PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA
|
|
|
- Flávio Pedroso Camarinho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA
2 O desenvolvimento do orçamento requer uma visão global e razoavelmente detalhada do futuro da empresa
3 Costumamos descartar os outliers e os resultados adversos quando projetamos o futuro TALEB, N. N. A lógica do cisne negro, p. 160, 2008
4
5 Por que compreender a mecânica da previsão orçamentária?
6 Previsão da Demanda A previsão da demanda é a base para o planejamento estratégico da produção, vendas e finanças de qualquer empresa. Permite que os gestores destes sistemas antevejam o futuro e planejem adequadamente suas ações. As previsões são usadas pelo Planejamento e Controle da Produção (PCP) em dois momentos distintos: para planejar o sistema produtivo e para planejar o uso deste sistema produtivo. (TUBINO, 2009)
7 Previsão da Demanda A responsabilidade pela preparação da previsão da demanda normalmente é do setor de Marketing ou Vendas. Porém, existem dois bons motivos para que o pessoal do PCP entenda como esta atividade é realizada. A previsão da demanda é a principal informação empregada pelo PCP na elaboração de suas atividades; Em empresas de pequeno e médio porte, não existe ainda uma especialização muito grande das atividades, cabendo ao pessoal do PCP (geralmente o mesmo de Vendas) elaborar estas previsões. Atualmente as empresas estão buscando um relacionamento mais eficiente dentro de sua cadeia produtiva.
8 Marketing e PCP na previsão da demanda Geralmente a atividade orçamentária iniciase pelos suborçamentos de vendas e investimentos, partindo-se, depois para os demais.
9 Marketing e PCP na previsão da demanda É claro que nem sempre se principia a atividade orçamentária pelos suborçamentos de vendas e investimentos. É preferível começar pelos pontos que há maiores restrições
10 Uma indústria, cujos produtos têm uma demanda que excede a capacidade de fabricação, iniciará planejando as quantidades a produzir; só depois determinar quanto vai vender.
11 Já um produtor de álcool e açúcar, por exemplo, poderá iniciar prevendo a colheita de cana sua região, isto é, iniciará pelo planejamento da compra da matériaprima, para só depois determinar quanto irá produzir e vender
12 Etapas de um modelo de previsão Objetivo do Modelo Coleta e análise de dados Seleção da técnica de previsão Obtenção das previsões Monitoração do Modelo
13 Objetivo do Modelo A primeira etapa consiste em definir a razão pela qual necessitamos de previsões. Que produto, ou famílias de produtos, será previsto, com que grau de acuracidade e detalhe a previsão trabalhará, e que recursos estarão disponíveis para esta previsão. A sofisticação e o detalhamento do modelo depende da importância relativa do produto, ou família de produtos, a ser previsto e do horizonte ao qual a previsão se destina. Itens pouco significativos podem ser previstos com maior margem de erro, empregando-se técnicas simples. Assim como admite-se margem de erro maior para previsões de longo prazo, empregando-se dados agregados de famílias de produtos.
14 Coleta e Análise dos Dados Visa identificar e desenvolver a técnica de previsão que melhor se adapte. Alguns cuidados básicos: Quanto mais dados históricos forem coletados e analisados, mais confiável a técnica de previsão será; Os dados devem buscar a caracterização da demanda pelos produtos da empresa, que não é necessariamente igual as vendas passadas; Variações extraordinárias da demanda devem ser analisadas e substituídas por valores médios, compatíveis com o comportamento normal da demanda; O tamanho do período de consolidação dos dados tem influência direta na escolha da técnica de previsão mais adequada, assim como na análise das variações extraordinárias.
15 Seleção da Técnica de Previsão Existem técnicas qualitativas e quantitativas. Cada uma tendo o seu campo de ação e sua aplicabilidade. Alguns fatores merecem destaque na escolha da técnica de previsão: Decidir em cima da curva de troca custo-acuracidade ; A disponibilidade de dados históricos; A disponibilidade de recursos computacionais; A experiência passada com a aplicação de determinada técnica; A disponibilidade de tempo para coletar, analisar e preparar os dados e a previsão; O período de planejamento para o qual necessitamos da previsão.
16 Obtenção da Previsões e Monitoração Com a definição da técnica de previsão e a aplicação dos dados passados para obtenção dos parâmetros necessários, podemos obter as projeções futuras da demanda. Quanto maior for o horizonte pretendido, menor a confiabilidade na demanda prevista. A medida em que as previsões forem sendo alcançadas pela demanda real, deve-se monitorar a extensão do erro entre a demanda real e a prevista, para verificar se a técnica e os parâmetros empregados ainda são válidos. Em situações normais, um ajuste nos parâmetros do modelo, para que reflita as tendências mais recentes, é suficiente.
17 Processo de Previsão Dados de variáveis que expliquem as vendas Dados de históricos de Vendas Informações que expliquem comportamento atipico Tratamento estatístico dos dados de vendas e outras variáveis Informações da conjuntura econômica Decisões da área comercial Outras informações do mercado Informações de clientes Informações de concorrentes Outras informações do mercado Reunião de Previsão Comprometimento das áreas envolvidas Tratamento das informações disponíveis Previsão de vendas
18 Técnicas de previsão Existem uma série de técnicas disponíveis, com diferenças substanciais entre elas. Porém, cabe descrever as características gerais que normalmente estão presentes em todas as técnicas de previsão, que são: Supõem-se que as causas que influenciaram a demanda passada continuarão a agir no futuro; As previsões não são perfeitas, pois não somos capazes de prever todas as variações aleatórias que ocorrerão; A acuracidade das previsões diminui com o aumento do período de tempo auscultado; A previsão para grupos de produtos é mais precisa do que para os produtos individualmente, visto que no grupo os erros individuais de previsão se anulam.
19 Técnicas de previsão As técnicas de previsão podem ser subdivididas em dois grandes grupos: As técnicas qualitativas privilegiam principalmente dados subjetivos, os quais são difíceis de representar numericamente. Estão baseadas na opinião e no julgamento de pessoas chaves, especialistas nos produtos ou nos mercados onde atuam estes produtos; As técnicas quantitativas envolvem a análise numérica dos dados passados, isentando-se de opiniões pessoais ou palpites. Empregam-se modelos matemáticos para projetar a demanda futura. Podem ser subdivididas em dois grandes grupos: as técnicas baseadas em séries temporais, e as técnicas baseadas em correlações.
20 Qualitativos Método Delphi Estimativas da equação de vendas Opinião de executivos Pesquisa de mercado Baseados em julgamentos
21 Quantitativos Média Móvel Média Móvel Ponderada Exponencial Móvel Ajustamento Sazonal Regressão Linear
22 Previsões baseadas em séries temporais
23 Previsões baseadas em séries temporais Partem do princípio de que a demanda futura será uma projeção dos seus valores passados, não sofrendo influência de outras variáveis. É o método mais simples e usual de previsão, e quando bem elaborado oferece bons resultados. Para se montar o modelo de previsão, é necessário plotar os dados passados e identificar os fatores que estão por trás das características da curva obtida. Uma curva temporal de previsão pode conter tendência, sazonalidade, variações irregulares e variações randônicas.
24 Previsões baseadas em séries temporais 60 Sazonalidade Tendência 50 Demanda Variação randônica Variação irregular 0 Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez.
25 Técnicas para Média
26 Média Móvel A média móvel usa dados de um número predeterminado de períodos, normalmente os mais recentes, para gerar sua previsão. A cada novo período de previsão se substitui o dado mais antigo pelo mais recente. M m n n D i 1 = = n Mm n = Média móvel de n períodos; D i = Demanda ocorrida no período i; n = Número de períodos; i = índice do período (i = 1,2,3,...) i
27 Exercício de Auto Avaliação Semana Consumo Real Previsão Qual a previsão para as semanas 5, 6 e 7?
28 Solução P 5 P 6 = = = 107,5 = 110,0 P 7 = = 108,5
29 Média Móvel Ponderada Aqui se multiplica fatores para fornecer diferentes pesos para diferentes dados % maior para o consumo mais recente
30 Exercício de Auto Avaliação Semana Consumo Real Previsão Qual a previsão para as semanas 5, 6 e 7? Ponderações: Primeira semana anterior : 0,7 Segunda semana anterior: 0,2 Terceira semana anterior: 0,1
31 Solução P 5 = 110(0,1) + 105(0,2) + 115(0,7) = 112,50 P 6 = 105(0,1) + 115(0,2) + 110(0,7) = 110,50 P 7 = 115(0,1) + 110(0,2) + 105(0,7) = 107,00
32 Média Exponencial Móvel O peso de cada observação decresce no tempo em progressão geométrica, ou de forma exponencial. Cada nova previsão é obtida com base na previsão anterior, acrescida do erro cometido na previsão anterior, corrigido por um coeficiente de ponderação (α)
33 Aplica-se um fator de correção na previsão do período anterior Objetivo: Aproximar o máximo possível da variação da demanda real e a previsão realizada DICIONÁRIO DAS VARIÁVEIS ( ) M = M + α D M t t 1 t 1 t 1 M t = Previsão para o período t; M t-1 = Previsão para o período t-1; α = coeficiente de ponderação; D t-1 = Demanda do período t-1. O coeficiente de ponderação (α) é fixado pelo analista dentro de uma faixa que varia de 0 a 1. Quanto maior o seu valor, mais rapidamente o modelo de previsão reagirá a uma variação real da demanda.
34 Exercício de Auto Avaliação Semana Consumo Real Previsão Coeficiente de amortecimento (α) = 0,3
35 Solução P 5 = ,3 ( ) = 111,50 P 6 = 111,50 + 0,3 ( ,50) = 110,05 P 7 = 111,05 + 0,3 ( ,05) = 109,24
36 Técnicas para Tendência
37 Equação Linear Y = a + bx DICIONÁRIO DAS VARIÁVEIS b a = = ( ) ( )( ) 2 2 n( X ) ( X ) n XY X Y ( ) Y b X n Y = Previsão da demanda para o período X; a = Ordenada à origem, ou intercepção no eixo dos Y; b = Coeficiente angular; X = Período (partindo de X=0) para previsão; n = número de períodos observados.
38 Exercício de Auto Avaliação Semana (X) Demanda (Y) Σ X ΣX² XY Σ
39 Solução Semana(X) Demanda(Y) X X 2 XY b = = = , a = = 421, , 73 Y = 421, ,73 X Y 9 = 421, ,73 (9) = 536,03 Y 10 = 421, ,73 (10) = 548,76
40 Técnicas para Previsão da Sazonalidade
41 Consiste em estabelecer índices, por meio de médias, para determinação de um índice base para cada período em estudo
42 Procedimentos 1 Determinar os coeficientes por períodos; 2 Determinar o coeficiente médio; 3 Obter a previsão do período sazonal.
43 Exercício de Auto Avaliação Trimestre Períodos de Análise
44 Passos na solução Trimestre Períodos de Análise Demanda Média Determina o quantitativo por período da demanda; 2 Encontra-se a média por período;
45 Passos na solução - continuação 3 Divide cada período e respectivo trimestre pela média para obter os coeficientes por períodos Trimestre Períodos de Análise Coeficientes ,71 1,59 1, ,29 0,18 0, ,86 0,86 0, ,14 1,29 1,12 Demanda Média
46 Passos na solução - continuação 4 Somar os coeficientes obtidos no trimestre e por períodos e encontra uma média, para obter o coeficiente médio; 5 Some o quantitativo da demanda dos períodos; 6 Determine a média da demanda total. Trimestre Períodos de Análise Coeficientes Coeficiente Médio ,71 1,59 1,63 1, ,29 0,18 0,33 0, ,86 0,86 0,93 0, ,14 1,29 1,12 1,18 Demanda Média ,67
47 Passos na solução - final 6 Divida a média da demanda total pelo número de trimestres. 7 Multiplique o resultado obtido no passo 6 por cada coeficiente médio e obtém a previsão do período sazonal Trimestre Períodos de Análise Coeficientes Coeficiente Médio Previsão do Período ,71 1,59 1,63 1, ,29 0,18 0,33 0, ,86 0,86 0,93 0, ,14 1,29 1,12 1, Demanda Média ,67 746,67 4 trimestres = 186,67
48 A sazonalidade é expressa em termos de uma quantidade, ou de uma percentagem, da demanda que desvia-se dos valores médios da série. Caso exista tendência, ela deve ser considerada. O valor aplicado sobre a média, ou a tendência, é conhecido como índice de sazonalidade. A forma mais simples de considerar a sazonalidade nas previsões da demanda, consiste em empregar o último dado da demanda, no período sazonal em questão, e assumi-lo como previsão.
49 Previsões Baseadas em Correlações
50 Buscam prever a demanda de determinado produto a partir da previsão de outra variável que esteja relacionada com o produto. O objetivo da regressão linear simples consiste em encontrar uma equação linear de previsão, do tipo Y = a + bx (onde Y é a variável dependente a ser prevista e X a variável independente da previsão), de forma que a soma dos quadrados dos erros de previsão (b) seja a mínima possível. Este método também é conhecido como regressão dos mínimos quadrados.
51 Y = PREVISÃO DA DEMANDA PARA O ITEM DEPENDENTE b = ( ) ( )( ) 2 2 n( X ) ( X ) n XY X Y Y β Y = a + bx a = ( ) Y b X n β 2 0 X = VALOR DA VARIÁVEL INDEPENDENTE X
52 Manutenção e Monitorização do Modelo Uma vez decidida a técnica de previsão e implantado o modelo, há necessidade de acompanhar o desempenho das previsões e confirmar a sua validade perante a dinâmica atual dos dados. Esta monitorização é realizada através do cálculo e acompanhamento do erro da previsão, que é a diferença que ocorre entre o valor real da demanda e o valor previsto pelo modelo para um dado período. A manutenção e monitorização de um modelo de previsão confiável busca: Verificar a acuidade dos valores previstos; Identificar, isolar e corrigir variações anormais; Permitir a escolha de técnicas, ou parâmetros, mais eficientes.
53 Uma forma de acompanhar o desempenho do modelo consiste em verificar o comportamento do erro acumulado que deve tender a zero, pois espera-se que o modelo de previsão gere, aleatoriamente, valores acima e abaixo dos reais, devendo assim se anular. O erro acumulado deve ser comparado com um múltiplo do desvio médio absoluto, conhecido como MAD (Mean Absolute Deviation). Em geral, compara-se o valor do erro acumulado com o valor de 4 MAD. Quando ultrapassar este valor, o problema deve ser identificado e o modelo deve ser revisto. Datual Dprevista MAD = n
54 Exercício de Auto Avaliação Período Datual α = 0,10 α = 0,50 Dprevista Erro Dprevista Erro Σ Erro = Σ Erro = MAD = MAD =
55 Solução Período Datual α = 0,10 α = 0,50 Dprevista Erro Dprevista Erro ,00 5,00 90,00 5, ,50 7,50 92,50 5, ,25-1,25 95,50-5, ,12 0,88 92,62-0, ,20 3,80 92,31 2, ,58-1,58 93,65-3, ,42 8,58 91,82 8, ,27-0,27 95,91-3, ,25 2,75 93,95 1,05 Σ Erro = 25,41 Σ Erro = 8,99 MAD = 31,61/9 = 3,51 MAD = 35,85/9 = 3,98 Para α = 0,10, temos que: 4 x 3,51 = 14,04 < 25,41 Para α = 0,50, temos que: 4 x 3,98 = 15,92 < 8,99
56 Uma série de fatores pode afetar o desempenho de um modelo de previsão, sendo que os mais comuns são: A técnica de previsão pode estar sendo usada incorretamente, ou sendo mal interpretada; A técnica de previsão perdeu a validade devido à mudança em uma variável importante, ou devido ao aparecimento de uma nova variável; Variações irregulares na demanda podem ter acontecido em função de greves, formação de estoques temporários, catástrofes naturais, etc. Ações estratégicas da concorrência, afetando a demanda; Variações aleatórias inerentes aos dados da demanda.
57 Referências FREUND, J. E. Estatística aplicada. 11 ed. Porto Alegre: Bookman, GONÇALVES, F. Excel avançado 2003/2007: Forecast Análise e previsão de demanda, Rio de Janeiro: Ciência Moderna, MARTINS, G de A. e DOMINGUES, O. Estatística geral e aplicada. 4 ed. São Paulo: Atlas, OBERT, R. As previsões na empresa: planos de financiamento, orçamentos e tesouraria. Portugal: Cetop, 1991 PASCUAL, R. C. Prevision tecnológica y de la demanda. Barcelona: Marcombo, SCHARPE, N. R., DE VEAUX, R. D. e VELLEMAN, P. F. Estatística aplicada a administração, economia e negócios. Porto Alegre: Bookman, SCHUBERT, P. Orçamento integrado empresarial: metodologia, elaboração controle e acompanhamento. 3 d., Rio de Janeiro: Freitas Bastos, SELEME, R e SELEME, R.B. Automação da produção: abordagem gerencial. Curitiba: Ibpex, 2008 TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle da produção. 2 ed. São Paulo: Atlas, WANKE, P e JULIANELLI, L. (Orgs.). Previsão de vendas: processos organizacionais & métodos quantitativos e qualitativos. São Paulo: Atlas, 2006.
Escola de Engenharia de Lorena EEL/USP Curso de Engenharia de Produção. Prof. Fabrício Maciel Gomes
Escola de Engenharia de Lorena EEL/USP Curso de Engenharia de Produção Prof. Fabrício Maciel Gomes Previsão de Demanda A previsão da demanda é a base para o planejamento estratégico da produção, vendas
Planejamento e Controle da Produção I
Planejamento e Controle da Produção I Previsão de Demanda Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 1 Introdução A previsão de demanda é a base para o planejamento da produção, vendas e finanças de qualquer empresa;
Módulo 2 AVALIAÇÃO DA DEMANDA EM TRANSPORTES
Módulo 2 AVALIAÇÃO DA DEMANDA EM TRANSPORTES Conceitos Iniciais Prever é a arte e a ciência de predizer eventos futuros, utilizandose de dados históricos e sua projeção para o futuro, de fatores subjetivos
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Lista de exercícios para a prova 2 Grupo teórico: 1) Comente três razões para se gerenciar a demanda 2) Defina tendência
Previsão de Demanda: Uma Análise quantitativa baseada em séries temporais de uma empresa fabricante de portas
Previsão de Demanda: Uma Análise quantitativa baseada em séries temporais de uma empresa fabricante de portas Edimar Nunes Dias, EPA, UNESPAR/Campus de Campo Mourão [email protected] Igor José do
PREVISÃO DA DEMANDA. Aula 10 e 11 e 12 - Regina Meyer Branski
PREVISÃO DA DEMANDA Aula 10 e 11 e 12 - Regina Meyer Branski Objetivos da aula Ao final os alunos devem ser capazes de implementar processo de previsão de demanda conhecendo: Modelos de Previsão Indicadores
Administração. Previsão de Estoques. Professor Rafael Ravazolo.
Administração Previsão de Estoques Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Aula XX PREVISÃO DE ESTOQUES Cada aspecto do gerenciamento de materiais está voltado para fornecer
Planejamento e Controle da Produção I
Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Planejamento Agregado: Maximizar os resultados das operações e minimizar os riscos de tomadas
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
AULA 09 Regressão. Ernesto F. L. Amaral. 17 de setembro de 2012
1 AULA 09 Regressão Ernesto F. L. Amaral 17 de setembro de 2012 Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à
9 Correlação e Regressão. 9-1 Aspectos Gerais 9-2 Correlação 9-3 Regressão 9-4 Intervalos de Variação e Predição 9-5 Regressão Múltipla
9 Correlação e Regressão 9-1 Aspectos Gerais 9-2 Correlação 9-3 Regressão 9-4 Intervalos de Variação e Predição 9-5 Regressão Múltipla 1 9-1 Aspectos Gerais Dados Emparelhados há uma relação? se há, qual
Gestão de Stocks. Estudo realizado por: Dulce Varandas e Lídia Teixeira. Orientação:
Implementação de um Sistema de Gestão Empresarial (ERP) numa empresa do sector metalúrgico Gestão de Stocks Estudo realizado por: Orientação: Dulce Varandas e Lídia Teixeira Prof. Jorge Pinho de Sousa
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
Análise de Séries Temporais
Análise de Séries Temporais Definições Uma série temporal é qualquer conjunto de observações ordenadas no tempo. Por exemplo: Valores diários de poluição na cidade de São Paulo; Valores mansais de temperatura
APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA EM UMA LOJA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
João Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016 APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA EM UMA LOJA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Fernanda Quiteria Arraes Pimentel (UEPA ) pimentelfernanda95@gmailcom
DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE
Fatores válidos para recolhimento em 01/08/2016 JANEIRO 3,3714 3,2396 3,0166 2,8566 2,6932 2,5122 2,3076 2,1551 1,9790 1,8411 1,7203 1,5947 FEVEREIRO 3,3614 3,2158 3,0021 2,8464 2,6807 2,4939 2,2968 2,1429
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-46/12
JANEIRO 2,7899 2,6581 2,4351 2,2751 2,1117 1,9307 1,7261 1,5736 1,3975 1,2596 1,1388 1,0132 FEVEREIRO 2,7799 2,6343 2,4206 2,2649 2,0992 1,9124 1,7153 1,5614 1,3860 1,2496 1,1288 1,0032 MARÇO 2,7699 2,6010
Análise de Séries Temporais
Análise de Séries Temporais Análise de Séries Temporais Definições Uma série temporal é qualquer conjunto de observações ordenadas no tempo. Por exemplo: Valores diários de poluição na cidade de São Paulo;
Análise da Regressão. Prof. Dr. Alberto Franke (48)
Análise da Regressão Prof. Dr. Alberto Franke (48) 91471041 O que é Análise da Regressão? Análise da regressão é uma metodologia estatística que utiliza a relação entre duas ou mais variáveis quantitativas
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
LISTA DE EXERCÍCIOS 3 INE 7001 PROF. MARCELO MENEZES REIS ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS
LISTA DE EXERCÍCIOS 3 INE 7001 PROF. MARCELO MENEZES REIS ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS 1) A que componentes de uma série temporal (pelo modelo clássico) estariam principalmente associados cada um dos seguintes
PREVISÃO DA DEMANDA MILKA SOUSA DE MEDEIROS HTTPS://SITES.GOOGLE.COM/SITE/MMEDEIROSACADEMICO/
PREVISÃO DA DEMANDA MILKA SOUSA DE MEDEIROS [email protected] HTTPS://SITES.GOOGLE.COM/SITE/MMEDEIROSACADEMICO/ INTRODUÇÃO Existem vários tipos de planejamentos, tratando de diversos assuntos,
Prof. Wendell Léo. Gestão de Estoques Previsão de Estoques.
Prof. Wendell Léo Gestão de Estoques Previsão de Estoques [email protected] Previsão de Estoques Gráficos de Evolução de Consumo Evolução de Consumo Horizontal 48) O modelo de evolução horizontal
INE 7001 Estatística para Administradores I Turma Prática 1 15/08/2016 GRUPO:
INE 7001 Estatística para Administradores I Turma 02301 - Prática 1 15/08/2016 No arquivo Prática_em_planilhas.xlsx, procurar pela planilha Prática1. Usando o primeiro conjunto de dados (dados sobre os
Regressão. PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei
Regressão PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei Regressão Introdução Analisar a relação entre duas variáveis (x,y) através da equação (equação de regressão) e do gráfico
MBA EM GESTÃO COMERCIAL
Módulo: Projeção de Vendas Aula 3: Quantitativos Sazonalidade/Tendência, Média Móvel e Suavização 2015 by Ibramerc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must
Estatística. Correlação e Regressão
Estatística Correlação e Regressão Noções sobre correlação Existem relações entre variáveis. Responder às questões: Existe relação entre as variáveis X e Y? Que tipo de relação existe entre elas? Qual
Administração de Produção e Operações. Henrique Corrêa e Carlos Corrêa. Editora Atlas, ª Edição.
Administração de Produção e Operações Henrique Corrêa e Carlos Corrêa Editora Atlas, 2004. 1ª Edição. Material protegido pela Lei de Direitos Autorais proibida sua reprodução ou retransmissão por qualquer
Técnicas quantitativas de previsão de demanda: um estudo de caso em um estabelecimento comercial
Técnicas quantitativas de previsão de demanda: um estudo de caso em um estabelecimento comercial Vander Luiz Da Silva 1 (UNESPAR/Campus de Campo Mourão) [email protected] Thamara Martim 2 (UNESPAR/Campus
Aula 5 Previsão da Demanda Quinta-feira
Aula 5 Previsão da Demanda Quinta-feira Profa. Luciana Menezes Andrade [email protected] Desligue o celular ou coloque no silencioso; Não leia nem responda mensagens Atenção aos horários de
Regressões: Simples e MúltiplaM. Prof. Dr. Luiz Paulo Fávero 1
Regressões: Simples e MúltiplaM Prof. Dr. Luiz Paulo FáveroF Prof. Dr. Luiz Paulo Fávero 1 1 Técnicas de Dependência Análise de Objetivos 1. Investigação de dependências entre variáveis. 2. Avaliação da
ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS
1 Definição e representação ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS Uma série temporal é um conjunto de observações tomadas em intervalos de tempo comumente iguais (ano a ano, mês a mês, semana a semana, etc.). Exemplos:
Modelagem do comportamento da variação do índice IBOVESPA através da metodologia de séries temporais
Modelagem do comportamento da variação do índice IBOVESPA através da metodologia de séries temporais João Eduardo da Silva Pereira (UFSM) [email protected] Tânia Maria Frighetto (UFSM) [email protected]
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO. Modelos Probabilísticos para a Computação Professora: Andréa Rocha. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Dezembro, 2011
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO CORRELAÇÃO E REGRESSÃO Modelos Probabilísticos para a Computação Professora: Andréa Rocha UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Dezembro, 2011 CORRELAÇÃO Introdução Quando consideramos
Orçamento Empresarial Unidade 03 Orçamento de Vendas
ORÇAMENTO EMPRESARIAL Unidade 03 ORÇAMENTO DE VENDAS CONCEITOS E OBJETIVOS Orçamento Empresarial 1. Aspectos Evolutivos A história do orçamento empresarial confunde-se com a própria história do orçamento.
Probabilidade e Estatística (Aula Prática - 23/05/16 e 24/05/16)
Probabilidade e Estatística (Aula Prática - 23/05/16 e 24/05/16) Resumo: Veremos nesta aula tabelas, cálculos de porcentagem e gráficos; amostras e tipo de amostragem; Medidas de tendência central e medidas
Unidade II MATEMÁTICA APLICADA. Prof. Luiz Felix
Unidade II MATEMÁTICA APLICADA Prof. Luiz Felix Equações do 1º grau Resolver uma equação do 1º grau significa achar valores que estejam em seus domínios e que satisfaçam à sentença do problema, ou seja,
PREVISÃO. Prever o que irá. acontecer. boas decisões com impacto no futuro. Informação disponível. -quantitativa: dados.
PREVISÃO O problema: usar a informação disponível para tomar boas decisões com impacto no futuro Informação disponível -qualitativa Prever o que irá acontecer -quantitativa: dados t DEI/FCTUC/PGP/00 1
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ANÁLISE SWOT S - STRENGTHS - FORÇAS - INTERNO W - WEAKNESSES - FRAQUEZAS - INTERNO O - OPPORTUNITIES - OPORTUNIDADES - EXTERNO T - THREATS - AMEAÇAS - EXTERNO PORQUE FAZER SWOT?
Módulo 4 Ajuste de Curvas
Módulo 4 Ajuste de Curvas 4.1 Intr odução Em matemática e estatística aplicada existem muitas situações onde conhecemos uma tabela de pontos (x; y), com y obtido experimentalmente e deseja se obter uma
ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO É um plano administrativo que cobre todas as operações da empresa, para um período de
DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE PREVISÃO DA DEMANDA EM UMA EMPRESA MOVELEIRA DE PEQUENO PORTE.
DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE PREVISÃO DA DEMANDA EM UMA EMPRESA MOVELEIRA DE PEQUENO PORTE. José de Souza Rodrigues (UNESP) [email protected] Marco Antonio Argenton (UNESP) [email protected] Wallace
Regressão linear simples
Regressão linear simples Universidade Estadual de Santa Cruz Ivan Bezerra Allaman Introdução Foi visto na aula anterior que o coeficiente de correlação de Pearson é utilizado para mensurar o grau de associação
O objetivo desse conteúdo é apresentar os principais conceitos relacionados ao planejamento estratégico da produção e à formalização desse
O objetivo desse conteúdo é apresentar os principais conceitos relacionados ao planejamento estratégico da produção e à formalização desse planejamento, através da elaboração do plano de produção; 2 Busca
Estatística CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR. Prof. Walter Sousa
Estatística CORRELAÇÃO E REGRESSÃO LINEAR Prof. Walter Sousa CORRELAÇÃO LINEAR A CORRELAÇÃO mede a força, a intensidade ou grau de relacionamento entre duas ou mais variáveis. Exemplo: Os dados a seguir
Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo
Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo 1) Definições de Previsão de Demanda 2) Mercados 3) Modelo de Previsão 4) Gestão da Demanda 5) Previsão como Processo
ANÁLISE ESTATÍSTICA DA RELAÇÃO ENTRE A ATITUDE E O DESEMPENHO DOS ALUNOS
ANÁLISE ESTATÍSTICA DA RELAÇÃO ENTRE A ATITUDE E O DESEMPENHO DOS ALUNOS Nível de significância No processo de tomada de decisão sobre uma das hipóteses levantadas num estudo, deve-se antes de tudo definir
Ajuste de Curvas. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Francisco Beltrão. Disciplina: Cálculo Numérico Professor: Jonas Joacir Radtke
Ajuste de Curvas Campus Francisco Beltrão Disciplina: Professor: Jonas Joacir Radtke Uma forma de se trabalhar com uma função definida por uma tabela de valores é a interpolação. Contudo, a interpolação
CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS º PERÍODO
CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS 2018-1 3º PERÍODO DISCIPLINA: ÁLGEBRA LINEAR Estudo e resolução de sistemas de equações lineares. Estudo e resolução de matrizes e determinantes. Detalhamento de ortogonalidade
A análise de séries temporais é uma área da estatística dedicada ao estudo de dados orientados no tempo (MONTGOMERY, 2004).
3 Séries temporais A análise de séries temporais é uma área da estatística dedicada ao estudo de dados orientados no tempo (MONTGOMERY, 2004). 3.1. Princípios fundamentais Conforme Box et al. (1994), uma
APÊNDICE 7 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DO TCC NO FORMATO DE RELATÓRIO TÉCNICO GERENCIAL
APÊNDICE 7 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS DO TCC NO FORMATO DE RELATÓRIO TÉCNICO GERENCIAL 1 INTRODUÇÃO Explicar o formato de análise de diagnóstico/relatório técnico do trabalho. Contextualizar o leitor, descrevendo
passos para o planejamento financeiro de uma empresa
5 passos para o planejamento financeiro de uma empresa 5 passos para o planejamento financeiro de UMA empresa Organizar diretrizes e projeções, minimizar riscos, analisar os resultados e reconhecer oportunidades
Análise de Regressão Linear Simples e
Análise de Regressão Linear Simples e Múltipla Carla Henriques Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu Introdução A análise de regressão estuda o relacionamento entre uma variável
PROVAS Ciência da Computação. 2 a Prova: 13/02/2014 (Quinta) Reavaliação: 20/02/2014 (Quinta)
PROVAS Ciência da Computação 2 a Prova: 13/02/2014 (Quinta) Reavaliação: 20/02/2014 (Quinta) Ajuste de Curvas Objetivo Ajustar curvas pelo método dos mínimos quadrados 1 - INTRODUÇÃO Em geral, experimentos
Modelos de Regressão Linear Simples parte I
Modelos de Regressão Linear Simples parte I Erica Castilho Rodrigues 27 de Setembro de 2017 1 2 Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Usar modelos de regressão para construir modelos
Análise de regressão linear simples. Diagrama de dispersão
Introdução Análise de regressão linear simples Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia de Viseu A análise de regressão estuda o relacionamento entre uma variável chamada a variável dependente
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
Disciplina: GST0195 / ORÇAMENTO EMPRESARIAL
Visualizar Prova Página 1 de 5 000942498599044659699280420149928042014 Nome do(a) Aluno(a): Disciplina: GST0195 / ORÇAMENTO EMPRESARIAL Matrícula: Data: / / 1. Questão (Cód.:231321) de 0,80 A visão orçamentária
MINICURSO. Uso da Calculadora Científica Casio Fx. Prof. Ms. Renato Francisco Merli
MINICURSO Uso da Calculadora Científica Casio Fx Prof. Ms. Renato Francisco Merli Sumário Antes de Começar Algumas Configurações Cálculos Básicos Cálculos com Memória Cálculos com Funções Cálculos Estatísticos
Orçamento 29/08/2016. Orçamento de Vendas. Orçamento de Produção. Orçamento de Estoque Final. Orçamento de custos indiretos de fabricação
Orçamento Vendas Estoque Final Produção matéria-prima direta mão-de-obra direta custos indiretos de fabricação Custo dos Produtos Vendidos investimentos financiamentos Caixa despesas de vendas e administrativas
METODOLOGIA DE PROJETO ORIENTADO PARA A MANUFATURA INTEGRADA A UM SISTEMA DE PROJETO ASSISTIDO POR COMPUTADOR
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC/PIBITI 2017/2018 (OSIRIS CANCIGLIERI JUNIOR) METODOLOGIA
Previsão de demanda: Uma análise em uma empresa de equipamentos agrícolas
Previsão de demanda: Uma análise em uma empresa de equipamentos agrícolas Nayara Caroline da Silva Block, EPA, UNESPAR/Campus de Campo Mourão, [email protected] Gustavo Antônio Bombana, EPA, UNESPAR/Campus
Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Suriani de Campos Meireles
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Planejamento e Controle da Produção I Prof. M.Sc. Gustavo Suriani de Campos Meireles Trabalho para composição da avaliação
Orçamento Empresarial PROFA. DRA. NATÁLIA DINIZ MAGANINI
Orçamento Empresarial PROFA. DRA. NATÁLIA DINIZ MAGANINI Agenda Orçamento de caixa Projeção da DRE Novas Técnicas Orçamentárias 2 Vendas Estrutura Orçamento Empresarial Produção Compras Orçamento Operacional
CONTROLE DE ESTOQUE. Prof. Me. Wesley Vieira Borges
Prof. Me. Wesley Vieira Borges Estatística aplicada ao planejamento das necessidades Métodos de previsão de demandas Média aritmética Média móvel Média móvel ponderada exponencial Mínimos quadrados MÉDIA
1 semestre de 2014 Gabarito Lista de exercícios 3 - Estatística Descritiva III C A S A
Exercício 1. (1,0 ponto). A tabela a seguir mostra o aproveitamento conjunto em Física e Matemática para os alunos do ensino médio de uma escola. Notas Notas Notas Física/Matemática Altas Regulares Baixas
Capítulo 10. Método Monte Carlo
Capítulo 10 Método Monte Carlo É fascinante que somente 112.900 km 3 de água da atmosfera é que são as forças básicas do ciclo hidrológico. Corresponderia a camada de 25mm por toda a Terra David Maidment,
Métodos Numéricos e Estatísticos Parte II-Métodos Estatísticos
Métodos Numéricos e Estatísticos Parte II-Métodos Estatísticos Lic. Eng. Biomédica e Bioengenharia-2009/2010 Modelos de regressão É usual estarmos interessados em estabelecer uma relação entre uma variável
Decisões de Compras e de Programação dos Suprimentos. Administração de Logística e da Cadeia de Suprimentos
Decisões de Compras e de Programação dos Suprimentos Administração de Logística e da Cadeia de Suprimentos 1 Programa Importância das compras Estratégias de Compras Métodos Quantitativos e Momento dos
Modelos de Regressão Linear Simples - parte I
Modelos de Regressão Linear Simples - parte I Erica Castilho Rodrigues 19 de Agosto de 2014 Introdução 3 Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz de: Usar modelos de regressão para construir
APLICABILIDADE DE MODELOS DE GERAÇÃO DE VAZÕES SAZONAIS APRESENTANDO DEPENDÊNCIA DE LONGO TERMO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL CENTRO TECNOLÓGICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO APLICABILIDADE DE MODELOS DE GERAÇÃO DE VAZÕES SAZONAIS APRESENTANDO DEPENDÊNCIA DE LONGO TERMO
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica. Regressão. David Menotti.
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica Regressão David Menotti www.inf.ufpr.br/menotti/ci171-182 Hoje Regressão Linear ( e Múltipla ) Não-Linear ( Exponencial / Logística
Prof. Lorí Viali, Dr.
Prof. Lorí Viali, Dr. [email protected] http://www.mat.ufrgs.br/~viali/ Em muitas situações duas ou mais variáveis estão relacionadas e surge então a necessidade de determinar a natureza deste relacionamento.
Sistemas de Informação na Empresa
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 04 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
