Sistema de Software Distribuído
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- Zilda César
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1 Sistema de Software Distribuído É composto por uma sequência de instruções, que é interpretada e executada por um processador É composto por instruções concorrentes ou paralelas, que são interpretadas e executadas por um ou mais processadores Interconectados por uma rede Geograficamente separados Por que distribuir?
2 Por que distribuir? Manutenção Dividir para conquistar
3 Por que distribuir? Acomodação às capacidades das máquinas disponíveis Pode ser impossível instalar e executar um sistema de grande porte em uma única máquina Ou muito caro! Manutenção Dividir para conquistar
4 Por que distribuir? Melhor desempenho e Escalabilidade Concorrência, paralelismo Manutenção Dividir para conquistar Acomodação às capacidades das máquinas disponíveis Pode ser impossível instalar e executar um sistema de grande porte em uma única máquina
5 Por que distribuir? Tolerância a falhas Analogia-exemplo: pesquisas na Guerra Fria Internet Manutenção Dividir para conquistar Acomodação às capacidades das máquinas disponíveis Pode ser impossível instalar e executar um sistema de grande porte em uma única máquina Melhor desempenho e Escalabilidade Concorrência, paralelismo
6 Requisitos Ligados a Sistemas Distribuídos Comunicação em redes controle de sessões,... Coordenação sincronização,... Confiabilidade transmissões, replicação Escalabilidade transparência de localização, replicação,... Heterogeneidade hardware, plataformas de SO, linguagens de programação Caro demais se os desenvolvedores de aplicação tiverem que resolver tudo isto!
7 Infra-estrutura de Software Software responsável pelo controle direto e gerência do hardware e operações básicas de sistema Fornece a base para a execução de software de aplicação Editor de Textos Web Browser Compiladores Editores Sistema Operacional Interpretador de comandos Infra-estrutura de Software Hardware
8 Infra-estrutura de Software para Aplicações Distribuídas Editor de Textos Tradutor Corretor ortográfico Editor Infra de SW (SO) Tradutor Infra de SW Editor Infra de SW Corretor ortográfico Infra de SW Editor Infra de SW
9 Sistemas Distribuídos Conceitos e Arquiteturas
10 Sistemas Centralizados Motivação Computadores com grande capacidade de processamento (mainframes) Grande porte físico limitações para acomodação Grande consumo de energia sala especial, refrigeração SO único dependência do fabricante Grande custo Terminais sem capacidade de processamento ( burros )...passado
11 Sistemas em Rede A realidade dos últimos tempos... Motivação Computadores diversos, todos com capacidade de processamento Portes diversos SOs diversos Redes diversas (Ethernet, ATM, com fio, sem fio...) Internet
12 Distribuição de sistemas Motivação Dividindo para conquistar!!! Programa modularizado A B C distribuir D Execução sequencial ou concorrente (threads)
13 Dividindo para conquistar!!! Motivação Programa modularizado A B C Distribuindo... D
14 Dividindo para conquistar!!! Programa distribuído Componentes interligados (comunicação) Processamento (computação) distribuído ou paralelo A B Motivação C D
15 Potencial para ser mais poderoso do que um sistema centralizado, convencional Pode ser mais confiável: toda função pode ser replicada Quando um processador falha, outro pode continuar o trabalho Crash não necessariamente resulta em perda de dados Várias computações podem ser realizadas em paralelo: mais trabalho na mesma quantidade de tempo Pode-se considerar tolerância a falha e possibilidade de paralelismos como as propriedades fundamentais de um sistema distribuído Paralelismo em larga escala a um baixo custo
16 Definições Lamport: Um sistema distribuído é aquele que faz você parar de ter o trabalho realizado quando uma máquina da qual você nunca ouviu falar falha Mais seriamente, Tanenbaum e van Renesse (1985): Um sistema (operacional) distribuído é aquele que aparece para os usuários como um sistema (operacional) centralizado ordinário, mas que executa em múltiplas CPUs independentes. O conceito chave é transparência, ou seja, o uso de múltiplos processadores deve ser invisível (transparente) para o usuário. Pode-se dizer que o sistema é visto como um uniprocessador virtual, e não como uma coleção de máquinas distintas.
17 Definições mais recentes Coleção de computadores independentes que aparecem para os usuários do sistema como um único computador. (Tanenbaum & van Steen) Um sistema em que componentes de hardware e software localizados em computadores em rede se comunicam e coordenam suas ações por passagem de mensagens. (Coulouris et al) Uma coleção de elementos de processamento interconectados, tanto logicamente como fisicamente, para execução cooperativa de programas de aplicação com o controle geral dos recursos centralizado. (M. Eckhouse) Vários componentes Conectados via uma rede Compartilhando recursos Transparência
18 Por que construir SDs? Desempenho/custo Modularidade Assunto bastante explorado recentemente Expansibilidade/Abertura Sistemas distribuídos são capazes de crescimento incremental Compartilhamento de informações e recursos
19 Por que construir... (cont) Escalabilidade Mais fácil aumentar a capacidade do sistema através da introdução de mais recursos Confiabilidade e Disponibilidade Redundância e Replicação O sistema deve ser capaz de se recuperar de falhas
20 Complexidade Limita o que pode ser construído Schroeder chama os problemas causados pela complexidade de problemas de sistema: Interconexão: devido a componentes que não foram feitos para funcionar de forma combinada Interferência: dois componentes de um sistema podem exibir comportamento indesejável ou incompatível quando combinados Propagação de efeito: efeito cascata de falhas pode derrubar um sistema inteiro se isso
21 Problemas de sistema (cont) Efeitos de escala: Um sistema que funciona bem com 10 nós pode falhar se crescer para centenas de nós Falha parcial Um grande diferencial de sistemas distribuídos em relação a sistemas centralizados Ausência de um relógio global Poucas ou nenhuma garantia(s) de tempo Outro grande diferencial dos sistemas distribuídos
22 Requisitos não-/funcionais como fonte de complexidade Sistemas distribuídos são complexos porque o que eles têm que fazer é complexo Exemplos: 1. Gerenciamento do escalonamento de trens passageiros têm que trocar de trens para chegar em seus destinos o problema da sincronização 1. Sistema de arquivos distribuídos Autenticação, controle de acesso, controle de concorrência etc. Complexidade ainda maior quando há os requisitos de alta disponibilidade e tolerância a falhas
23 Necessidade econômica como fonte de complexidade A solução simples nem sempre pode ser usada às vezes é cara demais! Exemplo: Em uma rede de longa distância, interconectar todos os pontos (nós) seria a solução mais simples, porém extremamente cara! A solução mais barata é fazer uma rede em que todos os nós são alcançáveis, porém não necessariamente de forma direta O custo dessa solução é mais baixo, porém a complexidade aumenta consideravelmente
24 Conceito-chave Distribuição Comunicação Transparência apesar de Complexidade Heterogeneidad e
25 Sistemas Distribuídos Características, Objetivos e Modelos Arquiteturais
26 Características Conjunto de máquinas autônomas Interconectadas por canais de comunicação Comunicando-se por troca de mensagens Independência de falhas (falhas parciais) Ausência de relógio global Ausência de estado global Estado compartilhado da aplicação (através de comunicação)
27 Objetivos de um Projeto de SD Eficiência alto desempenho (latência, throughput, etc.) Robustez resistência a falhas Disponibilidade: o sistema está no ar quando preciso (instante de tempo) Confiabilidade: o sistema não falha por um longo período de tempo E quando falha, a falha não provoca uma catástrofe Consistência mesma visão de dados Transparência Abertura Escalabiliade
28 Tipos de Transparência Localização: esconde onde o recurso está localizado Acesso: operações idênticas (ou muito similares) para acesso local e remoto Falha: esconde a falha e recuperação de um recurso Replicação: esconde de usuários ou programadores de aplicação a existência de réplicas de recursos Migração: esconde que um recurso pode se mover para outra localização Temporal: comunicação não necessariamente sincronizada Concorrência: compartilhamento de recursos sem interferência entre processos concorrentes
29 Obstáculos à Transparência Latência Modelo diferente de acesso à memória Concorrência Falhas parciais
30 Abertura Capacidade de um sistema de ser estendido (hw, sw) e de interoperar com outros sistemas Resulta da especificação de interfaces padrão e de torná-las públicas Especificações podem ser padrões estabelecidos por organização de padronização padrões estabelecidos pelo uso (de fato)
31 Escalabilidade Mais recursos => mais capacidade Mais ou menos na mesma proporção Exemplos de limites de escalabilidade Conceito Serviços centralizados Dados centralizados Algoritmos centralizados Exemplo Um único servidor para todos os usuários Uma única lista telefônica on-line Roteamento baseado em informação completa
32 Modelos Arquiteturais Cliente-Servidor Peer-to-Peer Objetos Distribuídos
33 O que é um modelo arquitetural? Estrutura em termos de componentes especificados separadamente Inter-relações de componentes Divisão de responsabilidades entre componentes
34 Arquitetura Cliente-Servidor Clients Clients Service invocation Server invocation Results Results invocation invocation Results Results Servidor Único Múltiplos Servidores
35 C/S: Aspectos positivos Arquiteturas cliente-servidor fornecem uma infraestrutura versátil que suporta a inserção de novas tecnologias mais rapidamente Arquiteturas de software cliente-servidor têm sido usadas desde os anos 80 maturidade
36 Objetos Distribuídos Uma aplicação distribuída pode ser vista como um conjunto de objetos Objetos: Consistem em dados + código Podem ser clientes, servidores ou ambos Interface esconde detalhes de implementação Modelar com objetos não implica no uso de programação orientada a objetos
37 Objetos Distribuídos Interface local Objeto remoto Tanenbaum and van Steen. Distributed Systems: Principles and Paradigms Prentice Hall 2002 Observe a separação entre interface e objeto
38 Peer processes (P2P) App lication Coordi nation code Application Coordi nation code App lication Coordi nation code Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edn. 3 Addison-Wesley Publishers 2000
39 Escolhendo arquitetura... Alguns tradeoffs devem ser considerados para selecionar a arquitetura mais apropriada, incluindo: O crescimento potencial do número de usuários, Custo e Homogeneidade do ambiente computacional futuro e do momento Cliente-servidor é um modelo-base Objetos distribuídos são uma evolução Há várias interpretações de P2P: semi-p2p, P2P puro,...
40 Plataformas de Software Infra-estruturas para Sistemas Distribuídos
41 Infra-estruturas de Software Sistemas Operacionais Distribuídos Sistemas Operacionais de Rede Middleware
42 Introdução Hardware é importante para sistemas distribuídos... Mas software é o que melhor diferencia sistemas distribuídos Infra-estruturas para a construção de sistemas distribuídos são como sistemas operacionais gerenciam recursos permitem compartilhamento de recursos (CPUs, memórias, periféricos, rede e dados) Tentam esconder a heterogeneidade e complexidade do hardware (remoto, principalmente) máquina virtual (software) onde aplicações podem ser executadas mais facilmente
43 Sistemas operacionais para ambientes distribuídos Fortemente acoplados Tentam manter visão única e global dos recursos gerenciados Fracamente acoplados Coleção de computadores, cada um executando seu próprio sistema operacional Trabalham juntos para tornar os serviços e recursos de uns disponíveis aos outros
44 SOD, SOR e Middleware Fortemente acoplados => sistemas operacionais distribuídos (SODs) visão única e global dos recursos Fracamente acoplados => sistemas operacionais de rede (SORs) cada computador executando seu próprio SO Para melhor suporte à transparência de distribuição são necessários melhoramentos ou serviços adicionais uma camada adicional: middleware
45 SOD, SOR e Middleware (cont.) Sistema Descrição Principal objetivo SOD SOR SO fortemente acoplado para multiprocessadores e multicomputadores homogêneos SO fracamente acoplado para multicomputadores heterogêneos (LAN/WAN) Esconder e gerenciar recursos de hardware Oferecer serviços locais para clientes remotos Middleware Camada adicional sobre um SOR Prover transparência de distribuição e serviços adicionais
46 Middleware
47 Ideal Escalabilidade e abertura SORs Transparência e uso mais fácil SODs
48 Estrutura
49 Serviços Agregados Nomeação Persistência Transações Segurança Tolerância a Falhas...
50 Abertura
51 Conclusões Sistemas heterogêneos Pouca transparência Escalabilidade Comunicação Sistemas homogêneos Transparência de distribuição Alto desempenho Memória compartilhada Controle de concorrência Sistemas heterogêneos Transparência de distribuição e comunicação Serviços Abertura
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