Conteúdo 7 - Escolha e Combinação de Tipos
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- Bruno das Neves Amorim
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1 Conteúdo 7 - Escolha e Combinação de Tipos professor Rafael Hoffmann
2 Escolha de tipos Escolher a tipografia exige levantar o máximo de informações sobre um projeto para tomar a decisão mais adequada. Conhecer muito bem o público-alvo e a necessidade de comunicação, são informações básicas para começar.
3 Escolha de tipos Expressividade O texto pode ser utilizado como um símbolo ou ícone que fala mais por meio da sua representação visual do que pelos significados das letras constituintes.
4 Escolha de tipos Expressividade O texto pode ser utilizado como um símbolo ou ícone que fala mais por meio da sua representação visual do que pelos significados das letras constituintes.
5 Escolha de tipos Expressividade O texto pode ser utilizado como um símbolo ou ícone que fala mais por meio da sua representação visual do que pelos significados das letras constituintes.
6 Escolha de tipos Expressividade O texto pode ser utilizado como um símbolo ou ícone que fala mais por meio da sua representação visual do que pelos significados das letras constituintes.
7 Escolha de tipos Escolha da fonte O histórico da fonte é uma valiosa informação na ajuda da escolha. São relevantes informações como: - quando ela foi produzida; - por quem foi criada; - em que contexto era utilizada.
8 Escolha de tipos Escolha da fonte Se trata-se de um romance francês que se passa no século XIX, por que não procurar alguma fonte que além de atender prérequisitos de desenho, tenha uma influência dessa época? - Romance Madame Gervaise, escrito em 1869 pelos irmãos Goncourt. - Linotype Didot, por Adrian Frutiger. Uma versão da fonte Didot, desenvolvida pela família de tipógrafos de mesmo nome na França do século XIX.
9 Escolha de tipos Escolha da fonte A Trajan é inspirada nas inscrições da Coluna de Trajano, cuja construção data de 100 d.c.. A versão digital foi desenvolvida em 1989 por Carol Twombly para a Adobe.
10 Escolha de tipos Escolha da fonte Sua aparência romana fez com que fosse associada a temas épicos, o que levou a fonte a ser utilizada em cartazes de filmes desse gênero. Filme épico romano
11 Escolha de tipos Escolha da fonte Até cair no gosto do público e ser usada em narrativas que nada lembrar um passado de Roma. Filme épico
12 Escolha de tipos Escolha da fonte Até cair no gosto do público e ser usada em narrativas que nada lembrar um passado de Roma. Filme
13 Escolha de tipos Escolha da fonte Até cair no gosto do público e ser usada em narrativas que nada lembrar um passado de Roma.
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20 Escolha de tipos Escolha da fonte Cuidado em ter uma fonte favorita, ao usá-la em todos os trabalhos só porque é a favorita, não a mais adequada o projeto.
21 Escolha de tipos Orientações gerais A forma e os aspectos históricos da fonte (lugar e ano de criação, autor, contextos em que foi utilizada desde sua criação) estão de acordo com as diretrizes do projeto? A fonte apresenta variações (peso, inclinação, etc.) necessários? A fonte proporciona variantes com e sem serifa? A fonte incluiu todos os caracteres necessários? A fonte apresenta legibilidade adequada? Qual a licença da fonte? Se for paga, está dentro do orçamento?
22 Trabalhar com variações da mesma família é o modo mais seguro de combinar fontes. Lucida Fax, Lucida Bright
23 Trabalhar com variações da mesma família é o modo mais seguro de combinar fontes. Kozuka Gothic, Kozuka Mincho
24 Similaridades incestuosas raramente são necessárias, mas empatia e compatibilidade são bem-vindas. Robert Bringhurst
25 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
26 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Ruim Jenson, Centaur
27 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
28 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Bom Bodoni, Berkeley
29 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
30 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Bom Clarendon, Bodoni
31 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
32 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Ruim Bauer Bodoni, Bembo
33 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
34 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Ruim Arial, Helvetica
35 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
36 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Ruim Futura, Tahoma
37 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
38 Examinando o caráter e as formas dos tipo, o designer consegue perceber que certas famílias tem traços bem próximos.
39 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Bom Gill Sans, Garamond
40 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
41 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Ruim Gill Sans, Bodoni
42 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
43 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Bom Clarendon, Helvetica
44 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
45 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
46 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Futura, Garamond
47 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Futura, Bodoni
48 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Bom Frutiger, Meridien
49 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes.
50 Escolher fontes com contraste estilístico suficiente entre elas, mas que tenham certas similaridades. Assim suas características individuais ficam evidentes. Wisdom, Helvetica
51 Wisdom, Helvetica
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53 Quando compreendemos a natureza e a particularidade de cada tipo, a combinação é muito mais simples. Tipografia não tem limites, nem verdades absolutas. Tomar cuidado com os erros mais clássicos, Experimentação e julgamento intuitivo podem levar a interessantes soluções.
54 h p://
55 professor Rafael Hoffmann
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