Sistemas Distribuídos Capítulo 2 - Aula 2
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- Artur Desconhecida Mendes
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1 Sistemas Distribuídos Capítulo 2 - Aula 2 Aula passada Introdução, metas e tipos de Sistemas Distribuídos, Exemplos Aula de hoje Estilos Arquitetônicos Arquitetura de Sistemas Arquiteturas e Middleware
2 Por quê definir uma arquitetura? SDs são complexas peças de software Componentes estão espalhados por diversas máquinas Sistemas devem ser organizados adequadamente! Organização lógica do conjunto de componentes Como organizar os componentes fisicamente?
3 Estilos Arquitetônicos (1/3) Um componente é uma unidade modular com interfaces requeridas e fornecidas bem definidas que é substituível dentro do seu ambiente
4 Estilo Arquitetônico (2/3) É formulado em termos de componentes Modo como os componentes estão conectados Dados trocados entre componentes Maneira como os componentes são configurados em conjunto para formar um sistema
5 Estilo Arquitetônico (3/3) Arquiteturas em Camadas Arquiteturas baseadas em objetos Arquiteturas centradas em dados Arquiteturas baseadas em eventos
6 Arquiteturas em Camadas Idéia Básica: um componente na camada L i tem permissão de chamar componentes na camada subjacente L i-1
7 Arquiteturas baseadas em objetos (1/2) Idéia Básica: Cada objeto corresponde ao que definimos como componente, e esses componentes são conectados por meio de chamada de procedimento (remota), p. ex., Java RMI Exemplo: Aplicação distribuída de uma rede de locadoras, onde clientes podem alugar DVDs em diversas filiais.
8 Arquiteturas baseadas em objetos (2/2)
9 Arquiteturas centradas em dados (1/2) Idéia Básica: Processos se comunicam por meio de um repositório comum. Exemplo: Grande conjunto de aplicações em rede que dependem de um sistema distribuído de arquivos compartilhados o qual praticamente toda a comunicação ocorre por meio de arquivos: Web
10 Arquiteturas centradas em dados (2/2)
11 Arquiteturas centradas em eventos (1/3) Idéia Básica: Nesta arquitetura, processos demonstram o interesse por um evento ou conjunto de eventos (processo se subscreve) e esperam pela notificação de qualquer um desses eventos, gerados por um processo notificador. Em outras palavras, o produtor publica uma informação em um gerenciador de eventos (middleware),e os consumidores se subescrevem para receber as informações deste gerenciador. Eventos e notificações. Exemplo: Consultas em vários bancos de dados
12 Arquiteturas centradas em eventos (2/3) The Many Faces of Publish/Subscribe Eugster et al. ACM Comput. Surv. (35)2:
13 Arquiteturas centradas em eventos (3/3) The Many Faces of Publish/Subscribe Eugster et al. ACM Comput. Surv. (35)2:
14 Arquiteturas de Sistemas (1/2) Como diversos sistemas distribuídos são realmente organizados? Onde são colocados os componentes de software? Como é estabelecida a interação entre as peças de software?
15 Arquiteturas de Sistemas (2/2) Arquiteturas Centralizadas Cliente-Servidor: vídeo sob demanda, terminais bancários Arquiteturas Descentralizadas Peer-to-peer (P2P): Chord Arquiteturas Híbridas Peer-to-peer (P2P): BitTorrent, PPLive
16 Arquiteturas Centralizadas (1/14) Modelo Cliente-Servidor Processos são divididos em dois grupos (possível sobreposição) Servidor: processo que implementa um serviço específico Cliente: processo que requisita um serviço ao servidor. Requisição Resposta
17 Arquiteturas Centralizadas (2/14)
18 Arquiteturas Centralizadas (3/14)
19 Arquiteturas Centralizadas (4/14) Modelo Cliente-Servidor: questões, questões!! Clientes e Servidores multithreads? Comunicação??? Qual o tipo de aplicação? Sem conexão, não confiável (UDP)? Com conexão, confiável (TCP)?
20 Arquiteturas Centralizadas (5/14) Camadas de Aplicação (estilo arquitetônico) Considerando aplicações cliente-servidor que visam dar suporte ao acesso de usuários a banco de dados: Nível de interface Nível de processamento Nível de dados
21 Dados Arquiteturas Centralizadas Camadas de Aplicação Exemplo: Google (6/14) Usuário Processamento
22 Dados Arquiteturas Centralizadas (7/14) Camadas de Aplicação Exemplo: Suporte à decisão (corretora de valores) Usuário Processamento
23 Arquiteturas Centralizadas (8/14) Com a distinção entre três níveis lógicos, como distribuir fisicamente uma aplicação cliente-servidor por várias máquinas? Arquitetura de duas divisões físicas Arquitetura de três divisões físicas
24 Arquiteturas Centralizadas (9/14) Arquitetura de duas divisões físicas Parte da interface é dependente de terminal Aplicações controlam remotamente a apresentação dos dados
25 Arquiteturas Centralizadas (10/14) Arquitetura de duas divisões físicas Nesse modelo, o software cliente não faz nenhum processamento exceto o necessário para apresentar a interface da aplicação 25
26 Arquiteturas Centralizadas (11/14) Arquitetura de duas divisões físicas Formulário que precise ser completamente preenchido antes do processamento. Cliente pode verificar a correção e consistência Editor de texto com funções básicas no cliente e ferramentas avançadas no servidor
27 Arquiteturas Centralizadas (12/14) Arquitetura de duas divisões físicas Pcs conectados por meio de uma rede a um sistema de arquivos distribuídos ou a um banco de dados
28 Arquiteturas Centralizadas (13/14) Arquitetura de duas divisões físicas Consulta a Web, com browser um cliente pode construir gradativamente uma enorme cache em disco local com as páginas Web mais recentemente consultadas
29 Arquiteturas Centralizadas (14/14) Arquiteturas de três divisões físicas
30 Arquiteturas Descentralizadas (1/8) Clientes e servidores são fisicamente subdivididos em partes logicamente equivalentes, mas cada parte está operando em sua própria porção do conjunto completo de dados, o que equilibra a carga!!!! Interação entre os processos é simétrica: cada processo agirá como um cliente e um servidor ao mesmo tempo
31 Arquiteturas Descentralizadas (2/8) Sistemas P2P questões, questões, questões!! Como organizar os peers em uma rede de sobreposição (overlay)? Como difundir o conteúdo? Como incentivar os peers a colaborarem?
32 Arquiteturas Descentralizadas (3/8) Considerando o overlay e modo de construção Redes Estruturadas procedimento determinístico para definição do overlay, p.ex, tabela de hash distribuída (DHT) Redes Não-estruturadas algoritmos aleatórios para construção da rede de sobreposição, gerando um grafo aleatório
33 Arquiteturas Descentralizadas (4/8) Arquiteturas P2P estruturadas Sistema Chord (Stoica et al, 2003) Nós estão logicamente organizados em um anel Item de dado com chave k é mapeado para o nó com id >= LOOKUP(k)
34 Arquiteturas Descentralizadas (5/8) Arquiteturas P2P não-estruturadas Algoritmos aleatórios Cada peer possui uma lista de vizinhos (visão parcial) Para encontrar dados, inundar a rede (no pior caso) Importante atualizar a lista de vizinhos Mas como?
35 Arquiteturas Descentralizadas (6/8) Arquiteturas P2P não-estruturadas Threads que solicitam aos vizinhos a visão parcial (pull) ou que empurram (push) a visão a seus vizinhos Algoritmos que atualizem a vizinhança a cada x unidades de informação enviadas
36 Arquiteturas Descentralizadas (7/8) Arquiteturas P2P não-estruturadas Um dos problemas: como encontrar os dados de maneira eficiente Muitos sistemas utilizam nós especiais, que possuem um índice de itens de dados Superpeers Características especiais? Como associar peers comuns a estes superpeers Como escolher estes peers?
37 Arquiteturas Descentralizadas (7b/8)
38 Arquiteturas Descentralizadas (8/8) Arquiteturas Híbridas BitTorrent(Cohenm, 2003) Tracker Torrent peer
39 Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas Híbridas BitTorrent(Cohenm, 2003) C
40 Arquiteturas versus Middleware Cada middleware possui um estilo arquitetônico específico, com o objetivo de simplificar o projeto de aplicações Como fazer com que um middleware genérico se adapte a aplicação? Middleware inchado Interceptores podem ser usados para interromper o fluxo de execução para que uma procedimento específico da aplicação possa ser executado
41 Arquiteturas versus Middleware
42 Autogerenciamento em SDs Sistemas distribuídos devem ser capazes de reagir a mudanças em seu ambiente Ex: Troca dinâmica de políticas de alocação de recursos; Troca de codificação voz/vídeo para se adequar a condições de congestionamento na rede Desafio: Deixar que o comportamento reativo ocorra sem intervenção humana!
43 Autogerenciamento em SDs Idéia: Através de observações do comportamento do SD, componentes de estimativa de medições e de análise coletam dados e realimentam o sistema, modificando parâmetros controláveis.
44 Autogerenciamento em SDs Alguns Exemplos: Astrolabe: ferramenta para observação de Sds. Resultados podem ser usados para alimentar um componente de análise para possíveis ações corretivas
45 Resumo SDs podem ser organizados de diferentes maneiras. Software: Estilos arquitetônicos Físico: Arquitetura de sistemas O projeto de sistemas autogerenciadores visa a adaptação do SD ao ambiente em que está sendo executado, obtendo um maior desempenho do mesmo
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