Continuando com a modelagem de dados: MER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Continuando com a modelagem de dados: MER"

Transcrição

1 Cotiuado com a modelagem de dados: MER (Modelo Etidade-Relacioameto) Parte 2 profa. Rosaa C. M. Grillo Goçalves [email protected]

2 Coversões do modelo físico para o lógico

3 Exercício: DO MODELO FÍSICO AO MODELO LÓGICO Cosidere as quatro Tabelas que se seguem, e mote o MER que as origiou. M o d e l o F í s i c o Vededor Nome * º Marcelo Aa 2 Rubes 3 Cardoso 4 Raquel 5 * Fiaceira cod_fi Nome 456 Fiasa 23 Satader 674 Real 229 Bradesco 346 Citibak Veículos cod_veiculo placa ao modelo cor 29 DGH Civic preto 345 AGF Corsa braco 238 BHB Chevette azul 67 PQM Palio prata 578 HZB Gol verde 2 DUQ Fox prata 245 QCQ7654 Veda 2007 Stilo vermelho # 62 JKD Uo prata 453 BTX Moza verde º veda # cod_veiculo cod_fi data valor º vededor /02/ , LHF4329 0/02/ ,00 Parati Viho /02/ , /02/ , /02/ ,00 2 * # * 3

4 M o d e l o # F í s i c o Vededor Nome * º Marcelo Aa 2 Rubes 3 Cardoso 4 Raquel 5 * * * Fiaceira cod_fi Nome 456 Fiasa 23 Satader 674 Real 229 Bradesco 346 Citibak Veículos cod_veiculo placa ao modelo cor 29 DGH Civic preto 345 AGF Corsa braco 238 BHB Chevette azul 67 PQM Palio prata 578 HZB Gol verde 2 DUQ Fox prata 245 QCQ7654 Veda 2007 Stilo vermelho # 62 JKD Uo prata # 453 BTX Moza verde cod_fi ome º veda cod_veiculo cod_fi data valor º vededor /02/ , LHF Parati Viho /02/ , /02/ , /02/ , /02/ ,00 2 fiaceira No. ome veiculos veda N N vededor cod_veiculo Placa Ao Modelo cor Data Valor No. veda M o d e l o L ó g i c o

5 CONTEXTO: É ecessário guardar iformação da Biblioteca de uma associação cultural e recreativa. Com este fim foram projetadas 5 tabelas Pede-se: (a) Idetifique as chaves primárias e estrageiras. (b) Faça o MER que deu origem a tais tabelas Livros Sócios Empréstimos Não Sócios Cosultas CodLivro Titulo Autor Pricipal Editora NumEdição Estate Prateleira Status PreçoCosulta CodSocio Nome Edereço Localidade Telefoe NumEmprest CodSócio CodLivro DataEmprest DataEtrega EstadoDevol CodNãoSocio Nome Edreço Localidade Telefoe NumCosulta CodNãoSócio CodLivro DataCosulta EstadoDevol Dica: Para fazer o MER, comece pelas tabelas sem chave estrageira

6 AINDA SOBRE A MODELAGEM ENTIDADE RELACIONAMENTO

7 Geeralização e Especialização Em muitos casos, uma etidade possui diversos subgrupos adicioais de etidades que são sigificativas e precisam ser represetadas explicitamete devido ao seu sigificado para o egócio a ser modelado.

8 Geeralização e Especialização EXEMPLOS: VEÍCULO AUTOMÓVEL CAMINHÃO No de eixos EMPREGADO CPF Nome Edereço ENGENHEIRO CREA Subárea (civil, mecâico...) SECRETARIA Nível (executivo, técico...)

9 Geeralização e Especialização EMPREGADO ENGENHEIRO SECRETARIA

10 Geeralização e Especialização

11 Geeralização e Especialização Cotexto: Salão de Beleza Vedáveis ome valor uidade qtidade em estoque localização Produtos Serviços Profissioal

12 Auto-Relacioameto ou explicação para ou Fucioário N gerecia

13 Auto-Relacioameto Cotexto: Idústria de Motagem: código_peça ome Peça é com- posta por N compõe ou Peça N

14 RELACIONAMENTOS que surgem após a explosão de um relacioameto

15 Cotexto: Sistema de Iformações para uma empresa promotora de festas com várias edições Cód festa local Nome, edição, descr, qtidd covites vedidas data, Cód palco ome Estilo (teco, coutry, mix, mpb) FESTA PALCO temático dimesão capacidade

16 Cotexto: Sistema de Iformações para uma empresa promotora de festas com várias edições Nome, edição, descr, qtidd covites vedidas data, Cód palco ome Estilo (teco, coutry, mix..) FESTA palco a festa PALCO dimesão capacidade

17 Cotexto: Sistema de Iformações para uma empresa promotora de festas com várias edições Cód festa local Nome, edição, descr, qtidd covites vedidas data, FESTA Cód palco ome Palco a festa PALCO Estilo (teco, coutry, mix, mpb) horario dimesão capacidade BANDA ome estilo Numero de itegrates

18 Pode ser etedido como um relacioameto etre mais de uma etidade ou um relacioameto terário FESTA PALCO BANDA

19 Cotexto: Empresa de Auditoria de Sistemas ode um Auditor pode trabalhar em vários Projetos Auditor Projeto Nome Data de iicio...

20 Cotexto: Empresa de Auditoria de Sistemas ode um Auditor pode trabalhar em vários Projetos Auditor um Auditor em um Projeto Projeto Nome Data de iicio...

21 Cotexto: Empresa de Auditoria de Sistemas ode um Auditor pode trabalhar em vários Projetos Em determiado projeto, um Auditor vai usar determiado Notebook, com dados do sistema que está sedo auditado, que será cofigurado para aceitar seu userame +seha. Para determiado projeto de auditoria, em geral, são preparados 8 otebooks ou mais. Algumas vezes, o mesmo Notebook pode ser usado por mais de um Auditor que participe do mesmo projeto. Auditor um Auditor em um Projeto Projeto Nome Data de iicio... Notebook No. Serie Marca CPU Qtidd memória RAM...

22 Pode ser etedido como um relacioameto etre mais de uma etidade ou um relacioameto terário AUDITOR

Banco de Dados I Parte II: Abordagem Entidade-Relacionamento

Banco de Dados I Parte II: Abordagem Entidade-Relacionamento Baco de Dados I Parte II: Abordagem Etidade-Relacioameto Prof. Gregorio Perez ( [email protected] ) Colaboração: profa. Aa Leda prof. Adré Satos prof. José Ferreira Prata Roteiro Itrodução Etidade Relacioameto

Leia mais

Exercício dia 25 de abril - Resolvido

Exercício dia 25 de abril - Resolvido Exercício dia 25 de abril - Resolvido A Farmácia de maipulação HerbalTie vede medicametos preparados sob receita específica. Ela fabrica medicametos idividualizados destiados a pacietes alérgicos a corates

Leia mais

Modelo Conceitual. Disciplina: Banco de Dados. Edmilson Campos, Prof. MsC.

Modelo Conceitual. Disciplina: Banco de Dados. Edmilson Campos, Prof. MsC. Disciplia: Baco de Dados AULA 02 Abordagem Modelo Coceitual Adaptado dos slides do Livro Projeto de Baco de Dados, v. 4 de Carlos A. Heuser Edmilso Campos, Prof. MsC. http://edmilsocampos.et [email protected]

Leia mais

Dependência funcional

Dependência funcional Depedêcia fucioal Agélica Toffao Seidel Calazas E-mail: [email protected] Normalização Ocorre quado um atributo ou cojuto de atributos depede fucioalmete de outro atributo. Por exemplo: a etidade,

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados Prova 3

Fundamentos de Bancos de Dados Prova 3 Fudametos de Bacos de Dados Prova 3 Prof. Carlos A. Heuser Julho de 2005 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER - Peso 3) Deseja-se costruir uma base de dados para armazear

Leia mais

1. MINI MUNDO Descrição formal da realidade a ser representada. Exemplo: suponhamos que as Faculdades Dom Bosco funcionem assim:

1. MINI MUNDO Descrição formal da realidade a ser representada. Exemplo: suponhamos que as Faculdades Dom Bosco funcionem assim: Gerenciamento de Dados Assunto 2. MODELAGEM DE DADOS Consiste em mapear o mundo real do sistema em um modelo gráfico que irá representar o modelo e o relacionamento existente entre os dados. MODELO DE

Leia mais

Modelo Entidade Relacionamento

Modelo Entidade Relacionamento DCC011 Itrodução a Baco de Dados Modelo Etidade Relacioameto Mirella M. Moro Departameto de Ciêcia da Computação Uiversidade Federal de Mias Gerais [email protected] Modelo Etidade Relacioameto 1. Revisão

Leia mais

Operações Financeiras (Ativas e Passivas) Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas

Operações Financeiras (Ativas e Passivas) Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas Operações Fiaceiras (Ativas e Passivas) Operações Fiaceiras Ativas 1 2 Defiição As aplicações fiaceiras represetam excessos de dispoibilidades da empresa, em relação às ecessidades imediatas de desembolso,

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Dezembro de 2008 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER) Deseja-se projetar uma base de dados que dará suporte a

Leia mais

Classes e Banco de Dados

Classes e Banco de Dados Classes e Banco de Dados FEMA - IMESA Engenharia de Software I Introdução a Banco de Dados Os dados referentes à aplicação são organizados em estruturas que podem ter relacionamentos independentes do(s)

Leia mais

1. MINI MUNDO Descrição formal da realidade a ser representada. Exemplo: suponhamos que as Faculdades Dom Bosco funcionem assim:

1. MINI MUNDO Descrição formal da realidade a ser representada. Exemplo: suponhamos que as Faculdades Dom Bosco funcionem assim: MODELAGEM DE DADOS Consiste em mapear o mundo real do sistema em um modelo gráfico que irá representar o modelo e o relacionamento existente entre os dados. MODELO DE ETIDADE-RELACIOAMETO Principal ferramenta

Leia mais

Apostila de Modelagem de Banco de Dados

Apostila de Modelagem de Banco de Dados Apostila de Modelagem de Banco de Dados Primeira Edição Volume 2 Modelo Conceitual: Diagrama Entidade e Modelo Lógico Relacional (mapeamento) ormalização de Dados Maria Marli Milan Luqueta Carlos Catini

Leia mais

Resolução Lista de Exercícios 1

Resolução Lista de Exercícios 1 FEA-RP/USP - Fundamentos de Análises de Sistema Profª Rosana Resolução Lista de Exercícios Avaliação: O grupo fez excelente tra balho!! ota: 0 a avaliação constatei que pode haver desnível de participação

Leia mais

Problemas Sobre Correlacionamento

Problemas Sobre Correlacionamento Capítulo 2 Problemas Sobre Correlacioameto Se caiu, levate e ade como se uca tivesse caído, cosiderado que, a cada vez que você se esforça e se levata de uma queda, suas peras se fortalecem. 2.1. Problemas

Leia mais

Aula 2 Abordagem Entidade-Relacionamento Cleverton Hentz

Aula 2 Abordagem Entidade-Relacionamento Cleverton Hentz Aula 2 Abordagem Entidade-Relacionamento Cleverton Hentz Sumário da Aula Modelo Entidade Relacionamento Diagrama de Entidade Relacionamento Casos de Uso 2 Introdução É uma técnica para construir modelos

Leia mais

w w w. e n g e k a r. c o m. b r

w w w. e n g e k a r. c o m. b r www.engekar.com.br GUIA DE PARA-CHOQUE EK.1100 (LD) EK.1101 (LE) VW Gol G5 EK.1104 (LD) EK.1105 (LE) VW Gol G6 EK.1110 (LD) EK.1111 (LE) VW Fox 2010/2014 EK.1114 (LD) EK.1115 (LE) VW Fox 2015 EK.1118 (LD)

Leia mais

Distribuição de Bernoulli

Distribuição de Bernoulli Algumas Distribuições Discretas Cálculo das Probabilidades e Estatística I Prof. Luiz Medeiros Departameto de Estatística UFPB Distribuição de Beroulli Na prática muitos eperimetos admitem apeas dois resultados

Leia mais

Análise Combinatória. Matemática Discreta. Prof Marcelo Maraschin de Souza

Análise Combinatória. Matemática Discreta. Prof Marcelo Maraschin de Souza Análise Combinatória Matemática Discreta Prof Marcelo Maraschin de Souza Introdução Combinatória é o ramo da matemática que trata de contagem. Esses problema são importantes quando temos recursos finitos,

Leia mais

Exercícios de DFD em sala de aula enunciado 2 de maio. possíveis soluções

Exercícios de DFD em sala de aula enunciado 2 de maio. possíveis soluções Exercícios de DFD em sala de aula enunciado 2 de maio possíveis soluções Considere as tabelas físicas de um sistema de informações para controle de vendas de ingressos em um teatro. 1603 (1.1) Qtidade

Leia mais

ATRIBUTO REPRESENTAÇÃO

ATRIBUTO REPRESENTAÇÃO ATRIBUTO Dado que é associado a cada ocorrêcia de uma etidade ou de um relacioameto (característica, qualidade). REPRESENTAÇÃO EMPREGADO ATUAÇÃO fução tipo data código ome ENTIDADE RELACIONAMENTO Tipos:

Leia mais

RENDAS CERTAS OU ANUIDADES

RENDAS CERTAS OU ANUIDADES RENDAS CERTAS OU ANUIDADES Matemática Fiaceira/Mário Nas aplicações fiaceiras o capital pode ser pago ou recebido de uma só vez ou através de uma sucessão de pagametos ou de recebimetos. Quado o objetivo

Leia mais

COMUNICADO SIM Nº 019/00. Ref.: Trata da implantação do Módulo de Títulos Públicos no SIM.

COMUNICADO SIM Nº 019/00. Ref.: Trata da implantação do Módulo de Títulos Públicos no SIM. COMUNICADO SIM Nº 019/00 Aos Participates do Sistema Itegrado de Mercados SIM Ref.: Trata da implatação do Módulo de Títulos Públicos o SIM. A Cetral de Custódia e de Liquidação Fiaceira de Títulos CETIP

Leia mais

Retrospectiva (Aula 2) O Modelo Entidade-Relacionamento. O Modelo Entidade- Relacionamento. O Modelo Entidade- Relacionamento

Retrospectiva (Aula 2) O Modelo Entidade-Relacionamento. O Modelo Entidade- Relacionamento. O Modelo Entidade- Relacionamento Retrospectiva (Aula 2) O Modelo Entidade-Relacionamento Exercícios de Fixação Modelagem de Dados a Forma: Descritiva; 2 a Forma: Esquemática; 3 a Forma: Modelo de Dados. Prof. Anderson Henriques O Modelo

Leia mais

Banco de Dados para Sistemas de Informação Geográfica (SIG)

Banco de Dados para Sistemas de Informação Geográfica (SIG) Baco de Dados para Sistemas de Iformação Geográfica (SIG) JUGURTA LISBOA FILHO Departameto de Iformática Uiversidade Federal de Viçosa 3657-000 - Viçosa - MG e-mail: [email protected] ROTEIRO Módulo I

Leia mais

Catálogo de produtos GRADES. Produto: FK6295 GRADE CHURRASQUEIRA GOL 00/05 GIII RETROVEX

Catálogo de produtos GRADES. Produto: FK6295 GRADE CHURRASQUEIRA GOL 00/05 GIII RETROVEX Produto: FK6295 GRADE CHURRASQUEIRA GOL 00/05 GIII 53,00 Produto: FK6300 GRADE GOL SAVEIRO BX 80 A 86 PRETA 38,80 Produto: FK6301 GRADE GOL SAVEIRO ATÉ 86 ( PRETA) 32,40 Produto: FK6302 GRADE GOL SAVEIRO

Leia mais

Lista 28 de maio solução parcial

Lista 28 de maio solução parcial Lista 28 de maio solução parcial 1) A empresa que trataremos neste exemplo é uma operadora de TV a cabo, denominada Met. Ela comercializa em 500 cidades o direito de assistir a canais pagos pré-selecionados.

Leia mais

PÁGINA 11 - ARAGUARI 27 DE OUTUBRO DE 2017

PÁGINA 11 - ARAGUARI 27 DE OUTUBRO DE 2017 INFORME INFORME DO DO COMÉRCIO COMÉRCIO DE DE ARAGUARI ARAGUARI PÁGINA 11 - ARAGUARI 27 DE OUTUBRO DE 2017 PÁGINA 12 - ARAGUARI 27 DE OUTUBRO DE 2017 Veículos, peças e serviços com garantia! INFORME DO

Leia mais

Tópico: Modelagem CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Tópico: Modelagem CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Tópico: Modelagem CONTEÚDO PROGRAMÁTICO INTRODUÇÃO Algumas definições: Modelo: Abstração da Realidade Esquema Instância Cliente Nome Cidade Rua João Ouro Preto Albino Sartori Antônio Mariana Sete Setembro

Leia mais

PÁGINA 11 - ARAGUARI 22 DE DEZEMBRO DE 2017

PÁGINA 11 - ARAGUARI 22 DE DEZEMBRO DE 2017 INFORME INFORME DO DO COMÉRCIO COMÉRCIO DE DE ARAGUARI ARAGUARI PÁGINA 11 - ARAGUARI 22 DE DEZEMBRO DE 2017 PÁGINA 12 - ARAGUARI 22 DE DEZEMBRO DE 2017 Veículos, peças e serviços com garantia! PÁGINA 13

Leia mais

Interruptores Diferenciais Interruptores Diferenciais

Interruptores Diferenciais Interruptores Diferenciais terruptores Difereciais terruptores Difereciais terruptores difereciais sem protecção cotra sobrecorrete, são usados para protecção cotra cotactos idirectos, protecção cotra icêdios e protecção adicioal

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M7 Função Exponencial. 2 Encontre o valor da expressão

Matemática. Resolução das atividades complementares. M7 Função Exponencial. 2 Encontre o valor da expressão Resolução das atividades complemetares Matemática M Fução Epoecial p. 6 (Furg-RS) O valor da epressão A a) c) e) 6 6 b) d) 0 A?? A? 8? A A A? A 6 8 Ecotre o valor da epressão 0 ( ) 0 ( ) 0 0 0. Aplicado

Leia mais

Ligue grátis. e aproveite já. Calhas de Chuva. Gol G5 G portas. Vectra 97/ portas

Ligue grátis. e aproveite já.  Calhas de Chuva. Gol G5 G portas. Vectra 97/ portas Ligue grátis 0800 770 2850 e aproveite já. www.emopecas.com.br Calhas de Chuva Gol, Parati G2 G3 G4 13121-4 2 portas Gol, Voyage, Parati, Saeiro.../94 13291-4 2 portas Ka (97/13) 31304-1 2 portas Corsa

Leia mais

MATEMÁTICA A PREPARAR O EXAME. 12.º ano Ensino Secundário Ana Martins Helena Salomé Liliana dos Prazeres Silva José Carlos da Silva Pereira

MATEMÁTICA A PREPARAR O EXAME. 12.º ano Ensino Secundário Ana Martins Helena Salomé Liliana dos Prazeres Silva José Carlos da Silva Pereira MATEMÁTICA A PREPARAR O EXAME 12.º ao Esio Secudário Aa Martis Helea Salomé Liliaa dos Prazeres Silva José Carlos da Silva Pereira 4 ÍNDICE CAPÍTULO I CONTEÚDOS DE 10.º E 11.º ANOS LÓGICA E TEORIA DOS

Leia mais

Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Disciplina: TRANSPORTES. Sessão Prática 4: Amostragem

Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Disciplina: TRANSPORTES. Sessão Prática 4: Amostragem Mestrado Itegrado em Egeharia Civil Disciplia: TRNSPORTES Prof. Resposável: José Mauel Viegas Sessão Prática 4: mostragem Istituto Superior Técico / Mestrado Itegrado Egª Civil Trasportes ulas Práticas

Leia mais

Disciplina: MATEMÁTICA Turma: 3º Ano Professor (a) : CÉSAR LOPES DE ASSIS INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA. Organização de dados

Disciplina: MATEMÁTICA Turma: 3º Ano Professor (a) : CÉSAR LOPES DE ASSIS INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA. Organização de dados Escola SESI de Aápolis - Judiaí Aluo (a): Disciplia: MATEMÁTICA Turma: 3º Ao Professor (a) : CÉSAR LOPES DE ASSIS Data: INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA A Estatística é o ramo da Matemática que coleta, descreve,

Leia mais

LANÇAMENTOS DA SEMANA

LANÇAMENTOS DA SEMANA DESDE 1989 AT0219 BOBINA DE IGNIÇÃO 78,90 C/ MODELO ESCORT / LOGAN / GOL 6 TERMINAIS 55255969 AT0228 69,90 55258521 56,72 49,90 PALIO 1.4 13/ ELETROVENTILADOR 55255937 52432777 59,00 UNO 1.4 WAY TODOS

Leia mais

Diagramas de Sequência do Sistema. SSC 124: Análise e Projeto Orientados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa

Diagramas de Sequência do Sistema. SSC 124: Análise e Projeto Orientados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa Diagramas de Sequêcia do Sistema SSC 124: Aálise e Projeto Orietados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1 O que já foi visto até agora Casos de Uso Completo Abstrato Diagrama de Casos de Uso Emprestar

Leia mais

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada

Leia mais

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada

Leia mais

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada

Leia mais

Banco de Dados. Diagramas de Entidade Relacionamento (DER) - Complementos. Ref. Prof. Renato de Oliveira Violin - UFSCar

Banco de Dados. Diagramas de Entidade Relacionamento (DER) - Complementos. Ref. Prof. Renato de Oliveira Violin - UFSCar Banco de Dados Diagramas de Entidade Relacionamento (DER) - Complementos Ref. Prof. Renato de Oliveira Violin - UFSCar Tipo de Entidade Fraca ou Dependente É a entidade cuja identificação não pode ser

Leia mais

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática

Vestibular de Verão Prova 3 Matemática Vestibular de Verão Prova N ọ DE ORDEM: NOME DO CANDIDATO: N ọ DE INSCRIÇÃO: INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA. Cofira os campos N ọ DE ORDEM, N ọ DE INSCRIÇÃO e NOME, que costam a etiqueta fixada

Leia mais

Analise de Investimentos e Custos Prof. Adilson C. Bassan email: [email protected]

Analise de Investimentos e Custos Prof. Adilson C. Bassan email: adilsonbassan@adilsonbassan.com Aalise de Ivestimetos e Custos Prof. Adilso C. Bassa email: [email protected] JUROS SIMPLES 1 Juro e Cosumo Existe juro porque os recursos são escassos. As pessoas têm preferêcia temporal: preferem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPTO. DE ESTATÍSTICA LISTA 4 PROBABILIDADE A (CE068) Prof. Benito Olivares Aguilera

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DEPTO. DE ESTATÍSTICA LISTA 4 PROBABILIDADE A (CE068) Prof. Benito Olivares Aguilera UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EATAS DEPTO. DE ESTATÍSTICA LISTA 4 PROBABILIDADE A (CE068) Prof. Beito Olivares Aguilera 2 o Sem./09 1. Das variáveis abaixo descritas, assiale quais são

Leia mais

Exame MACS- Inferência-Intervalos.

Exame MACS- Inferência-Intervalos. Exame MACS- Iferêcia-Itervalos. No iício deste capítulo, surgem algumas ideias que devemos ter presetes: O objectivo da iferêcia estatística é usar uma amostra e tirar coclusões para toda a população.

Leia mais

A MAIS VENDIDA DO BRASIL

A MAIS VENDIDA DO BRASIL A MAIS VENDIDA DO BRASIL 8 A1 Índice Orientativo CÓD. TUPER EQUIVALENTE PÁGINAS CÓD. TUPER EQUIVALENTE PÁGINAS 2 2A 8B 9 10 10A 10B 11 12 13 13C 14 17 25A 33 36 36A 36AM 37 38 39 39A 42 42A 42B 42C

Leia mais

Casos de Uso e Diagrama de Casos de Uso

Casos de Uso e Diagrama de Casos de Uso Casos de Uso e Diagrama de Casos de Uso SSC 124: Aálise e Projeto Orietados a Objetos Profa. Dra. Elisa Yumi Nakagawa 1 Defiição Caso de uso (use case) uidade fucioal provida pelo sistema, subsistema,

Leia mais

ORIENTAÇÃO A OBJETOS

ORIENTAÇÃO A OBJETOS ORIENTAÇÃO A OBJETOS Mário Meireles Teixeira [email protected] O que é Orietação a Objetos Paradigma modero da egeharia de software Iflui a aálise, projeto (desig) e programação A aálise orietada a objetos

Leia mais

Rua 13 de junho,

Rua 13 de junho, NOME: 1. (Cefet MG 013) Durate o mesmo período, dois irmãos depositaram, uma vez por semaa, em seus respectivos cofrihos, uma determiada quatia, da seguite forma: o mais ovo depositou, a primeira semaa,

Leia mais

ESTATÍSTICA. PROF. RANILDO LOPES U.E PROF EDGAR TITO

ESTATÍSTICA. PROF. RANILDO LOPES  U.E PROF EDGAR TITO ESTATÍSTICA PROF. RANILDO LOPES http://ueedgartito.wordpress.com U.E PROF EDGAR TITO Medidas de tedêcia cetral Medidas cetrais são valores que resumem um cojuto de dados a um úico valor que, de alguma

Leia mais

PROMOÇÃO. Festa Junina. Gerando bons negócios. Ligue grátis e aproveite já. Palhetas Soft Universal. (Rodinho)

PROMOÇÃO. Festa Junina. Gerando bons negócios. Ligue grátis e aproveite já. Palhetas Soft Universal. (Rodinho) PROMOÇÃO Festa Junina Gerando bons negócios. 0800 770 2850 Ligue grátis e aproveite já. Palhetas Soft Universal. (Rodinho) (Importadas - Com encaixe universal) 90150-5 (10-254mm) 90151-8 (13-330mm) 90238-0

Leia mais

PROMOÇÃO IMPORTADOS LANTERNA. Inf. 202 PREÇOS BRUTOS VOLKSWAGEN CHEVROLET. Astra Hatch 2004 /... - Bicolor 121,56. Saveiro Crossover - FUMÊ 140,36

PROMOÇÃO IMPORTADOS LANTERNA. Inf. 202 PREÇOS BRUTOS VOLKSWAGEN CHEVROLET. Astra Hatch 2004 /... - Bicolor 121,56. Saveiro Crossover - FUMÊ 140,36 VOLKSWAGEN LANTERNA cross fox 2010 - branca 41.6242 158,88 41.6243 Golf GT 2008 / 2009 41.6250 328,41 Saveiro Crossover - FUMÊ 41.6160 140,36 41.6161 Astra Hatch 2004 /... - Bicolor 41.6042 121,56 41.6043

Leia mais

Estatística Aplicada Medidas Resumo Apostila 4 Prof. Fábio Hipólito Aluno(a):

Estatística Aplicada Medidas Resumo Apostila 4 Prof. Fábio Hipólito Aluno(a): Medidas Resumo Apostila 4 Prof. Fábio Hipólito Aluo(a): # Objetivo desta aula: Calcular as medidas de tedêcia cetral: média, moda e mediaa para distribuições de frequêcias potuais e por itervalos de classes.

Leia mais

CATEGORIA TRIO MUSIC ATÉ 2 CORNETAS CATEGORIA TRIO MUSIC ATÉ 4 CORNETAS

CATEGORIA TRIO MUSIC ATÉ 2 CORNETAS CATEGORIA TRIO MUSIC ATÉ 4 CORNETAS CATEGORIA TRIO MUSIC ATÉ 2 CORNETAS DB's COMPETIDOR LOJA OU PATROCINADOR CIDADE UF PAÍS VEÍCULO FALANTES 1º 143,5 EDSOM FERREIRA DE LIMA TEAN ROADSTAR ITAI SP BRASIL PAARATI ROADSTAR 2º 131,0 EDILSOM BORGES

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS COIMBRA 12º ANO DE ESCOLARIDADE MATEMÁTICA A FICHA DE AVALIAÇÃO 12º A1. Grupo I

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. DINIS COIMBRA 12º ANO DE ESCOLARIDADE MATEMÁTICA A FICHA DE AVALIAÇÃO 12º A1. Grupo I ESCOLA SECUNDÁRIA COM º CICLO D. DINIS COIMBRA º ANO DE ESCOLARIDADE MATEMÁTICA A FICHA DE AVALIAÇÃO º A Grupo I As três questões deste grupo são de escolha múltipla. Para cada uma delas são idicadas quatro

Leia mais

Whats: PROGRESSÃO GEOMÉTRICA

Whats: PROGRESSÃO GEOMÉTRICA Questões Vídeos 1. As áreas dos quadrados a seguir estão em progressão geométrica de razão 2. Podemos afirmar que os lados dos quadrados estão em a) progressão aritmética de razão 2. b) progressão geométrica

Leia mais