1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO
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- Lívia Lobo Ramalho
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2 1. INTRODUÇÃO Em 2008, as atividades de implementação do programa de melhoria do sistema tiveram início em nossa OM, melhorando os resultados relacionados à identificação de seus gargalos internos e externos e no enfoque mais contundente à mudança qualitativa na atenção ao usuário, através do estímulo à mudança de comportamento com o desenvolvimento do Programa de Humanização (PH), este último relacionado ao bem estar do usuário mediante o preparo do pessoal, a melhoria das instalações e a revisão de procedimentos. Concomitantemente, houve uma crescente necessidade de trabalhar as situações que geravam faltas dos usuários à nossa Instituição, com ações de todos os profissionais envolvidos no processo de atendimento ao paciente, que abordassem tanto as questões de doença, aspectos sociais, culturais, quanto a resolutividade dos serviços oferecidos. Para atingir este propósito, criou-se o Projeto para Redução do Absenteísmo. 2. PROPÓSITO Contribuir para a mudança do comportamento do usuário intensificando as atitudes motivadoras das relações humanas na área da saúde, especialmente na área odontológica, com o objetivo de reduzir nossa taxa de absenteísmo. 3. DIRETRIZ GERAL As atividades deverão alcançar a valorização dos diferentes atores integrantes do processo de produção de saúde, ou seja, usuários, profissionais e trabalhadores de saúde, baseando-se na co-responsabilidade entre os atores citados, bem como o estabelecimento de vínculos solidários e a participação coletiva no processo de gestão. Pretende-se que haja a criação de um eixo de articulação das práticas de saúde, envolvendo seus atores, valorizando a dimensão subjetiva e social desta relação. A incorporação deste comportamento pressupõe a incorporação de uma atitude ética de respeito às necessidades dos usuários e dos profissionais de saúde. 4. OBJETIVO GERAL Fatores básicos como a infra-estrutura odontológica, as tecnologias e a capacitação técnica e científica são fundamentais para a geração de bons resultados, mas seu impacto depende fortemente da presença ou ausência de relações humanizadas entre os profissionais e os usuários de saúde. O compromisso com a pessoa que sofre pode ter as mais diversas motivações, assim como o compromisso com os profissionais entre si.
3 Nesse sentido, praticar a assistência odontológica implica dar lugar tanto à palavra do usuário quanto à palavra dos profissionais de saúde, de forma que possam fazer parte de uma rede de diálogo, que promova as ações, campanhas, programas e políticas assistenciais a partir da dignidade ética da palavra, do respeito, do reconhecimento mútuo e da solidariedade. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Estimular a mudança e/ou melhoria das práticas que compõem a atenção à saúde; - Fortalecer os vínculos entre os profissionais de saúde e os usuários; - Possibilitar o exercício da co-responsabilidade entre os atores do processo de produção de saúde; e - Desenvolver instrumentos de valorização dos profissionais e trabalhadores de saúde. 6. ESTRATÉGIAS DE IMPLANTAÇÃO O preparo e a valorização da tripulação da OCM, o acolhimento, a melhoria das instalações e a revisão dos procedimentos constituem os eixos norteadores das estratégias de implantação do PH, que deve resultar de uma construção coletiva, baseada na participação de todos os segmentos da OM nas etapas de implementação, avaliação e acompanhamento de resultados. Sugere-se: 6.1 Criação e fortalecimento de Grupos de Trabalho de avaliação dos processos dentro de cada Clínica/Serviço, com propostas de trabalho definidas (ações e instrumentos de avaliação); 6.2 Sensibilizar os profissionais ou trabalhadores de saúde quanto à subjetividade e a dimensão social da atenção ao usuário. 7. AÇÕES IMPLEMENTADAS 7.1 Da atenção ao usuário: Facilitar o acesso aos setores procurados para o atendimento; Identificação das salas de espera assim, como das áreas administrativas e das áreas de acesso exclusivo;
4 Deslocamento de um funcionário na sala de estado para receber e encaminhar os pacientes assim que chegarem para o setor procurado e esclarecer a maneira de acesso; Inserção nos letreiros luminosos de nossa OM frases de efeito estimulando o paciente a comparecer às consultas marcadas Estabelecer e/ou revisar procedimentos de atendimento ao usuário; e Foram revistos e/ou criados os protocolos de todas as Clínicas e Serviços da OCM; 7.2 Da ambiência: Foi implementada a melhoria no sistema de ocupação/distração dos pacientes, durante sua estadia nas salas de espera; Foi implementado o sistema de refrigeração nos locais mais insalubres. 7.3 Dos profissionais e trabalhadores de saúde; Revisão de todos os processos de fluxo dos pacientes entre as Clínicas e dentro das Clinicas da OCM e seu papel no sistema de atendimento dos pacientes de nível primário; e MB. Divulgação destes serviços em sistema fechado de TV e em publicações da Veiculação de notas periódicas no Plano do Dia abordando tópicos sobre o assunto e incluindo ações de todos os envolvidos. 8 AÇÕES A SEREM IMPLEMENTADAS 8.1 Do usuário: Divulgação à Família Naval, por meio de folders e na página de intranet / internet, utilizando-se uma linguagem clara e simples, com o propósito de enfatizar a importância da presença do usuário às consultas marcadas; e As Clínicas deverão, sempre que possível, promover um contato telefônico prévio à consulta marcada para relembrar ao paciente a necessidade de seu comparecimento Desenvolver ações restritivas à liberdade do número de faltas ao tratamento. 8.2 Dos profissionais e trabalhadores de saúde:
5 8.2.1 Capacitar e estimular o permanente aprimoramento no relacionamento profissional-paciente; e Instituição de um Programa de Reconhecimento para a Clínica ou Serviço possuidor do menor índice mensal de absenteísmo, incentivando assim a divulgação do assunto e a fomentação de idéias. 9. ACOMPANHAMENTO As medidas implementadas desde o início de 2008 vem trazendo resultados efetivos na redução da taxa de absenteísmo na maioria das Clínicas e Serviços. Para analisar os processos e definir os critérios para o controle das taxas de absenteísmo, é necessário um acompanhamento mensal dos resultados obtidos,a ser realizado por um Grupo de Trabalho, chamado de Comissão de Controle do Absenteísmo. Para tal, estes membros serão nomeados por meio de uma Portaria do Diretor da OCM, tendo à frente um Presidente, obrigatoriamente um militar mais antigo, oficial do CSM/CD, além de um profissional cirurgião-dentista de cada Clínica/Serviço da OCM. Esta Comissão avaliará os resultados obtidos e, a partir de uma constante reavaliação dos parâmetros existentes, novas ações serão instituídas para alcançar o índice préestabelecido pela Direção. 10. CONCLUSÃO O Absenteísmo é um mal presente em todas as instituições de saúde e deve ser combatido. A elaboração de tal Plano de Ação corrobora vários estudos atinentes a este importante assunto e fornece importantes instruções para uma efetiva redução da taxa de absenteísmo, cujo controle constitui-se como um dos pilares fundamentais para o sucesso de nossa Missão.
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