CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS E DOENÇAS
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- Aníbal Gomes Meneses
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1 RELATÓRIO DA OFICINA CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS E DOENÇAS Dias 18 e 19 de Outubro Comunidade Palestina Carlinda, MT Instrutor: Prof. Vander de Freitas Rocha Monitores: Antônio Francimar de Souza José Nivaldo Ribeiro José Silvano da Silva
2 1. OBJETIVO GERAL DA OFICINA O objetivo geral da oficia foi capacitar os moradores do setor Nazaré para o controle biológico e a substituição de produtos químicos para o controle de pragas e doenças. Desta forma, os objetivos específicos foram: a) Identificar os elementos que diferenciam o sistema tradicional de produção e os princípios agroecológicos. b) Substituir os produtos químicos por produtos naturais para o controle do carrapato, mosca dos chifres, formigas, broca da cana, broca do café e cigarrinha das pastagens. c) Identificar o nível de infestação das pastagens pela cigarrinha das pastagens. 2. CONTEÚDO TRABALHADO abaixo: Para cumprir com os objetivos, a oficina foi estruturada conforme a tabela Tabela 01. Conteúdo da oficina sobre controle biológico Dia Hora Tema 1 08:00 12:00 Sistemas tradicionais de produção e agroecologia. 2 13:00 17:00 Técnicas de substituição de produtos químicos para o controle de pragas e doenças (carrapatos, mosca do chifre, broca da cana, broca do café, formigas, calda bordalesa). 08:00 12:00 Cigarrinha das pastagens: ciclo de vida e informações gerais. 13:00 17:00 Prática: avaliação de pastagem, preparo do fungo para o controle biológico e aplicação.
3 3. METODOLOGIA APLICADA Cada etapa da oficina foi desenvolvida a partir de um método diferenciado: a) Sistemas tradicionais de produção e agroecologia: palestra dialogada com o instrutor da oficina. b) Técnicas de substituição de produtos químicos para o controle de pragas e doenças: para esta etapa os participantes foram divididos em 04 grupos, cada grupo estudava separadamente um praga específica. Em cada grupo havia um monitor que conhecia as técnicas alternativas de controle (o instrutor da oficina, coordenador do projeto e 2 moradores locais). Após estudar a praga e os métodos alternativos de controle, os grupos trocavam de posição. c) Cigarrinha das pastagens: ciclo de vida e informações gerais: palestra dialogada com o instrutor da oficina. d) Avaliação de pastagem, preparo do fungo para o controle biológico e aplicação: prática nas pastagens da comunidade. Cabe destacar que foi elaborada uma apostila contendo todo o conteúdo trabalhando na oficina. Foram distribuídos exemplares para todos os participantes. 4. PARTICIPANTES Participaram da oficina 36 pessoas nos 02 dias. Os gráficos abaixo mostram a relação de jovens, mulheres e moradores das diferentes comunidades.
4 Gráfico 01. Relação dos participantes da oficina de Controle Biológico em relação a comunidade. 6% 11% 17% 19% Monte das Oliveiras Rio Jordão Nazaré Palestina Monte Sinai Jeruzalém 30% 17% Gráfico 02. Relação dos participantes da oficina de Controle Biológico em relação ao sexo. 22% Mulher Homem 78% Gráfico 03. Relação dos participantes da oficina de Controle Biológico em relação a idade. 22% de 15 a 24 anos Mais que 24 anos 78%
5 5. AVALIAÇÃO DA OFICINA Participação da avaliação 29 pessoas. Estas pessoas responderam um formulário de avaliação (anexo A). As respostas estão sintetizadas abaixo: a) Com referência aos novos conhecimentos trazidos pela oficina Todos os participantes (100%) relataram que a oficina trouxe novos conhecimentos aos participantes. b) Com referência a praticidade das técnicas trabalhadas. Todos os participantes (100%) relataram que as práticas trabalhadas na oficina eram práticas e passíveis de serem aplicadas no dia a dia. c) Práticas que serão adotadas. Neste ponto houve diferentes opiniões. Todos os participantes relataram que irão utilizar técnicas de controle biológico ou substituição de insumos químicos por produtos naturais para o combate ao carrapato e mosca (problemas comuns a todos os moradores). As técnicas de controle biológico da cigarrinha e a utilização de produtos naturais para o controle das formigas foram relatadas por 96% dos participantes (28 respondentes). A broca da cana foi relatada por 45% (10 respondentes) e a broca do café por 38% (6 respondentes). A menor porcentagem neste item deve-se, provavelmente, a menor quantidade de moradores que possuem a cultura da cana e do café nas comunidades. d) Instrutor da Oficina Mais de 65% dos participantes relataram que o instrutor da oficina foi Muito Bom. Cerca de 35% relatou que o instrutor foi Bom. Não houve participantes que relataram que o instrutor foi Regular, Ruim ou Péssimo. e) Local da oficina Mais de 41% dos respondentes indicaram que o local de realização foi Muito Bom. Cerca de 45% indicou que o local foi Bom e 14%,
6 Regular. A opção por fazer a oficina na comunidade mais distante no sentido de estimular a participação de seus moradores nas atividades pode ter influenciado nesta resposta. f) Nota média da oficina Os participantes deram uma nota média de 9,43. A nota mais baixa foi 07, sendo que 19 participantes deram nota 10 para os trabalhos realizados. g) Sugestões As sugestões mais citadas foram com respeito a melhoria no sistema de convites e divulgação da oficina, o que possibilitaria uma maior participação, principalmente de mulheres. 7. CONCLUSÃO GERAL Observa-se que a oficina cumpriu com seu objetivo central com grande qualidade. Todas as práticas mostraram-se viáveis de serem aplicadas e a expectativa é que grande parte dos participantes efetivamente apliquem em suas propriedades. Deve-se dar destaque a participação de moradores de diferentes comunidades do setor, o que aumenta a probabilidade de difusão das práticas trabalhadas. Além disso, a oficina contou com a participação de jovens e mulheres. Esta participação, apesar de ainda tímida, já representa um avanço frente a realidade local.
7 8. IMAGENS DA OFICINA Participantes treinam a lavagem de equipamentos para a aplicação de fungo com vista ao controle biológico da cigarrinha das pastagens Participantes preparam o fungo para o controle da cigarrinha das pastagens. Participantes preparam o fungo para o controle da cigarrinha das pastagens.
8 Instrutor trabalha os métodos de controle da broca do café e da cana. Morador local (monitor do PADEQ) faz explicações sobre o controle da mosca dos chifres. Morador local prepara a calda bordalesa para controle da doença das plantas. Instrutor faz apresentação sobre agroecologia.
9 Participantes identificam cigarrinhas parasitadas pelo fungo nas pastagens. Participantes identificam cigarrinhas parasitadas pelo fungo nas pastagens. Participantes identificam cigarrinhas acasalando nas pastagens.
10 Anexo A: Ficha de Avaliação da Oficina 1. Você acha que a oficina trouxe novos conhecimentos? ( ) SIM ( ) NÃO 2. As técnicas discutidas na oficina podem ser aplicadas na prática? ( ) SIM ( ) NÃO 3. Você pretende aplicar alguma prática aprendida na oficina na sua propriedade (marcar com X na prática que você pretende aplicar)? ( ) Controle de Carrapatos ( ) Controle da Mosca dos Chifres ( ) Controle de Formigas ( ) Controle da Broca do Café ( ) Controle da Broca da Cana ( ) Controle da Cigarrinha 4. O que você achou do instrutor da oficina? ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo 5. O que você achou do local em que fizemos a oficina? ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim ( ) Péssimo 6. Dê uma nota de 0 a 10 para a oficina 7. Sugestões para as próximas atividades.
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