extensões algébricas.
|
|
|
- Ronaldo Palmeira da Conceição
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 META: Determinar condições necessárias e/ou suficientes para caracterizar extensões algébricas. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Reconhecer se uma dada extensão é algébrica. PRÉ-REQUISITOS As seguintes definições sobre extensões: algébrica, finita, finitamente gerada.
2 .1 Introdução Para sua maior comodidade, seguem as definições usadas nesta aula. O Grau de uma extensão F K é a dimensão de K como espaço vetorial sobre F. Notação: [K : F ]. Extensão finita := extensão de grau finito. F K é dita finitamente gerada := existem u 1,...,u r K tais que K = F (u 1,...,u r ). α K é algébrico sobre F := existe f(x) F [x], f(x) 0, com f(α) =0. F K algébrica := todo elemento de K é algébrico sobre F. Todo corpo F é algébrico sobre si mesmo. De fato, para todo α F, o polinômio f(x) =x α F [x] é não nulo e tem α como raiz. Esta aula é para relacionar os três tipos de extensões de corpos: finita, finitamente gerada e algébrica. A relação buscada aqui é de implicação, isto é, quem implica em quem. A implicação finita algébrica é a fundamental. Desta seguirão as outras. Por exemplo, finitamente gerada por elementos algébricos algébrica. A recíproca algébrica finita não vale em geral. O que vale é a equivalência algébrica + finitamente gerada finita. Aproveitando o contexto do estudo de extensões algébricas, definiremos o fecho algébrico de um corpo F sobre um corpo K e mostraremos que o conjunto, assim considerado, admite a estrutura de corpo. 130
3 .2 Finita algébrica Estruturas Algébricas II Seja K uma extensão finita de grau n. Por definição de grau, a dimensão de K como um espaço vetorial sobre F é n. O conjunto 1,α,α 2,...,α n tem n +1 elementos e, portanto, tem cardinalidade maior que a dimensão de K sobre F. Então é linearmente dependente. Por definição de dependência linear, existem a 0,a 1,...,a n F, não todos nulos, tais que a 0.1+a 1.α + a n α n =0. Logo, f(x) =a 0 + a 1 x + + a n x n F [x] é não nulo (por quê?) e tem α como raiz. Assim, todo elemento α K é algébrico sobre F. Por definição, K é algébrico sobre F. Teorema.1. Toda extensão finita é algébrica..3 Finitamente gerada algébrica? Seja F (α 1,...,α r ) uma extensão finitamente gerada de um corpo F. Seumdosα i s é transcendente sobre F então F (α 1,...,α r ) é infinita sobre F (por quê?). Assim, a implicação só tem sentido quando α 1,...,α r são algébricos sobre F. Neste caso, a resposta é afirmativa. Teorema.2. Se K = F (α 1,...,α r ) é uma extensão finitamente gerada de F por elementos algébricos α 1,...,α r, então K é uma extensão algébrica finita de F. Prova: Pela seção anterior basta provarmos a finitude. Usaremos indução em r. Ser =1então K = F (α 1 ) com α 1 algébrico sobre F. Então, [F (α 1 : F ]=deg m α,f (x), logo finita. Suponhamos toda extensão finitamente gerada por r 1 elementos algébricos 131
4 sobre F finita e consideremos K = F (α 1,...,α r ) com α 1,...,α r algébricos sobre F. Por hipótese indutiva, F (α 1,...,α r 1 ) é finita sobre F. Por outro lado, α 1 algébrico sobre F implica α 1 algébrico sobre L = F (α 1,...,α r 1 ). A extensão simples L(α r )= ( F (α1,...,α r 1 ) ) (α r )=K é então finita sobre L. Temos então F L K com K finita sobre L e L finita sobre F. Pela multiplicatividade dos graus, K é finita sobre F..4 Finita finitamente gerada e algébrica A seção anterior mostra que finitamente gerada e algébica finita. Esta seção trata da recíproca à esta implicação. Teorema.3. F K finita F K finitamente gerada e algébrica. Prova: A condição necessária foi provada na seção anterior. Resta provar a condição suficiente. Suponha F K finita de grau r. Sejam α 1,...,α r uma base de K sobre F. Temos F F (α 1,...,α r ) K com K finita sobre F. Então, F F (α 1,...,α r ) é finita e vale a igualdade [K : F ]=[F (α 1,...,α r ):F ][K : F (α 1,...,α r )] donde Mas, α 1,...,α r sobre F, logo [K : F ]=r [F (α 1,...,α r ):F ]. F (α 1,...,α r ) são linearmente independentes [F (α 1,...,α r ):F ] r =[K : F ]. 132
5 Estruturas Algébricas II Assim, [F (α 1,...,α r ):F ]=r =[K : F ]. Logo, r = r.[k : F (α 1,...,α r )] donde [K : F (α 1,...,α r )]=1e, portanto, K = F (α 1,...,α r )...5 Transitividade A noção de extensão algébrica é transitiva. Teorema.4. Se F K L são extensões de corpos com L algébrica sobre K e K algébrica sobre F então L é algébrica sobre F. Prova: Seja α L. Por hipótese, L é algébrico sobre K. Assim, α é algébrico sobre K. Por definição de elemento algébrico, existe um polinômio f(x) =a m x m + + a 1 x + a 0 K[x], não nulo, tal que f(α) =a m α m + + a 1 α + a 0 =0, a i K. Desde que a 0,...,a m L = F (a 0,...,a m ), α é algébrico sobre L. Assim, F L L(α) com L(α) finita sobre L. Mas, L é finitamente gerada sobre F por elementos algébricos. Pela seção anterior, L é finita sobre F. Pelo teorema da multiplicatividade dos graus, L(α) é finita sobre F. Pelo teorema.1, L(α) é algébrica sobre F donde α é algébrico sobre F. Desde que temos considerado α K arbitrário segue que K é algébrico sobre F..6 O corpo dos elementos algébricos Seja F K uma extensão de corpos. Denotemos por F K o conjunto dos elementos de K algébricos sobre F. Temos F F K, pois F K e todo elemento de F é algébrico sobre F. Se α, β F K 133
6 então α e β são algébricos sobre F, por definição de F K. Então, F F (α, β) é uma extensão algébrica. Como F (α, β) é corpo, temos α + β, α.β, α, β F (α, β) F K. Do mesmo modo, se α é não nulo então α 1 F (α, β) F K. Assim, F K é fechado sob adição e multiplicação bem como sob inversos aditivos e multiplicativos. Logo, F K é corpo. Este corpo é chamado de fecho algébrico de F em K ou relativo ao corpo K..7 Algébrica Finita Vamos conhecer agora um exemplo de uma extensão algébrica não finita. Considere a extensão Q C esejaq C o fecho algébrico dos racionais relativo aos complexos. Por definição, Q C é o conjunto dos complexos algébricos sobre Q. Os números n 2 R C são todos elementos de Q C com polinômio mínimo m n 2,Q (x) =xn 2 (Eisenstein, p =2). Logo, [Q( n 2) : Q] =n. Então, para todo inteiro positivo k, Q Q( k+1 )2 Q C com [Q( k+1 2) : Q] = k +1>k. Logo, [Q C : Q] >kqualquer que seja o inteiro positivo k. Portanto, Q C é uma extensão algébrica infinita de Q. OBS.1. Considere o corpo Q R = Q C R dos números reais algébricos sobre Q. O corpo Q é enumerável. Qualquer que seja o inteiro positivo n, o número de polinômios de grau exatamente n é enumerável (um polinômio de grau n é determinado unicamente pelos seus n +1coeficientes em Q). Como um polinômio de grau n tem no máximo n raízes, o conjunto Q R (n) ={α R : deg m α,q(x) = n} é enumerável. Finalmente, Q R = n>0 Q R (n) é uma união enumerável de conjuntos enumeráveis e, portanto, é também enumerável. Como R é não enumerável, existem elementos reais não 134
7 Estruturas Algébricas II algébricos, isto é, transcendentes sobre Q. Temos a inclusão própria Q R Rdonde Q R C. Segue também que R é uma extensão infinita dos racionais. OBS.2. Sabemos que π =3, e e = são transcendentes sobre Q (a prova é não trivial!). Ver o livro do Hardy (Leitura complementar) para uma introdução ao assunto..8 Conclusão As extensões algébricas finitamente geradas possuem uma estrutura algébrica bastante simples: são espaços vetoriais de dimensão finita. RESUMO Finita Algébrica + Finitamente gerada Contra-exemplos: Algébrica Finita: Q R sobre Q. Algébrica Finitamente gerada: Q R sobre Q. Finitamente gerada Finita: Q(π) sobre Q. Finitamente gerada Algébrica: Q(π) sobre Q. 135
8 Transitividade L L algébrica K K algébrica algébrica F F PRÓXIMA Voltaremos a ver o processo de adjunção de raízes para construção do corpo de raízes de um polinômio. Mostraremos a existência de tais corpos, a unicidade, e a caracterizaremos por meio de extensões finita e normal. ATIVIDADES ATIV..1. Determine uma base de cada extensão de Q dada abaixo. a) Q( 5,i). b) Q( 2, 3, 5). c) Q( 3 2, 3). d) Q( 2+ 3). Se F K é uma extensão finita e α é algébrico sobre K prove que [K(α) :K] [K : F ]. 136
9 ATIV..2. Estruturas Algébricas II ATIV..3. Suponha que α, β K são algébricos sobre F. a) Se deg m α,f (x) =m e deg m β,f (x) =n são relativamente primos (MDC(m, n) =1)), mostre que [F (α, β) :F ]=mn. b) Mostre, por meio de um contraexemplo, que a conclusão da parte a) pode ser falsa se m e n não são relativamente primos. c) Determine [Q( 2, 3 2) : Q]. LEITURA COMPLEMENTAR DUMMIT, David S., FOOTE, Richard M. Abstract Algebra. John Wiley and Sons, 3.ed., USA, GONÇALVES, Adilson, Introdução à álgebra, IMPA, Projeto Euclides, 5.ed., Rio de Janeiro, HARDY, G. H., WRIGHT, E. M. An introduction to the theory of numbers. 4.ed., Oxford University Press, 160. HUNGERFORD, Thomas W., Abstract algebra: an introduction, Saunders College Publishing,
AULA. Corpo de raízes
META: Conceituar corpo de raízes de um polinômio sobre um corpo, determinar sua existência e unicidade e caracterizá-lo por meio de extensões finitas e normais. AULA 10 OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno
Anéis quocientes k[x]/i
META: Determinar as possíveis estruturas definidas sobre o conjunto das classes residuais do quociente entre o anel de polinômios e seus ideais. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de:
O teorema fundamental da teoria de Galois
META: Demonstrar o teorema fundamental. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Enunciar o teorema fundamental. Determinar e exibir a correspondência de Galois de certas extensões. PRÉ-REQUISITOS
Extensão de um Isomorfismo
META: Obter uma condição suficiente para duas extensões simples serem isomorfas e elaborar um método para construir automorfismos de uma extensão fixando o corpo base. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno
Algoritmo da divisão em k[x] 2
AULA Algoritmo da divisão em k[x] 2 META: Introduzir um algoritmo de divisão para anéis de polinômios definidos sobre corpos. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Aplicar o algoritmo
Critérios de irredutibilidade
AULA Critérios de irredutibilidade META: Determinar critérios de irredutibilidade em Z[x] para mostrar irredutibilidade em Q[x]. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Aplicar os critérios
Irredutibilidade em Q[x]
META: Fundamentar a busca de critérios de irredutibilidade em Z[x] para mostrar irredutibilidade em Q[x]. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Definir polinômios primitivos em Z[x].
Aula 25 - Espaços Vetoriais
Espaço Vetorial: Aula 25 - Espaços Vetoriais Seja V um conjunto não vazio de objetos com duas operações definidas: 1. Uma adição que associa a cada par de objetos u, v em V um único objeto u + v, denominado
Solubilidade por Radicais
META: Apresentar o critério de solubilidade por radicais de Galois para equações algébricas. AULA 15 OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Enunciar o critério de Galois. Exibir uma quíntica
Números Inteiros: Continuação
META: Apresentar as propriedades aritméticas dos números inteiros OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Entender o conceito de divisibilidade nos números inteiros. Entender o conceito
1 Congruências de Grau Superior. Dado um polinômio f(x) Z[x] e um número natural n, vamos estudar condições para que a congruência. f(x) 0 (mod n).
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível 3 Carlos Gustavo Moreira Aula 10 Congruências de Grau Superior 1 Congruências de Grau Superior Dado um polinômio f(x Z[x] e um número
Apresentar o conceito de grupo, as primeiras definições e diversos exemplos. Aplicar as propriedades dos grupos na resolução de problemas.
Aula 04 O CONCEITO DE GRUPO META Apresentar o conceito de grupo, as primeiras definições e diversos exemplos. OBJETIVOS Definir e exemplificar grupos e subgrupos. Aplicar as propriedades dos grupos na
Aula 11 IDEAIS E ANÉIS QUOCIENTES META. Apresentar o conceito de ideal e definir anel quociente. OBJETIVOS
Aula 11 IDEAIS E ANÉIS QUOCIENTES META Apresentar o conceito de ideal e definir anel quociente. OBJETIVOS Aplicar as propriedades de ideais na resolução de problemas. Reconhecer a estrutura algébrica de
Aula 14 DOMÍNIOS FATORIAIS META. Estabelecer o conceito de domínio fatorial. OBJETIVOS
Aula 14 DOMÍNIOS FATORIAIS META Estabelecer o conceito de domínio fatorial. OBJETIVOS Aplicar a definição de domínio fatorial na resolução de problemas. Estabelecer a definição de máximo divisor comum
Teoria da divisibilidade Em k[x]
Teoria da divisibilidade Em k[x] META: Obter a propriedade de fatoração única para anéis de polinômios definidos sobre corpos. OBJETIVOS: Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Estabelecer os principais
Aula 13 DOMÍNIOS EUCLIDIANOS META. Estabelecer o conceito de domínio euclidiano. OBJETIVOS. Reconhecer domínios euclidianos.
Aula 13 DOMÍNIOS EUCLIDIANOS META Estabelecer o conceito de domínio euclidiano. OBJETIVOS Reconhecer domínios euclidianos. Aplicar as propriedades dos domínios euclidianos na resolução de problemas. PRÉ
Resolução dos Exercícios 31/05-09/06.
Resolução dos Exercícios 31/05-09/06. 1. Seja A um domínio de integridade. Mostre que todo subgrupo finito de U(A) é cíclico. Seja K o corpo de frações de A. Então A é um subanel de K (identificado com
Lema. G(K/F ) [K : F ]. Vamos demonstrar usando o Teorema do Elemento Primitivo, a ser provado mais adiante. Assim, K = F (α).
Teoria de Galois Vamos nos restringir a car. zero. Seja K/F uma extensão finita de corpos. O grupo de Galois G(K/F ) é formado pelos isomorfismos ϕ : K K tais que x F, ϕ(x) = x. Lema. G(K/F ) [K : F ].
Lema. G(K/F ) [K : F ]. Vamos demonstrar usando o Teorema do Elemento Primitivo, a ser provado mais adiante. Assim, K = F (α).
Teoria de Galois Vamos nos restringir a car. zero. Seja K/F uma extensão finita de corpos. O grupo de Galois G(K/F ) é formado pelos isomorfismos ϕ : K K tais que x F, ϕ(x) = x. Lema. G(K/F ) [K : F ].
Definir classes laterais e estabelecer o teorema de Lagrange. Aplicar o teorema de Lagrange na resolução de problemas.
Aula 05 GRUPOS QUOCIENTES METAS Estabelecer o conceito de grupo quociente. OBJETIVOS Definir classes laterais e estabelecer o teorema de Lagrange. Aplicar o teorema de Lagrange na resolução de problemas.
EXTENS OES DE CORPOS Maria L ucia Torres Villela Instituto de Matem atica Universidade Federal Fluminense setembro de 2008 Revisto em Mar co de 2009
EXTENSÕES DE CORPOS Maria Lúcia Torres Villela Instituto de Matemática Universidade Federal Fluminense setembro de 2008 Revisto em Março de 2009 Sumário Introdução... 3 Parte 1 - Extensões de Corpos...
Dado um inteiro positivo n, definimos U(n) como sendo o conjunto dos inteiros positivos menores que n e primos com n. Não é difícil ver que a
Exemplo (U(n)) Dado um inteiro positivo n, definimos U(n) como sendo o conjunto dos inteiros positivos menores que n e primos com n. Não é difícil ver que a multiplicação módulo n é uma operação binária
obs: i) Salvo menção em contrário, anel = anel comutativo com unidade. ii) O conjunto dos naturais inclui o zero.
Lista 1 - Teoria de Anéis - 2013 Professor: Marcelo M.S. Alves Data: 03/09/2013 obs: i) Salvo menção em contrário, anel = anel comutativo com unidade. ii) O conjunto dos naturais inclui o zero. 1. Os conjuntos
Conjuntos Enumeráveis e Não-Enumeráveis
Conjuntos Enumeráveis e Não-Enumeráveis João Antonio Francisconi Lubanco Thomé Bacharelado em Matemática - UFPR [email protected] Prof. Dr. Fernando de Ávila Silva (Orientador) Departamento de Matemática
Introduzir os conceitos de base e dimensão de um espaço vetorial. distinguir entre espaços vetoriais de dimensão fnita e infinita;
META Introduzir os conceitos de base e dimensão de um espaço vetorial. OBJETIVOS Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: distinguir entre espaços vetoriais de dimensão fnita e infinita; determinar
ÁLGEBRA LINEAR. Combinação Linear, Subespaços Gerados, Dependência e Independência Linear. Prof. Susie C. Keller
ÁLGEBRA LINEAR Combinação Linear, Subespaços Gerados, Dependência e Prof. Susie C. Keller Combinação Linear Sejam os vetores v 1, v 2,..., v n do espaço vetorial V e os escalares a 1, a 2,..., a n. Qualquer
Números naturais e cardinalidade
Números naturais e cardinalidade Roberto Imbuzeiro M. F. de Oliveira 5 de Janeiro de 2008 Resumo 1 Axiomas de Peano e o princípio da indução Intuitivamente, o conjunto N dos números naturais corresponde
Roteiro da segunda aula presencial - ME
PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência Matemática Elementar Departamento de Matemática Universidade Federal da Paraíba 29 de outubro de 2014 PIF Enumerabilidade Teoria dos Números Congruência
NÚMEROS ALGÉBRICOS E TRANSCENDENTES
Luis Eduardo Fritsch NÚMEROS ALGÉBRICOS E TRANSCENDENTES Florianópolis 2018 Luis Eduardo Fritsch NÚMEROS ALGÉBRICOS E TRANSCENDENTES Artigo científico desenvolvido para apresentação na disciplina de Introdução
(g) (G, +, ) sendo G = {a + ib a, b Z}, o conjunto dos inteiros de Gauss, + e a adição e a multiplicação usuais de números complexos.
Álgebra II Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra Ano lectivo 2004/05 1 ō semestre Anéis e corpos 1. Averigúe se os seguintes conjuntos têm estrutura de anel para as operações indicadas.
Aplicar as propriedades imediatas dos homomorfismos de grupos. Aplicar os teoremas dos homomorfismos na relação de problemas.
Aula 06 HOMOMORFISMOS DE GRUPOS META Apresentar o conceito de homomorfismo de grupos OBJETIVOS Reconhecer e classificar os homomorfismos. Aplicar as propriedades imediatas dos homomorfismos de grupos.
A DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DO CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS.
A DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DO CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS. SANDRO MARCOS GUZZO RESUMO. A construção dos conjuntos numéricos é um assunto clássico na matemática, bem como o estudo das propriedades das operações
Códigos Corretores de Erros e Teoria de Galois. Helena Carolina Rengel Koch Universidade Federal de Santa Catarina 2016
Códigos Corretores de Erros e Teoria de Galois Helena Carolina Rengel Koch Universidade Federal de Santa Catarina 2016 1 Sumário 1 Introdução 3 2 Corpos finitos e extensões de corpos 4 2.1 Polinômios....................................
Soluções dos Exercícios do Capítulo 2
A MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO Volume 1 Soluções dos Exercícios do Capítulo 2 2.1. Seja X = {n N; a + n Y }. Como a Y, segue-se que a + 1 Y, portanto 1 X. Além disso n X a + n Y (a + n) + 1 Y n + 1 X. Logo
Universidade Federal de Goiás Câmpus Catalão Aluno: Bruno Castilho Rosa Orientador: Igor Lima Seminário Semanal de Álgebra
Universidade Federal de Goiás Câmpus Catalão Aluno: Bruno Castilho Rosa Orientador: Igor Lima Seminário Semanal de Álgebra Notas de aula 1. Título: Subgrupos finitos de. 2. Breve descrição da aula A aula
Aula 10. variáveis; a resultante fatoração única em Z[x]
Aula 10 fatoração única em várias variáveis; a resultante (Anterior: Gauss. ) 10.1 fatoração única em Z[x] 1. Prop. Seja f Z[x], deg f > 0. Então existem m Z e polinômios irredutíveis p 1,..., p t Z[x]
d(t x, Ty) = d(x, y), x, y X.
Capítulo 6 Espaços duais 6.1 Preliminares A análise funcional foi nos seus primórdios o estudo de funcionais. Assim, nos dias de hoje um princípio fundamental da análise funcional é a investigação de espaços
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (8º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS ANO LETIVO 2017/
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (8º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS ANO LETIVO 2017/2018... 1º Período Metas/ Objetivos Conceitos/ Conteúdos Aulas Previstas Geometria
Unidade 1 - O que é Álgebra linear? A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa. 9 de agosto de 2013
MA33 - Introdução à Álgebra Linear Unidade 1 - O que é Álgebra linear? A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa PROFMAT - SBM 9 de agosto de 2013 O que é Álgebra linear? Atualmente,
Análise I. Notas de Aula 1. Alex Farah Pereira de Agosto de 2017
Análise I Notas de Aula 1 Alex Farah Pereira 2 3 23 de Agosto de 2017 1 Turma de Matemática. 2 Departamento de Análise-IME-UFF 3 http://alexfarah.weebly.com ii Conteúdo 1 Conjuntos 1 1.1 Números Naturais........................
O espaço das Ordens de um Corpo
O espaço das Ordens de um Corpo Clotilzio Moreira dos Santos Resumo O objetivo deste trabalho é exibir corpos com infinitas ordens e exibir uma estrutura topológica ao conjunto das ordens de um corpo.
U.C Matemática Finita. 6 de junho de Questões de escolha múltipla
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior U.C. 21082 Matemática Finita 6 de junho de 2018 - Resolução e Critérios de Avaliação - Questões de escolha múltipla 1. (Exame e P-fólio De quantas maneiras
Aula 12 HOMOMORFISMO DE ANÉIS PRÉ REQUISITOS. As aulas 6, 10 e 11. META. Estabelecer o conceito de Homomorfismo de Anéis.
Aula 12 HOMOMORFISMO DE ANÉIS META Estabelecer o conceito de Homomorfismo de Anéis. OBJETIVOS Reconhecer e classificar homomorfismos de anéis. Aplicar as propriedades básicas dos homomorfismos na resolução
Topologia de Zariski. Jairo Menezes e Souza. 25 de maio de Notas incompletas e não revisadas RASCUNHO
Topologia de Zariski Jairo Menezes e Souza 25 de maio de 2013 Notas incompletas e não revisadas 1 Resumo Queremos abordar a Topologia de Zariski para o espectro primo de um anel. Antes vamos definir os
Espaços Euclidianos. Espaços R n. O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais:
Espaços Euclidianos Espaços R n O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais: R n = {(x 1,..., x n ) : x 1,..., x n R}. R 1 é simplesmente o conjunto R dos números
Capítulo 2. Ortogonalidade e Processo de Gram-Schmidt. Curso: Licenciatura em Matemática
Capítulo 2 Ortogonalidade e Processo de Gram-Schmidt Curso: Licenciatura em Matemática Professor-autor: Danilo Felizardo Barboza Wilberclay Gonçalves de Melo Disciplina: Álgebra Linear II Unidade II Aula
Capítulo 1. Os Números. 1.1 Notação. 1.2 Números naturais não nulos (inteiros positivos) Última atualização em setembro de 2017 por Sadao Massago
Capítulo 1 Os Números Última atualização em setembro de 2017 por Sadao Massago 1.1 Notação Números naturais: Neste texto, N = {0, 1, 2, 3,...} e N + = {1, 2, 3, }. Mas existem vários autores considerando
Aula 09 OS TEOREMAS DE SYLOW META. Estabelecer os teoremas de Sylow. OBJETIVOS. Identificar. Aplicar os teoremas de Sylow na resolução de problemas.
Aula 09 OS TEOREMAS DE SYLOW META Estabelecer os teoremas de Sylow. OBJETIVOS Identificar. Aplicar os teoremas de Sylow na resolução de problemas. PRÉ-REQUISITOS O curso de Fundamentos de Matemática e
Metas/Objetivos/Domínios Conteúdos/Competências/Conceitos Número de Aulas
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: MATEMÁTICA ANO: 8º ANO Planificação (Conteúdos)... Período Letivo: 1º Metas/Objetivos/Domínios Conteúdos/Competências/Conceitos Número de Aulas Geometria
Apresentar o conceito de anel, suas primeiras definições, diversos exemplos e resultados. Aplicar as propriedades dos anéis na relação de problemas.
Aula 10 O CONCEITO DE ANEL META Apresentar o conceito de anel, suas primeiras definições, diversos exemplos e resultados. OBJETIVOS Definir, exemplificar e classificar anéis. Aplicar as propriedades dos
Espaços Vectoriais. Espaços Vectoriais
Espaços Vectoriais Espaço vectorial sobre um corpo V - conjunto não vazio de objectos, chamados vectores F - conjunto de escalares, com estrutura de corpo Em V definimos duas operações: - adição de elementos
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (8º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS ANO LETIVO 2016/
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: Matemática (8º Ano) METAS CURRICULARES/CONTEÚDOS ANO LETIVO 2016/2017... 1º Período Metas/ Objetivos Conceitos/ Conteúdos Aulas Previstas Geometria
MAT Resumo Teórico e Lista de
MAT 0132 - Resumo Teórico e Lista de Exercícios April 10, 2005 1 Vetores Geométricos Livres 1.1 Construção dos Vetores 1.2 Adição de Vetores 1.3 Multiplicação de um Vetor por um Número Real 2 Espaços Vetoriais
Extensões Algébricas dos Racionais
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA - UEPB CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS- CCT CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA Erivaldo de Oliveira Silva Extensões Algébricas dos Racionais Campina Grande - PB
5. Seja A uma matriz qualquer. Assinale a afirmativa
UFRJ Instituto de Matemática Disciplina: Algebra Linear II - MAE 125 Professor: Bruno, Gregório, Luiz Carlos, Mario, Milton, Monique e Umberto Data: 12 de julho de 2013 Terceira Prova 1. Considere no espaço
INTRODUÇÃO A TEORIA DE GALOIS
Marcio Antonio de Souza INTRODUÇÃO A TEORIA DE GALOIS Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil Dezembro, 2017 Marcio Antonio de Souza INTRODUÇÃO A TEORIA DE GALOIS Trabalho de Conclusão de Curso submetido
Produtos de potências racionais. números primos.
MATEMÁTICA UNIVERSITÁRIA n o 4 Dezembro/2006 pp. 23 3 Produtos de potências racionais de números primos Mário B. Matos e Mário C. Matos INTRODUÇÃO Um dos conceitos mais simples é o de número natural e
Notas Sobre Sequências e Séries Alexandre Fernandes
Notas Sobre Sequências e Séries 2015 Alexandre Fernandes Limite de seqüências Definição. Uma seq. (s n ) converge para a R, ou a R é limite de (s n ), se para cada ɛ > 0 existe n 0 N tal que s n a < ɛ
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia Departamento: Matemática Álgebra Linear e Geometria Analítica Curso: Engenharia Electrotécnica Ano: 1 o Semestre: 1 o Ano Lectivo: 007/008 Ficha
Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios sugeridos
MAT 1351 Cálculo para funções uma variável real I Curso noturno de Licenciatura em Matemática 1 semestre de 2016 Docente: Prof. Dr. Pierluigi Benevieri Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios
Notas sobre os anéis Z m
Capítulo 1 Notas sobre os anéis Z m Estas notas complementam o texto principal, no que diz respeito ao estudo que aí se faz dos grupos e anéis Z m. Referem algumas propriedades mais específicas dos subanéis
UMA INTRODUÇÃO À EXTENSÕES DE CORPOS FINITAS E ALGÉBRICAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA CAMPUS VI - POETA PINTO DO MONTEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E EXATAS CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA JÚLIO FERNANDES DA SILVA UMA INTRODUÇÃO À EXTENSÕES DE
Método de Newton para polinômios
Método de Newton para polinômios Alan Costa de Souza 26 de Agosto de 2017 Alan Costa de Souza Método de Newton para polinômios 26 de Agosto de 2017 1 / 31 Seja f(x) uma função polinomial de grau n. A princípio.
Notas de Aula de Fundamentos de Matemática
Universidade Estadual de Montes Claros Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Ciências Exatas Notas de Aula de Fundamentos de Matemática Rosivaldo Antonio Gonçalves Notas de aulas que
= 2 sen(x) (cos(x) (b) (7 pontos) Pelo item anterior, temos as k desigualdades. sen 2 (2x) sen(4x) ( 3/2) 3
Problema (a) (3 pontos) Sendo f(x) = sen 2 (x) sen(2x), uma função π-periódica, temos que f (x) = 2 sen(x) cos(x) sen(2x) + sen 2 (x) 2 cos(2x) = 2 sen(x) (cos(x) sen(2x) + sen(x) cos(2x) ) = 2 sen(x)
Lista 1. 9 Se 0 < x < y e n N então 0 < x n < y n.
UFPR - Universidade Federal do Paraná Departamento de Matemática CM095 - Análise I Prof. José Carlos Eidam Lista 1 Em toda a lista, K denota um corpo ordenado qualquer. Corpos ordenados 1. Verifique as
ENFOQUE USANDO CORTES DE DEDEKIND
Universidade Estadual de Maringá - Departamento de Matemática Cálculo Diferencial e Integral: um KIT de Sobrevivência c Publicação eletrônica do KIT http://www.dma.uem.br/kit CONSTRUÇÃO DOS REAIS: UM ENFOQUE
como aproximar bem números reais por números racionais
Frações contínuas: como aproximar bem números reais por números racionais Carlos Gustavo Moreira - IMPA A teoria de frações contínuas é um dos mais belos assuntos da Matemática elementar, sendo ainda hoje
1. Não temos um espaço vetorial, pois a seguinte propriedade (a + b) v = a v + b v não vale. De fato:
Sumário No que se segue, C, R, Q, Z, N denotam respectivamente, o conjunto dos números complexos, reais, racionais, inteiros e naturais. Denotaremos por I (ou id) End(V ) a função identidade do espaço
Exercícios sobre Espaços Vetoriais II
Exercícios sobre Espaços Vetoriais II Prof.: Alonso Sepúlveda Castellanos Sala 1F 104 1. Seja V um espaço vetorial não trivial sobre um corpo infinito. Mostre que V contém infinitos elementos. 2. Sejam
Espaços Vetoriais. Prof. Márcio Nascimento.
Espaços Vetoriais Prof. Márcio Nascimento [email protected] Universidade Estadual Vale do Acaraú Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Curso de Licenciatura em Matemática Disciplina: Álgebra Linear
1 Noções preliminares
Álgebras, subálgebras e endomorfirsmos Ana Cristina - MAT/UFMG Durante este texto, vamos considerar F um corpo de característica zero. Iniciaremos com algumas definições da teoria de anéis que serão importantes
Aula 27 - Álgebra II. x (m(x)), x 2 + x + (m(x)), x 2 + x (m(x)) operações deste corpo são as seguintes:
Já vimos maneiras de codificar mensagens de modo a que, no caso de ocorrerem alguns erros na sua transmissão, o receptor possa ser capaz de corrigir esses erros. Esses códigos, chamados códigos lineares
Unidade 7 - Bases e dimensão. A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa. 10 de agosto de 2013
MA33 - Introdução à Álgebra Linear Unidade 7 - Bases e dimensão A. Hefez e C. S. Fernandez Resumo elaborado por Paulo Sousa PROFMAT - SBM 10 de agosto de 2013 Nesta unidade introduziremos dois conceitos
Então (τ x, ) é um conjunto dirigido e se tomarmos x U U, para cada U vizinhança de x, então (x U ) U I é uma rede em X.
1. Redes Quando trabalhamos no R n, podemos testar várias propriedades de um conjunto A usando seqüências. Por exemplo: se A = A, se A é compacto, ou se a função f : R n R m é contínua. Mas, em espaços
Polinômio Mínimo e Operadores Nilpotentes
Capítulo 9 Polinômio Mínimo e Operadores Nilpotentes Curso: Licenciatura em Matemática Professor-autor: Danilo Felizardo Barboza Wilberclay Gonçalves Melo Disciplina: Álgebra Linear II Unidade II Aula
Capítulo 5. Operadores Auto-adjuntos. Curso: Licenciatura em Matemática. Professor-autor: Danilo Felizardo Barboza Wilberclay Gonçalves Melo
Capítulo 5 Operadores Auto-adjuntos Curso: Licenciatura em Matemática Professor-autor: Danilo Felizardo Barboza Wilberclay Gonçalves Melo Disciplina: Álgebra Linear II Unidade II Aula 5: Operadores Auto-adjuntos
Axioma dos inteiros. Sadao Massago
Axioma dos inteiros Sadao Massago setembro de 2018 Sumário 1 Os Números 2 1.1 Notação......................................... 2 1.2 Números naturais não nulos (inteiros positivos)................... 2
Um Curso de Nivelamento. Instituto de Matemática UFF
Introdução à Álgebra Linear Um Curso de Nivelamento Jorge Delgado Depto. de Matemática Aplicada Katia Frensel Depto. de Geometria Instituto de Matemática UFF Março de 2005 J. Delgado - K. Frensel ii Instituto
Polinômios Ciclotômicos e o Teorema dos Primos de Dirichlet
Polinômios Ciclotômicos e o Teorema dos Primos de Dirichlet Antonio Caminha 15 de fevereiro de 2003 Resumo Neste artigo definimos e provamos as principais propriedades dos polinômios ciclotômicos, objetivando
Análise I Solução da 1ª Lista de Exercícios
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS Centro de Ciências e Tecnologia Curso de Graduação em Matemática Análise I 0- Solução da ª Lista de Eercícios. ATENÇÃO: O enunciado
OPERADORES LINEARES ESPECIAIS: CARACTERIZAÇÃO EM ESPAÇOS DE DIMENSÃO DOIS*
OPERADORES LINEARES ESPECIAIS: CARACTERIZAÇÃO EM ESPAÇOS DE DIMENSÃO DOIS* FABIANA BARBOSA DA SILVA, ALINE MOTA DE MESQUITA ASSIS, JOSÉ EDER SALVADOR DE VASCONCELOS Resumo: o objetivo deste artigo é apresentar
Tópicos de Matemática Elementar
Tópicos de Matemática Elementar 2 a série de exercícios 2004/05. A seguinte prova por indução parece correcta, mas para n = 6 o lado esquerdo é igual a 2 + 6 + 2 + 20 + 30 = 5 6, enquanto o direito é igual
Universidade Federal do Espírito Santo Prova de Álgebra II Prof. Lúcio Fassarella DMA/CEUNES/UFES Data: 07/05/2015
Universidade Federal do Espírito Santo Prova de Álgebra II Prof. Lúcio Fassarella DMA/CEUNES/UFES Data: 07/05/2015 Aluno: Matrícula. Nota: : :.Observações: I A prova tem duração de 100 min; não é permitido
Álgebra Linear I - Aula 11. Roteiro. 1 Dependência e independência linear de vetores
Álgebra Linear I - Aula 11 1. Dependência e independência linear. 2. Bases. 3. Coordenadas. 4. Bases de R 3 e produto misto. Roteiro 1 Dependência e independência linear de vetores Definição 1 (Dependência
ALGA I. Bases, coordenadas e dimensão
Módulo 5 ALGA I. Bases, coordenadas e dimensão Contents 5.1 Bases, coordenadas e dimensão............. 58 5.2 Cálculos com coordenadas. Problemas......... 65 5.3 Mudanças de base e de coordenadas..........
PLANIFICAÇÃO ANUAL DE MATEMÁTICA
1.º Período Agrupamento de Escolas António Correia de Oliveira PLANIFICAÇÃO ANUAL DE MATEMÁTICA 7.º ANO ANO LETIVO 2016/17 Números Racionais Números e operações NO7 Números racionais - Simétrico da soma
ESPAÇO VETORIAL REAL. b) Em relação à multiplicação: (ab) v = a(bv) (a + b) v = av + bv a (u + v ) = au + av 1u = u, para u, v V e a, b R
ESPAÇO VETORIAL REAL Seja um conjunto V, não vazio, sobre o qual estão definidas as operações de adição e multiplicação por escalar, isto é: u, v V, u + v V a R, u V, au V O conjunto V com estas duas operações
