Objetos e Componentes Distribuídos: EJB
|
|
|
- Victoria Salazar Medina
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 : EJB Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão
2 Objetivos Nesta aula iremos apresentar a solução baseada em middleware para programação em um ambiente distribuído usando objetos e componentes.
3 Plano de Aula Objetos e Componentes Distribuídos: EJB De Objetos a Componentes Essência dos Componentes Componentes e Sistemas Distribuídos Enterprise JavaBeans Modelo de Componentes EJB POJOs e anotações Contêineres EJB
4 De Objetos a Componentes O CORBA tem um papel fundamental na história dos Sistemas Distribuídos; Ele apresentou uma solução viável para os principais problemas na programação de Sistemas Distribuídos: Heterogeneidade; Portabilidade e operação conjunta de software de sistemas distribuídos; A definição de vários Serviços CORBA também foi fundamental (segurança, confiabilidade, etc); Porém apontamos na aula passada alguns problemas enfrentados pelo desenvolvedor ao usar o CORBA;
5 De Objetos a Componentes Problemas do Middleware Orientado a Objetos Dependências Implícitas Requisito: Há necessidade clara de não apenas especificar as interfaces oferecidas por um objeto, mas também as dependências desse objeto com relação a outros na configuração distribuída. Interação com o Middleware Requisito: Há uma necessidade evidente de simplificar a programação de aplicações distribuídas para apresentar uma clara separação de preocupações entre código relacionado à operação em uma estrutura de middleware e código associado a aplicação, e de permitir que o programador se concentre exclusivamente neste último. Falta de separação de aspectos relacionados à distribuição Requisito: A separação de aspectos mencionados anteriormente também devem abranger o tratamento dos diversos serviços do sistema distribuído e, quando possível, as complexidades do tratamento de tais serviços devem ficar ocultas do programador. Falta de suporte para distribuição Requisito: As plataformas de middleware devem fornecer suporte intrínseco para a distribuição, para que o software distribuído possa ser instalado e implantado da mesma maneira que um software para uma máquina, com as complexidade de distribuição ocultas ao usuário. Objetos e Componentes Distribuídos
6 De Objetos a Componentes Esses quatro requisitos levam ao surgimento de estratégias baseadas em componentes para o desenvolvimento de sistemas distribuídos, junto ao surgimento de middleware baseado em componentes, incluindo o estilo de middleware chamado de servidores de aplicação.
7 Essência dos Componentes Definição de componentes segundo Szyperki: Um componente de software é uma unidade de composição com interfaces especificadas por contratos e somente dependências contextuais explícitas. Importante: Toda dependência contextual deve ser explícita; As dependências também são representadas como interfaces; Um componente de software é especificado em termos de um contrato, o qual inclui: Um conjunto de interfaces fornecidas As interfaces que o componente oferece como serviços para outros componentes; Um conjunto de interfaces exigidas As dependências que esse componente tem em termos de outros componentes que devem estar presentes e conectados a ele para que ele funcione corretamente.
8 Componentes e Sistemas Distribuídos Diversas tecnologias baseadas em componentes vem surgindo: Enterprise JavaBeans CCM (CORBA Component Model) O Middleware baseado em componentes adiciona suporte significativo para o desenvolvimento e implementação de sistemas distribuídos; Na visão dos middlewares baseados em componentes dois pontos são fundamentais: O conceito de Contêineres (fundamental para Middlewares baseados em Componentes) Suporte para a distribuição.
9 Contêineres Os contêineres suportam um padrão comum, geralmente encontrado em aplicações distribuídas: Um cliente front-end (frequentemente web) Um contêiner contendo um ou mais componentes que implementam a lógica de negócio/aplicação; Serviços de sistema que gerenciam os dados associados no armazenamento persistente. As tarefas de um contêiner são: Fornecer um ambiente hospedeiro no lado do servidor gerenciado para os componentes; Fornecer a separação de aspectos, isto é os componentes tratam das necessidades da aplicação e o contêiner trata de problemas dos sistemas distribuídos e do middleware.
10 Contêineres
11 Contêineres O Middleware que suporta o padrão contêiner e a separação de aspectos por esse padrão é conhecido como servidor de aplicação; Esse estilo de programação distribuída esta sendo amplamente utilizada no ambiente corporativo; Atualmente existem diversos servidores de aplicativos: IBM WebSphere Application Server (EJB) Red Hat Jboss (EJB) Oracle GlassFish (EJB) Apple WebObjects para MacOS Zope Application Server para Python.
12 Suporte para Distribuição O Middleware baseado em componentes fornece suporte para a distribuição de configurações de componentes; São usados descritores de distribuição (DD) (geralmente em XML), que descrevem completamente como a configuração deve ser implantada em um ambiente distribuído; Lembrando: Os componentes são distribuídos em contêineres; Os contêineres interpretam os DDs, geralmente usando alguma ferramenta associada; Os DDs auxiliam na conexão dos componentes, a fornecer o nível de segurança correto, suporte para transações, etc.
13 Enterprise JavaBeans EJB é uma especificação de arquitetura de componentes gerenciada no lado do servidor; Os componentes conhecidos como beans do EJB, oferecem suporte direto a arquitetura de três camadas apresentadas anteriormente; O EJB é gerenciado. O Contêiner responde por vários serviços, tais como: Transação, Segurança e Ciclo de Vida; O EJB é uma arquitetura de componente pesada : Sobrecarga de complexidade pelo gerenciamento do contêiner; Tem como objetivo, manter uma forte separação entre as várias funções envolvidas no desenvolvimento de aplicações distribuídas. Objetos e Componentes Distribuídos
14 Modelo de Componentes do EJB No EJB um bean é um componente que oferece um ou mais interfaces de negócio para clientes; Estas interfaces podem ser remotas ou local; Esta interface de negócio é nossa interface fornecida; As interfaces exigidas são apresentadas através de injeção de dependências; Um bean é representado pelo conjunto de interfaces de negócio remotas e locais, junto a uma classe de bean associada que implementa as interfaces; Inicialmente vamos discutir dois estilos de bean: Bean de Sessão: usam a invocação remota ou local. Bean baseado em mensagem: usam JMS.
15 POJOs e anotações Programar em EJB ficou mais fácil devido ao uso EJBs POJOs (Plain Old Java Objects objetos Java puros) junto a anotações EJB; As anotações foram introduzidas no Java 1.5 como um mecanismo para associar metadados a pacotes, classes, métodos, parâmetros e variáveis; Por exemplo, anotações são usadas para indicar se as interfaces de negócio de um EJB são Remotas ou public interface public interface Frete{...} Vamos perceber na implementação que anotações são usadas por todo o EJB.
16 Contêineres EJB O gerenciamento do EJB como sistema distribuído é feito de forma implícita usando interceptação; Os contêineres fornecem políticas em áreas que incluem: Gerenciamento de Transação; Segurança; Persistência; Ciclo de Vida, etc. Geralmente os contêineres são previamente configurados com as políticas padrões; O Contêiner usa a injeção de dependência, com a qual um agente externo (contêiner) é responsável por gerenciar e solucionar as relações entre um componente e suas dependências (interfaces exigidas).
17 Contêineres EJB
18 Dúvidas Página do Professor Mauro:
19 Próxima Aula Prática de Laboratório: EJB
20 Referências Sistemas Distribuídos - Conceitos e Projeto, George Coulouris, 4ª Edição - Editora Bookman, 784 páginas.
Objetos e Componentes Distribuídos: EJB e CORBA
: EJB e CORBA Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos
Padrões Arquitetônicos
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
RPC e RMI. Sistemas Distribuídos. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
Java para Web & EJB. Teoria, prática e questões Módulo Introdução e Servlets
Java para Web & EJB Teoria, prática e questões Módulo Introdução e Servlets Introdução ao Desenvolvimento Web com Java Tópicos Aplicações, componentes e containers web Aplicações web Modelo de aplicações
Web Services REST. Sistemas Distribuídos. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
Java RMI. Sistemas Distribuídos. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
Introdução a Computação em Nuvem
Introdução a Computação em Nuvem Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia
JAVA PARA WEB E EJB APLICAÇÕES WEB, SERVIDORES DE APLICAÇÃO, CONTAINERS WEB
JAVA PARA WEB E EJB APLICAÇÕES WEB, SERVIDORES DE APLICAÇÃO, CONTAINERS WEB INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB COM JAVA Tópicos Aplicações, componentes e containers web Aplicações web Modelo de aplicações
Microsoft Visual Studio Community 2013
Microsoft Visual Studio Community 2013 Linguagem de Programação III Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação
Introdução a Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
Ferramenta MVCASE - Estágio Atual: Especificação, Projeto e Construção de Componentes
Ferramenta MVCASE - Estágio Atual: Especificação, Projeto e Construção de Componentes Antônio Francisco do Prado Daniel Lucrédio e-mail: [email protected] Resumo Este artigo apresenta a ferramenta CASE
Invocação Remota. Prof. Leonardo Barreto Campos. 1/29
Invocação Remota Prof. Leonardo Barreto Campos 1/29 Sumário Introdução Chamada de Procedimento Remoto Invocação a Método Remoto Leitura Complementar Bibliografia 2/29 Introdução Essa aula trata como os
Introdução ao Desenvolvimento de
Introdução ao Desenvolvimento de Aplicações Web com JSF e PrimeFaces Marcelo Vinícius Cysneiros Aragão ICC Inatel Competence Center [email protected] Santa Rita do Sapucaí, 15 de março de 2016 Conteúdo
Introdução a Computação em Nuvem
Introdução a Computação em Nuvem Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia
JBoss Seam. Vinicius Senger Co-fundador Globalcode Alberto J Lemos (Dr. Spock) Instrutor Globalcode. Globalcode Open4Education
JBoss Seam Vinicius Senger Co-fundador Globalcode Alberto J Lemos (Dr. Spock) Instrutor Globalcode Agenda > Introdução > Arquitetura típica Java EE 5 > O que é JBoss Seam? > Porque escolher o JBoss Seam?
Acesso a Banco de Dados usando C#
Acesso a Banco de Dados usando C# Linguagem de Programação III Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: [email protected] 1. Que são sistemas abertos? É um sistema que oferece serviços de acordo com
Web Services REST e JSON
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
Sistemas Distribuídos. Plano de Curso. Plano de Curso 04/03/12 ! EMENTA:
Sistemas Distribuídos Prof. Msc. André Luiz Nasserala Pires [email protected]! EMENTA: Plano de Curso! Conceitos. Comunicação entre processos (IPC). Programação de aplicações cliente- servidor. Sincronização
JBoss Seam Um framework para Java EE 5. [ Tiago Motta Jorge ]
JBoss Seam Um framework para Java EE 5 [ Tiago Motta Jorge ] Outline Introdução Conceitos básicos Exemplos básicos Conceitos Avançados JSR299: WebBeans Considerações finais Introdução Desenvolvido por
Prof. Me. Sérgio Carlos Portari Júnior
Prof. Me. Sérgio Carlos Portari Júnior Ambientes que visam desenvolver aplicações que precisam de um processamento paralelo e distribuído deverão saber lidar com algumas dificuldades. Isto decorre da heterogeneidade
Nuvem e Virtualização Redes Programáveis
Nuvem e Virtualização Redes Programáveis Visão Geral da Nuvem A computação em nuvem envolve muitos computadores conectados em uma rede, possibilitando que eles sejam fisicamente localizados em qualquer
CBSE. Independência e Padronização. Características da CBSE. Fundamentos da CBSE. Middleware e Processo 22/05/2013
DCC / ICEx / UFMG CBSE Engenharia de Software baseada em Componentes (CBSE) Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo A CBSE foi proposta na década de 90 Foi motivado pelo limitado suporte
Sistemas Distribuídos
Tecnologia em Sistemas para Internet Aula04 - Arquiteturas de Objetivos Conhecer as principais arquiteturas de sistemas distribuídos e seu funcionamento; 2 Introdução Sistemas distribuídos muitas vezes
Revisão de conceitos Tópicos Avançados em TI Prof. Rossano Pablo Pinto Fevereiro/ v0.1
Revisão de conceitos Tópicos Avançados em TI Prof. Rossano Pablo Pinto Fevereiro/2013 - v0.1 Orientação a objetos Classe Métodos Visibilidade Tipo de retorno Tipo dos parâmetros Atributos Tipo Visibilidade
Arquitetura em Camadas
Arquitetura em Camadas 1 Introdução Em aplicações OO de médio e grande porte, diversos aspectos devem ser considerados: Apresentação Lógica da aplicação Lógica do negócio Persistência de Objetos Camada
Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto
Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2006 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Projeto Artefatos Modelo de Projeto: Lista de classes de
Serviços Web: Introdução
Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula
Injeção de Dependências e Spring
Injeção de Dependências e Spring Daniel Cukier Prof. Fabio Kon IME-USP Conteúdo Exemplo Melhor maneira de aprender Injeção de Dependência (DI) Spring Service Locator Daniel Cukier - IME/USP 2/29 Exemplo
Sistemas Distribuídos Aspectos de Projeto de SD. Aspectos de Projeto em SD. Transparência 14/03/12. ! Transparência; ! Abertura; !
Sistemas Distribuídos Aspectos de Projeto de SD Prof. Msc. André Luiz Nasserala Pires [email protected] Aspectos de Projeto em SD! Transparência;! Abertura;! ;! Heterogeneidade;! Segurança;! Tratamento
Programando sistemas distribuídos com objetos distribuídos na rede TCP/IP. Prof. Me. Sérgio Carlos Portari Júnior
Programando sistemas distribuídos com objetos distribuídos na rede TCP/IP Prof. Me. Sérgio Carlos Portari Júnior Conteúdo Programático Contextualizando: Aula anterior Camada Middleware Programar para SD
Frameworks funcionais para JSF que proporciona o desenvolvimento de aplicações computacionais WEB
Frameworks funcionais para JSF que proporciona o desenvolvimento de aplicações computacionais WEB Bruno Costa Silva 1, Ricardo Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil [email protected],
Aula 1: Apresentação, Computação Corporativa
Aula 1: Apresentação, Computação Corporativa Diego Passos Universidade Federal Fluminense Técnicas de Projeto e Implementação de Sistemas II Diego Passos (UFF) Apresentação, Computação Corporativa TEPIS
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS
PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS Prof. Dr. Daniel Caetano 2011-2 Visão Geral 1 Arquitetura Web e Serviços 2 Contentores Java e o Ciclo de Vida 4 Servlets com o NetBeans
Arquitetura de Sistemas Distribuídos
Arquitetura de Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia
Desenvolvimento de Aplicações Distribuídas
Arquitetura Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas e Informática DAD (2019/01) Tópicos Apresentação da disciplina Introdução Desafios e características Arquitetura
Reuso de Software Aula Maio 2012
Reuso de Software Aula 19 Tópicos da Aula Engenharia de Software baseada em Componentes (CBSE) Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo [email protected] Componentes Modelos de Componentes
UFG - Instituto de Informática
UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares [email protected] Aula 5 Servidores de Aplicação
Sistemas Distribuídos
Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 23 de fevereiro de 2011 Histórico Anos 50 - Sistemas Operacionais tipo Lote Aumentar a capacidade de processamento de programas Usuário ia ao computador
Rede de computadores Cliente- servidor. Professor Carlos Muniz
Rede de computadores Professor Carlos Muniz Definição Cliente-servidor é um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores.
Sistemas Distribuídos
Caracterização de Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 24 de fevereiro de 2010 Caracterização de Histórico Anos 50 - Sistemas Operacionais tipo Lote Aumentar a capacidade de processamento
O que é um sistema distribuído?
Disciplina: Engenharia de Software 4 Bimestre Aula 1: ENGENHARIA DE SOFTWARE DISTRIBUÍDO O que é um sistema distribuído? Segundo Tanenbaum e Steen (2007) um sistema distribuído é uma coleção de computadores
Desenvolvimento de Aplicações Distribuídas
SOA e Web Services Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas e Informática DAD (2019/01) Tópicos Apresentação da disciplina Introdução Desafios e características Arquitetura
Características de Sistemas Distribuídos
Tópicos O conceito de Características de Carlos Ferraz [email protected] Infra-estrutura básica Exemplos Vantagens e desvantagens Convergência digital Características 2002-2003 Carlos A. G. Ferraz 2 O Conceito
Sistema Operacional. Prof. Leonardo Barreto Campos. 1/30
Sistema Operacional Prof. Leonardo Barreto Campos 1/30 Sumário Introdução Middleware e SO de Rede SO de Rede Processos e Threads Leitura Complementar Bibliografia 2/30 Introdução A tarefa de qualquer sistema
Módulo II Arquitetura em Camadas
Módulo II Arquitetura em Camadas Prof. Ismael H F Santos April 08 Prof. Ismael H. F. Santos - [email protected] 1 Ementa Arquitetura de camadas de Software Arquiteturas em Camadas Padrões para
SIDs: ARQUITETURA DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SIDs: ARQUITETURA DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Modelos: Para que um sistema, ao ser projetado, alcance as características de um sistema distribuído, esse deve ser desenvolvido em cima de algum modelo de computação
Componente de aplicação. Figura 1 - Elementos funcionais de uma aplicação sendo executados de forma distribuída
11 1 Introdução Recentes avanços em redes de computadores impulsionaram a busca e o desenvolvimento de meios para facilitar e acelerar o desenvolvimento de aplicações em sistemas distribuídos, tornando
Características de Sistemas Distribuídos
Características de Sistemas Distribuídos Carlos Ferraz [email protected] 2002-2003 Carlos A. G. Ferraz 2 Tópicos O conceito de Sistemas Distribuídos Infra-estrutura básica Exemplos Vantagens e desvantagens
Tipos de Clusters. Introdução. Introdução 21/03/12
Tipos de Clusters Prof. Msc. André Luiz Nasserala Pires [email protected]! Cluster pode ser definido como um sistema onde dois ou mais computadores trabalham de maneira conjunta para realizar processamento
Introdução. descrever os tipos de interfaces e linguagens oferecidas por um SGBD. mostrar o ambiente de programas dos SGBD s
Introdução Contribuição do Capítulo 2: discutir modelos de dados definir conceitos de esquemas e instâncias descrever os tipos de interfaces e linguagens oferecidas por um SGBD mostrar o ambiente de programas
ÍNDICE. Redes de Computadores - 1º Período de Cap 12 - Fls. 1
ÍNDICE 12. Sistemas Operacionais de Redes 2 12.1. Conceito 2 12.2. Redirecionador 3 12.3. Arquiteturas 3 12.4. Par a Par 4 12.5. Cliente-Servidor 4 12.6. Os Sistemas Operacionais de Redes e as Arquiteturas
UFG - Instituto de Informática
UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares [email protected] Aula 12 Beans Orientados a
Modelo de Componentes CORBA
Modelo de Componentes CORBA Cláudia Brito L. N. da Silva [email protected] Roteiro 1. Visão geral 2.! Definindo componentes! Implementando componentes! Empacotando componentes! Instalando componentes!
Programação Distribuída. Arquiteturas
Programação Distribuída Arquiteturas Programação Distribuída A arquitetura de um Sistema Distribuído diferencia entre a organização de componentes de software e a realização física. A organização de sistema
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 5ª. Série Programação Distribuída A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido
Desenvolvimento de Software Baseado em Componentes. Paulo C. Masiero
Desenvolvimento de Software Baseado em Componentes Paulo C. Masiero 1 Introdução Frustração com as promessas da Orientação a objetos em relação ao reuso de classes. Frameworks são uma solução para um domínio
RecyclerView. Programação de Dispositivos Móveis. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo
Programação de Dispositivos Móveis Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos
REVISÃO DE CONCEITOS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS
UNIDADEA Desenvolvimento de Aplicações Orientado a Objetos Unidade A Caro(a) Aluno(a): Nesta disciplina, o principal objetivo é que os alunos possam analisar, projetar e desenvolver soluções de software
MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL COM HIBERNATE EM APLICAÇÕES JAVA WEB
MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL COM HIBERNATE EM APLICAÇÕES JAVA WEB Miguel Gustavo Miiller¹, Tiago Piperno Bonetti 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí -Paraná- Brasil [email protected], [email protected]
ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira
ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Apostila Servlets e JSP www.argonavis.com.br/cursos/java/j550/index.html INTRODUÇÃO Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADA À GESTÃO PÚBLICA
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADA À GESTÃO PÚBLICA Julio Cesar do Carmo Junior 1, Osvaldo Cesar Pinheiro de Almeida 2 1 Informática para Gestão, Faculdade de Tecnologia, Botucatu, SP, Brasil. E-mail:
PCS3413 Engenharia de Software e Banco de Dados
PCS3413 Engenharia de Software e Banco de Dados Aula 23 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo 1 Acoplamento! Indica dependência entre classes.! Deve ser o menor possível.! Direcionar associações
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Arquitetura de Sistemas Distribuídos Gustavo Reis [email protected] 1 - Arquitetura Em sistemas distribuídos a meta é separar aplicações das plataformas subjacentes,
Desenvolvimento de Aplicações Distribuídas
Desafios e Características Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas e Informática DAD (2019/01) Tópicos Apresentação da disciplina Introdução Desafios e características
Bancos de Dados Notas de Aula Introdução Prof. Dr. Daniel A. Furtado
Bancos de Dados Notas de Aula Introdução Prof. Dr. Daniel A. Furtado Definição de Banco de Dados De uma forma genérica, um banco de dados é definido como uma coleção de dados relacionados. Os dados são
Sistema de Software Distribuído
Sistema de Software Distribuído É composto por uma sequência de instruções, que é interpretada e executada por um processador É composto por instruções concorrentes ou paralelas, que são interpretadas
Tipos de Sistemas Distribuídos (Pervasivos)
Tipos de Sistemas Distribuídos (Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e
Framework.NET. Linguagem de Programação III. Mauro Lopes Carvalho Silva. Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo
Linguagem de Programação III Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento Acadêmico de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Linguagem
