CONTABILIDADE GERAL. Conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTABILIDADE GERAL. Conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade"

Transcrição

1 Conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade A Contabilidade é uma ciência enquadrada no ramo das ciências sociais, assim como a Economia, a Administração, o Direito, a Sociologia.

2 Conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade Contabilidade é a ciência que tem por objeto o patrimônio das entidades e por objetivo o controle desse patrimônio, com a finalidade de fornecer informações a seus usuários.

3 Conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade CONTABILIDADE (Ciência) OBJETIVO OBJETO FINALIDADE (meio) (matéria) (fim) Controlar o Patrimônio Patrimônio Fornecer Informações

4 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). O Patrimônio de uma empresa é composto pelo conjunto de BENS, DIREITOS e OBRIGAÇÕES de sua propriedade que podem ser avaliados economicamente. Os bens e direitos constituem sua parte positiva a qual chamamos de ATIVO. As obrigações (dívidas com terceiros), a parte negativa a qual chamamos de PASSIVO.

5 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Em outras palavras: PATRIMÔNIO = BENS, DIREITOS e OBRIGAÇÕES. BENS E DIREITOS = ATIVO, é a parte positiva do patrimônio. OBRIGAÇÕES + PATRIMÔNIO LÍQUIDO = PASSIVO, é a parte negativa do patrimônio.

6 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Conceito de Ativo Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que fluam futuros benefícios econômicos para a entidade; Portanto prevalece o controle e não a propriedade do bem para caracterizar um Ativo. Veja que o arrendamento financeiro transfere o controle mas não a propriedade do bem. Neste caso temos um Ativo.

7 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em relação ao patrimônio, julgue os itens subsequentes: Créditos incobráveis e estoques de medicamentos vencidos não representam ativos.

8 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em relação ao patrimônio, julgue os itens subsequentes: Créditos incobráveis e estoques de medicamentos vencidos não representam ativos. CERTO.

9 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). De acordo com o CPC 26 r1 os bens e direitos que a companhia espere que sejam realizados até 12 meses após a data do Balanço Patrimonial, são classificados no ATIVO CIRCULANTE. Os demais bens e direitos com realização prevista acima de 12 meses da data do Balanço Patrimonial, serão classificados no ATIVO NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo.

10 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Além disso, a Lei 6.404/76 estabelece em seu artigo 178: 1º - No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos seguintes grupos: I ativo circulante; e II ativo não circulante, composto por ativo realizável a longo prazo, investimentos, e intangível.

11 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Ativo Ativo Circulante - Disponibilidades - Clientes - Estoques - Despesas Antecipadas Passivo Ativo Não Circulante - Realizável a Longo Prazo - Investimentos - Imobilizado - Intangível Total do Ativo Total do Passivo

12 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). LEMBRETE IMPORTANTE: Nas demonstrações, as contas semelhantes poderão ser agrupadas; os pequenos saldos poderão ser agregados, desde que indicada a sua natureza e não ultrapassem 0,1 (um décimo) do valor do respectivo grupo de contas; mas é vedada a utilização de designações genéricas, como "diversas contas" ou "contas-correntes".

13 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO CIRCULANTE Lei 6.404/76 Art As contas serão classificadas do seguinte modo: I - no ativo circulante: as disponibilidades, os direitos realizáveis no curso do exercício social subseqüente e as aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte;

14 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades representam os bens numerários: Caixa Banco Conta Movimento Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata Numerários em Trânsito

15 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO CIRCULANTE Direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente Podem ser pessoais ou reais. Os pessoais representam créditos da entidade com terceiros. Uma duplicata a receber que no exercício seguinte será convertida em dinheiro. Os reais representam bens da entidade. O estoque de produtos será convertido no ato da venda em custo dos produtos vendidos.

16 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO CIRCULANTE Aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte Quando uma entidade contrata uma apólice de seguros, por exemplo, no exercício atual com vigência para o exercício seguinte. No próximo exercício, à medida que o fato gerador for ocorrendo, as despesas pagas no exercício anterior são apropriadas como despesas.

17 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE - REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Lei 6.404/76 - Art As contas serão classificadas do seguinte modo: II - no ativo realizável a longo prazo: os direitos realizáveis após o término do exercício seguinte, assim como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da companhia;

18 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Ciclo Operacional Lei 6.404/76 Art.179 Parágrafo único. Na companhia em que o ciclo operacional da empresa tiver duração maior que o exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo.

19 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Ciclo Operacional O Ciclo operacional é o período de tempo que tem início quando uma indústria adquire matéria-prima, produz, vende o produto acabado e termina com o recebimento do valor referente à venda.

20 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Ciclo Operacional No comércio esse ciclo inicia-se com as compras de mercadorias, passa pelas vendas e termina com o recebimento do valor relativo às vendas.

21 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Ciclo Operacional No caso de um estaleiro é possível que o período entre a compra das matérias-primas, a produção do navio, sua venda e o recebimento do valor da venda seja acima de três anos. Neste caso o Ciclo Operacional será de três anos e todos os direitos que estiverem neste período serão classificados no Ativo Circulante. Os direitos que estiverem acima deste período serão classificados no Ativo Realizável a Longo Prazo.

22 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS Serão classificados no AÑC Investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza, não classificáveis no ativo circulante, e que não se destinem à manutenção da atividade da companhia ou da empresa.

23 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS Exemplos: Ações de controladas Ações de coligadas Imóvel para locação Terrenos não utilizados Imóveis destinados para arrendamento mercantil operacional

24 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Propriedades para Investimentos Veja o que diz o CPC 28 sobre o tema: Propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício ou parte de edifício ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento financeiro) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas, e não para: a) uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas; ou

25 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Propriedades para Investimentos Veja o que diz o CPC 28 sobre o tema: Propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício ou parte de edifício ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário em arrendamento financeiro) para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas, e não para: b) venda no curso ordinário do negócio.

26 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Propriedades para Investimentos Neste caso, se uma entidade adquirir um terreno para manter alugado ou simplesmente para aguardar uma valorização, a contabilização será: D Terrenos para venda (Investimentos Ativo Não Circulante) C Banco Conta Movimento

27 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE IMOBILIZADO São classificados no Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da empresa, inclusive os decorrentes de operações que transfiram para a entidade os benefícios, riscos e controle desses bens.

28 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE IMOBILIZADO Exemplos: Equipamentos Máquinas Computadores Móveis e Utensílios Edifícios Veículos adquiridos em arrendamento mercantil financeiro

29 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE IMOBILIZADO Reconhecimento de um Imobilizado O custo de um item de Ativo Imobilizado deve ser reconhecido como ativo se, e apenas se: a) for provável que futuros benefícios econômicos associados ao item fluirão para a entidade; e b) o custo do item puder ser mensurado confiavelmente.

30 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE IMOBILIZADO Os sobressalentes, peças de reposição, ferramentas e equipamentos de uso interno são classificados como ativo imobilizado quando a entidade espera usá-los por mais de um período. Da mesma forma, se puderem ser utilizados somente em conexão com itens do ativo imobilizado, também são contabilizados como ativo imobilizado.

31 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE INTANGÍVEL Serão classificados no Intangível os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção das atividades da empresa, inclusive o fundo de comércio adquirido.

32 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE INTANGÍVEL Exemplos: Direitos autorais Marcas Patentes Concessões Obtidas

33 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). ATIVO NÃO CIRCULANTE INTANGÍVEL Veja o que define o CPC 04 para que um ativo seja classificado como Intangível: Os itens devem atender cumulativamente a 03 requisitos: identificáveis, controlados e geradores de benefícios econômicos futuros.

34 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Conceito de Passivo Passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos passados, cuja liquidação se espera que resulte na saída de recursos da entidade capazes de gerar benefícios econômicos.

35 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Conceito de Passivo Uma característica essencial para a existência de passivo é que a entidade tenha uma obrigação presente. Uma obrigação é um dever ou responsabilidade de agir ou de desempenhar uma dada tarefa de certa maneira. As obrigações podem ser legalmente exigíveis em consequência de contrato ou de exigências estatutárias.

36 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em relação ao patrimônio, julgue os itens subsequentes: A existência de uma obrigação futura é requisito essencial para a contabilização de um passivo.

37 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em relação ao patrimônio, julgue os itens subsequentes: A existência de uma obrigação futura presente é requisito essencial para a contabilização de um passivo. ERRADO.

38 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Lei 6.404/76 Artigo 178 2º No passivo, as contas serão classificadas nos seguintes grupos: I passivo circulante; II passivo não circulante

39 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Lei 6.404/76 Artigo 178 Passivo Passivo Circulante - Fornecedores - Salários a Pagar - Impostos a Pagar Passivo Não Circulante - Empréstimos Bancários LP

40 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Lei 6.404/76 Artigo 180 As obrigações da companhia, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não circulante, serão classificadas no passivo circulante, quando se vencerem no exercício seguinte.

41 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). PASSIVO NÃO CIRCULANTE Serão classificados no Passivo Não Circulante as obrigações que tiverem prazo de vencimento superior ao término do exercício seguinte. Além disso, o extinto REF Resultado de Exercícios Futuros também integrará o Passivo Não Circulante.

42 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Lei 6.404/76 Art º No passivo, as contas serão classificadas nos seguintes grupos: III patrimônio líquido, dividido em: capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados.

43 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Ativo Passivo Ativo Circulante Passivo Circulante - Disponibilidades - Fornecedores - Clientes - Salários a Pagar - Estoques - Impostos a Pagar - Despesas Antecipadas Passivo Não Circulante Ativo Não Circulante Empréstimos Bancários LP - Realizável a Longo Prazo - Investimentos Patrimônio Líquido - Imobilizado - Capital - Intangível - Reservas de Lucros

44 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Outras definições utilizadas em provas: ATIVO = Patrimônio Bruto, Capital Aplicado, Recursos Aplicados, Aplicações dos Recursos, Capital Investido. PASSIVO = Capital Alheio, Passivo Exigível, Capital de Terceiros, Recursos de Terceiros.

45 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). PATRIMÔNIO LÍQUIDO O Patrimônio Líquido é a diferença entre as partes positivas e negativas do patrimônio. Sinônimos = Situação Líquida, Capital Próprio, Recursos Próprios, Passivo não Exigível, Riqueza Própria.

46 Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). Equação fundamental: PL = Bens + Direitos Obrigações ou PL = A P Ou A = P + PL

47 Métodos CONTABILIDADE GERAL O método das PARTIDAS DOBRADAS, conhecido também como DIGRAFIA, é a escrituração bilateral, ou seja, o registro de cada fato envolve pelo menos um elemento que será debitado e pelo menos um elemento que será creditado. Para TODO DÉBITO HÁ PELO MENOS UM CRÉDITO E VICE VERSA. O total do débito será sempre igual ao total do crédito.

48 Informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil. Lançamento Contábil CONTABILIDADE GERAL É o registro do fato contábil ocorrido. Elementos essenciais do Lançamento: Local e data Conta debitada Conta creditada Histórico Valor

49 Lançamento Contábil CONTABILIDADE GERAL Em 31/07/2014 a empresa XPTO S/A realizou a compra a vista de um veículo para uso da empresa em suas atividades operacionais pelo valor de R$ ,00. Não considere a incidência de tributos. A contabilidade registrou corretamente esta compra no Livro Diário através do seguinte lançamento contábil: Registro manual Veículos a Caixa ,00

50 Lançamento Contábil CONTABILIDADE GERAL Em 31/07/2014 a empresa XPTO S/A realizou a compra a vista de um veículo para uso da empresa em suas atividades operacionais pelo valor de R$ ,00. Não considere a incidência de tributos. A contabilidade registrou corretamente esta compra no Livro Diário através do seguinte lançamento contábil: Registro mecanizado D Veículos C Caixa ,00

51 Lançamento Contábil CONTABILIDADE GERAL Em 31/07/2014 a empresa XPTO S/A realizou a compra a vista de um veículo para uso da empresa em suas atividades operacionais pelo valor de R$ ,00. Não considere a incidência de tributos. A contabilidade registrou corretamente esta compra no Livro Diário através do seguinte lançamento contábil: Registro mecanizado D Veículos C Caixa ,00

52 Contas patrimoniais e de resultado CONTA é o nome representativo de um elemento patrimonial (bem, direito, obrigação ou Patrimônio Líquido) ou de uma variação patrimonial (despesa ou receita) que os quantificam e qualificam através de saldos devedores e credores.

53 Contas patrimoniais e de resultado Tipos de Contas: Contas Patrimoniais: São utilizadas para CONTROLE e APURAÇÃO do patrimônio. Temos as Contas do Ativo, do Passivo, do Patrimônio Líquido. Também são consideradas patrimoniais as contas RETIFICADORAS ou REDUTORAS. São contas negativas dos grupos aos quais pertençam.

54 Contas patrimoniais e de resultado Tipos de Contas: Contas de Resultado: São as contas de Receitas e de Despesas utilizadas para a APURAÇÃO DO RESULTADO do exercício (lucro ou prejuízo).

55 Contas patrimoniais e de resultado Tipos de Contas: Contas de Resultado: São transitórias porque ao final de cada exercício as mesmas são encerradas, tendo seus saldos zerados, a fim de apurar o resultado do exercício: Lucro ou Prejuízo. As contas de despesas são creditadas e as contas de receitas são debitadas e ambas terão como contrapartida um débito e um crédito, respectivamente, em uma conta transitória: Apuração do Resultado do Exercício ARE.

56 Contas patrimoniais e de resultado Tipos de Contas: Conceito de Despesas: Contas de Resultado As despesas são variações patrimoniais negativas. Elas diminuem o Patrimônio Líquido de uma entidade. As despesas têm por objetivo a geração de receitas.

57 Contas patrimoniais e de resultado Tipos de Contas: Conceito de Receitas Contas de Resultado São variações patrimoniais positivas, pois aumentam o Patrimônio Líquido de uma empresa. As Receitas podem ser Operacionais ou Outras Receitas.

58 Funções e estrutura das contas Natureza das contas Contas de Débito ou devedoras: Ativo Despesas Retificadoras do Passivo e do Patrimônio Líquido. Contas de Crédito ou credoras: Passivo Patrimônio Líquido Receitas Retificadoras do Ativo

59 Funções e estrutura das contas Saldo de uma conta É a diferença positiva entre o total de débitos e o total de créditos efetuados na conta. Existem dois tipos de saldo: SALDO DEVEDOR Se o total de débitos for maior que o total de créditos. Exemplo: Caixa. SALDO CREDOR Se o total de créditos for maior que o total de débitos. Exemplo: Fornecedores. Razonete

60 Funções e estrutura das contas Funcionamento das contas: Contas devedoras aumentam com débitos e diminuem com créditos. Contas credoras aumentam com créditos e diminuem com débitos.

61 Funções e estrutura das contas Funcionamento das contas: Conta Débito Crédito Ativo aumenta diminui Passivo e Patrimônio Líquido diminui aumenta Despesa aumenta diminui Receita diminui aumenta Retificadora do Passivo e PL aumenta diminui Retificadora do Ativo diminui aumenta

62 Funções e estrutura das contas Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Julgue os itens a seguir, relativos a plano de contas e a funções e estrutura das contas. A conta juros ativos é uma conta de resultado, analítica, de natureza credora, unilateral e dinâmica.

63 Funções e estrutura das contas Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Julgue os itens a seguir, relativos a plano de contas e a funções e estrutura das contas. A conta juros ativos é uma conta de resultado, analítica, de natureza credora, unilateral e dinâmica. CERTO.

64 Plano de contas. Conceito: CONTABILIDADE GERAL O PLANO DE CONTAS é o conjunto composto pela relação ordenada e codificada das contas utilizadas pela entidade, bem como de todas as normas e procedimentos adotados pelo seu sistema contábil, objetivando servir como guia e meio de padronização, a fim de facilitar a análise e elaboração dos registros e demonstrações contábeis.

65 Plano de contas. CONTABILIDADE GERAL Elenco de contas: É a estrutura do plano de contas. Compreende a relação ordenada e codificada de todas as contas utilizadas pela entidade. No Plano de Contas deverá constar ainda o Manual de Contas que definirá a função de cada conta, ou seja, a razão de sua existência. O Manual definirá também o funcionamento das contas, ou seja, quando a conta será debitada e quando será creditada.

66 Plano de contas. Conceito: CONTABILIDADE GERAL O PLANO DE CONTAS é o conjunto composto pela relação ordenada e codificada das contas utilizadas pela entidade, bem como de todas as normas e procedimentos adotados pelo seu sistema contábil, objetivando servir como guia e meio de padronização, a fim de facilitar a análise e elaboração dos registros e demonstrações contábeis.

67 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Fatos contábeis: São todos os acontecimentos que ocorrem numa entidade e provocam alterações qualitativas e/ou quantitativas no seu patrimônio, sendo portanto objeto de contabilização.

68 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Os fatos contábeis podem ser: Fatos permutativos Não alteram o valor do patrimônio líquido, pois representam apenas permutações entre elementos patrimoniais. Fatos modificativos diminutivos Diminuem o valor do patrimônio líquido. Fatos modificativos aumentativos Aumentam a situação líquida patrimonial.

69 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Os fatos contábeis podem ser: Fatos Mistos Diminutivos São simultaneamente permutativos e modificativos diminutivos. Fatos Mistos Aumentativos São simultaneamente permutativos e modificativos aumentativos.

70 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Fatos Permutativos Exemplo 01 Diminui e Aumenta o Ativo Compra de Mercadorias à vista no valor de R$ 5.000,00 D: Mercadorias (aumenta o Ativo) C: Caixa (Diminui o Ativo)

71 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Fatos Permutativos Exemplo 02 Aumenta Ativo e aumenta Passivo Compra de mercadorias a prazo no valor de R$ ,00 D: Mercadorias (aumenta o Ativo) C: Fornecedores (aumenta Passivo)

72 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Fatos Permutativos Exemplo 03 Diminui o Ativo e diminui o Passivo Pagamento de Fornecedores no valor de R$ 5.000,00 D: Fornecedores (Diminui o Passivo) C: Caixa (Diminui o Ativo)

73 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Fatos Permutativos Exemplo 04 Aumenta e diminui o Passivo Retenção de Imposto de Renda na Fonte sobre salários dos empregados no valor de R$ ,00 D: Salários a Pagar (diminui Passivo) C: IRRF a Recolher (aumenta Passivo)

74 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Fatos Permutativos Exemplo 05 Diminui e aumenta o Patrimônio Líquido Integralização de Capital com Reserva de Lucros no valor de R$ 5.000,00 D: Reserva de Lucros (diminui o PL) C: Capital Social (aumenta o PL)

75 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MODIFICATIVOS DIMINUTIVOS Exemplo 01 Diminui Ativo e diminui o Patrimônio Líquido Pagamento de salários à vista no valor de R$ 5.000,00 D: Despesas com Salários (diminui o PL) C: Caixa (diminui o Ativo)

76 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MODIFICATIVOS DIMINUTIVOS Exemplo 02 Aumenta o Passivo e diminui o PL Apropriação de salários no valor de R$ ,00 D: Despesas com Salários (diminui o PL) C: Salários a Pagar ( aumenta o Passivo)

77 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MODIFICATIVOS AUMENTATIVOS Exemplo 01 Aumenta Ativo e aumenta o Patrimônio Líquido Recebimento de juros ativos no valor de R$ 5.000,00 D: Caixa (aumenta o Ativo) C: Juros Ativos (aumenta o PL)

78 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MODIFICATIVOS AUMENTATIVOS Exemplo 02 Diminui o Passivo e aumenta o PL Prescrição de dívidas no valor de R$ ,00 D: Dívidas a Pagar (diminui o Passivo) C: Receitas com Prescrição de Dívidas ( aumenta o PL)

79 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MODIFICATIVOS AUMENTATIVOS Exemplo 02 Diminui o Passivo e aumenta o PL Prescrição de dívidas no valor de R$ ,00 D: Dívidas a Pagar (diminui o Passivo) C: Receitas com Prescrição de Dívidas ( aumenta o PL)

80 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MISTOS DIMINUTIVOS Exemplo: diminui Ativo, diminui o Passivo e diminui PL Pagamento de fornecedores no valor de R$ 5.000,00 com juros de R$ 1.000,00 D: Fornecedores = 5.000,00 D: Juros Passivos = 1.000,00 C: Caixa = 6.000,00

81 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. FATOS MISTOS AUMENTATIVOS Exemplo: aumenta e diminui Ativo e aumenta PL. Recebimento de duplicatas no valor de R$ 5.000,00 com juros de R$ 1.000,00 D: Caixa = 6.000,00 C: Duplicatas a Receber = 5.000,00 C: Juros Ativos = 1.000,00

82 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Considere os eventos de I a V listados abaixo. I - aquisição de veículo à vista para uso na atividade operacional II - baixa de bem inservível registrado no imobilizado III - apropriação da folha de pessoal do mês IV - registro da diminuição do valor de dívida a receber em função da variação monetária V - pagamento de obrigação com desconto

83 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Considere os eventos de I a V listados abaixo. Com base nas informações acima, julgue os itens a seguir, relativos à classificação dos fatos administrativos. Os eventos II, IV e V são classificados como fatos mistos, pois, além de provocarem variações no saldo patrimonial, representam a transposição de valores entre os grupos de contas patrimoniais.

84 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Considere os eventos de I a V listados abaixo. Com base nas informações acima, julgue os itens a seguir, relativos à classificação dos fatos administrativos. Os eventos I e III classificam-se como fatos permutativos e não afetam o saldo patrimonial da entidade.

85 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 I - aquisição de veículo à vista para uso na atividade operacional D Veículos Imobilizado C Caixa Fato Permutativo: Aumenta e diminui o Ativo

86 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 II - baixa de bem inservível registrado no imobilizado D Despesas com Baixa de Imobilizado C Imobilizado Fato Modificativo Diminutivo: diminui Ativo e diminui o Patrimônio Líquido

87 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 III - apropriação da folha de pessoal do mês D Despesas com Salários C Salários a Pagar Fato Modificativo Diminutivo: Aumenta o Passivo e diminui o PL

88 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 IV - registro da diminuição do valor de dívida a receber em função da variação monetária D Despesas com Variação Monetária C Dívidas a Receber Fato MODIFICATIVO DIMINUTIVO: Diminui Ativo e diminui o Patrimônio Líquido

89 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 V - pagamento de obrigação com desconto D Fornecedores C Caixa C Desconto Obtido FATOS MISTOS AUMENTATIVOS diminui Passivo, diminui Ativo e aumenta Patrimônio Líquido.

90 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Com base nas informações acima, julgue os itens a seguir, relativos à classificação dos fatos administrativos. 76_Os eventos II, IV e V são classificados como fatos mistos, pois, além de provocarem variações no saldo patrimonial, representam a transposição de valores entre os grupos de contas patrimoniais. Errado.

91 Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Com base nas informações acima, julgue os itens a seguir, relativos à classificação dos fatos administrativos. 77-Os eventos I e III classificam-se como fatos permutativos e não afetam o saldo patrimonial da entidade. Errado.

92 Fatos contábeis CONTABILIDADE GERAL Fórmulas de Lançamento: Existem 04 fórmulas de lançamento contábil: 1ª fórmula: Uma conta debitada e uma conta creditada. 2ª fórmula: Uma conta debitada e mais de uma creditada.

93 Fatos contábeis CONTABILIDADE GERAL Fórmulas de Lançamento: Existem 04 fórmulas de lançamento contábil: 3ª fórmula: Mais de uma conta debitada e uma conta creditada 4ª fórmula: Mais de uma conta debitada e mais de uma conta creditada.

94 Fatos contábeis Fórmulas de Lançamento: F D C 1ª 1 1 2ª 1 2 3ª 2 1 4ª 2 2

95 Fatos contábeis CONTABILIDADE GERAL Fórmulas de Lançamento: Primeira fórmula: D Caixa C Banco Conta Movimento ,00 Segunda fórmula D Fornecedores ,00 C Caixa ,00 C Descontos Obtidos ,00

96 Fatos contábeis CONTABILIDADE GERAL Fórmulas de Lançamento: Terceira fórmula D Caixa ,00 D Descontos Concedidos ,00 C Clientes ,00 Quarta fórmula D Salários ,00 D Hora-extra ,00 C INSS a Recolher ,00 C IRRF a Recolher ,00 C Salários a Pagar ,00

97 Fatos contábeis CONTABILIDADE GERAL Fórmulas de Lançamento: Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Acerca das variações decorrentes dos fatos administrativos, julgue os itens seguintes: A compra de veículos à vista é um fato modificativo aumentativo que deve ser registrado em lançamento de primeira fórmula.

98

99 Fatos contábeis CONTABILIDADE GERAL Fórmulas de Lançamento: Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Acerca das variações decorrentes dos fatos administrativos, julgue os itens seguintes: A compra de veículos à vista é um fato modificativo aumentativo que deve ser registrado em lançamento de primeira fórmula. ERRADO.

100 Apuração de resultados. Ao final de cada exercício social ocorre a apuração do resultado do exercício, que pode ser um lucro líquido ou prejuízo líquido. Será um lucro líquido quando a soma das Receitas for maior que a soma das Despesas. Será um prejuízo líquido quando a soma das Despesas for maior que a soma das Receitas.

101 Apuração de resultados. Regime de Competência e Regime de Caixa. Existem dois critérios distintos para determinarmos a ocorrência ou não de despesas e receitas. Tais critérios, os quais representam pontos de vistas diferentes, são os dois regimes de contabilização existentes, a saber: REGIME DE CAIXA E REGIME DE COMPETÊNCIA. No Regime de Caixa as despesas e receitas são contabilizadas nas saídas e entradas de dinheiro.

102

103 Apuração de resultados. No Regime de Competência as despesas e receitas são contabilizadas pelas ocorrências do fato gerador, independentemente da saída ou entrada de dinheiro. As despesas devem ser reconhecidas na demonstração do resultado com base na associação direta entre elas e os correspondentes itens de receita.

104

105 Apuração de resultados. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Determinada entidade apresentou os seguintes eventos no mês de abril de I - pagamento de R$ 4.200,00, no mês de abril de 2012, referentes a aluguel dos meses de abril e maio de 2012; II - consumo e pagamento de despesas, em abril de 2012, com serviços de limpeza e conservação, relativos ao mês de abril de 2012, no valor de R$ 1.800,00;

106 Apuração de resultados. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Determinada entidade apresentou os seguintes eventos no mês de abril de III - recebimento, em abril de 2012, em dinheiro, por serviços prestados no mês de março de 2012, no valor de R$ 3.600,00; IV - prestação de serviços, no mês de abril de 2012, para recebimento em maio de 2012, no valor de R$ 5.700,00.

107

108 Apuração de resultados. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 À luz do regime de caixa e do regime de competência, julgue os itens seguintes, relativos à apuração de resultado do mês de abril de 2012 da entidade considerada. Na apuração do resultado do mês de abril de 2012, não se consideram, tanto no regime de caixa quanto no de competência, os eventos III e IV, os quais repercutem na apuração do resultado, respectivamente, dos meses de março e maio.

109 Apuração de resultados. Já caiu em prova! CESPE PF 2012 Na apuração do resultado do mês de abril de 2012, não se consideram, tanto no regime de caixa quanto no de competência, os eventos III e IV, os quais repercutem na apuração do resultado, respectivamente, dos meses de março e maio. ERRADO. O item III entra no regime de Caixa de abril e o item IV entra no regime de competência.

110 Apuração de resultados. Exemplo: A empresa Resultado S/A teve os seguintes lançamentos contábeis durante o exercício de 2013: D: Juros Passivos C: Bancos ,00 D: Juros a Receber. C: Juros Ativos ,00 D: Duplicatas a Pagar C: Descontos Recebidos ,00

111 Apuração de resultados. Exemplo: A empresa Resultado S/A teve os seguintes lançamentos contábeis durante o exercício de 2013: D: Descontos Concedidos C: Duplicatas a Receber ,00 D: IPTU C: Impostos a Pagar ,00 D: Aluguéis Passivos C: Aluguéis a Pagar ,00

112 Apuração de resultados. Exemplo: A empresa Resultado S/A teve os seguintes lançamentos contábeis durante o exercício de 2013: D: Variação Cambial Passiva. C: Contas a Pagar ,00 D: Duplicatas a Receber C: Variação Cambial Ativa ,00 D: Salários C: Salários a Pagar ,00

113 Apuração de resultados. Exemplo: A empresa Resultado S/A teve os seguintes lançamentos contábeis durante o exercício de 2013: D: INSS, FGTS C: INSS OU FGTS a Recolher ,00 D: Clientes C: Receita de Vendas ,00

114 Apuração de resultados. Para a apuração do resultado do exercício temos que zerar todas as contas de resultado com um lançamento inverso transferindo esses valores para a conta ARE Apuração do Resultado do Exercício: D: ARE Apuração do Resultado do Exercício C: Juros Passivos ,00 D: Juros Ativos. C:ARE Apuração do Resultado do Exerc ,00

115 Apuração de resultados. D: Descontos Recebidos C: ARE Apuração do Resultado do Exerc ,00 D: ARE Apuração do Resultado do Exercício C: Descontos Concedidos ,00 D: ARE Apuração do Resultado do Exercício C: IPTU ,00 D: ARE Apuração do Resultado do Exercício C: Aluguéis Passivos ,00

116 Apuração de resultados. D: Aluguéis Ativos C: ARE Apuração do Resultado do Exerc ,00 D: ARE Apuração do Resultado do Exercício. C: Variação Cambial Passiva ,00 D: Variação Cambial Ativa C: ARE Apuração do Resultado do Exerc ,00

117 Apuração de resultados. D: ARE Apuração do Resultado do Exercício C: Salários ,00 D: ARE Apuração do Resultado do Exercício C: INSS OU FGTS ,00 D: Receita de Vendas C: ARE Apuração do Result. do Exerc ,00

118 Apuração de resultados. Assim teremos os seguintes razonetes: Juros Passivos Juros Ativos Descontos Recebidos 1.000, , , , , ,

119 Apuração de resultados. Assim teremos os seguintes razonetes: Descontos Concedidos IPTU Aluguéis Passivos 4.000, , , , , ,

120 Apuração de resultados. Assim teremos os seguintes razonetes: Aluguéis Ativos Variação Cambial Passiva Variação Cambial Ativa 7.000, , , , , ,

121 Apuração de resultados. Assim teremos os seguintes razonetes: Salários INSS / FGTS Receita de Vendas , , , , , ,

122 Apuração de resultados. Assim teremos os seguintes razonetes: ARE Lucros Acumulados 1.000, , , , , , , , , , , , , , , , , ,00

123 Apuração de resultados. Como foi obtida uma receita total de ,00 e uma despesa total de ,00 o resultado foi um Lucro Líquido de ,00 que foi transferido para a conta de Lucros Acumulados. O valor dos Lucros Acumulados será transferido para as contas de Reservas de Lucros no Patrimônio Líquido de acordo com a Lei 6.404/76 ou para a conta de Dividendos a Pagar no Passivo Circulante.

124 Elaboração de demonstrações contábeis pela legislação societária. Lei 6.404/76 Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício:

125 Elaboração de demonstrações contábeis pela legislação societária.. Lei 6.404/76 Art I - balanço patrimonial; II - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados; III - demonstração do resultado do exercício; IV demonstração dos fluxos de caixa; e V se companhia aberta, demonstração do valor adicionado.

126 Elaboração de demonstrações contábeis pela legislação societária.. Lei 6.404/76 Art º-As demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior. 3º-As demonstrações financeiras registrarão a destinação dos lucros segundo a proposta dos órgãos da administração, no pressuposto de sua aprovação pela assembleia-geral.

127 Elaboração de demonstrações contábeis pela legislação societária.. Lei 6.404/76 Art º-As demonstrações financeiras registrarão a destinação dos lucros segundo a proposta dos órgãos da administração, no pressuposto de sua aprovação pela assembleia-geral. 7 o A Comissão de Valores Mobiliários poderá, a seu critério, disciplinar de forma diversa o registro de que trata o 3 o deste artigo.

128 Elaboração de demonstrações contábeis pela legislação societária. Lei 6.404/76 Art º-As demonstrações serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício.

129 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. O CPC 00 PRONUNCIAMENTO CONCEITUAL BÁSICO (R1) define a Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil- Financeiro.

130 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. As demonstrações contábeis são elaboradas e apresentadas para usuários externos em geral, tendo em vista suas finalidades distintas e necessidades diversas. Governos(Leis), órgãos reguladores(cvm) ou autoridades tributárias(receita Federal, Estadual, Municipal ou Distrital), por exemplo, podem determinar especificamente exigências para atender a seus próprios interesses. Essas exigências, no entanto, não devem afetar as demonstrações contábeis elaboradas segundo esta Estrutura Conceitual.

131 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. Demonstrações contábeis elaboradas dentro do que prescreve esta Estrutura Conceitual objetivam fornecer informações que sejam úteis na tomada de decisões econômicas e avaliações por parte dos usuários em geral, não tendo o propósito de atender finalidade ou necessidade específica de determinados grupos de usuários.

132 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. Demonstrações contábeis elaboradas dentro do que prescreve esta Estrutura Conceitual objetivam fornecer informações que sejam úteis na tomada de decisões econômicas e avaliações por parte dos usuários em geral, não tendo o propósito de atender finalidade ou necessidade específica de determinados grupos de usuários.

133 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis Conjunto completo de demonstrações contábeis O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: a) balanço patrimonial ao final do período;

134 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: b1) demonstração do resultado do período; b2) demonstração do resultado abrangente do período;

135 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: c) demonstração das mutações do patrimônio líquido do período; d) demonstração dos fluxos de caixa do período;

136 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: e) notas explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas;

137 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis O conjunto completo de demonstrações contábeis inclui: e) notas explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas; (ea) informações comparativas com o período anterior, conforme especificado nos itens 38 e 38A;

138 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis (f) balanço patrimonial do início do período mais antigo, comparativamente apresentado, quando a entidade aplicar uma política contábil retrospectivamente ou proceder à reapresentação retrospectiva de itens das demonstrações contábeis, ou quando proceder à reclassificação de itens de suas demonstrações contábeis de acordo com os itens 40A a 40D; e

139 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis (f1) demonstração do valor adicionado do período, conforme Pronunciamento Técnico CPC 09, se exigido legalmente ou por algum órgão regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente.

140 Elaboração de demonstrações contábeis de acordo com os CPCs. CPC 26 r1 Apresentação das Demonstrações Contábeis (f1) demonstração do valor adicionado do período, conforme Pronunciamento Técnico CPC 09, se exigido legalmente ou por algum órgão regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente.

141 Elaboração de demonstrações contábeis Balanço Patrimonial Balanço patrimonial: É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira da Entidade. Objetivo: Análise da situação financeira e econômica da entidade.

142 Elaboração de demonstrações contábeis Balanço Patrimonial Lei 6.404/76 Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: I - balanço patrimonial;

143 Elaboração de demonstrações contábeis Balanço Patrimonial Balanço patrimonial: Lei 6.404/76 Art No balanço patrimonial, as contas deverão ser classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da empresa.

144 Elaboração de demonstrações contábeis Balanço Patrimonial Balanço patrimonial: Lei 6.404/76 Art No balanço patrimonial, as contas deverão ser classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da empresa.

145 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE A Demonstração do Resultado do Exercício tem como objetivo principal apresentar de forma vertical resumida o resultado apurado em relação ao conjunto de operações realizadas num determinado período, normalmente, de doze meses.

146 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Lei 6.404/76 Art. 187 A demonstração do resultado do exercício discriminará: I - a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos; II - a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto;

147 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Lei 6.404/76 Art. 187 A demonstração do resultado do exercício discriminará: III - as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais; IV o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;

148 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Lei 6.404/76 Art. 187 V - o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto; VI as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;

149 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Lei 6.404/76 Art. 187 VII - o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.

150 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Lei 6.404/76 Art º Na determinação do resultado do exercício serão computados: a) as receitas e os rendimentos ganhos no período, independentemente da sua realização em moeda; e b) os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes a essas receitas e rendimentos.

151 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE RECEITA OPERACIONAL BRUTA (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) CUSTOS DAS VENDAS (=) RESULTADO OPERACIONAL BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS (-) DESPESAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS (+/-)OUTRAS RECEITAS E DESPESAS (=) RESULTADO OPERACIONAL ANTES DO IR (-) Provisão para Imposto de Renda = LUCRO LÍQUIDO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES (=) RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

152 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Lei 6.404/76 Art º Na determinação do resultado do exercício serão computados: a) as receitas e os rendimentos ganhos no período, independentemente da sua realização em moeda; e b) os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes a essas receitas e rendimentos.

153 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Lei 6.404/76 Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: IV demonstração dos fluxos de caixa

154 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Lei 6.404/76 Art IV demonstração dos fluxos de caixa 6 o A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa.

155 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Lei 6.404/76 Art As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo: I demonstração dos fluxos de caixa as alterações ocorridas, durante o exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos:

156 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Lei 6.404/76 Art a) das operações; b) dos financiamentos; e c) dos investimentos;

157 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC A DFC informa as entradas e as saídas de dinheiro da empresa segregadas em atividades Operacionais, atividades de Financiamentos e atividades de Investimentos, sendo que a soma dessas atividades resulta na variação líquida de caixa ocorrida no período contábil que somada ao saldo inicial de caixa mais equivalentes de caixa resulta no saldo final de caixa mais equivalentes de caixa.

158 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC DISPONIBILIDADES E EQUIVALENTES DE CAIXA Para fins de elaboração da DFC, o conceito de caixa é ampliado e inclui-se no chamado equivalente de caixa. Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo e, não, para investimentos ou outros propósitos.

159 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC DISPONIBILIDADES E EQUIVALENTES DE CAIXA Assim, as disponibilidades compreendem a conta Caixa, Banco Conta Movimento, Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata.

160 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES OPERACIONAIS Estão relacionadas com a atividade principal e acessória da empresa, atividades do objeto social da companhia. Entradas de recursos resultantes de atividades operacionais 01) Recebimentos resultantes de vendas à vista de produtos, mercadorias e serviços; recebimentos de duplicatas a receber.

161 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES OPERACIONAIS Entradas de recursos resultantes de atividades operacionais 02) Recebimentos de juros oriundos de aplicações financeiras e empréstimos concedidos, recebimento de dividendos oriundos de participações em outras sociedades avaliadas pelo custo ou equivalência patrimonial.

162 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES OPERACIONAIS Entradas de recursos resultantes de atividades operacionais 03) Outros recebimentos que não se originem de transações definidas como atividades de investimento ou financiamento, como por exemplo, os recebimentos oriundos de receitas de aluguéis, quando a empresa possui imóvel alugados para terceiros.

163 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES OPERACIONAIS Saídas de recursos resultantes das atividades operacionais 1) Pagamentos à vista de fornecedores; pagamento de duplicatas a pagar. 2) Pagamento de despesas de salário, despesas de juros, despesas comerciais, desde que relacionadas com as atividades fim da empresa. 3) Pagamento de impostos, taxas e contribuições ao governo.

164 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS As atividades de investimentos estão relacionadas com a aquisição (compra à vista) e alienação (venda à vista) de bens do Ativo Não Circulante (Investimentos, Imobilizado e Intangível) e com o Ativo Não Circulante realizável a longo prazo que não constituam negócios usuais na exploração do objeto social da companhia.

165 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Entradas de recursos resultantes de atividades de Investimentos 1) Recebimento do principal dos empréstimos concedidos, sendo que os juros destes empréstimos são classificados como atividade operacional quando recebidos. 2) Recebimentos pela venda à vista de ações de outras empresas. 3) Recebimentos pela venda à vista de ativo imobilizado.

166 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Saídas de recursos resultantes das atividades de Investimentos 1) Concessão de empréstimos a outras empresas 2) Pagamento de ações de outras empresas 3) Pagamento de Ativo Não Circulante imobilizado, intangível.

167 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Referem-se aos financiamentos concedidos à sociedade provenientes de terceiros (Passivo Circulante e Não Circulante) ou dos sócios (Integralização de capital em dinheiro).

168 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Entradas de recursos resultantes de atividades de financiamentos 1) Recebimento oriundo da integralização de capital social. 2) Recebimento de empréstimo financeiro obtido no mercado de curto ou longo prazo.

169 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS Saídas de recursos resultantes das atividades de Investimentos 1) Pagamentos de Dividendos. 2) Pagamento pela aquisição de ações da própria empresa (ações em tesouraria). 3) Pagamento do principal dos empréstimos obtidos sendo que os juros são classificados como atividade operacional. 4) Pagamento de participações estatutárias.

170 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Já caiu em prova! CESPE Auditor do Trabalho 2013 Julgue os itens subsecutivos, acerca de demonstrações contábeis. Os pagamentos de caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade são classificados, na demonstração do fluxo de caixa, como atividades de financiamento.

171 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Já caiu em prova! CESPE Auditor do Trabalho 2013 Julgue os itens subsecutivos, acerca de demonstrações contábeis. Os pagamentos de caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações (AÇÕES EM TESOURARIA)da entidade são classificados, na demonstração do fluxo de caixa, como atividades de financiamento. CERTO.

172 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Forma de apresentação da DFC Método Direto Apresenta todas as entradas e saídas brutas de dinheiro, ou seja, todas as operações de recebimento de dinheiro e todas as operações de pagamento de dinheiro da empresa divididas em Operacionais, de Financiamento e de Investimentos.

173 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Forma de apresentação da DFC Método Direto Apresenta todas as entradas e saídas brutas de dinheiro, ou seja, todas as operações de recebimento de dinheiro e todas as operações de pagamento de dinheiro da empresa divididas em Operacionais, de Financiamento e de Investimentos.

174 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Forma de apresentação da DFC Método Indireto Parte do Lucro Líquido do Exercício ajustando-o pelas despesas e receitas que não têm efeito caixa e que não pertençam às Atividades Operacionais com as variações de ativos e passivos relacionados com as atividades operacionais da empresa.

175 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Modelo de DFC Método Indireto 01) Atividades Operacionais: (=) Lucro Líquido/Prejuízo Líquido 1º ajuste Receitas e Despesas que não têm efeito caixa e que não pertencem às Atividades Operacionais): (+) Depreciação, Amortização e Exaustão. (+/-) Perda de Equivalência Patrimonial/Ganho de Equivalência Patrimonial. (-/+) Lucro/Prejuízo na venda de Investimentos (-/+) Lucro/Prejuízo na venda de Imobilizados

176 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Modelo de DFC Método Indireto 2º ajuste Variação dos Ativos e Passivos Operacionais (-) Aumento das Duplicatas a Receber (+) Aumento do Saldo das Duplicatas Descontadas (-) Redução do saldo das duplicatas Descontadas (-) Aumento dos Estoques (+) Aumento de fornecedores de estoques (+) Aumento de Contas a Pagar (+) Aumento de Impostos a Pagar (=) Caixa Líquido (gerado/consumido) nas atividades Operacionais

177 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Modelo de DFC Método Indireto 02) Atividades de Investimentos: (+) Venda à Vista de Imobilizado (-) Aquisição à Vista de Imobilizado (-) Aquisição de ações de outras empresas (=) Caixa Líquido (gerado/consumido) nas atividades de Investimentos

178 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Modelo de DFC Método Indireto 03) Atividades de financiamentos (+) Recebimento de empréstimos bancários (+) Recebimento de integralização de capital em dinheiro (-) Pagamento de empréstimos bancários (-) Pagamento de leasing (=) Caixa líquido (gerado/consumido) nas atividades de financiamento

179 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração dos Fluxos de Caixas - DFC Modelo de DFC Método Indireto 04) (=) Variação Líquida de Caixa (1+2+3) 05) (+) Saldo inicial de Caixa mais equivalente de Caixa 06) (=) Saldo final de caixa mais equivalente de Caixa (4+5)

180 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA Lei 6.404/76 Art Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício: V se companhia aberta, demonstração do valor adicionado.

181 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA Lei 6.404/76 - Art As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo: II demonstração do valor adicionado o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.

182 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA A elaboração da DVA deve levar em conta o Pronunciamento Conceitual Básico do CPC intitulado Estrutura Conceitual Básica para Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis, e seus dados, em sua grande maioria, são obtidos principalmente a partir da Demonstração do Resultado do Exercício DRE e observam o Princípio da Competência.

183 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA A elaboração da DVA deve levar em conta o Pronunciamento Conceitual Básico do CPC intitulado Estrutura Conceitual Básica para Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis, e seus dados, em sua grande maioria, são obtidos principalmente a partir da Demonstração do Resultado do Exercício DRE e observam o Princípio da Competência.

184 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA A DVA deve proporcionar aos usuários das Demonstrações Contábeis informações relativas à riqueza criada pela entidade em determinado período e a forma como tais riquezas foram distribuídas.

185 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA A distribuição da riqueza criada deve ser detalhada, minimamente da seguinte forma: Pessoal e encargos Impostos, taxas e contribuições Juros e aluguéis Juros sobre capital próprio e dividendos Lucros retidos/prejuízos do exercício

186 Demonstração do Valor Adicionado Exemplo em R$ DESCRIÇÃO 1-RECEITAS (+) Vendas de mercadoria, produtos e serviços (-) Provisão p/devedores duvidosos (Constituição) (-) Desconto Comercial/Devolução de Vendas/Abatimentos 2-INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (inclui ICMS e IPI) Custos das mercadorias vendidas Despesas de Assistência Técnica Despesas de propaganda Despesas com provisão ajuste a valor de mercado estoques 3 VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) 4 RETENÇÕES Depreciação, amortização e exaustão 5 VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) 6 VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Resultado de equivalência patrimonial Juros Ativos Receita de Aluguel Receita de Dividendos avaliado pelo custo de aquisição 7 VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR (5+6) 8 DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO 8.1) Pessoal e encargos 8.2) Impostos, taxas e contribuições (36.000, ,00) 8.3) Juros e aluguéis (7.000, ,00) 8.4) Juros s/ capital próprio e dividendos

187 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA Já caiu na prova de 2013 do Auditor do Trabalho Julgue os itens subsecutivos, acerca de demonstrações contábeis. A demonstração do valor adicionado permite analisar o desempenho econômico da empresa e não considera, em sua apuração, as despesas com depreciação, amortização ou exaustão.

188 Elaboração de demonstrações contábeis Demonstração do Valor Adicionado - DVA Já caiu na prova de 2013 do Auditor do Trabalho Julgue os itens subsecutivos, acerca de demonstrações contábeis. A demonstração do valor adicionado permite analisar o desempenho econômico da empresa e não considera, em sua apuração, as despesas com depreciação, amortização ou exaustão. ERRADO.

189 Análise econômico-financeira. Análise Horizontal Demonstra a evolução das contas patrimoniais e de resultado dentro de uma série de exercícios. Através desta técnica é possível avaliar e acompanhar a evolução das Receitas e das Despesas bem como dos investimentos realizados.

190 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO X X X3 CONTAS VALOR AH VALOR AH VALOR AH Vendas Líquidas , Custo das Vendas , ,5 LUCRO BRUTO , ,4 Despesas Operacionais , ,4 Outros resultados Operacionais ,9 LUCRO OPERACIONAL Receitas Financeiras , ,6 Despesas Financeiras ,6 Outras Despesas LUCRO ANTES do IMPOSTO DE RENDA , ,2 Contribuição Social , ,2 Imposto de Renda , ,2 LUCRO LÍQUIDO , ,2

191 Análise econômico-financeira. Análise Vertical A análise vertical visa demonstrar ao analista, a proporção que representa cada conta em relação ao grupo contábil em que se encontra, ou como comumente é mais utilizada, em relação ao total geral da demonstração analisada.

192 CONTAS X X X3 VALOR AV VALOR AV VALOR AV Vendas Líquidas , , ,0 Custo das Vendas , , ,1 LUCRO BRUTO , , ,9 Despesas Operacionais , , ,5 Outros resultados Operacionais , , ,5 LUCRO OPERACIONAL , , ,9 Receitas Financeiras , , ,1 Despesas Financeiras , , ,7 Resultado Não-opercional , LUCRO ANTES DA CONTRIB. SOCIAL E DO IMPORTO DE RENDA , , ,3 Contribuição Social , , ,5 Imposto de Renda , , ,30 LUCRO LÍQUIDO , , ,5

193 Índice Fórmula Significado Estrutura de Capital Participação de Capital de Terceiros (Endividamento) Composição do Endividamento Imobilização do Patrimônio Líquido (PL) Imobilização dos Recursos Não-Correntes Capital Terceiros Patrimônio Líquido Passivo Circulante Capitais Terceiros Ativo Permanente Patrimônio Líquido Ativo Permanente PL + Exigível a LP Quanto a empresa tomou de capitais de terceiros para cada R$100,00 de Capital Próprio Qual o percentual de obrigações a Composição do Endividamento em relação às obrigações totais. Quanto à empresa aplicou no Ativo Permanente para cada R$100,00 de Patrimônio Líquido. Que percentual dos recursos não-correntes (PL e Exigível a Longo Prazo) foi destinado ao Ativo Permanente.

194 Liquidez Liquidez Geral Liquidez Corrente AC + Realizável LP PC+ Exigível a LP Ativo Circulante Passivo Circulante Quanto à empresa possui de Ativo Circulante+Realizável a Longo Prazo para cada R$1,00 de dívida total. Quanto à empresa possui de Ativo Circulante para cada R$1,00 de Passivo Circulante. Liquidez Seca Liquidez Imediata AC - Estoques Passivo Circulante Disponibilidades Passivo Circulante Quanto à empresa possui de Ativo Líquido para cada R$1,00 de Passivo Circulante. Quanto à empresa possui de Ativo Disponível para cada R$1,00 de Passivo Circulante.

195 Rentabilidade Giro do Ativo Vendas Líquidas Ativo Quanto à empresa vendeu para cada R$1,00 de investimento total. Margem Líquida Lucro Líquido Vendas Líquidas Quanto à empresa obtém de lucro para cada R$100,00 vendidos. Rentabilidade do Ativo Lucro Líquido Ativo Quanto à empresa obtém de lucro para cada R$100,00 de investimento total. Rentabilidade do PL Lucro Líquido PL Médio

196 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 ATIVO PASSIVO Ativo Circulante Passivo Circulante Disponível Fornecedores Estoque Impostos a Pagar 5 10 Ativo Não Circulante Passivo Não Circulante Investimentos Empréstimos a Longo Prazo Imobilizado Patrimônio Líquido Capital Social Total Total

197 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Considerando os dados apresentados na tabela acima, referentes ao balanço patrimonial de uma organização hipotética, julgue os itens que se seguem. Em 2012, o índice de liquidez seca foi menor que 1. O índice de liquidez imediata em 2011 foi igual a 2.

198 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em 2012, o índice de liquidez seca foi menor que 1. Índice de Liquidez Seca 2012 AC-Estoque PC

199 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em 2012, o índice de liquidez seca foi menor que 1. Índice de Liquidez Seca 2012 AC-Estoque 30 PC 35

200 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em 2012, o índice de liquidez seca foi menor que 1. Índice de Liquidez Seca 2012 AC-Estoque 30 0,86 PC 35

201 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Em 2012, o índice de liquidez seca foi menor que 1. Índice de Liquidez Seca 2012 AC-Estoque 30 0,86 PC 35 CERTO.

202 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 O índice de liquidez imediata em 2011 foi igual a 2. Índice de Liquidez Imediata 2011 Disponível PC

203 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 O índice de liquidez imediata em 2011 foi igual a 2. Índice de Liquidez Imediata 2011 Disponível 30 PC 25

204 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 O índice de liquidez imediata em 2011 foi igual a 2. Índice de Liquidez Imediata 2011 Disponível 30 1,20 PC 25

205 Análise econômico-financeira. Já caiu em prova! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 O índice de liquidez imediata em 2011 foi igual a 2. Índice de Liquidez Imediata 2011 Disponível 30 1,20 PC 25 ERRADO.

206 Destinação de resultado. Lei 6.404/76 Art Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o Imposto sobre a Renda. Parágrafo único. o prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem.

207 Destinação de resultado. Participações Art As participações estatutárias de empregados, administradores e partes beneficiárias serão determinadas, sucessivamente e nessa ordem, com base nos lucros que remanescerem depois de deduzida a participação anteriormente calculada. Art Lucro líquido do exercício é o resultado do exercício que remanescer depois de deduzidas as participações de que trata o artigo 190.

208 Destinação de resultado. Participações Art As participações estatutárias de empregados, administradores e partes beneficiárias serão determinadas, sucessivamente e nessa ordem, com base nos lucros que remanescerem depois de deduzida a participação anteriormente calculada.

209 Reserva Legal Lei 6.404/76 Art Do lucro líquido do exercício, 5% (cinco por cento) serão aplicados, antes de qualquer outra destinação, na constituição da reserva legal, que não excederá de 20% (vinte por cento) do capital social. 1º A companhia poderá deixar de constituir a reserva legal no exercício em que o saldo dessa reserva, acrescido do montante das reservas de capital de que trata o 1º do artigo 182, exceder de 30% (trinta por cento) do capital social. 2º A reserva legal tem por fim assegurar a integridade do capital social e somente poderá ser utilizada para compensar prejuízos ou aumentar o capital.

210 limite obrigatório de 20% do Capital Social limite facultativo de 30% do Capital Social (Reserva Legal + Reserva de Capital) A Reserva Legal é constituída com a finalidade de proteger os credores da empresa. A Incorporação da Reserva Legal ao capital social poderá ser efetuada a qualquer tempo, a critério da cia. De acordo com o artigo 189. Parágrafo único da Lei 6.404/76, os prejuízos que não tiverem sido absorvidos na sequência pelos Lucros Acumulados e demais Reservas de Lucros, será obrigatoriamente compensados com a Reserva Legal. Dos limites:

211 Exemplos: 01) Em 31/12/13 a empresa YXZ apresentava Lucro Líquido=R$ 1.000,00 Em 31/12/2012 tínhamos os seguintes saldos: Capital Social = R$ 1.000,00 Reservas de Capital = R$ 120,00 Reserva Legal = R$ 50,00 Então temos que: Reserva Legal = 5% do Lucro Líquido Reserva Legal = R$ 1.000,00 x 5% = 50,00 Limite obrigatório = 20% do Capital Social Limite obrigatório = 20% de R$ 1.000,00 = R$ 200,00 Limite facultativo = 30% do Capital Social Limite facultativo = 30% de R$ 1.000,00 = R$ 300,00

212 Após a constituição da Reserva Legal em 31/12/2013 teremos: Capital Social = R$ 1.000,00 Reservas de Capital = R$ 120,00 Reserva Legal = R$ 100,00 A Reserva Legal ficou dentro dos limites obrigatório e facultativo.

213 b) Em 31/12/2013 a empresa MMM s S/A apresentava um Lucro Líquido = R$ 4.000,00 Em 31/12/2012 tínhamos os seguintes saldos: Capital Social = R$ 1.000,00 Reservas de Capital = R$ 200,00 Reserva Legal = R$ 50,00 Então temos que: Reserva Legal = 5% do Lucro Líquido Reserva Legal = R$ 4.000,00 x 5% = 200,00 Limite obrigatório = 20% do Capital Social Limite obrigatório = 20% de R$ 1.000,00 = R$ 200,00 Limite facultativo = 30% do Capital Social Limite facultativo = 30% de R$ 1.000,00 = R$ 300,00

214 Após a constituição da Reserva Legal em 31/12/2013 teríamos: Capital Social = R$ 1.000,00 Reservas de Capital = R$ 200,00 Reserva Legal = R$ 250,00 Neste caso não será possível destinar 5% do Lucro Líquido R$ 200,00 pois ultrapassaria o limite obrigatório. Então a Reserva Legal será de R$ 150,00 e em 31/12/2013 teremos os seguintes saldos: Capital Social = R$ 1.000,00 Reservas de Capital = R$ 200,00 Reserva Legal = R$ 200,00

215 Somando-se agora a Reserva de Capital + Reserva Legal ultrapassamos o limite facultativo de R$ 300,00. Caso a Reserva Legal fosse de R$ 50,00 ficaríamos dentro dos dois limites: Capital Social = R$ 1.000,00 Reservas de Capital = R$ 200,00 Reserva Legal = R$ 100,00

216 Em 31/12/2013 a empresa NCCS S/A apresentava um Lucro Líquido = R$ ,00 Em 31/12/2012 tínhamos os seguintes saldos: Capital Social = R$ ,00 Reservas de Capital = R$ ,00 Prejuízos Acumulados = R$ ,00

217 Então temos que: Reserva Legal = 5% do Lucro Líquido Prejuízos Acumulados Reserva Legal = (R$ ,00 R$ ,00) x 5% = ,00 Limite obrigatório = 20% do Capital Social Limite obrigatório = 20% de R$ ,00 = R$ ,00 Limite facultativo = 30% do Capital Social Limite facultativo = 30% de R$ ,00 = R$ ,00

218 Então a Reserva Legal será de R$ ,00 e em 31/12/2013 teremos os seguintes saldos: Capital Social = R$ ,00 Reservas de Capital = R$ ,00 Reserva Legal = R$ ,00 (dentro do limite de R$ ,00) Somando-se agora a Reserva de Capital + Reserva Legal ultrapassamos o limite facultativo de R$ ,00. Caso a Reserva Legal fosse de R$ ,00 ficaríamos dentro dos dois limites: Capital Social = ,00 Reservas de Capital = ,00 Reserva Legal = ,00 ( = limite facultativo de ,00)

219 Reservas Estatutárias Lei 6.404/76 Art O estatuto poderá criar reservas desde que, para cada uma: I - indique, de modo preciso e completo, a sua finalidade; II - fixe os critérios para determinar a parcela anual dos lucros líquidos que serão destinados à sua constituição; e III - estabeleça o limite máximo da reserva.

220 Exemplo: A empresa Concursandos S/A tem em seu estatuto que do Lucro Líquido do Exercício serão destinados 20% para reservas estatutárias com o objetivo de resgatar a totalidade de suas ações preferenciais. Esse limite equivale a R$ ,00, sendo portanto o limite desta Reserva. Em 31/12/2012 apresentava os seguintes saldos: Capital Social = ,00 Reserva Estatutária = ,00 Prejuízos Acumulados = ,00

221 Em 31/12/2013 apurou o lucro líquido de ,00. Cálculo da Reserva Estatutária: Reserva Estatutária = 20% (Lucro Líquido Prejuízo Acumulado) Reserva Estatutária = 20% ( , ,00) = ,00 Saldo atual das Reservas Estatutárias: Capital Social = ,00 Reserva Estatutária = ,00

222 Reservas para Contingências Art A assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado. 1º A proposta dos órgãos da administração deverá indicar a causa da perda prevista e justificar, com as razões de prudência que a recomendem, a constituição da reserva. 2º A reserva será revertida no exercício em que deixarem de existir as razões que justificaram a sua constituição ou em que ocorrer a perda.

223 Exemplo: Em 31/12/2013 a empresa Contingenciados S/A possuía em seus estoques 600 unidades de computadores com preço de venda unitário no valor de 1.500,00. Nesta data identificou que o novo preço de venda unitário no exercício de 2014 passaria para 1.350,00, devido a entrada de um novo concorrente no mercado. Assim no final de 2013 a empresa poderá constituir a Reserva para Contingência no valor de ,00 conforme demonstrado abaixo: Reserva p/contingência=600un x (vlr venda 2013 vlr venda 2014) Reserva para Contingência = 600 un x ( ) = ,00 A Reserva de Contingência está relacionada com fato gerador futuro por isso é classificada no PL.

224 Reservas de Incentivos Fiscais Lei 6.404/76 Art. 195-A. A assembleia geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar para a reserva de incentivos fiscais a parcela do lucro líquido decorrente de doações ou subvenções governamentais para investimentos, que poderá ser excluída da base de cálculo do dividendo obrigatório (inciso I do caput do art. 202 desta Lei). Desde 2007 as doações e subvenções governamentais passaram a ser contabilizadas no Passivo Não Circulante na forma de Receitas Diferidas até que todas as condições e exigências do ente público sejam cumpridas.

225 Na medida em que essas condições são cumpridas os valores contabilizados no Passivo Não Circulante são reconhecidos como Receita. Essas receitas então passam a compor o Lucro Líquido e a empresa poderá destinar esses valores para a Conta de Reserva de Incentivos Fiscais e poderá excluir esse mesmo valor da base de cálculo do dividendo obrigatório.

226 Exemplo: O município de Suzano-SP doou um terreno para a empresa Donatários S/A no valor de R$ ,00. Em contrapartida esta empresa deve construir um parque fabril e contratar 1000 empregados. Contabilização da doação recebida: D Terrenos (Ativo Não Circulante Imobilizado) C Receitas Diferidas (Passivo Não Circulante) ,00 Construção da Fábrica no valor de ,00 D Edificações C Bancos/Caixa ,00

227 A Lei /09 em seu artigo 18 inciso I diz que a pessoa jurídica deverá: Reconhecer o valor da doação ou subvenção em conta de resultado pelo regime de competência. Assim sendo na medida em que o prédio estiver em condições de uso e a sua depreciação iniciar, vamos também transferir para a conta de Receita o mesmo percentual da Doação Recebida. No nosso exemplo o prédio será depreciado em 4% ao ano como determina o Regulamento do Imposto de Renda. Logo a receita de doação também será transferida do Passivo Não Circulante para o Resultado em 4% ao ano:

228 Então teremos: D Receitas Diferidas Passivo Não Circulante C Receitas de Subvenção Outras Receitas.4.000,00 Esse valor de R$ 4.000,00 que fará parte do Lucro Líquido agora poderá ser transferido para a conta de Reserva de Incentivos Fiscais e poderá ser excluído da Base de Cálculo do dividendo obrigatório.

229 Reservas de Retenção de Lucros Lei 6.404/76 Art A assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, deliberar reter parcela do lucro líquido do exercício prevista em orçamento de capital por ela previamente aprovado. 1º O orçamento, submetido pelos órgãos da administração com a justificação da retenção de lucros proposta, deverá compreender todas as fontes de recursos e aplicações de capital, fixo ou circulante, e poderá ter a duração de até 5 (cinco) exercícios, salvo no caso de execução, por prazo maior, de projeto de investimento.

230 Reservas de Retenção de Lucros Lei 6.404/76 Art A assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, deliberar reter parcela do lucro líquido do exercício prevista em orçamento de capital por ela previamente aprovado. 2 o O orçamento poderá ser aprovado pela assembleiageral ordinária que deliberar sobre o balanço do exercício e revisado anualmente, quando tiver duração superior a um exercício social.

231 Essa reserva não pode ser constituída em prejuízo do pagamento do dividendo obrigatório. A base de cálculo dos dividendos não é afetada pelas reservas orçamentárias. Essa conta também é chamada de Reserva Orçamentária ou Reserva de Investimentos. Contabilização de uma proposta da Assembleiageral para R$ 5.000,00 de Reserva orçamentária: D Lucros Acumulados C Reserva de Retenção de Lucros ,00

232 Reservas de Lucros a Realizar Art No exercício em que o montante do dividendo obrigatório, calculado nos termos do estatuto ou do art. 202, ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício, a assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos de administração, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar. 1 o Para os efeitos deste artigo, considera-se realizada a parcela do lucro líquido do exercício que exceder da soma dos seguintes valores: I - o resultado líquido positivo da equivalência patrimonial (art. 248); e II o lucro, rendimento ou ganhos líquidos em operações ou contabilização de ativo e passivo pelo valor de mercado, cujo prazo de realização financeira ocorra após o término do exercício social seguinte.

233 Ainda segundo a Deliberação CVM 294/99, item V, as companhias abertas poderão computar, para fins de destinação para reserva de lucros a realizar, os ganhos cambiais decorrentes de ativos classificados no longo prazo que excederem as perdas cambiais em obrigações dessa mesma natureza.

234 Normas Parcela não realizada do Lucro Líquido Lei 6.404/76 Ganho de Equivalência Patrimonial Lei 6.404/76 Resumo: Lucro, Ganho ou rendimento em operações de Longo Prazo. Deliberação CVM 294/99 Excesso dos ganhos cambiais sobre as perdas cambiais em operações de longo prazo.

235 Exemplo: O Lucro líquido da empresa no final de 2013 foi de R$ ,00. Seria esse portanto a base de cálculo para distribuição do dividendo obrigatório. Ocorre que dentro do valor de R$ ,00 temos R$ ,00 que é o resultado positivo de equivalência patrimonial decorrente de participação acionária em outra empresa, sendo que a empresa controlada ainda não distribuiu esses dividendos. Outros R$ ,00 são provenientes de vendas realizadas a Longo Prazo e o cliente só vai pagar daqui a dois anos.

236 Então não faz sentido a empresa distribuir R$ de lucro líquido sendo que apenas R$ efetivamente entraram no caixa da empresa. Neste caso a empresa poderá constituir a Reserva de Lucros a Realizar no valor de ,00. Contabilizando: D Lucro Líquido C Reserva de Lucros a Realizar ,00 Vemos que o objetivo da Reserva de Lucros a Realizar é proteger as disponibilidades, evitando um endividamento desnecessário para a distribuição de lucros que ainda não foram recebidos em dinheiro.

237 Reserva Especial para Dividendos Obrigatórios Lei 6.404/76 Art º O dividendo previsto neste artigo não será obrigatório no exercício social em que os órgãos da administração informarem à assembleia-geral ordinária ser ele incompatível com a situação financeira da companhia. O conselho fiscal, se em funcionamento, deverá dar parecer sobre essa informação e, na companhia aberta, seus administradores encaminharão à Comissão de Valores Mobiliários, dentro de 5 (cinco) dias da realização da assembleia-geral, exposição justificativa da informação transmitida à assembleia.

238 Reserva Especial para Dividendos Obrigatórios Lei 6.404/76 Art º Os lucros que deixarem de ser distribuídos nos termos do 4º serão registrados como reserva especial e, se não absorvidos por prejuízos em exercícios subseqüentes, deverão ser pagos como dividendo assim que o permitir a situação financeira da companhia.

239 O objetivo é evitar problemas financeiros, caso ocorra o pagamento dos dividendos obrigatórios. A empresa pode ter apurado um lucro líquido que foi 100% recebido em dinheiro mas devido a outras situações está com pouco dinheiro em caixa, sendo que o pagamento integral dos dividendos levaria a empresa à insolvência deixando de pagar fornecedores, empregados, etc.

240 Reserva de Lucros Específica Lei /09 Art. 19 Inciso III A pessoa jurídica deverá manter o valor referente à parcela do lucro líquido do exercício decorrente do prêmio ou ágio na emissão de debêntures em reserva de lucros específica. Caso a pessoa jurídica emita debêntures o prêmio ou ágio será contabilizado em conta de Receita diferida no Passivo Não Circulante, será transferido para conta de Receita pelo regime de competência e ao final do exercício para Reserva de Lucros Específica. O artigo 19 da Lei /09 está com revogação prevista para 01/01/2015 pela Lei /2014

241 Limite do saldo das Reservas de Lucros Lei 6.404/76 Art O saldo das reservas de lucros, exceto as para contingências, de incentivos fiscais e de lucros a realizar, não poderá ultrapassar o capital social. Atingindo esse limite, a assembleia deliberará sobre aplicação do excesso na integralização ou no aumento do capital social ou na distribuição de dividendos. Então temos: Reserva Legal + Reservas Estatutárias + Reserva Orçamentária + Reserva Especial < ou = Capital Social Reservas para Contingência + Reservas de Incentivos Fiscais + Reservas de Lucros a Realizar + Reservas de Lucros Específicas > ou = Capital Social

242 Princípios de Contabilidade. Resolução CFC n.º 750/93 Dispõe sobre os Princípios de Contabilidade (PC). (Redação dada pela Resolução CFC nº /10)

243 Princípios de Contabilidade. DOS PRINCÍPIOS E DE SUA OBSERVÂNCIA Art. 1º Constituem PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE (PC) os enunciados por esta Resolução. 1º A observância dos Princípios de Contabilidade é obrigatória no exercício da profissão e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). 2º Na aplicação dos Princípios de Contabilidade há situações concretas e a essência das transações deve prevalecer sobre seus aspectos formais.

244 Princípios de Contabilidade. Art. 2º Os Princípios de Contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade, consoante o entendimento predominante nos universos científico e profissional de nosso País. Concernem, pois, à Contabilidade no seu sentido mais amplo de ciência social, cujo objeto é o patrimônio das entidades.

245 Princípios de Contabilidade. Art. 3º São Princípios de Contabilidade: o da ENTIDADE; o da CONTINUIDADE; o da OPORTUNIDADE; o do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL; o da COMPETÊNCIA; e o da PRUDÊNCIA.

246 Princípios de Contabilidade. Art. 3º São Princípios de Contabilidade: o da CONTINUIDADE; o da ENTIDADE; o da PRUDÊNCIA. o do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL; o da OPORTUNIDADE; o da COMPETÊNCIA; e

247 Princípios de Contabilidade. Art. 3º São Princípios de Contabilidade: o da PRUDÊNCIA. o do REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL; o da OPORTUNIDADE; o da CONTINUIDADE; o da ENTIDADE; o da COMPETÊNCIA; e

248 Por consequência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição. CONTABILIDADE GERAL Princípios de Contabilidade. Art. 4º O Princípio da ENTIDADE reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos.

249 Princípios de Contabilidade. Parágrafo único O PATRIMÔNIO pertence à ENTIDADE, mas a recíproca não é verdadeira. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE, mas numa unidade de natureza econômico-contábil.

250 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE Art. 5º O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância.

251 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE Art. 6º O Princípio da Oportunidade refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas. A falta de integridade e tempestividade na produção e na divulgação da informação contábil pode ocasionar a perda de sua relevância, por isso é necessário ponderar a relação entre a oportunidade e a confiabilidade da informação.

252 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL Art. 7º O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional. 1º As seguintes bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:

253 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL I Custo histórico. Os ativos são registrados pelos valores pagos ou a serem pagos em caixa ou equivalentes de caixa ou pelo valor justo dos recursos que são entregues para adquiri-los na data da aquisição. Os passivos são registrados pelos valores dos recursos que foram recebidos em troca da obrigação ou, em algumas circunstâncias, pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais serão necessários para liquidar o passivo no curso normal das operações;

254 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL II Variação do custo histórico. Uma vez integrado ao patrimônio, os componentes patrimoniais, ativos e passivos, podem sofrer variações decorrentes dos seguintes fatores:

255 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL a) Custo corrente. Os ativos são reconhecidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais teriam de ser pagos se esses ativos ou ativos equivalentes fossem adquiridos na data ou no período das demonstrações contábeis. Os passivos são reconhecidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, não descontados, que seriam necessários para liquidar a obrigação na data ou no período das demonstrações contábeis;

256 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL b) Valor realizável. Os ativos são mantidos pelos valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais poderiam ser obtidos pela venda em uma forma ordenada. Os passivos são mantidos pelos valores em caixa e equivalentes de caixa, não descontados, que se espera seriam pagos para liquidar as correspondentes obrigações no curso normal das operações da Entidade;

257 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL c) Valor presente. Os ativos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo futuro de entrada líquida de caixa que se espera seja gerado pelo item no curso normal das operações da Entidade. Os passivos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo futuro de saída líquida de caixa que se espera seja necessário para liquidar o passivo no curso normal das operações da Entidade;

258 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL d) Valor justo. É o valor pelo qual um ativo pode ser trocado, ou um passivo liquidado, entre partes conhecedoras, dispostas a isso, em uma transação sem favorecimentos

259 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL e) Atualização monetária. Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis mediante o ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais.

260 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL 2º São resultantes da adoção da atualização monetária: I a moeda, embora aceita universalmente como medida de valor, não representa unidade constante em termos do poder aquisitivo;

261 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL 2º São resultantes da adoção da atualização monetária: II para que a avaliação do patrimônio possa manter os valores das transações originais, é necessário atualizar sua expressão formal em moeda nacional, a fim de que permaneçam substantivamente corretos os valores dos componentes patrimoniais e, por consequência, o do Patrimônio Líquido;

262 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL 2º São resultantes da adoção da atualização monetária: III a atualização monetária não representa nova avaliação, mas tão somente o ajustamento dos valores originais para determinada data, mediante a aplicação de indexadores ou outros elementos aptos a traduzir a variação do poder aquisitivo da moeda nacional em um dado período.

263 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA Art. 9º O Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.

264 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA Parágrafo único. O Princípio da Competência pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas.

265 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA Art. 10. O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.

266 Princípios de Contabilidade. O PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA Parágrafo único. O Princípio da Prudência pressupõe o emprego de certo grau de precaução no exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de incerteza, no sentido de que ativos e receitas não sejam superestimados e que passivos e despesas não sejam subestimados, atribuindo maior confiabilidade ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais.

267 Princípios de Contabilidade. Art. 11. A inobservância dos Princípios de Contabilidade constitui infração nas alíneas c, d e e do art. 27 do Decreto-Lei n.º 9.295, de 27 de maio de 1946 e, quando aplicável, ao Código de Ética Profissional do Contabilista.

268 Princípios de Contabilidade. Já caiu em prova!!! Auditor Fiscal do Trabalho 2013 CESPE O cumprimento do princípio da prudência é indispensável à correta aplicação do princípio da competência.

269 Princípios de Contabilidade. Já caiu em prova!!! Auditor Fiscal do Trabalho 2013 CESPE O cumprimento do princípio da prudência é indispensável à correta aplicação do princípio da competência. Antes de ser alterada em 2010, a Resolução 750/93, tinha o seguinte parágrafo no artigo 5º que tratava do Princípio da Continuidade:

270 Princípios de Contabilidade. Antes de ser alterada em 2010, a Resolução 750/93, tinha o seguinte parágrafo no artigo 5º que tratava do Princípio da Continuidade: 2º A observância do Princípio da CONTINUIDADE é indispensável à correta aplicação do Princípio da COMPETÊNCIA, por efeito de se relacionar diretamente à quantificação dos componentes patrimoniais e à formação do resultado, e de constituir dado importante para aferir a capacidade futura de geração de resultado.

271 Princípios de Contabilidade. Já caiu em prova!!! Auditor Fiscal do Trabalho 2013 CESPE O cumprimento do princípio da prudência é indispensável à correta aplicação do princípio da competência. ERRADO.

272 Princípios de Contabilidade. Relembrando então: O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.

273 Princípios de Contabilidade. Relembrando então: O Princípio da Prudência pressupõe o emprego de certo grau de precaução no exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de incerteza, no sentido de que ativos e receitas não sejam superestimados e que passivos e despesas não sejam subestimados, atribuindo maior confiabilidade ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais.

274 Princípios de Contabilidade. Relembrando então: O Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.

275 Princípios de Contabilidade. Relembrando então: O Princípio da Competência pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas.

276 Princípios de Contabilidade. Relembrando então: O Princípio da Competência pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas.

277 Princípios de Contabilidade. CESPE - POLÍCIA FEDERAL 2012 Segundo o princípio da oportunidade, é necessário ponderar a relação entre a oportunidade e a confiabilidade da informação, pois a falta de integridade e tempestividade na produção e na divulgação da informação contábil pode ocasionar a perda de sua relevância.

278 Princípios de Contabilidade. CESPE - POLÍCIA FEDERAL 2012 Segundo o princípio da oportunidade, é necessário ponderar a relação entre a oportunidade e a confiabilidade da informação, pois a falta de integridade e tempestividade na produção e na divulgação da informação contábil pode ocasionar a perda de sua relevância. Vide Resolução 750/93 artigo 6º e parágrafo único.

279 Princípios de Contabilidade. CESPE - POLÍCIA FEDERAL 2012 Segundo o princípio da oportunidade, é necessário ponderar a relação entre a oportunidade e a confiabilidade da informação, pois a falta de integridade e tempestividade na produção e na divulgação da informação contábil pode ocasionar a perda de sua relevância. Certo.

280 Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país As participações societárias são investimentos efetuados através de operações nas quais a investidora adquire ações de outra sociedade que será chamada de investida.

281 Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país CLASSIFICAÇÃO As participações societárias, dependendo da intenção da investidora, podem ser classificadas como temporárias ou permanentes. Para fins contábeis existem três métodos de avaliação de investimentos em participações societárias: MÉTODO DO VALOR JUSTO MÉTODO DO CUSTO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

282 Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país Participações Temporárias As participações societárias temporárias são adquiridas para, num prazo curto de tempo, serem vendidas. Constituem-se em títulos patrimoniais de outras companhias mantidos pela investidora e são chamados de ATIVO FINANCEIRO ou INSTRUMENTO FINANCEIRO.

283 Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país Lei 6.404/76 Art No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: I - as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo: a) pelo seu valor justo, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e

284 Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país Lei 6.404/76 Art No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito;

285 Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país VALOR JUSTO: É o valor pelo qual um ativo pode ser negociado entre partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória.

286 Participações Temporárias Destinados à negociação Demais Aplicações ou Disponíveis para venda Valor Justo Custo ajustados ao valor provável de realização quando este for inferior

287 Exemplos de participações societárias temporárias avaliadas pelo valor justo 01) A empresa Avaliados S/A adquiriu em 10/11/2013 um lote de ações da empresa Investida S/A por R$ 10,00 a unidade, classificando as participações societárias como DISPONÍVEIS PARA VENDA. No encerramento do Balanço Patrimonial em 31/12/2013 a cotação das ações da empresa Investida S/A na Bolsa de Valores foi de R$ 12,00 por unidade. Na empresa Avaliados S/A teremos os seguintes registros contábeis: Caixa (AC) Registro da aquisição em 10/11/ ,00(1) (1) ,00 Valores Mobiliários- Ações da Investida , ,00 -

288 Se o valor justo em 31/12/2013 é de 12,00 por ação, a empresa Avaliados S/A deverá ajustar as participações societárias temporárias ao valor justo: Custo = ações x 10,00/ação = ,00 + AAP = ,00 = Valor Justo = ações x 12,00/ação = ,00 AAP = Ajuste de Avaliação Patrimonial Registro do Ajuste ao valor justo em 31/12/2013 Valores Mobiliários- Ações da Investida Ajustes de Avaliação Patrimonial - PL ,00 (2) , ,00 (2) , ,00

289 02) A empresa Avaliados S/A adquiriu à vista em 02/11/2013 um lote de ações da empresa Investida S/A por R$ 10,00 a unidade, classificando as participações societárias como DESTINADA à NEGOCIAÇÃO. No encerramento do Balanço Patrimonial em 31/12/2013 a cotação das ações da empresa Investida S/A na Bolsa de Valores foi de R$ 11,00 por unidade. Na empresa Avaliados S/A teremos os seguintes registros contábeis: Registro da aquisição em 02/11/2013 Caixa (AC) Valores Mobiliários- Ações da Investida ,00(1) (1) , , ,00 -

290 Como o valor justo em 31/12/2013 é de 11,00 por ação, a empresa Avaliados S/A deverá ajustar as participações societárias temporárias ao valor justo. Custo = ações x 10,00/ação = ,00 + Receitas Financeiras = ,00 = Valor Justo = ações x 11,00/ação = ,00 Registro contábil do ajuste ao valor justo em 31/12/2013 Valores Mobiliários - Ações da Investida Receitas Financeiras (Resultado) ,00 (2) 4.000, ,00 (2) , ,00

291 Exemplos de participações societárias temporárias avaliadas pelo custo 03) A empresa Avaliados S/A adquiriu à vista em 01/10/2013 um lote de ações da empresa Investida S/A por R$ 10,00 a unidade, classificando as participações societárias como MANTIDAS ATÉ O VENCIMENTO. No encerramento do Balanço Patrimonial em 31/12/2013 a cotação das ações da empresa Investida S/A na Bolsa de Valores foi de R$ 8,00 por unidade, em virtude de um furacão ocorrido no mês de novembro que destruiu parte do parque industrial da empresa, sendo que a referida perda foi considerada permanente. Na empresa Avaliados S/A teremos os seguintes registros contábeis:

292 Registro da aquisição em 01/10/2013 Caixa (AC) Valores Mobiliários- Ações da Investida ,00(1) (1) , , ,00 -

293 Nesta situação onde temos uma aquisição de participações societárias temporárias que não são destinadas à negociação ou disponíveis para venda, o único ajuste a ser efetuado nas ações da empresa Avaliados S/A será em relação ao valor provável de realização, pois de acordo com o artigo 183, Inciso I alínea b da Lei 6.404/76, as aplicações em investimentos temporários, serão avaliadas pelo custo de aquisição e ajustadas ao valor provável de realização, quando este for inferior. Custo = ações x 10,00/ação = ,00 (-) Provisão para Perdas Prováveis =...(16.000,00) (=) Vlr Provável de Realização = ações x 8,00/ação ,00

294 Registro contábil em 31/12/2013 Outras Despesas Operacionais (Resultado) Provisão para Perdas Prováveis (1) , ,00 (2)

295 Participações Temporárias Ações destinadas à negociação Ações Disponíveis para Venda Ações Mantidas Até o Vencimento RESUMINDO a contabilização ao valor justo: Ajuste Negativo D: Despesa Financeira C: Ações destinadas à negociação D: AAP C: Ações disponíveis para venda Não é contabilizado (*) vide observação Ajuste Positivo D: Ações destinadas à negociação C:Receitas Financeiras D: Ações disponíveis para venda C: AAP Não é contabilizado (*) Somente quando ocorrer uma perda comprovada como permanente que resulte em um valor justo inferior ao custo de aquisição é que será contabilizada uma provisão ajustando as ações temporárias ao valor provável de realização.

296 Participações Permanentes As participações societárias permanentes são adquiridas com a intenção de permanência e classificadas no Ativo Não Circulante Investimentos, sendo avaliadas pelo custo de aquisição ou método de Equivalência Patrimonial MEP.

297 Método do Custo Lei 6.404/76 Art No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: III - os investimentos em participação no capital social de outras sociedades, ressalvado o disposto nos artigos 248 a 250, pelo custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor, quando essa perda estiver comprovada como permanente, e que não será modificado em razão do recebimento, sem custo para a companhia, de ações ou quotas bonificadas;

298 Outras Sociedades são aquelas que não se incluem no rol abaixo: Coligadas Controladas Sociedades do mesmo grupo econômico Sociedades que estejam sob controle comum

299 Registro Contábil Exemplo: Na aquisição de 100 ações de outras sociedades com intenção de permanência no valor de unitário de 1.000,00 cada uma totalizando ,00: D Ações de Outras Sociedades(AÑC Investimentos) C Caixa ou Bcos Conta Movimento (AC) ,00 Caso haja uma perda comprovada como permanente que altere o valor das ações para o valor unitário de 900,00 cada uma totalizando uma perda de ,00: D Outras Despesas (Resultado) C Provisão para Perdas Prováveis ,00

300 Método da Equivalência Patrimonial O método da equivalência patrimonial corresponde ao valor do investimento determinado mediante a aplicação de percentagem de participação no capital social sobre o patrimônio líquido de cada coligada, controlada, controlada em conjunto ou sob controle comum. Lei 6.404/76 Art No balanço patrimonial da companhia, os investimentos em coligadas ou em controladas e em outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sob controle comum serão avaliados pelo método da equivalência patrimonial.

301 O investimento avaliado pelo MEP é inicialmente reconhecido ao custo e posteriormente ajustado pela aplicação do percentual de participação no capital da investida nos lucros ou prejuízos do período apurados pela investida, variações estas reconhecidas no resultado do exercício da investidora. Quando a investida apura um lucro líquido a investidora reconhecerá no resultado do exercício um ganho de equivalência patrimonial (GEP) e quando a investida apurar um prejuízo líquido a investidora reconhecerá no seu resultado uma perda de equivalência patrimonial (PEP).

302 GEP = % de participação no capital da Investida x LLE da Investida PEP = % de participação no capital da Investida x PLE da Investida As demais variações ocorridas no Patrimônio Líquido da investida (por exemplo, ajustes de avaliação patrimonial, diferenças de conversão em moeda estrangeira,) a investidora reconhecerá estas variações de forma reflexa diretamente no seu patrimônio líquido em outros resultados abrangentes.

303 CPC 18 Investimentos em Coligadas, Controladas Pelo método da equivalência patrimonial, o investimento em coligada, em empreendimento controlado em conjunto e em controlada (neste caso, no balanço individual) deve ser inicialmente reconhecido pelo custo e o seu valor contábil será aumentado ou diminuído pelo reconhecimento da participação do investidor nos lucros ou prejuízos do período, gerados pela investida após a aquisição. A participação do investidor no lucro ou prejuízo do período da investida deve ser reconhecida no resultado do período do investidor. As distribuições recebidas da investida reduzem o valor contábil do investimento.

304 COLIGADAS Lei 6.404/76 Art º - São coligadas as sociedades nas quais a investidora tenha influência significativa. 4º - Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou exerce o poder de participar nas decisões das políticas financeira ou operacional da investida, sem controlá-la. 5º - É presumida influência significativa quando a investidora for titular de 20% (vinte por cento) ou mais do capital votante da investida, sem controlála.

305 CPC 18 r2 - Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto. Influência significativa Se o investidor mantém direta ou indiretamente (por meio de controladas, por exemplo), vinte por cento ou mais do poder de voto da investida, presume-se que ele tenha influência significativa, a menos que possa ser claramente demonstrado o contrário. Por outro lado, se o investidor detém, direta ou indiretamente (por meio de controladas, por exemplo), menos de vinte por cento do poder de voto da investida, presume-se que ele não tenha influência significativa, a menos que essa influência possa ser claramente demonstrada.

306 CPC 18 r2 - Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto. Influência significativa A propriedade substancial ou majoritária da investida por outro investidor não necessariamente impede que um investidor tenha influência significativa sobre ela.

307 A existência de influência significativa por investidor geralmente é evidenciada por uma ou mais das seguintes formas: (a) representação no conselho de administração ou na diretoria da investida; (b) participação nos processos de elaboração de políticas, inclusive em decisões sobre dividendos e outras distribuições; (c) operações materiais entre o investidor e a investida; (d) intercâmbio de diretores ou gerentes; (e) fornecimento de informação técnica essencial.

308 CONTROLADAS Lei 6.404/76 Art º Considera-se controlada a sociedade na qual a controladora, diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. Para que ocorra o controle a investidora (controladora) tem que ter direta ou indiretamente mais de 50% das ações com direito a voto da investida (controlada). O capital social das companhias podem ser formados por ações preferenciais (que não têm direito a voto) e por ações ordinárias (que têm direito a voto).

309 Portanto, Capital Social=Capital Votante + Capital não Votante Capital não Votante = ações preferenciais Capital Votante = ações ordinárias

310 O controle pode ser exercido de duas formas: Controle Direto quando a investidora é proprietária de mais de 50% do capital votante da investida. Controle Indireto quando a investidora exerce o controle de uma companhia através de outra companhia, que é controlada por ela (investidora).

311 Exemplo: Empresa A controla Empresa B controla empresa B empresa C Logo, empresa A tem o controle indireto da empresa C.

312 Sociedades integrantes de um mesmo Grupo Econômico Quando a investidora e a investida tiverem um controlador comum, o investimento será avaliado pelo MEP, independentemente do % de participação da investidora no capital social da investida. Por exemplo, a companhia A tem controle direto das companhias B e C e B tem apenas 1% de participação no capital social de C. A exerce controle direto de B. A exerce controle direto de B tem apenas 1% de C. C A e B devem utilizar o Método da Equivalência Patrimonial.

313 RESUMÃO: Participações Societárias Temporárias em aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda Temporárias no caso das demais aplicações mantidas até o vencimento Permanentes em coligadas, controladas, sociedades do mesmo grupo econômico ou sob controle comum Permanentes em Outras Sociedades que não sejam coligadas, controladas, sociedades do mesmo grupo econômico ou sob controle comum Métodos de Avaliação Valor Justo Custo de Aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior. MEP Método da Equivalência Patrimonial Custo de aquisição, deduzido de provisão para perdas prováveis na realização do seu valor, quando essa perda estiver comprovada como permanente.

314 Dividendos de Investimentos avaliados pelo custo de aquisição 01) Dividendos recebidos até seis meses da data de aquisição dos investimentos: D Caixa, Bancos ou Dividendos a Receber AC C Participações Societárias AÑC Investimentos Veja a base legal: RIR Regulamento do Imposto de Renda Art Os lucros ou dividendos recebidos pela pessoa jurídica, em decorrência de participação societária avaliada pelo custo de aquisição, adquirida até seis meses antes da data da respectiva percepção, serão registrados pelo contribuinte como diminuição do valor do custo e não influenciarão as contas de resultado.

315 02) Dividendos recebidos após seis meses da data de aquisição dos investimentos: D Caixa, Bancos ou Dividendos a Receber AC C Receitas de Dividendos DRE

316 Dividendos de Investimentos avaliados pelo Método da Equivalência Patrimonial Na Investidora que receber dividendos referentes a investimentos avaliados pelo MEP teremos a seguinte contabilização: D - Caixa, Bancos ou Dividendos a Receber AC C - Participações Societárias AÑC Investimentos Na Investida que distribuir dividendos referentes a investimentos avaliados pelo MEP teremos a seguinte contabilização: D Lucros Acumulados C Dividendos a Pagar

317 Resultado do Exercício de Investimentos avaliados pelo Custo e MEP O Resultado do Exercício apurado na DRE da Investida não gera reflexo algum na contabilidade da investidora quando os investimentos são avaliados pelo método do custo. Porém, quando os investimentos são avaliados pelo MEP, o resultado do Exercício positivo apurado na investida gera Ganhos de Equivalência Patrimonial na investidora e perdas de equivalência patrimonial quando o resultado do exercício da investida for um prejuízo.

318 Exemplo: A empresa XPTO adquiriu à vista 60% das ações com direito a voto da companhia YXZ por R$ ,00, as quais representam 40% do capital total da investida. A companhia YXZ obteve um lucro líquido de ,00 e distribuiu dividendos no valor de R$ ,00. Com 60% das ações ordinárias, a companhia XPTO é controladora da companhia YXZ e os investimentos em controladas são avaliados pelo MEP. Registro contábil na Investidora em relação à aquisição do investimento: D Investimentos AÑC C Caixa ou Bancos ,00

319 Registro contábil na Investidora em relação ao Lucro Líquido apurado na investida: GEP = % de participação no capital da investida X LLE da Investida GEP = 40% x ,00 = ,00 D Investimentos C Ganhos de Equivalência Patrimonial ,00

320 Registro contábil na Investidora em relação à distribuição de dividendos pela investida: Dividendos a receber = % de participação no capital da investida x dividendos a pagar pela investida Dividendos a receber = 40% x ,00 = ,00 D Dividendos a Receber C Investimentos ,00

321 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. A fusão, cisão e incorporação estão previstas no artigos 223 a 234 da Lei 6.404/76. O valor do acervo a ser tomado nas operações deverá ser definido pelo valor contábil ou de mercado (art. 21 da Lei 9.249/95). A pessoa jurídica que tiver parte ou todo o seu patrimônio absorvido deverá levantar balanço específico para esse fim. O balanço deverá ser levantado até 30 dias antes do evento.

322 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. A partir de , por força da Lei /2007, nas operações realizadas entre partes independentes e vinculadas à efetiva transferência de controle, os ativos e passivos da sociedade a ser incorporada ou decorrente de fusão ou cisão serão contabilizados pelo seu valor de mercado.

323 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art A incorporação, fusão ou cisão podem ser operadas entre sociedades de tipos iguais ou diferentes e deverão ser deliberadas na forma prevista para a alteração dos respectivos estatutos ou contratos sociais. 1º Nas operações em que houver criação de sociedade serão observadas as normas reguladoras da constituição das sociedades do seu tipo.

324 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art As operações de incorporação, fusão e cisão somente poderão ser efetivadas nas condições aprovadas se os peritos nomeados determinarem que o valor do patrimônio ou patrimônios líquidos a serem vertidos para a formação de capital social é, ao menos, igual ao montante do capital a realizar.

325 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art o A Comissão de Valores Mobiliários estabelecerá normas especiais de avaliação e contabilização aplicáveis às operações de fusão, incorporação e cisão que envolvam companhia aberta.

326 Fusão, cisão e incorporação de empresas..lei 6.404/76 Incorporação Art A incorporação é a operação pela qual uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações. 1º-A assembleia-geral da companhia incorporadora, se aprovar o protocolo da operação, deverá autorizar o aumento de capital a ser subscrito e realizado pela incorporada mediante versão do seu patrimônio líquido, e nomear os peritos que o avaliarão.

327 Fusão, cisão e incorporação de empresas..lei 6.404/76 Art Incorporação 2º A sociedade que houver de ser incorporada, se aprovar o protocolo da operação, autorizará seus administradores a praticarem os atos necessários à incorporação, inclusive a subscrição do aumento de capital da incorporadora. 3º Aprovados pela assembleia-geral da incorporadora o laudo de avaliação e a incorporação, extingue-se a incorporada, competindo à primeira promover o arquivamento e a publicação dos atos da incorporação.

328 Fusão, cisão e incorporação de empresas..lei 6.404/76 Art Fusão A fusão é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar sociedade nova, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações. 1º A assembleia-geral de cada companhia, se aprovar o protocolo de fusão, deverá nomear os peritos que avaliarão os patrimônios líquidos das demais sociedades.

329 Fusão, cisão e incorporação de empresas..lei 6.404/76 Art Fusão 2º Apresentados os laudos, os administradores convocarão os sócios ou acionistas das sociedades para uma assembleia-geral, que deles tomará conhecimento e resolverá sobre a constituição definitiva da nova sociedade, vedado aos sócios ou acionistas votar o laudo de avaliação do patrimônio líquido da sociedade de que fazem parte. 3º Constituída a nova companhia, incumbirá aos primeiros administradores promover o arquivamento e a publicação dos atos da fusão.

330 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Cisão Art A cisão é a operação pela qual a companhia transfere parcelas do seu patrimônio para uma ou mais sociedades, constituídas para esse fim ou já existentes, extinguindo-se a companhia cindida, se houver versão de todo o seu patrimônio, ou dividindose o seu capital, se parcial a versão.

331 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art º a sociedade que absorver parcela do patrimônio da companhia cindida sucede a esta nos direitos e obrigações relacionados no ato da cisão; no caso de cisão com extinção, as sociedades que absorverem parcelas do patrimônio da companhia cindida sucederão a esta, na proporção dos patrimônios líquidos transferidos, nos direitos e obrigações não relacionados.

332 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art A incorporação, fusão ou cisão da companhia emissora de debêntures em circulação dependerá da prévia aprovação dos debenturistas, reunidos em assembleia especialmente convocada com esse fim.

333 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art A incorporação, fusão ou cisão da companhia emissora de debêntures em circulação dependerá da prévia aprovação dos debenturistas, reunidos em assembleia especialmente convocada com esse fim.

334 Fusão, cisão e incorporação de empresas.. Lei 6.404/76 Art Até 60 (sessenta) dias depois de publicados os atos relativos à incorporação ou à fusão, o credor anterior por ela prejudicado poderá pleitear judicialmente a anulação da operação; findo o prazo, decairá do direito o credor que não o tiver exercido.

335 Consolidação de demonstrações contábeis.. Uma entidade que seja controladora deve apresentar demonstrações consolidadas. Esta norma, prevista na NBC TG 36 r2 (CPC 36) se aplica a todas essas entidades. Controladora é uma entidade que controla uma ou mais controladas.

336 Consolidação de demonstrações contábeis.. Demonstrações consolidadas são as demonstrações contábeis de grupo econômico, em que os ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa da controladora e de suas controladas são apresentados como se fossem uma única entidade econômica.

337 Consolidação de demonstrações contábeis.. Demonstrações consolidadas são as demonstrações contábeis de grupo econômico, em que os ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa da controladora e de suas controladas são apresentados como se fossem uma única entidade econômica. Grupo econômico é a controladora e todas as suas controladas.

338 Consolidação de demonstrações contábeis.. Demonstrações consolidadas são as demonstrações contábeis de grupo econômico, em que os ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa da controladora e de suas controladas são apresentados como se fossem uma única entidade econômica. Grupo econômico é a controladora e todas as suas controladas.

339 Consolidação de demonstrações contábeis.. Participação de não controlador é a parte do patrimônio líquido da controlada não atribuível, direta ou indiretamente, à controladora.

340 a) combinar itens similares de ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa da controladora com os de suas controladas; b) compensar (eliminar) o valor contábil do investimento da controladora em cada controlada e a parcela da controladora no patrimônio líquido de cada controlada. CONTABILIDADE GERAL Consolidação de demonstrações contábeis.. Requisitos contábeis Procedimentos de consolidação Demonstrações consolidadas devem:

341 Consolidação de demonstrações contábeis.. Requisitos contábeis Procedimentos de consolidação Demonstrações consolidadas devem: c) eliminar integralmente ativos e passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa intragrupo relacionados a transações entre entidades do grupo.

342 Consolidação de demonstrações contábeis.. Requisitos contábeis Procedimentos de consolidação Demonstrações consolidadas devem: Os prejuízos intragrupo podem indicar uma redução no valor recuperável de ativos, que exige o seu reconhecimento nas demonstrações consolidadas.

343 Consolidação de demonstrações contábeis.. Políticas contábeis uniformes Se um membro do grupo utilizar políticas contábeis diferentes daquelas adotadas nas demonstrações consolidadas para transações similares e eventos em circunstâncias similares, devem ser feitos ajustes apropriados às demonstrações contábeis desse membro do grupo na elaboração das demonstrações consolidadas para garantir a conformidade com as políticas contábeis do grupo.

344 Consolidação de demonstrações contábeis.. Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Caso haja necessidade, é permitido realizar ajustes para adequar demonstrações contábeis de entidade de grupo econômico que utilize políticas contábeis diferentes para transações e eventos de mesma natureza.

345 Consolidação de demonstrações contábeis.. Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Caso haja necessidade, é permitido realizar ajustes para adequar demonstrações contábeis de entidade de grupo econômico que utilize políticas contábeis diferentes para transações e eventos de mesma natureza.

346 Consolidação de demonstrações contábeis.. Já caiu em prova!!! CESPE Auditor Fiscal do Trabalho 2013 Caso haja necessidade, é permitido realizar ajustes para adequar demonstrações contábeis de entidade de grupo econômico que utilize políticas contábeis diferentes para transações e eventos de mesma natureza. CERTO.

347 Consolidação de demonstrações contábeis.. Mensuração A entidade deve incluir as receitas e as despesas de controlada nas demonstrações consolidadas desde a data em que adquire o controle até a data em que deixa de controlar a controlada. As receitas e as despesas da controlada se baseiam nos valores dos ativos e passivos reconhecidos nas demonstrações consolidadas na data de aquisição.

348 Consolidação de demonstrações contábeis.. Mensuração Por exemplo, a despesa de depreciação reconhecida na demonstração consolidada do resultado abrangente após a data de aquisição se baseia nos valores justos dos respectivos ativos depreciáveis correspondentes reconhecidos nas demonstrações consolidadas na data de aquisição.

349 Consolidação de demonstrações contábeis. Ḋata das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis da controladora e de suas controladas utilizadas na elaboração das demonstrações consolidadas devem ter a mesma data-base. Quando o final do período das demonstrações contábeis da controladora for diferente do da controlada, a controlada deve elaborar, para fins de consolidação, informações contábeis adicionais de mesma data que as demonstrações contábeis da controladora para permitir que esta consolide as informações contábeis da controlada, a menos que seja impraticável fazê-lo.

350 Consolidação de demonstrações contábeis. Ḋata das demonstrações contábeis Se for impraticável fazê-lo, a controladora deve consolidar as informações contábeis da controlada usando as demonstrações contábeis mais recentes da controlada, ajustadas para refletir os efeitos de transações ou eventos significativos ocorridos entre a data dessas demonstrações contábeis e a data das demonstrações consolidadas.

351 Tributos recuperáveis.. Os principais tributos que incidem em uma. operação com mercadorias são: IPI ICMS PIS COFINS Por ordem constitucional o IPI e ICMS são não cumulativos sendo que os valores devidos em cada operação serão compensados com o montante cobrado nas operações anteriores.

352 As leis que criaram o PIS e a COFINS implementaram a não cumulatividade dessas contribuições. O IPI é um imposto por fora, pois não está embutido no valor da operação. O ICMS é um imposto por dentro, pois está embutido no valor da operação.

353 Exemplo: Nota Fiscal Mercadoria ,00 = valor da operação (+) IPI 10% ,00 = 10% de ,00 (=) Total da Nota Fiscal ,00 ICMS 20% ,00 = 20% de ,00

354 RELAÇÃO ENTRE O IPI E O ICMS NA AQUISIÇÃO DE MERCADORIAS Na aquisição de mercadorias, dependendo da destinação destas, temos: Aquisição IPI ICMS Incidência do IPI na BC do Consumo Não Não SIM recupera Recupera Comércio Não Recupera NÃO recupera Indústria Recupera Recupera NÃO ICMS

355 RELAÇÃO ENTRE O IPI E O ICMS NA AQUISIÇÃO DE MERCADORIAS RELAÇÃO ENTRE O IPI E O PIS/COFINS NÃO CUMULATIVOS Na aquisição de mercadorias, dependendo da destinação destas temos: Aquisição IPI PIS/COFINS Incidência do IPI na BC do não PIS/COFINS não cumulativos cumulativos Consumo Não Não SIM recupera Recupera Comércio Não Recupera NÃO recupera Indústria Recupera Recupera NÃO

356 CONTRIBUINTE DO PIS E COFINS NÃO CUMULATIVOS Contribuinte do Imposto de Renda Lucro Real Lucro Presumido Contribuinte do PIS/COFINS Não Cumulativo Cumulativo

357 Registro das compras nos estoques A empresa comercial tributada pelo Lucro Real que adquirir mercadorias para revenda será contribuinte do ICMS, PIS e COFINS não cumulativos. Nas compras de mercadorias o ICMS, PIS e COFINS não cumulativos não integram o custo de aquisição das mercadorias pois a empresa recupera esses tributos que serão compensados quando da venda das mercadorias. Caso essas compras sejam de origem industrial, a empresa comercial não recupera o IPI e este integra o custo de aquisição da mercadoria, a base de cálculo do PIS e COFINS não cumulativos, mas não integra a base de cálculo do ICMS.

358 Podemos resumir a fórmula para cálculo das compras líquidas: CL = Valor das Compras + SIF TrD SIF = Seguros, IPI e Fretes TrD = Tributos recuperáveis e Deduções de Compras Tributos recuperáveis = ICMS, PIS e COFINS não cumulativos. Resumindo: Seguro, IPI e fretes integram o custo de aquisição dos estoques logo temos que somá-los. Os tributos recuperáveis (ICMS, PIS e COFINS não cumulativos) e as deduções de compras são deduzidos do custo de aquisição dos estoques, portanto temos que subtrai-los.

359 GUARDE ESTA INFORMAÇÃO PARA SUA PROVA!!! CL = Valor das compras + SIF TrD SIF = Seguros, IPI e Fretes TrD = Tributos recuperáveis e as Deduções (devolução de compras, Abatimentos sobre compras e Descontos Incondicionais Obtidos).

360 01) A empresa Comercial ABC LTDA realizou vendas a prazo no valor de ,00 ao custo de ,00, com incidência de ICMS à alíquota de 20%. O lucro bruto obtido pela empresa foi de ,00. Vejamos: LB = VL CMV LB = x 0, ,00 = ,00 Multiplicando o valor da operação por 0,8 retiramos o ICMS sobre vendas de 20%.

361 02) A empresa comercial XLS LTDA adquiriu mercadorias a prazo para revenda no valor de R$ ,00, com IPI à alíquota de 10% e ICMS 20%. O registro contábil das compras será: Aplicando a fórmula: CL = Valor das compras + IPI ICMS CL = , , ,00 = ,00 D Estoques ,00 D ICMS a Recuperar ,00 C Fornecedores ,00 OBS.: Como a mercadoria é destinada à comercialização, o IPI não integra a base de cálculo do ICMS, mas integra o custo de aquisição de mercadorias, pois a empresa não é contribuinte do IPI.

362 03) A empresa comercial DOC LTDA adquiriu mercadorias a prazo para revenda no valor de R$ ,00, com IPI à alíquota de 10%, ICMS 20% e desconto comercial de 10%. O registro contábil será: Aplicando a fórmula: CL = Valor das compras + SIF TrD CL = , , , ,00 = ,00 D Estoques ,00 D ICMS a Recuperar ,00 C Fornecedores ,00 O desconto incondicional recebido não é contabilizado, apenas é deduzido no valor da mercadoria. O IPI é um imposto por fora, por isso o desconto comercial não afeta a sua base de cálculo. O ICMS é um imposto por dentro, neste caso o desconto comercial afeta a base de cálculo.

363 Custos para avaliação de estoques.. Estoques são ativos:. a) mantidos para venda no curso normal dos negócios; b) em processo de produção para venda; ou c) na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou na prestação de serviços.

364 Custos para avaliação de estoques.. De acordo com o CPC 16, os estoques devem ser. mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor. Custos do estoque O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais.

365 Custos para avaliação de estoques.. O custo de aquisição dos estoques compreende o. preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis perante o fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisição.

366 Custos para avaliação de estoques.. Custos de transformação. Os custos de transformação de estoques incluem os custos diretamente relacionados com as unidades produzidas ou com as linhas de produção, como pode ser o caso da mão-de-obra direta. Também incluem a alocação sistemática de custos indiretos de produção, fixos e variáveis, que sejam incorridos para transformar os materiais em produtos acabados.

367 Custos para avaliação de estoques.. Custos de transformação. Os custos indiretos de produção fixos são aqueles que permanecem relativamente constantes independentemente do volume de produção, tais como a depreciação e a manutenção de edifícios e instalações fabris, máquinas e equipamentos e os custos de administração da fábrica. Os custos indiretos de produção variáveis são aqueles que variam diretamente, ou quase diretamente, com o volume de produção, tais como materiais indiretos e certos tipos de mão-de-obra indireta.

368 Custos para avaliação de estoques.. A alocação de custos fixos indiretos de fabricação. às unidades produzidas deve ser baseada na capacidade normal de produção. A capacidade normal é a produção média que se espera atingir ao longo de vários períodos em circunstâncias normais; com isso, leva-se em consideração, para a determinação dessa capacidade normal, a parcela da capacidade total não-utilizada por causa de manutenção preventiva, de férias coletivas e de outros eventos semelhantes considerados normais para a entidade.

369 Custos para avaliação de estoques.. Outros custos. Outros custos que não de aquisição nem de transformação devem ser incluídos nos custos dos estoques somente na medida em que sejam incorridos para colocar os estoques no seu local e na sua condição atuais. Por exemplo, pode ser apropriado incluir no custo dos estoques gastos gerais que não sejam de produção ou os custos de desenho de produtos para clientes específicos.

370 Custos para avaliação de estoques.. Critérios de valoração de estoque. O critério PEPS (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair) pressupõe que os itens de estoque que foram comprados ou produzidos primeiro sejam vendidos em primeiro lugar e, consequentemente, os itens que permanecerem em estoque no fim do período sejam os mais recentemente comprados ou produzidos.

371 Custos para avaliação de estoques.. Critérios de valoração de estoque. Pelo critério do custo médio ponderado, o custo de cada item é determinado a partir da média ponderada do custo de itens semelhantes no começo de um período e do custo dos mesmos itens comprados ou produzidos durante o período. A média pode ser determinada em base periódica ou à medida que cada lote seja recebido, dependendo das circunstâncias da entidade.

372 Custos para avaliação de estoques.. Valor realizável líquido. O custo dos estoques pode não ser recuperável se esses estoques estiverem danificados, se se tornarem total ou parcialmente obsoletos ou se os seus preços de venda tiverem diminuído. O custo dos estoques pode também não ser recuperável se os custos estimados de acabamento ou os custos estimados a serem incorridos para realizar a venda tiverem aumentado.

373 Custos para avaliação de estoques.. Valor realizável líquido. A prática de reduzir o valor de custo dos estoques (write down) para o valor realizável líquido é consistente com o ponto de vista de que os ativos não devem ser escriturados por quantias superiores àquelas que se espera que sejam realizadas com a sua venda ou uso.

SEÇÃO II Demonstrações Financeiras Disposições Gerais

SEÇÃO II Demonstrações Financeiras Disposições Gerais SEÇÃO II Demonstrações Financeiras Disposições Gerais Art. 176. Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras,

Leia mais

Disciplina: Contabilidade Geral Receita Federal Prof.ª Camila Gomes Aprova Concursos

Disciplina: Contabilidade Geral Receita Federal Prof.ª Camila Gomes Aprova Concursos Disciplina: Contabilidade Geral Receita Federal Prof.ª Camila Gomes Aprova Concursos LISTA DE CONTAS CONTÁBEIS Lei 6.404/76 Art. 178. No balanço, as contas serão classificadas segundo os elementos do patrimônio

Leia mais

Demonstrações Contábeis. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN

Demonstrações Contábeis. Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN Demonstrações Contábeis Osni Moura Ribeiro ; Contabilidade Fundamental 1, Editora Saraiva- ISBN 9788502065901 Demonstrações Contábeis O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece : Ao final de cada exercício

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL

BALANÇO PATRIMONIAL 1 de 6 31/01/2015 14:44 BALANÇO PATRIMONIAL Balanço Patrimonial é a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira

Leia mais

Conjunto das demonstrações contábeis

Conjunto das demonstrações contábeis Conjunto das demonstrações contábeis O conjunto completo das demonstrações contábeis está previsto no item 10 da NBC TG 26 R4: (a) Balanço Patrimonial (BP) O artigo 178 da Lei nº 6.404/1976 trata do Balanço

Leia mais

Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli

Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli USP/FEA/EAC Curso de Graduação em Administração Disciplina: Noções de Contabilidade para Administradores (EAC0111) Turmas: 01 e 02 Tema 4: Balanço Patrimonial Prof.: Márcio Luiz Borinelli 1 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena

SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena SIMULADOS elaborados pelo Prof: Humberto Lucena Em cada questão, marque o item correto: 1. O princípio contábil que atribui às entidades personalidade própria, distinta da dos sócios, é o princípio da:

Leia mais

Maratona de Revisão Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques

Maratona de Revisão Curso Ninjas do CFC Prof. Osvaldo Marques Maratona de Revisão Curso Ninjas do CFC 1 AULA 8 de 10 2 DISCIPLINAS MAIS IMPORTANTES DISTRIBUIÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA Outras disciplinas Teoria da Cont. Contab. Geral Normas Brasileiras de Cont. 44%

Leia mais

Módulo Extra Egbert 1

Módulo Extra Egbert 1 Módulo Extra Egbert 1 Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Noções de Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) 2 1. Balanço patrimonial CLASSIFICAÇÃO CRITÉRIOS AVALIAÇÃO

Leia mais

Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS EDITAL SISTEMATIZADO APRESENTAÇÃO... 21

Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS EDITAL SISTEMATIZADO APRESENTAÇÃO... 21 Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS... 13 EDITAL SISTEMATIZADO... 15 APRESENTAÇÃO... 21 CAPÍTULO I NOÇÕES DE CONTABILIDADE... 23 1. Noções de contabilidade...23 1.1. Conceitos,

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Balanço Patrimonial Parte 1. Prof. Cláudio Alves

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Balanço Patrimonial Parte 1. Prof. Cláudio Alves CONTABILIDADE GERAL Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial Parte 1 Prof. Cláudio Alves A Lei 6.404/76 com suas alterações, a partir do seu artigo 178, define o Balanço Patrimonial, bem como estabelece

Leia mais

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS ESTRUTURA PATRIMONIAL Patrimônio = Bens + Direitos ( ) Obrigações SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) Ativo ( ) Passivo = Situação Líquida (Patrimônio Líquido) FLUXO DE RECURSOS ATIVO Aplicação dos Recursos

Leia mais

Page 1 of 6 Balanço patrimonial 11 de Maio de 2010 Em face da publicação da Lei nº 11.941/2009, DOU 1 de 28.05.2009, este procedimento foi atualizado. Tópicos atualizados: 1. Introdução; 3. Classificação

Leia mais

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes Contas NOÇÕES DE CONTABILIDADE Conta é o título atribuído a cada componente patrimonial e suas variações. Quanto aos elementos que

Leia mais

Sumário. Capítulo 2. Conceitos Básicos...1. Patrimônio Contabilidade_Geral_Resumida_cap_00.indd 9 14/10/ :44:34

Sumário. Capítulo 2. Conceitos Básicos...1. Patrimônio Contabilidade_Geral_Resumida_cap_00.indd 9 14/10/ :44:34 Sumário Capítulo 1 Conceitos Básicos...1 1. Contabilidade: Conceitos, Objeto, Objetivo, Finalidade e Campo de Aplicação...1 2. Usuários da Informação Contábil...2 3. Principais Tipos de Sociedades Existentes

Leia mais

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL Profª. Camila Gomes Balanço Patrimonial Ativo Art. 179. As contas serão classificadas do seguinte modo: III - em investimentos: as participações permanentes em outras sociedades

Leia mais

Como a banca ainda não liberou o gabarito, somente a prova, ainda não encontramos possibilidades de recursos.

Como a banca ainda não liberou o gabarito, somente a prova, ainda não encontramos possibilidades de recursos. Olá, pessoal. Tudo bem? A seguir, a correção da Prova de Contabilidade do Tribunal de Contas do estado de São Paulo. A banca cobrou apenas cinco questões de Contabilidade Geral, todas teóricas e que versavam

Leia mais

5 Os gastos com aquisição de uma marca devem ser classificadas no seguinte grupo de contas do balanço patrimonial:

5 Os gastos com aquisição de uma marca devem ser classificadas no seguinte grupo de contas do balanço patrimonial: FUCAMP Fundação Carmelitana Mário Palmério FACIHUS Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso: Disciplina Ano Letivo: Semestre: Ciências Contábeis 1 Relacione a coluna da direita com a da esquerda:

Leia mais

Sumário. 1. Atos e fatos administrativos Fatos permutativos ou compensativos Fatos modificativos Fatos mistos...

Sumário. 1. Atos e fatos administrativos Fatos permutativos ou compensativos Fatos modificativos Fatos mistos... Sumário Capítulo 1 Conceito de contabilidade e patrimônio... 15 1. CONCEITO... 15 2. TÉCNICAS CONTÁBEIS... 15 2.1. Escrituração... 16 2.2. Demonstrações contábeis... 16 2.3. Análise de balanços... 16 2.4.

Leia mais

SUMÁRIO. 1. Atos e fatos administrativos Fatos permutativos ou compensativos Fatos modificativos Fatos mistos...

SUMÁRIO. 1. Atos e fatos administrativos Fatos permutativos ou compensativos Fatos modificativos Fatos mistos... SUMÁRIO Capítulo 1 Conceito de contabilidade e patrimônio... 17 1. Conceito... 17 2. Técnicas contábeis... 18 2.1. Escrituração... 18 2.2. Demonstrações contábeis... 18 2.3. Análise de balanços... 18 2.4.

Leia mais

Sumário. Introdução. Patrimônio

Sumário. Introdução. Patrimônio Sumário Sumário Introdução 2 Objeto 3 Finalidade ou objetivo 4 Pessoas interessadas nas informações contábeis 5 Funções 6 Identificação dos aspectos patrimoniais 7 Campo de aplicação 8 Áreas ou ramos 9

Leia mais

Sumário. Capítulo Conceito Bens Direitos Obrigações Patrimônio Líquido Estados Patrimoniais...

Sumário. Capítulo Conceito Bens Direitos Obrigações Patrimônio Líquido Estados Patrimoniais... Sumário Capítulo 1 Conceitos Básicos...1 1. Contabilidade...1 1.1. Conceitos...1 1.2. Campo de Aplicação...2 1.3. Funções da Contabilidade...2 1.4. Usuários da Informação Contábil...3 1.5. Técnicas Contábeis

Leia mais

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes Edital NOÇÕES DE CONTABILIDADE 1. Conceitos, objetivos e finalidades da contabilidade. 2. Patrimônio: componentes, equação fundamental

Leia mais

Curso intensivo CFC

Curso intensivo CFC Curso intensivo CFC 2018.1 Prof.: Osvaldo Marques DISCIPLINAS : Teoria da Contabilidade Prof. Osvaldo Marques 1 Q. 1 Os acionistas da Companhia Y de capital fechado, representado só por ações ordinárias,

Leia mais

SUMÁRIO. 3 PRINCIPAIS GRUPOS DE CONTAS DO BALANÇO PATRIMONIAL E DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO, 37 1 Introdução, 37

SUMÁRIO. 3 PRINCIPAIS GRUPOS DE CONTAS DO BALANÇO PATRIMONIAL E DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO, 37 1 Introdução, 37 SUMÁRIO 1 PANORAMA GERAL DA CONTABILIDADE NO MUNDO E NO BRASIL E UMA VISÃO GERAL DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, 1 1 Introdução, 1 2 Processo formal do IASB, 1 3 Histórico do IASB, 2 4 Adoção das IFRS no

Leia mais

Contabilidade Geral - Lista 01 misto, pois envolve, ao mesmo tempo, um fato permutativo e um fato modificativo.

Contabilidade Geral - Lista 01 misto, pois envolve, ao mesmo tempo, um fato permutativo e um fato modificativo. 1 Contabilidade Geral - Lista 01 [email protected] misto, pois envolve, ao mesmo tempo, um fato permutativo e um fato modificativo. 1. (CESPE - DPU Contador 2010) No plano de contas de determinada

Leia mais

CONTABILIDADE E ANÁLISE DE BALANÇOS

CONTABILIDADE E ANÁLISE DE BALANÇOS CONTABILIDADE E ANÁLISE DE BALANÇOS (EAC0549) Prof. Renê Coppe Pimentel Material e conteúdo padronizados elaborados por professores da FEA/USP Prof. Renê Coppe Pimentel Pg. 1 Atuação do Contador Administração

Leia mais

PLANO DE CONTAS Critérios Para Elaboração Com base nas Leis nºs /2007 e /2009

PLANO DE CONTAS Critérios Para Elaboração Com base nas Leis nºs /2007 e /2009 Sumário PLANO DE CONTAS Critérios Para Elaboração Com base nas Leis nºs 11.638/2007 e 11.941/2009 1. Introdução 2. Codificação 3. Abertura de Contas Novas 4. Manual de Contas 5. Estrutura e Classificação

Leia mais

CONTABILIDADE II CAPÍTULO 01 BALANÇO PATRIMONIAL BP

CONTABILIDADE II CAPÍTULO 01 BALANÇO PATRIMONIAL BP CONTABILIDADE II CAPÍTULO 01 BALANÇO PATRIMONIAL BP ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa Fornecedores Banco Conta Movimento Duplicatas a pagar Aplicações Financeiras ICMS a recolher Duplicatas a receber

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO...

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO... 19 CAPÍTULO I ESTRUTURA CONCEITUAL BÁSICA DA CONTABILIDADE... 21 1. Conceito de contabilidade... 21 2. Objeto... 22 3. Campo de aplicação... 23 4. Objetivos... 23 5.

Leia mais

1. Balanço patrimonial

1. Balanço patrimonial Módulo 4 Egbert 1 Conteúdo: 13 Balanço patrimonial: obrigatoriedade e apresentação. 13.1 Conteúdo dos grupos e subgrupos. 14 Classificação das contas. 14.1 Critérios de avaliação do Ativo e do Passivo.

Leia mais

Conta Classificação Registra Natureza do saldo caixa ativo circulante dinheiro e cheques no estabelecimento da devedora

Conta Classificação Registra Natureza do saldo caixa ativo circulante dinheiro e cheques no estabelecimento da devedora 1 Conta Classificação Registra Natureza do saldo caixa dinheiro e cheques no estabelecimento da bancos conta saldos das contas bancárias que a movimento movimenta clientes valores a receber dos clientes

Leia mais

Contabilidade. Objeto, objetivo e finalidade. Bens. Conceito de Contabilidade. Conceitos iniciais - Ativo. Contabilidades específicas:

Contabilidade. Objeto, objetivo e finalidade. Bens. Conceito de Contabilidade. Conceitos iniciais - Ativo. Contabilidades específicas: Objeto, objetivo e finalidade Contabilidade Conceitos iniciais - Ativo Objeto: o patrimônio Objetivo: estudo, controle e apuração do resultado Finalidade: Fornecer informações econômicas e financeira sobre

Leia mais

Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis.

Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis. Prezados estudantes, Nos concursos para a área fiscal, é certo que será cobrado uma questão sobre a Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). Assim, neste post, vou apresentar os conceitos básicos, os métodos

Leia mais

Aula 07 Análise TCU III

Aula 07 Análise TCU III Sumário 1 TCRO Auditor CESPE 2013 - Questão 096 - Análise de Demonstrações Contábeis... 2 2 TCRO Auditor CESPE 2013 - Questão 097 - Análise de Demonstrações Contábeis... 2 3 TCU Analista (CESPE/ 2008)

Leia mais

BALANÇO PATRIMONIAL GRUPO E SUBGRUPOS

BALANÇO PATRIMONIAL GRUPO E SUBGRUPOS U N I V E R S I D A D E E S T A D U A L D E G O I Á S (Criada pela Lei n.º 13.456 de 16 de abril de 1999, publicada no DOE - GO de 20 de abril de 1999) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS

Leia mais

Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo

Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo Tribunais - Exercícios AFO e Direito Financeiro Exercício - Contabilidade Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. MÓDULO DE QUESTÕES DE CONTABILIDADE

Leia mais

Considerando-se apenas as informações apresentadas, apresente o registro contábil relativo à apuração do ICMS no mês de fevereiro de 2017:

Considerando-se apenas as informações apresentadas, apresente o registro contábil relativo à apuração do ICMS no mês de fevereiro de 2017: CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA: QUESTÕES DE REVISÃO 01) Uma Sociedade Empresária que possui um único estabelecimento apresentava, em 31.1.2017, após a apuração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias ICMS,

Leia mais

CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Profª Dilci Oliveira

CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Profª Dilci Oliveira CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Profª Dilci Oliveira Contabilidade é a ciência que estuda, registra, controla e interpreta os fatos ocorridos no patrimônio das entidades com fins lucrativos ou não. Objetivos

Leia mais

Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira

Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) Balanço Patrimonial Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente,

Leia mais

1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas

1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas 1 BALANÇO PATRIMONIAL BP Atividades Práticas 1. Questões: 1 - Comente os principais grupos de contas do Balanço, com exemplos. 2 - Explique o que são curto e longo prazo para a contabilidade. 3 - Quais

Leia mais

Prof. Esp. Salomão Soares

Prof. Esp. Salomão Soares Prof. Esp. Salomão Soares A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a

Leia mais

Plano de Contas. Prof: Fernando Aprato

Plano de Contas. Prof: Fernando Aprato Plano de Contas Prof: Fernando Aprato Plano de Contas é o conjunto de contas, previamente estabelecido, que norteia os trabalhos contábeis de registro de fatos e atos inerentes à entidade, além de servir

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDITAL SEI DIRFACIC Nº 2/2018 Disciplina: CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA I GABARITO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDITAL SEI DIRFACIC Nº 2/2018 Disciplina: CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA I GABARITO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EDITAL SEI DIRFACIC Nº 2/2018 Disciplina: CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA I Valor da Avaliação: 100 PONTOS GABARITO Exame de Suficiência para

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Prof.: Osvaldo Marques DISCIPLINAS : Contabilidade Geral 1 Frase do dia! Faça o melhor que você puder: O Resultado virá na mesma proporção Mahatma Gandhi 2 Unidade ao vivo 7 DFC

Leia mais

Atos Administrativos e Fatos Contábeis. Prof: Fernando Aprato

Atos Administrativos e Fatos Contábeis. Prof: Fernando Aprato Atos Administrativos e Fatos Contábeis Prof: Fernando Aprato Durante o período de funcionamento da empresa, ocorrem fatores que, de uma ou outra forma, afetam a entidade. Dentre estes fatores, há aqueles

Leia mais

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Aula 01

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Aula 01 PRÁTICAS CONTÁBEIS Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Aula 01 Estática Patrimonial: o Balanço, Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido A contabilidade deve tratar a pessoa

Leia mais

4. Apure o valor da depreciação acumulada em 31/12/20015, sendo dados:

4. Apure o valor da depreciação acumulada em 31/12/20015, sendo dados: 1. Classifique os itens abaixo em: bens, direitos ou obrigações item bens direito obrigação Empréstimos a receber Dinheiro em caixa Dinheiro depositado no banco veículos biblioteca Salários a pagar estoques

Leia mais

NBC T.3 Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis

NBC T.3 Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis NBC T.3 Conceito, Conteúdo, Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis Aprovada pela Resolução CFC 686/1990 NBC T.3.1 Das Disposições Gerais. 3.1.1 As demonstrações contábeis (*) são as extraídas

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR)

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR) 1 de 8 31/01/2015 14:50 DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS (DOAR) Até 31.12.2007, a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) era obrigatória para as companhias abertas e

Leia mais

Conteúdo: Conteúdo: competência. 15. Retificação de lançamento 16. Balancete de verificação 17. Regime de caixa e regime de

Conteúdo: Conteúdo: competência. 15. Retificação de lançamento 16. Balancete de verificação 17. Regime de caixa e regime de Módulo1 Egbert 1 Conteúdo: 1. Objetivo da contabilidade 2. Objeto da contabilidade 3. Estrutura patrimonial 4. Equação patrimonial 5. Estados patrimoniais 6. Conta 7. Teorias das contas 8. Razonete 9.

Leia mais

MODELO SIMPLIFICADO DE PLANO DE CONTAS ATUALIZADO COM A LEI Nº /07.

MODELO SIMPLIFICADO DE PLANO DE CONTAS ATUALIZADO COM A LEI Nº /07. MODELO SIMPLIFICADO DE PLANO DE CONTAS ATUALIZADO COM A LEI Nº 11.638/07. 1. ATIVO 1.1 Circulante 1.1.01 Disponível 1.1.01.01 Caixa 1.1.01.01.01 Caixa pequenas despesas 1.1.01.02 Banco conta movimento

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 01 BALANÇO PATRIMONIAL BP. Fornecedores Banco Conta Movimento. Duplicatas a pagar Aplicações Financeiras

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 01 BALANÇO PATRIMONIAL BP. Fornecedores Banco Conta Movimento. Duplicatas a pagar Aplicações Financeiras CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA CAPÍTULO 01 BALANÇO PATRIMONIAL BP ATIVO PASSIVO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalente de caixa Fornecedores Banco Conta Movimento Duplicatas a pagar Aplicações Financeiras

Leia mais

TEORIA DA CONTABILIDADE QUESTIONÁRIO 6

TEORIA DA CONTABILIDADE QUESTIONÁRIO 6 QUESTIONÁRIO 6 (Questões Exame de Suficiência 1 2013) 2. Relacione os grupos do Ativo descritos, na primeira coluna, com as suas respectivas propriedades, na segunda coluna, e, em seguida, assinale a opção

Leia mais

Página 1 de 9 Este procedimento foi elaborado com base nas boas técnicas e doutrinas contábeis referentes ao assun to em questão. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) - Exemplificação do m étodo direto

Leia mais

Curso de Contabilidade Básica. Professor André Gomes

Curso de Contabilidade Básica. Professor André Gomes Curso de Contabilidade Básica Professor André Gomes Dispuseste todas as coisas, com peso, número e medida Livro da sabedoria, XI,21 CONCEITO Contabilidade é a ciência que estuda o patrimônio do ponto de

Leia mais

Dicas 02. Contabilidade Geral. Professores: Gustavo Jubé e Vicente Chagas. Profs. Gustavo e Vicente 1

Dicas 02. Contabilidade Geral. Professores: Gustavo Jubé e Vicente Chagas.  Profs. Gustavo e Vicente 1 Contabilidade Geral Professores: Gustavo Jubé e Vicente Chagas www.pontodosconcursos.com.br Profs. Gustavo e Vicente 1 Classificações do ativo Além de classificar a conta como ativo, precisamos ser proficientes

Leia mais

Painel. Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº /2007 TAX

Painel. Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº /2007 TAX Painel Alterações na Legislação das Sociedades por Ações e no Mercado de Valores Mobiliários Lei Federal nº. 11.638/2007 TAX 0 Demonstrações Financeiras Aplicabilidade As normas da Lei n 6.404/76, para

Leia mais

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes

AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL. NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL NOÇÕES DE CONTABILIDADE Profª. Camila Gomes Contas Natureza da Conta Saldo Aumenta Diminui Patrimoniais Ativo Devedora D C Passivo Credora C D PL Credora C D Resultado Receita

Leia mais

Noções de Contabilidade PF: Agente de Polícia Federal Professora: Camila Gomes. Aulas 13 a 16

Noções de Contabilidade PF: Agente de Polícia Federal Professora: Camila Gomes. Aulas 13 a 16 Noções de Contabilidade PF: Agente de Polícia Federal - 2014 Professora: Camila Gomes Profª. Camila Gomes www.aprovaconcursos.com.br Página 1 de 13 NOÇÕES DE CONTABILIDADE Olá pessoal! Tudo bem? Vamos

Leia mais

10.5 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DA CONTROLADORA E SUAS CONTROLADAS

10.5 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DA CONTROLADORA E SUAS CONTROLADAS 10.5 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS DA CONTROLADORA E SUAS CONTROLADAS Os principais critérios adotados na elaboração das demonstrações financeiras são como segue: (a) Apuração do resultado O resultado

Leia mais

Oficina Técnica. Demonstrações dos Fluxos de Caixa. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Oficina Técnica. Demonstrações dos Fluxos de Caixa. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 opções 2 ou 3 (núcleo de relacionamento) Email: [email protected] web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

Conceitos Fundamentais

Conceitos Fundamentais São Paulo, fevereiro de 2012 Conceitos Fundamentais 1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS Bens Direitos Obrigações Fato Contábil Regime Lançamento Contábil Plano de Contas Exercício Bem - é tudo o que possa satisfazer

Leia mais

Sumário Capítulo 1 Escrituração contábil

Sumário Capítulo 1 Escrituração contábil Sumário Capítulo 1 Escrituração contábil 01 1.1 Conceito 01 1.2 Métodos de escrituração 01 1.2.1 Método das partidas dobradas 02 1.2.1.1 Funcionamento das contas nas partidas dobradas 04 1.3 Normas legais

Leia mais

Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Critérios de avaliação.

Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Critérios de avaliação. Módulo 4 Egbert 1 Conteúdo: Critérios de classificação dos elementos patrimoniais. Critérios de avaliação. 2 1. Balanço patrimonial CLASSIFICAÇÃO CRITÉRIOS AVALIAÇÃO 3 ATIVO Antes da Lei 11.638/07 PASSIVO

Leia mais

SUMÁRIO. Prefácio, xv 1 Panorama geral da contabilidade no mundo e no Brasil, 1

SUMÁRIO. Prefácio, xv 1 Panorama geral da contabilidade no mundo e no Brasil, 1 SUMÁRIO Prefácio, xv 1 Panorama geral da contabilidade no mundo e no Brasil, 1 1.1 Introdução, 1 1.2 Exemplos de utilização dos relatórios contábeis, 2 1.3 Impostos calculados com base nos relatórios contábeis,

Leia mais

TCU - Aula 03 C. Geral III

TCU - Aula 03 C. Geral III Sumário 1 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão 051 Critérios de avaliação de ativos... 2 2 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão 052 Critérios de Avaliação de Ativos... 2 3 TC RO Contador CESPE 2013 - Questão

Leia mais

(f) ativos biológicos; (g) investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial; (h) propriedades para investimento; (i) imobilizado;

(f) ativos biológicos; (g) investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial; (h) propriedades para investimento; (i) imobilizado; Balanço Patrimonial - Principal Grupo de Contas Balanço Patrimonial Qual a Função do Balanço Patrimonial? O balanço patrimonial tem por finalidade apresentar a situação patrimonial da empresa em dado momento.

Leia mais

PREPARATÓRIO CFC AULA CONTABILIDADE 02. Prof. Mauricio Pocopetz

PREPARATÓRIO CFC AULA CONTABILIDADE 02. Prof. Mauricio Pocopetz PREPARATÓRIO CFC AULA CONTABILIDADE 02 Prof. Mauricio Pocopetz QUESTÕES DE CONTABILIDADE PROVA 2016-1 Prof. Mauricio Pocopetz Questão 13 - Contabilidade 13. Com relação à Demonstração dos Lucros ou Prejuízos

Leia mais

RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS BÁSICOS SEGUNDO O MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS 1

RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS BÁSICOS SEGUNDO O MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS 1 RESOLUÇÃO EXERCÍCIOS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS BÁSICOS SEGUNDO O MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS 1 EXERCÍCIO 1: A seguir estão relacionadas as operações realizadas pela sociedade de prestação de serviços Remendão

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Demonstração do Fluxo de Caixa Parte 2. Prof. Cláudio Alves

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Demonstração do Fluxo de Caixa Parte 2. Prof. Cláudio Alves CONTABILIDADE GERAL Demonstrações Contábeis Demonstração do Fluxo de Caixa Parte 2 Prof. Cláudio Alves Segundo o CPC 03, a apresentação da demonstração dos fluxos de caixa se assemelha bastante com a ditada

Leia mais

SUMÁRIO. Capítulo 1 Conceito de contabilidade e patrimônio... 17

SUMÁRIO. Capítulo 1 Conceito de contabilidade e patrimônio... 17 SUMÁRIO Capítulo 1 Conceito de contabilidade e patrimônio... 17 1. CONCEITO... 17 2. TÉCNICAS CONTÁBEIS... 18 2.1. Escrituração... 18 2.2. Demonstrações contábeis... 18 2.3. Análise de balanços... 18 2.4.

Leia mais

Resoluções de questões- Tropa de Elite Contabilidade Alexandre Américo Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Resoluções de questões- Tropa de Elite Contabilidade Alexandre Américo Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Resoluções de questões- Tropa de Elite Contabilidade Alexandre Américo 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. CURSO AGORA EU PASSO TROPA DE ELITE CURSO DE RESOLUÇÃO

Leia mais

1. Objetivo da contabilidade

1. Objetivo da contabilidade Módulo1 Egbert 1 Conteúdo: 1 Teoria e campo de atuação: conceitos, objetivos da informação contábil. 2 Livros contábeis. 3 Registros contábeis. 4 Método das partidas dobradas. 5 Lançamentos. 6 Regime de

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL - Exercícios

CONTABILIDADE GERAL - Exercícios CONTABILIDADE GERAL - Exercícios 01. Em relação a conceitos contábeis, Lei das S/A s, Demonstrações Contábeis e Patrimônio, julgue os itens a seguir: A importância da Contabilidade prende-se, principalmente,

Leia mais

Caderno de Prova A01, Tipo 005

Caderno de Prova A01, Tipo 005 PROVA OBJETIVA P2 CONHECIMENTOS BÁSICOS Contabilidade Geral 1. Em 30/11/2017, a empresa TecnoBite, que atua no setor de revenda de computadores, apresentava a seguinte situação patrimonial: Caixa e Equivalentes

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I CONTABILIDADE

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I CONTABILIDADE Prof. Jean Cavaleiro Unidade I CONTABILIDADE Objetivos Conhecer o papel da contabilidade. Conhecer aspectos legais da contabilidade. Conhecer aspectos técnicos de contabilidade. Conhecer as mudanças recentes

Leia mais

Parte I Conceitos Básicos, Estrutura e Metodologia Operacional, 1 1 Patrimônio, 3

Parte I Conceitos Básicos, Estrutura e Metodologia Operacional, 1 1 Patrimônio, 3 Sumário Prefácio à Décima Edição, xxi Prefácio à Nona Edição, xxiii Prefácio à Oitava Edição, xxv Parte I Conceitos Básicos, Estrutura e Metodologia Operacional, 1 1 Patrimônio, 3 1.1 Objetivo e definição

Leia mais

Bicicletas Monark S.A.

Bicicletas Monark S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Em milhares de Reais) ATIVO Notas 2018 2017 Circulante Caixa e equivalentes de caixa 3 150.534 158.553 Contas a receber de clientes - 4.209 5.598

Leia mais

Função e Funcionamento das principais contas

Função e Funcionamento das principais contas 2017/09/22 13:54 1/15 e das principais contas e das principais contas 1.1.1.1 CAIXA Registrar a movimentação de dinheiro, cheques e outros documentos compensáveis em poder da empresa. Debita-se pelo recebimento

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte DRE DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte DRE DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DRE DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO A DRE é a apresentação, em forma resumida, das operações realizadas pela empresa, durante o exercício social, demonstradas de forma a destacar o resultado líquido

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL. Noções Gerais. Plano de Contas Parte 1. Prof. Cláudio Alves

CONTABILIDADE GERAL. Noções Gerais. Plano de Contas Parte 1. Prof. Cláudio Alves CONTABILIDADE GERAL Noções Gerais Plano de Contas Parte 1 Prof. Cláudio Alves Plano de Contas É um conjunto composto pela relação ordenada e codificada das contas utilizadas pela entidade, bem como de

Leia mais

RFB Auditor - ESAF Análise do Edital - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA

RFB Auditor - ESAF Análise do Edital - CONTABILIDADE GERAL E AVANÇADA Sumário 1 Estrutura Conceitual... 2 2 Patrimônio... 2 3 Fatos Contábeis... 3 4 Contas... 3 5 Escrituração... 3 6 Provisões... 3 7 Políticas Contábeis, Estimativas e Retificação de Erro.... 4 8 Ativo...

Leia mais

ESTUDO DE CASO. O estudo de caso abaixo é destinado à fixação do conteúdo teórico aplicado e discutido em sala de aula.

ESTUDO DE CASO. O estudo de caso abaixo é destinado à fixação do conteúdo teórico aplicado e discutido em sala de aula. Análise Econômica e Financeira Prof. Esp. Lyndon Johnson ESTUDO DE CASO Caro aluno(a), O estudo de caso abaixo é destinado à fixação do conteúdo teórico aplicado e discutido em sala de aula. Para isso,

Leia mais

Contabilidade Básica I Seção 2 Definições

Contabilidade Básica I Seção 2 Definições Contabilidade Básica I Seção 2 Definições Prof. Me. Hélio Esperidião Objetivos: Compreender os princípios elementares da contabilidade. Capital social Capital social é o montante necessário para se constituir

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.6 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.6 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC T 16 NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.6 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Conteúdo Item DISPOSIÇÕES GERAIS 1-12 BALANÇO PATRIMONIAL

Leia mais

DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA

DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA DFC DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA Base Legal CPC 03 e Seção 07 da NBC TG 1.000 O presente auto estudo embasará os conceitos e procedimentos técnicos contemplados no CPC 03 (IFRS Integral) e na Seção 07

Leia mais

Funções contábeis: Técnicas contábeis: Campo de aplicação: Classificação geral: Áreas de atuação da contabilidade:

Funções contábeis: Técnicas contábeis: Campo de aplicação: Classificação geral: Áreas de atuação da contabilidade: Síntese Contábil Contabilidade: Contabilidade é a ciência que se ocupa do registro, por meio de técnicas próprias, dos atos e fatos da administração das entidades econômicofinanceiras, que possam ser

Leia mais

Contabilidade Geral Exercícios Lista 5

Contabilidade Geral Exercícios Lista 5 1 Contabilidade Geral Exercícios Lista 5 1. (CESPE DPF Perito Contador 2013) A demonstração do resultado abrangente do exercício foi uma das contribuições das normas internacionais aceitas pela contabilidade

Leia mais

22/08/2014. A Demonstração do Resultado do Exercício e a Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Resultado do Exercício DRE

22/08/2014. A Demonstração do Resultado do Exercício e a Demonstração dos Fluxos de Caixa. Demonstração do Resultado do Exercício DRE A Demonstração do Resultado do Exercício e a Demonstração dos Fluxos de Caixa Profa. Ma. Juliana Leite Kirchner Demonstração do Resultado do Exercício DRE - A cada exercício social, a Empresa deve apurar

Leia mais

Demonstrações Contábeis. Contabilidade - Prof: Fernando Aprato

Demonstrações Contábeis. Contabilidade - Prof: Fernando Aprato Demonstrações Contábeis Contabilidade - Prof: Fernando Aprato 1. Disposições Gerais de Acordo com a Lei n 6.404/76 Art. 176. Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração

Leia mais

Contabilidade para não Contadores (Soluções dos Exercícios)

Contabilidade para não Contadores (Soluções dos Exercícios) Contabilidade para não Contadores (Soluções dos Exercícios) Página 1 Exercício Nº 2 Página 2 Balanços Patrimoniais em 31/12/X0 e 31/12/X1 ATIVO 31.12.X0 31.12.X1 PASSIVO 31.12.X0 31.12.X1 Ativo circulante

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CAPÍTULO 29 DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 29.1 CONCEITO A demonstração das origens e aplicações de recursos é de elaboração e publicação obrigatórias para as sociedades anônimas. Entretanto,

Leia mais