Programa Territórios da Cidadania Serra Geral - MG
|
|
|
- Yago Azeredo Bacelar
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Programa Territórios da Cidadania Serra Geral - MG Min. Desenvolvimento Agrário Terra Sol Min. Desenvolvimento Agrário Terra Sol Meta: Famílias Assentadas Beneficiadas: 186 Para que serve: O objetivo da ação de Fomento à Agroindustrialização, à Comercialização e à Atividades Pluriativas Solidárias Terra Sol, é propiciar o incremento de renda dos Projetos de Assentamento, através de atividades sócio-economicas sustentáveis, valorizando as características regionais, experiências e potencialidades locais Para quem: Assentados de Reforma Agrária Como a prioridade é definida: A prioridade é definida pelo Superintendente Regional. Os critérios tecnicos, legais e financeiros são definidos pela Norma de Execução 58, de 29/04/2007. Com quem executa: Execução Direta - pelo Incra ou por meio de convênio com instituições governamentais e não governamentais. 1 - Elaboração e contratação dos Projetos junto à Superintendencia Regional do INCRA na UF - Prazo Limite: Assistência Técnica e Capacitação de Assentados Min. Desenvolvimento Agrário Assistência Técnica e Capacitação de Assentados Meta: Famílias Assentadas Assistidas: Para que serve: Prestar assessoria técnica, social e ambiental para as famílias beneficiárias da reforma agrária de forma integral e continuada desde a implantação do projeto de assentamento, tornando-os unidades de produção estruturadas inseridas de forma competitiva no processo de produção, voltadas para o mercado, 1
2 integradas à dinâmica do desenvolvimento Municipal e Regional. Elaborar Plano de Desenvolvimento do Assentamento (PDA) ou Plano de Recuperação do Assentamento (PRA). Capacitar os assentados e suas organizações visando possibilitar a apropriação dos conhecimentos e das tecnologias e o desenvolvimento de habilidades que potencializem o processo de transição para agricultura de base ecológica, considerando sempre as demandas locais e regionais. Para quem: Assentados de Reforma Agrária Como a prioridade é definida: Definida pela demanda das Superintendências Regionais, de acordo com a Norma de Execução/INCRA/nº 60. Com quem executa: Executado por meio de convênios com parceiros governamentais e não governamentais. (Questão 1) O processo está em fase de discussão com os atores envolvidos para detalhamento da operacionalização. 1 - O processo está em fase de discussão com os atores envolvidos para detalhamento da operacionalização. - Prazo Limite: Formação de Agentes de Desenvolvimento - Formação Complementar Formação de Agentes de Desenvolvimento - Formação Complementar Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Agentes de Desenvolvimento Capacitados: 40 Para que serve: Para contribuir com a formação de atores sociais para que possam atuar como protagonistas do processo de desenvolvimento rural, através do aprofundamento de conceitos trabalhados na fase de formação inicial e para envolvimento de sujeitos sociais estratégicos. Para quem: Representantes de organizações governamentais, ong s e movimentos sociais, Conselhos de Desenvolvimento Rural Sustentável, Universidades, Prefeituras, Conselhos setoriais, sindicatos, grupos representativos de mulheres, jovens, comunidades rurais, organizações representativas, cooperativas, pequenas agroindústrias. Como a prioridade é definida: A prioridade é para territórios que tiveram os processos formativos já alavancados com a formação inicial e estão em processo de consolidação das ações territoriais. Com quem executa: Tanto pode ser execução direta como em parceria com outros Ministérios, Estados, Municípios e Organizações da Sociedade Civil. 1 - Empenho - Prazo Limite: Ordem de início - Prazo Limite:
3 3 - Entrega - Prazo Limite: ATER/Agricultores Familiares ATER/Agricultores Familiares Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Agricultores Familiares Beneficiados: 6026 Para que serve: Garantir a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural para os agricultores familiares com base nos princípios e diretrizes da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER). Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: As entidades prestadoras de assistência técnica e extensão rural devem ser credenciadas nos Conselhos Estaduais. As metas prioritárias são definidas no Comitê de Ater, integrante do Condraf. Com quem executa: Emater estaduais, governo de estado, entidades privadas sem fins lucrativos, Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) Quilombolas Min. Desenvolvimento Agrário Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) Quilombolas Meta: Comunidades Assistidas: 11 Para que serve: Prover as comunidades quilombolas rurais de meios para o seu desenvolvimento sustentável, por meio do fortalecimento da organização das comunidades quilombolas, elaboração de planos de consolidação do território quilombolas destinados à segurança alimentar das famílias quilombolas beneficiadas, bem como à estruturação básica do território e ao apoio às atividades produtivas, com vistas à geração de renda. Para quem: Quilombolas Como a prioridade é definida: Comunidades inseridas em territórios priorizados, comunidades com processo de regularização fundiária em andamento, comunidades onde não houve projeto desta área anteriormente. 3
4 Com quem executa: Entidades da sociedade civil sem fins lucrativos (ONG's, OSCIP's, Organizações Quilombolas) (Questão 1) Os projetos de Ater serão executados por meio da Chamada de Projetos. Assim, os projetos devem ser enviados para concorrer de acordo com o Edital em anexo. obs: Neste sentido, sugere-se que seja apresentado um projeto contemplando as 05 comunidades priorizadas (com 01 entidade proponente), ou 02 projetos apresentados por duas entidades propontentes distintas. Organização Produtiva das Mulheres Trabalhadoras Rurais Min. Desenvolvimento Agrário Organização Produtiva das Mulheres Trabalhadoras Rurais Meta: Projetos Apoiados: 1 Para que serve: Apoiar ações voltadas ao fortalecimento institucional e à produção e comercialização dos grupos produtivos de mulheres trabalhadoras rurais. Para quem: Agricultores familiares, assentados, quilombolas, indígenas, pescadores artesanais, povos e comunidades tradicionais Como a prioridade é definida: Considerou-se o fato do território não ter recebido recursos dessa ação, a quantidade de municípios que o integra, além de ter-se estabelecido o valor mínimo de R$ ,00 para apoio. Com quem executa: Parceiros diversos (Movimentos de Mulheres, ONGs, EMATER, Governo Estadual, Governo Municipal ou outro parceiro) (Questão 1) A partir das áreas indicadas, o Território deve apresentar informações sobre os grupos e organizações de mulheres envolvidos no projeto, municípios prioritários e o tipo de ação a ser apoiada. A ação será apoiada por meio da apresentação de projeto. Para isto o Território deve indicar uma entidade para elaboração do mesmo. Será realizado a Formação em Políticas Públicas com lideranças, assessoras e representantes de grupos e organizações produtivas de mulheres. A formação faz parte do plano de trabalho do Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais e será realizado em 3 módulos nas Grandes Regiões Brasileiras Para facilitar a articulação da ação seguem algumas informações gerais: Projetos de infraestrutura devem ser encaminhados pelos poder público local (prefeituras) e são exclusivos para áreas de assentamentos e pescadoras; Os projetos serão selecionados a partir da Chamada de Projetos do Programa Organização Produtiva de Mulheres que deverá ser lançada em julho de No Edital deve-se observar os valores de referência na relação custo/beneficiária. O Programa de Organização Produtiva de Mulheres Rurais prevê a identificação e mapeamento de grupos e organizações produtivas de mulheres, integrado com o mapeamento dos empreendimentos econômicos e solidários da SENAES. Propõe-se que o Território crie um Comitê Gestor Territorial de mulheres para acompanhar o desenvolvimento das ações, apoiar a implementação do Programa de Organização Produtiva no Território e integrar outras ações em curso no Território. 4
5 Apoio à Gestão dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) Apoio à Gestão dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Membros do Colegiado Capacitados: 50 Para que serve: Melhorar a Gestão do Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável, através de eventos de formação e assessorias aos membros do Colegiado, inclusive suas instâncias deliberativas e consultivas (Comitês, Câmaras, outros) Para quem: Membros do Colegiado Territorial, representantes dos Governos Municipais, Estadual e Federal e de segmentos da sociedade civil. Como a prioridade é definida: As atividades desta ação assessorias e eventos formativos - foram definidas em eventos de formação do Colegiado, no exercício de Com quem executa: Contrato com entidades da sociedade civil ou com órgãos do Governo do Estado e com ténicos/as consultores /as da Rede Nacional de Colaboradores/as da SDT 1 - Empenho - Prazo Limite: Ordem de início - Prazo Limite: Entrega - Prazo Limite: Formação de Agentes de Desenvolvimento - Formação Específica Formação de Agentes de Desenvolvimento - Formação Específica Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Agentes Capacitados: 40 Para que serve: Para apoio e aprimoramento dos diversos sujeitos sociais que compõem o território em temáticas especificas que contribuam para o desenvolvimento sustentável dos territórios rurais. Para quem: Representantes de organizações governamentais, ONG s e Movimento Sociais, Conselhos de Desenvolvimento Rural Sustentável, universidades, prefeituras, conselhos setoriais, sindicatos, grupos representativos de mulheres, jovens, comunidades rurais, organizações representativas, cooperativas, pequenas agroindústrias. 5
6 Como a prioridade é definida: A partir dos eixos prioritários definidos no Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável de cada território Com quem executa: Tanto pode ser execução direta como em parceria com outros Ministérios, Estados, Municípios e Organizações da Sociedade Civil. 1 - Empenho - Prazo Limite: Ordem de início - Prazo Limite: Entrega - Prazo Limite: Programa Nacional de Crédito Fundiário Programa Nacional de Crédito Fundiário Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Famílias Atendidas: 84 Para que serve: O Programa de Crédito Fundiário integra o Plano Nacional de Reforma Agrária como um instrumento de acesso a terra por meio de financiamento para compra de imóveis rurais não passíveis de desapropriação. O Programa também concede crédito para investimentos básicos e estruturação da unidade produtiva, beneficiando trabalhadores rurais sem-terra, minifundistas e jovens rurais, buscando a ocupação produtiva permanente para as famílias beneficiadas, o aumento da renda e a conseqüente melhoria das condições de vida da população rural. Existem, ainda, créditos adicionais para projetos de convivência com a seca no semi-árido e para recuperação de passivos ambientais. O Programa Nacional de Crédito Fundiário é financiado com recursos do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, fundo especial de natureza contábil, criado pela Lei Complementar N 93, de 04 de fevereiro de 1998, tem a finalidade de financiar programas de reordenamento fundiário e de assentamento rural e do Acordo de Empréstimo 7037-BR do com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), firmado em 16 de julho de 2001, destinado ao financiamento parcial do Projeto de Crédito Fundiário de Combate à Pobreza Rural, que é parte integrante do Programa. O Programa oferece atualmente três linhas de ação: Combate à Pobreza Rural: financia a aquisição de imóveis rurais e investimentos básicos e comunitários, contemplando as camadas mais necessitadas da população rural, trabalhadores rurais sem-terra, pequenos produtores com acesso precário à terra e proprietários de minifúndios, cuja área não alcance a dimensão de propriedade familiar. Nesta linha o financiamento para a aquisição de imóveis é reembolsável e os recursos partem do Fundo de Terras e da Reforma Agrária. O financiamento para investimentos básicos e comunitários não é reembolsável e os recursos são provenientes do Acordo de Empréstimo 7037/BR. Nossa Primeira Terra: atende às demandas de jovens sem-terra ou filhos de agricultores familiares, na faixa etária de 18 a 28 anos, visando reduzir o êxodo rural. Consolidação da Agricultura Familiar: essa linha é voltada para agricultores com renda familiar inferior a 15 mil reais e patrimônio inferior a 30 mil reais. As aquisições podem ser individuais ou realizadas por grupos de agricultores. Os financiamentos para aquisição de imóveis e para investimentos comunitários são reembolsáveis. Um dos objetivos estratégicos do Programa Nacional de Crédito Fundiário é beneficiar as famílias das regiões mais pobres do país. Para quem: Assentados de Reforma Agrária 6
7 Como a prioridade é definida: Podem ser beneficiadas pelo projeto os homens e as mulheres pertencentes às seguintes categorias de trabalhadores: - Trabalhadores rurais sem terra (assalariados permanentes ou temporários, diaristas, etc); - Pequenos produtores rurais com acesso precário à terra (arrendatários, parceiros, meeiros, agregados, posseiros, etc); - Proprietários de minifúndios, ou seja, proprietários de imóveis cuja área não alcance a dimensão da propriedade familiar, assim definida no inciso II do art. 4º da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964, e seja comprovadamente insuficiente para gerar renda capaz de lhes proporcionar o próprio sustento e o de suas famílias. Os jovens estão incluídos em todas estas categorias, bem como os idosos, exceto os funcionários públicos inativos e os trabalhadores de mais de 65 (sessenta e cinco) anos. Os Conselhos Estaduais poderão aprovar a participação de beneficiários com mais de 65 anos, assegurando-se de que isto não comprometerá a capacidade de implantação do projeto e de pagamento dos financiamentos. Com quem executa: A estratégia de implantação e execução do Programa está baseada na descentralização das ações, com a participação dos Estados, dos municípios e das comunidades. Além disso, conta com a efetiva participação dos movimentos sindicais de trabalhadores rurais e da agricultura familiar. 1 - Contratação da Execução - Prazo Limite: Definição da Prioridade - Prazo Limite: Conclusão da Obra ou Serviço - Prazo Limite: Implantação e Recuperação de Infra-estrutura de Projetos de Assentamento Min. Desenvolvimento Agrário Implantação e Recuperação de Infra-estrutura de Projetos de Assentamento Meta: Famílias Assentadas Atendidas: 73 Para que serve: Prover ou recuperar os projetos de assentamento rural de infra-estrutura básica necessária à viabilização do processo produtivo e do desenvolvimento sustentável (construção de estradas, sistemas de abastecimento de água, entre outras). Para quem: Assentados de Reforma Agrária Como a prioridade é definida: A prioridade é definida pelo Superintendênte Regional. A partir do levantamento das demandas de infra-estrutura, dos Projetos de Assentamento a serem beneficiados. Os Critérios técnicos, legais e financeiros são definidos pela Norma de Execução 36, de 30/03/2004 e pela Norma de Execução 54, de 29/12/2006, editadas pelo Incra. Com quem executa: Execução direta, por meio de licitações públicas, ou por meio de convênios Celeb. (Questão 1) processo esta em fase de definição e discussão com os diversos atores envolvidos para detalhamento da operacionalização. 7
8 1 - processo esta em fase de definição e discussão com os diversos atores envolvidos para detalhamento da operacionalização. - Prazo Limite: Demarcação Topográfica em Projetos de Assentamento Min. Desenvolvimento Agrário Demarcação Topográfica em Projetos de Assentamento Meta: Famílias Atendidas: 77 Para que serve: Prover os projetos de assentamento rural de serviços topográficos necessários à viabilização do processo produtivo e do desenvolvimento sustentável. Para quem: Assentados de Reforma Agrária Como a prioridade é definida: Demanda da respectiva Superintendência Regional do Incra. Com quem executa: Os serviços topográficos ocorrerão por meio da contratação de entidades e empresas prestadoras desse (Questão 1) processo esta em fase de definição e discussão com os diversos atores envolvidos para detalhamento da operacionalização. 1 - processo esta em fase de definição e discussão com os diversos atores envolvidos para detalhamento da operacionalização. - Prazo Limite: Garantia Safra Garantia Safra Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Agricultores Segurados: 8433 Para que serve: Oferecer um mecanismo de garantia de renda mínima aos agricultores familiares caso ocorra perda de safra em razão de estiagem nos municípios situados na área de atuação da ADENE Agência de Desenvolvimento do Nordeste, e que tenham decreto de situação de emergência ou estado de calamidade reconhecida pela defesa civil. 8
9 Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: A área de abrangência é o semi-árido. Os governos estaduais e municipal devem aderir ao programa, bem como os agricultores familiares que desejarem participar do Garantia-Safra. Com quem executa: Execução direta, governo estadual e governo municipal. Programa Arca das Letras Programa Arca das Letras Min. Desenvolvimento Agrário Meta: bibliotecas implantadas: 5 Para que serve: Promove o acesso aos livros e incentiva a leitura por meio da implantação de bibliotecas em assentamentos da reforma agrária, associações do crédito fundiário, comunidades de agricultura familiar, de remanescentes de quilombos, indígenas e ribeirinhas. Visa apoiar os processos educacionais e culturais, o trabalho, o lazer e o entretenimento no meio rural por meio do livro e da leitura. Arca das Letras promove a participação dos moradores no planejamento e desenvolvimento das bibliotecas, favorecendo a gestão autônoma e coletiva do programa em cada território. Os moradores, em reunião comunitária, indicam o local de funcionamento da biblioteca, escolhem os temas para formação dos acervos e os moradores que serão os agentes de leitura, voluntários que ficarão responsáveis pelas atividades da biblioteca na comunidade. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: 1. comunidade rural com baixo IDH; 2. não ter biblioteca em funcionamento; 3. realizar a reunião de consulta comunitária; 4. preencher o formulário de perfil comunitário durante a reunião de consulta, indicando o local de funcionamento da biblioteca, os temas de interesse para formação dos acervos e os nomes dos moradores que serão capacitados como agentes de leitura; (formulário na pasta Arca das Letras) 5. enviar o formulário para a Coordenação de Ação Cultural/SRA/MDA; 6. promover a participação dos moradores indicados para as atividades de capacitação que serão realizadas no território. obs.: as metas propostas serão experiências-piloto em cada território, visando posterior ampliação do Programa; as metas poderão ser ampliadas nos territórios a partir das parcerias que forem estruturadas; os territórios podem também garantir a ampliação das metas com a fabricação do móvel arca (modelo na pasta Arca das Letras). Com quem executa: Delegacia Federal do MDA; Programa Luz para Todos/MME; Prefeituras Municipais, Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, BB/Fome Zero, movimentos sociais. 1 - Planejamento - Prazo Limite: Execução - Prazo Limite: Acompanhamento - Prazo Limite:
10 Apoio a Empreendimentos Cooperativos e Associativos Apoio a Empreendimentos Cooperativos e Associativos Min. Desenvolvimento Agrário Meta: empreendimentos apoiados: 2 Para que serve: Apoiar a constituição de uma base técnica competente distribuída nos estados e territórios para fomentar processos de constituição e gestão de cooperativas e associações e apoio o desenvolvimento de processos diretos de comercialização e gestão de informações. Visa também apoiar, através de elaboração de Planos de Negócios e assessorias especializadas, o desenvolvimento tecnológico e de marketing necessário para inserção dos produtos das associações e cooperativas da agricultura familiar em mercados dinâmicos, apoiando a qualificação e o reconhecimento permanente destes produtos tanto em mercados tradicionais quanto ampliando sua inserção em mercados solidários nacionais e internacionais. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais. Como a prioridade é definida: Os empreendimentos a serem apoiados são definidos de acordo com o seu caráter estratégico para o fortalecimento dos agricultores familiares em determinado Território. Com quem executa: Governo Estadual, Governo Municipal e/ou Organizações da Sociedade Civil 1 - Aprovação do Plano de Trabalho e envio à Caixa Econômica Federa - Prazo Limite: Contratação do Executor / Ordem de Início - Prazo Limite: Conclusão da Obra ou Serviço pelo Executor - Prazo Limite: Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) Min. Desenvolvimento Agrário Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) Meta: Mutirões: 10 Para que serve: Atendimento a mulheres que não possuem documentação civil e trabalhista. Para quem: Agricultores familiares, assentados, quilombolas, indígenas, pescadores artesanais, povos e comunidades tradicionais Como a prioridade é definida: Atender os territórios com base nos custos necessários que foram estimados. 10
11 Com quem executa: MDA/DFDA, INCRA/SR, EMATER, Secretaria de Segurança Pública e Movimentos Sociais Locais de Mulheres. (Questão 1) No 1º semestre de 2008 foram executados mutirões nos municípios de Capim, Baía da Traição, Lucena, Mamanguaé, Marcação, Mataraca. Para o 2º semestre de 2008 estão previstos mutirões itinerantes em Curral de Cima, Cruz do Espírito Santo, Cuité de Mamanguape, Pedro Régis, Cabedelo, Jacaraú, Riachão do Poço, Rio Tinto, Santa Rita, Sapé. Não está previsto atendimento para Mari e Sobrado para o segundo semestre. Essa demanda será encaminhada para reavaliação do Comitê Gestor Estadual do PNDTR, objetivando inclusão de todos municípios. A identificação das demandas pode ser feita através dos CRAS, agentes de saúde municipais e gestores do bolsa família. Manejo de Recursos Naturais em Projetos de Assentamento da Reforma Agrária Min. Desenvolvimento Agrário Manejo de Recursos Naturais em Projetos de Assentamento da Reforma Agrária Meta: Unidades Familiares de Produção: 145 Para que serve: Implantar projetos de manejo, recuperação, conservação e monitoramento do uso dos recursos naturais, visando à recuperação ambiental de áreas protegidas por regramento jurídico e a promoção da gestão ambiental e o manejo florestal em projetos de assentamento da reforma agrária. Para quem: Assentados de Reforma Agrária Como a prioridade é definida: Implantação de projetos de recuperação para cumprimento de condicionantes no âmbito do licenciamento ambiental; identificação de assentamentos com danos ambientais (Reserva Legal, Áreas de Preservação Permanente - APP e recuperação de solos); cumprimento da legislação ambiental vigente (federal e estadual); disponibilidade de recursos orçamentários/financeiros. Com quem executa: Governos Estaduais, Municipais, ONGs, Associações de Assentados, Universidades, Iniciativa privada. (Questão 1) Foi encaminhada às Superintendencias Regionais do INCRA, planilha contendo a demanda apresentada pelos Comitês Regionais, para que se manifestassem quanto ao que foi ali acordado. Também, que informassem qual será a forma de execução (convênio, contrato, etc), além de definirem as datas para início e término das ações de manejo e recuperação de recursos naturais em assentamentos rurais, como cumprimento das condicionantes do licenciamento ambiental. Cabe ressaltar que cada Projeto de Assentamento encontra-se um uma situação ambiental específica, que deverá influir na forma de contratação de projetos de recuperação de recursos naturais. Somente após a manifestação das Regionais será possível detalhar cada fase da execução, com os respectivos prazos. 1 - Está sendo feita gestão junto às Superintendencias Regionais, para definição de formas de execução e datas 11
12 de início e fim da execução; - Prazo Limite: Concessão de Bolsas de Capacitação e Formação Profissional em Assistência Técnica, Pedagógica e Social Min. Desenvolvimento Agrário Concessão de Bolsas de Capacitação e Formação Profissional em Assistência Técnica, Pedagógica e Social Meta: Profissionais Capacitados: 60 Para que serve: Esta Ação tem como objetivo capacitar profissionais egressos das Ciências Agrárias e das áreas afins à Reforma Agrária, à prestação de uma nova concepção de Assistência Técnica e Social. Os projetos político-pedagógicos dos cursos podem ser apresentados por várias Universidades que formem uma parceria. Tanto o público alvo como a localização geográfica de um Projeto poderá abranger vários Estados e Municípios. Todas as Universidades que apresentarem Projeto por esta ação deverão seguir a risca as diretrizes que constam no Manual de Operações do Pronera. Uma das prioridades para escolher as Universidades contempladas na Ação será aquelas que já têm experiência de cursos de ciências agrárias com Assentamentos Rurais ou outras parcerias com movimentos sociais e sindicais. Outra prioridade serão os Projetos que atendam geograficamente aos Territórios. Isto é, alguns estudantes poderão realizar o Tempo Comunidade nos espaços geográficos dos Territórios. As proponentes, porém, não tem sua sede necessariamente no Território. Para quem: Assentados da Reforma Agrária Como a prioridade é definida: O público-alvo desta ação será, prioritariamente, constituído de beneficiários das áreas de Reforma Agrária, egressos dos cursos superiores de áreas afins, conforme detalhado nas normas do Manual de Operações do PRONERA. Com quem executa: Universidades públicas ou civis sem fins lucrativos, Estados ou Municípios, Movimentos Sociais. (Questão 1) Articulação com os Territórios e recepção dos Projetos. 1 - Articulação com os Territórios e recepção dos Projetos. - Prazo Limite: Licenciamento Ambiental de Assentamentos da Reforma Agrária Min. Desenvolvimento Agrário Licenciamento Ambiental de Assentamentos da Reforma Agrária 12
13 Meta: Licenças Ambientais Protocoladas: 8 Para que serve: Promover o licenciamento ambiental dos assentamentos da reforma agrária, proporcionando a regularidade da situação ambiental dos projetos de assentamento da reforma agrária. Para quem: Assentados de Reforma Agrária Como a prioridade é definida: Disponibilidade de estudos ambientais; data de criação do assentamento; constatação da presença do dano ambiental; atendimento à legislação ambiental vigente (federal e estadual); disponibilidade recursos orçamentários/financeiros. Com quem executa: Órgão Estadual de Meio Ambiente (OEMA), Governos Estaduais, ONGs, Universidades, iniciativa privada. (Questão 1) Foi encaminhada às Superintendencias Regionais do INCRA, planilha contendo a demanda apresentada pelos Comitês Regionais, para que se manifestassem quanto ao que foi ali acordado. Também, que informassem qual será a forma de execução (convênio, contrato, etc), além de definirem as datas para início e término das ações de licenciamento ambiental. Cabe ressaltar que cada Projeto de Assentamento encontra-se um uma situação ambiental específica, que deverá influir na forma de contratação de estudos necessários ao licenciamento. Além disso, deverá também atender à legislação ambiental vigente (federal e estadual) e aos procedimentos estabelecidos pelos Órgãos Estaduais de Meio AMbiente. Somente após a manifestação das Regionais será possível detalhar cada fase da execução, com os respectivos prazos. 1 - Realização de gestão junto às Superintendências Regionais, para definição de formas e datas de início e fim de execução. - Prazo Limite: Infra-estrutura e Serviços nos Territórios Rurais Infra-estrutura e Serviços nos Territórios Rurais Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Projetos Apoiados: 3 Para que serve: Apoiar técnica e financeiramente a implantação, ampliação, modernização, racionalização e relocalização de infra-estrutura necessária ao fortalecimento da agricultura familiar, mediante a realização de obras públicas, compra de máquinas e equipamentos, veículos, bem como a contratação de serviços, a partir de territórios rurais através de contratos de repasse com governos municipais, governos estaduais e ONGs nos casos que envolvem custeio. Os Projetos Apoiados (unidade da meta física) estão divididos nos sgeuintes grupos: 01 Projeto de Comercialização, sendo destinado exclusivamente para esta finalidade R$ ,00; 01 Projeto Especial, sendo destinado exclusivamente para esta meta R$ ,00; 01 Projeto PROINF Convencional, sendo destinado para esta finalidade até R$ ,00 (ou R$ ,00 no caso dos territórios da região norte do país). 13
14 Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais. Como a prioridade é definida: INDICAÇÃO DE PROJETOS TERRITORIAIS PELOS COLEGIADOS: 1. CRITÉRIOS OBRIGATÓRIOS - Os projetos devem estar vinculados aos eixos temáticos ou aglutinadores dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável- PTDRS;- Os projetos devem ter caráter de integração territorial ou intermunicipal;- Os projetos devem atender o público beneficiário das ações do MDA;- Para os projetos de empreendimentos econômicos e/ou sociais, deve-se indicar a forma de gestão que inclua a participação do colegiado territorial e público beneficiário;- Os projetos de agroindústrias tem de ser destinados a grupos com maior dificuldade de acesso ao crédito como de jovens, mulheres, quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas e indígenas, e a agricultores(as) familiares que se enquadrem no Grupo B do PRONAF e; - No caso de regiões de baixo dinamismo econômico, os projetos agroindustriais podem também contemplar agricultores(as) familiares que se enquadrem no Grupo C do PRONAF. 2. SUGESTÃO DE OUTROS CRITÉRIOS- Que gerem impacto na agregação de valor à produção, na geração de renda e ocupação produtiva, com sustentabilidade ambiental;- Que favoreçam a infra-estrutura de apoio ao associativismo e ao cooperativismo em suas diferentes formas;- Que permitam a participação e controle social dos colegiados e beneficiários;- Que tenham assegurado o assessoramento técnico necessário para viabilizar as atividades planejadas;- Que melhorem a estrutura de apoio aos Colegiados Territoriais;- Que tenham complementariedade e integração com outras políticas e programas públicos de apoio à agricultura familiar;- Projetos que sejam complementados com outras fontes de recursos;- Que atendam, além do público prioritário do MDA, grupos que tenham maior dificuldade de acesso as políticas públicas tais como: agricultores(as) do grupo B do PRONAF, jovens e mulheres;- Que atendam municípios com concentração de assentamentos da Reforma Agrária e de Agricultores Familiares;Projetos inovadores que aproveitem as potencialidades (econômicas, sociais, ambientais, culturais, históricas, de localização, dentre outras) dos territórios. Com quem executa: Prefeituras municipais, governos estaduais e/ou organizações da sociedade civil. 1 - Aprovação do Plano de Trabalho e envio à Caixa Econômica Federal - Prazo Limite: Contratação do Executor / Ordem de Início - Prazo Limite: Conclusão da Obra ou Serviço pelo Executor - Prazo Limite: Crédito Pronaf Crédito Pronaf Min. Desenvolvimento Agrário Meta: contratos firmados: Para que serve: Prestar apoio financeiro às atividades agropecuárias, exploradas mediante emprego direto da força de trabalho do produtor e de sua família, no âmbito do PRONAF, por meio de concessão de empréstimos. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais 14
15 Como a prioridade é definida: O agricultor deve fazer a Declaração de Aptidão do Pronaf - DAP. Procurar a assistência técnica para elaborar o projeto e dar entrada na instituição financeira. Com quem executa: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazonia, Banrisul, bancos cooperativos, cooperativas de credito, bancos estaduais, bancos privados. 1 - Planejamento Safra 2008/ Prazo Limite: Contratação dos Financiamentos - Prazo Limite: Acompanhamento e Avaliação pelo Colegiado Territorial - Prazo Limite: Elaboração de Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) Elaboração de Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Plano Territorial Elaborado, Revisado e Qualificado: 1 Para que serve: Construir, revisar e/ou qualificar o Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável, que seja instrumento de pactuação entre os diversos atores sociais governamentais e não governamentais do Território. Para quem: Membros do Colegiado Territorial, representantes dos Governos Municipais, Estadual e Federal e de segmentos da sociedade civil. Como a prioridade é definida: Construção do PTDRS definida quando do ingresso do Território ao Programa de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais. A revisão e/ou qualificação foi definida em 2007, em eventos de formação com o Colegiado. Com quem executa: Contrato com entidade da sociedade civil ou com órgão do Governo do Estado e com técnicos/as consultores/as da Rede Nacional de Colaboradores/as da SDT 1 - Empenho - Prazo Limite: Ordem de início - Prazo Limite: Entrega - Prazo Limite: Programa de Aquisição de Alimentos - PAA Programa de Aquisição de Alimentos - PAA Min. Desenvolvimento Agrário 15
16 Meta: Toneladas de Alimentos Adquiridos: 2443 Para que serve: Adquirir produtos da agricultura familiar e assentados, como forma de apoiar as políticas voltadas à agricultura familiar, compreendendo ações de comercialização vinculadas à formação de estoques estratégicos com uso preferencial para venda no mercado tradicional, de forma a possibilitar novas compras de produtos. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: A entidade parceira deve possuir estrutura para compra e armazenagem dos produtos que serão posteriormente vendidos. Os produtos alimentícios devem ter padrões mínimos para comercialização. Com quem executa: CONAB, governo estadual, entidades sem fins lucrativos, cooperativas. 1 - Planejamento Safra 2008/ Prazo Limite: Contratação dos Financiamentos - Prazo Limite: Acompanhamento e Avaliação pelo Colegiado Territorial - Prazo Limite: Elaboração de Plano Safra Territorial Elaboração de Plano Safra Territorial Min. Desenvolvimento Agrário Meta: plano safra elaborado: 1 Para que serve: Sua principal finalidade é ordenar e adequar as políticas públicas de âmbito nacional, tais como o Crédito, a Assistência Técnica e Extensão Rural, a Comercialização, Agregação de Valor, o Garantia Safra, dentre outras, às condições específicas de cada Território, bem como propiciar articulação institucional necessária para a sua consolidação. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Os estudos serão elaborados em Territórios que já possuem um diagnóstico econômico inicial e PTDRS concluído. Com quem executa: Governo Estadual, Governo Municipal e/ou Organizações da Sociedade Civil. 1 - Aprovação do Plano de Trabalho e envio à Caixa Econômica Federal - Prazo Limite: Contratação do Executor / Ordem de Início - Prazo Limite: Conclusão da Obra ou Serviço pelo Executor - Prazo Limite:
17 Capacitação e Formação Profissional de Nível Médio e Superior para a Reforma Agrária Min. Desenvolvimento Agrário Capacitação e Formação Profissional de Nível Médio e Superior para a Reforma Agrária Meta: Profissionais Capacitados: 50 Para que serve: Capacitar e formar profissionais de nível médio e superior em cursos de graduação e pós-graduação, em diferentes áreas do conhecimento, de modo a atender a demanda por profissionais com formação e titulação adequados às características e aos desafios da realidade do campo, de administrar e organizar a produção agropecuária, de associações e de cooperativas, valorizando a identidade sócio-econômica e cultural dos alunos e articulando os conhecimentos científicos e os saberes sociais produzidos no contexto em que estão inseridos, com vistas à melhoria da qualidade de vida nos assentamentos. Para quem: Assentados da Reforma Agrária Como a prioridade é definida: O público-alvo desta ação será, prioritariamente, constituído de beneficiários das áreas de Reforma Agrária, selecionados pela instituição proponente por meio de critérios previamente estabelecidos, conforme detalhado nas normas do Manual de Operações do PRONERA. Com quem executa: Universidades públicas ou civis sem fins lucrativos, Estados ou Municípios, Movimentos Sociais e Sindicais (Questão 1) Articulação com os Territórios e recepção dos Projetos. 1 - Articulação com os Territórios e recepção dos Projetos. - Prazo Limite: Formação em Cooperativismo e Comercialização Formação em Cooperativismo e Comercialização Min. Desenvolvimento Agrário Meta: pessoas capacitadas: 35 Para que serve: Promover a formação e qualificação contínua de indivíduos e instituições voltadas para o desenvolvimento de competências locais para atuação ativa e efetiva nos processos de desenvolvimento rural sustentável, com foco na agroecologia e na ação cooperada. 17
18 Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Os agentes a serem capacitados são selecionados a partir de indicações dos Codeter e seleção de pessoal local, dos movimentos sociais ou entidades da sociedade civil, ligadas às cooperativas e ao processo de comercialização nos Territórios. Com quem executa: Entidades da sociedade civil. 1 - Aprovação do Plano de Trabalho e envio à Caixa Econômica Federal - Prazo Limite: Contratação do Executor / Ordem de Início - Prazo Limite: Conclusão da Obra ou Serviço pelo Executor - Prazo Limite: Disponibilização de Insumos para a Agricultura Familiar Disponibilização de Insumos para a Agricultura Familiar Min. Desenvolvimento Agrário Meta: Famílias Assistidas: 2364 Para que serve: Melhorar a capacidade de produção dos agricultores familiares, disponibilizando insumos produtivos apropriados ao seu perfil de produção. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Esta ação estará voltada principalmente para os agricutores familiares da região nordeste. Os principais insumos são sementes de espécies alimentícias e oleaginosas voltada para o programa biocombustível. Com quem executa: Execução direta, governos municipal e estadual, associações de agricultores, Embrapa, Ongs. 1 - Consolidação da Demanda - Prazo Limite: Distribuição dos Insumos - Prazo Limite: Acompanhamento e Avaliação pelo Colegiado Territorial - Prazo Limite: Min. Educação 18
19 Caminho da Escola Min. Educação Caminho da Escola Meta: Municípios Atendidos: 3 Para que serve: Programa consiste na concessão, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de linha de crédito especial para a aquisição, pelos estados, Distrito Federal e municípios, de ônibus, zero quilômetro, e de embarcações novas. Para quem: Estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais Como a prioridade é definida: Resolução/FNDE n. 07 de 21 de fevereiro de 2008 estabelece as diretrizes e orientações (disponível na página do FNDE). Alguns procedimentos são necessários, como a emissão do Termo de Habilitação pelo BNDES, a autorização da realização da operação pela STN- Secretaria do Tesouro Nacional, e a adesão ao registro de preços junto ao FNDE. É muito importante ressaltar que os valores que constam nos Territórios referem-se a municípios habilitados pelo BNDES, anterior à fase de autorização pela STN. Somente quando todos os trâmites ocorrerem junto ao BNDES, agente financeiro, STN e FNDE, conforme as orientações da Resolução 07, é que se pode dizer que o recurso estará efetivamente disponibilizado ao município. Com quem executa: Linha de Financiamento do BNDES (Questão 1) Em 2007, o Ministério da Educação criou o Programa Caminho da Escola, com o objetivo de ampliar, renovar e padronizar a frota escolar. O programa traz uma série de inovações, como a isenção de impostos sobre a compra do veículo e a padronização das especificações e da cor dos ônibus em todo o país. Essas especificações levam em conta a necessidade de um transporte seguro para os estudantes e resistente para funcionar em localidades com condições adversas. Em 2007, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realizou pregão eletrônico para o registro de preços dos ônibus. Os valores dos veículos variaram entre R$ 114 mil e R$ 173 mil, conforme sua capacidade, que pode atender a 23, 31 ou 44 estudantes. O BNDES, por sua vez, criou uma linha de crédito com o objetivo de conceder financiamento para que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios possam adquirir os ônibus com os preços registrados no pregão realizado pelo FNDE. A meta do programa é que, com recursos do BNDES, sejam adquiridos cerca de 15 mil veículos entre 2007 e 2011 (3 mil por ano) e, com recursos da União, cerca de 4 mil veículos entre 2008 e 2011 (mil veículos por ano). Até o presente momento, 540 Municípios firmaram convênio com o MEC para aquisição de 634 veículos (R$ 90 milhões), 117 Municípios dispõem de recursos próprios para aquisição de 251 veículos (R$ 37 milhões) e 204 Municípios tomaram ou tomarão empréstimos com agentes financeiros para aquisição de cerca de 614 veículos (R$ 87 milhões). Todos aderiram ou irão aderir à ata de registro de preços do FNDE. Os municípios que ainda não aderiram ao Programa Caminho da Escola, e que tenham interesse em fazê-lo, podem procurar os agentes financeiros credenciados pelo BNDES para iniciar o processo de habilitação. 19
20 ProJovem - Saberes da Terra Min. Educação ProJovem - Saberes da Terra Meta: Alunos Atendidos: 672 Para que serve: Destina-se a desenvolver uma política que fortaleça e amplie o acesso e permanência de jovens agricultores(as) familiares, situados na faixa etária de 18 a 29 anos, no sistema formal de ensino oferecendo oportunidades de elevação de escolaridade, qualificação social e profissional e o desenvolvimento da solidariedade e da cidadania. Para quem: Jovens agricultores familiares de 18 a 29 anos. Como a prioridade é definida: A adesão ao Programa é feita mediante ao atendimento de Resolução publicado a cada ano, obedecendo aos seguintes critérios técnicos: - Estados com territórios da Cidadania definidos como prioritários em 2007; - número de jovens agricultores familiares de 18 a 29 anos que não concluiram o ensino fuandmental no Estado; e - Estados que desenvolvem o Saberes da Terra inicado em Está previsto, ainda neste semestre, o lançamento de Resolução para as Secretarias Estaduais de Educação apresentarem seus projetos de novas turmas. O Estado é que define quais os municípios que estarão no projeto. Com quem executa: Governos Estaduais e Municipais, IES e Rede de Ensino Profissional. (Questão 1) A Resolução Nº 21, DE 26 DE MAIO DE 2008o FNDE, que estabelece os critérios e procedimentos para a transferência autormatica de recursos financeiros do Programa ProJovem do Campo-Saberes da Terra, no exercício de 2008, está disponível no endereço eletrônico O Projeto Base do Programa está no endereço e eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas pelo telefone (61) / Aguarda projetos políticos pedagógicos e o Termo de Compromisso ProJovem Campo-Saberes da Terra previstos na Resolução Nº 21, DE 26 DE MAIO DE 2008, do FNDE, que estabelece os critérios e procedimentos para a transferência autormatica de recursos financeiros, no exercício de Prazo Limite: ProInfância 2007 Min. Educação ProInfância
21 Meta: Escolas Construídas e Equipadas: 3 Para que serve: Os recursos são destinados à construção, reforma, pequenos reparos e aquisição de equipamentos e mobiliário para creches e pré-escolas públicas da educação infantil. Para quem: educação infantil (creches e pré-escolas) Como a prioridade é definida: As prioridades de atendimento foram definidas de forma a potencializar o efeito das demais ações previstas no Plano de Desenvolvimento de Educação (PDE). Na construção deste modelo de classificação, foram consideradas três dimensões: a) Populacional: prioridade aos municípios com maior população na faixa etária considerada, maior taxa de crescimento da população nesta faixa e com maior concentração de população urbana; b) Educacional: prioridade aos municípios com menores taxas de defasagem idade-série no ensino fundamental e com maiores percentuais de professores com formação em nível superior; c) Vulnerabilidade social: prioridade aos municípios com maiores percentuais de mulheres chefes de família, com maiores percentuais de jovens em situação de pobreza e com menores disponibilidades de recursos para financiamento da educação infantil. O município interessado em se beneficiar do PROINFÂNCIA deve aderir ao Termo de Compromisso Todos pela Educação, do governo federal, inscrevendo-se no programa por meio da página do FNDE na Internet e encaminhando documentos pertinentes, via Correios ou protocolo, para a Coordenação de Habilitação para Projetos Educacionais do FNDE, bem como elaborar o Plano de Ações Articuladas (PAR). Com quem executa: Celebração de convênio entre o FNDE e o município ou o Distrito Federal. (Questão 1) O Ministério da Educação, no âmbito do Proinfância, celebrou convênio com 496 municípios em 2007, para construção de 515 escolas no valor total de 363 milhões. Em 2008, já são 363 municípios que celebraram convênio para construção de 372 escolas, no valor de 238 milhões. É preciso ressaltar que novos convênios ainda estão sendo assinados no corrente ano, de modo que o número de municípios beneficiados ainda será ampliado. A definição dos municípios a serem contemplados por este programa levou em consideração três critérios: vulnerabilidade social, situação educacional e população. Em 2007, 56 municípios integrantes dos Territórios da Cidadania foram atendidos pelo Proinfância e, em 2008, já são 51 novos municípios. Os municípios não atendidos pelo Proinfância, e que tenham interesse em sê-lo, devem apresentar esta demanda no âmbito de seus Planos de Ações Articuladas (PAR). Esta demanda será analisada pelo Ministério da Educação e os municípios serão atendidos na ordem de prioridade definida com base nos critérios antes apresentados. Sala de Recursos Multifuncionais 2007 Min. Educação Salas de Recursos Multifuncionais Para que serve: As salas são equipadas com televisão, computadores, DVDs e materiais didáticos específicos para a educação especial e freqüentadas no contraturno para atendimento educacional especializado. Para quem: Alunos de escolas de educação básica da rede pública, que requerem atendimento educacional especializado. Objetivo de apoiar os sistemas públicos de ensino na organização e oferta do atendimento 21
22 educacional especializado e contribuir para o fortalecimento do processo de inclusão educacional nas classes comuns de ensino. Como a prioridade é definida: Mediante a assinatura de um Termo de Cooperação ou Adesão assinado entre a SEESP/MEC e as Secretarias de Educação dos Estados e as Prefeituras Municipais. Com quem executa: Secretarias de Educação Municipais, Estaduais e do Distrito Federal (Questão 1) O objetivo do programa de implantação de salas de recursos multifuncionais é apoiar o sistema de ensino na implantação de salas compostas por equipamentos, mobiliários, materiais pedagógicos e de acessibilidade, com vistas a ampliar a oferta do atendimento educacional especializado complementar ao ensino regular, aos alunos matriculados nas escolas públicas. Em 2007, os Territórios da Cidadania foram contemplados com 89 salas de recursos, constituindo um investimento total de R$ ,12. Em 2008, o programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais tem por meta a instalação de 4,3 mil salas em todo o país, sendo que a identificação da demanda passou a ser realizada a partir dos Planos de Ações Articuladas (PAR) firmados entre o MEC e as Secretarias de Educação dos Estados e as Prefeituras Municipais. Expansão das Escolas Técnicas - Fase II Min. Educação Expansão das Escolas Técnicas - Fase II Para que serve: Construção, ampliação, reforma e equipamento das novas Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica para ampliar a oferta de vagas da educação profissional e tecnológica mediante implantação de Unidades de Ensino Descentralizadas - UNEDs. Para quem: Jovens egressos do ensino fundamental e ou Ensino Médio que queiram obter formação profissional. Como a prioridade é definida: Chamada Pública MEC/SETEC n.º 001/ chamada pública de propostas para apoio ao Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Tecnológica - Fase II. As cidades-pólo para implantação das novas unidades de educação profissional e tecnológica foram definidas a partir de rigoroso estudo, levando em consideração, dentre outros fatores, análises territoriais e dos arranjos produtivos. Serão criadas 150 escolas federais em quatro anos. A ação faz parte da segunda fase do plano de expansão da rede federal de educação profissional e tecnológica. Com quem executa: Prefeituras Municipais e Governo do Distrito Federal (Questão 1) A Fase I da expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica representou a criação de 64 novas escolas ( ) em todo país e privilegiou estados com pouca ou nenhuma oferta de educação profissional e tecnológica. Ao todo significou um crescimento de mais de 40% em relação à configuração anterior do sistema. A Fase II da expansão ( ) representará a implantação de mais 150 novas escolas da rede federal nas cidades polo, as quais foram selecionadas segundo critérios da Chamada 22
23 Pública MEC/SETEC nº 001/2007 e orientou-se por uma abordagem multidisciplinar, fundamentada em análise crítica de variáveis geográficas, demográficas, socioambientais, econômicas e culturais, com destaque para as seguintes finalidades: i) distribuição territorial equilibrada das novas unidades de ensino; ii) cobertura do maior número possível de mesorregiões em cada Unidade da Federação; iii) proximidade das novas unidades de ensino aos Arranjos Produtivos Locais (APLs) instalados e em desenvolvimento; iv) interiorização da oferta pública de educação profissional e de ensino superior; v) redução dos fluxos migratórios originados nas regiões interioranas com destino aos principais centros urbanos; vi) aproveitamento de infra-estruturas físicas existentes; vii) identificação de potenciais parcerias. Os Territórios da Cidadania são contemplados com 39 escolas da expansão e um total de R$ 205 milhões até Brasil Alfabetizado 2007 Min. Educação Brasil Alfabetizado Meta: Alfabetizandos: 273 Para que serve: Apoio à Alfabetização e à Educação de Jovens e Adultos. Para quem: Jovens, adultos e idosos com mais de 15 anos Como a prioridade é definida: Trata-se de Programa de adesão feito mediante a publicação de Resolução/FNDE, elaborada a cada ano. Atendimento prioritário a municípios do norte e nordeste com taxa de analfabetismo iguais ou superiores a 35% da população de mais de 15 anos (censo IBGE 2000). Os municípios dos Territorios da Cidadania foram beneficiados por meio da Resolução FNDE nº 45/2007 para execução em 2007/2008. Para execução do orçamento 2008, está prevista a publicação de nova Resolução/FNDE em junho Com quem executa: Governo Estadual e municipal - cabe ao município mobilizar os analfabetos, selecionar e capacitar os professores; a União se encarrega de pagar bolsas aos professores e destinar recursos para material didático, merenda e transporte escolar dos alunos, para aquisição de óculos e supervisão das aulas. (Questão 1) As informações registradas são referentes à execução de Ainda em junho/2008 está prevista a publicação de Resolução do FNDE. Construção de Escolas no Campo Min. Educação Construção de Escolas no Campo Meta: Escolas Construídas e Equipadas: 2 23
24 Para que serve: Construção, adequação e melhoria de Unidades Escolares no campo e em áreas de assentamento de Reforma Agrária, voltadas para atendimento de alunos (Crianças, jovens e adultos do campo) da rede pública de ensino. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Demanda será atendida pelo Plano de Ação Articulada-PAR, no contexto do PDE/MEC. Após a adesão do Município ao Compromisso Todos pela Educação e a elaboração do seu Plano de Ação Articulada - PAR, serão firmados convênios com as prefeituras para a construção de unidades escolares, com base nos seguintes critérios técnicos: - Indicadores de condições físicas das escolas, de atendimento da população e de transporte escolar; - Baixo IDEB; - Pertencer ao Território da Cidadania. Após o encaminhamento, pelo Município de toda a documentação legal prevista pelo FNDE serão repassados os recursos para execução da ação. Com quem executa: Secretarias Estaduais de Educação e do Distrito Federal E Municípios (Questão 1) Ofício Circular nº 030/2008-GAB/SECAD/MEC, de 24 de abril de 2008, encaminhados aos 386 municípios dos territorios da cidadania que estão entre os 1242 com mais baixo IDEB e, portanto, passíveis de financiamento para construção de escolas do campo. Documentação necessária para aprovação dos projetos de construção de escolas: Relatório de vistoria do terreno, acompanhado do levantamento fotográfico; Projeto Padrão disponibilizado pelo FNDE :escola rural 04 ou 06 salas de aula; Dimensões mínimas do terreno: 80,00m x 60,00m; Área mínima do terreno: ,00 m²; Planta de localização do terreno proposto, compatível com os documentos de propriedade; Documentos de propriedade do terreno autenticados, mediante certidão recentemente emitida pelo cartório de registro de imóveis competente ou, alternativamente, o atendimento do previsto no inciso IX e parágrafos 11 e 12 do art. 2º da Instrução Normativa nº 01/97 da Secretaria do Tesouro Nacional. Em área de assentamento da reforma agrária será necessário anuência do Incra com relação a dominialidade do terra. ASPECTOS IMPORTANTES Estudo de demanda que comprove a necessidade de construção da escola na região indicada. Preferencialmente, para atendimento dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Projeto arquitetônico disponibilizado pelo FNDE disponíveis no sitio Maiores informações poderão ser obtidas pelos telefones: (61) ou , das 8:30 às 18h Aguarda documentação para aprovação dos projetos de construção do campo prevista no Anexo I do Ofício Circular nº 030/2008-GAB/SECAD/MEC, de 24 de abril de Prazo Limite: ProInfo Rural e Urbano Min. Educação ProInfo Rural e Urbano Meta: Escolas Equipadas: 36 24
25 Para que serve: Promover o uso pedagógico das diversas mídias eletrônicas nas escolas públicas de todo o Brasil. Para isso, o Programa atua em duas frentes: equipando as escolas com tecnologias da informação; e capacitando professores para fazer o uso adequado dos recursos no processo de ensino e aprendizagem. Portanto, os valores das metas, fisica e financeira, lançados neste caderno, referem-se tando a equipamentos quanto à formação de alunos envolvidos nesta ação. Para quem: Alunos, professores, escolas rurais e urbanas e comunidade de ensino fundamenal e médio. Como a prioridade é definida: Mediante a assinatura de um Termo de Cooperação ou Adesão assinado entre a SEED/MEC e as secretarias de educação dos estados e as prefeituras municipais. Estes procedimentos estão divididos em três etapas: Primeira Etapa Termo de Adesão Segunda Etapa Cadastro Terceira Etapa Seleção das escolas Primeira Etapa Termo de Adesão OBS: Se esta etapa já foi realizada, passe para a segunda etapa. Preencha o Termo de Adesão da seguinte forma: 1. Acesso o seguinte endereço: 2. Clique no banner de adesão ao ProInfo que fica ao lado direito da página (veja figura abaixo). 3. Leia atentamente as instruções e proceda conforme as orientações descritas. Obs: este procedimento pode ser realizado por qualquer Prefeitura, mas o recebimento dos laboratórios e inclusão nas demais ações do ProInfo dependerão de seleção dentro dos critérios de prioridades definidos para cada distribuição. Caso tenha dúvidas entre em contato pelo [email protected] ou pelo telefone Com quem executa: União, Estados, Distrito federal, Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. (Questão 1) Em 2008, o MEC distribuirá laboratórios para as escolas rurais de 5ª a 8ª séries que tenham mais de 50 alunos. A meta é que todas as escolas nessas condições sejam atendidas este ano (universalização). Todas as licitações para aquisição de laboratórios já foram executadas e as empresas estão em fase de entrega. Ao todo, serão atendidas escolas urbanas e escolas rurais. Até o momento, 25% dessas escolas receberam os laboratórios. Muitos Estados e Municípios estão demorando com a contrapartida de preparação dos espaços dos laboratórios e, por isso, existem muitas escolas ainda não selecionadas por eles. Para 2009 e 2010, prosseguiremos com a universalização, passando para as escolas de 1ª a 4ª séries de todos os tamanhos, de modo que todas as escolas públicas passem a contar com laboratório de informática. Min. Saúde Ampliação do Acesso da População aos Medicamentos Essenciais por meio da Farmácia Popular do Brasil Min. Saúde Ampliação do Acesso da População aos Medicamentos Essenciais por meio da Farmácia Popular do Brasil Meta: Farmácias Populares Implantadas e Drogarias Cadastradas: 3 Para que serve: Como fazer habilitação e instalação de Unidades Parceria com Municípios e Estados: Critérios: atualmente estão sendo priorizados municípios com população superior a 70 mil habitantes. Esse 25
26 critério será aplicado aos municípios localizados fora do Estado de São Paulo, no qual os municípios a serem priorizados serão aqueles com população superior a 100 mil habitantes. Uma outra possibilidade é a instalação de unidades em municípios que sejam reconhecidos como referência para um conjunto de municípios, possibilitando o acesso a pessoas oriundas dessas localidades vizinhas. Como credenciar no Programa Farmácia Popular do Brasil: a) Encaminhar para a Coordenação Geral do Programa Farmácia Popular do Brasil a Proposta de Adesão (ADENDO I) e Termo de Compromisso (ADENDO II) devidamente assinados pelo Gestor Municipal ou Estadual. Nesse documento já deve ser indicado um local para instalação da unidade que deve seguir as características preconizadas no Manual Básico do Programa. Todos esses documentos estão disponíveis no site do Programa no ícone Farmácia Popular. Requisitos: Características do imóvel para implantação da unidade: Localização: central, área de grande fluxo de pessoas em vias públicas consideradas principais e que permitam acesso fácil. Devem ser evitadas áreas próximas a unidades de saúde. Deve ter área superior a 90m2 Incentivos financeiros: 1)Após aprovada a adesão do parceiro será publicada uma Portaria no Diário Oficial da União habilitando o município, o qual receberá R$ ,00 para adaptação do espaço físico. Além da adaptação do espaço físico o município deve providenciar toda documentação necessária para regularização e legalização da Unidade, tais como CNPJ, IE, Cadastro no Conselho Regional de Farmácia, entre outros. Também deverá contratar os funcionários da unidade assim como confeccionar seus uniformes de acordo com o descrito no Manual Básico do Programa. Cálculo do custo: Programa Farmácia Popular do Brasil Sistema Co-Pagamento: R$ 3.500,00 de média mensal por farmácia. Recursos humanos (obrigatório): 1 Farmacêutico Gerente 1 Farmacêutico Co-responsável 1 Auxiliar de Gestão 5 Assistentes de Gestão 1 Auxiliar de Serviços Gerais 2) Após término da reforma e realização de todos os itens descritos acima, a FIOCRUZ encaminhará todo mobiliário e equipamentos necessários para funcionamento da unidade e também realizará o treinamento dos funcionários e assim a Unidade poderá entrar em funcionamento. 3) No mês seguinte a inauguração da Unidade, o município passará a receber R$10.000,00 mensais para manutenção da Unidade, que pode ser utilizado para pagamento de água, luz, telefone, recursos humanos e demais despesas de manutenção. Salientamos que o horário de funcionamento da Unidade é padronizado para o Brasil inteiro, funcionando de segunda a sexta-feira das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 12h. Legislação: Portaria GM/MS 491 de 09 de Março de 2006 que poderão ser adquirida no Portal do Ministério da Saúde através do endereço: Contatos: (61) ou Disque Saúde Correio Eletrônico: [email protected] Para quem: População dos municípios dos Territórios da Cidadania, prioritariamente agricultores familiares, assentados, Povos e Comunidades Tradicionais. O criou em junho de 2004 o Programa Farmácia Popular do Brasil para levar medicamentos essenciais a um baixo custo para mais perto da população, melhorando o acesso e beneficiando uma maior quantidade de pessoas. O Programa atua sobre dois eixos de ação, as Unidades Próprias que são desenvolvidas em parceria com Municípios e Estados, e o Sistema de Co-pagamento, desenvolvido em parceria com o setor varejista farmacêutico. As unidades próprias contam com um elenco de 95 medicamentos mais o preservativo masculino os quais são dispensados pelo seu valor de custo representando uma redução de até 90% do valor comparando-se com farmácias e drogarias privadas. A única condição para a aquisição dos medicamentos disponíveis nas unidades, neste caso, é a apresentação de uma receita médica ou odontológica. Como a prioridade é definida: Foram priorizadas as 13 regiões metropolitanas e os 56 aglomerados urbanos do IBGE, com seus respectivos hospitais filantrópicos e municípios com mais de habitantes. Para os Territórios da Cidadania, é possível buscar parceria com 31 municípios dos territórios que não contém nenhuma farmácia popular, visando a existência mínima de uma unidade por território, além de ampliar o acesso aos medicamentos subsidiados no Aqui Tem farmácia Popular em 22 municípios. Com quem executa: Governos Estaduais, municipais, entidades filantrópicas e drogarias comerciais 26
27 1 - Oficinas nos Territórios para definição da prioridade - Prazo Limite: Ampliação do Acesso à Saúde Bucal na Atenção Básica Min. Saúde Ampliação do Acesso à Saúde Bucal na Atenção Básica Meta: Equipes Implantadas: 72 Para que serve: O Município deverá possuir Equipe de Saúde da Família implantada, bem como materiais e equipamentos adequados ao elenco de ações programadas, de forma a garantir resolutividade da Atenção Básica à saúde. Todos os profissionais da equipe multiprofissional deverão realizar jornada de trabalho de 40 horas semanais, obrigatoriamente. Incentivos financeiros: O Ministério da Saúde disponibiliza o recurso de implantação no valor de R$ 7.000,00 (parcela única), além de recursos mensais de R$ 1.700,00 para as ESBSF-M1 e R$ 2.200,00 para as ESBSF-M2. Para a implantação efetiva da ESB e para que ela passe a receber os incentivos financeiros devem ser seguidos os seguintes passos: Cadastrar as Equipes de Saúde Bucal por meio do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES). Alimentar mensalmente os Sistemas de Informações: Ambulatorial e da Atenção Básica (SIA/SIAB/SUS). Contatos: Coordenação Nacional de Saúde Bucal/DAB/SAS/MS Correio eletrônico: [email protected] Telefones: (61) /2583/2808 Para quem: População dos municípios que compõem o Território da Cidadania, prioritariamente agricultores familiares, assentados e Povos e Comunidades Tradicionais. As equipes de Saúde Bucal trabalham integradas às equipes da Estratégia Saúde da Família, com composição básica de: -cirurgião-dentista e auxiliar de consultório dentário para as ESB, modalidade 1; e -cirurgião-dentista, auxiliar de consultório dentário e técnico em higiene dental para as ESB, modalidade 2 O gestor municipal interessado em implantar a ESB, deverá apresentar proposta ao Conselho Municipal de Saúde e, se aprovada, encaminhar à Comissão Intergestores Bipartite - CIB do respectivo Estado, indicando se o pleito é para ESBSF-M1 ou ESBSF-M2. Caberá às CIB s encaminhar solicitação de credenciamento das ESBSF ao Ministério da Saúde para apreciação e formalização em Portaria específica. A proposta deverá contemplar minimamente os seguintes elementos: a) área geográfica a ser coberta com estimativa da população residente; b) descrição da estrutura mínima com que contarão as Unidades de Saúde onde atuarão as ESB; c) definição das ações mínimas a serem desenvolvidas pelas ESB; d) proposta de fluxo dos usuários para garantia de referência aos serviços odontológicos de maior complexidade; e) definição do processo de avaliação do trabalho das equipes e da forma de acompanhamento do Pacto da Atenção Básica e a utilização dos sistemas nacionais de informação; F)descrição da forma de recrutamento, seleção e contratação dos profissionais da ESB. (vide detalhamento das informações na seção de Anexos do Portal dos Territórios, na pasta "Saúde") Como a prioridade é definida: Requisitos mínimos: O Município deverá possuir Equipe de Saúde da Família implantada, bem como materiais e equipamentos adequados ao elenco de ações programadas, de forma a garantir resolutividade da Atenção Básica à saúde. Todos os profissionais da equipe multiprofissional deverão realizar jornada de trabalho de 40 horas semanais, obrigatoriamente. Incentivos financeiros: O Ministério da Saúde disponibiliza o recurso de implantação no valor de R$ 7.000,00 (parcela única), além de recursos mensais de R$ 1.700,00 para as ESBSF-M1 e R$ 2.200,00 para as ESBSF-M2. Para a implantação efetiva da ESB e para que ela passe a receber os incentivos financeiros devem ser seguidos os seguintes 27
28 passos: Cadastrar as Equipes de Saúde Bucal por meio do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES). Alimentar mensalmente os Sistemas de Informações: Ambulatorial e da Atenção Básica (SIA/SIAB/SUS). Legislação: Portarias GM/MS: nº. 648/650 de 28 de março de 2006 e Portaria GM/MS n. 750 de 10 de outubro de 2006, que poderão ser adquiridas no Portal do Ministério da Saúde através do endereço: Com quem executa: Municípios 1 - Análise e aprovação pelos conselhos municipais/comitês gestores - Prazo Limite: Ampliação do Acesso da População dos Territórios à Atenção Básica por meio da Estratégia Saúde da Família Min. Saúde Ampliação do Acesso da População dos Territórios à Atenção Básica por meio da Estratégia Saúde da Família Meta: Equipes de Saúde da Família Implantadas: 94 Para que serve: Oferecer acesso às ações de Atenção Básica por meio da Estratégia Saúde da Família com equipes de multiprofissionais formadas por no mínimo médico, enfermeiro, agentes comunitários e técnicos/auxiliares de enfermagem. A Estratégia Saúde da Família, modelo adotado pelo Ministério da Saúde como Estratégia prioritária para estruturação da Atenção Básica, suas equipes são compostas por um Médico Generalista ou especialista em Medicina de Família e Comunidade, um Enfermeiro, um Auxiliar ou Técnico de Enfermagem e Até Doze Agentes Comunitários de Saúde ACS. A Portaria 648 de 28 de janeiro de 2006, define duas modalidades de Equipes Saúde da Família. Modalidade I, para municípios com menos de 50 mil habitantes da Amazônia Legal, municípios de outras regiões do país, com menos de 30 mil habitantes e com Índice de Desenvolvimento Humano - IDH < 0,7, equipes que atendam população quilombola, indígena e assentados. A Modalidade II é para os demais municípios que não se enquadram nos critérios anteriores Para quem: População dos municípios, prioritariamente aos agricultores familiares, assentados e Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Como credenciar Estratégia Saúde da Família- ESF: a)o Município deverá apresentar projeto contendo as seguintes informações: b)área geográfica a ser coberta, com estimativa da população residente; c)descrição da estrutura mínima com que contarão as Unidades de Saúde onde atuarão as ESF; d)definição das ações mínimas a serem desenvolvidas pelas ESF; e)proposta de fluxo dos usuários para garantia de referência aos serviços de saúde de maior complexidade; f) definição do processo de avaliação do trabalho das equipes e da forma de acompanhamento do Pacto da Atenção Básica e a utilização dos sistemas nacionais de informação; g)descrição da forma de recrutamento, seleção e contratação dos profissionais da ESF. h) O Município submete o projeto para aprovação do Conselho Municipal de Saúde. i) A Secretaria Municipal de Saúde envia as informações para análise da Secretaria Estadual de Saúde. j)a Secretaria Estadual de Saúde, submete o pleito do município à apreciação da Comissão Intergestores Bipartite CIB. l) A CIB envia a planilha para o Ministério da Saúde. Qualificação e Implantação da ESF a)cadastrar os profissionais da ESF no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde -CNES conforme, ver anexo 28
29 Com quem executa: MS/Estado/Municipio 1 - Análise e aprovação pelos conselhos municipais/comitês gestores - Prazo Limite: Ampliar a cobertura do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde à população dos Territórios da Cidadania Min. Saúde Ampliar a cobertura do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde à população dos Territórios da Cidadania Meta: Famílias Atendidas (100% das famílias dos territórios cobertas por agentes comunitários de referência): 658 Para que serve: A Estratégia Saúde da Família é o modelo adotado pelo Ministério da Saúde como Estratégia prioritária para estruturação da Atenção Básica, suas equipes são compostas por um Médico Generalista ou especialista em Medicina de Família e Comunidade, um Enfermeiro, um Auxiliar ou Técnico de Enfermagem e Até Doze Agentes Comunitários de Saúde ACS. Em 2008, a meta é implantar ou implementar o acesso da população dos Territórios da Cidadania às ações de trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde. Aumentar a cobertura, segundo os índices da série histórica do crescimento em cada Unidade Federada, a meta do Ministério da Saúde é atingir em 100% a cobertura dos Agentes Comunitários de Saúde nos Territórios da Cidadania até Cabe a gestão municipal a decisão de aderir a Estratégia em seu território. Para quem: População dos municípios acompanhadas pelo trabalhos dos Agentes Comunitários de Saúde ACS, prioritariamente para agricultores familiares, assentados, Povos e Comunidades tradicionais. Como a prioridade é definida: Como implantar Equipes de Agentes Comunitários de Saúde O Município apresentar projeto contendo as seguintes informações: a)área geográfica a ser coberta, com estimativa da população residente; b)descrição da estrutura mínima com que contarão as Unidades de Saúde onde atuarão os profissionais ACS; c)definição das ações mínimas a serem desenvolvidas pelo ACS; d)unidades Básica de Saúde que servirão de referência para os os Agentes Comunitários de Saúde; e)definição do processo de avaliação do trabalho das equipes e da forma de acompanhamento do Pacto da Atenção Básica e a utilização dos sistemas nacionais de informação; f) descrição da forma de recrutamento, seleção e contratação dos Agentes Comunitários de Saúde, de acordo com a lei de 05 de Outubro de Requisitos: a)o Município submete o projeto para aprovação do Conselho Municipal de Saúde. b)a Secretaria Municipal de Saúde envia as informações para análise da Secretaria Estadual de Saúde. c) A Secretaria Estadual de Saúde, submete o pleito do município à apreciação da Comissão Intergestores Bipartite CIB. d) A Comissão Intergestora Bipartitie -CIB envia a planilha para o Ministério da Saúde. e) O Ministério da Saúde publica a qualificação do município no Diário Oficial da União. Contatos: Coordenação Nacional da Gestão da Atenção Básica Correio Eletrônico: [email protected] Telefone: (61) Com quem executa: Municípios 1 - Análise e aprovação pelos conselhos municipais/comitês gestores - Prazo Limite:
30 mplantação de Melhorias Habitacionais para Controle de Doença de Chagas Min. Saúde Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares para Prevenção e Controle de Agravos Para que serve: Melhoria das condições de saúde da população dos minicípios de pequeno e médio porte mediante ações de saneamento domiciliar, implantação de módulos sanitários (banheiro, fossa séptica) e ações de educação em saúde. Para quem: Como a prioridade é definida: Maiores taxas de mortalidade infantil, média do triênio , complementado com o número de domicilios sem banheiro, priorizando os municípios que contam com projetos técnicos elaborados. Com quem executa: Estados, Municípios e Distrito Federal. Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares para Prevenção e Controle de Agravos mplantação de Melhorias Habitacionais para Controle de Doença de Chagas Min. Saúde Implantação de Melhorias Sanitárias Domiciliares para Prevenção e Controle de Agravos Para que serve: Melhoria das condições de saúde da população dos minicípios de pequeno e médio porte mediante ações de saneamento domiciliar, implantação de módulos sanitários (banheiro, fossa séptica) e ações de educação em saúde. Para quem: Como a prioridade é definida: Maiores taxas de mortalidade infantil, média do triênio , complementado com o número de domicilios sem banheiro, priorizando os municípios que contam com projetos técnicos elaborados. Com quem executa: Estados, Municípios e Distrito Federal. 30
31 Min. Cultura Modernização de Bibliotecas Públicas Min. Cultura Modernização de Bibliotecas Públicas Meta: Bibliotecas Modernizadas: 5 Para que serve: Apoiar e dinamizar as ações desenvolvidas pelas bibliotecas públicas como centros culturais que facilitem o acesso da população à informação e ao conhecimento. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Em parceria com o Colegiado Territorial de modo a aferir quais bibliotecas mais necessitam de reforma ou modernização entre os municípios dos territórios. Com quem executa: Governo estadual, governo municipal, movimento social e entidades privadas sem fins lucrativos. (Questão 1) Serão implementadas pelo menos as cinco modernizações ofertadas, de acordo com os municípios indicados pelos Colegiados. Nos Territórios em que os colegiados não tiverem feito a indicação de municípios, a escolha ficou a cargo do Ministério da Cultura que usou como critérios os menores IDEBs e menores IDHS. A ação de Modernização de Bibliotecas Públicas consiste na entrega de um kit de modernização à prefeitura municipal e capacitação de funcionários da biblioteca. O Ministério da Cultura conta com a colaboração dos Colegiados Territoriais para acompanhar a implantação da ação, mantendo-nos informados, enviando comentários e sugestões. 1 - A Fundação Biblioteca Nacional entrará em contato com os municípios selecionados para orientar sobre como proceder. A entrega dos novos kits somente ocorrerá após as eleições. - Prazo Limite: Apoio e Modernização de Espaços Culturais - Pontos de Cultura Min. Cultura Apoio e Modernização de Espaços Culturais - Pontos de Cultura Meta: Pontos de Cultura Apoiados: 1 Para que serve: Apoio a instalação e modernização de Pontos de Cultura em todo território nacional, visando 31
32 promover, ampliar e garantir o acesso da sociedade especialmente de populações, comunidades ou segmentos excluídos em decorrência de aspectos econômicos, sociais ou culturais - aos meios de fruição, produção e difusão cultural, visando a constituição de uma rede de articulação, recepção e disseminação de iniciativas e vontades criadoras em diferentes meios e linguagens artísticas e lúdicas, inclusive a digital. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Via edital de seleção pública direcionado a populações, comunidades ou segmentos excluídos em decorrência de aspectos econômicos, sociais ou culturais - aos meios de fruição, produção e difusão cultural. A prioridade é dos municípios/territórios em maior dificuldades ao acesso cultural, porém a abrangencia do programa é nacional. Com quem executa: Governo estadual, governo municipal, movimento social e entidades privadas sem fins lucrativos. (Questão 1) Pontos de Cultura são elos entre a Sociedade e o Estado que possibilitam o desenvolvimento de ações culturais sustentadas pelos princípios da autonomia, protagonismo e empoderamento social, integrando uma gestão compartilhada e transformadora da instituição selecionada com a Rede de Pontos de Cultura. O objetivo tem por objetivo apoiar, por meio de repasse de recursos financeiros do Programa Mais Cultura projetos de instituições da sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter cultural ou com histórico de atividades culturais. A seleção será feita por edital público estadual, com comissão de seleção mista - Governo Federal e Governo Estadual - e seu lançamento será divulgado por meio do Portal Territórios da Cidadania. Podem inscrever-se instituições que atuem na produção artístico-cultural há pelo menos dois anos, contribuindo para a inclusão social, a construção da cidadania, seja através da geração de emprego e renda, seja por meio de ações de fortalecimento das identidades culturais. Os projetos apresentados não poderão prever a aplicação de recurso em pagamento de despesas de atividades rotineiras, tais como: aluguel, água, luz, telefone, serviço e material de limpeza, taxas bancárias, contador, advogado, pessoal administrativo, qualquer serviço a título de taxa de administração ou similar, e impostos e taxas. Os projetos que contiverem despesas dessa natureza serão automaticamente eliminados. O Ministério da Cultura conta com a colaboração dos Colegiados Territoriais no acompanhamento das ações realizadas pelos Pontos de Cultura selecionados. 1 - Editais de seleção de projetos serão lançados pelas Secretarias Estaduais de Cultura - Prazo Limite: Min. Integração Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) Min. Integração Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) Meta: APLs Apoiados: 3 32
33 Para que serve: Operação e Manutenção de Unidades de capacitação e realização de capacitação e treinamento de produtores. Realização de estudos e diagnósticos, construção de unidades de produção e beneficiamento, fornecimento de equipamentos, insumos e animais, participação em feiras e eventos para divulgação de produtos da agricultura familiar Para quem: Pequenos e médios empreendedores, agricultura familiar e mão-de-obra selecionada dos territórios de atuação. Como a prioridade é definida: Trabalha com produtores da agricultura familiar e suas organizações pertencentes a aglomerações produtivas com necessidades básicas de apoio ao seu desenvolvimento visando a inclusão no mercado. As propostas são selecionadas em fóruns de discussão com a presença da sociedade civil, organizações e governos federal, estadual e municipal Com quem executa: Execução direta e outros parceiros (Questão 1) A Codevasf já vem apoiando, desde 2005, ações de capacitação e implantação de infra-estrutura em: Janaúba: aquicultura, apicultura, fruticultura ovinocaprinocultura, Projeto Amanhã (capacitação de jovens); Porteirinha: apicultura Monte Azul: apicultura Para 2008 já tem ações programadas nessas áreas nesse território. Articulações podem ser feitas com a 1ª Superintendência Regional da Codevasf em Montes Claros 1 - Análise de Propostas e tentatiiva de viabilização de recursos. - Prazo Limite: Programa de Revitalização do São Francisco e do Parnaíba - Processos Erosivos Min. Integração Programa de Revitalização do São Francisco e do Parnaíba - Processos Erosivos Meta: Municípios Beneficiados: 48 Para que serve: Controle de Processos Erosivos Para quem: Água Branca/AL Craíbas/AL São Sebastião/AL Igaci/AL Girau do Ponciano/AL Delmiro Gouveia/AL Araripaca/AL Boninal/BA Morro do Chapéu/BA Piatã/BA Rio de Contas/BA Seabra/BA Souto Soares/BA Feira da Mata/BA Carinhanha/BA Barra/BA Bom Jesus da Lapa/BA Juazeiro/BA Malhada/BA Morro do Chapéu/BA Sítio do Mapa/BA Catuti/MG Jaíba/MG Janaúba/MG Nova Porteirinha/MG Paracatu/MG João Pinheiro/MG Vazante/MG Pai Pedro/MG Serranópolis de Minas /MG Verdelândia/MG Brasilândia/MG Jaíba/MG Urucula/MG Bom Conselho/PE Buíque/PE Caetés/PE Ibimirim/PE Paranatama/PE Pedra/PE Tupanatinga/PE Venturosa/PE Flores/PE Quixabá/PE São João do Belmonte/PE Serra Talhada/PE Serrita/PE Sertânia/PE Ibimirim/PE Afogados de Ingazeira/PE Assunção do Piauí/PI Brejo do Piauí/PI Dom Inocêncio/PI Fartura do Piauí/PI Caracol/PI São Raimundo Nonato/PI Curral Novo do Piauí/PI Jacobina do Piauí/PI Jaícos/PI Marcolândia/PI Patos do Piauí/PI Paulistana/PI Picos/PI Queimada Nova/PI Simões/PI Poço Redondo/SE Canindé do S. Francisco/SE Monte Alegre de Sergipe/SE Nossa Senhora da Glória/SE 33
34 Poço Redondo/SE Porto da Folha/SE Gararau/SE Como a prioridade é definida: Plano Nacional Ambiental da Bacia do São Francisco Com quem executa: Direta 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Promoção da Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER Min. Integração Promoção da Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER Meta: Produtores Atendidos: Para que serve: Promoção da assistência técnica e extensão rural. Para quem: Pequenos e médios produtores dos perímetros irrigados. Como a prioridade é definida: Visando aumentar a produção dos perímetros irrigados capacitando produtores e promovendo assistência técnica Com quem executa: Execução Direta e parcerias 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Programa de Revitalização do São Francisco e Parnaíba - Água para Todos Min. Integração Programa de Revitalização do São Francisco e Parnaíba - Água para Todos Meta: Famílias Atendidas: Para que serve: Implantação de Sistema de Abastecimento de Água Para quem: Delmiro Gouveia - AL Olho D'água Do Casado - AL Morporá - BA Muquém De São Francisco - BA Sítio Do Mato - BA Carinhanha - BA Ibotirama - BA Malhada - BA Barra - BA Paratinga - BA Serra Do Ramalho - BA Bom Jesus Da Lapa - BA Jaíba - MG Matias Cardoso - MG Manga - MG São Gonçalo Do Abaeté - MG Santa Fé De Minas - MG São Romão - MG 34
35 Como a prioridade é definida: Planos de Recursos Hídricos da Bacia Com quem executa: Direta 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Programa de Revitalização do São Francisco e do Parnaíba - Esgotamento Sanitário Min. Integração Programa de Revitalização do São Francisco e do Parnaíba - Esgotamento Sanitário Meta: Famílias Beneficiadas: Para que serve: Implantação de Esgotamento Sanitário Para quem: Canapi - AL Craibas - AL Delmiro Gouveia - AL Olho D' Água Do Casado - AL Carinhanha - BA Malhada - BA Paratinga - BA Brasilândia De Minas - MG Catuti - MG Espinosa - MG Jaiba - MG Matias Cardoso - MG Riacho Dos Machados - MG Santa Fé De Minas - MG São Gonçalo Do Abaete - MG Uruana De Minas - MG Verdelândia - MG Sertânia - PE Gararu - SE Araioses - MA Brejo - MA Coelho Neto - MA Magalhães De Almeida - MA Parnarama - MA Santa Quitéria Do Maranhão - MA Como a prioridade é definida: Plano Nacional de Saneamento Com quem executa: Codevasf 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Primeiro Emprego - Projeto Amanhã 2007 Min. Integração Primeiro Emprego - Projeto Amanhã Meta: Jovens Capacitados: 1 Para que serve: - Operação e Manutenção de Unidades de Produção e Capacitação - Participação em Feiras e Eventos para Divulgação dos Produtos - Apoio na implatação de Unidades de Produção e Beneficiamento - Realização de Capacitação e Treinamento de Jovens - Fornecimento de Equipamentos, Insumos e Materiais para Estruturação da Cadeia Produtiva. 35
36 Para quem: -Jovens de 16 a 24 anos, desempregados, precariamente ocupados ou que procuram o primeiro emprego, com prioridade de acesso para os de baixa renda e escolaridade, com destaque para genero, raças/cor e necessidades especiais. Como a prioridade é definida: Jovens rurais das bacias Hidrográficas dos rios do São Francisco e do Parnaíba em diversas áreas produtivas por meio de capacitação e organização, visando sua inserção no mercado de trabalho. Com quem executa: Execução Direta e outros parceiros 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) Min. Integração Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) Meta: APLs Apoiados: 3 Para que serve: Operação e Manutenção de Unidades de capacitação e realização de capacitação e treinamento de produtores. Realização de estudos e diagnósticos, construção de unidades de produção e beneficiamento, fornecimento de equipamentos, insumos e animais, participação em feiras e eventos para divulgação de produtos da agricultura familiar Para quem: Pequenos e médios empreendedores, agricultura familiar e mão-de-obra selecionada dos territórios de atuação. Como a prioridade é definida: Trabalha com produtores da agricultura familiar e suas organizações pertencentes a aglomerações produtivas com necessidades básicas de apoio ao seu desenvolvimento visando a inclusão no mercado. As propostas são selecionadas em fóruns de discussão com a presença da sociedade civil, organizações e governos federal, estadual e municipal Com quem executa: Execução direta e outros parceiros 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Apoio a Arranjos Produtivos Locais 2007 Min. Integração Apoio a Arranjos Produtivos Locais
37 Para que serve: Visa incrementar a competitividade de empresas, pequenos e médios empreendimentos, associações produtivas e outras instituições correlatas, por meio da criação de novas oportunidades de mercado e de sistemas de comercialização para produtos e serviços, tendo por objetivo promover o desenvolvimento local e regional. Para quem: Como a prioridade é definida: Demandas apontadas por prefeituras, governos estaduais e entidades vinculadas ao Ministério da Integração. Com quem executa: governo estadual, governo municipal, entidades privadas 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) Min. Integração Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) - Capacitação Meta: Pessoas Capacitadas: 20 Para que serve: Operação e Manutenção de Unidades de capacitação e realização de capacitação e treinamento de produtores Para quem: Pequenos e médios empreendedores, agricultura familiar e mão-de-obra selecionada dos territórios de atuação Como a prioridade é definida: Trabalha com produtores da agricultura familiar pertencentes a aglomerações produtivas com necessidades básicas de apoio ao seu desenvolvimento visando a inclusão no mercado. As propostas são selecionadas em fóruns regionais de discussão com a presença da sociedade civil, organizações e governos federal, estadual e municipal Com quem executa: Execução direta e outros parceiros (Questão 1) A Codevasf já vem apoiando, desde 2005, ações de capacitação e implantação de infra-estrutura em: Janaúba: aquicultura, apicultura, fruticultura ovinocaprinocultura, Projeto Amanhã (capacitação de jovens); Porteirinha: apicultura Monte Azul: apicultura Para 2008 já tem ações programadas nessas áreas nesse território. 1 - Análise de Propostas e tentatiiva de viabilização de recursos. - Prazo Limite:
38 Funcionamento de Estações e Centros de Pesquisa em Aqüicultura 2007 Min. Integração Funcionamento de Estações e Centros de Pesquisa em Aqüicultura Meta: Unidade em Operação: 1 Para que serve: - Operação e Manutenção de Estações de Piscicultura e Centros de Pesquisa em Aquicultura; - Realização de Peixamentos em Rios e Reservatórios Públicos; -Produção de espécies de peixes de importância ecônomica e ecológica; - Realização de Capacitação e Treinamento de Produtores e Pescadores e Estágio para Estudantes; - Realização de Trabalhos e Pesquisa. Para quem: Aquicultores, produtores rurais, comunidades e populações tradicionais ribeirinhas, associações e cooperativas de produtores. Como a prioridade é definida: As prioridades são definidas através de demandas identificadas pelas instâncias representativas do próprio território, por meio de seus fóruns, conselhos, etc., ou por meio de demandas municipais ou estaduais, sempre considerando o impacto regional das ações e sua complementaridade com outras políticas públicas e ações já existentes na região, com os seguintes objetivos: - produção de espécies de peixes de importância econômica e ecológica das Bacias do São Francisco e do Parnaíba; - realização de pesquisas e estudos com espécies nativas, estudos ictiológicos, de biologia pesqueira, etc.; - capacitação de técnicos, produtores, pescadores e estudantes, em piscicultura e práticas de proteção ambiental. Com quem executa: Execução Direta (Questão 1) Ação referente ao orçamento de 2007, já executada. Recurso comprometido com os projetos realizados. Organização Social e da Gestão Participativa no Semi-árido 2007 Min. Integração Organização Social e da Gestão Participativa no Semi-árido Para que serve: Tem por fim a promoção e o aperfeiçoamento dos mecanismos de mobilização e organização dos atores sub-regionais, incluindo o poder público, sociedade civil organizada e iniciativa privada, com vistas à institucionalização de instâncias legítimas e autônomas de encaminhamentos de demandas e soluções, promovendo a sua autonomia e sustentabilidade. Para quem: 38
39 Como a prioridade é definida: Demandas apontadas por prefeituras, governos estaduais e entidades vinculadas ao Ministério da Integração. Com quem executa: governo estadual, governo municipal, entidades privadas 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Programa de Revitalização do São Francisco e do Parnaíba - Resíduos Sólidos Min. Integração Programa de Revitalização do São Francisco e do Parnaíba - Resíduos Sólidos Meta: Famílias Atendidas: Para que serve: Controle e Tratamento de Resíduos Sólidos Para quem: Janaúba - MG Nova Porteirinha - MG Ibimirim - PE Como a prioridade é definida: Plano Nacional de Saneamento; Plano Nacional de Meio Ambiente. Com quem executa: MI-CODEVASF-Prefeituras Municipais 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Implementação da Criação Intensiva de Peixes em Tanques-Rede em Rios e Grandes Reservatórios Min. Integração Implementação da Criação Intensiva de Peixes em Tanques-Rede em Rios e Grandes Reservatórios Meta: Pessoas Capacitadas: 20 Para que serve: As prioridades são definidas através de demandas identificadas pelas instâncias representativas do próprio território, por meio de seus fóruns, conselhos, etc., ou por meio de demandas municipais ou estaduais, sempre considerando o impacto regional das ações e sua complementaridade com outras políticas públicas e ações já existentes na região, tendo como objetivos a implantação, operação e manutenção de unidades de capacitação em tanques-rede e realização de capacitação e treinamento de produtores e pescadores. 39
40 Para quem: Aqüicultores, comunidades e poupulações tradicionais ribeirinhas, associações e cooperativas de produtores. Como a prioridade é definida: Visa promover a criação de peixes em tanques-rede, por meio de implantação de unidades de capacitação, com o intuito de aumentar a produção de pescado cultivado, diminuir o esforço de pesca nos ambientes naturais e proporcionar greação de emprego para comunidades ribeirinhas e pequenos e médios produtores. Com quem executa: Execução Direta e outros parceiros (Questão 1) A Codevasf já vem apoiando a piscicultura em Tanques-rede nos municípios de Manga, Janaúba e Jaíba. Articular com a 1ª Superintendência Regional da Codevasf, em Montes Claros. 1 - Análise de propostas e tentativa de viabilização de recursos. - Prazo Limite: Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) 2007 Min. Integração Apoio à Estruturação de Arranjos Produtivos Locais (APLs) Meta: APLs Apoiados: 4 Para que serve: Realização de capacitação e treinamento de produtores. Realização de estudos e diagnósticos, construção de unidades de produção e beneficiamento, fornecimento de equipamentos, insumos e animais, participação em feiras e eventos para divulgação de produtos da agricultura familiar Para quem: Pequenos e médios empreendedores, agricultura familiar e mão-de-obra selecionada dos territórios de atuação Como a prioridade é definida: Trabalha com produtores da agricultura familiar e suas organizações pertencentes a aglomerações produtivas com necessidades básicas de apoio ao seu desenvolvimento visando a inclusão no mercado. As propostas são selecionadas em fóruns de discussão com a presença da sociedade civil, organizações e governos federal, estadual e municipal Com quem executa: Execução direta e outros parceiros (Questão 1) Ações referentes ao orçamento 2007, já executada e recurso comprometido com os projetos realizados. 40
41 Sistema de Abastecimento do Norte de Minas Gerias Min. Integração Sistema de Abastecimento do Norte de Minas Gerais Meta: Obra executada: 50 Para que serve: Implantar, Ampliar e Adequar os Sistemas de Abastecimento de Água da Região Norte de Minas Gerais. Atendendo as populações: de localidades do município Janaúba; da sede e localidades do município Januária; da sede e localidades do município Mato Verde; da sede e localidades do município Rio Pardo de Minas. Para quem: Município de Janaúba, Município de Januária, Município de Mato Verde e Município de Rio Pardo de Minas. Como a prioridade é definida: Construção e/ou adequação de Sistemas independentes de Abastecimento de Água constituído de captação, adução, tratamento, reservação e distribuição Com quem executa: Governo do Estado de Minas Gerais Funcionamento de Estações e Centros de Pesquisa em Aqüicultura Min. Integração Funcionamento de Estações e Centros de Pesquisa em Aqüicultura Meta: Estação de Piscicultura em Operação: 1 Para que serve: -Operação e Manutenção de Estações de Piscicultura e Centros de Pesquisa em Aquicultura; - Realização de Peixamentos em Rios e Reservatórios Públicos; -Produção de espécies de peixes de importância ecônomica e ecológica; - Realização de Capacitação e Treinamento de Produtores e Pescadores e Estágio para Estudantes; - Realização de Trabalhos e Pesquisa. Para quem: Aquicultores, produtores rurais, comunidades e populações tradicionais ribeirinhas, associações e cooperativas de produtores. Como a prioridade é definida: As prioridades são definidas através de demandas identificadas pelas instâncias representativas do próprio território, por meio de seus fóruns, conselhos, etc., ou por meio de demandas municipais ou estaduais, sempre considerando o impacto regional das ações e sua complementaridade com outras políticas públicas e ações já existentes na região, com os seguintes objetivos: - produção de espécies de peixes de importância econômica e ecológica das Bacias do São Francisco e do Parnaíba; - realização de pesquisas e estudos com espécies nativas, estudos ictiológicos, de biologia pesqueira, etc.; - capacitação de técnicos, produtores, pescadores e estudantes, em piscicultura e práticas de proteção 41
42 ambiental. Com quem executa: Execução Direta (Questão 1) A Codevasf possui a Estação de Piscicultura de Gorutuba, em Nova Porteirinha, que produz alevinos para repovoamentos, além de prestar assistência técnica e capacitação a produtores. Articular com a 1ª Superintendência Regional da Codevasf, em Montes Claros. 1 - Análise de propostas e tentativa de viabilização de recursos. - Prazo Limite: Primeiro Emprego - Projeto Amanhã Min. Integração Primeiro Emprego - Projeto Amanhã Meta: Jovens Capacitados: 50 Para que serve: Operação e manutenção de Unidades de Produção e Capacitação Participação em Feiras e Eventos para Divulgação dos Produtos Apoio na implatação de Unidades de Produção e Beneficiamento Realização de capacitação e treinamento de Jovens Fornecimento de Equipamentos, insumos e Materiais para Estruturação da Cadeia Produtiva. Para quem: Jovens de 16 a 24 anos, desempregados, precariamente ocupados ou que procuram o primeiro emprego, com prioridade de acesso para os de baixa renda e escolaridade, com destaque para genereo, raças/cor e necessidades especiais. Como a prioridade é definida: Visando qualificar jovens rurais menos favorecidos das Bacias Hidrográficas do rio São Francisco e Parnaíba em diversas áreas, por meio de diversas capacitações em atividades produtivas, oportunizando a inserção desses jovens no mercado de trabalho. Com quem executa: Execução Direta e outros parceiros 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Primeiro Emprego - Projeto Amanhã Min. Integração Primeiro Emprego - Projeto Amanhã 42
43 Meta: Jovens Capacitados: 50 Para que serve: Operação e manutenção de Unidades de Produção e Capacitação Participação em Feiras e Eventos para Divulgação dos Produtos Apoio na implatação de Unidades de Produção e Beneficiamento Realização de capacitação e treinamento de Jovens Fornecimento de Equipamentos, insumos e Materiais para Estruturação da Cadeia Produtiva. Para quem: Jovens de 16 a 24 anos, desempregados, precariamente ocupados ou que procuram o primeiro emprego, com prioridade de acesso para os de baixa renda e escolaridade, com destaque para genereo, raças/cor e necessidades especiais. Como a prioridade é definida: Visando qualificar jovens rurais menos favorecidos das Bacias Hidrográficas do rio São Francisco e Parnaíba em diversas áreas, por meio de diversas capacitações em atividades produtivas, oportunizando a inserção desses jovens no mercado de trabalho. Com quem executa: Execução Direta e outros parceiros (Questão 1) Projeto Amanhã com ações em Jaíba, Janaúba, Mato Verde e Nova Porteirinha. Articular com a 1ª Superintendência Regional da Codevasf em Montes Claros 1 - Análise de Propostas e tentatiiva de viabilização de recursos. - Prazo Limite: Aproveitamento de Canais de Perímetros de Irrigação para Piscicultura Min. Integração Aproveitamento de Canais de Perímetros de Irrigação para Piscicultura Meta: Pessoas Capacitadas: 20 Para que serve: Implantação, operação e manutenção de módulos de capacitação em canais de irrigação e realização de capacitação e treinamento de produtores Para quem: Aqüicultores, pequenos e médios produtores que desenvolvem atividades em áreas próximas a canais de irrigação e associações de produtores. Como a prioridade é definida: As prioridades são definidas através de demandas identificadas pelas instâncias representativas do próprio território, por meio de seus fóruns, conselhos, etc., ou por meio de demandas municipais ou estaduais, sempre considerando o impacto regional das ações e sua complementaridade com outras políticas públicas e ações já existentes na região, vsando promover o uso multiplo da água em perímetros irrigados, proporcionando a criação de peixes em canais de irrigação gerando emprego e renda para as comunidades próximas Com quem executa: Execução direta 43
44 (Questão 1) A Codevasf já vem apoiando, nos últimos anos, ações de piscicultura em canais de irrigação na região, incluindo a capacitação de produtores. Articular com a 1ª Superintendência Regional, em Montes Claros. 1 - Análise de propostas e tentativa de viabilização de recursos - Prazo Limite: Funcionamento de Estações e Centros de Pesquisa em Aqüicultura 2007 Min. Integração Funcionamento de Estações e Centros de Pesquisa em Aqüicultura Meta: Unidade em Operação: 1 Para que serve: - Operação e Manutenção de Estações de Piscicultura e Centros de Pesquisa em Aquicultura; - Realização de Peixamentos em Rios e Reservatórios Públicos; -Produção de espécies de peixes de importância ecônomica e ecológica; - Realização de Capacitação e Treinamento de Produtores e Pescadores e Estágio para Estudantes; - Realização de Trabalhos e Pesquisa. Para quem: Aquicultores, produtores rurais, comunidades e populações tradicionais ribeirinhas, associações e cooperativas de produtores. Como a prioridade é definida: As prioridades são definidas através de demandas identificadas pelas instâncias representativas do próprio território, por meio de seus fóruns, conselhos, etc., ou por meio de demandas municipais ou estaduais, sempre considerando o impacto regional das ações e sua complementaridade com outras políticas públicas e ações já existentes na região, com os seguintes objetivos: - produção de espécies de peixes de importância econômica e ecológica das Bacias do São Francisco e do Parnaíba; - realização de pesquisas e estudos com espécies nativas, estudos ictiológicos, de biologia pesqueira, etc.; - capacitação de técnicos, produtores, pescadores e estudantes, em piscicultura e práticas de proteção ambiental. Com quem executa: Execução Direta 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Estruturação e Organização de Arranjos Produtivos Locais 2007 Min. Integração Estruturação e Organização de Arranjos Produtivos Locais (II)
45 Para que serve: Visa incrementar a competitividade de empresas, pequenos e médios empreendimentos, associações produtivas e outras instituições correlatas, por meio da criação de novas oportunidades de mercado e de sistemas de comercialização para produtos e serviços, tendo por objetivo promover o desenvolvimento local e regional. Para quem: Como a prioridade é definida: Os fóruns mesorregionais, conselhos, consórcios, agências de desenvolvimento etc. Estes entes configuram-se como as novas institucionalidades que possuem uma definição clara de seu propósito, dos objetivos, dos resultados esperados de sua atuação, das regras de participação e de responsabilidades dos seus integrantes e das formas de funcionamento operacional. Com quem executa: governo estadual, governo municipal, entidades privadas 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Aproveitamento de Canais de Perímetros de Irrigação para Piscicultura 2007 Min. Integração Aproveitamento de Canais de Perímetros de Irrigação para Piscicultura Meta: Pessoas Capacitadas: 30 Para que serve: Operação e manutenção de módulos de capacitação em canais de irrigação e realização de capacitação e treinamento de produtores Para quem: Aqüicultores, pequenos e médios produtores que desenvolvem atividades em áreas próximas a canais de irrigação e associações de produtores. Como a prioridade é definida: As prioridades são definidas através de demandas identificadas pelas instâncias representativas do próprio território, por meio de seus fóruns, conselhos, etc., ou por meio de demandas municipais ou estaduais, sempre considerando o impacto regional das ações e sua complementaridade com outras políticas públicas e ações já existentes na região, tendo como objetivo promover o uso multiplo da água em perímetros irrigados, proporcionando a criação de peixes em canais de irrigação gerando emprego e renda para as comunidades próximas. Com quem executa: Execução Direta (Questão 1) Ações referentes ao orçamento 2007, já executadas. Recursos comprometidos com os projetos realizados. 45
46 Min. Trabalho e Emprego Fomento às Finanças Solidárias com base em Bancos Comunitários e Fundos Solidários Min. Trabalho e Emprego Fomento às Finanças Solidárias com base em Bancos Comunitários e Fundos Solidários Meta: Empreendimentos Apoiados: 2 Para que serve: Fortalecimento de Projetos Locais de financiamento a iniciativas de economia solidária e/ou articulação de empreendimentos comuns a essas, por meio de financiamentos alternativos. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: Os Comitês dos Fundos reúnem-se periodicamente para definir suas prioridades de financiamento. Os Bancos Comunitários possuem comitês de gestão próprios. Com quem executa: Bancos Comunitários e entidades parceiras dos Fundos Rotativos (coordenados em conjunto com o BNB). Qualificação e Assistência Técnica ao Jovem para o Empreendedorismo Min. Trabalho e Emprego Qualificação e Assistência Técnica ao Jovem para o Empreendedorismo Meta: Jovens Capacitados: 750 Para que serve: Desenvolver qualificação sócio-profissional com foco no empreendedorismo como mecanismo de inclusão sócio-econômica, por meio de atividades autônomas, incubação de pequenas empresas, cooperativismo e associativismo. Para quem: Agricultores familiares, assentados, quilombolas, indígenas, pescadores artesanais, povos e comunidades tradicionais Como a prioridade é definida: A ação atenderá a jovens com idade entre dezoito e vinte e nove anos, em situação de desemprego e que sejam membros de famílias com renda mensal per capita de até meio salário mínimo. Com quem executa: Parcerias com instituições qualificadas e sociedade civil organizada. 46
47 Formação de Formadores de Educação e Gestores Públicos em Economia Solidária Min. Trabalho e Emprego Formação de Formadores de Educação e Gestores Públicos em Economia Solidária Meta: Pessoas Formadas: 6 Para que serve: Contribui para divulgar, promover, ampliar e reconhecer o modo de produção solidária. Dessa forma busca-se, por meio da educação, auxiliar o processo de mudança cultural e da base produtiva para outra forma de bem viver. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: O Grupo de Trabalho Nacional de Formação, que reúne diversas entidades de formação em economia solidária de todo o país, definiu prioridades na estratégia de consolidação da política nacional de formação. Com quem executa: Universidades, movimentos sociais e demais entidades da sociedade civil (além de administrações diretas e indiretas das três esferas de poder). (Questão 1) Mais informações sobre a Economia Solidária acesse Min. Minas e Energia Programa Luz Para Todos Min. Minas e Energia Programa Luz Para Todos Meta: Ligações de Energia: Para que serve: O Programa Luz para Todos tem como objetivo levar o acesso à energia elétrica, gratuitamente, a todos os moradores do meio Rural que ainda não dispõem desse serviço. Sua meta é beneficiar 10 milhões de pessoas do meio rural até o ano É um programa do que visa o uso da energia elétrica não só para o conforto, mas, principalmente, como vetor de desenvolvimento social e econômico, promovendo a criação de trabalho e renda e contribuindo para a redução dos índices da pobreza e da fome. Além disso, a chegada da energia elétrica facilita a integração de outros programas sociais, como o 47
48 acesso aos serviços de saúde, educação, abastecimento de água e saneamento. Para quem: Agricultores familiares, assentados, quilombolas, indígenas, pescadores artesanais, povos e comunidades tradicionais sem acesso à energia elétrica em suas casas Como a prioridade é definida: De acordo com o Decreto nº 4.783, de 11 de novembro de 2003, que criou o Program LUZ PARA TODOS, as obras a serem selecionadas como prioritárias deverão contemplar pelo menos um dos itens abaixo, sendo que terão preferência de atendimento aquelas que satisfizerem o maior número de itens: 1- Projetos de eletrificação rural em municípios com índice de atendimento a domicílios inferior a oitenta e cinco por cento, calculado com base no Censo 2000; 2- Projetos de eletrificação rural em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano inferior à média estadual; 3- Projetos de eletrificação rural que atendam comunidades atingidas por barragens de usinas hidrelétricas ou por obras do sistema elétrico, cuja responsabilidade não esteja definida para o executor do emprendimento; 4- Projetos de eletrificação rural que enfoquem o uso produtivo da energia elétrica e que fomentem o desenvolvimento local integrado; 5- Projetos de eletrificação rural em escolas públicas, postos de saúde e poços de abastecimento d'água, sendo este último exclusivamente voltado ao atendimento comunitário; 6- Projetos de eletrificação em assentamentos rurais; 7- Projetos de eletrificação rural para o desenvolvimento da agicultura familiar ou de atividades de artesanato de base familiar; 8- Projetos de eletrificação rural para atendimento de pequenos e médios agricultores; 9- Projetos de eletrificação rural, paralisados por falta de recursos, que atendam comunidades e povoados rurais; 10- Projetos de eletrificação rural das populações do entorno de unidades de conservação da natureza; e 11- Projetos de eletrificação rural das populações em áreas de uso específico de comunidades especiais, tais como minorias raciais, comunidades remanescentes de quilombos, comunidades extrativistas, etc. O cadastramento de famílias sem acesso à energia elétrica é gratuito e deve ser feito junto à concessionária de energia elétrica da respectiva área de atendimento. Para o cadastro, é preciso apresentar um documento de identificação e o endereço da propriedade que receberá a ligação elétrica. O Luz para Todos também aceita cadastramentos coletivos, feitos em nome da comunidade, que terão prioridade no atendimento. Basta encaminhar um ofício com os dados e endereços dos interessados. As instalações elétricas até as moradias são gratuitas. Com quem executa: Codeter, Governo Estadual, Governo Municipal, Movimento Social ou outro parceiro. (Questão 1) As demandas dos colegiados dos Territórios estão sendo analisadas pelos Comitês Gestores Estaduais do Programa Luz para Todos. As etapas a serem percorridas até a ligação são: priorização do pedido pelo CGE, elaboração do programa de obras, execução do contrato com a concessionária local, elaboração do projeto, compra dos materiais, execução da obra. O coordenador do programa manterá o Comitê de Articulação Estadual informado da etapa em que se encontra a demanda. Para maiores detalhes e eventuais dúvidas sugerimos acessar o site: Ou diretamente aos CGE s, acessar: As demandas dos Colegiados dos Territórios estão sendo analisadas pelos Comitês Gestores Estaduais do Programa Luz para Todos. - Prazo Limite: Min. Meio Ambiente 48
49 Apoio às Organizações das Comunidades Tradicionais Min. Meio Ambiente Apoio às Organizações das Comunidades Tradicionais Meta: Projetos Apoiados: 1 Para que serve: Instituições implementadoras - fomento a projetos de Povos e Comunidades Tradicionais nos municípios sobrepostos entre os territórios da cidadania e os territórios prioritários do eixo de Povos Tradicionais plano BR163 Sustentável, Marajó, Revitalização do São Francisco e Vale do Ribeira. Para quem: Como a prioridade é definida: Sobreposição entre os territórios da cidadania e os territórios prioritários do eixo de Povos Tradicionais plano BR163 Sustentável, Marajó, Revitalização do São Francisco e Vale do Ribeira. Com quem executa: Execução Direta (Questão 1) ver documento anexo para comentários referentes à implantação da ação e a respeito das sugestões vindas dos territórios. 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Capacitação de Comunidades Tradicionais Min. Meio Ambiente Capacitação de Comunidades Tradicionais Meta: Pessoas Capacitadas: 8 Para que serve: Capacitar o sistema oficial e não oficial de ATER - ATES em agroecologia e manejo florestal nos municípios sobrepostos entre os territórios da cidadania e os territórios prioritários do eixo de Povos e Comunidades Tradicionais do Plano BR163 Sustentável, Marajó, Revitalização do São Francisco e Vale do Ribeira. Para quem: Como a prioridade é definida: Municípios osbrepostos entre os territórios da Cidadania e os Territórios prioritários do eixo de Povos e Comunidades Tradicionais do Plano BR163 Sustentável, Marajó, 49
50 Revitalização do São Francisco e Vale do Ribeira. Com quem executa: Execução Direta (Questão 1) será incorpora na elaboração dos editais e pelo Comitê Gestor. verificar documento anexado para comentários detalhados sobre as propostas vindas dos Territórios. 1 - fase de elaboração de ementa dos cursos e destaque de recursos para o Serviço Florestal Brasileiro e outros parceiros. Análise de projetos já recebidos e submissão ao Comitê Gestor do agroextrativismo. - Prazo Limite: Implantação de Unidades Territoriais de Gestão Ambiental Rural (GESTAR) Min. Meio Ambiente Implantação de Unidades Territoriais de Gestão Ambiental Rural (GESTAR) Meta: Unidades Implantadas: 1 Para que serve: Implantação de uma organização social territorial para a gestão ambiental, incluindo mecanismos de pagamento serviços ambientais no meio rural, visando melhorar a qualidade ambiental. Para quem: Como a prioridade é definida: A aplicação dos recursos nos territórios indicados foram referidos a partir da coincidência com os territórios rurais do MDA. Com quem executa: Execução Direta Min. Desenvolvimento Social Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social à Pessoa com Deficiência Min. Desenvolvimento Social Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social à Pessoa com Deficiência Meta: Pessoas com Deficiência Atendidas:
51 Para que serve: Garantir a renda mensal de 1 salário mínimo à pessoa com deficiência incapacitada para o trabalho e para a vida independente que não possua meios de prover sua manutenção nem tê-la provida por sua família, em conformidade com o preconizado nos arts. 203 e 204 da Constituição Federal de 1988 e na Lei Orgânica da Assistência Social - LOAS (Lei nº , de 07 de dezembro de 1993). Para quem: Pessoa com deficiência incapacitada para a vida independente e para o trabalho com renda familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo. Como a prioridade é definida: De acordo com o artigo 203 da Constituição Federal de 1988, o artigo 20 da Lei Orgânica de Assistência Social, Lei n 8.742, de 07/12/1993, e o Decreto n 6.214, de 26 de setembro de 2007, os critérios adotados para concessão do BPC as pessoas com deficiência são: ter deficiência que incapacita para a vida independente e para o trabalho, identificada por avaliação da deficiência e do grau de incapacidade, realizada por perícia médica do INSS; renda mensal bruta familiar, dividida pelo número de seus integrantes, inferior a um quarto do salário mínimo vigente; e não possuir outro benefício no âmbito da Seguridade Social ou de outro regime, salvo o de assistência médica. Com quem executa: Compete ao Instituto Nacional do Seguro Social do Ministério da Previdência Social (INSS) a operacionalização do BPC, sendo este responsável por: receber requerimentos, conceder, manter, revisar, suspender ou fazer cessar o benefício, entre outras responsabilidades. Todo recurso financeiro do BPC provém do orçamento do MDS, que descentraliza ao INSS para pagamento direto ao beneficiário, nas modalidades de depósito em conta e cartão magnético via rede bancária e, nas localidades onde não houver estabelecimento bancário, o pagamento pode ser efetuado por órgãos autorizados pelo INSS. (Questão 1) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional da Assistência Social Departamento de Benefícios Esplanada dos Ministérios, Bloco C, 6º andar? CEP: ? Brasília, Distrito Federal. Gabinete: Fones: (0**61) e ? Fax: (0**61) Nota Técnica nº junho/2008 Brasília, 17 de junho de Exame: Relatório das demandas do Programa Territórios da Cidadania Minuta do Decreto dos Benefícios Eventuais. Interessado: Gabinete da SNAS. Assunto: Manifestação do Departamento de Benefícios Assistenciais, quanto ao referido Relatório. A presente nota técnica tem por objeto, apresentar manifestação do Departamento de Benefícios Assistenciais? DBA sobre as Ações na Matriz do Programa Territórios da Cidadania referentes ao Benefício de Prestação Continuada? BPC. Diante das demandas apresentadas no referido relatório, informa-se o seguinte: 1. O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social? BPC é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988, regulamentado pela Lei nº de 07 de dezembro de 1993? Lei Orgânica de Assistência Social/LOAS e pelo Decreto nº 6.214, de 26 de setembro de É um benefício que integra a proteção social básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social? SUAS. 2. O BPC está sob a gestão do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome? MDS, é financiado com recursos da União, alocados no Fundo Nacional de Assistência Social e; a responsabilidade por sua operacionalização compete ao Instituto Nacional do Seguro Social -INSS, autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social. 3. O BPC garante um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência incapacitada para a vida independente e para o trabalho e ao idoso, com 65 anos ou mais, ambos com renda mensal familiar per capita inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo vigente. No caso da pessoa com deficiência, além da avaliação do critério da renda mensal familiar per capita, o requerente do benefício, é avaliado pela equipe de médicos peritos do Instituto Nacional de Seguro Social - INSS, para avaliação da deficiência e do grau de incapacidade. 4. Para calcular a renda mensal familiar per capita deve-se somar o total da renda no mês de todos aqueles que compõem a família, dividida pelo número de seus integrantes. Os rendimentos que entram no cálculo da renda mensal per capita familiar são: salários, proventos, pensões, pensões alimentícias, benefícios da previdência, pública ou privada, comissões, pró-labore, outros rendimentos do trabalho não assalariado, rendimentos do mercado informal ou autônomo, rendimentos auferidos do patrimônio, Renda Mensal Vitalícia e Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, exceto quando se tratar de idoso na situação prevista no art
52 parágrafo único do Estatuto do Idoso, que determina que o valor do BPC concedido ao idoso não é computado no cálculo da renda per capita mensal familiar, para fins de concessão do benefício a outro idoso da mesma família. 5. Compõem o grupo familiar para fins de cálculo da renda per capita, o conjunto de pessoas elencadas no 1º do art. 20 da lei de nº /93, desde que vivam sob mesmo teto, assim entendidos: o requerente, o cônjuge ou companheiro (a), os pais, os filhos menores de 21 anos ou inválidos e os equiparados a essa condição (tutelado, enteado) e os irmãos menores de 21 anos ou inválidos, desde que vivam sob o mesmo teto. 6. É importante ressaltar que o BPC não pode ser acumulado com outro benefício no âmbito da Seguridade Social ou de outro regime, salvo da assistência médica. 7. Para o requerimento do Benefício de Prestação Continuada basta o cidadão dirigir-se à Agência do INSS mais próxima da residência, levando os documentos pessoais. 8. O requerente ou representante legal deverá também preencher e assinar o formulário de?requerimento de Benefício Assistencial? e o de?declaração da Composição e Renda Familiar?. Estes documentos fazem parte do processo de requerimento do BPC e estão disponíveis nas Agências do INSS, nas Secretarias Municipais de Assistência Social ou congêneres e no site do MDS ( 9. A Secretaria Municipal de Assistência Social ou órgão congênere e/ou Centro de Referência de Assistência Social - CRAS poderão ser procurados para esclarecer e orientar sobre assuntos relativos ao BPC, bem como auxiliar no preenchimento dos formulários para requerimento do benefício. 10. Considerando serem essas as informações pertinentes para atendimento à solicitação de manifestação acerca do relatório do Programa Territórios da Cidadania, submete-se a presente nota técnica ao Gabinete da SNAS para análise e providências. Diretoria do Departamento de Benefícios Assistenciais Programa Cisternas Min. Desenvolvimento Social Programa Cisternas Meta: Cisternas Construídas: 520 Para que serve: Apoiar Estados, órgãos federais e sociedade civil atuantes na região semi-árida na implementação de programas que visem garantir o acesso à água potável, como componente fundamental da garantia da segurança alimentar e nutricional, para as famílias de baixa renda do sertão nordestino. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: O beneficiário deverá ser domiciliado em município do semi-árido, ser domiciliado na zona rural do município, não possuir acesso à rede pública de abastecimento de água e ter perfil de elegibilidade ao Programa Bolsa Família. O município a ser atendido deverá estar enquadrado segundo as faixas de vulnerabilidade alta e média alta, que são estabelecidas pelo Índice de Aridez, Índe de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e Estimativa de Cobertura do Programa no Município. Com quem executa: Governos estaduais, municipais e parceiros da sociedade civil (OSCIP). 52
53 Acesso à Água para a Produção de Alimentos (2ª Água) Min. Desenvolvimento Social Acesso à Água para a Produção de Alimentos (2ª Água) Meta: Estruturas Implantadas: 41 Para que serve: Ampliar as condições de acesso à água para a pequena produção para o auto-consumo, por meio da implementação de estruturas descentralizadas de abastecimento aliados à capacitação e promoção de intercâmbio de experiências de manejo sustentável da água para produção de alimentos entre os próprios agricultores familiares. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: O beneficiário deverá ser domiciliado na zona rural de município do Semi-Árido, não possuir acesso à rede pública de abastecimento de água, ter perfil de elegibilidade ao Programa Bolsa Família e já ter sido beneficiado pela cisterna destinada ao armazenamento de água para consumo humano. Com quem executa: Governos estaduais, municipais e parceiros da sociedade civil (OSCIP). Centros de Referência Especializados de Assistência Social - CREAS Min. Desenvolvimento Social Centros de Referência Especializados de Assistência Social - CREAS Meta: Pessoas Atendidas: 50 Para que serve: O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) constitui-se em uma unidade pública estatal, de prestação de serviços especializados e continuados a indivíduos e famílias com seus direitos violados. Tem como objetivo a reparação de direitos, o fortalecimento de vínculos e a reconstrução de relações familiares e comunitárias, na perspectiva da superação de padrões violadores de relacionamento, oferecendo os seguintes serviços: - Serviço de Enfrentamento à Violência, ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (Ação Orçamentária 2383) - ofertado em todos os CREAS do país, tem como objetivo assegurar proteção imediata e atendimento psicossocial a crianças e adolescentes vítimas de violência (física, psicológica, negligência grave), abuso ou exploração sexual, bem como a seus familiares. - Serviço de Proteção Social Especial a Indivíduos e Famílias (Ação Orçamentária 2A65) - presta atendimento, acompanhamento e orientação a indivíduos e famílias em situação de risco pessoal e social decorrente de processos de pauperização, desigualdade social, violência e processos discriminatórios em virtude de etnias raciais, gênero, orientação sexual, desemprego, doenças, abandonos, carências materiais, dentre outros. - Serviços de Proteção Social aos Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas 53
54 (Ação Orçamentária 8524) - Desenvolve acompanhamento técnico especializado aos adolescentes que estejam cumprindo medidas socioeducativas em meio aberto de Liberdade Assistida-LA e Prestação de Serviços à Comunidade-PSC em função de cometimento de ato infracional. Busca a inclusão dos adolescentes em cumprimento de medidas sócio-educativas nos Programas destinados à Juventude, e às suas famílias em serviços e projetos da rede socioassistencial e das demais políticas públicas. Para quem: Indivíduos e famílias em situação de risco pessoal e social decorrente de processos de pauperização, desigualdade social, violência e processos discriminatórios em virtude de etnias raciais, gênero, orientação sexual, desemprego, doenças, abandonos, carências materiais, dentre outros. Como a prioridade é definida: Situação identificada de violação de direitos. Com quem executa: Governo Estadual, do DF e Municipal (Questão 1) Os serviços socioassistenciais de Proteção Social Especial, de média complexidade, conforme estabelecido na Política Nacional de Assistência Social de 2004, ofertados nos Centros de Referência Especializado da Assistência Social - CREAS, tem como objetivo garantir o atendimento às situações de violação dos direitos às crianças, adolescentes, jovens, idosos, pessoas com deficiências, mulheres e suas respectivas famílias em âmbito local, quando houver uma grande incidência do fenômeno, que justifica a implantação deste equipamento público ou, em âmbito regional, por meio de consórcio público ou como serviços de referência regional coordenado pelo órgão gestor estadual. Trata-se de um serviço especializado que demanda estrutura física; recursos humanos qualificados para o desenvolvimento de uma metodologia específica; de uma articulação e parceria com os Sistemas de Garantia dos Direitos e com a rede socioassistencial local. Ações Socioeducativas e de Convivência para Crianças e Adolescentes em Situação de Trabalho Min. Desenvolvimento Social Ações Socioeducativas e de Convivência para Crianças e Adolescentes em Situação de Trabalho Meta: Crianças e Adolescentes Atendidos: Para que serve: Garantir às crianças e aos adolescentes retirados do trabalho a oferta de atividades socioeducativas e de convivência, no contraturno escolar, em estreita relação com a escola, família e a comunidade, tendo em vista o desenvolvimento de habilidades, trocas culturais e fortalecimento da auto-estima. Essa ação é desenvolvida de forma integrada com a transferência de renda às famílias, efetuada por meio do Bolsa Família. Para quem: Crianças e adolescentes de até 16 anos incompletos em situação de trabalho, bem como suas famílias. Como a prioridade é definida: As crianças e adolescentes com idade inferior a 16 (dezesseis) anos são atendidas por meio dessa ação à partir da identificação da situação de trabalho, ressalvada a condição de aprendiz a partir dos 14 (quatorze) anos. De acordo com a Portaria GM/MDS nº. 666/2005 é de competência 54
55 do gestor municipal a identificação e o cadastramento dessas crianças e adolescentes no Cadastro Único de Programas Sociais do - CadÚnico. Com quem executa: Governo Estadual, DF e Municipal. (Questão 1) O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI foi integrado ao Programa Bolsa Família. Para que o município acesse recursos para execução da ação socioeducativa para crianças e adolescentes em situação de trabalho ele deverá preencher o campo 270 do CadÚnico, mantendo-o atualizado de acordo com a demanda do município. Programa Bolsa Família - Índice de Gestão Descentralizada Min. Desenvolvimento Social Programa Bolsa Família - Índice de Gestão Descentralizada Meta: Municípios: 16 Para que serve: Aperfeiçoar a gestão descentralizada do Programa Bolsa Família, por meio do repasse de recursos financeiros aos entes federados, de acordo com o Índice de Gestão Descentralizada IGD, que reflete a qualidade da gestão municipal no programa. Para quem: Municípios que aderiram ao Programa Bolsa Família. Como a prioridade é definida: Para receber os recursos do IGD, os municípios deverão estar habilitado no SUAS. Devem ainda atingir um índice de gestão descentralizada maior ou igual à 0,5, com um mínimo de 0,2 para cada um dos seus quatro componentes - taxa de cobertura qualificada de cadastros, taxa de atualização de cadastros, taxa de crianças com informações de freqüência escolar e taxa de famílias com acompanhamento da agenda de saúde. Com quem executa: Governos municipais e estaduais (Questão 1) Detalhamento dos repasses dos recursos provenientes do Índice de Gestão Descentralizada do Programa Bolsa Família. Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social à Pessoa Idosa Min. Desenvolvimento Social Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social à Pessoa Idosa 55
56 Meta: Pessoas Idosas Atendidas: Para que serve: Garantir a renda mensal de 1 salário mínimo à pessoa idosa com 65 anos de idade ou mais que não possua meios de prover sua manutenção nem tê-la provida por sua família, em conformidade com o preconizado nos arts. 203 e 204 da Constituição Federal de 1988, na Lei Orgânica da Assistência Social - LOAS (Lei nº , de 07 de dezembro de 1993) e no Estatuto do Idoso (Lei nº , de 1º de outubro de 2003). Para quem: Pessoa idosa com idade igual ou superior a 65 anos com renda familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo. Como a prioridade é definida: De acordo com o artigo 203 da Constituição Federal de 1988, o artigo 20 da Lei Orgânica de Assistência Social (Lei n 8.742, de 07 de dezembro de /12/1993), o artigo 34 do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei n , de 1º de outubro de /10/2003), e o Decreto n 6.214, de 26 de setembro de 2007, os critérios adotados para concessão do BPC a pessoas idosas são: ter 65 anos de idade ou mais; renda mensal bruta familiar, dividida pelo número de seus integrantes, inferior a um quarto do salário mínimo vigente; e não possuir outro benefício no âmbito da Seguridade Social ou de outro regime, salvo o de assistência médica. Com quem executa: Compete ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do Ministério da Previdência Social a operacionalização do BPC, sendo este responsável por: receber requerimentos, conceder, manter, revisar, suspender ou fazer cessar o benefício, entre outras responsabilidades. Todo recurso financeiro do BPC provém do orçamento do MDS, que descentraliza ao INSS para pagamento direto ao beneficiário, nas modalidades de depósito em conta e cartão magnético via rede bancária e, nas localidades onde não houver estabelecimento bancário, o pagamento pode ser efetuado por órgãos autorizados pelo INSS. (Questão 1) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional da Assistência Social Departamento de Benefícios Esplanada dos Ministérios, Bloco C, 6º andar? CEP: ? Brasília, Distrito Federal. Gabinete: Fones: (0**61) e ? Fax: (0**61) Nota Técnica nº junho/2008 Brasília, 17 de junho de Exame: Relatório das demandas do Programa Territórios da Cidadania Minuta do Decreto dos Benefícios Eventuais. Interessado: Gabinete da SNAS. Assunto: Manifestação do Departamento de Benefícios Assistenciais, quanto ao referido Relatório. A presente nota técnica tem por objeto, apresentar manifestação do Departamento de Benefícios Assistenciais? DBA sobre as Ações na Matriz do Programa Territórios da Cidadania referentes ao Benefício de Prestação Continuada? BPC. Diante das demandas apresentadas no referido relatório, informa-se o seguinte: 1. O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social? BPC é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988, regulamentado pela Lei nº de 07 de dezembro de 1993? Lei Orgânica de Assistência Social/LOAS e pelo Decreto nº 6.214, de 26 de setembro de É um benefício que integra a proteção social básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social? SUAS. 2. O BPC está sob a gestão do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome? MDS, é financiado com recursos da União, alocados no Fundo Nacional de Assistência Social e; a responsabilidade por sua operacionalização compete ao Instituto Nacional do Seguro Social -INSS, autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social. 3. O BPC garante um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência incapacitada para a vida independente e para o trabalho e ao idoso, com 65 anos ou mais, ambos com renda mensal familiar per capita inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo vigente. No caso da pessoa com deficiência, além da avaliação do critério da renda mensal familiar per capita, o requerente do benefício, é avaliado pela equipe de médicos peritos do Instituto Nacional de Seguro Social - INSS, para avaliação da deficiência e do grau de incapacidade. 4. Para calcular a renda mensal familiar per capita deve-se somar o total da renda no mês de todos aqueles que compõem a família, dividida pelo número de seus integrantes. Os rendimentos que entram no cálculo da renda mensal per capita familiar são: salários, proventos, pensões, pensões alimentícias, benefícios da previdência, pública ou 56
57 privada, comissões, pró-labore, outros rendimentos do trabalho não assalariado, rendimentos do mercado informal ou autônomo, rendimentos auferidos do patrimônio, Renda Mensal Vitalícia e Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social, exceto quando se tratar de idoso na situação prevista no art. 34 parágrafo único do Estatuto do Idoso, que determina que o valor do BPC concedido ao idoso não é computado no cálculo da renda per capita mensal familiar, para fins de concessão do benefício a outro idoso da mesma família. 5. Compõem o grupo familiar para fins de cálculo da renda per capita, o conjunto de pessoas elencadas no 1º do art. 20 da lei de nº /93, desde que vivam sob mesmo teto, assim entendidos: o requerente, o cônjuge ou companheiro (a), os pais, os filhos menores de 21 anos ou inválidos e os equiparados a essa condição (tutelado, enteado) e os irmãos menores de 21 anos ou inválidos, desde que vivam sob o mesmo teto. 6. É importante ressaltar que o BPC não pode ser acumulado com outro benefício no âmbito da Seguridade Social ou de outro regime, salvo da assistência médica. 7. Para o requerimento do Benefício de Prestação Continuada basta o cidadão dirigir-se à Agência do INSS mais próxima da residência, levando os documentos pessoais. 8. O requerente ou representante legal deverá também preencher e assinar o formulário de?requerimento de Benefício Assistencial? e o de?declaração da Composição e Renda Familiar?. Estes documentos fazem parte do processo de requerimento do BPC e estão disponíveis nas Agências do INSS, nas Secretarias Municipais de Assistência Social ou congêneres e no site do MDS ( 9. A Secretaria Municipal de Assistência Social ou órgão congênere e/ou Centro de Referência de Assistência Social - CRAS poderão ser procurados para esclarecer e orientar sobre assuntos relativos ao BPC, bem como auxiliar no preenchimento dos formulários para requerimento do benefício. 10. Considerando serem essas as informações pertinentes para atendimento à solicitação de manifestação acerca do relatório do Programa Territórios da Cidadania, submete-se a presente nota técnica ao Gabinete da SNAS para análise e providências. Diretoria do Departamento de Benefícios Assistenciais Programa Bolsa Família - Benefício Bolsa Família Min. Desenvolvimento Social Programa Bolsa Família - Benefício Bolsa Família Meta: Famílias Atendidas: Para que serve: Contribuir para a redução da fome, da pobreza, da desigualdade e de outras formas de privação vividas pelas famílias mais excluídas, considerando três dimensões: o alívio imediato da pobreza, por meio da transferência de renda diretamente às famílias pobres e extremamente pobres; a contribuição para a redução da pobreza da geração seguinte, por meio do reforço do direito de acesso aos serviços de saúde e de educação, com o cumprimento das condicionalidades nestas áreas; e a articulação de ações complementares, de forma a desenvolver as capacidades das famílias beneficiárias. Para quem: Famílias em situação de pobreza com renda per capita mensal de R$ 60,00 a 120,00 e extrema pobreza com renda per capita mensal de até R$ R$ 60,00. Como a prioridade é definida: A estimativa de famílias pobres, realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), constitui a meta de atendimento do programa em cada município. Dentro dessa meta, são selecionadas as famílias com menor renda mensal por pessoa. Com quem executa: Governos municipais e estaduais 57
58 Programa de Atenção Integral à Família Min. Desenvolvimento Social Programa de Atenção Integral à Família Meta: Famílias Referenciadas: Para que serve: Atender às famílias em situação de vulnerabilidade social nos serviços de proteção social básica prestados nos Centros de Referência da Assistência Social - CRAS, com base no território. Para quem: Famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação(ausência de renda, precário ou nulo acesso aos serviços públicos, dentre outros) e, ou, fragilização de vínculos afetivos relacionais e de pertencimento social (discriminações etárias, étnicas, de gênero ou por deficiências, dentre outras). Como a prioridade é definida: Uma primeira condição para que os municípios possam participar da partilha de recursos do co-financiamento do governo federal refere-se à habilitação em um dos níveis de gestão do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, que implica ter, minimamente, as seguintes condições: plano de assistência social, conselho de assistência social, fundo de assistência social e investimento na política de assistência social com recursos financeiros próprios. Os critérios de partilha de recursos do governo federal são pactuados na Comissão Intergestores Tripartite e deliberados pelo Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS, conforme preconizado no inciso IX do art. 18 e nos incisos V e VI do art. 19 da Lei Orgânica da Assistência Social - Lei 8.742/93. Nessa direção, o co-financiamento do governo federal para esses serviços vem sendo realizado com base no Índice SUAS, composto pelos seguintes indicadores: taxa de pobreza, receita corrente líquida per capita, recursos transferidos pelo Fundo Nacional de Assistência Social - FNAS para a proteção social básica e o indicador complementar que se refere à despesa per capita classificada como função assistência social, informada pelos entes federados quando do preenchimento do SISTN (Sistema do Tesouro Nacional). Com quem executa: Governo municipal e do DF (Questão 1) As demandas advindas dos Territórios de Cidadania estão sendo incorporadas conforme a capacidade de gestão de cada município. Para que o município tenha o co-financiamento do para a implantação do PAIF nos Centros de Referência da Assistência Social - CRAS, em seu âmbito, ele precisa cumprir todos os requisitos estabelecidos na Norma Operacional Básica do SUAS - NOB-SUAS/2005. Esta Norma está disonível no sitio do MDS ( Aquisição de Alimentos Provenientes da Agricultura Familiar Min. Desenvolvimento Social Aquisição de Alimentos Provenientes da Agricultura Familiar 58
59 Meta: Toneladas de Alimentos Adquiridos: Para que serve: O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tem como objetivo a garantia do direito humano à alimentação adequada para pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social e de insegurança alimentar e nutricional por meio da doação simultânea dos produtos adquiridos pelo Programa para entidades socioassistenciais e programas sociais locais. O Programa visa também o fortalecimento da agricultura familiar e geração de trabalho e renda no campo por meio da aquisição dos produtos da agricultura familiar e dos assentados da reforma agrária, respeitado o limite máximo individual por agricultor familiar, definido pelo regulamento do Programa. O PAA é uma das ações do Fome Zero, compondo o eixo do fortalecimento da agricultura familiar, o qual objetiva o desenvolvimento de ações específicas na agricultura familiar, tais como a promoção da geração de renda no campo e o aumento da produção de alimentos para o consumo. Para quem: Agricultores Familiares, Assentados, Quilombolas, Indígenas, Pescadores Artesanais, Povos e Comunidades Tradicionais Como a prioridade é definida: A seleção dos beneficiários produtores deverá, preferencialmente, adotar o critério de menor renda bruta anual familiar e seguir as diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais PNPCT, que visam garantir a inclusão desses povos e comunidades nas políticas públicas. A seleção das entidades socioassistenciais beneficiárias das doações de alimentos deverá ser aprovada pelo Conselho Municipal de Segurança Alimentar ou demais Conselhos correlatos. Deverão ser priorizadas as Entidades que desenvolvem trabalhos publicamente reconhecidos de atendimento às populações em situação de vulnerabilidade social, que compõem a rede socioassistencial local e forneçam, gratuitamente, refeições de forma continuada e que sejam carentes de recursos. Com quem executa: Operacionalizado por Governos Estaduais e pela Conab Aquisição de Alimentos Provenientes da Agricultura Familiar - LEITE Min. Desenvolvimento Social Aquisição de Alimentos Provenientes da Agricultura Familiar - LEITE Meta: Toneladas: Para que serve: O Programa do Leite conhecido como Leite Fome Zero - é uma das modalidades do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Seu objetivo é contribuir com o consumo de leite pelas famílias que se encontram em estado de insegurança alimentar e nutricional e incentivar a produção familiar. É operacionalizado por meio de convênios celebrados entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e os governos estaduais. São dois focos principais do Programa do Leite: os segmentos populacionais vulneráveis que recebem o leite gratuitamente e os produtores familiares. Para tanto, deve ser respeitado o limite financeiro semestral por agricultor familiar de R$ 3.500,00. Para quem: Agricultores familiares (que possuam a Declaração de Aptidão a PRONAF, assentados, quilombolas, indígenas, povos e comunidades tradicionais) que produzam no máximo 100 litros de leite por dia e famílias com renda per capita de até meio salário mínimo. 59
60 Como a prioridade é definida: Devem ser priorizados os agricultores familiares com produção diária de até 30 litros de leite/dia. A segunda prioridade é para os produtores que produzem de 31 a 60 litros/dia e posteriormente os produtores que produzem de 61 a 100 litros/dia. Para a seleção dos beneficiários consumidores deve ser seguida a priorização por faixa de renda, podendo ser elegíveis famílias que recebem até meio salário mínimo e que tenham entre os membros da família: crianças até seis anos de idade; nutrizes até 6 meses após o parto; gestantes a partir da constatação da gestação pelo Posto de Saúde; idosos a partir de 60 anos de idade; outros, desde que autorizados pelo Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional. Com quem executa: Operacionalizado por meio de Convênios celebrados entre o MDS e os Governos Estaduais da região Nordeste e com o Estado de Minas Gerais, para atendimento da região norte do Estado. Min. das Cidades FNHIS 2007/Planos Habitacionais de Interesse Social Min. das Cidades FNHIS 2007/Planos Habitacionais de Interesse Social Para que serve: A ação objetiva apoiar Estados, DF e Municípios na elaboração ou revisão de Plano Habitacional de Interesse Social PLHIS, requisito previsto na Lei nº e Resoluções nº. 2 e 7, do Conselho Gestor do FNHIS, para adesão ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social SNHIS. Tem como objetivo específico viabilizar recursos financeiros para a realização das ações e atividades necessárias à formulação ou implementação de investimentos habitacionais que garantam dignidade às pessoas, em especial, às famílias de baixa de renda. O programa pode ser acessado de duas formas: a) seleção pública de propostas realizada periodicamente pelo Ministério das Cidades. Para participar da seleção pública, o proponente deve preencher formulário eletrônico do programa, disponível no site no período de seleção, para envio de proposta, que será analisada pelos técnicos do Ministério. b) Emenda parlamentar à Lei Orçamentária Anual (LOA). Quando acessado por meio de emenda parlamentar, o agente executor deve aguardar comunicação do MCidades e da Caixa para envio de documentação. A intervenção deve seguir as regras do programa, enquadrar-se em seus objetivos e diretrizes. Para quem: Podem participar do programa o Chefe do Poder Executivo dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou seu representante legal e os dirigentes máximos de órgãos da administração indireta dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Como a prioridade é definida: Critérios para apresentação e seleção de propostas: 1. municípios com obrigatoriedade de apresentar o PLHIS até 31 de dezembro de 2007, conforme definido pela Resolução nº 2, de 24 de agosto de 2006, de Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social, priorizando-se ainda, entre estes, aqueles que apresentem as seguintes características: a) sejam integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes; e b) possuam população superior a (vinte mil) habitantes. 2. existência de Fundo Local de Habitação de Interesse Social e Conselho Gestor do Fundo Local de Habitação de Interesse Social. 3. municípios com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) inferior à média nacional. 4. municípios com maior valor percentual de déficit habitacional, inadequação de domicílios e domicílios em setores subnormais em relação ao total de domicílios do município, na forma definida na publicação Déficit Habitacional no Brasil Fundação João Pinheiro. 60
61 Com quem executa: Estados, Distrito Federal e municípios (Questão 1) A seleção de propostas para a obtenção de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) por meio do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) se dá por meio de seleção pública no site do Ministério das Cidades com o preenchimento de cartas consultas por estados e municípios, conforme texto explicativo existente no Portal da Cidadania. Para o ano de 2008 a seleção já foi realizada e os recursos para 2009 serão selecionados no 2º semestre desse ano. Nesse processo é importante que o município/estado já tenha aderido ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social e cumprido os compromissos de instalação de Conselho e Fundo Local de Habitação. Sem isso, o acesso aos recursos está bloqueado. Os Colegiados poderão participar ativamente desse processo por meio da listagem presente no Portal, conferindo se seu município/estado está em dia com o SNHIS ou não. A fiscalização por parte do Colegiado sobre as obrigações junto ao SNHIS e a participação de seus membros nos Conselhos Municipais/Estaduais de Habitação são as melhores maneiras de garantir que as demandas dos Territórios sejam encaminhadas quando do início do processo de seleção pública. FNHIS 2007/Habitação de Interesse Social Min. das Cidades FNHIS 2007/Habitação de Interesse Social Meta: Famílias Atendidas: 96 Para que serve: A ação objetiva apoiar estados, Distrito Federal e municípios no acesso da população com renda familiar mensal de até R$ 1.050,00 (um mil e cinqüenta reais) à habitação digna, regular e dotada de serviços públicos, em localidades urbanas ou rurais, mitigando as desigualdades sociais e contribuindo para a ocupação urbana planejada. O programa pode ser acessado de duas formas: a) seleção pública de propostas realizada periodicamente pelo Ministério das Cidades. Para participar da seleção pública, o proponente deve preencher formulário eletrônico do programa, disponível no site no período de seleção, para envio de proposta, que será analisada pelos técnicos do Ministério. b) Emenda parlamentar à Lei Orçamentária Anual (LOA). Quando acessado por meio de emenda parlamentar, o agente executor deve aguardar comunicação do MCidades e da Caixa para envio de documentação. A intervenção deve seguir as regras do programa, enquadrar-se em seus objetivos e diretrizes. Para quem: Podem participar do programa o Chefe do Poder Executivo dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou seu representante legal e os dirigentes máximos de órgãos da administração indireta dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Como a prioridade é definida: Critérios para seleção de propostas: 1. Possuir projeto básico desenvolvido da área de intervenção desenvolvido. 2. Possuir projeto-executivo desenvolvido da área de intervenção 3. Atender à população residente em áreas sujeitas a fatores de risco, insalubridade ou degradação ambiental, assim consideradas as erosões, desmoronamentos, alagados, cortiços, palafitas, deslizamentos, lixões, enchentes, ocupação de áreas de mananciais, entre outros. 4. Atender a demandas apresentadas por movimentos sociais, associações e grupos representativos de segmentos da população. 5. Atender à população residente em município com índice de déficit habitacional superior à média nacional, conforme estudo intitulado Déficit Habitacional no Brasil, da Fundação João Pinheiro. 6. Ser considerada prioritária por 61
62 Conselho Municipal ou Estadual ou órgão de caráter equivalente. Com quem executa: Estados, Distrito Federal e municípios (Questão 1) A seleção de propostas para a obtenção de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) por meio do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) se dá por meio de seleção pública no site do Ministério das Cidades com o preenchimento de cartas consultas por estados e municípios, conforme texto explicativo existente no Portal da Cidadania. Para o ano de 2008 a seleção já foi realizada e os recursos para 2009 serão selecionados no 2º semestre desse ano. Nesse processo é importante que o município/estado já tenha aderido ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social e cumprido os compromissos de instalação de Conselho e Fundo Local de Habitação. Sem isso, o acesso aos recursos está bloqueado. Os Colegiados poderão participar ativamente desse processo por meio da listagem presente no Portal, conferindo se seu município/estado está em dia com o SNHIS ou não. A fiscalização por parte do Colegiado sobre as obrigações junto ao SNHIS e a participação de seus membros nos Conselhos Municipais/Estaduais de Habitação são as melhores maneiras de garantir que as demandas dos Territórios sejam encaminhadas quando do início do processo de seleção pública. PAC/Urbanização de Favelas e Saneamento Integrado 2007 Min. das Cidades PAC/Urbanização de Favelas e Saneamento Integrado Para que serve: A ação objetiva apoiar estados, Distrito Federal e municípios nas intervenções necessárias à regularização fundiária, segurança, salubridade e habitabilidade de população localizada em área inadequada à moradia ou em situações de risco, visando a sua permanência ou realocação, por intermédio da execução de ações integradas de habitação, saneamento ambiental e inclusão social. Para quem: Podem participar do programa o Chefe do Poder Executivo dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou seu representante legal e os dirigentes máximos de órgãos da administração indireta dos estados, do Distrito Federal e dos municípios integrantes das Regiões Metropolitanas Prioritárias (Baixada Santista, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e, RIDE Distrito Federal e Entorno), capitais e municípios com mais de 150 mil habitantes. Como a prioridade é definida: As diretrizes gerais para seleção dos projetos do PAC para urbanização de favelas foram: - projetos de grande porte com impacto na articulação e integração do território; - recuperação ambiental; - eliminação de gargalos da infra-estrutura logística (ocupações em áreas de aeroportos, portos e ferrovias); - prevenção/mitigação do impacto de grandes instalações de infra-estrutura nacional; - complementação de obras já iniciadas. Com quem executa: Estados, Distrito Federal e municípios. (Questão 1) Os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Urbanização de Favelas e Saneamento Integrado já foram selecionados para o período , conforme texto explicativo existente 62
63 no Portal da Cidadania. FNHIS 2007/Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social 2007 Min. das Cidades FNHIS 2007/Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social Para que serve: A ação visa apoiar estados, Distrito Federal e municípios na melhoria dos padrões de salubridade, segurança e habitabilidade das edificações produzidas, reformadas ou ampliadas no âmbito do processo de auto-gestão habitacional no país, por intermédio de apoio à prestação de serviços de assistência técnica, assim entendida como o conjunto de ações voltadas à elaboração de projetos, acompanhamento e execução da obra, trabalho social e jurídico. O programa pode ser acessado de duas formas: a) seleção pública de propostas realizada periodicamente pelo Ministério das Cidades. Para participar da seleção pública, o proponente deve preencher formulário eletrônico do programa, disponível no site no período de seleção, para envio de proposta, que será analisada pelos técnicos do Ministério. b) Emenda parlamentar à Lei Orçamentária Anual (LOA). Quando acessado por meio de emenda parlamentar, o agente executor deve aguardar comunicação do MCidades e da Caixa para envio de documentação. A intervenção deve seguir as regras do programa, enquadrar-se em seus objetivos e diretrizes. Para quem: Podem participar do programa o Chefe do Poder Executivo dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou seu representante legal e os dirigentes máximos de órgãos da administração indireta dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Como a prioridade é definida: Critérios para seleção de propostas: 1. No processo de seleção serão consideradas as disponibilidades orçamentária e financeira, acatando como prioritárias as propostas que vierem a atender os critérios de elegibilidade, listados segundo sua ordem de importância: a) municípios com serviço pré-existente de assistência técnica à habitação de interesse social; b) existência de parcerias com entidades da sociedade civil e/ou Agentes Financeiros de habitação de interesse social na prestação de serviços de assistência técnica; c) existência de ações de assistência técnica focalizadas, integradas a projetos de requalificação urbana ou ZEIS; d) municípios, estados e Distrito Federal com obrigatoriedade de apresentar o Plano Local de Habitação de Interesse Social até 31 de dezembro de 2007, conforme definido pela Resolução nº 2, de 24 de agosto de 2006, do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social; e e) existência de Fundo Local de Habitação de Interesse Social e Conselho Gestor do Fundo Local de Habitação de Interesse Social nos Municípios, Estados e Distrito Federal que já tenham implementado os instrumentos de adesão ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social. 2. Fica automaticamente cancelada a seleção de proposta que venha a apresentar, na fase de contratação, alterações nas informações prestadas por meio da consulta prévia, relacionadas aos critérios descritos neste item. Com quem executa: Estados, Distrito Federal e municípios (Questão 1) A seleção de propostas para a obtenção de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) por meio do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) se dá por meio de seleção pública no site do Ministério das Cidades com o preenchimento de cartas consultas por estados e municípios, conforme texto explicativo existente no Portal da Cidadania. Para o ano de 2008 a seleção já foi realizada e os recursos para 2009 serão selecionados no 2º semestre desse ano. Nesse processo é importante que o município/estado já 63
64 tenha aderido ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social e cumprido os compromissos de instalação de Conselho e Fundo Local de Habitação. Sem isso, o acesso aos recursos está bloqueado. Os Colegiados poderão participar ativamente desse processo por meio da listagem presente no Portal, conferindo se seu município/estado está em dia com o SNHIS ou não. A fiscalização por parte do Colegiado sobre as obrigações junto ao SNHIS e a participação de seus membros nos Conselhos Municipais/Estaduais de Habitação são as melhores maneiras de garantir que as demandas dos Territórios sejam encaminhadas quando do início do processo de seleção pública. PRÓ-MORADIA - Programa de Atendimento Habitacional através do Poder Público 2007 Min. das Cidades PRÓ-MORADIA - Programa de Atendimento Habitacional através do Poder Público Para que serve: O Programa objetiva oferecer acesso à moradia adequada à população em situação de vulnerabilidade social e com rendimento familiar mensal preponderante de até R$ 1.050,00 (um mil e cinqüenta reais), por intermédio de financiamento a estados, municípios, Distrito Federal ou órgãos das respectivas administrações direta ou indireta. Ele é operado por intermédio das seguintes modalidades: a) Urbanização de Assentamentos Precários b) Produção de Conjuntos Habitacionais c) Desenvolvimento Institucional Para quem: Podem participar do programa o Chefe do Poder Executivo dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou seu representante legal e os dirigentes máximos de órgãos da administração indireta dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Como a prioridade é definida: O PRÓ-MORAIDA é destinado preponderantemente ao atendimento a famílias com renda de até R$ 1.050,00. Para o atendimento dessas famílias os valores limites de investimento variam de R$ ,00 a R$ ,00 por família, conforme o tipo de intervenção proposto e a categoria do Município (Municípios integrantes de região metropolitana, região integrada de desenvolvimento ou aglomerado urbano, capital estadual e outros). O processo de seleção é realizado anualmente, em período estabelecido pelo Gestor da Aplicação, a partir da analise das solicitações Cartas Consultas encaminhadas pelos Órgãos Públicos interessados a qualquer um dos Agentes Financeiros habilitados pelo Agente Operador. Com quem executa: Estados, Distrito Federal e municípios (Questão 1) O PRÓ MORADIA é um programa de financiamento, cujas regras podem ser encontradas no Portal da Cidadania. FNHIS 2007/Urbanização de Assentamentos Precários Min. das Cidades 64
65 FNHIS 2007/Urbanização de Assentamentos Precários Para que serve: A ação objetiva apoiar estados, Distrito Federal e municípios nas intervenções necessárias à regularização fundiária, segurança, salubridade e habitabilidade de população localizada em área inadequada à moradia ou em situações de risco, visando a sua permanência ou realocação, por intermédio da execução de ações integradas de habitação, saneamento ambiental e inclusão social. O programa pode ser acessado de duas formas: a) seleção pública de propostas realizada periodicamente pelo Ministério das Cidades. Para participar da seleção pública, o proponente deve preencher formulário eletrônico do programa, disponível no site no período de seleção, para envio de proposta, que será analisada pelos técnicos do Ministério. b) Emenda parlamentar à Lei Orçamentária Anual (LOA). Quando acessado por meio de emenda parlamentar, o agente executor deve aguardar comunicação do MCidades e da Caixa para envio de documentação. A intervenção deve seguir as regras do programa, enquadrar-se em seus objetivos e diretrizes. Para quem: Podem participar do programa o Chefe do Poder Executivo dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ou seu representante legal e os dirigentes máximos de órgãos da administração indireta dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Como a prioridade é definida: Critérios para seleção de propostas: 1. Possuir projeto básico desenvolvido da área de intervenção e, se for o caso, da área de reassentamento. 2. Possuir projeto-executivo desenvolvido da área de intervenção. 3. Atender à população residente em áreas sujeitas a fatores de risco, insalubridade ou degradação ambiental, assim consideradas as erosões, desmoronamentos, alagados, cortiços, palafitas, deslizamentos, lixões, enchentes, ocupação de áreas de mananciais, entre outros. 4. Atender à população residente em município integrante de região metropolitana, região integrada de desenvolvimento ou aglomerado urbano ou sede de capital estadual. 5. Atender a demandas apresentadas por movimentos sociais, associações e grupos representativos de segmentos da população. 6. Atender à população residente em município com índice de inadequação de domicílios superior à média nacional, conforme estudo intitulado Déficit Habitacional no Brasil, da Fundação João Pinheiro. 7. Atender à população residente em município que tenha sido beneficiado com outros programas do MCIDADES, para execução de ações complementares àquelas que estão sendo objeto da proposta apresentada, em especial, que: a) possua Plano Estratégico Municipal para Assentamentos Subnormais PEMAS, desenvolvido no âmbito do Programa HABITAR BRASIL BID; b) possua projetos técnicos desenvolvidos no âmbito do Programa PAT PROSANEAR; c) tenha desenvolvido Plano de Risco, no âmbito do Programa Prevenção e Erradicação de Riscos; ou d) Plano de Regularização, no âmbito do Programa Regularização Fundiária Sustentável. 8. Ser considerada prioritária por Conselho Municipal ou Estadual ou órgão de caráter equivalente. Com quem executa: Estados, Distrito Federal e municípios. (Questão 1) A seleção de propostas para a obtenção de recursos do Orçamento Geral da União (OGU) por meio do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) se dá por meio de seleção pública no site do Ministério das Cidades com o preenchimento de cartas consultas por estados e municípios, conforme texto explicativo existente no Portal da Cidadania. Para o ano de 2008 a seleção já foi realizada e os recursos para 2009 serão selecionados no 2º semestre desse ano. Nesse processo é importante que o município/estado já tenha aderido ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social e cumprido os compromissos de instalação de Conselho e Fundo Local de Habitação. Sem isso, o acesso aos recursos está bloqueado. Os Colegiados poderão participar ativamente desse processo por meio da listagem presente no Portal, conferindo se seu município/estado está em dia com o SNHIS ou não. A fiscalização por parte do Colegiado sobre as obrigações junto ao SNHIS e a participação de seus membros nos Conselhos Municipais/Estaduais de Habitação são as melhores maneiras de garantir que as demandas dos Territórios sejam encaminhadas quando do início do processo de seleção pública. 65
66 Resolução Min. das Cidades Resolução Meta: Famílias atendidas: 650 Para que serve: A Resolução n.º 460 de 14 de dezembro de 2004 do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) estabelece diretrizes gerais para a aplicação dos recursos do Fundo, dentre as quais a de concessão de subsídios, operação que se dá por meio do Programa Carta de Crédito FGTS. O Programa Carta de Crédito FGTS - Operações Coletivas Caucionadas é um financiamento imobiliário com subsídio concedido diretamente ao beneficiário final, por meio de uma Entidade Organizadora no intuito de facilitar o acesso à casa própria para pessoas com renda familiar bruta de até R$ 1.875,00. Para quem: Podem acessar o Programa Carta de Crédito FGTS - Operações Coletivas Caucionadas (meio pelo qual se aplica a Resolução 460) Entidades Organizadoras, que podem ser representadas pelo Distrito Federal, estados, municípios; cooperativas habitacionais ou órgãos assemelhados; condomínios; associações; sindicatos; e pessoas jurídicas voltadas para a produção habitacional. Como a prioridade é definida: As Entidades Organizadoras se habilitam ao Programa junto aos Escritórios Regionais de Negócios da Caixa Econômica Federal, podendo contar com a participação de estados e municípios na composição de subsídio financeiro complementar aos recursos de contrapartida. O desconto (subsídio) do FGTS é proporcional à renda familiar dos beneficiários, sendo integral para até um salário mínimo e variável de acordo com a localização do imóvel e a modalidade de atendimento. As modalidades de atendimento são: 1. aquisição ou construção de imóvel novo ou reabilitação urbana; 2. aquisição de material de construção, exclusivamente quando implementada sob a forma coletiva, para fins de construção; 3. aquisição de imóvel usado; e 4. aquisição ou produção de lotes urbanizados ou aquisição de material de construção, exclusivamente quando implementada sob a forma coletiva, para fins de conclusão, ampliação, reforma ou melhoria. São priorizadas as modalidades 'construção de imóveis' e 'aquisição de materiais para fins de construção'. Com quem executa: Distrito Federal, estados, municípios; cooperativas habitacionais ou órgãos assemelhados; condomínios; associações; sindicatos; e pessoas jurídicas voltadas para a produção habitacional (Questão 1) A Resolução 460 é um programa de financiamento, cujas regras podem ser encontradas no Portal da Cidadania. Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Aquisição de Máquinas e Equipamentos Aquisição de Máquinas e Equipamentos 66
67 Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Aquisição de Máquinas e Equipamentos Para que serve: Apoiar ao Territórioa para conservação de estradas, preparo de solo e práticas agrícolas. Para quem: Prefeituras Minicipais, Sindicatos e Cooperativas Como a prioridade é definida: Demandas municipais e parlamentares. Com quem executa: Prefeituras Municipais, Cooperativas e Sindicatos. 1 - Em processo de definição/detalhamento - Prazo Limite: Projetos das Unidades da Embrapa com foco nos Territórios Rurais Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Projetos das Unidades da Embrapa com foco nos Territórios Rurais Para que serve: Solução de problemas ou viabilização de oportunidades econômicas agropecuárias que envolvam disponibilização de Tecnologias ou demandem pesquisas para sua solução, de forma a garantir o desenvolvimento econômico, social e ambiental dos territórios rurais Para quem: Associação de Produtores, Cooperativas, Associações, Assentamentos, Escolas Rurais, Sindicatos de trabalhadores rurais, Prefeituras Municipais e Conselhos territoriais. Como a prioridade é definida: Deve ser uma demanda encaminhada pelo Colegiado Territorial à Embrapa e que esteja no âmbito de competência da Embrapa, que poderá articular com demais parceiros para execução da ação. Com quem executa: Diversos parceiros 67
68 68
Programa Territórios da Cidadania Inhamuns Crateús - CE
Programa Territórios da Cidadania Inhamuns Crateús - CE Formação em Cooperativismo e Comercialização Formação em Cooperativismo e Comercialização Meta: pessoas capacitadas: 35 Para que serve: Promover
NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014
NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento
Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA
Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Objetivo da Apresentação Possibilitar a compreensão das políticas públicas relacionadas e/ou
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA
alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO
2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades
EMATER RS. Seminário. A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável
Seminário A Extensão Rural Pública e Seus Impactos no Desenvolvimento Municipal Sustentável e Mário Augusto Ribas do Nascimento Presidente da EMATER/RS Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência
alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO
2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.
TERMO DE REFERÊNCIA. Local de atuação: Brasília/DF com disponibilidade para viagens em todo o território nacional.
TERMO DE REFERÊNCIA Denominação: Consultor(a) especializado(a) para atuação na área de suporte técnico e avaliação das políticas de fortalecimento da agricultura familiar, com enfoque nos princípios da
Departamento de Geração de Renda e
Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor - DGRAV ESTRUTURA DO MDA Gabinete do Ministro Secretaria Executiva Secretaria da Agricultura Familiar SAF Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA
Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT
Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?
O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar
O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA - DIAGNÓSTICO Prevalência de situação de segurança alimentar em domicílios particulares, por situação do domicílio
A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012
A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012 Contexto Retomada dos Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural no país em 2003;
PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR COORDENAÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar Modalidades do PAA MODALIDADES PROGRAMA
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades
CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001
Publicada no D.O.U. de 20/12/2001, Seção 1, Página 36 CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001 Dispõe sobre a aprovação do Programa Jovem Agricultor
XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME
XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores
Trabalhando em conjunto com os municípios pela melhoria da qualidade da educação pública brasileira
Trabalhando em conjunto com os municípios pela melhoria da qualidade da educação pública brasileira CONHECENDO O FNDE O FNDE é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Educação. Sua missão é prestar
INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014
INVESTIMENTO SOCIAL Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Nós promovemos o desenvolvimento sustentável de diversas maneiras Uma delas é por meio do Investimento Social INVESTIMENTO INVESTIENTO SOCIAL - Estratégia
FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza
FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns
gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país.
OBJETIVO GERAL Estabelecer cooperação técnica para desenvolver e implementar ações que visem a fortalecer o ciclo da gestão das Instâncias de Governança nas regiões turísticas prioritárias do país. IMPORTANTE:
COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014
COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 Redação do vencido, para o turno suplementar, do Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara nº 90, de 2013 (nº 757, de 2011, na Casa de origem). A Comissão
PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial
PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA POR QUE O PROJETO Decisão Estratégica do Governo do Estado da Bahia Necessidade de avançar na erradicação da pobreza rural Existência de
Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social
AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez
Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01
Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01 ELABORAÇÃO DE PLANOS DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA PARA EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS ORGANIZADOS EM REDES DE COOPERAÇÃO NOS TERRITÓRIOS DA MATA SUL/PE, MATA
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria Financeira de conciliação das informações repassadas pelos
1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária
Edital de Seleção de Pontos Fixos de Comercialização Solidária Candidatos para Participar da Rede Brasileira de Comercialização Solidária - Rede Comsol (Edital - Ubee/Ims N. 01/2014) 1. Apresentação A
DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,
DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito
Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar
Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção
Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica
Edital 1/2014 Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica A (PoloSul.org) torna pública a presente chamada e convida os interessados para apresentar propostas de incubação
III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE
III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana
TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para aprimoramento das estratégias e metodologias
Implantação de Sistema Integrado de Gerenciamento da Execução da Reforma Agrária e Agricultura Familiar
Programa 0139 Gestão da Política de Desenvolvimento Agrário Objetivo Coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e controle dos programas na área de desenvolvimento agrário
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro
CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG
PROGRAMAS ABERTOS MINISTÉRIO DA PESCA Código do Programa 5800020130061 Administração Pública Estadual ou do Distrito Federal Programa 20.122.2113.2000.0001.0001 - Adminstração da Unidade - Nacional A atividade
Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto
Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero Andrea Butto Ministério do Desenvolvimento Agrário Temas abordados Estados assumiram compromissos que
CAMPO FORMAÇÃO PROFISSIONAL PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E O DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL EM BASES TERRITORIAIS E AGROECOLÓGICAS
PRONATEC CAMPO FORMAÇÃO PROFISSIONAL PARA O FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E O DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL EM BASES TERRITORIAIS E AGROECOLÓGICAS PRONATEC CAMPO O PRONATEC O Programa Nacional
ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR
ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR Com a aprovação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, e da Resolução FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, as escolas
PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016
PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI
Desenvolvimento Rural Sustentável na Abordagem Territorial. Alexandre da Silva Santos Consultor da SDT/MDA Balneário Camboriu, Novembro de 2011
Desenvolvimento Rural Sustentável na Abordagem Territorial Alexandre da Silva Santos Consultor da SDT/MDA Balneário Camboriu, Novembro de 2011 Apresentação: Território Rural de Identidade; Programa Territórios
As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais
As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais INCLUSÃO PRODUTIVA RURAL Aumento da produção para segurança alimentar e ampliação de canais de comercialização Programa de Aquisição de
Ministério do Desenvolvimento Agrário
Ministério do Desenvolvimento Agrário MISSÃO Promover a política de desenvolvimento do Brasil rural, a democratização do acesso à terra, a gestão territorial da estrutura fundiária, a inclusão produtiva
EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta
EDUCAÇÃO AMBIENTAL Meta e Estratégias Meta Universalizar a educação socioambiental em todos os níveis e modalidades de ensino, como uma prática inter, multi e transdisciplinar, contínua e permanente nos
Plano Plurianual 2012-2015
12. Paraná Inovador PROGRAMA: 12 Órgão Responsável: Contextualização: Paraná Inovador Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI As ações em Ciência, Tecnologia e Inovação visam
Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável MicrobaciasII OBJETIVO GERAL Promover o desenvolvimento
Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER-
Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- -DATER- Lei 12.188 Assistência Técnica e Extensão Rural para a
Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos
Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,
PAUTA UNITÁRIA DOS MOVIMENTOS SINDICAIS E SOCIAIS DO CAMPO
PAUTA UNITÁRIA DOS MOVIMENTOS SINDICAIS E SOCIAIS DO CAMPO São Paulo, 12 de março de 2015. No consenso de nossas concepções, dos movimentos sociais do campo e das florestas, inclusive pactuadas no Encontro
PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO NO SISTEMA PRISIONAL PLANO DE AÇÃO
EIXO: GESTÂO Fortalecer a parceria entre e instituições parceiras para o desenvolvimento de ações educacionais Formalização de Termo de Cooperação Técnica entre e SEC do Estado para a efetivação de políticas
O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social
II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos
POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
MARCO LEGAL Diálogo do Governo Federal com Sociedade Civil (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis MNCR). Código Brasileiro de Ocupações - 2002 Reconhecimento a Categoria profissional
LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.
LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)
RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)
RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos
Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência
Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES
Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE
IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades
CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO RESOLUÇÃO Nº 113, DE 11 DE SETEMBRO DE 2014
CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO RESOLUÇÃO Nº 113, DE 11 DE SETEMBRO DE 2014 Regulamenta a concessão de Auxílio para Apoio a Incubadoras
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 Estabelece as normas para que os Municípios, Estados e o Distrito Federal
Inclusão Social - mudanças K A T I A C A V A L C A N T E 2 0 1 4
Inclusão Social - mudanças K A T I A C A V A L C A N T E 2 0 1 4 Sumário Assistência Social Saúde Educação Infraestrutura - Comunicação e Energia Moradia Bolsa Família Bolsa Verde Direitos Culturais A
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO, ARTICULAÇAO E PROJETOS EDUCACIONAIS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO, ARTICULAÇAO E PROJETOS EDUCACIONAIS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO
Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade.
Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são a totalidade de ações, metas e planos que os governos
COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta:
COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005 Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas em assegurar o direito
Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte
SEMINÁRIO NACIONAL DO ESPORTE EM CONSTRUÇÃO: SISTEMAS PÚBLICOS NACIONAIS E MODELOS ESPORTIVOS INTERNACIONAIS Resoluções sobre Financiamento das três edições da Conferência Nacional do Esporte Prof. Dr.
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)
Presidência da República Controladoria-Geral da União Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (PETI) O PETI é um programa do Governo Federal que
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.346, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SISAN com vistas em assegurar
Escola de Políticas Públicas
Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos
PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES - Edital Nº 32, de 24 de julho de 2014 - RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE
PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES - Edital Nº 32, de 24 de julho de 2014 - RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL E EM ÁREA PROFISSIONAL DA SAÚDE ORIENTAÇÕES PARA SOLICITAÇÃO DE FINANCIAMENTO DE BOLSAS DE RESIDÊNCIA
2 Oferta de cursos técnicos e superiores por eixo tecnológico, por Campus. Taxa de ingresso nos cursos técnicos na forma de oferta, por Campus
PERSPECTIVA OBJETIVO INDICADOR META RESULTADOS INSTITUCIONAIS 1 Nº de cursos técnicos e superiores, articulados com os arranjos produtivos locais por Campus; 2 Oferta de cursos técnicos e superiores por
PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA.
PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. FICHA TÉCNICA Coordenação de População e Indicadores Sociais: Bárbara Cobo Soares Gerente de Pesquisas e Estudos Federativos: Antônio
Programa Escola Aberta
Programa Escola Aberta O Programa Escola Aberta foi criado a partir de um acordo de cooperação técnica entre Ministério da Educação e a Unesco, implantado em 2004. No Estado do Paraná tem seu início no
MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano
MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano SNHIS / FNHIS - Lei nº 11.124/05 REQUISITOS PARA ADESÃO DOS MUNICÍPIOS AO
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador
Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE
Governo do Estado do Ceará Secretaria do Planejamento e Gestão SEPLAG Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará - IPECE TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE ESPECIALISTA EM LICITAÇÕES PARA O
RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014
RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre ajustes nas normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), de que trata o Capítulo 10 do Manual de Crédito Rural
Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza
Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza OConselho da Comunidade Solidária foi criado em 1995 com base na constatação de que a sociedade civil contemporânea se apresenta como parceira indispensável
Plano de Desenvolvimento Sustentável da Unidade Familiar. 9 de agosto de 2011
Plano de Desenvolvimento Sustentável da Unidade Familiar 9 de agosto de 2011 Agricultura familiar é a forma de produção em que predominam: interação entre gestão, trabalho e direção do processo produtivo;
DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário
DILMA ROUSSEFF Presidenta da República PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário MARIA FERNANDA RAMOS COELHO Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário MARIA LÚCIA DE OLIVEIRA
Princípios ref. texto nº de votos N
Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA (PESSOA FÍSICA) Contrato por Produto Nacional Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização
Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável CEDRS-PB. Câmara Técnica de Ação Fundiária CTAF
Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável CEDRS-PB Câmara Técnica de Ação Fundiária CTAF Edital de Convocação para Credenciamento de Entidades Prestadoras de Serviços de Medição de Área Perimetral
EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO - SNCJS
1. Apresentação União Brasileira de Educação e Ensino UBEE EDITAL DE SELEÇÃO DE EMPREENDIMENTOS ECONOMICOS SOLIDÁRIOS (EES) CANDIDATOS A HABILITAÇÃO AO SISTEMA NACIONAL DE COMÉRCIO JUSTO E SOLIDÁRIO -
POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua
POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua Deveria ter sido aprovado um PNE para o período 2011-2020, mas não o foi. O último PNE ( Lei nº 10.172, de 2001) criou metas para a educação
Programa Nacional da Alimentação Escolar PNAE
Programa Nacional da Alimentação Escolar PNAE PROGRAMA NACIONAL DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR PNAE A compra de gêneros alimentícios da agricultura familiar para a alimentação escolar é uma conquista dos agricultores
Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014
Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014 O QUE É O CAR O Cadastro Ambiental Rural - CAR, é o registro público eletrônico de âmbito
PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:
PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho
GABINETE DO PREFEITO
LEI Nº. 1.193/2015 AUTOR: MESA DIRETORA SÚMULA: CRIA O CONSELHO E O FUNDO MUNICIPAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO MUNICÍPIO DE ARIPUANÃ, ESTADO DE MATO GROSSO, E
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura
TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) N.º e Título do Projeto BRA 06/005 A Educação Como Fator de Coesão Social Natureza do Serviço Modalidade Localidade de Trabalho Consultoria Produto Brasília/DF Objetivo da Contratação
TERMO DE REFERÊNCIA. Consultoria Produto Brasília DF
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DIRETORIA DE POLÍTICAS PARA EDUCAÇÃO ESPECIAL COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL TERMO DE REFERÊNCIA N.º e Título do Projeto Projeto
Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário
Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Janeiro - 2011 Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer
GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS
GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes
Prazo Limite de envio da Proposta ( informações atualizadas em 31/05/2012)
ACESSE A PÁGINA DO SICOV PARA MAIORES DETALHES: https://www.convenios.gov.br/siconv/programa/listarchamamentopublico/listarchamamentopublico.do?op=disp Código do Programa Projetos referentes aos saberes,
TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação
BIBLIOTECAS PÚBLICAS
EDITAL DE FORTALECIMENTO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA (SNC) 2014 BIBLIOTECAS PÚBLICAS Orientações aos Sistemas Estaduais de Bibliotecas Públicas (SEBPs) integrantes do SNC O que é o Sistema Nacional
ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS
ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS Roteiro Pedagógico e Metodológico Parte 1. Identificação do Projeto 1.1. Instituição de ensino proponente, com a respectiva identificação 1.2. Título do Projeto/Objeto
O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica
O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE [email protected] 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
