Propriedades do Nióbio
|
|
|
- João Batista Caldas Almeida
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Nióbio
2 O que é o Nióbio? É um elemento químico, de símbolo Nb, número atômico 41. Possui massa atômica igual a 92,9 g/ mol. É um elemento de transição pertencente ao grupo 5 ou 5B da classificação periódica dos elementos. Possui distribuição eletrônica [Kr]4d 4 5s 1.
3 Propriedades do Nióbio Raio médio Raio atômico calculado Raio covalente Estrutura Cristalina Estado da matéria Ponto de fusão Ponto de ebulição Entalpia de vaporização Entalpia de fusão Pressão de vapor Eletronegatividade Calor específico Condutividade elétrica Condutividade térmica 145 pm 198 pm 137 pm Cúbica de Corpo Centrado Sólido 2750 K 5017 K 696,6 kj/mol 26,4 kj/mol 0,0755 Pa a 2741 K 1,6 (Pauling) 265 J/(kg K) 6, m-1 Ω-1 53,7 W/(m K) Fonte: Wikipédia
4 Características principais É um metal dúctil. É um metal que tem boa resistência mecânica e tenacidade. É um metal cinza brilhante em condições naturais. Pode adquirir uma coloração azulada quando em contado com o ar em temperatura ambiente após um longo período. Suas propriedades químicas são muito semelhantes às do tântalo (elemento químico), que está situado no mesmo grupo. O metal começa a oxidar-se com o ar a 200 ºC e seus estados de oxidação mais comuns são +2, +3 e +5.
5 Ocorrência É encontrado em minerais como: Niobita (columbita) [( Fe, Mn )( Nb, Ta ) 2 O 6 ]. Niobita-tantalita [( Fe, Mn )( Ta, Nb ) 2 O 6 ]. Pirocloro [( NaCaNb 2 O 5 F)]. Euxenita [( Y, Ca, Ce, U, Th ) (Nb, Ta, Ti) 2 O 6 ]. Característica principal Minerais que contém nióbio geralmente contém também o tântalo.
6 O nióbio é nosso O Brasil lidera a produção mundial de nióbio, utilizado na fabricação de supercondutores. Toda a tecnologia de purificação do nióbio foi desenvolvida na Faenquil, projeto iniciado por um grupo de engenheiros vindos da Unicamp no final da década de 70. Em 12 anos o Brasil conquistou a auto-suficiência tecnológica no beneficiamento do produto.
7 Jazidas de Nióbio Brasil Empresas do setor (exploradoras) Mineração Catalão de Goiás Controle acionário (Grupo Anglo American e Bozzano Simonsen). Cia. Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), com capital distribuído entre o Grupo Moreira Sales e a Molycorp. A CBMM a única empresa do setor que opera, desde a mina até a produção de produtos de nióbio de alto valor agregado. O Centro de Desenvolvimento Ambiental da CBMM, já obteve os certificados ISO 9002 e ISO
8 Reservas Brasileiras Reservas Brasileiras 96,30% Minas Gerais Amazonas Góias 1,00% 2,70% Fonte: DNPM DEM, Mineral Commodity Summaries
9 Produção interna Produção interna Minas Gerais Góias 21,60% 78,30% Fonte: DNPM DEM, Mineral Commodity Summaries
10 Mundo O Brasil é o líder mundial em reservas conhecidas de pirocloro (Nb 2 O 5 ), com uma participação de 88,0%, seguido do Canadá com 9,0%. Líderes Mundiais 0% 20% 40% 60% 80% 100% Brasil Brasil 88% Canadá Outros Canadá 9% Outros 3% Fonte: DNPM DEM, Mineral Commodity Summaries
11 Principais Consumidores Internacionais Os Países Baixos (28,0%), Estados Unidos (24,0%), Japão (22,0%), Alemanha (8,0%) e Canadá (7,0%), os principais consumidores do produto. Consumidores Mundiais 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% Países Baixos Eua Japão Canadá Alemanha Fonte: DNPM DEM, Mineral Commodity Summaries
12 O Comércio do Nióbio A liga FeNb destina-se ao mercado externo na aplicação da fabricação de aços especiais (grades, estruturas e oleodutos), nas industrias automobilísticas, espaciais, navais, aeronáuticas e de ferramentas de alta precisão. A Cia Brasiliera de Metalurgia e Mineração exportou 87,8% de sua produção de FeNb (2006). A empresa exportou seus produtos para cerca de 330 clientes em 45 países e a partir desta base, a empresa atenderá com maior agilidade os clientes asiáticos, onde em Tóquio foi criado uma joint venture com a empresa nipônica Nissho Corporation. Fonte: CBMM
13 Obtenção do Nb Procedimentos para a obtenção do nióbio de alta pureza por redução do Nb2O5: - Redução carbotérmica rmica - Redução silicotérmica - Redução por hidrogênio - Redução metalotérmica (alumínio e magnésio)
14 Redução aluminotérmica do Nb2O5 Forno para redução aluminotérmica do Nb2O5: - Câmara de reação; - Molde; - Leito de escória. Principais reações envolvidas: 2/5 Nb2O5 Nb + 4/3 Al -> > 4/5 Nb + 2/3 Al2O3Al NaClO3 + 2 Al -> > Al2O3 Al + NaCl
15 Refino em forno por feixe eletrônico Forno composto de dois canhões, câmara de fusão mantidos sob alto-vácuo. Os eletrodos fazem o lingotamento do metal. O lingote obtido na primeira fusão é resfriado. Em geral, três fusões são necessárias para se obter o nióbio altamente puro.
16 Forno de feixe eletrônico
17 Aplicações Como elemento de liga para conferir melhoria de propriedades em produtos de aço; Em superligas que operam a altas temperaturas em turbinas das aeronaves a jato; Adicionado ao aço inoxidável utilizado em sistema de escapamento dos automóveis para evitar corrosão intergranular; Produção de ligas supercondutoras de nióbio-titânio usadas na fabricação de magnetos para tomógrafos de ressonância magnética; Encontra aplicação também em cerâmicas eletrônicas e em lentes para câmeras.
18 Usos para os aços microligados ao nióbio Na indústria naval e nas plataformas marítimas; Nos tubos de grande diâmetro para transporte de gás ou petróleo; Na produção dos aços Interstitial Free, livres de átomos intersticiais, com teor de carbono extra baixo (menos de 0,005%) e excelente conformabilidade; Na construção civil, onde é típica a utilização de chapas grossas de aços de alta resistência microligados ao nióbio (pontes, viadutos e edifícios); Amplo o emprego da tira laminada a quente na indústria automotiva (chassis de caminhões, nas rodas e em algumas partes estruturais); Seu uso pode ser observado ainda em guindastes, vagões ferroviários, contêineres e veículos fora de estrada.
19 Nióbio puro e suas ligas Superliga usada a temperaturas acima de 650 C em atmosferas altamente oxidantes e corrosivas; Supercondutividade, com desaparecimento total da resistividade elétrica, abaixo de temperaturas críticas próximas ao zero absoluto; Em estado puro, encontra aplicação em aceleradores de partículas subatômicas; Lâminas de nióbio puro usadas na produção de diamantes sintéticos; Componentes de nióbio-titânio resistentes à ignição, usados por mineradoras, especialmente na mineração de ouro; Nióbio para os alvos de evaporação usados na indústria de vidro arquitetural, nas lâminas de barbear e na indústria eletrônica; Ligas de nióbio-titânio para uso em implantes cirúrgicos, de desenvolvimento recente.
20 Lâmina de Nióbio Puro
21 Ligas à base de Nióbio Lingotes de Nb-Ti para cabos (1988); Liga C-103: C propulsores e bocais de foguetes; Cabos anódicos de Nb nas plataformas marítimas; Lâminas de Nb puro: diamantes sintéticos; ticos; Ligas Nb- Ti para implantes cirúrgicos; rgicos;
22 Cerâmicas finas Chamados materiais funcionais e estruturais de engenharia. Capacitores cerâmicos e lentes ópticas, ferramentas e peças de motor. 500 toneladas por ano de Nb 2 O 5 para cerâmicas, 2/3 para Japão.
23 Tântalo
24 Ocorrência Ocupa a 54ª posição na escala de abundância relativa Columbita-Tantalita Tantalita: : fórmula f geral, (Fe( Fe,Mn) (Ta,Nb Nb)2O6 Minerais mais raros: Wodginita, Euxenita, Pirocloro Países da África ( Zimbábue, bue, Congo, Nigéria e Moçambique), Brasil e Austrália
25 columbite euxenite niobite
26 Informações adicionais As reservas minerais conhecidas no mundo em 2001, segundo o Departamento Nacional de Produção Mineral DNPM atingem t de tantalita. O Brasil concentra 49,4% das reservas mundiais, seguido da Austrália com 32%.
27
28 Propriedades É um metal de alto valor devido às s suas propriedades intrínsecas nsecas que englobam: excelente ductilidade, resistência à corrosão, alto ponto de fusão e ebulição e boa condutividade térmica t e elétrica. Pode ser trefilado em arames finos, que são usados como filamentos para evaporar metais como o alumínio. É atacado somente pelo ácido fluorídrico, por soluções ácidas contendo o íon fluoreto e por trióxido de enxofre. Álcalis o atacam de forma bastante lenta. Torna-se mais reativo em altas temperaturas. É supercondutor a -268,7 C. Filmes de óxido de tântalo são estáveis e possuem boas propriedades dielétricas. Rede Cristalina : cúbica c de corpo centrado
29 Grandeza Valor Unidade Massa específica do sólidos kg/m 3 Ponto de fusão 3017 C Calor de fusão 36 kj/mol Ponto de ebulição 5458 C Calor de vaporização 735 kj/mol Temperatura crítica s/ dado C Eletronegatividade 1,5 Pauling Estados de oxidação +5 - Resistividade elétrica Ω m Condutividade térmicat 57,5 W/(m C) Calor específico 140 J/(kg kg C) Coeficiente de expansão térmicat 0, (1/ C) Coeficiente de Poisson 0,34 - Módulo de elasticidade 186 GPa Velocidade do som 3400 m/s Estrutura cristalina cúbica de corpo centrado -
30 Produção Comercialmente a produção do tântalo pode seguir um dos diversos métodos: m eletrólise lise do fluortantalato de potássio fundido; Redução do fluortantalato de potássio com sódio; Reagindo o carboneto de tântalo com óxido de tântalo; Como subproduto da extração do estanho; O processo KROLL (Titanio)) também é aplicado para o tântalo
31 A foto mostra capacitores de tântalo. Aplicações Atualmente a maior aplicação do tântalo, correspondendo a cerca de 60% do uso total, é como pó metálico na produção de capacitores, os quais regulam o fluxo de eletricidade nos circuitos integrados da indústria eletrônica. Seus capacitores têm maior capacitância por unidade de volume, propriedade responsável por sua extensiva utilização em circuitos elétricos miniaturizados como em telefones celulares,computadores pessoais, bens de consumo digitais (vídeos e câmeras, por exemplo), eletrônica de automóveis e equipamentos médicos.
32 Aplicações Usado em superligas para fabricação de produtos laminados (como carbeto - TaC) e fios assim como em lâminas de turbinas para indústria aeronáutica. Vale lembrar que já foi muito usado como fio em filamentos de lâmpadas tendo sido substituído pelo tungstênio, que apresenta menor custo.
33 Aplicações A demanda por concentrado de tantalita teve um aumento nos últimos anos devido principalmente à sua maior utilização em aparelhos eletrônicos portáteis como telefones celulares, laptops e vídeos. Estima-se que, com o desenvolvimento da indústria de telecomunicações, esta demanda aumente mais ainda.
34 Zircônio
35 Distribuição Eletrônica: [Kr]4d 2 5s 2 Estrutura Cristalina: Hexagonal Compacta - símbolo Zr - número atômico 40 - massa atômica 91 - sólido a temperatura ambiente - grupo 4 (4B) metal de transição
36
37 Distribuição de reservas e produção mundiais de zircônio
38
39 A principal fonte de zircônio é a zirconita, ( ZrSiO 4 ) cuja apresentação pode variar nas seguintes cores: marrom, verde, azul, vermelho, amarelo e incolor. Em termos teóricos, a composição da zirconita é formada de 67,2% de ZrO 2 e 32,8% de SiO 2. Outros minerais de zircônio conhecidos são a baddeleyta e o caldasito (ou zirkita). A baddeleyta (ou zircônia, ZrO 2 ) é o segundo minério mais importante de zircônio. Contém teores de óxido de zircônio contido que variam entre 96,5% a 98,5%. Como esse minério apresenta teores tão significativos, é conhecido como uma fonte de extrema pureza na obtenção de zircônio metálico e compostos químicos. O caldasito, também conhecido como zirkita, cuja ocorrência só tem registro no Brasil, é um minério de zircônio que se apresenta como uma mistura de zirconita e baddeleyta, idêntica a uma massa compacta homogênea acizentada, podendo variar, quando oxidado, para as cores marrom ou vermelho.
40 O metal é obtido principalmente de uma cloração redutiva através do processo denominado Kroll: primeiro se prepara o cloreto para depois reduzi-lo com magnésio. num processo semi-industrial, pode-se realizar a eletrólise de sais fundidos, obtendo-se o zircônio em pó que pode ser utilizado, posteriormente, em pulvimetalurgia.
41 Propriedades - Massa específica: 6,51 g/cm 3 a 300 K; - Ponto de fusão: 2125 K; - Ponto de ebulição: 4650 K; - Calor de fusão: 16,9 kj/mol; - Coeficiente de Poisson: 0,34; - Coeficiente linear de expansão térmica: 5, /K; - Raio atômico: 2,16 Å - Calor de vaporização: 58,2 kj/mol; - Calor específico: 0,27 J/gK; - Condutividade térmica: 0,227 W/cmK; - Condutividade elétrica: 0, /cmω; - Módulo de Young: 98 Gpa; - Volume molar: 14,06 cm 3 /mol;
42 Sistemas Cristalinos A fase monoclínica é estável até 1170 ºC de onde se transforma à fase tetragonal. A 2370 ºC, a fase tetragonal se transforma à fase cúbica que existe até 2680 ºC, o ponto de fusão da zircônia.
43 Características - Metal branco acinzentado brilhante e muito resistente a corrosão; - Mais leve que o aço com uma dureza similar ao cobre; - Quando pulverizado entra em ignição no ar, de forma espontânea a altas temperaturas. Risco de explosão. Na forma de bloco, a ignição é difícil; - É resistente à corrosão de ácidos (melhor que o aço), e álcalis (supera o tântalo, o titânio e o aço inox), da água do mar e de outros agentes, mas pode se dissolver com HF, formando complexos com os fluoretos; - A menos que não esteja corretamente ligado, é pouco resistente à ação corrosiva da água e do vapor d água; - Os estados de oxidação mais comuns são +2, +3 e +4;
44 Características - À temperatura ambiente não reage com nenhum dos gases comuns e permanece brilhante por tempo indefinido. A altas temperaturas reage praticamente com todos os gases, formando compostos como óxidos e nitretos, ou simplesmente dissolve o gás, sem modificar a própria estrutura cristalina; - O háfnio está associado aos minerais de zircônio e a separação é difícil. O zircônio comercial pode ter até 3% de háfnio; - Ligado com zinco, torna-se magnético em temperaturas abaixo de 35 K; - Os compostos são de baixa toxidade; - Não se conhece nenhuma função biológica deste elemento.
45
46 Aplicações - Devido à sua seção de capturas de nêutrons ser muito baixa, é utilizado principalmente (em torno de 90% do consumo) como revestimento de reatores nucleares, em forma de ligas zircaloy, que contém estanho, ferro e cromo em porcentagens reduzidas; - Aditivo em aços obtendo-se materiais muito resistentes; - Empregado em ligas com o níquel na indústria química devido a sua resistência diante de substâncias corrosivas e remoção de oxigênio de válvulas eletrônicas e ligas de aço; - Óxido de zircônio impuro é empregado na fabricação de utensílios de laboratório que suportam mudanças bruscas de temperaturas, revestimentos de fornos e como material refratário em indústrias cerâmicas e de vidro; - É bastante tolerado pelos tecidos humanos, por isso pode ser usado para a fabricação de articulações artificiais; - Também é empregado em trocadores de calor, tubos de vácuo e filamentos de lâmpadas.
47 Aplicações - Alguns de seus sais são empregados para a a fabricação de antitranspirantes; - Pode ser usado como agente incendiário para fins militares; - Óxido de zircônio é usado em joalheria. É uma gema artificial denominada zirconita, que imita o diamante; - O carboneto e o nitreto são materiais de elevada dureza que se utilizam no fabrico de abrasivos e instrumentos cortantes. O nitreto de zircônio (ZrN) tem sido usado em substituição ao nitreto de titânio no revestimento de brocas; - O carboneto duplo de amônio e zirconilo é utilizado na preparação de fluidos hidrófobos e de revestimentos à prova de água; - Utilizado como constituinte de isolantes, esmaltes e outros materiais resistentes à temperatura; - Outras aplicações menores incluem a fabricação de lâmpadas de flash para fotografia, explosivos, fogos de artifício, balas traçadoras, foguetes de sinalização, etc;
48 Aplicações - Pigmento na indústria de cerâmica; - Sensores para avaliação de oxigênio (para motores e indústria siderúrgica); - Tecidos High-tech; - Vidro metálico.
49 O óxido de zircônio (ZrO2) ocorre na natureza na forma de um mineral raro, chamado baddeleyíta, que cristaliza no sistema monoclínico. Existe, porém, a zircônia artificial, que tem a mesma composição química, mas cristaliza no sistema cúbico, sendo, por isso, chamada de zircônia cúbica. Tanto a baddeleyíta quanto a zircônia cúbica são usadas como gema, sendo a zircônia cúbica muito mais conhecida por ser a mais perfeita imitação de diamante já obtida. Ela serve, além disso, para, variando a cor, imitar outras gemas, como a ametista.
50 Materiais cerâmicos são frágeis e uma das maneiras conhecidas para se contornar esta deficiência é a introdução de partículas de zircônia na matriz, o que tenacifica o material, intensificando suas propriedades mecânicas. Assim, esta característica se faz muito importante quando estamos interessados em fabricar, por exemplo, cerâmicas dentárias.
51 Inovações Tecnológicas Cientistas criam um vidro perfeito a partir de um metal Submetendo-o à mesma pressão capaz de criar os diamantes, cientistas da Universidade da Califórnia, Estados Unidos, criaram um vidro tão puro que poderá vir a ser chamado de o "vidro-diamante". O vidro metálico puríssimo poderá ser utilizado em materiais mais resistentes e estáveis para aplicações médicas, esportivas e em aplicações de opto-eletrônica. Os cientistas Yusheng Zhao e Jianzhong Zhang descobriram que o vidro de zircônio se forma a cerca de um terço da temperatura de fusão do elemento, quando o material é submetido a um pressão de cinco bilhões de Pascal, algo como vezes a pressão atmosférica da Terra.
52 Os vidros metálicos têm encontrado uma grande variedade de usos nos últimos 15 anos, substituindo materiais convencionais como metais cristalinos, ligas metálicas e cerâmicas de alta tecnologia. Entre as suas aplicações atuais estão materiais estruturais para engenharia, componentes eletrônicos, joalheria, esquis, raquetes de tênis e tacos de golfe. Os vidros metálicos se comportam elasticamente como os polímeros, mas são mais fortes do que as ligas metálicas. Isto os torna quase inquebráveis, mantendo o formato e sendo difíceis de serem riscados. Mas até agora os vidros metálicos continham três ou mais elementos, o que diminui sua estabilidade termal. O novo vidro de zircônio puro resolve este problema. O material permanece estável a temperaturas acima de 800º C e pressões de mais de 2,8 bilhões de Pascal.
Sistemas Cristalinos
Sistemas Cristalinos A zircônia pura, a pressões atmosféricas, exibe três organismos polimorfos cristalinos bem definidos: as fases monoclínica, tetragonais, e cúbicas. A fase monoclínica é estável até
Aproximadamente 80% do vanádio produzido são empregados como ferrovanádio ou como aditivo em aço. Possui outras aplicações como:
Aula: 14 Temática: Metais de Transição Externa (parte 3) Olá! Nesta aula iremos continuar nos metais de transição, agora falaremos sobre o grupo do vanádio, que contém os elementos Vanádio, Nióbio, Tantálio
Compósitos. Os materiais compostos são formados apenas por duas fases: MATRIZ, que é contínua e envolve a outra fase, denominada FASE DISPERSA,
Os materiais compostos são formados apenas por duas fases: MATRIZ, que é contínua e envolve a outra fase, denominada FASE DISPERSA, As propriedades são obtidas através da quantidade, da geometria da fase
INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO
INTRODUÇÃO OS METAIS SÃO ATUALMENTE ESSENCIAIS PARA O NOSSO COTIDIANO. OS QUE SÃO MAIS UTILIZADOS SÃO O ALUMÍNIO (EM LATAS), O COBRE (NOS CABOS DE TELEFONE), O CHUMBO (EM BATERIAS DE AUTOMÓVEIS), O NÍQUEL
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. Conformação de Materiais Metálicos Estampagem É um processo de conformação mecânica, que compreende um conjunto de operações por intermédio
Figura 1- Fabricação de carrocerias de automóveis. Os aços microligados ao nióbio apresentam ótimas propriedades mecânicas e soldabilidade.
HISTÓRIA DO NIÓBIO O nióbio foi descoberto na Inglaterra em 1801 por Charles Hatchett, que na época o denominou de colúmbio. Posteriormente, o químico alemão Heinrich Rose, pensando haver encontrado um
PIROMETALURGIA. Prof. Carlos Falcão Jr.
Prof. Carlos Falcão Jr. 2Al(OH) 3 Al 2 O 3 + 3H 2 O(vapor) 1200ºC INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS 1.1) Ustulação Processo metalúrgico conduzido a altas temperaturas, mas não ocorrendo fusão parcial
RESISTORES, TIPOS DE RESISTORES, IDENTIFICAÇÃO E PRÁTICA DE MEDIÇÃO.
RESISTORES, TIPOS DE RESISTORES, IDENTIFICAÇÃO E PRÁTICA DE MEDIÇÃO. O resistor normalmente é encontrado na forma cilíndrica onde temos um material cerâmico enrolado por uma camada espiral de material
Propriedades da matéria e mudanças de estado físico
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO Campus Valença Propriedades da matéria e mudanças de estado físico Professor: José Tiago Pereira Barbosa 1 Propriedades da Matéria A matéria é
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono
Química. Resolução das atividades complementares. Q42 Ligação metálica
Resolução das atividades complementares 3 Química Q42 Ligação metálica p. 59 1 (Cefet-PR) Analise as afirmações a seguir: I. O metal X é leve, sofre pouca corrosão e é bastante utilizado na construção
Aula 2: O estudo da matéria
KROTON S.A. UNIC EDUCACIONAL LTDA. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2015/1 Aula 2: O estudo da matéria A Matéria Conceitos; Tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. - O que é massa? - Como se afere a massa de
Materiais cerâmicos e vítreos vítreos
Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes
Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02
Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02 1 CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Profa. Dra. Adélia Lima Email: [email protected] à Química Aplicada 2 A disciplina Química Aplicada aborda os conteúdos básicos
PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO
PROCESSOS METALÚRGICOS DE FABRICAÇÃO Amanda Alves PEIXOTO 1 Chelinton Silva SANTOS 1 Daniel Moreira da COSTA 1 Rosângela Chaves dos Santos GUISELINI 1 Eduardo Tambasco MONACO 2 RESUMO Este trabalho visa
Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação
Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Soldagem MIG/MAG MIG e MAG indicam processos de soldagem por fusão que utilizam o calor de um arco elétrico formado entre um eletrodo metálico consumível
Química SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E PROCESSO DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS
SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E PROCESSO DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS Átomos ligados entre si são chamados de moléculas, e representam substâncias químicas. Cada molécula é identificada por uma
RESUMOS TEÓRICOS de QUÍMICA GERAL e EXPERIMENTAL
RESUMOS TEÓRICOS de QUÍMICA GERAL e EXPERIMENTAL 5 ESTUDO DA MATÉRIA 1 DEFINIÇÕES Matéria é tudo que ocupa lugar no espaço e tem massa. Nem tudo que existe no universo e matéria. Por exemplo, o calor e
Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala ([email protected]) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado
Sistema Duplex Vantagens e Aplicações Luiza Abdala ([email protected]) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado METALURGIA Corrosão Tendência que os materiais têm de retornar ao seu estado
AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1
ESTRUTURAIS Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Dentre os materiais encontrados no nosso dia-a-dia, muitos são reconhecidos como sendo metais, embora, em quase sua totalidade, eles sejam,
Introdução à Química Inorgânica
Introdução à Química Inorgânica Orientadora: Drª Karla Vieira Professor Monitor: Gabriel Silveira Química A Química é uma ciência que está diretamente ligada à nossa vida cotidiana. A produção do pão,
14 de maio de 2013 Belo Horizonte (MG)
14 de maio de 2013 Belo Horizonte (MG) Empresa: Anglo American Trabalho premiado: Recuperação de nióbio contido no rejeito da concentração de apatita (Projeto Tailings) Categoria: Processo Autores: Paulo
Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Titânio e suas ligas 1. Ligas de titânio: classificação, propriedades e
Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Titânio e suas ligas 1 Ligas de titânio: classificação, propriedades e aplicações práticas Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP
METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base).
METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). Etapas do processo: - obtenção dos pós metálicos - mistura
1 - Etapas do método científico.
1 - Etapas do método científico. Realizar experimentos apropriados para responder a questões; A partir da observação, estabelecer relações. Princípios: Proposições ou generalizações de regularidades, semelhanças
LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais
LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia
O interesse da Química é analisar as...
O interesse da Química é analisar as... PROPRIEDADES CONSTITUINTES SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS TRANSFORMAÇÕES ESTADOS FÍSICOS DOS MATERIAIS Os materiais podem se apresentar na natureza em 3 estados físicos
MECANISMOS DA CORROSÃO. Professor Ruy Alexandre Generoso
MECANISMOS DA CORROSÃO Professor Ruy Alexandre Generoso MECANISMOS DA CORROSÃO De acordo com o meio corrosivo e o material, podem ser apresentados diferentes mecanismos. Os principais são: MECANISMO QUÍMICO
Matéria prima. Fabricação de aço. Fabricação de aço
Matéria prima A fundição é usada para fabricação de componentes acabados. Também p/ produzir lingotes ou placas que serão posteriormente processados em diferentes formas, tais como: vergalhões, barras,
PROPRIEDADES DA MATÉRIA
Profª Msc.Anna Carolina A. Ribeiro PROPRIEDADES DA MATÉRIA RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção
PROJETOS EM INSTRUMENTAÇÃO E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO - TEMPERATURA
MÉTODO DE MEDIÇÃO Podemos dividir os medidores de temperatura em dois grandes grupos, conforme a tabela abaixo: 1º grupo (contato direto) Termômetro à dilatação de líquidos de sólido Termômetro à pressão
QUÍMICA QUESTÃO 41 QUESTÃO 42
Processo Seletivo/UNIFAL- janeiro 2008-1ª Prova Comum TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 41 Diferentes modelos foram propostos ao longo da história para explicar o mundo invisível da matéria. A respeito desses modelos
Tabel e a l P rió dica
Tabela Periódica Desenvolvimento histórico da Tabela Periódica Dmitri Mendeleev (1834-1907 ) Escreveu em fichas separadas as propriedades (estado físico, massa, etc) dos elementos químicos. Enquanto arruma
- CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES
MATERIAIS ELÉTRICOS Prof. Rodrigo Rimoldi - CAPÍTULO 2 MATERIAIS CONDUTORES (Aula 6) Metais Mercúrio (Hg) Metais Único metal líquido à temperatura ambiente; Resistividade relativamente elevada (95 10-8
Teoria Atômica. Constituição da matéria. Raízes históricas da composição da matéria. Modelos atômicos. Composição de um átomo.
Teoria Atômica Constituição da matéria Raízes históricas da composição da matéria Modelos atômicos Composição de um átomo Tabela periódica Raízes Históricas 6000 a.c.: descoberta do fogo 4000 a.c.: vidros,
Alumínio e suas ligas
Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Metais e ligas não ferrosas 1 Alumínio e suas ligas Densidade do Al (baixa): 2,70 g/cm 3 Condutividade elétrica e térmica elevadas Não magnético
Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Departamento de Engenharia Elétrica [email protected]
Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Departamento de Engenharia Elétrica [email protected] 1 Ciência e Tecnologia dos Materiais faz parte do núcleo de conteúdos básicos obrigatórios para todos os cursos de Engenharia
TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS
Tratamentos térmicos dos aços 1 TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS Os tratamentos térmicos empregados em metais ou ligas metálicas, são definidos como qualquer conjunto de operações de aquecimento e resfriamento,
Soldabilidade de Metais. Soldagem II
Soldabilidade de Metais Soldagem II Soldagem de Ligas Metálicas A American Welding Society (AWS) define soldabilidade como a capacidade de um material ser soldado nas condições de fabricação impostas por
Desenho e Projeto de Tubulação Industrial
Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos
Apostila de Química Geral
Cursinho Vitoriano UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Câmpus de São José do Rio Preto Apostila de Química Geral Período noturno Ligações químicas interatômicas Vanessa R.
SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO
SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO Juntas com excelentes propriedades mecânicometalúrgicas Altas taxas de deposição Esquema básico do processo 1 Vantagens do processo Pode-se usar chanfros com menor área de metal
CALORIMETRIA, MUDANÇA DE FASE E TROCA DE CALOR Lista de Exercícios com Gabarito e Soluções Comentadas
COLÉGIO PEDRO II PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA DOCENTE RESIDENTE DOCENTE: Marcia Cristina de Souza Meneguite Lopes MATRÍCULA: P4112515 INSCRIÇÃO: PRD.FIS.0006/15
TIPOS DE termômetros. e termômetros ESPECIAIS. Pirômetros ópticos
Pirômetros ópticos TIPOS DE termômetros e termômetros ESPECIAIS A ideia de construir um pirômetro óptico surgiu em meados do século XIX como consequência dos estudos da radiação dos sólidos aquecidos.
PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM
PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM Know-How no Segmento Industrial de Fundição A Eutectic Castolin acumulou vasto conhecimento nos principais setores industriais do Brasil e possui um programa
Água e Solução Tampão
União de Ensino Superior de Campina Grande Faculdade de Campina Grande FAC-CG Curso de Fisioterapia Água e Solução Tampão Prof. Dra. Narlize Silva Lira Cavalcante Fevereiro /2015 Água A água é a substância
Propriedades da Matéria
Professor: Robinho AULA 1 QMC E Propriedades da Matéria Matéria Massa Volume AR Matéria/Propriedades Pág. 263 DENSIDADE d = m V Matéria/Propriedades Pág. 263 Med (UFSC 2011)Uma medalha, supostamente de
TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIE TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIES
TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIES Sorocaba - SP Porto Alegre - RS Betim - MG Recife - PE R. de Janeiro - RJ A CASCADURA Simões Filho - BA Fundada em 1950, na cidade de São Paulo. Atualmente, possui 06 fábricas
MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS. Clédola Cássia Oliveira de Tello Serviço de Gerência de Rejeitos - SEGRE
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA NUCLEAR COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS Clédola Cássia Oliveira de Tello Serviço de Gerência de Rejeitos - SEGRE Rio de Janeiro, 18
RESISTORES. Figura 1 - Resistor de Carbono
1 RESISTORES Por Leandro Teodoro 30 jan 2012 Os resistores são componentes facilmente encontrados em circuitos elétricos. Abaixo são comentados sobre os processos de fabricação dos resistores, os principais
Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006
TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I
PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO CLORÍDRICO ÁCIDO CLORÍDRICO Embora não seja produzido em quantidades tão grandes como o ácido sulfúrico, o ácido clorídrico é um produto de igual importância para
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA 1 Forjamento Ferreiro - Uma das profissões mais antigas do mundo. Hoje em dia, o martelo e a bigorna foram substituídos por máquinas e matrizes
Mudanças de Fase. Estado de agregação da matéria
Mudanças de Fase Estado de agregação da matéria Investigando melhor... Para produzirmos gelo é preciso levar água até o congelador. Para produzirmos vapor é preciso levar água à chama de um fogão. Por
A Matéria Química Geral
Química Geral A Matéria Tudo o que ocupa lugar no espaço e tem massa. A matéria nem sempre é visível Noções Preliminares Prof. Patrícia Andrade Mestre em Agricultura Tropical Massa, Inércia e Peso Massa:
Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais
Capítulo 3 Propriedades Mecânicas dos Materiais 3.1 O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa
Esse grupo já foi conhecido como gases raros e gases inertes.
GASES NOBRES GRUPO 18 OU VIIIA Esse grupo já foi conhecido como gases raros e gases inertes. Gases raros não é apropriado porque o argônio (Ar) não é raro (é mais abundante que o CO 2 no ar). Gases Inertes
CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D
CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D Ensino Fundamental Ciências da Natureza II Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 01 Propriedades e aplicação dos materiais H55/H56 02 Propriedades específicas, físicas
*Capacitores. Prof. Jener Toscano Lins e Silva
Capacitores Prof. Jener Toscano Lins e Silva *É um dispositivo usado para filtrar ruídos ou armazenar cargas elétricas. *É constituído por dois condutores (ou placas) paralelos separados por um isolante
RESINA POLIÉSTER INSATURADO, ISOFTÁLICA, MÉDIA REATIVIDADE
BOLETIM TÉCNICO COMMODITIES ARAZYN 11.0 - BOLETIM TECNICO DA FAMILIA ARA QUÍMICA S/A. RUA ARTHUR CÉSAR, 200 18147-000 ARAÇARIGUAMA SP BRASIL TEL: 0 (XX) 11 4136 1900 BTE DOCUMENTO 000136 RESINA POLIÉSTER
Sistemas de codificação a laser de fibra
Contraste de marcação superior a uma alta velocidade em matéria plástica e metais robustos Guia de amostra de codificação e marcação Sistemas de codificação a laser de fibra Realizar marcações a laser
Aço é uma liga metálica composta principalmente de ferro e de pequenas quantidades de carbono (em torno de 0,002% até 2%).
ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 3 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos. 31 de março, 2003. AÇOS PARA ARMADURAS 3.1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA Aço é uma liga metálica composta principalmente
JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO
www.sinto.com.br JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO O Jateamento com abrasivo é um método de trabalho a frio que consiste no arremesso de partículas contra uma determinada superfície, a elevadas velocidades,
Resistência elétrica
Resistência elétrica 1 7.1. Quando uma corrente percorre um receptor elétrico (um fio metálico, uma válvula, motor, por exemplo), há transformação de ia elétrica em outras formas de energia. O receptor
RECUPERAÇÃO DE CALOR. em processos industriais. Uso do calor residual Economia em energia primária Proteção do meio ambiente Redução de custos
RECUPERAÇÃO DE CALOR em processos industriais Uso do calor residual Economia em energia primária Proteção do meio ambiente Redução de custos A RECUPERAÇÃO DO CALOR ECONOMIZA ENERGIA PRIMÁRIA Em várias
Introdução. Gerais. Funcionais. Propriedades. da Matéria Organolépticas. Específicas. Químicas. Físicas. Química. Rômulo
Introdução Gerais Propriedades Funcionais da Matéria Organolépticas Específicas s Físicas Propriedades Gerais São propriedades comuns a todo tipo de matéria massa extensão impenetrabilidade divisibilidade
TESTES DE CORROSÃO Domingos J C Spinelli SurTec do Brasil Ltda Abril/2000
TESTES DE CORROSÃO Domingos J C Spinelli SurTec do Brasil Ltda Abril/2000 1 O Teste de corrosão é a interpretação dos resultados que pode ser um dos mais controvertidos assuntos na indústria de galvanoplastia.
O cliente é a razão do nosso trabalho, a fim de inseri-lo em um novo contexto social de competitividade e empregabilidade.
Sumário Introdução 5 Resistores 6 Características dos resistores 6 Resistência ôhmica 6 Percentual de tolerância 7 Simbologia 8 Tipos de resistores 9 Resistor de filme de carbono (baixa potência) 9 Resistores
JUSTIFICATIVAS PROPOSTA de LIMITES DE EMISSÕES FONTES EXISTENTES REFINARIAS
JUSTIFICATIVAS PROPOSTA de LIMITES DE EMISSÕES FONTES EXISTENTES REFINARIAS 1. Objetivo: Considerando os limites estabelecidos pela CONAMA 382 como referências para as fontes existentes, este documento
- Bibliografia Recomendada
1 7 a aula - ELETRODOS REVESTIDOS - Bibliografia Recomendada 1) Soldagem Processos e Metalurgia Capítulo 2b 2) Normas da AWS A5.1-81, A5.5-81 e demais normas 3) Catálogo de fabricantes de eletrodos revestidos
Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação
Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Forjamento: O forjamento, um processo de conformação mecânica em que o material é deformado por martelamentoou prensagem, é empregado para a fabricação
2. Assinale a alternativa que apresenta, na seqüência, os termos corretos que preenchem as lacunas da seguinte afirmativa:
COLÉGIO JOÃO PAULO I QUÍMICA 8ª Série Nome: Turma: Data: Professor (a): Nota Máxima: 6,0 Nota: 1. Assinale a ÚNICA proposição CORRETA que contém o melhor método para separar os três componentes de uma
Processo de Forjamento
Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas
PROF. KELTON WADSON OLIMPÍADA 8º SÉRIE ASSUNTO: TRANSFORMAÇÕES DE ESTADOS DA MATÉRIA.
PROF. KELTON WADSON OLIMPÍADA 8º SÉRIE ASSUNTO: TRANSFORMAÇÕES DE ESTADOS DA MATÉRIA. 1)Considere os seguintes dados obtidos sobre propriedades de amostras de alguns materiais. Com respeito a estes materiais,
Informação Técnica 10.08.01 E 09.2003 Offset Serviços. Molhagem em impressão offset Fatos importantes para o uso nos aditivos de molhagem offset 1/5
Informação Técnica 10.08.01 E 09.2003 Offset Serviços Molhagem em impressão offset Fatos importantes para o uso nos aditivos de molhagem offset 1/5 O processo de impressão offset Offset continua a ser
Ligações Químicas Ligação Iônica Ligação Metálica
Química Geral e Inorgânica QGI0001 Eng a. de Produção e Sistemas Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Ligações Químicas Ligação Iônica Ligação Metálica Periodicidade O átomo é visto como uma esfera, onde só as
AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES
AULA 1: MATÉRIAS E SUAS PROPRIEDADES Prof.Me Elayne Química-Aula 1 MATÉRIA Tudo que ocupa lugar no espaço e tem massa é matéria. Energia tudo aquilo que pode modificar a estrutura da matéria, provocar
de diminuir os teores de carbono e impurezas até valores especificados para os diferentes tipos de aço produzidos;
1 ANEXO XIII Limites de Emissão para Poluentes Atmosféricos gerados nas Indústrias Siderúrgicas Integradas e Semi-Integradas e Usinas de Pelotização de Minério de Ferro 1. Ficam aqui definidos os limites
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA EXERCÍCIOS NOTAS DE AULA I Goiânia - 014 1. Um capacitor de placas paralelas possui placas circulares de raio 8, cm e separação
Aula 23 Trocadores de Calor
Aula 23 Trocadores de Calor UFJF/Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Prof. Dr. Washington Orlando Irrazabal Bohorquez Definição: Trocadores de Calor Os equipamentos usados para implementar
COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE. Programa de Recuperação Paralela. 2ª Etapa 2014. 1ª série Turma: FG
COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 2ª Etapa 2014 Disciplina: QUÍMICA Professora: Maria Luiza 1ª série Turma: FG Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.
DIAGRAMA Fe-C. DIAGRAMA Fe-Fe 3 C
1 DIAGRAMA Fe-C DIAGRAMA Fe-Fe 3 C ALOTROPIA DO FERRO PURO Na temperatura ambiente, o ferro puro apresenta estrutura cristalina cúbica de corpo centrado (CCC), denominada ferrita alfa (α). A estrutura
Sensores de Temperatura: Termopares Prof. Leonimer F Melo Termopares: conceito Se colocarmos dois metais diferentes em contato elétrico, haverá uma diferença de potencial entre eles em função da temperatura.
INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS
INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turma C01 Disc. Construção Civil II ÁGUA QUENTE 1 UTILIZAÇÃO Banho Especiais Cozinha Lavanderia INSTALAÇÕES
MATÉRIA Mestranda Daniele Potulski Disciplina Química da Madeira I
PROPRIEDADES DA MATÉRIA Mestranda Daniele Potulski Disciplina Química da Madeira I Química É a ciência que estuda a constituição da matéria; ESTRUTURA INTERNA RELAÇÕES ENTRE OS DIVERSOS TIPOS DE MATERIAIS
ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA
ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios
Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid
Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid Tensão Propriedades Mecânicas: Tensão e Deformação Deformação Elástica Comportamento tensão-deformação O grau com o qual a estrutura cristalina
Tecnol. Mecânica: Produção do Gusa Introdução: conhecimentos tecnológicos que faltavam ao homem da antiguidade:
Introdução Você já parou para imaginar um mundo sem coisas simples como facas, agulhas de costura, chaves, fechaduras, alfinetes lâminas de barbear? Pois é, não faz muito tempo, na verdade cerca de 500
Trabalha nos diversos setores da indústria no Brasil, dentre os quais se destaca:
HSO Hidráulica e Pneumática Ltda, e uma empresa constituída de engenheiros, técnicos e projetistas especializados nos setores de hidráulica e pneumática. Atuam fortemente na engenharia e desenvolvimento,
ESTADOS DA MATÉRIA. O átomo é composto por outras partículas ainda menores.
ESTADOS DA MATÉRIA A matéria que temos a nossa volta é formada de moléculas que são constituídas por átomos. Uma combinação destes átomos forma as substâncias que conhecemos, porém, devemos salientar que
Degradação de Polímeros
Degradação de Polímeros Degradação de Polímeros e Corrosão Prof. Hamilton Viana Prof. Renato Altobelli Antunes 1. Introdução Degradação é qualquer reação química destrutiva dos polímeros. Pode ser causada
Qualificação de Procedimentos
Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,
Propriedades físicas e químicas das substâncias
Propriedades físicas e químicas das substâncias Na Natureza há uma grande diversidade de materais. Muitos desses materais são substâncias mas será que são puras? Há substâncias que, mesmo misturadas com
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015
Informações de Tabela Periódica CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015 Folha de Dados Elemento H C N O F Al Cl Zn Sn I Massa atômica (u) 1,00 12,0 14,0
14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA
14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração
SUBSTÂNCIAS E MISTURAS. Professor: Antonio Sorrentino
SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Professor: Antonio Sorrentino Substância pura e tipos de misturas Substâncias puras: Apresentam propriedades físicas bem definidas. Têm pontos de fusão e de ebulição. Ponto de fusão:
Sobre as substâncias representadas pelas estruturas I e II, é INCORRETO afirmar:
8 GABARITO 1 1 O DIA 2 o PROCESSO SELETIVO/2005 QUÍMICA QUESTÕES DE 16 A 30 16. Devido à sua importância como catalisadores, haletos de boro (especialmente B 3 ) são produzidos na escala de toneladas por
Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.
SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,
