Sistemas Distribuídos Aula 03
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- Maria Júlia Vieira Amorim
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1 Sistemas Distribuídos Aula 03 Prof. Bruno Crestani Calegaro Curso de Ciência da Computação ELC Sistemas Distribuídos 1
2 Estilos Arquitetônicos Os mais importantes estilos de arquitetura para sistemas distribuidos são: Arquitetura em camadas Arquiteturas baseadas em objetos Arquiteturas centradas em dados Arquiteturas baseadas em eventos 2
3 Estilos Arquitetônicos Estilo arquitetônico em camadas 3
4 Estilos Arquitetônicos Estilo arquitetônico baseado em objetos 4
5 Estilos Arquitetônicos Estilo arquitetônico baseado em eventos 5
6 Estilos Arquitetônicos Estilo arquitetônico de espaço de dados compartilhado 6
7 Arquiteturas Centralizadas Iteração geral entre um cliente e um servidor 7
8 Camadas de Aplicação Recall previously mentioned layers of architectural style Nível de interface de usuário Nível de processamento Nível de dados 8
9 Camadas de Aplicação Organização simplificada de um mecanismo de busca da 9 Internet em três camadas diferentes
10 Arquiteturas Multidivididas A organização mais simples é ter só dois tipos de máquinas: Uma máquina cliente que contém apenas os programas que implementam o nível (parte do nível) de interface do usuário Uma máquina do servidor que contém o resto, ou seja, os programas que implementam o nível de processamento e de dados 10
11 Arquiteturas Multidivididas Alternativas de organizações cliente-servidor 11
12 Arquiteturas Multidivididas Exemplo de um servidor que age como um cliente 12
13 Arquiteturas Peer-to-Peer Estruturadas Mapeamento de itens de dados para nós em Chord 13
14 Arquiteturas Peer-to-Peer Estruturadas Mapeamento de itens de dados para nós em CAN 14
15 Arquiteturas Peer-to-Peer Estruturadas Subdivisão de uma região quando um nó se junto ao grupo 15
16 Arquiteturas Peer-to-Peer Não Estruturadas Ações por thread ativo (repetidas periodicamente) selecione um par P da visão parcial corrente; se PUSH_MODE { mybuffer = [(MyAddress,0)]; permute visão parcial; mova H entradas mais velhas para o fim; anexe primeiras c/2 entradas a mybuffer; envie mybuffer a P; } else { envie gatilho a P; } se PULL_MODE { receba buffer de P; } construa uma nova visão parcial com base na corrente e no buffer de P; incremente a idade de cada entrada na nova visão parcial; 16
17 Arquiteturas Peer-to-Peer Não Estruturadas Ações por thread passivo receba buffer de qualquer processo Q; se PULL_MODE { mybuffer = [(MyAddress,0)]; permute visão parcial; mova H entradas mais velhas para o fim; anexe primeiras c/2 entradas a mybuffer; envie mybuffer a P; } construa uma nova visão parcial com base na corrente e no buffer de P; incremente a idade de cada entrada na nova visão parcial; 17
18 Gerenciamento de Topologia de Redes de Sobreposição Abordagem de duas camadas para construir e manter topologias específicas de sobreposição usando técnicas de 18 sistemas peer-to-peer não estruturadas
19 Gerenciamento de Topologia de Redes de Sobreposição Geração de rede de sobreposição específica que utiliza um sistema peer-to-peer não estruturado de duas camadas 19
20 Superpares (Superpeers) Organização hierárquica de nós em uma rede de superpares 20
21 Sistemas de Servidor de Borda Visão da Internet como rede composto por um conjunto de servidores de borda 21
22 Sistemas Distribuídos Colaborativos Funcionamento principal do Bitorrent 22
23 Sistemas Distribuídos Colaborativos Componentes de uma rede distribuidas colaborativa: Um componente que pode redirecionar requisições de clientes a outros servidores Um componente para analisar padrões de acesso Um componente para gerenciar a replicação de páginas Web 23
24 Interceptadores Utilização de interceptadores para manipular invocações de objeto remoto 24
25 Abordagens Gerais para o Software Adaptativo As três técnicas para chegar à adaptação de software: Separação de Interesses Reflexão Computacional Projeto baseado em componentes 25
26 O Modelo de Realimentação De Controle Organização lógica de um sistema de realimentação de controle 26
27 Exemplo: Monitoração de Sistemas com Astrolabe Coleta de dados e agregação de informações em Astrolabe 27
28 Exemplo: Diferenciação de Estratégias de Replicação em Globule Modelo de servidor de borda adotado pela Globule 28
29 Exemplo: Diferenciação de Estratégias de Replicação em Globule A dependência entre precisão de previsão e comprimento de rastro 29
30 Exemplo: Gerenciamento Automático de Conserto de Componente em Jade Etapas necessárias em um procedimento de conserto Encerre todas as vinculações entre um componente que está em um nó sem falha e o componente que está no nó que acabou de falhar Requisite ao gerente de nó que inicie e adicione um novo nó ao domínio Configure o novo nó exatamente com os mesmos componentes do nó que falhou Restabeleça todas as vinculações que foram encerradas anteriormente 30
31 Referências Bibliográficas TANENBAUM, A. Sistemas Distribuídos Princípios e Paradigmas. Prentice Hall, º Ed. Capítulo 2 31
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