Sistemas Distribuídos
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- Ana Beatriz Festas Coelho
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1 UERN Sistemas Distribuídos Prof. André Gustavo
2 Sistemas Distribuídos Ementa: Conceitos relacionados com Sistemas Distribuídos. Mecanismos dos Sistemas Operacionais para suporte a distribuição. Mecanismos de comunicação entre processos existentes nos sistemas distribuídos e sincronização. Padrões de projeto de middlewares. Plataformas de Distribuição de Objetos e estudo de casos. Middlewares específicos de domínio
3 Sistemas Distribuídos Conteúdo Programático: Conceitos Básicos de Sistemas Distribuídos Modelos arquiteturais Escalabilidade Tipos Introdução ao conceito de Middlewares Comunicação entre processos Estudos de Caso: Sockets, RMI, IDL e CORBA Padrões Remotos e Mecanismos Assíncronos Padrões de Identificação e Gerenciamento em middlewares distribuídos SOA e Web Services Message Passing Interface (MPI)
4 Sistemas Distribuídos Conteúdo Programático Middlewares Específicos de Domínio Estudos de caso
5 Sistemas Distribuídos Bibliografia Sugerida TANENBAUM, Andrew S. e van STEEN, Marten. Sistemas Distribuidos: Princípios e paradigmas, 2ª Edição SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer. Sistemas Operacionais Conceitos e Aplicações. 6. ed. Ed. Campus, 2001
6 Sistemas Distribuídos Cenário anterior: computadores independentes Surgimento de Microprocessadores mais poderosos LANs e WANs Internet
7 Sistemas Distribuídos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente
8 Sistemas Distribuídos Característias Importantes: Independência do tipo de dispositivo e plataforma utilizada A forma de conexão deve ser oculta aos usuários Escalabilidade Transparência na manutenção/reconfiguração do sistema
9 Sistemas Distribuídos Middleware Camada de software localizada entre a aplicação final e o sistema operacional
10 Sistemas Distribuídos Metas: Acesso aos recursos Proporciona Economia A segurança ainda é um problema Transparência Abertura Escalabilidade
11 Sistemas Distribuídos Transparência
12 Sistemas Distribuídos A total transparência de distribuição é quase impossível O usuário deve estar ciente das limitações de uma rede e da localização de um recurso
13 Sistemas Distribuídos Abertura: Descrição da sintaxe e da semântica dos serviços Utilização de interfaces Interoperabilidade Portabilidade Extensível
14 Escalabilidade Dimensões: tamanho, geográfica, administrativa Problemas referentes a falta de escalabilidade em tamanho:
15 Escalabilidade Algoritmos Descentralizados Nenhuma máquina tem informações completas sobre o estado da rede As máquinas decidem com base em informações locais A falha de uma máquina não arruina o algoritmo Não utiliza relógio global.
16 Escalabilidade Problemas referentes à escalabilidade geográfica: Comunicação Síncrona Comunicação ponto a ponto A centralização de recursos também impede a escalabilidade geográfica Técnicas: Ocultar latências de Comunicação (assíncronismo, threads, processamento local) Distribuição (divisão da tarefa em vários servidores) Replicação (cache, consistência fraca ou forte)
17 Tipos de SD Sistemas de Computação Cluster rede local mesmo SO Apenas o nó mestre executa o middleware Grade Redes não-locais Máquinas heterogêneas Organizações virtuais
18 Tipos de SD Sistemas de Informação Transações Atômicas: tudo ou nada Consistentes Isoladas Duráveis Transações aninhadas Uso de primitivas RPC e RMI MOM (Message-Oriented Middleware) Publish/Subscribe
19 Tipos de SD Sistemas Pervasivos A instabilidade dos dispositivos é esperada Mobilidade Não existe transparência Ausência de controle administrativo humano Aplicações: sistemas domésticos, tratamento de saúde, sensores
20 Tipos de SD Cria ambientes com computação e comunicação, de maneira integrada aos seres humanos, onde a percepção de se estar lidando com computadores seria mínima. Um sistema pervasivo deve tratar cada dispositivo que seja dotado de alguma inteligência Sistemas ubíquos/pervasivos são caracterizados pela capacidade de estarem em vários lugares simultaneamente (a ubiquidade) e por estarem disseminados (pervasivos) no ambiente de maneira não obstrusiva, quase invisível para o usuário comum.
21 Arquiteturas Arquitetura de Software Organização lógica em componentes de software Arquitetura de Sistema Organização do software em máquinas físicas Centralização x Descentralização
22 Estilos Arquiteturais Em Camadas O componente em uma camada X pode chama componentes na camada subjacente X-1 Baseado em Objetos Chamada de procedimentos remotos Centradas em Dados Comunicação por meio de um repositório comum. Ex: Web Baseado em Eventos Publicar/Subscrever
23 Arquiteturas Centralizadas Cliente x Servidor Protocolos com conexão Protocolos sem conexão (Problemas com operações que não-idempotentes) Client invocation invocation Server result Server result Client Key: Proc ess: Computer:
24 Cliente-Servidor Estilo Arquitetônico em Camadas: Nível de Interface de Usuário Nível de Processamento Nível de Dados
25 Arquiteturas Descentralizadas Peer-To-Peer (P2P) Todas as Estações são Clientes e Servidoras Redes de Sobreposição Arquiteturas P2P Estruturadas Tabelas Hash Distribuídas Determinísticas (DHT) Arquiteturas P2P Não Estruturadas Lista de Alguns Vizinhos Busca por Inundação na Rede
26 Arquiteturas Descentralizadas Topologia por localização, por item de dado. Superpares: Manutenção do índice (intermediador) Os nós são seus Clientes
27 Arquiteturas Descentralizadas Arquitetura híbrida Servidor de borda Sistemas colaborativos Inicialização cliente-servidor Rastreador Servidor BitTorrent
28 Middleware Middleware Fornece transparência Diversos estilos arquiteturais (objetos, eventos) Suporte a requisitos da aplicação Generalização/Complexidade X Especificação/Simplicidade Transparência oferecida por middlewares clientes: Migração Replicação Tolerância a falhas
29 Middleware Interceptador Uma chamada remota a objeto é realizada em três etapas: Um objeto A utiliza localmente uma interface implementada por um objeto B remoto Essa requisição é enviada a um objeto genérico local (interceptador) Esse objeto envia via rede a mensagem para B
30 Middleware O interceptador pode atuar em nível de requisição (definição da réplica contatada) e de mensagem (fragmentação dos dados) As condições do meio podem mudar durante a execução de um sistema, sendo ideal sua adaptação em tempo de execução As políticas podem ser trocadas dinamicamente
31 Middleware Técnicas utilizadas para implementar a adaptação em middlewares: Separação de interesses (modularização) Reflexão computacional Projeto baseado em componentes A flexibilidade desejada em um middleware pode acarretar em grande complexibilidade
32 Autogerenciamento Computação Autonômica Laços de realimentação de controle Núcleo: componentes que devem ser monitorados Estimativa de Medição Análise: decide a adaptação baseado em medidas de referência Medidas de Ajuste
33 Multithread Evita bloqueio do processo principal Mantém múltiplas conexões lógicas Ex: conexões para descarregar páginas multimídia, browser com abas Thread despachante Thread operário Máquina de estado finito
34 Virtualização Substituição de uma interface de modo a imitar o comportamento de outro sistema Ex: sistema operacional, recurso de hardware Integra a diversidade entre hardware e software
35 Virtualização Formas de virtualização Máquina virtual de processo: conjunto de instruções abstradas para executar aplicações. Ex: JVM, Emuladores Monitor de máquina virtual: conjunto completo de instruções do hardware em utilização ou de outro hardware é fornecido Vários SO em execução paralela e independente
36 Servidores Servidor Iterativo x Servidor Concorrente Acesso às Portas: Portas designadas. Ex: padronizadas globalmente Daemon (informa a porta do serviço) Supervisor (inicia o serviço apenas quando requisitado)
37 Servidores Transmissão de dados de controle fora da banda, em outra porta, com maior prioridade Servidor com estado: mantém informações sobre clientes, usadas em caso de falha Servidor sem estado: pode manter informações dos clientes, porém sem preocupação com falha
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