), demonstrado no capítulo 3, para
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- Neuza Philippi Domingues
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1 6 Conclusão Neste trabalho foram realzados cnco estudos de casos como meo de nvestgar a nfluênca de trbutos no processo decsóro de localzação. Buscou-se realzar as entrevstas em dferentes negócos para que a dversdade das operações pudesse trazer uma contrbução para uma avalação fnal mas genérca. Prmeramente realzou-se um estudo sobre a atual legslação trbutára e os mpostos, taxas e contrbuções que podem de alguma forma nfluencar nas decsões logístcas. Para tal, estudou-se o processo trbutáro da legslação braslera atual que pode nfluencar os servços de dstrbução. Identfcaram-se os mpostos pratcados atualmente nos âmbtos Federal, Estadual e Muncpal e verfcam-se os aspectos de trbutação de cada um destes. Analsou-se a carga trbutára atual para entender as suas relações de nfluênca com as atvdades de localzação e dstrbução em logístca. Verfcou-se que o mposto que mas se destaca para a dstrbução é o ICMS. Entretanto, outros mpostos podem também nfluencar a estratéga de localzação em logístca, muto devdo aos ncentvos fscas, hoje vgentes na legslação trbutára. Esse é o caso do IPI e do II, mpostos federas que recebem ncentvos na Zona Franca de Manaus, além do ISS, que partcpa deste conjunto, pos nfluencam as localzações de fábrcas e centros de dstrbução quando as empresas recebem os ncentvos dos muncípos, para alocação da planta fabrl ou dstrbudora. Em uma etapa segunte foram confrontados dados empírcos para obter as respostas aos objetvos que foram propostos no prmero capítulo. No decorrer das entrevstas, puderam-se vncular alguns aspectos comuns entre os casos estudados. Todos são, de alguma forma, afetados pelos ncentvos fscas Federas, Estaduas e Muncpas. Isso caracterza o que no capítulo 2 fo referencado por Panscatell (1996) como Guerra Fscal.
2 132 Fcou evdencado que os ncentvos fscas causam um tpo de deformação nas decsões sobre os negócos. No caso da CISA, a empresa se benefca de ncentvos de fnancamento estadual do governo do Espírto Santo sobre o ICMS e, dessa manera, obtém uma vantagem compettva contra seus concorrentes. A empresa vncula esse benefco a um processo fnancero-contábl que proporcona a movmentação de parte do que sera o mposto devdo como um recurso de renvestmento sobre o negóco. Essa operação possblta o fnancamento dos custos de operação e com sso pratcar preços mas compettvos. A empresa mantém sede em Vtóra com o objetvo de partcpar do FUNDAP. Há dstorção do processo de dstrbução, já que para ter os recursos do ncentvo, a empresa é obrgada a mportar e naconalzar as mportações pelo Estado do Espírto Santo, embora tenha sua maora de clentes e pontos fnas de dstrbução nos Estados de São Paulo e Ro de Janero. Segundo a companha, 75% dos negócos têm como destno o Estado de São Paulo e Ro de Janero. A empresa dexa de operar sobre uma rede mas coerente de dstrbução para obter os recursos de benefco e fnancamento de mposto do FUNDAP. Os custos de logístca foram afetados em detrmento dos custos de mpostos. Por exemplo, se fossem levados em consderação a não exstênca dos ncentvos fscas no Espírto Santo, e tvessem como opção o porto de Santos no estado de São Paulo qual sera a melhor rede logístca. Poderíamos utlzar o modelo de Hoover (Mn TC = V Rd ), demonstrado no capítulo 3, para determnar a localzação de uma rede ótma logístca, pelo menor custo, entre o ponto de mportação e o destno na captal paulsta. Esse estudo ndcara a localzação de uma rede a partr do porto de Santos, uma vez que a dstânca entre Santos e São Paulo é menor do que a dstânca entre São Paulo e o porto de Vtóra, no Espírto Santo. Entretanto, empresas concorrentes da CISA não possuem custos fnas de operação mas vantajosos mportando por Santos. Nenhuma evdênca de uso de um estudo de localzação ou determnação de melhor rota foram verfcados nos estudos de caso. Demonstrou-se, em exemplo comparatvo, que as margens do FUNDAP superam em 5 vezes as margens de mportações sem recursos de fnancamento. Portanto, fca caracterzada uma
3 133 forma de dstorção, acarretando em custos logístcos maores, em detrmento de mpostos menores. No caso Zambon, pode-se dentfcar de forma parcal como a atual carga nfluenca o processo de decsão estratégca em logístca. A Zambon, localzada no Estado de Mnas Geras, obtém vantagens compettvas do crédto e débto do ICMS, tendo como maor mercado consumdor a Baxada flumnense no Estado do Ro de Janero. Embora não tenha sdo explctamente demonstrado por nosso entrevstado neste caso, a empresa se utlza também, de alguma manera, das facldades de redução do ISS como redução de custos para a sua operação em Além Paraíba. No caso Petrobrás é nítda a nfluênca da polítca trbutára sobre a atvdade logístca. A empresa de dstrbução perde compettvdade para empresas menores que possuem recursos escassos de logístca. O mesmo ocorre com a Shell. Há númeras nterpretações do cálculo do ICMS..Isso permte ganhos de até 4% sobre o valor total, numa ndústra onde o lucro gra em torno de 3% e os custos logístcos em torno de 1,5% a 2,5% do valor total do produto. As dstorções são nítdas quando da escolha de uma rede ótma. Caso utlze-se um dos algortmos descrtos no captulo 3, sem consderar os custos de mpostos, não se podera alcançar um resultado lógco como mplementado pelas empresas de dstrbução de combustíves. Resultado smlar fo encontrado no caso Wella Procuro-se, assm, realzar uma pesqusa ampla sobre os modelos teórcos mas conhecdos que, na verdade e, de certa forma, são de aplcação unversal. Entretanto, não fo possível determnar um algortmo base que, reconhecdamente, nclua como varável uma condção ambental afetada por mpostos. Na verdade, os algortmos possuem varáves de custos que matematcamente manpulados podem levar a uma stuação mas coerente. A busca bblográfca culmnou com a dentfcação de poucos mas profundos trabalhos relaconados com a mensuração de mpactos trbutáros em logístca, em partcular as obras de Paulo Nazaro (2002) e Carlos Roberto Azzzon (1996). Todava, parece dfícl a nclusão das regras trbutáras em modelos logístcos, devdo à sua a grande nstabldade e suas dferentes formas de
4 134 nterpretação. A possbldade de um modelo convergente sera por demas trabalhoso e complexo, exgndo um estudo detalhsta regonal específco para mplementação computaconal das regras trbutáras vgentes. Outro fato, possível de nterpretação, porém, embora não aprofundado nesta pesqusa, é a possbldade da sonegação de mpostos, uma varável lícta, embora nfluencadora também nas decsões logístcas. A defcênca na fscalzação, contudo, parece ser o fator que mas nfluenca a sonegação, além de contrbur para a dstorção logístca. É opnão unânme dos entrevstados que as atuas regras trbutáras propcam a sonegação, dfcultam a fscalzação e acarretam aumentos de custos, ao mesmo tempo em que dmnuem os recursos para nvestmento no negóco. A falta de clareza na nterpretação das regras, também, contrbu para os dstúrbos dentfcados. A oportundade fnancera de nvestmento fo outro ponto analsado durante os estudos de caso. É nas operações de crédto e débto que se estpula a real dívda da empresa para com o governo. Essa operação exge uma fscalzação apurada por parte das recetas estaduas e federas, que em mutos casos não coíbem a sonegação, mas provocam, também, uma perda de oportundade de nvestmento. Isso porque a empresa, eventualmente, prefere reter o montante para qutar o mposto. Esse recurso fca noperante para nvestmentos na planta fabrl, ou para outros recursos de melhora e crescmento. A perda de nvestmento pode ser mensurada mas não entra no contexto de avalação deste trabalho, fcando, portanto, como sugestão para futuros estudos. Assm fo possível chegar a alguns resultados sobre as atuas regras trbutáras: - Propcam a guerra fscal - Causam dstorções em logístca - Prejudcam a arrecadação - Facltam a sonegação de mpostos
5 135 - Dfcultam a fscalzação - A estrutura atual de alíquotas de ICMS pode gerar dstorções na defnção da localzação de nstalações e na melhor rota de dstrbução. - Os benefícos fscas, tanto federas, quanto estaduas e muncpas, mpactam sobre a defnção de um sstema logístco ótmo teórco. Por fm, os benefícos fscas podem gerar perda de efcênca de recursos logístcos, perda de potencaldade e, prncpalmente, alterações de custos na rede de transporte logístca.
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