Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente
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- Rui Martinho Balsemão
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2 Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente 4. O CDC e o CE reúnem com cada docente avaliado e apresentam a proposta de notação a atribuir em cada item. O CE e o CDC entregam o Formulário e Relatório de Avaliação preenchido à Comissão Coordenadora da Avaliação.
3 FASE 4 REUNIÃO ENTRE: Coordenador do Departamento Curricular / Avaliador Conselho Executivo Docente Avaliado
4 Reunião/Entrevista Momento de informação de retorno sobre o desempenho do docente através da: análise da auto-avaliação apresentada, comunicação da proposta de avaliação, identificação de áreas de melhoria.
5 Reunião/Entrevista Sugestão da estrutura: 1. Clarificar os objectivos da entrevista. 2. Ouvir o avaliado na apreciação do seu desempenho. 3. Dar feedback sobre esse desempenho, salientando os aspectos positivos e identificando os que devem ser melhorados. 4. Acordar propostas para os níveis de classificação.(caetano,08)
6 Papel dos Avaliadores Conduzir a entrevista, cabendo-lhes apresentar as respectivas apreciações. Sublinham-se as competências de comunicação e negociação dos avaliadores.
7 Papel dos Avaliadores Restringir-se ao desempenho profissional do docente, abstendo-se da emissão de juízos reveladores de inferências sobre a personalidade do avaliado. Avaliam-se os desempenhos e não as pessoas.
8 Reunião/Entrevista O feedback dos avaliadores deve: Focalizar-se nas dimensões do desempenho e na sua relação com os resultados. Sistematizar os aspectos positivos e as áreas de melhoria. Ser o mais descritivo possível. Consubstanciar as apreciações em evidências.
9 Reunião/Entrevista Aspectos a considerar: Assegurar o tempo razoável e necessário para a entrevista e não permitir interrupções. Dispor de toda a informação necessária. Adoptar uma atitude dialogante e saber escutar. Ser construtivo relativamente a qualquer crítica. Analisar as apreciações apresentadas pelo avaliado. Estimular uma atitude positiva no avaliado.
10 Reunião/Entrevista O que não deve ser feito: Realizar a entrevista sem o Formulário de Avaliação preenchido. Dirigir a entrevista numa posição superior sem permitir participação. Assinalar só os aspectos negativos. Ignorar assuntos complicados ou problemas graves. Criar falsas expectativas.
11 Referenciais de Actuação do Docente Apreciar o seu desempenho, tendo em conta as dimensões em análise. Salientar os aspectos positivos. Identificar as áreas de melhoria. Basear a sua auto-avaliação centrando-se no seu desempenho e não em expectativas futuras. Não estabelecer comparações com os seus pares. Evitar apreciações que não sejam passíveis de ser ilustradas com evidências.
12 Referenciais de Actuação do Docente O docente avaliado pode, se o desejar, registar a sua posição relativamente à sua avaliação em declaração escrita a apensar ao Formulário de Avaliação.
13 Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente 5. A CCA devolve ao CE os documentos de avaliação, acompanhados de deliberações que sobre eles entenda tomar. 6. O presidente do CE procede à homologação da classificação final.
14 FASE 5 RECEPÇÃO E DEVOLUÇÃO DE DOCUMENTOS PELA COMISSÃO COORDENADORA DA AVALIAÇÃO
15 A Comissão Coordenadora da Avaliação do Desempenho - CCAD Em cada unidade orgânica do sistema educativo funciona uma CCAD composta por: um presidente, obrigatoriamente o presidente do C Pedagógico, quatro vogais, eleitos de entre os docentes com nomeação definitiva com um mínimo de cinco anos de serviço.
16 Compete à Comissão a) Garantir o rigor do sistema de avaliação, designadamente através da emissão de directivas para a sua aplicação e da validação ou confirmação dos dados constantes das fichas de avaliação. b) Validar as menções qualitativas de Excelente, Muito bom ou Insuficiente. c) Proceder à avaliação do desempenho nos casos de impedimento ou ausência de avaliador e propor as medidas de acompanhamento e correcção do desempenho insuficiente. d) Atribuir a classificação final de desempenho.
17 As Directivas da CCAD As directivas são submetidas a parecer do Conselho Pedagógico e Ratificação do Conselho Executivo. As directivas são orientações que fixam um resultado/efeito aos seus destinatários, permitindo que cada um escolha os meios/formas mais adequadas, no âmbito das suas competências. São orientações de implementação. A comissão delibera por maioria e sempre na presença de todos os seus membros.
18 Sugere-se: A Comissão Auscultação prévia dos Departamentos relativamente às orientações/directivas. Clarificação atempada de procedimentos. Construção de instrumentos de análise documental e de listas de verificação que ajudem a objectivar a avaliação.
19 A Comissão Atribui a classificação/menção ao docente avaliado. O resultado final da avaliação corresponde ao somatório das pontuações obtidas em cada item, convertido para uma escala de 0 a 10, arredondada por excesso à décima mais próxima.
20 A Comissão O resultado final traduz-se nas seguintes menções qualitativas: a) Excelente de 9,0 a 10 valores. b) Muito bom de 8,0 a 8,9 valores. c) Bom de 6,5 a 7,9 valores. d) Regular de 5,0 a 6,4 valores. e) Insuficiente de 0,0 a 4,9 valores.
21 A Comissão Devolve ao conselho executivo os documentos de avaliação, acompanhados das deliberações que sobre eles entenda tomar. Confirma, processualmente, os processos de avaliação de Regular e Bom. Valida os processos de avaliação de Insuficiente, Muito bom e Excelente. A validação das propostas de avaliação implica confirmação formal do cumprimento dos requisitos correspondentes e assinatura de todos os membros da comissão.
22 A Comissão A atribuição da menção de Excelente implica: Especificação dos contributos relevantes proporcionados pelo avaliado à escola. Inclusão desses contributos numa base de dados sobre boas práticas. Publicação no Jornal Oficial por despacho do director regional competente em matéria de administração educativa.
23 Comissão Especializada A confirmação da atribuição da menção de Excelente cabe a uma comissão especializada, constituída por: um docente do grupo de recrutamento do avaliado, indicado por este, um docente do ensino superior na área das Ciências da Educação, designado pela directora regional, uma individualidade de reconhecido mérito na área da educação, designada pela directora regional.
24 Cabe: Comissão Especializada Analisar todo o processo de avaliação do docente. Analisar a fundamentação apresentada pelos avaliadores. Proceder, caso o entenda, à audição do avaliado.
25 FASE 6 HOMOLOGAÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO
26 HOMOLOGAÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO O presidente do Conselho Executivo procede à homologação. A classificação é dada a conhecer ao avaliado, através de assinatura presencial ou através do envio, por correio registado com aviso de recepção, de cópia do Formulário de Avaliação. (artigos71º e 77º do ECD)
27 Reclamação e Recurso No prazo de 10 dias úteis, após a notificação, o docente pode apresentar reclamação escrita ao presidente do CE. No prazo de cinco dias úteis, após a notificação, o docente pode apresentar recurso hierárquico, com efeito suspensivo, à directora regional. (artigo 77º do ECD)
28 Garantias do Processo de Avaliação O processo de avaliação tem carácter confidencial, ficando todos os intervenientes obrigados ao dever de sigilo. O docente tem o direito de examinar todos os documentos do processo, devendo-lhe ser facultada cópia gratuita. O docente a quem tenha sido atribuída menção inferior a Bom, pode requerer, no prazo de 10 dias, ao CE, uma avaliação intercalar a realizar no final desse mesmo ano escolar ou do seguinte. (artigo 79º do ECD)
29 Relevância da Avaliação do Desempenho Docente A avaliação é considerada para: Progressão na carreira. Concessão de prémios de desempenho. Conversão da nomeação provisória em nomeação definitiva no termo do período probatório.
30 Efeitos da Avaliação A atribuição da menção de Excelente durante dois períodos consecutivos de avaliação do desempenho permite a redução de dois anos no tempo exigido para progressão na carreira. A atribuição da menção de Muito bom durante três períodos consecutivos de avaliação do desempenho permite a redução de um ano no tempo exigido para progressão na carreira. A atribuição da menção de Bom determina que seja considerado o tempo a que respeita para progressão na carreira. (artigo 78º do ECD)
31 Efeitos da Avaliação A atribuição da menção de Regular implica a contagem do tempo avaliado para efeitos de antiguidade. A atribuição da menção de Insuficiente implica a não contagem do tempo a que respeita para efeitos de progressão e é fundamento para a não renovação do contrato de trabalho. (artigo 78º do ECD)
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