Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente
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- Glória Gonçalves Padilha
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2 Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente 3. O docente é observado, em pelo menos duas aulas,por período avaliativo, de acordo com a calendarização feita pelo conselho executivo, podendo solicitar, em requerimento escrito dirigido ao seu presidente, a observação de atéduas aulas extra. Compete à CCA e ao CE decidir da divulgação desse calendário.
3 Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente Pelo menos uma das aulas é observada pelo Coordenador do Departamento curricular em que o docente se insere, ou por um membro do Conselho Executivo ou ainda por ambos. As restantes observações (uma ou mais) podem ser realizadas por um docente do quadro de nomeação definitiva com competência delegada de observador/avaliador. (artigo 72º, nº4 e 5 do ECD)
4 FASE 3 A OBSERVAÇÃO DE AULAS
5 A Observação de Aulas Integra-se no princípio do acompanhamento científico, pedagógico e didáctico dos professores. Contribui para fomentar o trabalho colaborativo na actividade docente. Cria condições para uma melhoria do desempenho profissional.
6 A Observação de Aulas Mínimo de duas, máximo de quatro aulas observadas (por solicitação do docente). Docentes integrados nos 1º e 2º escalões: Tem carácter obrigatório. Releva para efeitos de avaliação do desempenho. Docentes integrados nos 3º, 4º e 5º escalões: Tem carácter obrigatório. Não relevapara efeitos de avaliaçãodo desempenho. Docentes integrados nos 6º, 7º e 8º escalões: Não tem carácter obrigatório.
7 A Observação de Aulas Os docentes integrados no 3º escalão ou seguintes poderão ser avaliados sumativamente através da observação de aulas se: pretenderem obter as menções de Muito bom ou Excelente, houver indício de dificuldades no âmbito da prática pedagógica.
8 A Observação de Aulas Para a obtenção das menções de Muito bom ou Excelente: Até15 de Setembro o docente requer ao CE a observação de aulas. Por período avaliativo são observadas 4 aulas consecutivas, do mesmo grupo de alunos. Não há possibilidade de requerer a observação de aulas extra.
9 A Observação de Aulas Só são observados em par pedagógico os docentes que nunca leccionam individualmente. Nesta situação, aconselhamse dois observadores para, em simultâneo, cada um avaliar um dos docentes. Caso haja um par constituído por coordenador e docente, o coordenador é observado pelo CE, sendo a observação do outro docente delegada.
10 A Observação de Aulas As situações de observação implicam relações interpessoais: dinâmicas, encorajadoras e facilitadoras de um processo de desenvolvimento e aprendizagem consciente e comprometido.
11 A Observação de Aulas Funções do avaliador: Promover mudanças positivas. Monitorizar. Recomendar. Colocar desafios. Desenvolver capacidades e atitudes com vista à excelência e qualidade. (Alarcão & Tavares, 2007)
12 Delegação de Competência de Observador Nos casos em que nenhum dos observadores pertença ao mesmo grupo de docência do avaliado, o Conselho Executivo, quando o considere necessário, pode delegar a observação de aulas num docente de nomeação definitiva. (artigo 72º do ECD)
13 Delegação de Competência de Avaliador Quando o número de docentes a avaliar por período avaliativo seja igual ou superior a 20; Quando nenhum dos avaliadores pertença ao grupo de recrutamento do docente avaliado, deve o coordenador de departamento, ouvido o CE, relativamente aos docentes que considere necessário, delegar as suas funções de avaliador num docente do quadro de nomeação definitiva. (artigo 72º do ECD)
14 Delegação de Competência de Avaliador Na designação dos docentes a quem sejam delegadas as funções de avaliador deve ser dada preferência a quem detenha formação em supervisão pedagógica, formação especializada em avaliação do desempenho ou currículo relevante na formação inicial de professores. (artigo 69º do ECD)
15 A Observação de Aulas A acção do observador/avaliador deve ser facilitadora de: Espírito de auto-formação/desenvolvimento. Capacidade de identificar, aprofundar e integrar os saberes inerentes ao exercício da docência. Capacidade de resolver problemas e tomar decisões. Capacidade de experimentar e inovar numa dialéctica teoria - prática. Capacidade reflexiva. Entusiasmo e empenhamento nas tarefas. Trabalho colaborativo.
16 O Ciclo de Observação Quatro Fases: Encontro pré-observação (não obrigatório). Observação. Análise dos dados. Encontro pós-observação. (Número 4, artigo 72ºdo ECD encontro de reflexão)
17 O Encontro Pré-Observa Observação Momento de: definição de uma atmosfera de trabalho colegial, diálogo profissional, discussão de requisitos, procedimentos e expectativas de processo de observação, revisão daficha de Registo de Observação de Aulas, definição do enfoque da observação, conhecimento do contexto de observação.
18 O Encontro Pré-Observa Observação: aspectos a explorar aspectos a explorar Discussão do esboço/plano da aula a observar. Identificação dos objectivos da aula / competências a desenvolver/aprendizagens a realizar/conteúdos a abordar. Caracterização da turma/especificidades. Definição mínima de estratégias a implementar (tarefas a propor, formas de organização do trabalho, recursos). Indicação dos procedimentos de avaliação das aprendizagens.
19 O Encontro Pré-Observa Observação: aspectos a explorar Identificação dos momentos/fases da aula. Explicitação das expectativas(previsão de dificuldades e propostas de resolução). Integração da aula na sequência de trabalho. Clarificaçãodos itensque caracterizam as cinco competências de leccionação (Parte C do F.A.) Motivação do docentepara a observação desenvolvendo nele uma postura pró-activa e reflexiva.
20 A Observação: aspectos a ter em conta A observação ocorre num contexto de instrução formal/aula. A observação obedece a um protocolo de desempenho previamente definido. Na perspectiva do observador: Focalizar a atenção no desempenho do docente. Trata-se de uma observação orientada ou intencional. Não interferir no decurso da aula. É uma observação não participante.
21 A Observação: aspectos a ter em conta Na perspectiva do processo de observação: Atender às cinco competências de leccionação presentes no formulário e aos indicadores que as caracterizam. É uma observação instrumental. Na perspectiva do campo de observação: Captar o processo global de ensino e aprendizagem. Trata-se de uma observação molar (vs observação molecular)em que é no continuum que se obtém a significação.
22 Instrumentação da Observação A Ficha de Registo de Observação de Aulas é utilizada como o referencial obrigatório da observação e nela se assinala a pontuação fixa de cada uma das cinco competências de leccionação.
23 Instrumentação da Observação bas práticas de observação têm evoluído no sentido da valorização de abordagens mais descritivas, exploratórias e explicativas, visando a compreensão de como se ensina e como se aprende. bsão abordagens centradas na relação professor - aluno - saber e não apenas no primeiro interveniente. (Vieira, 93)
24 Procedimentos: A Análise dos Dados Leitura de todos os documentos de registo da observação para uma apreensão sincrética do seu significado. Exploração destes registos, de forma a criar estranheza e distância relativamente à informação, procurando maior objectividade. Análise da informação.
25 Procedimentos: A Análise dos Dados Triangulação da informação, recorrendo a fontes diversificadas de recolha de dados com vista a uma objectivação descritiva da situação. Preenchimento individual por cada avaliador da Ficha de Registo de Observação de Aulas.
26 Procedimentos: A Análise dos Dados Confronto interavaliadores e construção de consensos. A prática da intersubjectividade entre analistas é uma garantia de que o avaliador não projecta a sua forma peculiar de olhar a realidade. Um bom índice de concordância entre diferentes avaliadores pode ser conseguido pela discussão extensiva dos critérios e da sua aplicação à realidade. (Rodrigues & Peralta,08:15) Quando hádois avaliadores deve resultar, por aula, uma só Ficha de Registo de Observação de Aulas.
27 A Análise dos Dados O avaliador deve evitar erros-tipo(caetano, 08) inerentes ao acto de observação: Erro de halo Tendência central Efeito de contraste Erro de brandura Erro de severidade Efeito de recência Erro fundamental da atribuição causal
28 Erros-tipo Inerentes àobservação Erro de halo Tendência para que a opinião global sobre o avaliado influencie a apreciação pontual em cada atributo. Deve considerar-se cada atributo independentemente dos outros, partindo do princípio que o avaliado pode ser bom em um aspecto e menos bom em outro. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
29 Erros-tipo Inerentes àobservação Tendência central Atracção pelos pontos médios da escala, o que impossibilita a diferenciação do mérito dos avaliados. Para que a Ficha de Registo de Observação de Aulas seja um instrumento válido e fiável énecessário que se identifiquem claramente os aspectos positivos e a melhorar. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
30 Erros-tipo Inerentes àobservação Efeito de contraste Tendência para sobrevalorizar os comportamentos que mais se identificam com as concepções ou com os padrões de comportamento do avaliador, por comparação com o desempenho de outros docentes. O avaliador deve efectuar a avaliação com base nos critérios e padrões estipulados. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
31 Erros-tipo Inerentes àobservação Erro de brandura Com o objectivo de não despoletar possíveis reacções adversas por parte do avaliado, o avaliador tende a sobrevalorizar os níveis reais de desempenho. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
32 Erros-tipo Inerentes àobservação Erro de severidade Subvalorização do desempenho real dos avaliados, manifestando-se uma tendência generalizada para uma classificação abaixo do ponto médio da escala. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
33 Erros-tipo Inerentes àobservação Efeito de recência Tendência para sobrevalorizar, negativa ou positivamente, os comportamentos observados mais perto do fim do período a que se reporta a avaliação. Para evitar este tipo de erro devem documentar-se as apreciações. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
34 Erros-tipo Inerentes àobservação Erro fundamental da atribuição causal Tendência para estabelecer uma relação de causalidade entre o desempenho do avaliado e factores internos a essa pessoa, ignorandose a influência do contexto. (Caetano,08,cit Coelho & Rodrigues, 08)
35 A Análise dos Dados Procedimentos: Atribuição das pontuações por competência de leccionação. Utilizar, com equilíbrio e justiça, toda a escala de classificação, tendo presente que os níveis extremos se aplicam a situações excepcionais. Garantir que o sistema de avaliação é um instrumento activo para evidenciar o mérito e promover a melhoria. Preparação do encontro pós-observação.
36 O Encontro Pós-ObservaP Observação Momento de: rigor, verdade, transparência, reflexão, construção de sentidos, encontro de opiniões.
37 O Encontro Pós-ObservaP Observação O Tempo - Entre as fases do ciclo de observação deve decorrer tempo suficiente para reflexão mas não demasiado. O encontro de reflexão entre o docente e os observadores deve ocorrer logo que possível após a observação da aula. A Preparação - O docente observado deve preparar-se para este encontro, reflectindo sobre a aula em função das competências de leccionação em análise.
38 Procurar O Encontro Pós-ObservaP Observação a participação activa do professor observado através: da análise, do confronto, do questionamento de concepções e práticas, numa perspectiva formativa. Procurar a reconstrução de teorias subjectivas acerca do processo de ensinar e aprender.
39 Evitar O Encontro Pós-ObservaP Observação A pessoalizaçãoexcessiva dos comentários críticos. A focalização excessiva no professor. A emissão de juízos de valor pouco fundamentados.
40 O Encontro Pós-ObservaP Observação: aspectos a explorar Contextualização da observação. Discussão dos aspectos mais positivosda aula / razões explicativas. Relato de incidentes críticos(descrição narrativa de situações particularmente relevantes). Discussão dos aspectos menos positivosda aula / razões explicativas.
41 O Encontro Pós-ObservaP Observação: aspectos a explorar Reflexão sobre estratégias/metodologias alternativas. Identificação de áreas de melhoria. Co-responsabilização do docente na sua formação e desenvolvimento profissional.
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