DISPOSITIVOS ESPECIAIS
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- Vasco Gusmão Sacramento
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1 DISPOSITIVOS ESPECIAIS 1
2 DISPOSITIVOS ESPECIAIS BUFFERS/DRIVERS TRI-STATE PORTAS EXPANSÍVEIS/EXPANSORAS SCHMITT - TRIGGER OBJETIVOS: a) Entender o funcionamento de dispositivos lógicos especiais como: Buffers, Drivers, elementos tri-state; b) Entender o funcionamento e finalidade da expansão de portas lógicas; c) Entender o funcionamento de dispositivos Schmitt-Trigger e suas aplicações. BUFFERS/DRIVERS: INTRODUÇÃO TEÓRICA Os buffers/drivers diferem das portas comuns por apresentarem um fan-out bastante elevado, isto é, apresentam grande capacidade de escoamento de corrente. Quando se necessita alimentar cargas com correntes elevadas, a utilização dos buffers/drivers é indicada. São freqüentemente utilizados como interface de TTL com circuitos que requerem tensões e correntes mais elevadas do que aquelas das portas TTL. O buffer/driver inversor mais conhecido é o TTL 7406 (Hex Inverter Buffer/Driver - Open Collector) O buffer/driver não inversor mais conhecido é o TTL 7407 (Hex Inverter Buffer/Driver - Open Collector) TRI-STATE: São dispositivos que possuem três estados possíveis: a) nível lógico 0 b) nível lógico 1 c) circuito aberto (também chamado de alta impedância) Além das entradas normais, possuem uma entrada habilitadora/desabilitadora (enable/disable). Essa habilitação pode ser feita com nível lógico 0 ou 1 dependendo do circuito empregado. Veja a figura abaixo: 2
3 Observa-se na tabela da verdade ao lado do dispositivo tri-state, que quando a entrada enable for igual a 0 o dispositivo comporta-se como um inversor normal. Isto significa que o mesmo deve ser habilitado com nível lógico 0. Os dispositivos tri-state também podem operar em paralelo, entretanto, somente um dispositivo pode ser habilitado por vez, caso contrário, se mais de um dispositivo for habilitado simultaneamente, poderá haver uma corrente excessiva e a queima do dispositivo. A figura ao lado mostra uma ligação básica de dispositivos tri-state em paralelo. Se nenhum dispositivo estiver habilitado, a saída apresenta uma alta impedância e sua tensão pode estar na região proibida. O termo EN (enable, do inglês, habilitar) é muitas vezes referenciado como STROBE. Vejamos um exemplo de uma porta NOR com Strobe (porta de controle): Caso tenhamos nível lógico 0 na entrada G (Strobe), a saída terá nível lógico 1 independente das demais entradas. 3
4 Por outro lado, se a entrada G estiver em nível lógico 1 a saída da porta dependerá exclusivamente das variáveis A e B. Desta forma, a entrada G opera como uma entrada de controle, permitindo ou não a liberação da porta. Para o exemplo mostrado acima, a liberação da porta se dá com nível lógico 1 aplicado na entrada G. PORTAS EXPANSÍVEIS/EXPANSORAS: São pares de portas construídas para operarem em conjunto. A porta expansora possui duas saídas, conforme mostra o circuito abaixo (uma é complemento da outra). Se não houver nenhum circuito ligado a essas saídas, os níveis lógicos da entrada não aparecem na saída. Se as saídas X (normal e complementada) da porta expansora não estiverem conectadas na porta expansível, ela não atuará, pois essas saídas são simplesmente o coletor e o emissor de um transistor, daí a necessidade das duas trabalharem em conjunto. Essa é uma forma simples de se aumentar o número de entradas, com um pequeno aumento de corrente. SCHMITT - TRIGGER: A porta Schmitt-Trigger é um tipo especial de porta que apresenta a seguinte característica: só dispara ou muda de nível lógico 0 para 1 quando a tensão de entrada for maior do que um determinado nível, chamado nível de disparo (limiar de disparo) e, também, só muda de nível lógico 1 para 0 quando a tensão de entrada for menor do que o nível de corte (limiar de corte). A figura abaixo ilustra o funcionamento básico desse tipo de porta: 4
5 A diferença entre o nível de disparo e o nível de corte é chamado de HISTERESE e, é essa diferença que habilita a porta Schmitt-Trigger a fornecer a forma de onda quadrada. É importante verificar nas formas de onda apresentadas acima, a base de tempo horizontal entre o sinal de entrada e o sinal de saída. É bom salientar ainda, que o sinal na entrada não precisa ser necessariamente um sinal senoidal. Qualquer tipo de sinal, no qual se possa definir o nível de disparo e o nível de corte pode ser aplicado na entrada. PARTE PRÁTICA MATERIAIS NECESSÁRIOS 1 - CI CI CI Gerador de funções 1 - Multímetro analógico ou digital 1 - Osciloscópio 1 - Treinador lógico 1 - Monte o circuito abaixo: A representação de um dispositivo Schmitt- Trigger é mostrado ao lado. Trata-se de uma porta NAND com duas entradas. Procedimento: ligue a saída Z em NL1 do treinador lógico e as entradas A e B nas chaves programas. 2 - Complete a tabela abaixo: A B X Y Z OBS: a) meça com o voltímetro o nível lógico na saída X b) meça com o voltímetro o nível lógico na saída Y 5
6 c) na coluna Z especifique aceso ou apagado 3 - Responda: I ) O funcionamento do dispositivo tri-state foi compatível com seu estudo teórico? II ) Os níveis lógicos 0 e 1 no dispositivo tri-state são compatíveis TTL? III ) Analise a coluna Z (LED aceso ou apagado) e justifique o porquê da condição aceso ou apagado. 4 - Monte o circuito abaixo: OBS: a) ajuste a freqüência do gerador de funções para 6kHz para uma amplitude de 20Vpp. b) ligue os pontos X e Y em cada um dos canais do osciloscópio. 5 - Verifique as formas de onda na entrada e saída (pontos X e Y respectivamente). 6 - Trace em papel milimetrado A4 as formas de onda de entrada e saída. 7 - Apresente conclusões quanto: a) relação entre o sinal de entrada e saída, caracterizando a histerese. b) base de tempo horizontal com relação aos sinais de entrada e saída. 6
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