Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente
|
|
|
- Ruy Vilaverde Alvarenga
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente 1. O docente elabora, em cada período de avaliação, um Relatório de Avaliação. 2. O docente entrega, ao CDC, o Formulário e Relatório de Avaliação preenchidos na parte que se lhe refere, até30 dias antesda data em que complete o tempo de serviço necessário à progressão na carreira ou do termo do 1º período avaliativo de cada escalão. A data para os docentes contratados é até 10 de Julho.
3 FASE 1 O RELATÓRIO RIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
4 O Relatório de Avaliação O modelo de Relatório de Avaliação, de preenchimento obrigatório, está integrado no Formuláriode Avaliação normalizado. Em cada parâmetro/indicador de classificação há um espaço para análise crítica que enquadra e justifica a auto-avaliação. O Formulário e Relatório de Avaliação é acompanhado dos documentos probatórios e de coadjuvação da análise que o docente considere relevantes.
5 O Relatório de Avaliação O relatório assegura o registo continuado e crítico dos elementos que documentam o desempenho profissional nas diferentes dimensões do perfil funcional docente. A auto-avaliação é a apreciação que o docente faz do seu próprio desempenho, identificando oportunidades para o seu desenvolvimento profissional.
6 A Auto-avalia avaliação Alguns princípios a observar: 1. Referir os aspectos positivosdo seu desempenho. 2. Identificar necessidades de melhoria. 3. Apontar necessidades de formação profissional. 4. Enquadrar e justificar a auto-avaliação apresentada.
7 Objectivos: O Relatório de Avaliação Coligir as evidências do desempenho do docente nas diferentes dimensões do respectivo perfil profissional. Identificar o nível de desempenho do docente. Constituir um registo do percurso profissional do docente, numa perspectiva de reflexão crítica e de auto-avaliação.
8 O Relatório de Avaliação Sistematiza e organiza informação/evidências do desempenho docente. Tem um valor formativo no âmbito do desenvolvimento profissional docente. Tem um carácter longitudinal, constituindo-se como uma narrativa da acção docente. Tem uma natureza reflexiva, assente na auto-análise e auto-avaliação. Tem um carácter selectivo e documental. Permite documentar o processo de trabalho do docente e resultados da sua acção.
9 O Relatório de Avaliação Abrange diversos tipos de informação. Tem um carácter emancipatório. (As opções tomadas na sua elaboração/construção são da responsabilidade do docente.) Os documentos apresentados reportam-se a situações significativas de aprendizagem e avaliação. Apresenta registos de incidentes críticos. Apresenta reflexões sobre as práticas, ao nível da planificação, execução e avaliação.
10 Documentos Probatórios rios e de Coadjuvação da Análise Sugestões: Actas de conselhos de turma/coordenações de ano (excertos ou referência às mesmas). Planificações de ano, de unidade, de aula, de projectos. Materiais produzidos. Planos de recuperação, de acompanhamento, de desenvolvimento. Planificações no âmbito da diferenciação pedagógica. Instrumentos de avaliação (matrizes, testes/provas, grelhas de classificação, grelhas de observação, listas de verificação ).
11 Documentos Probatórios rios e de Coadjuvação da Análise Sugestões: Grelhas de análise dos resultados escolares dos alunos. Projectos curriculares de turma. Relatórios de avaliação de projectos/actividades. Registos de participação em eventos. Certificados de participação em acções de formação. Dados administrativos.
12 Análise Documental Sugere-se à Comissão Coordenadora da Avaliação do Desempenho a construção de grelhas de análise ou listas de verificação para objectivar o processo de avaliação documental do relatório e dos documentos probatórios. São instrumentos de registo com carácter utilitárioe que devem permitir: - documentar a avaliação a que se reportam, - anotar factores situacionais e - harmonizar procedimentos.
13 FASE 2 O FORMULÁRIO RIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
14 O Formulário rio de Avaliação É um documento normalizado, aprovado por Decreto Regulamentar Regional da competência do Governo. Focaliza-se nas dimensões funcionais do perfil profissional do professor e apresenta-se em três partes. Define os factores que integram as componentes de competências e atitudes pessoais do docente, bem como a descrição do comportamento profissional que lhes corresponde. Obedece a um sistema de pontuação fixa, num máximo de 200 pontos. Permite auto e hetero-avaliação.
15 O Formulário rio de Avaliação A classificação faz-se por referência a três descritores de desempenho, tendo cada um uma pontuação fixa. PARTE A Épreenchida pelo coordenador do departamento curricular. Tem uma pontuação máxima de 115 pontos, correspondente a 57,5% da classificação final do docente. PARTE B É preenchida pelo conselho executivo. Tem uma pontuação máxima de 65 pontos, correspondente a 32,5% da classificação final do docente.
16 O Formulário rio de Avaliação: Parte C / D / E Focaliza-se nas competências de leccionação. É preenchido pelo observador/avaliador. A classificação faz-se por referência aos indicadores de cada item em análise, havendo uma pontuação fixa por competência. Tem uma pontuação máxima de 200 pontos, que se traduz em 10% da classificação final do docente.
17 O Formulário rio de Avaliação: Parte C /D /E Competências de Leccionação: Conhecimentos científicos e didácticos. Promoção da aprendizagem. Gestão da aula. Planificação. Avaliação.
FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE IDENTIFICAÇÃOE Unidade Orgânica: Docente avaliado: Departamento
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE GRELHA DE REGISTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO Nome do(a) Avaliado(a): GR: Departamento Curricular de: Nome do(a) Avaliador(a):
Sucesso Escolar. Avaliação do Desempenho Docente. Desenvolvimento Profissional
Sucesso Escolar Avaliação do Desempenho Docente Desenvolvimento Profissional Avaliação: tema nuclear no debate sobre as questões da educação. Assume, de forma integrada, vários papéis: Avaliação das aprendizagens
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE (ADD)
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE (ADD) NOTA 1: Esta sessão não dispensa a consulta do decreto regulamentar n.º 26/2012 de 21 de fevereiro e de toda a legislação que o regulamenta. Periodicidade e requisito
Ano lectivo Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado.
Ano lectivo 2008-2009 Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado. ORIENTAÇÕES GERAIS Nº 1 1.INTRODUÇÃO O presente documento, sobre o processo de avaliação
MANUAL DE PROCEDIMENTOS
MANUAL DE PROCEDIMENTOS (AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE 2009-2011) Aprovado por unanimidade no CP de 29/11/2010 com alterações introduzidas no CP de 14/04/2011 Página 1 INTRODUÇÃO No sentido de enquadrar
Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares
Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Professora Bibliotecária: Isabel Mota 2009/2010 A Escola, a Biblioteca e a Auto-Avaliação A Biblioteca: É um recurso fundamental para o ensino e aprendizagem
Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente
Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente 3. O docente é observado, em pelo menos duas aulas,por período avaliativo, de acordo com a calendarização feita pelo conselho executivo, podendo solicitar,
Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente
Fases do Processo de Avaliação do Desempenho Docente 4. O CDC e o CE reúnem com cada docente avaliado e apresentam a proposta de notação a atribuir em cada item. O CE e o CDC entregam o Formulário e Relatório
Avaliação de Desempenho. Orientações aos relatores
Avaliação de Desempenho Orientações aos relatores 1. Referenciais de avaliação 1.1. Legislação 1. Referenciais de avaliação 1.2. Referentes internos: a. Projeto Educativo do Agrupamento, b. Projeto Curricular
SECÇÃO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO
Escola Secundária de Maria Lamas SECÇÃO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES INTEGRADOS NA CARREIRA E NOS REGIMES
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ADELAIDE CABETTE, ODIVELAS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ADELAIDE CABETTE, ODIVELAS Procedimento de Avaliação de desempenho docente Índice Introdução... 2 1. Periodicidade e requisito temporal... 2 2. Legislação de referência... 3 3. Natureza
Avaliação do desempenho do docente -2011/2012
Avaliação do desempenho do docente -2011/2012 (Decreto-regulamentar n.º 26/2012, de 21 de Fevereiro) A avaliação do desempenho do pessoal docente visa a melhoria da qualidade do serviço educativo e das
Avaliação de Desempenho Docente
Dicas para a elaboração de um Portefólio Avaliação de Desempenho Docente O PORTEFÓLIO deve conter um registo das reflexões e das práticas e deve estar devidamente documentado. 13-04-2008 1 Deve conter:
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. Orientações da SADD. SADD 2012 Orientações para ADD Página 1
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Orientações da SADD SADD 2012 Orientações para ADD Página 1 0 - Notas introdutórias Avaliação do Desempenho Docente Âmbito Periocidade e requisito temporal Aplica-se aos docentes
PLANO DE AÇÃO DO AGRUPAMENTO /2016
PLANO DE AÇÃO DO AGRUPAMENTO - 2015/2016 Ações a realizar: Aplicação do Modelo CAF Educação (ciclo diagnóstico organizacional) a partir de janeiro; Aplicação do Modelo Framework de Desenvolvimento Pedagógico
Critérios de Avaliação. EB D. Luís de Mendonça Furtado. 3.º Ciclo. Ano Letivo 2016/2017. A Presidente do Conselho Pedagógico Felicidade Alves
Critérios de Avaliação EB D. Luís de Mendonça Furtado 3.º Ciclo Ano Letivo 2016/2017 A Presidente do Conselho Pedagógico Felicidade Alves 1 Princípios norteadores da Avaliação: Processo regulador das aprendizagens,
Orientações da SADD. (Este documento não dispensa uma leitura atenta da legislação)
Orientações da SADD (Este documento não dispensa uma leitura atenta da legislação) Avaliação do Desempenho Docente Decreto Regulamentar nº 26/2012 de 21 de fevereiro Ano letivo 2016 2017 1 1. Enquadramento
I Competências / Domínios a avaliar
O trabalho desenvolvido na disciplina de Português 2º ciclo visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos dois as do ciclo, metas linguísticas s domínios do oral e do escrito, competências de leitura
REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
REGULAMENTO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE O presente regulamento define as regras para a avaliação dos docentes integrados na carreira, dos docentes em período probatório e dos docentes em regime
Plano de Melhoria
Plano de Melhoria 1 Enquadramento O presente Plano de Melhoria resulta, simultaneamente, das orientações emanadas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência, que assentam nas sugestões do Conselho Nacional
Critérios de Avaliação. EB 2,3 D. Luís de Mendonça Furtado. 3.º Ciclo. Ano Letivo 2015/2016
Critérios de Avaliação EB 2,3 D. Luís de Mendonça Furtado 3.º Ciclo Ano Letivo 2015/2016 Alteração aprovada em Conselho Pedagógico na sequência do Despacho Normativo n.º 17-A/2015 de 2015/09/22 A Presidente
Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2016/2017. Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova
2016 2017 Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2016/2017 Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 16.11.2016 1. ÂMBITO Dando cumprimento ao disposto no decreto regulamentar nº 26/2012, de 21 de
I Competências / Domínios a avaliar
O trabalho desenvolvido na disciplina de Português 2º ciclo visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos dois as do ciclo, metas linguísticas s domínios do oral e do escrito, competências de leitura
TÉCNICO/A INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Nível 4
«TÉCNICO/A INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Nível 4 4«TÉCNICO/A ELECTROTECNIA Nível 4«TÉCNICO/A INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS Nível 4«TÉCNICO/A REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO Nível Plano Curricular da Ação
Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010)
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. JOÃO DA PESQUEIRA Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) Ficha de Registo Avaliação do Desempenho Docente do Ensino Básico e
DOCENTES DO QUADRO Processo de avaliação deve estar concluído no final do ano escolar anterior ao do fim do ciclo avaliativo.
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE (ADD) Decreto Regulamentar nº 26/2012, de 21/02 DIMENSÕES (artigo 4.º) A - Científica e Pedagógica; B - Participação na escola e relação com a comunidade; C - Formação contínua
GUIÃO ORIENTADOR DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
GUIÃO ORIENTADOR DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE O presente regulamento define as regras para a avaliação dos docentes integrados na carreira, em período probatório e dos docentes em regime de contrato
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MATOSINHOS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MATOSINHOS CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Educação Pré-Escolar, 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Cursos de Educação Formação ANO LETIVO 2011/2012 1 Objetivo O presente documento
Desafios ao Desenvolvimento Profissional: do trabalho colaborativo ao nível da escola a um grupo sobre escrita ÍNDICE GERAL
ÍNDICE GERAL AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT ÍNDICE DE FIGURAS ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE DE ANEXOS (ANEXOS EM CD ROM) ii iii v x xi xiii INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO I DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E FORMAÇÃO CONTÍNUA
REFERENTES E LEMENTOS CONSTITUTIVOS C RITÉRIOS I NDICADORES. Oferta formativa. . Projecto de Auto-avaliação da Escola Secundária de Alberto Sampaio
Q U A D R O R E F E R E N C I A L Á R E A A A V A L I A R : 3. Desenvolvimento Curricular DIMENSÃO: Construído SITUAÇÃO: 3.1. Escola como lugar de aprendizagem de alunos e formandos Estatuto do Aluno:
LISTA DE QUADROS. Quadro Nº. 1 Períodos da Idade Adulta (Síntese) Quadro Nº. 2 Principais alterações físicas e psicológicas do adulto...
LISTA DE QUADROS Quadro Nº. 1 Períodos da Idade Adulta (Síntese)... 13 Quadro Nº. 2 Principais alterações físicas e psicológicas do adulto... 15 Quadro Nº. 3 Implicações educativas dos estilos cognitivos...
Agrupamento de Escolas de Pinheiro Manual de Supervisão Pedagógica INTRODUÇÃO
2 ( ) A construção de uma cultura colegial é um processo longo, não isento de dificuldades e conflitos, e que requer a criação de condições várias, nomeadamente de espaços e tempos destinados ao trabalho
Avaliação externa da dimensão científica e pedagógica (An 2-a )
Formação de Avaliadores Externos Avaliação externa da dimensão científica e pedagógica (An 2-a ) BF1 2013-2014 Formadora: Isilda Lourenço Afonso 1 OBJETIVOS 1. Melhorar a qualificação dos avaliadores externos
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas
Avaliação do Desempenho de Docentes
Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca Avaliação do Desempenho de Docentes Decreto Regulamentar 2/2010 de 23 de Junho Julho/2010 Em Destaque: 1. Objectivos da avaliação do desempenho. 2. Relevância da
Avaliação Interna da Escola Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil
Avaliação Interna da Escola Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil Comissão Interna de Avaliação Equipa da Biblioteca Escolar Novembro de 2009 Campo de Trabalho Áreas de Incidência da Avaliação Interna
Diferenças entre os dois Diplomas
Diferenças entre os dois Diplomas Regime jurídico em vigor (Decreto-lei 319/91) Novo Regime jurídico (Decreto-lei 3/08) Quanto ao âmbito da aplicação O diploma aplica-se aos alunos com necessidades educativas
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO
O trabalho desenvolvido na disciplina de Português, Secundário, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo do Ensi Secundário, competências de comunicação s domínios do oral e do escrito, competências
AEDLV - Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância D. Lourenço Vicente. Plano de Melhoria do Agrupamento
Plano de Melhoria do Agrupamento dezembro 2013 1. Introdução O Plano de Melhoria que neste momento se apresenta, constitui um instrumento de suporte à programação e à implementação das ações de melhoria
ROTEIRO PARA A AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
SECÇÃO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO (SADD) ROTEIRO PARA A AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE Ano letivo 2016/2017 Aprovado em Conselho Pedagógico de 27 de maio de 2014 1 Índice
O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS. Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues
O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues Portfolio - Definição - Pressupostos - Âmbito de Utilização - Objectivos - Características - Vantagens
Escola Básica Júlio Dinis, Gondomar CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2º / 3º Ciclos
Escola Básica Júlio Dinis, Gondomar CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2º / 3º Ciclos 1. A avaliação constitui um processo regulador do ensino e da aprendizagem, que orienta o percurso escolar dos alunos e
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO. Despacho nº 6478/2017, de 26 de julho de Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória.
Despacho nº 6478/2017, de 26 de julho de 2017- Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória. Secundário Mobiliza saberes e usa linguagens das diferentes áreas culturais, científicas e digitais de
ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES INTEGRADOS NA CARREIRA E NOS REGIMES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO.
SECÇÃO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE DO CONSELHO PEDAGÓGICO ORIENTAÇÕES PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES INTEGRADOS NA CARREIRA E NOS REGIMES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO. I. CONSIDERAÇÕES
PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA A - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA A - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA 1. Dados gerais Código DGAE: 160714 Designação: Escola-Sede: Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo Escola Secundária
TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA
TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA CAMPOS DE ANÁLISE DE DESEMPENHO Como elemento fundamental de preparação da avaliação, solicita-se a cada escola 1 em processo de avaliação que elabore um texto que:
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO
O trabalho desenvolvido na disciplina de,, visa propiciar, estimular e desenvolver, ao longo dos três as do Ciclo, competências linguística-comunicativas s domínios do oral e do escrito, competências de
SINDICALISMO LIVRE INDEPENDENTE
Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades SINDICALISMO LIVRE INDEPENDENTE Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades ACORDO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MAFRA PLANO DE SUPERVISÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MAFRA PLANO DE SUPERVISÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL 2017.2021 ENQUADRAMENTO TEÓRICO QUE SUSTENTA O PLANO DE SUPERVISÃO DO AGRUPAMENTO A supervisão do processo educativo pressupõe
Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil. 1. Introdução
Procedimento simplificado para avaliação do desempenho dos docentes em regime de contrato a termo - Ano letivo 2011/2012 1. Introdução O presente documento decorre do referido no nº 5 do artigo 30º do
COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS
REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 1. INTRODUÇÃO De acordo com o Projecto Educativo do Colégio de Albergaria e a legislação em vigor sobre a avaliação das aprendizagens dos alunos nos vários
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE RIO TINTO CALENDÁRIO - Processo de ADD - ano escolar de Decreto Regulamentar nº 26/2012 de 21 de fevereiro
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE RIO TINTO CALENDÁRIO - Processo de ADD - ano escolar de 2016-17 Decreto Regulamentar nº 26/2012 de 21 de fevereiro Ação Prazo Pedido de observação de aulas: docentes em período
Atividades de Apoio Educativo
Plano Curricular 2012 2013 Plano Anual de Atividades Atividades de Apoio Educativo Departamento/Estrutura: Orientações para as Atividades de Apoio Educativo Receção Biblioteca Manuel Monteiro Zonas de
Resumo do relatório de auto-avaliação da biblioteca escolar 2009/2010. A. Apoio ao desenvolvimento curricular
Resumo do relatório de auto-avaliação da biblioteca escolar 2009/2010 A. Apoio ao desenvolvimento curricular A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica
ANEXO II RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO IPS
ANEXO II RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO IPS Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade Orgânica
Guião de Avaliação do Desempenho Docente 2015/2016. Agrupamento de Escolas de Celeirós de Avaliação do Desempenho Docente
Agrupamento de Escolas de Celeirós de Avaliação do Desempenho Docente Secção ÍNDICE - 2-1. Nota introdutória... 3 2. Elementos de referência... 3 3. Intervenientes no processo de avaliação e suas competências...
