono- ^iq v.-r,--'oi.-n t> dg saúde humana. S.^ _»* Associação Brasileira de Isolamento da a-dibidroteelina da placenta humana Rcs-i-ltados de ená-aios biológicos em um extrato de 422 quiios de pla. *nta humana levaiam Max N. Huffman, Sklney A. Thayer e Edward Doisy, J. Biol. Chem., 133, 1940, 567; J. A , a afirmar que as quantidades aproximadas de estrogenicos existentes no materlal sà_: teelol, 0.14; theelina, dihidrotheelina 0.038, por quilogramo de tecido. Um fonol. que pareceu ser a alfadehitrotheelina. foi isolado da fração não cetonica da piaeenta humana. Pesaiiisas da artaarals As jazidas de substancias minerais, em noeso pais, am feral, não pertencem aos donos dos terrenos que as circundam. Assim sendo, qualquer braaüelro com idoneidade financeira pode pretender «kproveltar os depósitos minerais que neles se encontrarem livres, não importa se em terras do domino publico ou privado. Uma ps -oa, na situação acima, que encontrar, em quaèquer parte do território nacional, um afloramento de um minério que a interesse, ou dele tiver noticia e mandar reconhece lo por pessoa legalmente habilitada a proceder a um levantamento topográfico e firmar uma planta da área que o abrania, pode requerer ao Ministério da Agricultura autorizavüo para pesquisá-lo, isto é, nele realizar a primeira etapa do aproveitamento de um de-pósito minei al r.o Brasil. :.> Io _» rn ih..v _... cas tratou de "Nova aplicação das folhas de tamar-ndo", sugerindo que fosse empregada a sua folha em lugar da polpa de tamarindo, pois *' w apresenta o mesmo valor em materias minerais. Alem desse trabalho, o prof. Lucas abordou comentai ios u~, sobre estudos que está realizando sobre sene nacional. Os farmacêu- v ticos Godói Tavares Durval Torres, I E. Maciel e Simplicio Nunes da Veiga teceram.plausos ás comunicações do farmacêutico Lucas. O prêmio "Associação" coube ao far-.j& maceutico Adrien Allemand. Oportunidades comerciais O S.rviço de intercâmbio da Associação Comercial vem de divulgar, entre outras, as seguiutes oportunidades comerciais: Laboratórios Jimenez, de Costa Rica, desejam importar ácidoaceti--sal-c-i_co, qualidade farmacopéia. Erneeto Chaves, do Rio de Janeiro, dispondo de raiz de timbó em pó e resina de jutaicica, deseja contacto com interessados na compra. Outros dfetaties á disposição dos interessados, naquele Serviço de Intercâmbio da Associação Comercial do Rio de janeiro, em sua sede á rua da Candeiária, 9, 11. andar, ala esquerda. Trinta vagas no curso ds Farmácia O general ministro da Guerm fixou o numero de matriouiles na Escola de Saúde do Exercito, no ano de 1943, tendo sido de 30 a numero de vagas para o curso de m n_pulador de farmácia. P-i4ffll^3.[ SOLICITUDE E BOA VONTADE O FARMACÊUTICO: Cianuteto e-a não lhe posso vender, meu amigo. Mas. se se trata de algum caso passional, posso arranjar três metros de corda. Tenho ai' nma cordinha bem resistente... * ).
20 20 i e >^A(UflraTC 'im KffUCIAr Novembro de 1942 A QUESTÃO DOS MEDICAMENTOS ^MH^P^Tia em mprirnidos mbèoêf**-*-* ^KSrJ!^^SSBiK_E < <. I nh< P*i.^^l ^^H É wti^',/a v^ *_T* ^^^^^Bafl^^BBMB^fe^^^^'^_Sc $_s^^-^^^^^^!x' I^BBnH i ^ B,«. ^j I' HL> li L H fen ^7&íí.-: ^-íí_ TÔNICO e RECALC1FICANTE TODAS AS IDADES FÁCIL DE TOMAR $ alcance oe todas/tsbolsas ^ecu3emã[j^uãt^m (Continuação da Ia í»ag.) pre ganharam mais que os lavradores. Mas para cada um dos que triunfam, há centenas que fracassaram, por não terem tais dotes especiais. Para terminar, afirmo sem receio de contestação honesla, que não existe no mundo país onde se vendam mais em conta os medicamentos nacionais do qtv no Brasil; refiro-me naturalmente aos laboratórios dignos desse nome: os escrupulosos na elaboração de seus preparados, e corretos na condução dos seus negócios. É neste particular, também esses têm sido, como tantas outras empresas úteis e honestas, grandemente prejudicadas pelas condições criadas em nosso país pela guerra. Ao contrário de medidas restritivas, o de que os bon8 k, boratórios precisam hoje, eo. mo as farmácias, é de aesig, tencia, tanto oficial como da parte do público, para que possam continuar a servir coletividade, fornecendo-lhe. em condições accessiveis a tol dos, os medicamentos que importação * do estrangeiro atualmente seria incapaz de lhe ministrar. Imagine-se o que seria hoje o mercado de medicamentos, em nossa terra, se ainda dependesesmog, completamente, como ha meio século atrás, do que nos vi nha de fora!... DR. FERREIRA FILHO Doenças dos «olhos, defeitos da vi.ao Tratamentos Operações ' Oculista Consultório: Roa da Assembléia, 104 Sala 301. Edifício Gonçalves Dias. recentes acon.ectmentos ligados á vida farmacêutica, OS á industria de medicamentos e preços e porcentagens de lucros teem produzido verdadeira avalanche de crônicas, entrevistas, declarações, acusações, defesas, relatórios, memoriais e vêem dando pano para mangas. Os fogos ce cruzam, em bombardeios terríveis, e ninguer parece já se entender mais, no melo da balburdia que se estabeleceu. Quem colecionasse tudo o que se vem escrevendo e rablicando, nessa "blitz-krieg'' de argumentações que se opõem e se nreterdem destruir umas ás outras, chegar!, a juntar material para um volume alentado. Que dizemos nós? Daria para muito mais!! PoL a verdade é que entre o que se escreveu existe já um volume de 400 paginas "excusez dc peu"! de autoria de um. 5- dico, dr. José Palmtrio, intitulado "O Custo dos Remédios". E o mais curioso é que esse volume é justamente o prato mais saboroso do "menu"... Embora procurando permanecer equidistante dos dois exércitos que se degladiam, infelizmente dando ao publico brasileiro o lamentável espetaculo das "espinafraçõesn impressas que nada constróem, só despertam prevenções e provocam desprezo, não podemos deixar de registrar a critica que vem sofrendo esse volumoso livro do dr. Joesé Palmerio, por parte do sr. Nelson Silveira Martins, através das paginas de "A Gaseta", de São Paul*». Por meio de argumentação cerrada, analise minuciosa e paciente, o critico vem demonstrando como seria preferível qne tal cartapacio não tivesse sido publicado, e eomo o dr. Palmerio perdeu excelente oportunidade de ficar quietinho, sem se fazer notado de modo tão lamentavel. E'-nos impossível transcrever os tópicos mais interessantes tantos são des das criticas saborosas a «ue nos referimos. SR, Mas os nossos leitores vão ter al* guns segundos de gozo mental, Iendo este pequeno trechi» em que o critico leva irremissivelmente o publicista ME á parede: a propósito, dr. Palmerio, as suas estimativas sobre os preços dos produtos e venda ao publico não estiú. em absoluto ile acordo com o seu pensamento.ntimo. Pois se o sr. acha que um laboratório que fabrica uma ampola de Vitamina C a Crf 2,30 não tem o direito de vendê-la com um lucro de 100, 220 ou 300 por cento, como é que o seu livro "Custo dos Remédios", que poderia ter custado no máximo, tipograficamente falando, de 11 a 12 cruzeiros, está sendo vendido a Cr 65,00, com um aumento, portanto, de 590 por cento? Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço, eis a divisa do sr. dr. Palmerio. Fiquem, pois, prevenidos, srs. medicos, industriais, farmacêuticos, dro guistas, professores de medicina, médicos que não clinicam, propagandistas, viajantes, funcionários dos Centros de Saude, da Saude Publica e Serviço Sanitário, senhores diretores de hospitais, que o Brasil é um vasto antro de M.evaricadorea, de comerciantes d.«honestos, de medicos venais, de industriais canalhas. lado podre. Tudo sem. con serto. Somente o diluvi > acabará com tamanha patifaria. Desse meio estragado podre emerge somente a figura singular do dr. Palmerio. Ele forçosamente ha de ser o "ultimo abençerragem da honestidade sobre a terra"... Terminando, por hoje, sr. dr. Paimerio, quero lembrar-lhe o sábio ensinamento "Qne de Santo Agostinho: outros vos elogiem e não a vossa própria boca". Como vêem os leitores, uma sé exnressãt serviria, aqu.ara rema- como simples comen- tar esta nota tario : Está gozado!! Minérios raros no A descoberta na Cordilheira de Borborema, no Estado da Paraiba, de uma variedade numerosa de minérios raros, muitos dos quais são encontrados a flor mesmo da terra, tem despertado grande interesse. Tende tido conhecimento do fato, o Presidente da Republica determinou imediatamente que se fizessem * pesquisas necessárias e tendo já partido para aquele local os en genhelros do Serviço Nacional de Pesquisas com o material apropriado, esperando-se que, dentro em pouco, estejam concluídos os respectivas serviços, de resto já bastante adiiantados. De outro lado a Companhia Mlneração de Picui' está pesqulsan- i FARMACÊUTICO ^ ^ ^^ ^ _B» ^M i n s_s«diariamente novas preparações aparecem. Na mataria das vezes, entretanto, sem nenhum valor positivo P«i a medicina e a farmácia. Por isso mesmo V. S. se vê obrigado a manter stocks onerosos,?m iaís-vm **rocura 4 Publico e do receituario dos médicos. Para elevar o prestígio da profissão, consolidando - KrS"1 prtcfal, ****' «xlw Pr *rtos realmente científicos, fabricados por laboratórios de largo apareriamento técnico e perfeita idoneidade moral. Os Laboratórios Moura Brasil S. A., com melo século de experiência, estio aparelhados para fornecer a V. S. o oue há de mais perfeito na terapêutfca moderna, asseeurando-lhe um suprimento i»r>»»araçòes garantidas e, consequentemente, a prépria venda de suas especialidades. LABORATÓRIOS MOURA BRASIL S. A. RUA DINIZ CORDEIRO RIO DE JANEIRO Depósitos o Agêficlas em todo o Brasil e em toda a I América Latfn*! de Brasil do ativamente, em diversos pontos, as suas jazidas, e nesse serviço preliminar a multiplicidade de minério aparecido foi numa proporção, tão grande que excede a todas as experiências.! Assim, ficou averiguada a existencia em profusão de brilo, tán talo, nióbio, cassiterita, águas marinhas de todas as variedades e numerosas outras qualidades de minério. A Companhia de Picui' cogita, agora, de extrair o estanho da cassiterita no próprio local com uma produção inicial de algumas toneladas por mês. A exportai cão desses produtos de alto valor e de grande procura no mo- < mento atual atinge a alguns mllhares de cruzeiros. A Caxnpanhla de Plcul' já conseguln formar, depois dos trabalhos realizados, um "stock" va-, lloso. 'siderava No desenvolvimento dessa conriqueza nordestina já I trabaiham, em condições remuj neradoras, três a quatro mi? pesso&?. Vai paraninfar a turma dt Farmacolandos Gaúches 1 Os farmacolandos de Porto Alegre resolveram prestar significativa homenagem ao sr. Jofio Daudt I Filho, decano dos farmacêuticos J brasileiros e um dos fundadores da Faculdade de Farmácia daquela Capital, elegendo-o paraninfo da sua turma. O convite foi feito pessoalmente por ocasião da visita dos farmacolandos porto alegnenses ao Rio, tendo sido aceito pelo velho e orestig.oso 'leader" farmaceutl- «o Ȧ turma é composta dos seguintes farmacolandos: [ Argeu Fontoura Filho, Homero Ferruocio Basso, Grno Carlos Se- Itanfredo. Joaé Vianna Rocha, José Arruda Filho, Dora Groisman s Nat-OÍeS Dormrvjrues Freitas. 0 Reverso da Medalha A propósito do "Memorial" de autoria do nosso colaborador sr. Álvaro Varges, recebemos o artigo abaixo que publicamos com o intuito de esclarecer o assunto divul* gando todos os conceitos que nos são encaminhados para tal. O nosso ilustre colega sr. Alvaro Varges, em discurso bem elaborado, comentou longamente, as novas medidas do Departamento Nacional de Saude, com relação, a licenciamento das especialldades farmacêutica,*,. O problema é deveras complexo. Como velho profissional, desejo, apenas, exprimir o meu pensamento, sem querer melindrar partes interessadas sobre o problema do momento. As novas medidas teem em vis ta elevar o nivel moral da Industria Farmacêutica, separando o falso do verdadeiro. Nós, qu.» multamos nesta árdua profl3sf/, ficamos pasmados, diante da iacllidade com que se concede licenciamento para vendas de e_* pecialidades, que já montam a um numero. elevado,. em sua maioria não passam de fórmu- Ias banais, sem valor cientifico, e que os farmacêuticos podem aviar em seus estabelecimentos. Outras existem de real valor e CONTRA REUMATISMO, ARTRITISMO E GOTA OBTEM-SE Ótimos resultados com LYCE- TOL crannlado efervescente de Giffon. Dissolvente de areias, cálculos de ácido orleo e uratos. Nas Farmácias e Drogarias. _. ft. Ramos os médicos delas não podem prescindir, mas esta porcentagem é pequena. Outro inconveniente é o Jfr cenciamento de «similares existentes no mercado, com a diferença, apenas, do "nome". Tal é a variedade, que ficamos em dificuldades para aviai' uma re ceita, pois as novidades aparecem diariamente. Disto resulta que, para aquilo que podlaimot fazer com 5 mil cruzeiros, necessitamos dez. Na marcha em que vamos isso muito concorrerá, para o futuro, para a verdadeira deserção dos cursos farmacêuticos. Para vender ao publico medicamentos já preparados, náo é necessário o diploma. Qualquer empregado de drogaria poderá fazê-lo. FARMÁCIA CAPELETTI SOLUÇÃO DE CARBO-VIEIRA- TO DE MAGNE81A - Tônicoaperitivo, antl-ácido e anticatarral. GARROL Poderoso preaervatlvo e anussético das vias respiratórias. EMBROCAÇAO NACIONAL Dores, entortes, resfriados da garganta, reumatismo, tumbago, etc.. BENZOCALCIO Recalcificante, renüneraliaante. raquitismo, llnfatlsmo, cárie, convalescenda. fesfaturta. etc. M. CapelieÜ & Filhos RUA HUMAYTA" 140 RIO DB JANEIRO Snr. Farmacêutico Mm DE FAZER SUAS COMPRAS CONSULTE NOSSOS PREÇOS. DROGARIA V. SILVA RUA DA ASSEMBLÉIA, RIO Telefone
21 gtvtmfer* de 194Z I ESTERILISANTE 1 AOUA SACTCSIOLOCICAMCNTE PUMA H t-\wf_i_ iy^ _^SM»%f IA Inhibição da acetilação da sulfani.amida no organismo O principal perigo do uso da sulifarnüamida e derivados é a leião do trato urinario resultamíá> da formação de compostos cristalinos nos rins e na uretra. O por que do aparecimento desses cristais tem sido cuidadosamente estudado e atualmente é bem sabido que esta cristalizacão é parciabnente devida á acetilação das sulifonamidas no organismo dando lugar a formação de produtos de conjugação de menor.jolubilidade. Por tanto, facilitar ou impedir a formação destes produtos de conjugação é o primeiro problema a ser tratado quando se pretende empregar estas drogas. Bm várias expeclencdas G. J. Martins, E. H. Rennebauim e M. R. Thompson, j. Biol. Ohem., 139, 1941, 871; J. A. Ph. A., 118, 1942, 4, verificaram que a acetilação pode ser aumentada no organismo pela administração de acetato. De outro lado ficou perfeitamente (temomtrado que é possivel impedir completamente a acetilação por 24 horas administrando ácido glucuronico. Os autores acham que a suüf a- nilamida conjuga-se no oiganismo com o ácido glucuronico formando o glucoronide correspondente que é soiiivel. A. N. LAGO «a _ _- _ _ _ _-_ _ _. _, Os farmacêuticos e os preços de medicamentos I.' tonouto. fannc o. Gorardo Majalla Bljos por um preço ojue lhes permatis-1 As medidas drásticas devese o lucro liquido de 10%. quan-1 riam ser: a) Moção de preços _*4a rumorosa questão de preços i He medkamentos estão amãmenmt interessados os iarmacèutijpos, os droguistas, oe donos de e 20% para com o publico. kjooratórios, os médicos, o goü«rno e o povo. xação de preço de venda ao pú- Para que tal acontecesse, a ÍL Os farmacêuticos, que aaeutmtlxi, perante o povo, genérica- Coordenação da Mobil iaaçâo Bcoblico deveria ser efetuada pela mente, a responsabilidade do nômioa, diretamente nos catálogos de laboratório. encarecbneto dos produtos galé. Mcos, acliam-se, como ele, luditarlados. órgão reoem-criado deveria to- Efetuada esta pcettminar, o Ha, no entanto, uma diferença mar em consideraoio, direta. entre ambos: o povo paga o Indevido preço e o farmacêutico dio de órgãos estaduais, o acres- mente no Ráo ou por interme- que aluga seu nome, recebe uma cimo a vigorar em outras pracas, tais como: Rio Grande do paga indevida, em redação as boas noimas da ética pcofissio- Sul, Mato Grosso, Amaaonas, fl. Maranhão, Recife, etc., face ás Ambos são vitimas da ptetora múltiplas dificuldades e acrescimos de tarifas nos transportes. de especialidades fabricadas por laboratórios, quase sempre de Para essas praças seriam permitidos aumentos de 10 a 40%. leigos. Há, ainda, para o conjunto, Na equivalência de preços das um outro grupo de Uteresssados: os proprietários de farmá. dida de alto alcance e justiça especialidades similares me. cias. deveria anotar-» a diferença de Estes, como os donos de laboratórlos. sempre tendo um farmacéutlco como "testa com certos produtos de grande lucro obtida pelos laboratórios de ferro", raramente são titulares. voliume e peso e conseqüente encarecimento de transporte tais Apesar dos pesares, todos os como os dos tipos magnesia fluida e água inglesa, compensan- que vivem da industria e do comércio honestos de produtos far do, dessarte, vendas finais. macêuticos, inclusive os médicos, Oreio que, estudada esta quêstão flmejam uma solução equanime para a questão das especialida. por pessoas de independen. cia comprovada e conhecimentos técnicos e financeiros, terá a des. Existem três grandes grupos de comerciantes: o produtor industria farmacutica nacional, Industrial: o distribuidor digna de ser louvada no seu conjunto, muito que lucrar, pois fl- droguésta e o varejista - dono de cará provado, claramente, que Farmácia ela se sujeitaria a resultados 11- O produtor deveria vender ao quldos inferiores a 209». droguista S^Ssta e ~ ao varejista. pelo Isso posto, d-^rec*rik.os mesmo preço, já que, por lei, a vendilhões dos templos, aqueles venda no varejo é vedada as que, sem os atropelos da vida de drogarias. pesquisas a que se sujeitam os No sendo assim, os laboratórios deveriam vender ás droga- laboratórios honestos, copiado, tuas, dado o voiume de negócios. EMAGRECE SEM PREJUDICAR 0 ORGANISMOm Coelho Barbosa Cr Rua da Cerioce 31 C do comerdmndo eom farmácias, I máximo» para varejo nas tabelas nm..,!._ originails dos laboratórios, nlve res. sem escrúpulo, de trabaflbos meticulosos e originais, nao se. atemorizam com a destruição dos I principies de moral e de ética, que regem as profissões medfca e farmacêutica, flesde que sejam contemplados con» os trinta dinhelros... j é tempo de pôr.* um ponto final nas discussões Pubmcas deste assunto: há. em toda a Na. cão. um mal-estar, de alto prejuiz» para os interessados, mormente para o farmacêutico, que, sem lucro financeiro, recebe do dovo os mais descabidos apodos, alem de ser encarado pelo governo como ovelha desgarrada de seu benéfico programa de amparo sooltj. liando os de especialidades congèneres, para evitar a disparidade encontrada para espaoiatódades do mesmo tipo; b) restrição Imediata destes; c) restrição ou proibição do comercio.varejista pelas drogarias; d) limitação das farmácias; e) retfoma radical no registro de marcas e patentes para especialidades; f) amptiação e reforma do aparejho fiscaüzador da medicina e far. macia, tornando esta indopendente da medicina; g) ampliação imediata das funçóes da Oomissão de Btofarmàcia, aparelhando-a de técnicos e matéria!, afim de permitirjhe o exercicio amplo do controle oficial do licenciamento e revisão de especialldades. Tudo isto realisad, a mediei na e a farmacia, que já caminiham aceleradamente para sua socialização, integrarse.ão completamente no âmbito das grandes preocupações do Presidente Getulio Vargas: proteger o Estado, assegurando o bem estar do povo. CRIANÇAS PÁLIDAS, LDíFA- TICAS. ESCROFULOSAS. RA- QU1TICA8 OU ANÊMICAS JUGLANDINO DE GIFFON1 Saboroso xarope iodo-fosfocálcio, medicamento dc real va- Íor preferido pelos mais notaveis clínicos, que o receitam diariamente aos seus próprios filhos por ter sido formulado especialmente para tratamento tnafntil. Naa Drogarias e farmácias Sindicato da Industria do Produtos Farmacêuticos dt Bolo Horizonte Poi concedida aprovação, peio ministro do Trabalho. Industria e Comercio, ás eleições reali_adas pelo Sindicato da Industria de Produtos Farmacêuticos de Belo Horizonte, para constituição da nova diretoria asim formada: Presidente: Ismael Libaniio; secretario:osório de Moraes; tesoureiro: Modesto Carvalho de Araújo; conselho fiscal: Agêo pio Sobrinho, Mario Libanio e Oswaldo Furtado de Mendonça- 1 ' COLEGAS \ INDICANDO AS GENTIS CLIENTES MHl-_w PRODUTO FARMACÊUTICO PARA 0 TRATAMENTO DA CUTIS, TEREIS PRATICADO UM ATO DE COLEGUISMO. AGRADECIDOS STUDART & Cia. Farmácia Farmacêuticos 1. O prato do dia em a nossa Associação de Farmacêuticos dlplo. mados e registrados é a nova diretoria. As eleições estão próximas e portanto as "cabalas" est&o "encabulando" muita gente que tem pretensões... Falam multo em surdina, oom mesuras, gestos largos (evidentemente amáveis) que não pretendem figurar "em chapas"... E' o eterno despistamento. E* a eterna modéstia... Mas há muita gente que está trabalhando para ganhar um lugandnbo tampar na agremiação da "açua-furtada" do Cineao. Sem precisar ir ao "pai de santo", eu vejo muitos dos atuais dlreteres recebendo das próprias mios os próprios oaagos. Será vantagem para a classe? Ou uma imensa desvantagem? V melhor "hão tratar de responder. - * 2. Plágio! E* assim que definem a repetição de um samba, sob um novo nome, mas com a mesma música... Em Farmácia cientifica não fixam a cópia desse modo quando outros autores "se eaquecem" de citar os verdadeiros "pais das crianças". Mas se a noção deste conceito dos sambistas fosse introdu_da em nosso meio, seriamos obrigados a escrever tanto Piágio! em escritos ditos originais e inéditos, que passaria a constituir nina frase omum como, por exempio, F. S.A. ou q. s.. Portanto, é melhor deixar os tradutores e os adaptadores agirem, mesmo porque as revistas estrangeiras estão raras em gotas Boticário Curara homens** da ciência "aib-sdidoa** escrevem boas e complicadas aven. turas... * 3. "Cada roca em sau fuso" é um dito bem oer to. Farmacêutico é farmacêutico. Médioo é médico. Inti-omiissáo em caontpo diverso, quase sempre resulta "meter os pés pelas mãos". Ao menos foi o oue assistimos quando um alto membro da farmácia gritou a plenos pusmòes para quem quisesse ouvir, que "tosse é a mesma cousa que asma". Tambem lemos alhures um outro palpite de um professor de farmacia evidenciando claramente a ignorância em assuntos elementares do terapêutica. E per» que tambem os leitores possam rir com a piada do "pseudo-médioo", ai vai ela: "o banho de infuso de pau. pereira cura o impaludismo". Qualquer estudantinho bisonho sabe que o impaludismo absolutamente n&o cessa oom banhos, pomadas, fricções ete. porque o piasmodio habita o sangue, vivendo nas hematias... A Mpertemla, sim, pode balexr, como acontece com o simples banho frio. Mas, oom essa teoria, porco sem rabo 6 cotia Assistimos em uma sessão ordinária de um grêmio, á "manufaturaçáo a três pancadas" de uma sessão extraordinária... E enquanto a reunião ordinária se desenvolvia, a mesa "confeccionava" a ata da uma reunião extraordinária que não e so assim poderemos continuar a houvera... gozar o praser "de um trabalho E* assim que se trabalha pela Farmacia? original, realizado durante cerca de vários meses em nosso laboratório...mento dos temas expostos nas aes- E' asjrim que se toma conheci- Â,*vida é divertida. Estes "supersoes ordinárias? UBOKâlOKlO LKIR LM. i RUA TEIXEIRA MENDES N.' 118 Caixa Postal n Sio Paulo Hlpodormia Produtos Farni«acou«vos 1 LICOR DE CÁLCIO TADDE1 MALEITOL OVARISEDAL PEITORAL FRANCO PÍLULAS LAXATIVAS TADDE1 TADEÍNA VERMIFUGO TADDEI ELIXIR AMARGO TADDEI ELIXIR FRANCO FOSFOTONI FRANCOBILINA IODOLISTER ISMALEN LEITE DE MAGNESIA TADDEI Ma aua secção ae Hipoaermia caprichosamente Instalada, tòt.tendidos todos os pedido* dot drs Farmacéuticos. tanu if irttsw ae cacarago oomo formulas especiaif e cambem «ac a»'.» "«.. * - -*.sita* médicas de nipudennla desae que sejam encaminnna:tí oo:»fs tonnedto daa farmácias.
22 22 Valor diagnóstico da excreção de Pregnandiol O Pregnandiol é um produto do metatoolisrmo placentar e do corpus luteum. Sua excreção na urina é relativãmente facü de ser medida em qualquer laboratório bioquímico. C. L. Cope, Brit. Med. J. 4164, : J. A. Ph. A., M2,4, cuidou dte determinar o valor diagnostico da excreção de Pregnandiol m casos de gestação anormal. A ausência completa deste corpo é quase sempre evidencia de anormalidade seria,.««gerindo nos primeiros estágios da gestação a iminência de um aborto, ou na gestação adiantada, a morte do feto. O significado das excreções baixas de Pregnandiol ainda è mal compreendido. A excreção normal do Pregnandiol não quer dizer que não se possa verificar aborto ou oue o feto esteja vivo. A neírite crônica e a toxemie 0um da gestação podem interferir com a excreção do Pragnandioi. Variações nas secreções normal 0i?f.<: _:..:' : 'tr Je. : nestas corações, nio implicam em que a Erestação seja anormal. A excreção de Pregnandiol parece ter um logar assegurado para fins diagnósticos nas desordens obstetricas. A. N. LAGO 3 dias de «Hl Nâol Protaja-ao contro a grippa eom s\\\\m\\\ma\ot\\.r\e\\ j3m\\\m 9T (WONCHIACf ^-O-T Peça LEKEROL ao sen fornecedor Sobre a obra eom o titulo adma, da autoria do ar. dr. José Palmerio. o sr. J. W. Fleury, fez a aprectação que abaixo ae segue, ita sessão do dia IS de novembro da União Fannaceutí-oa de São Paulo. Muiito ciwntruina, nestes dias a _urradia frase de Fcntetoiele: "tudo é pc-«siveil e todos tem razão**. NS d*.«-"contereis, por certo, a celeuma que de dias a eata paute, se ajteàa, e^ridlutla e escandolaseiriríine sobre a ma_m«snta9a questão dos medica- dr. José PaJ-oerio: mo custo doa remédios e a -bonoaaia Medtoo-aParmaceutica**, na quad o ilustre medico se revela abe só pntmmm eor-becedor das questões mecaco-carmsceut-eas, «como isolsrecidu amigo da rteesa profissão. E' verdade e isto já foi «to que. no tocanto aes proment?&. nela náo se encontram novidades. Tais prcblemaa vastamente e sob todos os prr_s_oas os tratamos e v-eratüarooe. Isao, porém, é ainda um mérito da obra. Nela vamos eooorrutrar, tafcea. todas as a_éiaa e pc-stii/lados qoe os dqbns prooerea já expenderam cem mada ou meocs acerto e feiucidade, mas, jà aqui, enquadrados no panorama geral das demais pro-mes con-etaitas. Apesar disso da variedade e a<bi*-id»ncia de Idéias e subsídios nio se emaret-ba o autor, nem ae peide peios m-eajidrnos de tanéas trilhes e ao-l-u-ç-ôea. «Segue rumo certo. >-po_a e dwende orientação e doutrinas qire íxxtos nds que m«ire>- li. VI ** ^ L MtaWatmaSm ^ Bt_- $_'*-* te^/- fl SPÍtó ^ÍSSSSSottmmm\a^^ ^mtmt&* «_ _&J-*-r â«**^g»_i_*k - Vu. toam \m%\ \mmaw^^^ _a_jir*co$ Jo *** -..ií^s* \l \ nm\m<4m^ l^^* mmt! 1 i _^Js&?^_rSí-* _**««*j_o*^ \- \ & re nus nas boticts bem sentdmos ser as verdadeiras. Coisa est-amba. B-iquaoito eminanies faff-xoaoeut-cos «asoaanam a desrwoaaidade ou a kwxmweni-encia da _fmu»t«anica de prearogativas que a kd ccans-gna ãs Ibirmacias, como por exempto, oon_ercáo direto e ex- Sk^a a B ^ ^B SBS_«a_- --_- p_- ^^ DRYcO Agora tem os seguintes valores adicionais:. ità**u,r _^ fe M ^^! B *_*v Nunca, como «agora, a fanmacia e o. boticários (notai que me refiro 4 farmácia oom f mi_iiu_cu_o), tfto i-nit«ei-_9amenite se focalizaram, e cs duslvo da íarmaciia com o problemas que tfio de perto cs tangf m nainoa, oomo hoje, mereoeran- publico, de grande xaanero de medttbamentos; «oqnaarto outros atendedam a tão detida e NgO-Bgjl ealrudados. v-lneraèaidade das fannácúas e iartiatnntama-aito as veibenam de he- Não prrt«tt emos traaer para o remr,r.so augusto e sereno des&a Casa diondos crimes, a»t*ssam-ee-t-os, em o eco dessa cetouma e das polemicas e_tw_io_os e autores estoanhos ã que lá fora se ferem. peofissão, mas nem por isso í-moos O que, «de mcoieato, mas vaan é swtoriaadoa oooaedltob irnrt>sd_*atr«m-te a^im-ar que de tudo quanto aobre as queatftea titfe_aatea 4 pr*-ofis- estos qttestoes. C^temoa apenas o cocatrairics a este modo de encarar são se ventila, muditos fa*tos, muita autor desta obra, o qua. é semente verdade, ha de, sem duivfda, vir á med-oo, o notai>m Jnrista PJtoio Barreto, a o grande e starpaitico MenoOtl tona e que, praaa aos céus, algo de ut.il e proveitoso imvtte deaaa eferveeicetncia. aflas o que julgo preci- Nio sio MMmmmmWa0W> Mm fato. dei Pieebia. puaaicii-te Ca_bwHH_e, aiate Íi -_É^ Mas é retferir-me ao apa**ecdme-ibo que o conceito da qae formulam sobre as farmácias, em geral, seja rur*_fcmet_fcado sdtae * observaçio, a e*ti!deocia das coisas e uma mais hamana oonsjnsenslo do papel do botieáxio, é coisa que abo conapoita maiores demenstrações. Nio nos alcngoemcs, porém, e vejaaaos aiguns poucos exempkir do que vénos de afirmar, ao mesmo tempo que, wiikb sumiiiib8«ra-o, quase ao aoaso de um rápido trester, tópicos e as- 8-rtivas qus nos pareceram de «atraordenaria justeza. X' o Capitulo IV da que pai» logo noa prende e cuja teiíturra e naedlttaçáo sa impõem a todos oa que se in-tie-t-essam pelo magno e atua. assunto. Assim, eis como, ás pecapscttvas maia pe-skniatás dos pro^-osbcns da prof-airo, se exprr«a_a o dr. José Paimerto: "não acradmaa»os a» dec-inio da farmácia e nem aa awurabiiidade dos males que era a tkflig«m", e da fronteira medica, «toece mm colaboraçiro aa "defesa de uma jrociasáo injustemante hostülsada e toaida" (ale). Pela smximmvasm, oomo preceitua a boa doutrinai, aeba. todasaa. aae o que iiaato-nhe há entre uáa é a má distribuição das faemácias. 86do aiba cpaua, por «inspirada em mot-voa doa ds matam* pofeüce. «erá pessi*** a «dctlrpaçáo de matas ftatos que toqu-sam a fa.me.la, cajos pkrtmtàonam, pela apatia, ràkra de _^ 3^^*_^^P*^^^y*^3^3_ a^^^^^««^_*^^~^^^y^^b -fc^b i r!.l**--a a^ ^V'a r_r ^OmW ^\* O_S<^_^_íia_a*S-^0J^ 9 ^_L l 0_l P_P^^^^^ 0 -^^^' B- Q l^ WaT^fll k Ja r '^r Atrtr^^mma»^m~~m*^Ê7mmmmomm^ mrm%9****m\mimm9ê^ OREI DOS SABOMETES inicial-va e eolabesaota- ao e pe* las pequenas r-vaiidades estereis se anulam eu se.ncafacffilam paia o impc-itaríte cometlcrianto de ama sa- ilar lasfonna t mmtmmmmjmm ds fannácte. Embora não mmmi.omtiaéü náo serem poucos nem pequenos os valores da Farmácia Brasileira, de tanto capasas, somos forçada,, ante a wal-jade, a MrtOi eom o autor. A "Pasta de confiança naa farmacias" "ReeccutaMito da Fanna. cia", sio capstolai qa» i toda a nossa asençáo. Nio nos fur^toremoa a tabulo de imos-ra, ao prazer de reproduzir estes Ptouenos trechos, to» t*ma}va\ respeitosamente «ndssaçamos ás casaandras dos w-tanus e de aetímo dia dsa "O retorne á prattaa da vsndackelra faimicaa, bem nrtansada, merabzada. oomo a preoetassai os amettoa-noa. satã am beneficio para a oomàvidade. to-nando nais bumanu, mata esr-mwjdas, aa* pessoais as retaçaes do doeato eom ss téonieaa "Aoeogtaarue qae («operam pam a saa cura". aqui aa Bmstt do reerwol-ftsnto de laaa pt*o_tssáo tida eonw dacadente e dsr a Chi um posto de honra na cc-munhio ctan-lca. devemos aos precafer oontra preooneeiitos que baménwtanwtaii sorammmom é\ mjm9ms*mmmmm ámtmm m9ttm*mmm9tmrtttwmtwmat _^ r* v-nidoa, rnessé da pa-opasanda dos qae desajair o dediaào da arte de Osl-eno". E ainda este outro:..."a deoadencia éttoa e piuftatauual ds fa-rmáteria é tranrttorta e parreial; fato tmálogo se passa na LQ-ÉBata e para cata ccarrecio nada ss omtmje de duteü ou de eabraordbmria, mas penas spmcsel«a sefeeas das tala ««dentes-. Ji (O frito é zumbo). Mas. a-r-tftorea, rife aos cabe repetir aqui. Sudo o que de interês- MBia justo e verdadeiro m nos depara naquelas pátfnas. qua feliznvt-at»? paca néa. trteeram uma re- P"r^_«,~^áo diária da torfxwtencia e aic«r»ce ria_ qiicstw.? nelas veotiladee. Novembro de 1942 Cadastro Farmacêutico Segundo se diz, as autoridade» sanitárias federais, com o concurso das repartiçõe-. cougene-* res nos Estados, vão proceder ao censo farmacêutico com o fim de orgariizar o mais perfeito cad astro deste gênero em i-io&so pais. Assim «se ficará ao par do numero de farmácias existentes e a situação de cada unia delas e dos profisuonais diplomados regkstados e bem assim dos aux_- luares de farmácia proprietários de estabelecimentos sob sua respon.sabijldade como se verilica no interior dos Estados. Homenagem a dois proles- SOftS MMMStaS Foram alto de expressiva homenaeem, por parte de amigos, alunos t admiradores, que lhes ofereceram nm banquete, os eoi_lie«mos pirofeseores Eugênio Monteiro Satxtrnino Franca, d* ncoia Oa Associação Paulista dos profissionais em Farmácias e I_aboiratórios. Ofereceu a homenagem o dr. Httroeu A. Doria, tendo agradecklo e» nome do_ dois professores o prof. Eugênio Monteiro. 0 Controla dos produtos faraiacév-noos Si tot'*'''*''''' 'Ao ^»*«***- EB-B5a^^ A Cxmüsão de controle dos Produtos Químicos e Farmacêu-- ticos da Coordenação da Mob-Bzacão Bconomica distribuiu 4 *mm»m*mmmmm**^^^^^ imprensa uma nota esclarecendo que, de acordo com a_ inatfruçoes baixadas pelo Coordenador, os preços devem ser au*- Cada vex ros» oi médicot errso receitando DRYCO. psrs xados nas embalagens da seguinte forma: fta* innaa, <M < 4 alimentação infantil, porqaê, am adiei «uwal leqars sdaptamidade de fórmulas de baixo contendo df -gordura a) Para os laboratórios localisados s srto sm proteínas, DRYCO fornece agora: no Distrito Federal a, DRYcO na capital do Estado dc S. paulo, a etiqueta indicará: "Preço tl] MAIOR VALOR EM VITAMINAS ato os *mt ' ** * A -IHMN.AÇÀO HttSttm. (21 MAIS FÁCIL PREPARAÇÃO J_> a«^««i t toa. a MÉ *» SIS máximo no varejo". Rio-S. Panlo Or$..." "Outras * nna.o.. a^aihaafcm-w..*» v««w^, P6de»er encontrado agora, na«farmicies drogadas, tm» ^,mn*o»» ** praças CT$...**-?amanhos da 453 gramas a»c«aa Kgs. novos tamanhos com. M '*****_' " b) Para os laboratórios lo* calizados fora dea as cidades, mais DRYCO. mt aoaaim cotam*» fna etiqueta indicará: "Preço; asam it» máximo no varejo",nome do local do laboratório); "Outras Ci*$..^ "0 pra-cas": a$..." custo dos remédios" e Maieoetam elas menção especial de Manregr Junécr, no Depa-r^aanento das Munidpalidade- d-esta canübai e, de Plinio Barreito, peles «colunas do "Diário de São Paulo", justa a risonjejra apreciação. Sio de PMnto Barroto e^tes coa* a economia medico-farmacêutica ceitos, expendidos exatamente aa crlttaa que fes á obra de que aos ocupamos. Pedimos venia para iaprcduzi-laa: "Devemos ter em mtnte que a f mmwaaaaam nio é um mero comen» olauto. Tem um papel «educacional que desempenhar e merece do Oo» verno garantias indispensáveis aa exercício de sues funções. E' o un*» oo profissional competente para Ia» ser enawga dos inecl^ametvtos aa pubueo aa hom e na medida eaa» ta das saas nscmsidadea... Oom estas patastas, de ua» sonalidade qae honra a nossa tura, s oom a expressão do rnntaarsnatoto pelo ívurgimento Ob obras oomo ssn, versando os pai» pítantas problemas da fa_tnicm, tt» nalixaroos. Antes, porém, voa se nio seria etogiavel," por te da Doáio INamoceribiiBa. faser I gar ao autor dr. José um oficio eu carta de tacoea, pato êxito com que M ea roado o seu Ho atoai e «tfl K E' de boa pollrtica, e o aat D - é de justiça, que ma prastau am serviço e um lio, náo falto nan taede, a sio da nossa gratidão e o dos nossos sj-.ausos âfifi 0 numemo mn* m,. sorve a PILOGENIO poraae tssá vir oamo noto danls. Os oomsga a ter i taapsde pouso, a qaada. Oi rre porque cmimaie abalo, ainda pafa i tlnçáo da easpa para o to da barba, o PILOGENIO, 0 PILOGENIO. A venda em todas ae
23 Novembro de 1942 Resenha»tó Farmacêutica 1» PREPARAÇÃO DO AMIDO SOLÚVEL Tomam-se 10 gramas de iécula de batata que ae mieturam com 100 cc. de água, e se aquece, durante 20 minutos, em auto cjave, á rpressio de 2,5 afcmostferas. Esta mucllagem, ainda quando quente, se mistura com 160 gramas de álcool, ae deixa depositar e ae decanta. Bm um gral se tritura o residuo com pequena quantidade de álcool, ac reúne em um futro e se lava sucessivamente com com álcool, ocetona e éter e ae desaeca a 40 gxéus. Se se desejar novamente uma solução oom iguais prerprtedades para os mesmos efeitos, basta triturar a mucila-gem saida do autoclave, com 0,1% de subdimado, e deixar em repouso 24 hora*. e depois passar por algodão. * ) SOLUÇÃO BC GLUCONATO DG CÁLCIO Apesar de já ser multo co* mum o preparo de tal soluto, há pessoas que ainda pedem o processo do preparo da mesma so- Itução. Satiafazando um "pedlnte", damos, aqui, o modo raclonal do preparo em apreço: Dissolver o sal gfljuioo.na.to, mediante caáor. na necessária quan - tidade de água distii-ada, e depois ferver, durante tres horas, em aparelho de refüuxo. Filtrar a solução, ainda quando quente, com a mesma encher as ampoulas da forma usual. E' preciso cuidar eacrupulosamente da ampoula. aíim de que não fique liqirtdo aígum nas extremidades, pois, quando são fe cbadasá.liampada, há evaporação, e o liquido que ficar nas extremidades dará inicio á cristazação do conteúdo da ampoula. A esteriliaação se efetua a 100 grus, durante uma hora, repetlndo-se vários dia*, pelo menos tres veses consecutivas. E' recomendável outra esterilisação, ao cabo de tres ou quatro semanas de arrnaaenamento. Só devem ser colocadas as ampoula* nas respectivas emtoalagens e tendidas doi* meses depois de preparadas e revisadas, á faz da f***ip«j/.f eni definitivo. Assim se evitará que se lance no mercado produto alterado. 3a) TINTURA DE ACONITO O processo Indicado.para o pieparo da Tintura de aconlto, em nossa Parrnacojpela, é o "Pisto" e 'Ter-cola-ção", sendo o liquido extrator uma mistura de sete f-ahones de ateooi oom tres voiumes de água e ajustando o vohane de tintura ílnalisada, de modo que cada fração de cem onfl cooitpttiina 0,06 g. de atealoides do aconlto aatoveis no éter. av ^ 7^t l *m*\\\\\\\**w*9*\\m\w Y ** *^^^ k llw.i«w _555-laP' se mmtl. B_S*_GÍ m^t%*\ 0s ftrmacatkos te Minas d-wfamavfemlrmil O Centro Fannaeêutico de Ifinas Gerais, cem sede sm Outo preto. a centenária BKola 09 farmácia de Ou» preto, lan* catam uma campanba oara a aquisição de am aparelho de «tekiamento a ser doado á mo- «idade do Brasil. O aparesho se» rá chamado "Jovelino Mineiro'', jreoordande um -jtaimaoêutco tosta* qn* por 86 ano* lecionou am conceituada escola ourepre- O movimento é <>rientado petas senhores Paulo Lisboa e Coste» catedratico da Escola de S-atinacia de Oa» «Preto, e pre- Mente do Centro Farmacêutí- o -íedro aa Minas Gerais; professar Coelho de Magalhães Gotaes, diretor da Escola, e pelo prefeito municipal Washington dp h\*9v*e. pias. loacn* de tintura devem conter 0,045 g., no minimo, e 0,066 g., no máximo, de aflcaíoidos soiuveis no éter. Este modo de preparar a tintura de aconlto é bom; porém, passados alguns meses, a mesma tintura não apresenta o mesmo teor alcaloidico. E' que no processo falta um ajustamenta de ph, que deve ser Igual a 2,3 ou a 3, senão a tintura se alterará. Outro fator 'Welhice de alteração é a da planta" ou "da droga". Quando se opera com o aconito em pé (V.), como manda a Farmacopéia, e este produto já esteja arniaaenado há muito tempo, o resultado não correspondera ao doseamento exigido peto nosso Código Farmacêutico. O melhor distllador para a tlntura de aconito é o ácido olorldrlco; o ácido acétlco não satlsfez t-ão bem. O valor fisiológico da tintura de aconito adicionada de ácido clorvvdtok, oom ph 2,3 ou 3, se conserva inalterado durante dois anos e meio. «Sem esta adição, o valor baixa para metade em seis meses. A grande maioria, senão a totalidade de aconito que há nas farmácias está com o teor aicaloldico muito reduzido. O melhor processo é f aaer nova tintura de seis cm seis meses, jogando a anterior fora. 4 ) POMADA DE MENTOL Ha profissionais que preparam a pomada de mentol juntando diretamente o mentol e a vasolina. E' um erro, Isto porque, sendo o men/toi um corpo qulmico que ae apresenta em for- - *v Prof. Heitor Luz ma cristalina, estes cristais são dificilmente solúveis na vasolina sólida; dai, quando preparada a pomada assim, os cristais atranham a pele. Se a pomada for «para uso no nariz, peor ainda. Deve-se fundir a vasellnra e meorporar o mentol, e assim os cristais se dissolivem e se Incorporam perfeitametne á vaselinu. fite a fórmula for complexa e contiver mentol. oanfora, etc., ainda assim mesmo a vaseiina deve ser fundida e os ingredientes misturados. primeiramente entre si, originando um liquido denso, que será Incorporado lentamente. O mentol, misturado com cerca de igual peso de tlmol, canfora ou cloral, llquefaz-se com ajbsorpção de calor. 5o) PASTA DENTIFFRICIA. Para evitar que a pasta dentifricia fique "dura", deve-se usar, como meio excelente, uma mistura de "gelatina", "gaicerina" e "água distilada". A gelatina, uma quantidade de 1,0%, glicerina 20 % e água 20%, pouco mais ou menos. Só a prática é que melhor aconselhará as proporções. 6o) VASELINA FENICADA Há um erro em assim se dizer. Deve-se é se denominar "Pomada de Fenol", "Pomada fenicada", "Pomada fenolada", e não "Vaseiina fenicada". Juntar fenol diretamente á "vaseiina". Esta fica em estado quase liqüefeito. O meio melthor é seguir a fórmula que a "Farmacopéia" consigna, á pagina 754, para o preparo da 'Tomada de Fenol". -!^^^t \ Dois «liados em nossa defesa No combate diário, constante, que temos de sustentar pela saúde contra as doenças, dois fortes aliados vêm sempre em nosso auxilio: o Médico e o Far* xnaccuüco. Se o primeiro estuda o nosso organismo, descobre o mal que o ataca e lhe prescreve o remédio, é ao segundo que compete aviar escrupulosamente a receita ou fornecer rigorosamente o preparado que o médico indicou. Tanto um como o outro encontram à aua disposição o precioso aturifio dos medicammtna da Casa "Bayer". nos quais depositam absoluta confiança. HELMITOL. MITI- GAL, ATEBRINA sio. entre tantos, nomes familiares aos dois amigos e aliados. B quando feita o médico, o Farmacêutico volendo-se dos seus conhecimentos e da sua experiência prontifica-se a aconselhar não só estes como outros "Bayerpreparados garantidos pela CRUZ Ele sabe "SE que Ê "BAYER" Ê BOM**. UNGUENTO IE SCOTT A' base dc Scott Óleo de Fígado de Bacalhau Eficaz nas queimaduras, feridas, eesemas, etc. Unguento de Scott nos casos doe domi aiofl da dermatologia, comtirue o^ tratamento maie moderno e eficaz devieko i riqueza cm vitaminas de óleo de figado de bacalb tn Scol? Marca tia garantia Pata aplicação e venda, oe ara. farmacêutícog não de vem deixar de ter sempre á mão o UNGUENTO DE SCOTT Departamento Mack nol de Saúde Portaria n. 198, de 19 de novembro de 1942 O Diretor Geral do Departamento Nacional de Saúde, usando de atribuição que lhe é conferida pelo art. 26 do regimento baixado pelo decreto n , de 1 de Julho de 1942, Resolve aprovar as normas abaixo, propostas pela Comissão de Biofarmácla do Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e que estabelecem o conceito de "produtos oficinais"; 1 Produto oflclnal é todo aquele de conservação boa e re latlvamente longa, de fórmula e preparação fixas, inscritas na Farmacopéia Brasileira ou, quando dela não constarem, em ou- 23 tra farmacopéia ou em formulários aprovados pela Comissão de Revisão da Farmacopéia. São tambem considerados produtos oficinais os chamados "solutos concentrados", que servem para a obtenção extemporanea de preparações farmacêuticas e industriais. _ os produtos acima referidos e as drogas e produtos quimicos constantes da Farmaco-. péia, poderão «er preparados e vendidos pelos estabelecimentos autorizados, independentemente de licença especial. Para efeito de dispensa de licenciamento, são equiparados aos produtos oficlnlais as fórmulas, em cuja composição figurarem um ou mais medicamentos de uso corrente em terapêutica, associados a correu*./os e conservadores, apresentadas sob diversas formas farmaceutlcas, desde que não sejam de conservação precária. Nenhum dos produtos referidos nos itens anteriores pode ter nome especial, ser acompanhado de bula, trazer nos rotulos indicações, terapêuticas ou qualquer outra referência reiativa á aplicação do preparado, salvo a indicação da via de introdução e o modo de usar os produtos referidos no* itens 1 e 2 poderão ter em seus rótulos as fórmulas das preparações oficinais a cuja elaboração se destinam. S T Os produtos oficinais, se modificados sm sua composlcfio ou apresentados sob denomlnação de fantasia ou diversa das que constem das farmacopetas ou dos formulários clásslcos admitidos pela Comissão de Revisão da Farmacopéia, ou traaendo em seus rótulos indicações terapêuticas, passarão a ser considerados especialidades farma-.ficando tais sujeitos a Ifcenciamei-fto e a todos os clspositivos regulamentares respec- Ícêuticas 7-1 As drogas, os produtos qul* micos e «ficinais deverão trazer nos rótulos em maiúsculas os diseres: «Farmacopéia Brasileira ou sua abreviatura oficial: «Farm. Brás.". Quando tal* produtos uão -constarem do código farmacêu* tico brasileiro trarão a indicação da farmacopéia estrangeira ou do* formulários admitidos pela Comissão de Revisão da Farma copéla pelos quais forem preparados. Exemplos: "Farmacopéia Britânica"; "Farmacopélf. dos Estados Unidos da Am rica do Norte"; «Farmacopéia da Argentina" "Dourvatt"; "Ohernoviz"; TKnmulari* des Pharmaciones Françals"; "Formulário Nacional" e Dispensatery dos Estados Unidos da América do Norte" etc. Rio de Janeiro. 19 de Nnvembro de Dr. Jo.io de Bt«rros Barreto. Diretor Gerai do D In-, S.
24 ' ai Hfj^^T: Tk àc^ AZETA «up^^^ da Farmácia "O homem mais poderoso é aquele «que pode dispor da sua própria energia" - SEN-álA IIIHIIIII-IIIINIUIUIIIIIIininil1tl IIIIIIII.IHIIVIIII««.tllllHflltUIWIIflltlMi)fl«l»H»M».. O momento que atravessamos obwganos a estudar agora» mais d'0;que nunca, os recursos naturais terapêuticos dos vegetais. i A nossa opulenta flora, possue substitutos para muitas plantas que correntemente im- ««portamos. Quando se realizou, em Belo Horizonte, o 3. congresso Brasileiro de Farmacêuticos, este assunto constituiu uma das teses mais interessantes e foi por fim encaminhado com as demais sugestões ao governo federal, tendo já o Conselho Federai de comércio Exterior se oi*- nifestado a respeito. A terapêutica das plantas é táo antiga como a própria humanidade, e tanto a medicina como a farmácia sempre tiveram nos vegetais meios para o tratamento das moléstias. O momento é muito próprio para o emprego dos remédios vegetais, e isto traria ao nosso paí3 ura grande beneficio de ordem econômica. A Autralia nos dá o exemplo deste fato criando a divisão da Industria de plantas, no Conseiho de Pesquizas Cientificas. A flora brasileira possue riquezas incalculáveis aí está a sapucamha cujo óleo substitue o óleo de ohaumogra, o alecrim do campo que sutostitue o louro cereja, e tantos outros vegetais que perfeitamente satisfazem a fins terapêuticos bem determinados. O que falta é a iniciativa pessoai e quando esta surge, sob uma forma concreta, está au- sente o capital, o numerário preciso para o impulsionamento de tudo. Em nosso país já possuímos algo de especializado e bem orientado que é a organização industriai-íarmacêutica deno- minada- "flora Medicinal" fundada pelo sr. José Ribeiro Monteiro da Silva e continuada pelo dinâmico sr. José Monteiro de Rezende, expressão de cavainelro e adnúnisbrador competente, tanto que a "Flora Medicinal" é um verdadeiro tesouro de nossas riquezas de vegetais, de uso terapêutico, convenientemente estudadas. Náo satisfeito com isto ha 9 anos fundou a "Revista da Fiora Medicinal" de circulação mensal,.sob a orientação, cientiíica do Prof. Jayme Cruz. que Sobre os Vinhos Mediei neste instante düicll que atra- V*8S*m06: É É fu,ian* I Os viahos medicinais cow*.«tuem Aí temos os extratos fluidos, ^^ 1<yrma ffiwnaceut-ca ainda muiquando bem preparados, apre- to ym^éa em nosso meio. sentando teores exatos de princi- A n0_sa farroaccpéia destona sete nios ativos e que resolvem casos paginas exdueivam*wte para tratar 5. mamo*. <_*» ma deter- \atma >Sr_r>$-_-^--S: meadas. imfcib comuns, padronizando a iar- A nossa flora e um imenso laboratório de produtos úteis á bemos que estas formas eram deno- roaco-ttonica. Como definição, sa- medicina e possue grande copia de vegetais que substituem preparações obtidas da ação de vimmada6 owtrora de oenoleos e sáo perfeitamente a outros que anteriormente importávamos e destesas. A escolha do vinho depende nht. sebre substancias med^camenta forma o que st tem a fazer é da substancia de«termina«da Dela formula. * preparar técnicos, fazer treinar - Oe vk-hes r-t«.emendados sao: o conhecedores e investigar tudo I branco, o doce, o tinto e o seco, vaoue for possivel para a obtensão riando cemo características vr- e\ do máximo em prol da grande- ipsis - a «^yj^o toorde açu za de nossa mtssaa no trata- «^****%*** <& *%- mento racional das enfermida- lvw ' a " apresentado pelos tipos, branco e des. ; tinto, ao máximo aceito para o doce Ha muita novidade química I e o s>êco. Os vinhos medicinais inseriu* em oriunda de usinas, que aparece o nosso Código farmacêutico, eni círram alguns, apenas uma única acompanhada de imenso reclames, depois é jogada paia o lado porque em absoluto não sa- t,o cutros, formando a grande maio- lubstanciã medicamentosa, enquantisfaz e os vegetais ai ficam, não I ria varies elementos de efeiitcs te- são inventados, nascem e crêscem trazendo na sua contextura anatômica biológica os elementos que, um dia descobertos, passam a constituir, pelas suas varias ações experimentadas, meios de tratamento de várias enfermidades, ou fatores do metabolismo vital. O vegetal eonstitue o grande bem que Deus nos deu, concorre para a vida dos homens, satisfaz as necessidades da alimentação e ainda serve para o tratamento de suas eníermidades. Entretanto ha «quem duvide ç\a eficácia da ação terapêutica dos vegetais! Oégos, que ainda não pude ram compreender que o vegetal encerra em seus tecidos, tanta riqueza mineral, tantos produtos vitais, que as usinas, apare- Uhadas pelos homens nâo puderam fa«brlcar. Citamos um exemptto bem friaante e conhecido da ação pura e simples de um fruto. rc._êir.icos* Sáo os seguintes, cs vin-! te e dois vinhos oficializados: creo- 1 lotado, cainca, caiumba, canela pre- a, cartuaba, cipó, cwuvo, citrato de frrro. ecoa, ceia, ocflcihicc, cendu xngo, rt-edaleira cempesto, gencia- O uso constante e continuado da laranja com bagaço, estabelece um tratamento racional do fortuna é desenvolvida pela oola- íilitaçáo. A clarlflcação todswia gem, realizada com uma gtu*. prevismente preparada cem equitíocoía raquitismo, porque esta fruta contem grande percentagem de e acmio tatrtãrico e ajuwtando ao riniio turvo. vitamina C, de ferro, de cálcio e de fósforo e assim lentamente Apesar do numero de vinínos precoi.mzados na P. B., quer nos pa- vai fortalecendo o organismo, ajustando a assimilação recer e absorpçáo do cálcio ao tecido ósseo, tado. p^ ser uma «preparação assás que devtriam cdocar em a nova ediçáo, o vinrio iodotandeo íosfa- é mais ainda, cura a prisão de difundida e mesmo mais ccmpqeta a tem conduzido muito bem no ventre, dando ao organismo a do que vinho iodo-tonico. setor de sua especialidade. eníoria necessária, vencendo um Há um fato de grande interesse oe su* «"* T^;. conjunto fatores que contri no setor dos vinhos fannacéutteos. Assim algo já _ possuímos e deemtaerali«acá mas que inexplicaveámente não é muito mais produrimoe ter m buem para a desmineraliaaçao d.-ncnrtido nos t«rabal_bos dos dlversos auteree. E* o que dia respeito dentro do possivel outros se inl*k*t*m*a**\ por este assunto no á taxa de tamino nos vtnhos esco- orgânica. lhidos momento tâo importante. psra a msmflpuhiçãc. Os vi-. urnii-mii _il_isr as mâ\!r_>cb rices em ta_iro n*c s^rv*n> Além de tudo isto ha cônsul- * f*tvaa\**m9. t*m*x*mmm n«jpíim M j^bsi^nciss que centém s!-,, ;c?loidss. powrue aparecerá pouco tonos chimicos que receitam exclusivs mente os medicamentos da Flora Medicinal, provando isto que 06 medicamentos vegetais curam de fato. Na "Revista da Flora Meáici* nal". em todos os seus números ha uma secção de "ObsertXiçó-s* Cttnicas" onde o dr. Argonauta aucupira cita os seus casos olinicos tratados pelos médlcamentos da "Flora*. Nós mesmo já nos valemos desta clinica tendo um filiho sido medicado pelo dr. Argonauta Sucupira que receitou c_ medi fttsoeia«io CmmtcM macia Dr. João Daudt de 'OUveira, antigo diretor daquela can S3K*«5i5^.*ar«(.«*«* f«<»«********** cura de enfermidade que havia resistido a outros cuidados médicos e, a outros medicamentos. A^im é com segurança que reconhecemos nos vegetais um mclo de sati<.far?rem as nossas ^ t.e.ett*-*'-lides de mt^:amentos quer nos meios comerciai* como industriais e farmacêuti«cos «do país. Na próxima calção teremos oportunklede de noticiar o resu Itado desse pleito. m. s* l A_l_l..IIA KftlMS _ A_a mem. -. _^- -.. ***.**...MAVa!* 1 sm _-.«_^-l_ na. jurubeba, jurubeba ferruginosa, pepsina. quina, quina composto, cila cemposto. esti-biado e iodotanico. Destes apenas sáo de natureza veg-etal cinco des citados e um é censtituido de vegetal e sal ferruginoso. E isto é importante porque as subst.uncias ctaropcneintes condicionam o ("niodus-faciente". Partfcáparodo dro- I gas vegetais o processo dle prepa- 'raçáo indicado é a maceraçao. Hoje a Paxmaccpéia BrasileiTa manda í manipular, utili_a<nd extrau* fluidos o que exige náo aó simples soluçfto, como também alguns dias de repouso. Além dos extrau* flaiidos, «em «certis formulas participam o aàcod, o açúcar, o xarope simples e a água fervento. Os vijithcs medicinais ccnnxnente ap-etsc-ntaon-ee turves, o «que exige oiatrificaçáo. O vixího quinado, princiip&5men>te quando feito oom as proprias cascas de quina, mesmo bem fiútrado, turvasse em pouco tempo, dando m-esmo um deposito avetme- Ihado.o qual se pode destruir pela «_ geia exposiçfto ao sol, seguindo-se ftjjifs^tis mos esta edição, as classes con- 8a& te fem> dc^to de ttamlna e servadoras se agitam noa pre- ígl«oskles. De modo qne é imporparativos para as eleições tanto precisar um meto de euminar nestes casos, os tsnknos dos vi- que ae realizarão na Associação Comercial do Rio de Janeiro. pouca ds questão e após trator das nhos. Samuel _.. Ross tratou, há primeiras referencias sobre a destanizacão nos Estados unidos rela- O nome mais em evidência pana o cargo de Presidente é o tivss á Tintura de quina destsnizsda, estudou os processos propostos do conhecido industrial da far- e unufca atualmente, concluindo por preíerir. após varias experiências, o carvão vegetal ativado. E' natural qu» a eumlnsçáo do tsnino requer para náo prejudicar o aroma do vinho, certa pratica farmaceutics. A cõr, o tanino. matérias em suspensão sflo eiiminados pelo oarvão vegetal. O &*to<a quase nada p*roe de sua quantidade, neste processo d? destanizaçáo. A água. o?e.'do e os toscara perman^ee^&o iralter^dcs,p1 Ptemseeuti<ee «Oct. ÍM2 Vol XVIII - N. 10). Evtldo iá Olivaira do mais, devemos ter em mente Outra questão suscitada pelos vinhos é a do uso. Essas preparações que nossa condição de temperatura desaconsettia o uso continuado de vinho. X também qus colabora na dl- sao vendidas largamente geralmente para fins tônicos, aperitwcs e estimulamtes da nutriçfto. Tcda»^ pretexto fusão do sjcooflsroo, sob o de tratamento por vin«ho medieinal. Entendemos, muitas formulas Coníerencia ünternacionai de Bruxeüaa, 1900, não aceitou ma formas como oficiais. Os Estados umdos náo mais publicaram na sua ds vinho desnecessárias, porque podemos substitui-las por outros medicamentos ***** formas farmaoeutlcas sem álcool t vinho, com o mes- Farma«copé_ft preparações, gajénjea* desta natureza, principalmente vicapaaes de satisfaeerem os nàu* iaaanaer«_i *» mft. ou quiçá, maior valor twapeuprincípios fe******íjb^mfcí se o vinho medicinal «6 nho Jerez. Em muitas -regiões da terra, entendem que iixüoeções terapeutlcas de vinhos favorecem o alooolismo terapêutico. E' inegaivel que o vinho obtido da f-enmenta-çao das uvas é um ótimo estimulante. Entretanto, o vinho medicinal apresenta certos inconvenientes quanto ao uso livre do iaidividuo. Isto porque há varias contra-indicações que d*v«mi ser obedecidas. Assim, nas doenças do estômago a abolição de vinho medicinal é taxativa. Portanto. desde os simples casos de nipfr- aplicação oral, não quer isto traduair a exclusividade de admiailstração por essa via orgânica. Outrwa, Hipocrates e discípulos empregaram o vinho tinto na cura das ferid-as. Os israelitas, na conhecida operação de circuncisão empregavem o vinho como hemostatíco. Lemery preconizava, em um baderna, obtido com vmho para tratar das feridas, fortificar os nervos e eombater cs catarroe. Pare, 2el««v tou, Sabrasés, dentre varias mestres em tempos diversos, utilizavam sensibilidade da mucosa ate as hlper-clorid-as. ge-strifres, ulce» e cancldas. Lisfranc e Baudelooque usa- o vinho pelas propriedades bactericervam «em gin«eco-ogia. Andiry recomenda para qwimaduras. furun- Os portadores de ure<trite e cistits agudas, reumart-ismo poli-articular culcs. ectims, herpes genitsl, ete. agudo, câncer, nefoito a-guda, cirrese hepãtica e perturbaçóes do siscado o vinho na cura des queima- Perran e Ledero acharam ser inditema nervoso, figuram no numero duras. (Acc-ón Médica, das contoa-ta-dicacóes. Os doentes 1940 in Rev. Del Cole. de Farm. do aparelho circulatório, principalmente oardiaces e aorticos, não po- «4)-,- t r * Nacio. Rosário De Vel VTTT dem de modo algum faaer uso de Portanto.o vinho me«dacinai foi quaisquer vinho medicinal. empregado para uso externo, fcoplcamente, graças ás propriedades cl- E* vinhos E' comum ler na bula dos vmnos C8f^^P"Í»^^^v'^w:^jíL fenecidos peles laboratórios farma- oatfteantos, *t**m**mm e 9nM-*.*- cêuticos, a prescrição para crianças I niçrrágicas. e indivíduos ccnvalesce_tes. N&o Quanto ao valor desta aplicação nos parece oportuna semelhante indfcaçáo, porque o alcoc!, meamo em desuno * que o desenvolvimento dos externa, son-snte frisamos ee-tar em,d<:«se mínima é maléfico ao «ganiamo infantil e existem recursos terádos pode apresentar muit«os recur- conhwlmentos humanos especializapeutieca mais eficientes destinados sos para satisfazer quaisquer desás crian-ças fracas, anorexiess, emagrecwas. Quanto aos convaiescen- uso externo doe vinhos medicinais. mis propriedades utüsadas para s tes, entendemos que deva _».»«" Terminando, insistimos que cs rinhos devem ter indfcaçáe mais pon- didio o «esudo post-doecça do invividuo, do contrario, vamos determinar, aclm-nistrando altoocl, uma maco-lécniccs, principalmente a cvrsda e que certos cuidados far- excitação.geraâ demasiada, portanto prejudicial por tan mscttoamsnpregados e tossidos ao conhecimen- destanissção, pre-cissm ser mais.«emto perfemamente deeneeesssrlo. Além to de todos os farmacêuticos. CANFQSULFQNATQ USUliNHUHIW S&to medicamento é um produto menos promunciada. Aumenta d«e_«üdo resulunte da combinação de uma motecula de *u_ta- tonus do utero isolado da. eo- prolonga consideravelmente o nülamida coxo. uma morecum de baia virgem de maneira similar ácido canlosutfonico. O novo ao extrato da pituitaria. Conr sal intonsmica oonj-dd«er»v'filmente e de maneira durável a amte composto pode produzir efei- elue-ae das experiências qu, eaplitude das contrações auricular tos oxltóciços semelhantes aos * ^ :!r_fe!_. _ ^-fe^*«.i^am 1 taembem poesue uma a^ an- «ultrapassa a das pf^lpwãjjw cantforadas comuns. E' sabido que as sumamidas produzem graves alterações no sangue. O do trabalho. O produto tem tiao injetado em doses multo altas lntiavenosamente em cavaloa atacados de febre tüoide eqüina «em alterar os eonstttutotes do sangue e oom resultados terapeutícoe favoraiveis. O medicamento é estremamente enérgico como diuretico; intra-venosamente em «cão, ele quintuplica a quantidade de urina eliminada em um mesmo periodo de tempo. A acáo diuretlca é verificada com outros modos de, administração mas é tiestreptocacica «capaz de prev-enir iníéoçõea gerais que podem aparecer durante oa trabalhos oanfoaulfan-vto de sukanilamlda revela a este respeito ser tlgenetlca deste compoato glnecologicos. A atividade an- "In completamente inócua "In v4- vitro" sobre cultyra, «em uma tro" não é modificado nem o numero nem» formula daa celu- ses mais que da suifaniâamkla- concentração de 1-150, é Uès ve- Ias brancas t vermelhas, nâo ae em ooiicentraçio de B* produaindo hemolisesnemméttia eficiente contra gonococua «em moglobkien_la nas mesmas con- melo de cultura sangue-agar (Besancon e Orilfon) em um* centrações ou em concentrações «- ««^^ \ 1^ ^M!Tm,So maiores <jue a das sumanüaml- L?S«^^.2Í«5^.5í_SÍ í í_ dãs. altas não teem influencia sobre "In vivo" a mesma ação inocua sobre o sangue foi Observa- a expermatoflpenese do cão, o «4M contrasta com a diminuição eapennatogenica apontada por da por H. Busquet e C Via*- niac, Boc. da Therap., 3,1M0,8; JTaubert e Mota quanlo ue-tram J. A. Ph. A., ,113, autore» a rotfanilamidaterapia. A ac&o batericlda foi veriíicada sobra bacilos edi, paratifotde A, «tholera daa aves. Este composto no homem tem o mesmo efeito d* aufcfianllamida quando adminlstrado oralmente na doas de t gramas. Â. M. LAGO Solução fmum át Créíé A solução de Crèdè é uma «disto- '..'çáo de 1.0 de nitrato de prato em 100,0 de água. e a pomada de OrMé é manipulada com co!a«;,gol. «eg^nido i formula conhecida wveri*.» rves forr.iu!r.«rios comuns.
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