Beatriz Cunha Sérgio Barros
|
|
|
- Jessica Prada Fraga
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 AVALIAÇÃO DOS MODELOS DE AUDITORIAS AMBIENTAIS PÚBLICA: UMA COMPARAÇÃO DA NBR ISO 14001:2015 E DA DIRETRIZ CONEMA/RJ N 56. Área temática: Gestão Ambiental e Sustentabilidade Beatriz Cunha [email protected] Sérgio Barros [email protected] Resumo: A auditoria ambiental é um instrumento usado pelas empresas para o conhecimento do seu desempenho ambiental e para aplicabilidade da legislação pertinente e, no caso, das auditorias públicas passou a ser mais um instrumento para renovação do licenciamento ambiental. Assim, além de ser uma ferramenta de gerenciamento ambiental, avalia a adequação da empresa em relação ao cumprimento dos requisitos legais existentes. Este texto visa a análise e a comparação das normas ambientais NBR ISO 14001:2015 e da DIRETRIZ CONEMA/ RJ n 56 que tratam de auditorias ambientais, a fim de identificar os fatores críticos encontrados para seu atendimento. Palavras-chaves: Auditoria Ambiental, Gestão Ambiental, Legislação Ambiental.
2 1 INTRODUÇÃO 1.1- FORMULAÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA O histórico de acidentes ambientais já vivenciados pela humanidade demonstra a necessidade da prevenção para situações súbitas e imprevistas de cenários que possam provocar perdas de forma rotineira e gradual, de pequena ou grande magnitude (CHAVES e MAINIER, 2005). A auditoria ambiental é um instrumento usado pelas empresas para o conhecimento do seu desempenho ambiental e para aplicabilidade da legislação pertinente e, no caso, das auditorias públicas passou a ser mais um instrumento para renovação do licenciamento ambiental. Assim, além de ser uma ferramenta de gerenciamento ambiental, avalia a adequação da empresa em relação ao cumprimento dos requisitos legais existentes. De acordo com Maimon (1994, p.122): A auditoria ambiental é um instrumento de gestão que compreende uma avaliação sistemática, documentada, periódica e objetiva sobre a organização, a gestão e o equipamento ambientais, visando auxiliar a resguardar o meio ambiente facilitando a gestão do controle das práticas ambientais e avaliando a compatibilidade com as demais políticas da empresa. A auditoria ambiental é um importante instrumento de gerenciamento das condições ambientais dos espaços costeiros e da avaliação das medidas de redução e controle dos impactos ao meio ambiente dos processos da atividade portuária (LEITE at all, 2011). Sendo uma ferramenta do sistema de gestão ambiental que, por definição, consiste em um conjunto de medidas e procedimentos bem-definidos que, se adequadamente aplicados, permitem reduzir e controlar os impactos introduzidos por um empreendimento sobre o meio ambiente (VALLE, 2002) No Brasil, a auditoria legal teve início no Estado do Rio de Janeiro, pela Lei Estadual n 1898, de 26/11/1991, que dispõe sobre a realização de auditorias ambientais, regulamentada pelo Decreto n A, de 5/06/1995. Depois do Rio de Janeiro, outros estados como Espírito Santo (Lei 4802/93), Rio Grande do Sul (Lei 11520/00) e Paraná (Lei
3 13448/02) também criaram leis para realização de auditoria ambiental compulsória. (DE MARTINI, 2013) A Diretriz DZ 56 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA AMBIENTAL foi balizada em consonância com a CONAMA 306 de 2002 que estabeleceu os requisitos mínimos para a realização de Auditorias Ambientais AS NORMAS DZ 56-R.3 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA AMBIENTAL A DZ 56-R.3 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA AMBIENTAL, foi aprovada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente CONEMA no dia 7 de maio de 2010 sendo publicada no Diário Oficial de 14/05/2010, na página 20. Seu objetivo é estabelecer as responsabilidades, os procedimentos e os critérios técnicos para a realização de auditorias ambientais, como instrumento do sistema de licenciamento ambiental. Segundo o item 4.1, deverão, obrigatoriamente, realizar auditorias ambientais periódicas anuais as organizações de Classes 4, 5, 6, de acordo com a tabela de classificação dos empreendimentos/atividades do Decreto Estadual nº /2009, das seguintes tipologias, entre outras: I refinarias, dutos e terminais de petróleo e seus derivados; II instalações portuárias; III instalações aeroviárias (aeroportos, aeródromos, aeroclubes); IV instalações destinadas à estocagem de substâncias tóxicas e perigosas; V instalações de processamento e disposição final de resíduos tóxicos e perigosos; VI unidades de geração de energia elétrica a partir de fontes térmicas; VII instalações de tratamento e os sistemas de disposição final de esgotos domésticos; VIII indústrias petroquímicas e siderúrgicas; IX indústrias químicas e metalúrgicas; X instalações de processamento, recuperação e sistemas de destinação final de resíduos urbanos radioativas; XI atividades de extração mineral, exceto dos bens minerais de aplicação direta na construção
4 civil; XII atividades de beneficiamento de bem mineral; XIII instalações de tratamento de efluentes líquidos de terceiros; XIV instalações hoteleiras de grande porte; XV indústrias farmacêuticas e de produtos veterinários; XVI indústrias têxteis com tingimento; XVII produção de álcool e açúcar; XVIII estaleiros; XIX demais atividades com potencial poluidor alto, a critério do órgão ambiental. Cabe destacar que as organizações deverão realizar Auditorias Ambientais de Controle como parte dos processos de requerimento, renovação e prorrogação da Licença de Operação (LO) e da Licença de Operação e Recuperação (LOR). Um aspecto que chama atenção na DZ 56 é o item 5.10 dos objetivos que exige que a organização verifique a capacitação dos responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas, rotinas, instalações e equipamentos com interação e risco ambiental, de forma a prevenir, proteger e recuperar o meio ambiente NBR ISO 14001/2015 A NBR ISO está na sua terceira edição, válida desde 06 de novembro de 2015, é uma norma brasileira de Sistema de gestão ambiental que cancela e substitui a versão anterior (ABNT NBR 14001:2004). Elaborada pelo Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental (ABNT/CB-038), pela Comissão de Estudo de Sistema de Gestão Ambiental (CE ) o objetivo desta Norma é prover às organizações uma estrutura para proteção do meio ambiente e possibilitar uma resposta às mudanças das condições ambientais em equilíbrio com as necessidades socioeconômicas, além de especificar os requisitos que permitem que a organização alcance os resultados esperados para seu sistema de gestão ambiental. A Norma ISO em sua versão 2015 traz como grande novidade no item 5 o conceito de Liderança em seu escopo, bem como no Planejamento a inserção da avaliação de riscos e
5 oportunidades antes da abordagem dos aspectos ambientais da organização. Segundo a FIESP (2015) a certificação da ISO é uma demanda de mercado, pois demonstra seu comprometimento com práticas sustentáveis e padrões internacionais de gestão ambiental. 1.3 OBJETIVO Estre trabalho tem como objetivo analisar as normas ambientais DZ-56.R-3 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA AMBIENTAL e a ABNT NBR-ISO 14004/2015 e compará-las para identificação dos fatores críticos encontradas para seu atendimento. 2 - METODOLOGIA A metodologia utilizada para a realização deste estudo foi baseada na comparação dos requisitos, na revisão bibliográfica e na interpretação das normas DZ 56.R-3 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA AMBIENTAL. Foi estabelecido um quadro comparativo do requisito legal, no caso a DZ 56 e a inserção dos novos requisitos da ISO revisão Através do Quadro 1 foi montado um check list do requisito legal (DZ 56) a direita e, no lado esquerdo, foram sendo alocados os novos itens da Norma de modo a se avaliar o quanto de pertinência a norma possui com o requisito legal. 3- DISCUSSÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS 3.1 Estudo da interface entre a DZ 56 e ABNT NBR ISO 14001/2015 Na revisão bibliográfica foi observado que há uma grande pertinência entre a Diretriz e a Norma. No quadro a seguir serão apresentados os itens da DZ 56 e seu item correspondente na NBR ISO 14001/2015. Assim, pode se notar a inter-relação entre os itens dos dois sistemas, de forma que, cumprindo com os requisitos básicos da DZ-56. R 3
6 DIRETRIZ PARA REALIZAÇÃO DE AUDITORIA AMBIENTAL as organizações auditadas também estarão cumprindo com os requisitos da NBR ISO 14001/2015 (Quadro 1). Quadro 1: Quadro comparativo entre a DZ 56.R.3 e NBR ISO 14001/2015. DZ 56 NBR ISO 14001/ Quanto à política ambiental e ao sistema de gestão ambiental 5. Liderança e Comprometimento 5.2 Política Ambiental a) a existência de política ambiental documentada, implementada, mantida e difundida a todas as pessoas que estejam trabalhando nas unidades auditadas, incluindo funcionários de empresas terceirizadas. 7.5 Informação documentada b) a adequação da política ambiental e seus objetivos - se abrange todas as áreas e operações das unidades auditadas e seus aspectos ambientais significativos; se orienta para a total conformidade legal; se incentiva a adoção de práticas de produção mais limpa e tecnologias limpas para a redução de impactos ambientais adversos, o uso racional de recursos naturais e eficiência energética. 5.2 Política Ambiental 6 Planejamento 6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades Aspectos ambientais, Requisitos legais e outros requisitos Planejamento de ações c) o status da implantação e certificação de sistema de gestão ambiental - a existência de metas de desempenho ambiental compatíveis com a política
7 ambiental e com o conceito de melhoria contínua; critérios de acompanhamento e avaliação; definição de responsabilidades e divulgação dos resultados. 5.2 Política Ambiental 6.2 Objetivos ambientais e planejamento para alcança-los d) os programas e procedimentos de controle dos aspectos ambientais da cadeia produtiva, incluindo critérios de seleção e avaliação de fornecedores e prestadores de serviços. 5.2 Política Ambiental Aspectos Ambientais Quanto à estrutura gerencial e ao treinamento a) as responsabilidades pelo gerenciamento ambiental, incluindo o Termo de Responsabilidade Técnica pela Gestão Ambiental, em conformidade com o Decreto Estadual nº /2009; o compromisso explícito da alta direção da empresa; a verificação da compatibilidade da estrutura gerencial com a melhoria de desempenho; existência de sistema de comunicação interna e externa e sua adequação ao sistema de gestão ambiental. 7 Apoio 7.1 Recursos 7.2 Competência 7.3 Conscientização 5.3 Papéis, responsabilidades e autoridades organizacionais. b) a conscientização dos trabalhadores e
8 partes interessadas em relação aos potenciais impactos ambientais gerados pela organização. 7.3 Conscientização c) a adequação dos programas de treinamento e capacitação técnica dos responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas, rotinas, instalações e equipamentos de proteção ao meio ambiente ou que possuem o potencial de causar danos ambientais. 7.2 Competência 7.3 Conscientização Quanto à conformidade legal 10 Melhorias a) o atendimento ao que dispõe a legislação federal, estadual e municipal aplicável aos aspectos ambientais Requisitos Legais e outros requisitos Avaliação do atendimento aos requisitos legais e outros requisitos b) a conformidade quanto ao licenciamento ambiental (tipo e validade das licenças), Alvarás, Autorizações, Outorgas, Registros, Termos de Ajustamento de Conduta e outros documentos relacionados às questões ambientais, verificando as datas de emissão e a sua validade. O cumprimento das restrições e exigências deverá ser avaliado Não conformidade e ação corretiva Avaliação do atendimento aos requisitos legais e outros requisitos c) o cumprimento das medidas preventivas e corretivas estabelecidas no 10.3 Melhoria contínua Avaliação do atendimento aos
9 Plano de Ação da auditoria ambiental anterior, indicando as ações concluídas, em andamento e as não concluídas, atendendo ou não aos prazos previstos. requisitos legais e outros requisitos Quanto aos processos de produção e operação 9 Avaliação de desempenho 8.1 Planejamento e controle operacionais a) os procedimentos para identificar os aspectos ambientais significativos e respectivos impactos ambientais Aspectos Ambientais b) a identificação das rotinas de trabalho associadas a riscos potenciais ao ambiente; a existência de procedimentos documentados e a incorporação de medidas para a minimização ou eliminação dos seus impactos Planejamento de ações c) os fluxogramas de processo e balanços de massa e energia de entradas e saídas. d) os processos de produção - se são projetados e operados para minimizar os impactos ambientais; se a organização utiliza a melhor tecnologia disponível para prevenir danos ao ambiente; se avalia as possibilidades de modernização com o uso de tecnologias limpas. e) a adequação das normas, procedimentos
10 documentados e registros de operação e manutenção e sua eficácia para tomada de decisão em situações emergenciais. f) as condições de operação e de manutenção das unidades e equipamentos de controle da poluição, de prevenção de acidentes e relacionados com os aspectos ambientais. 7.5 Informação documentada Controle de informação documentada 8.2 Preparação e resposta a emergências 8.2 Preparação e respostas a emergências Quanto à gestão de energia e água a) a existência de inventário das fontes de energia e das perdas; o consumo energético e a existência de procedimentos para sua redução; avaliação da eficiência energética dos equipamentos utilizados e procedimentos para garantir sua adequada manutenção. b) as fontes de abastecimento de água (abastecimento público, poço, corpo d'água, chuva e/ou reúso) e as respectivas outorgas de uso dos recursos hídricos, quando exigidas por lei, bem como a quantificação para os diversos usos; existência de programa de redução do consumo; existência de pesquisa para reúso; e programas de controle de perdas e vazamentos. )
11 8.1.6 Quanto à gestão de materiais (matérias-primas, insumos, embalagens e produtos) a) os procedimentos e operações de cada unidade auditada; as características dos materiais em termos de periculosidade e requisitos específicos de manuseio e disposição; os pontos onde esses materiais são usados, incluindo as áreas de utilidades e manutenção, as atividades fora de rotina, manutenção e limpeza de emergência ou vazamento. 8.2 Preparação e respostas a emergências. b) os procedimentos de recepção, manuseio e estocagem; layout dos locais de estocagem e das áreas de recebimento (matérias-primas, insumos e produtos); análise dos riscos associados ao transporte interno desses materiais. Planejamento de ações 6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades c) os procedimentos que incentivem a utilização de materiais ambientalmente menos danosos, ao reaproveitamento e a reciclagem Quanto à gestão de efluentes líquidos a) a existência de layout da organização,
12 incluindo diagramas e projetos da rede de esgotamento, do sistema de drenagem de águas pluviais, tanques de contenção, caixas de óleo e bacias de acumulação, dentre outros. b) o inventário das descargas, qualitativo e quantitativo, desde a fonte até o destino final. c) a adequação dos efluentes líquidos aos padrões legais e às restrições da licença ambiental. d) o inventário dos sistemas e equipamentos de tratamento e monitoramento de efluentes e o lançamento em corpos receptores superficiais ou subterrâneos; a eficiência dos sistemas de tratamento. e) as responsabilidades, a adequação dos procedimentos de operação e manutenção dos sistemas de tratamento instalados. 5.3 Papéis, responsabilidades e autoridades organizacionais. f) o atendimento ao programa de autocontrole como estabelecido na licença ambiental; observação da periodicidade de análises; do uso de laboratórios credenciados; e da comprovação do envio de resultados.
13 g) os registros de monitoramento e os procedimentos analíticos usados para coleta e análise. h) a implementação dos planos e programas de melhoria de desempenho relativos às descargas de efluentes, de não geração e minimização da geração. 9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação 10 Melhorias Quanto à gestão de emissões atmosféricas a) o inventário das fontes de emissão de poluentes do ar, considerando o layout da organização e o sistema de ventilação e exaustão. b) a caracterização dos poluentes emitidos ou potenciais. c) os sistemas de controle para cada ponto de descarga; a avaliação da eficiência dos controles existentes e as condições de operação e manutenção. d) a adequação das emissões aos padrões legais e às restrições da licença ambiental Avaliação do atendimento aos requisitos legais e outros requisitos
14 e) as responsabilidades, a adequação dos procedimentos de operação e manutenção dos sistemas de tratamento instalados. f) o atendimento ao programa de autocontrole como estabelecido na licença ambiental; observação da periodicidade de análises; do uso de laboratórios credenciados; e da comprovação do envio de resultados. 5.3 Papéis, responsabilidades e autoridades organizacionais. g) a existência de programa para redução de emissões fugitivas e os procedimentos de seu monitoramento Controle de informação documentada h) os resultados de monitoramento e os procedimentos laboratoriais usados. i) a existência de planos e programas de melhoria de desempenho relativos às emissões atmosféricas, de não geração e minimização da geração. 9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação Quanto à gestão de ruídos a) conformidade legal e a ocorrência de reclamação do público externo Comunicação externa Requisitos Legais e outros requisitos
15 b) procedimentos gerenciais existentes. c) operação e manutenção dos sistemas de controle. d) programas de monitoramento externo Quanto à gestão de resíduos a) a existência de layout da empresa em termos de geração, segregação, transporte interno e estocagem de resíduos perigosos, inertes e não-inertes; as áreas de estocagem, equipamentos de processamento e áreas de disposição. b) o inventário de resíduos, identificando os pontos de geração, inclusive áreas de utilidades. c) o fluxo de resíduos, desde o ponto de geração até a destinação final, considerando: a adequação e segurança dos sistemas de contenção, estocagem intermediária e destinação final; a adequação dos procedimentos existentes para a escolha dos contratos de tratamento e destinação; a existência de licença ambiental válida e compatível com o tipo de resíduo para transportadores e local de
16 destinação; utilização de Manifesto de Resíduos. d) as responsabilidades e a adequação dos procedimentos de gerenciamento de resíduos. 5.3 Papéis, responsabilidades e autoridades organizacionais. e) a existência de planos e programas para redução de resíduos, práticas de reaproveitamento e de reciclagem Quanto à gestão do uso de agrotóxicos para o controle de vetores e pragas urbanas a) a existência de ações de controle de vetores e pragas urbanas ou tratamentos fitossanitários com demonstrativos da minimização da incidência e da realização de medidas preventivas ou corretivas que visem a redução dos impactos gerados pela aplicação de inseticidas ou raticidas. b) a capacitação técnica dos responsáveis pela execução desses serviços, assim como o número e a validade da licença do órgão ambiental para funcionamento da empresa prestadora do serviço. 7.2 Competência Quanto à limpeza e higienização de reservatórios de água
17 a) conformidade legal. b) a existência de documentos comprobatórios relativos à prestação do serviço Requisitos Legais e outros requisitos Avaliação 7.5 Informação documentada Quanto à gestão de riscos ambientais a) o potencial de risco ambiental baseado nas características dos efluentes líquidos, emissões, resíduos e manuseio de substâncias perigosas. 6.1 Ações para abordar riscos e oportunidades b) a existência de análises de risco atualizadas das instalações da organização. c) a existência e adequação de planos de gerenciamento de riscos. d) os registros de ocorrência de acidentes com danos reais ou potenciais à saúde, à segurança ou ao meio ambiente. 8.2 Preparação e respostas a emergências. 8.2 Preparação e respostas a emergências. e) existência e adequação de plano de emergência e registro dos treinamentos e simulações por ele previstos Quanto à gestão de passivo Obs: A norma não se refere a gestão de
18 ambiental passivos ambientais. a) a existência de estudo sobre passivo ambiental, tais como contaminação do solo e das águas subterrâneas. b) a localização das áreas potenciais, identificando inclusive unidades e equipamentos desativados, matériasprimas e produtos perigosos fora de uso. Um aspecto que se destaca é o detalhamento dos procedimentos legais exigidos na DZ 56, principalmente, no que tange a gestão e análise de risco e da gestão de passivos ambientais. A ISO em sua revisão trouxe a tona algo que ficava subtendido que era a valorização da Alta Administração agora em contexto mais destacado de Liderança e Comprometimento. Segundo a o Manual da FIESP (2015) significa que a alta direção tem a responsabilidade pela eficácia do SGA, garantindo que a política ambiental e os objetivos estabelecidos sejam compatíveis com o contexto e a estratégia da organização, que os requisitos ambientais estejam integrados aos processos e que os recursos necessários estejam disponíveis. Outro requisito que se destaca é a avaliação de riscos e oportunidade, no qual engloba Generalidades, Aspectos ambientais, Requisitos legais e outros requisitos e Planejamento de ações para assegurar que o sistema alcance os resultados esperados, previna ou reduza os efeitos indesejáveis e alcance melhoria contínua.
19 CONCLUSÃO Um ponto a ser destacado na conclusão é que seja avaliado nas futuras revisões da ISO a inserção da Gestão de Passivos Ambientais, caberia dar um destaque maior a está questão, tendo em vista a grande quantidade de descomissionamentos que os países emergentes terão que enfrentar no futuro em suas plantas químicas e petroquímicas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CHAVES, L. A. O.; MAINIER, F. B. Análise dos estudos de riscos ambientais nas atividades petrolíferas offshore no âmbito da gestão ambiental. In: XXIII SIMPÓSIO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 2005, São Paulo. Anais...São Paulo, DE MARTINI, Curso Auditoria Ambiental DZ 56 Revisão 3. Rio de Janeiro, 2013, 61 p. FIESP Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Manual ISO 14001:2015: saiba o que muda na nova versão da norma: São Paulo. FIESP/ Departamento de Meio Ambiente, KITZMANN, D.; ASMUS, M. L. Gestão ambiental portuária: Desafios e possibilidades. Revista de Administração Pública RAP. Rio de Janeiro, RJ, 40(6): , nov./dez LEITE at all, 2011, Auditorias Ambientais Obrigatórias na atividade portuária: analisando o cumprimento da Resolução CONAMA nº 306, de 05/07/2002. In: VII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO, 2011, Rio de Janeiro. Anais...Rio de Janeiro, KOEHLER, P. H. W.; ASMUS, M. L. Gestão ambiental integrada em Portos Organizados: uma análise baseada no caso do porto de Rio Grande, RS Brasil. Revista da Gestão Costeira Integrada, Itajaí, SC, 10(2): , fev.2010.
20 MAIMON, Dália. Eco-estratégia nas empresas brasileiras: realidade ou Discurso? Revista de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, v.34, n.4, p , jul./ago VALLE, Cyro Eyer do Qualidade ambiental: ISO 14000/Cyro Eyer do Valle - São Paulo: Editora SENAC.São Paulo, 2002.
RESOLUÇÃO SMAC N 550 DE 30 DE JANEIRO DE 2014.
RESOLUÇÃO SMAC N 550 DE 30 DE JANEIRO DE 2014. Define a Diretriz SMAC para a realização de Auditoria Ambiental. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE no uso de suas atribuições legais, e, Considerando
Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06
RESOLUÇÃO CONAMA nº 306, de 5 de julho de 2002 Publicada no DOU n o 138, de 19 de julho de 2002, Seção 1, páginas 75-76 Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06 Estabelece
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Prof a Dr a Maria Cristina Rizk 2017 [email protected] www.fct.unesp.br/docentes/plan/crisrizk/ Art. 14. São planos de resíduos sólidos: I - o Plano Nacional de Resíduos
Certificação e Auditoria Ambiental
Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 5 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Auditoria Ambiental Questionário Pré-Auditoria É um instrumento utilizado na etapa de pré-auditoria,
Certificação ISO
Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação
SÉRIE ISO SÉRIE ISO SÉRIE ISO GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL
1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS
AUDITORIA AMBIENTAL Norma ISO 19011
AUDITORIA AMBIENTAL Norma ISO 19011 PROF. DRA. ÉRICA L. ROMÃO. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS E AMBIENTAIS ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, EEL-USP 2016_2 NORMA ISO 19011:2012
GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA. Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM
GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA Renato das Chagas e Silva Engenheiro Químico Divisão de Controle da Poluição Industrial FEPAM LEI FEDERAL 6938/81 DECRETO FEDERAL 99274/90 BASE PARA GESTÃO AMBIENTAL obrigatoriedade
METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL
METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL VERSÃO DE 05/06/2017 PROGRAMA GESTÃO AMBIENTAL NO PÓLO MOVELEIRO DE ARAPONGAS ECOSELO METODOLOGIA E ORIENTAÇÃO VERSÃO 20170610 (VERSÃO:
Sumário. 1. Política de Sustentabilidade Declaração Implementação da política Sistema de Gestão Ambiental (SGA)...
Sumário 1. Política de Sustentabilidade...05 1.1. Declaração...05 1.2. Implementação da política...05 2. Sistema de Gestão Ambiental (SGA)...06 3. Estrutura do SGA...06 3.1. Agenda Ambiental Operacional...08
ANEXO B Exemplo de Protocolo de Auditoria do SGA
ANEXO B - EXEMPLO DE PROTOCOLO DE AUDITORIA DO SGA ANEXO B Exemplo de Protocolo de Auditoria do SGA O protocolo de auditoria de sistema de gestão ambiental, apresentado a seguir, foi publicado em GESTÃO
Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS
Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS 1. Dados gerais 1.1 do empreendedor Razão social Nome fantasia CNPJ Alvará Tipo de atividade Número de licença ambiental (se
LEI MUNICIPAL Nº 687 DE 09 DE SETEMBRO DE 2013 LEI:
LEI MUNICIPAL Nº 687 DE 09 DE SETEMBRO DE 2013 INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE FIGUEIREDO-AM. O PREFEITO MUNICIPAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO,
ESTRUTURA ISO :2015
Sistema de Gestão Ambiental (SGA) ESTRUTURA ISO 14.001:2015 Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação Ambiental. Objetivos: Empresarias
Definição. Sistema de Gestão Ambiental (SGA):
Definição Sistema de Gestão Ambiental (SGA): A parte de um sistema da gestão de uma organização utilizada para desenvolver e implementar sua política ambiental e gerenciar seus aspectos ambientais. Item
POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade
POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,
Lista de Verificação de Auditorias Internas do SGI - MA - SST
4.1 Requisitos Gerais 4.2 Política: Ambiental e de SST A empresa possui uma Política Ambiental e de SST? A Política é apropriada a natureza, escala, impactos ambientais e perigos e riscos das suas atividades,
Sistema de Gestão Ambiental
PHA2218 Introdução à Engenharia Ambiental Universidade de São Paulo Escola Politécnica Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental Sistema de Gestão Ambiental Aula 10 Prof. Dr. Joaquin Bonnecarrere
PHD 2252 Sistemas de Gestão Ambiental
PHD 2252 Sistemas de Gestão Ambiental Aulas 9: Política Ambiental e Revisão Inicial Professor: Mierzwa Política Ambiental ISO 14.001 Desenvolvimento da Política Ambiental pela Alta Administração, assegurando
Sistema de Gestão Ambiental
PHA2218 Introdução à Engenharia Ambiental Universidade de São Paulo Escola Politécnica Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental Sistema de Gestão Ambiental Aula 10 Prof. Dr. Arisvaldo Méllo Prof.
DELIBERAÇÃO NORMATIVA CONJUNTA COPAM-CERH/MG Nº 06, DE 14 DE SETEMBRO DE 2017.
DELIBERAÇÃO NORMATIVA CONJUNTA COPAM-CERH/MG Nº 06, DE 14 DE SETEMBRO DE 2017. Dispõe sobre procedimentos gerais para o enquadramento de corpos de água superficiais, e dá outras providências. O CONSELHO
Especificar os requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental, permitindo à organização desenvolver e implementar :
Origem da norma 1-Objetivos Especificar os requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental, permitindo à organização desenvolver e implementar : Política e objetivos alinhados com os requisitos legais e outros
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE
Página 1 de 5 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de
Módulo 2. Requisitos Legais Identificação da Legislação Aplicável Requisito da norma ISO Exercícios.
Módulo 2 Requisitos Legais 2.1. Identificação da Legislação Aplicável. 2.2. Requisito 4.3.1. da norma ISO 14001. Exercícios. 2.1. Identificação da Legislação Aplicável Aspectos e Impactos Ambientais Identificação
Grupo de Extensão em Sistemas de Gestão Ambiental. Sistema de Gestão Ambiental
Grupo de Extensão em Sistemas de Gestão Ambiental Sistema de Gestão Ambiental 10 SIGA 25 de agosto de 2013 PANGeA O grupo iniciou suas atividades em 2005. Constituído por alunos da ESALQ Projetos internos
Quadro político, jurídico e técnico da gestão de resíduos no Brasil
Quadro político, jurídico e técnico da gestão de resíduos no Brasil Introdução ao Brazil ~ 205 milhões de habitantes 5.565 municípios Área: 8.502.728,27 Km² ~15% da Água Potável do Planeta A maior biodiversidade
1. Identificação do Empreendimento Razão Social: Endereço completo: Áreas: Terreno (m²): Construída (m²):
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS PGRI Página 1/5 1. Identificação do Empreendimento Razão Social: Endereço completo: Classificação Fiscal: 2. Caracterização do Empreendimento Contato (Fone
CHECK-LIST ISO 14001:
Data da Auditoria: Nome da empresa Auditada: Auditores: Auditados: Como usar este documento: Não é obrigatório o uso de um check-list para o Sistema de Gestão. O Check-list é um guia que pode ser usado
3º. A excepcionalidade prevista no 1º deste artigo não se aplica aos resíduos orgânicos industriais.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 481, de 03/10/2017 Estabelece critérios e procedimentos para garantir o controle e a qualidade ambiental do processo de compostagem de resíduos orgânicos, e dá outras providências.
AUDITORIA AMBIENTAL 2016_2
AUDITORIA AMBIENTAL PROF. DRA. ÉRICA L. ROMÃO. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS E AMBIENTAIS ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, EEL-USP 2016_2 AS NORMAS DA SÉRIE 14000 Normas ISO
ABNT / CB-38 COMITÊ BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL
INTERPRETAÇÃO NBR ISO 14001 (2004), FEVEREIRO 2006 CB-38/SC-01/GRUPO DE INTERPRETAÇÃO INTRODUÇÃO Em 2001, o CB-38, Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental, da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas,
Neste estabelecimento as melhores técnicas disponíveis para este sector adotadas incidiram sobre os seguintes aspetos:
Este estabelecimento corresponde ao estado mais avançado de desenvolvimento da atividade e dos métodos de operação/fabrico, incluindo as tecnologias utilizadas e a forma como a instalação foi projetada
Questões sobre a IS014001
Professor: Carlos William Curso/ Disciplina/Período: Administração/ Gestão Ambiental/ 2º ano Aluno: Lázaro Santos da Silva Questões sobre a IS014001 1. A NBR ISO 14001:2004 foi concebida para estabelecer
RESOLUÇÃO N o 91, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 91, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008 (Publicada no D.O.U em 06/02/2009) Dispõe sobre procedimentos gerais para o enquadramento dos
Política Nacional de Resíduos Sólidos Breves Considerações Núcleo de Meio Ambiente CIESP Regional Jaú/SP
Política Nacional de Resíduos Sólidos Breves Considerações Pedro Paulo Grizzo Serignolli Advogado Especializado em Direito Ambiental Coordenador Adjunto do Núcleo de Meio Ambiente [email protected]
Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto
Produção mais Limpa (P+L) Prof. Dr. Aldo R. Ometto Definição Continua Produção mais Limpa Produtos Processos Aumento da Preventiva ESTRATÉGIA Ecoeficiência Redução Riscos Integrada Serviços Homem Meio
QUADRO COMPARATIVO: ISO 14001:2004 X ISO 14001:2015
QUADRO COMPARATIVO: ISO 14001:2004 X ISO 14001:2015 ISO 14001:2004 ISO 14001:2015 Introdução Introdução 1.Escopo 1.Escopo 2.Referências normativas 2.Refências normativas 3.Termos e definições 3.Termos
A EMPRESA VISÃO MISSÃO VALORES
AMBIENTAL AMBIENTAL A EMPRESA A KAZZ AMBIENTAL é uma empresa de engenharia que surgiu com uma proposta diferenciada de trabalhar usando exclusivamente profissionais experientes e comprometidos com o sucesso
NOSSA POLÍTICA AMBIENTAL
A PUMA TAMBORES, com o objetivo de divulgar a sua política ambiental e conscientizar seus fornecedores e prestadores de serviços quanto aos aspectos ambientais, elaborou este Manual de Requisitos Ambientais
INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL
INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL CONTEXTO GLOBALIZADO Avanço de atitudes pró-ativas das empresas que começaram a vislumbrar, através da introdução de mecanismos de gestão ambiental, oportunidades de mercado,
ROTEIRO PARA IMPLANTAÇÃO SGA ISO :2004
ROTEIRO PARA IMPLANTAÇÃO SGA ISO 14.001:2004 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SGA O SGA é parte do Sistema de Gestão da IFSM Campus Inconfidentes-MG, englobando a estrutura organizacional, as atividades de
GESTÃO AMBIENTAL. Prof. MARCELL M C MACENO
GESTÃO AMBIENTAL Prof. MARCELL M C MACENO Sistema de Gestão Ambiental NBR ISO 14001 Se aplica a qualquer organização que deseje: Implementar, manter e aprimorar um SGA; Assegurar-se de sua conformidade
PLANOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS
PLANOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS Res. CONAMA 001/86 Art. 6º O estudo de impacto ambiental desenvolverá, no mínimo, as seguintes atividades técnicas: I - Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto
Belo Horizonte, novembro de 2010
POLÍTICAS ESTADUAL E NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS José Cláudio Junqueira Ribeiro Belo Horizonte, novembro de 2010 Resíduos sólidos Resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades
PLANOS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Alceu Galvão Analista de Regulação da ARCE Fortaleza, 11 de maio de 2015
PLANOS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS Alceu Galvão Analista de Regulação da ARCE Fortaleza, 11 de maio de 2015 SIMPLICIDADE elaboração e implementação dos PMGIRS BAIXO CUSTO GRADATIVIDADE ESTRUTURA
OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL
OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL Requisitos gerais, política para SSO, identificação de perigos, análise de riscos, determinação de controles. CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE
COMO ELABORAR UM PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS PRE PARA ATENDER AS EXIGÊNCIAS DA NOVA NR-20
COMO ELABORAR UM PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS PRE PARA ATENDER AS EXIGÊNCIAS DA NOVA NR-20 A nova Norma Regulamentadora NR-20, em seu item 20.14.2, determina que a empresa deve elaborar o plano de resposta
Práticas ambientais desenvolvidas pela empresa Artecola Indústrias Químicas Fabiano de Quadros Vianna
Práticas ambientais desenvolvidas pela empresa Artecola Indústrias Químicas Fabiano de Quadros Vianna Engenheiro Ambiental e de Segurança do Trabalho Coordenador de SMS nas Empresas Artecola Nossos negócios
VI CONGRESSO BRASILEIRO DE GESTÃO AMBIENTAL
O Biólogo no mercado de trabalho em Gestão Ambiental Prof. Dr. Murilo Damato Conselho Federal de Biologia CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA -CFBio, Autarquia Federal, com personalidade jurídica de direito público,
MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SGA SAMAE JS
PÁGINA 1/13 MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO SGA SAMAE JS PÁGINA 2/13 CONTROLE DE REVISÕES: Revisão Data Itens modificados Observações 00 29.06.2006 - - 01 27.06.2007 4.1 Requisitos Gerais Alteração do escopo
ANEXO I. Condicionantes para Licença de Operação (LO) da Ambientec Incineração de Resíduos Ltda.
Pág. 1 de 5 ANEXO I Condicionantes para Licença de Operação (LO) da Ambientec Incineração de Resíduos Ltda. Empreendedor: Ambientec Incineração de Resíduos Ltda Empreendimento: Ambientec Incineração de
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ. São Paulo, 04 de novembro de 2004
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ São Paulo, 04 de novembro de 2004 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução CONAMA Nº 264/99, dispõe sobre o co-processamento de resíduos sólidos; Resolução
Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e ao conteúdo mínimo dos Planos de Saneamento Básico.
RESOLUÇÃO RECOMENDADA ConCidades N o 75, DE 2 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e ao conteúdo mínimo dos Planos de Saneamento Básico. O Conselho das Cidades,
Modelo de Gestão, Política Ambiental, Missão, Visão e Valores
Escola Politécnica da USP Curso de Engenharia Ambiental Modelo de Gestão, Política Ambiental, Missão, Visão e Valores Princípios da Gestão Ambiental 1 Prioridade corporativa 9 - Pesquisa 2 Gestão Integrada
AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE. Inês Diogo Vice Presidente da APA
AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE Inês Diogo Vice Presidente da APA PRINCIPAIS ÁREAS DE ATİVİDADE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL LICENCIAMENTO AMBIENTAL AR ÁGUA AVALIAÇÃO AMBIENTAL RESÍDUOS PROTEÇÃO COSTEIRA
BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores
BINS Indústria de Artefatos de Borracha Ltda. Questionário de Seleção e Homologação de Fornecedores ESCOPO Este questionário de auto-avaliação tem como objetivo proporcionar um conhecimento geral do fornecedor,
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE
Página 1 de 5 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado do Ambiente Instituto Estadual do Ambiente LICENÇA DE OPERAÇÃO
O (Inea), no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.101, de 04 de outubro de 2007 e pelo Decreto nº 41.628, de 12 de janeiro de 2009 e suas modificações posteriores e, em especial, o
LISTA DE VERIFICAÇÃO - NBR ISO 14001:
4 CONTEXTO DA ORGANIZAÇÃO 4.1 Entendendo a organização e seu contexto 1. São identificadas questões externas e internas que afetam ou podem afetar o desempenho ambiental da organização? 2. Como são tratadas
Hsa GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Resíduos Sólidos. PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP
Hsa 109 - GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Resíduos Sólidos PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP E-mail: [email protected] Resíduos Sólidos Interrelação: Ambiente Saúde HOMEM MEIO AMBIENTE
Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental.
INDÚSTRIA MÉDIO PORTE Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental. 1 - Procedimentos de licenciamento: 1. Os responsáveis pelas atividades a licenciar, instituído
Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro.
RESOLUÇÃO No- 92, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008 Estabelece critérios e procedimentos gerais para proteção e conservação das águas subterrâneas no território brasileiro. O CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS
Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços
Famílias Todos Todos Todas Critério SMS Critério CONJUNTO DE REQUISITOS DE SMS PARA CADASTRO CRITÉRIO DE NOTAS DO SMS Portal do Cadastro SMS MEIO AMBIENTE Certificação ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental
IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E CONTROLE DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS.
1 de 5 REV. DESCRIÇÃO DAS REVISÕES Emissão inicial. ANÁLISE CRÍTICA ( ) APROVADO VISTO DATA COMENTÁRIOS: ( ) NÃO APROVADO ( ) ATENDER COMENTÁRIOS EMISSÃO REV. REV. 1 REV. 2 REV. 3 REV. 4 REV. 5 REV. 6
Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Fernando Altino Rodrigues
Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Fernando Altino Rodrigues Ética Ecológica e Ética Social Desenvolvimento Sustentável...permitir que os preços digam a verdade ecológica Weizsaecker INTERNALIZAÇÃO
ANÁLISE COMPARATIVA DOS REQUISITOS LEGAIS SOBRE AUDITORIA AMBIENTAL COMPULSÓRIA NOS ESTADOS DA REGIÃO SUL DO BRASIL
ANÁLISE COMPARATIVA DOS REQUISITOS LEGAIS SOBRE AUDITORIA AMBIENTAL COMPULSÓRIA NOS ESTADOS DA REGIÃO SUL DO BRASIL Sabrina R. Sousa 1, Cibeli Zanatta 2, Roni M. Severis 2 1 IFRS Campus Sertão 2 Universidade
Decisão de Diretoria 038/2017/C Aspectos Técnicos e Administrativos
Decisão de Diretoria 038/2017/C Aspectos Técnicos e Administrativos WORKSHOP ABES - FEPAM RODRIGO CÉSAR DE ARAUJO CUNHA Porto Alegre, 23 de Agosto de 2017 Evolução do número de áreas cadastradas CETESB,
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS GLOSSÁRIO Danilo José P. da Silva Série Sistema de Gestão Ambiental Viçosa-MG/Janeiro/2011 Glossário
Recursos Hídricos. A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos
74 a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia Recursos Hídricos A interação do saneamento com as bacias hidrográficas e os impactos nos rios urbanos SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E QUALIDADE AMBIENTAL
ESTADO DE RONDÔNIA MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DE RONDÔNIA GABINETE DO PREFEITO GESTÃO 2013/2016
DECRETO N 1184/GP/2014. DESATIVA O LIXÃO MUNICIPAL E INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DE RONDÔNIA/RO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Primavera
INSTRUMENTOS REGULATÓRIOS APLICÁVEIS À BARRAGENS DE REJEITOS DA CONCEPÇÃO AO FECHAMENTO. Débora do Vale/ Giani Aragão/ Aline Queiroz / Luciano Santos
INSTRUMENTOS REGULATÓRIOS APLICÁVEIS À BARRAGENS DE REJEITOS DA CONCEPÇÃO AO FECHAMENTO Débora do Vale/ Giani Aragão/ Aline Queiroz / Luciano Santos Introdução e Objetivo Os riscos associados às barragens
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Lei /2010: Política Nacional de Segurança em Barragens
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Lei 12.334/2010: Política Nacional de Segurança em Barragens PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira SITUAÇÃO ATUAL
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado do Ambiente Instituto Estadual do Ambiente LICENÇA DE OPERAÇÃO
b43a7c91-76fd-4413-a4bd-b24656633492 O (Inea), no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.101, de 04 de outubro de 2007 e pelo Decreto nº 41.628, de 12 de janeiro de 2009 e suas modificações
PRODIR PROcessO DIstRIbuIçãO ResPOnsável
PRODIR Processo Distribuição Responsável PRODIR Processo Distribuição Responsável criado pela cacd canadian association of chemicals distributors em 1987, implantado pela nacd national association of chemical
Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães publica:
Prefeitura Municipal de 1 Ano IV Nº 1234 Prefeitura Municipal de publica: Portaria Nº 023/2019, - Resolve conceder licença ambiental unificada - LU. Gestor - Oziel Oliveira / Secretário - Governo / Editor
Decreto de Regulamentação da Lei: DECRETO ESTADUAL n DE 03/12/02.
LEGISLAÇÃO VIGENTE PGRS LEI FEDERAL n o 9.795, de 27/04/99. A definição oficial de Educação Ambiental no Brasil. LEI ESTADUAL n o 12.493, de 22/01/99. Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios
SEMINÁRIO MINEIRO DE REUSO DE ÁGUA E EFLUENTE REUSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA
SEMINÁRIO MINEIRO DE REUSO DE ÁGUA E EFLUENTE REUSO DA ÁGUA NO CONTEXTO DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA Márley Caetano de Mendonça Instituto Mineiro de Gestão das Águas IGAM Junho 2015 97,5 % da água do planeta
Roteiro de auditoria NBR ISO 14001:2015
See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/312234097 Roteiro de auditoria NBR ISO 14001:2015 Method January 2017 DOI: 10.13140/RG.2.2.35283.37924
PROCEDIMENTO DO GRUPO LET PGL 12 MELHORIA CONTÍNUA
Página: 1 de 5 1. OBJETIVO. Este procedimento estabelece as diretrizes para a melhoria contínua da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade do. 2. REFERÊNCIAS. ABNT NBR ISO 9001:2008 Sistema de gestão
